INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE PROJETOS ESTRUTURAIS DE OBRAS DE ARTE EM CONCRETO ARMADO OU PROTENDIDO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE PROJETOS ESTRUTURAIS DE OBRAS DE ARTE EM CONCRETO ARMADO OU PROTENDIDO"

Transcrição

1 INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS DE PROJETOS ESTRUTURAIS DE OBRAS DE ARTE EM CONCRETO ARMADO OU PROTENDIDO Aprovada pelo Sr. Superintendente nos autos nº /DER/1962-5º Provº em 01 de dezembro de 2004 A avaliação dos honorários de projetos estruturais de obras de arte rodoviárias é regulamentada pelas presentes instruções. O custo do projeto executivo, detalhado completo para quaisquer obras, tais como pontes, viadutos, passarelas, passagens de nível, galerias e outras obras estruturais (exceto túneis) é obtido pela aplicação dos critérios abaixo definidos: I HONORÁRIOS PROFISSIONAIS I.1 Medição final preço do projeto definitivo Entende-se por preço de projeto definitivo aquele apurado após o cumprimento das formalidades legais e recebimento e registro do projeto por parte dos órgãos competentes do DER. O custo do projeto é obtido pela fórmula: Y d = p d. X d Y d = valor final dos honorários de projeto; p d = porcentagem obtida na tabela do item I.4 em função do volume de concreto estrutural do tabuleiro, quando se tratar de pontes, viadutos ou passarelas, e da estrutura global nos demais casos (galerias, muros, etc); X d = custo da estrutura projetada, obtido através da aplicação dos preços unitários contratuais às quantidades de serviços abaixo descritas. Incluem-se no valor total real da estrutura os custos de todos os serviços necessários e suficientes à completa execução da estrutura da obra e que exijam cálculo, dimensionamento e detalhamento, tais como: longarinas, transversinas, lajes, pilares, travessas de apoio, cortinas, alas, blocos de fundação, etc. Os custos destas peças são obtidos a partir das quantidades de armadura, concreto, forma e aparelhos de ancoragem (no caso de concreto protendido) e seus respectivos preços unitários. Deverão ser computados também os custos dos aparelhos de articulação e de apoio, tubulões, estacas de qualquer natureza (concreto armado, madeira,aço). No cálculo do valor total da estrutura deverá ser observado ainda o seguinte: - 1 -

2 I.1.1 O custo do cimbramento necessário à execução da obra será computado no custo da estrutura projetada X d quando constar do projeto o seu cálculo e detalhamento. I.1.2 Exclui-se do custo da estrutura toda e qualquer parte que seja objeto de projeto-tipo fornecido pelo DER, como defensas, barreiras de segurança e guarda-corpos, sendo excluídos também os serviços complementares que não exijam dimensionamento, tais como, escavação para implantação da obra e de sapatas, aterros de acesso, pavimentação, dispositivos de drenagem, etc. I.2 Medição provisória ou preço do projeto estimado Entende-se por preço do projeto estimado aquele apurado imediatamente após a sua entrega ao DER, sem que se tenha ainda procedido às formalidades de recebimento e registro, com a finalidade de se efetuar uma medição provisória do seu custo ou para avaliação do custo para efeito de licitação do projeto. Y p = p p. X p Y p = valores dos honorários estimados do projeto; pp = porcentagem obtida na tabela I.4, em função do volume de concreto estimado do tabuleiro, quando se trata de ponte, viadutos ou passarelas, e da estrutura global nos demais casos (galerias, muros, etc). Para a estimativa do volume de concreto estrutural, temos: 1º caso: Para passarela aplica-se a formula: V c = 0,35 x L x C 2º caso: Todos os outros casos aplica-se a fórmula: V c = 0,50 x L x C 0,35m é o valor da espessura média adotada para passarelas 0,50m é o valor da espessura média adotada para pontes e viadutos; L = largura do tabuleiro, quando se tratar de pontes, viadutos ou passarelas, largura da galeria ou altura do muro; C = comprimento do tabuleiro, galeria ou muro passarela; X p = custo estimado da estrutura, obtido pela aplicação da fórmula: X p = K C p L C K = 3,35 (coeficiente empírico determinado em custo de obras de arte já executadas); K = 1,60 (coeficiente empírico para passarela); C p = custo do metro cúbico de concreto f ck = 30 M pa, da tabela de preços unitários do DER, da época do contrato

3 I.3 Preço do projeto básico I.3.1 O custo do projeto básico, quando for apresentado em separado, sem que se faça seu detalhamento, porém acompanhado de cálculos estruturais justificativos sucintos, implantação e planta de formas, é: I.4 - Tabela Y pb = 0,20 Y p V = volume de concreto (m 3 ) P (%) 50 7, , , , ,0 Para valores de volume intermediários aos constantes desta tabela, os valores de p serão obtidos por interpolação linear. II Regulamentação Para efeito de aplicação das presentes instruções para cálculo de honorários profissionais de projetos estruturais de obras de arte, ficam estabelecidos os critérios abaixo descritos. Na sua aplicação para apuração do preço do projeto definitivo, serão considerados os valores de p e X obtidos em função de valores reais extraídos do projeto definitivo. No caso de apuração do preço do projeto estimativo, os valores de p e X serão obtidos em função de valores estimados conforme o item I.2. II.1 Obras isostáticas II.1.1 Obras com todos os tabuleiros isostáticos diferentes Entende-se por tabuleiros isostáticos diferentes aqueles que exijam cálculo ou detalhamento próprios. Nesse caso, o preço do projeto decorrerá da aplicação da fórmula: n Y = p i X i i = i n = número de tabuleiros; p i = porcentagem obtida na tabela I.4 em função do volume de concreto estrutural V i de cada tabuleiro;

4 X i = custo da estrutura de cada trecho isostático, obtido através da divisão do custo total da estrutura ( X ), pelo comprimento total da obra ( C) multiplicado pelo comprimento do tabuleiro em exame (C 1 ): X i = X. C i C O custo final do projeto será a soma dos custos dos tabuleiros. Para o cálculo V i e X, deverão ser obedecidos os itens I.1 e I.2, conforme o valor do projeto seja definitivo ou estimado. II.1.2 Obras com tabuleiros isostáticