ADMINISTRAÇÃO REGIONAL de SAÚDE de LISBOA e VALE do TEJO

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1 ADMINISTRAÇÃO REGIONAL de SAÚDE de LISBOA e VALE do TEJO PROGRAMA NACIONAL de PROMOÇÃO da SAÚDE ORAL RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2007 Grupo Regional da Saúde Oral Lisboa Julho 2008

2 Grupo Regional da Saúde Oral * - Rui Calado (Coordenador) Médico Saúde Pública - Ana Margarida Cruz Higienista Oral - Fernando Nogueira Enfermeiro - Lina Guarda Médico Saúde Pública - Marisa de Almeida Higienista Oral - Nuno Lopes Médico Saúde Pública - Rute Horta Higienista Oral * O Grupo iniciou funções em Fevereiro de 2008 e promoveu a sua 1ª reunião de trabalho no dia 15 desse mês

3 INDICE Pág. 1 - Introdução Programa de Promoção da Saúde Oral Administração de Flúor Escovagem Educação para a Saúde Oral Programa Especifico de Selantes de Fissura (PEAS) Programa de Intervenção Médico-Dentária ( PIMD) - Contratualização em Conclusão

4 1 - Introdução O Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral (PNPSO), foi aprovado pelo Despacho nº 153/2005 do Ministro da Saúde, e divulgado através da Circular Normativa nº1/dse de 18/01/2005 da Direcção-Geral da Saúde. É um programa integrado no Plano Nacional de Saúde , que deverá ser desenvolvido por todos os serviços de saúde pertinentes, uma vez enquadrado nas suas actividades correntes A intervenção no âmbito do PNPSO assenta nas seguintes estratégias: Promoção da Saúde Oral no contexto Familiar e Escolar, Prevenção das Doenças Orais, Diagnóstico precoce e tratamento dentário. As actividades desenvolvem-se ao longo do ciclo da vida, co especial enfoque nas crianças, desde o nascimento até aos 16 anos, nas grávidas e nos idosos. O PNPSO tem as seguintes finalidades: Melhorar os conhecimentos e comportamentos individuais sobre alimentação e higiene oral, Diminuir a incidência da cárie dentária, Reduzir a prevalência da cárie dentária, Aumentar a percentagem de crianças livres de cárie, Prestar especial atenção, numa perspectiva de promoção da equidade, à saúde oral das crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais, assim, como dos grupos economicamente menos favorecidos e socialmente excluídos, que frequentam a escola do ensino regular ou instituições. Através do presente relatório, o Grupo Regional da Saúde Oral pretende divulgar a avaliação das actividades realizadas ao longo de 2007 nos três distritos de influência da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, isto é, Lisboa Santarém, Setúbal, no âmbito do Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral, - 3 -

5 2 - Programa de Promoção de Saúde Oral A implementação do PNPSO é coordenada nos Centros de Saúde, pelos Gestores Locais da Saúde Oral. Nos Centros de Saúde dotados de Higienista Oral, geralmente são esses profissionais, pela sua disponibilidade e perfil profissional, que assumem a responsabilidade pelas tarefas inerentes à gestão do programa, enquanto que nos Centros de Saúde sem este recurso, são geralmente enfermeiros que a asseguram. Os recursos disponíveis de profissionais com formação específica em medicina dentária/saúde oral e de equipamentos de estomatologia são os que constam do quadro nº 1. Quadro 1 - Caracterização dos recursos disponíveis em Saúde Oral na ARSLVT* DISTRITO RECURSOS Lisboa % Santarém % Setúbal % Total Centros Saúde Higienistas Orais (Quadro + Contrato) Médicos Dentistas Estomatologistas Equipamento Dentário Fixo Equipamento Dentário Portátil 28 9** * Levantamento efectuado pelos responsáveis Sub-Regionais do PNPSO, referente ao ano 2007 ** Não está incluído o equipamento utilizado pela Higienista Oral do CS de Fátima. O equipamento é cedido pelo Centro João Paulo II (protocolo próprio) Pela análise do Quadro 1, constata-se que a distribuição de recursos, quer humanos quer materiais (equipamentos dentários) é equilibrada e proporcional ao número de Centros de Saúde e ao tamanho da população alvo, por distrito. Do total de Higienistas Orais da ARSLVT, 56% encontram-se no de Lisboa e 53 % dos equipamentos dentários estão instalados nos seus Centros de Saúde. No entanto, é no de Setúbal que se verifica uma maior cobertura por Higienistas Orais, uma vez que a sua intervenção ocorre em 95% dos seus Centros de Saúde. No de Santarém regista-se a menor cobertura por Higienistas Orais, com apenas 45% dos Centros de Saúde dotados desses profissionais, ainda que distribuídos pelos Centros de Saúde com maior número de utentes. Em relação aos recursos materiais, no de Santarém apenas - 4 -

6 existem 9 equipamentos dentários. Está em curso um processo de admissão de mais 2 higienistas para os Centros de Saúde das cidades de Abrantes e de Santarém, nos quais estão a ser instaladas as cadeiras de estomatologia indispensáveis para que o desempenho destes profissionais possa ser rentabilizado e eficiente. Ainda que não previsto nos respectivos quadros de pessoal, prestam serviços em Centros de Saúde do de Lisboa 15 Médicos Dentistas e 7 Estomatologistas, no de Setúbal 5 Médicos Dentistas sendo que no distrito de Santarém a estratégia adoptada para a resposta pública às necessidades curativas das populações passa, em exclusivo, por processos de contratualização (também adoptado pelos outros 2 distritos), de que são beneficiários as crianças e os jovens escolarizados. Os quais, na área de influência da ARSLVT,I.P. estão distribuídos de acordo com o representado no quadro nº2. Quadro 2 - População matriculada, por nível de ensino, na área de influência da ARSLVT DISTRITO NÍVEL DE ENSINO Lisboa Santarém Setúbal Total Pré Escolar º Ciclo º Ciclo º Ciclo Total Fonte: Mapas Distritais de Avaliação em Saúde Escolar /2007 Tendo em consideração a importância atribuída na ARSLVT ao papel do Higienista Oral no desenvolvimento das actividades inerentes ao PNPSO, é de realçar a distribuição desse recurso pelos 3 distritos, sendo que o seu ratio em função da população matriculada em escolas públicas é o seguinte: Lisboa 6089 / HO Santarém 5492 / HO Setúbal 5493 / HO ARSLVT 5691 / HO O Gráfico 1 apresenta o diagnóstico de funcionalidade e utilização dos equipamentos dentários (fixos e portáteis) disponíveis nos Centros de Saúde. Salienta-se que 6 desses equipamentos ou estão avariados, ou não são utilizados, e que 9 são partilhados entre Higienistas, Dentistas e Estomatologistas. Atendendo ao número de profissionais existentes, facilmente se conclui que alguns não dispõem de equipamento adequado ao desenvolvimento de algumas das suas actividades mais relevantes (como a aplicação de selantes de fissuras), durante largos períodos do seu horário de trabalho

7 Gráfico 1 - Diagnóstico de situação dos Equipamentos Dentários Lisboa Santarém Setúbal 5 0 Equipamentos HO Equipamentos Partilhados HO/Dentista Equipamentos Dentista 2 Equipamentos Avariados Equipamentos Não Utilizados A actividade desenvolvida no âmbito do PNPSO pelos diversos Técnicos de Saúde que nele participaram e que tiveram por população-alvo as crianças e os jovens escolarizados da área de influência da ARSLVT, será resumidamente apresentada em quadros e gráficos relativos a Suplementos de Flúor, Escovagem Dentária, Sessões de Educação Para a Saúde, cuja fonte de dados foram os Mapas Anuais de Saúde Escolar relativos ao ano lectivo de 2006/ Administração de Flúor O procedimento em relação á administração de flúor, tendo por base o estabelecido na Circular Normativa nº1/dse de 18/01/2005 da Direcção Geral da Saúde, não foi uniforme nos 3 distritos em análise (quadro 3). A administração de flúor nos Jardins de Infância, nos 3 distritos, abrangeu um número muito reduzido de alunos, Quadro 3 - Nº de alunos que em 2006/07 efectuaram suplementos de Flúor, nas escolas da área da ARSLVT Lisboa Santarém Setúbal Total Local de administração Jardim de Infância (Comprimidos) º Ciclo (Bochechos) º Ciclo (Bochechos) º Ciclo (Bochechos) Fonte: Mapas Distritais de Avaliação em Saúde Escolar /

8 tendo-se verificado o abandono desta prática no distrito de Santarém. Sabendo-se que as práticas da clínica geral nesta matéria, influenciadas pela estratégia de administração de suplementos de flúor adoptada até 2005, não sofreram alterações, estes valores indiciam que na área de influência da ARSLVT será muito elevada a percentagem das crianças de alto risco à cárie dentária, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos de idade, que não tem qualquer contacto com este oligoelemento (ver escovagem na escola). Gráfico 2 - Distribuição percentual de alunos que recebem suplementos de Flúor nas escolas da área da ARSLVT 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 17% 66% 2% 1% 0% 90% 26% 5% 9% 62% 11% 3% 12% 69% Lisboa Santarém Setúbal Total ARS 8% 2% Pré- Escolar (Comprimidos) 1º Ciclo ( Bochechos) 2º Ciclo (Bochechos) 3º Ciclo (Bochechos) Pela análise do Quadro 3 e Gráfico 2, verifica-se que a principal população alvo da administração de Suplementos de Flúor é a que frequenta o 1º Ciclo do Ensino Básico, sendo que a cobertura regional neste grupo específico da população é de 69%. Nos 2º e 3º ciclos do ensino básico, os valores regionais relativos à administração de flúor são, respectivamente, de 8% e 2%. 2.2 Escovagem As boas práticas de higiene oral em meio escolar, assumindo na Circular Normativa nº1/dse de 18/01/2005 da Direcção Geral da Saúde uma posição de relevo no quadro das actividades prioritárias para a prevenção da cárie dentária nos alunos da pré-escola e do ensino básico, parecem mais difíceis de implementar do que as expectativas dos seus promotores. Assim, apenas nos Jardins de Infância do distrito de Setúbal a escovagem dos dentes na escola foi praticada por um número significativo de alunos, ainda que representando apenas 1/3 do seu total. Nos restantes níveis de ensino dos 3 distritos em análise, mais de 90% das crianças escolarizadas não desenvolveram, na escola que frequentam, as práticas recomendadas (quadro 4 e gráfico 3). No 2º e 3 º ciclo o seu número é completamente inexpressivo

9 Quadro 4 - Nº de alunos que em 2006/07 efectuaram escovagem nas escolas da área da ARSLVT Local da actividade Lisboa Santarém Setúbal Total Jardim de Infância º Ciclo º Ciclo º Ciclo Fonte: Mapas Distritais de Avaliação em Saúde Escolar /2007 Gráfico 3 - Distribuição percentual de alunos que efectuaram escovagem nas escolas, na área da ARSLVT 50% 40% 32% 30% 20% 10% 0% 14% 8% 9% 10% 6% 7% 2% 0,0% 0,0%0,0% 0,2% 0,1% 0,0% 0,2% 0,1% Lisboa Santarém Setúbal Total ARS Pré- Escolar 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Educação para a Saúde Oral Tendo por fonte os resultados registados nos Mapas de Saúde Escolar da ARSLVT, verificamos que o número de alunos que participaram em Sessões de Educação para a Saúde, tendo como área temática a Saúde Oral, foi significativo na Pré-Escola e no 1º Ciclo do ensino básico, nos 3 distritos em análise. No entanto esses valores representam menos de metade dos alunos de cada um desses distritos, o que deverá ser valorizado em função dos objectivos e metas das respectivas equipas de saúde escolar. No 2º Ciclo esta actividade não abrangeu mais de 10% dos alunos inscritos e no 3º Ciclo foi irrelevante o número de participantes neste tipo de actividade (quadro 5 e gráfico 4)

10 Quadro 5 - Nº de alunos que em 2006/07 participaram em Sessões de Educação para a Saúde Oral na escola, na área da ARSLVT Local da actividade Lisboa Santarém Setúbal Total Jardim de Infância º Ciclo º Ciclo º Ciclo Fonte: Mapas Distritais de Avaliação em Saúde Escolar /2007 Gráfico 4 - Distribuição percentual de alunos que participaram em Sessões de Educação Para a Saúde Oral nas escolas, na área da ARSLVT 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 46% 48% 9% 2% 34% 28% 8% 0% 46% 32% 6% 3% 39% 40% Lisboa Santarém Setúbal Total ARS 8% 2% Pré- Escolar 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo 2.4 Programa Especifico de Selantes de Fissura (PEAS) Em 2007, nos Centros de Saúde da área de influência da ARSLVT trabalharam 60 Higienistas Orais, distribuídos pelos distritos da Região conforme o que se indica no gráfico 5. É elevada a percentagem de Centros de Saúde dos distritos de Lisboa e Setúbal que contam com a colaboração destes profissionais, sendo de realçar que a baixa percentagem verificada em Santarém se fica a dever, essencialmente, ao facto de não estarem colocados higienistas orais nos concelhos com menos população e necessariamente menos utilizadores dos serviços públicos de saúde. Em 2007, nos Centros de Saúde dotados de Higienista Oral dos distritos de Lisboa e Santarém, a população alvo para aplicação de selantes de fissuras foram os alunos nascidos em 1999 (7/8 anos) e 1994 (12/13 anos) e sempre que a sua capacidade de resposta se revelou suficiente, foram abrangidos os alunos nascidos em 1997 (9/10 anos)

11 Gráfico 5 Distribuição percentual dos Centros de Saúde com Higienista Oral* % 75 73% 69% 50 45% 25 0 Lisboa (33HO) Santarem (10HO) Setubal (17HO) Total ARS (60 HO) Levantamento efectuado pelos responsáveis Sub-Regionais do programa de Saúde Oral, referente ao ano de 2007 Assim, tendo em consideração que nestes distritos a população-alvo foram as crianças nascidas em 1999 e 1994, isto é, 1 grupo etário pertencente ao 1º Ciclo do ensino básico e 1 grupo etário pertencente ao 3º Ciclo, o cálculo do tamanho de cada conjunto, referido no quadro 6, foi efectuado no pressuposto de que corresponderá, respectivamente, a ¼ dos alunos que frequentaram o 1º ciclo e a 1/3 dos que frequentaram o 3º ciclo. Quadro 6 População-alvo para a aplicação de selantes nos distritos de Lisboa e Santarém Origem dos alunos 1º Ciclo 3º Ciclo Outros S.I; Int. Precoce; EGS, Etc Lisboa (33 Higienistas Orais) Santarém (10 Higienistas Orais) Fonte: Mapas Distritais de Intervenção dos Higienistas Orais, em 2007 Nos Centros de Saúde não dotados de Higienista Oral, o critério de selecção de crianças para intervenção por médico dentista ou por estomatologista (contratualização médico-dentária) foi exactamente o mesmo, isto é, as mesmas idades-chave acima referidas. No de Setúbal a metodologia usada para se proceder à selecção de alunos receptores de selantes de fissuras foi completamente diferente (quadro 7). Os estudantes beneficiados poderiam pertencer a qualquer dos anos de escolaridade que compõem cada um dos 3 Ciclos do Ensino Básico, não resultando de um processo de determinação de prioridades por grupos etários ou por grupos específicos do total da população matriculada. Pelo que não foi efectuada a avaliação da cobertura referente ao de Setúbal e do total da

12 Quadro 7 População-alvo para aplicação de selantes, no distrito de Setúbal Origem dos alunos População-alvo para a aplicação de selantes 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Total Setúbal (17 Higienistas Orais) Fonte: Mapa Distrital de Setúbal de Intervenção dos Higienistas Orais, em 2007 ARSLVT, atendendo a que o critério de determinação da sua população-alvo não foi homogéneo nem é comparável (quadro 8). Quadro 8 Distribuição e percentagem de crianças que aplicaram selantes de fissuras nos Centros de Saúde da ARSLVT Aplicação de selantes (origem dos alunos) Nº crianças que aplicaram selantes (1) % crianças aplicaram selantes (na população-alvo) Outros 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Grupos 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Lisboa (33 Higienistas Orais) % --- 1% Santarém (10 Higienistas Orais) % % Setúbal (17 Higienistas Orais) Total ARS (60 Higienistas Orais) Fonte: Mapas distritais de Intervenção dos Higienistas Orais (1) A percentagem de crianças que aplicam selantes, depende da taxa de adesão às consultas ao longo dos anos de programa. As crianças não autorizadas ou que faltam, não são convocadas novamente. O nº de crianças que aplicam selantes é sempre menor que o nº de crianças consultadas. Na realidade são consultadas mais crianças, mas nem todas apresentam dentes para selar naquele momento. Na área de influência da ARSLVT beneficiaram de protecção específica por selantes de fissuras, estudantes. Os Higienistas Orais que trabalham nos Centros de Saúde aplicaram-lhes selantes, de acordo com distribuição observável no gráfico 6, o que representa uma média de 3,2 selantes por aluno receptor. Por outro lado, a análise do Gráfico nº 7 permite constatar que se verificou uma diferença bastante acentuada em relação ao número médio de selantes aplicados por cada higienista nos 3 distritos considerados, o que poderá indiciar diferentes abordagens de intervenção preventiva, que não proporciona uma intervenção homogénea por parte dos seus principais intervenientes

13 Gráfico 6 Distribuição do número de selantes aplicados na ARSLVT, em 2007 Total ARSLVT Lisboa ( 33 HO) Santarem (10 HO) Setubal(17HO) Fonte: Mapas distritais de Intervenção dos Higienistas Orais, em 2007 Gráfico 7 Média anual de selantes aplicados, por Higienista Oral e por 2000, ,0 1200,0 800, ,0 0,0 Lisboa ( 33 HO) Santarem (10 HO) Setubal(17HO) Total ARS (60 HO) Fonte: Mapas distritais de Intervenção dos Higienistas Orais, em

14 3 - Programa de Intervenção Médico-Dentária ( PIMD) - Contratualização em 2007 O 8º Ano de implementação na ARSLVT do Projecto de Contratualização de Serviços Médico-Dentários no âmbito do PNPSO, decorreu entre Abril e Novembro de De acordo com os dados do quadro nº9, mais de 80% dos Centros de Saúde da área de influência da ARSLVT recorreram à contratualização. No de Setúbal 100% dos Centros de Saúde recorreram à contratualização, sendo que 1 Centro de Saúde do de Santarém e 16 Centros Saúde do de Lisboa não o fizeram. Quadro 9 - Número de Centros de Saúde com contractualização Promotor Total Centros Saúde Centros Saúde com contractualização Nº % Lisboa ,4 Santarém ,4 Setúbal ,0 Total ARS ,4 Fonte: Mapas distritais de avaliação de execução da contractualização em 2007 Como objectivo Regional pretendeu-se dar resposta à população escolarizada definida como prioritária, que apresentasse necessidades de tratamentos (os grupos etários dos 7 e 13 anos nascidos em 1999 e 1994) e proteger os seus dentes sãos (em especial os molares permanentes) com selantes de fissuras, numa acção complementar à desenvolvida pelos Higienistas Orais nos Centros de Saúde, ou numa acção de protecção básica, nos Centros de Saúde não dotados com este profissional de saúde oral. Para quantificar, em cada distrito, o tamanho da população-alvo para a implementação desta acção, foi tida em consideração a respectiva proporcionalidade de cada grupo seleccionado em relação à totalidade da população escolarizada e que, de acordo com o Estudo Nacional de Prevalência de Doenças Orais 2005, 50% dos alunos de 7 anos e 75% dos jovens de 13 anos, já apresentariam manifestações clínicas da presença de cáries, que deverão ser sujeitas ao seu necessário tratamento. Com base nos valores, poder-se-á afirmar que os mais de 10 mil beneficiários desta medida na ARSLVT representam, no seu conjunto, cerca de 1/3 dos jovens de 7 e de 13 anos escolarizados que eventualmente necessitariam de efectuar tratamentos dentários (quadro nº10)

15 Quadro 10 População-alvo de contractualização na ARSLVT, em 2007 Nº de alunos Universo* População-alvo Nº crianças e jovens contractualizados** Nº absoluto % Lisboa ,8 Santarém Setúbal Total ARS , , ,7 * Fonte: Mapas Distritais de Avaliação em Saúde Escolar /2007 ** Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização em 2007 De acordo com os cálculos efectuados, a melhor cobertura foi atingida no distrito de Santarém, tendo recebido tratamentos cerca de metade dos alunos pertencentes aos grupos etários seleccionados e portadores de patologia oral (gráfico nº8). Gráfico 8 - Cobertura da população-alvo pelo processo de contractualização na ARSLVT ,8% ,7% ,6% ,7% 0 Lisboa Santarém Setúbal Total ARS População Alvo População Contractualizada Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização 2007 No que respeita à conclusão dos tratamentos dentários pelas crianças que o iniciaram, há que salientar a elevada percentagem obtida, indiciadora de um cuidado trabalho de monitorização do processo desenvolvido pelos profissionais que nos Centros de Saúde detêm essa responsabilidade. A percentagem de conclusões mais elevada foi obtida no distrito de Lisboa, sendo de 91% o valor obtido ao nível da ARSLVT, conforme se pode observar através dos dados do quadro nº

16 Quadro 11 - Execução da Contractualização Nº de alunos Iniciaram a contractualização Concluíram a contractualização Nº % Lisboa ,4 Santarém ,2 Setúbal ,0 Total ARS ,0 Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização em 2007 Para a realização deste trabalho foram efectuados, na área de influência da ARSLVT, 194 contratos individuais com estomatologistas ou com médicos dentistas e com sociedades proprietárias de clínicas onde se prestam cuidados de medicina dentária, distribuídos de acordo com os dados que constam do gráfico nº9 Gráfico 9 Número de Médicos Dentistas e Estomatologistas Contractualizados Lisboa Santarém Setúbal Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização em 2007 No âmbito da contratualização com profissionais de medicina dentária, ao longo de 2007, foram intervencionados, com selantes de fissuras ou com tratamentos dentários, dentes permanentes, a que corresponde uma média de 3,80 dentes por aluno, conforme se pode observar através dos dados apresentados no quadro nº12. No final do programa, de acordo com informação obtida nos Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização, ficaram por tratar 1156 dentes permanentes, certamente pertencentes aos alunos que não completaram o seu ciclo de tratamentos (quadro nº13). Tal situação é incompatível com os objectivos da contratualização, uma vez que se pretende que no final da intervenção médico-dentária o estudante fique livre de cáries

17 Quadro 12 - Nº de dentes intervencionados no âmbito da contractualização na ARSLVT Intervenção Nº de Dentes Selados Nº de Dentes Obturados Média de dentes selados por Média de dentes tratados aluno por aluno Lisboa ,28 0,56 3,84 Média de dentes intervencionados por aluno Santarém ,66 1,26 3,92 Setúbal ,83 1,77 3,60 Total ARS ,72 1,08 3,80 Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização 2007 Quadro 13 - Número de dentes permanentes cariados no final da contractualização, em 2007 Nº absoluto Dentes permanentes cariados Lisboa 287 Santarém 128 Setúbal 741 Total ARS 1156 Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização, em 2007 Finalmente, há que referir que o Índice de CPO, calculado com base no registo do diagnóstico efectuado pelos Médicos Dentistas e Estomatologistas contratualizados, nos jovens de 9 e 13 anos de idade, a maioria dos quais são alunos com cáries diagnosticadas (os alunos isentos de cáries são, em geral, alvo de aplicação de selantes nos Centros de Saúde) e que concluíram a contratualização, foi de 2.58, na ARSLVT. Quadro 14 - Índice de CPO dos alunos de 9-13 anos que concluíram a contractualização, na ARSLVT Nº médio Índice CPO Lisboa 1,90 Santarém 2,81 Setúbal 3,63 Total ARS 2,58 Fonte: Mapas Distritais de Avaliação de Execução da Contractualização em

18 4 - Conclusões Do exposto e tendo em consideração que: Os dados utilizados para a elaboração do presente relatório permitiram efectuar um diagnóstico, uma avaliação de processos e de impactos, pelo que o conjunto das fontes consultadas parece suficiente para dotar a ARSLVT de um sistema de informação mínimo, capaz de fornecer aos seus técnicos o conhecimento suficiente e indispensável ao planeamento e desenvolvimento de projectos; Existem no distrito de Lisboa 6 equipamentos dentários (cadeiras de estomatologia) ou avariados, ou não utilizados, e que alguns são partilhados por diversos profissionais, pelo que será necessário caracterizar as falhas, recuperar e/ou abater equipamentos, optimizar os recursos materiais disponíveis; Da actividade dos estomatologistas e médicos dentistas que trabalham em Centros de Saúde não são conhecidos dados relativos ao seu desempenho, pelo que será necessário propor a elaboração de um documento estatístico capaz de proporcionar os respectivos elementos de avaliação; As alterações introduzidas pelo PNPSO na administração de suplementos de flúor nas crianças em idade escolar foi encarada de diferentes formas pelos actores distritais, pelo que será necessário uniformizar a sua intervenção; O número de alunos que efectuaram escovagem nas escolas foi baixo em toda a área de influência da ARSLVT, com valores inexpressivos nos 2º e 3 º Ciclos e previsíveis consequências indesejáveis nas crianças dos Jardins de Infância que não fazem suplementos de flúor de outra forma, sendo pois necessário ou aumentar as coberturas da escovagem ou encontrar soluções alternativas para a administração de flúor, em especial nas crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos de idade; O número de alunos que participaram em sessões de educação para a saúde oral é inferior a metade dos estudantes matriculados pelo que será indispensável rever as estratégias utilizadas para normalizar os procedimentos e estabelecer objectivos/metas para esta actividade; No de Santarém a cobertura de Centros de Saúde com Higienista Oral é muito baixa, pelo que se aguarda a colocação de 2 profissionais, a curto prazo, nos Centros de Saúde de Abrantes e de Santarém;

19 No de Setúbal, a inexistência de uma estratégia para a identificação de uma população-alvo beneficiária da aplicação de selantes de fissuras dificulta a comparação de desempenho com os restantes distritos, pelo que será necessário reflectir sobre o assunto com os respectivos profissionais e eventualmente uniformizar os critérios e os procedimentos a adoptar; O número médio de selantes aplicados por cada Higienista Oral apresenta diferenças distritais significativas, pelo que será necessário reflectir sobre o significado dessa constatação com os respectivos profissionais e eventualmente estabelecer metas relativas à execução dessa tarefa; Um número não desprezível de Centros Saúde do de Lisboa não efectuaram contratualização para a prestação de cuidados de medicina dentária aos alunos que frequentam escolas nas suas áreas de influência, pelo que o potencial para aumentar a contractualização nesse distrito é ainda muito elevado e deverá ser estimulado Foi muito elevada a percentagem de alunos que iniciaram e concluíram os tratamentos dentários, pelo que o trabalho de monitorização desse processo deverá ser mantido, de forma a assegurar a continuidade das boas taxas de execução referidas; O número de dentes permanentes que no final do Programa se mantêm cariados não é desprezível, pelo que as situações de abandono precoce dos tratamentos devem ser sinalizadas, combatidas e corrigidas

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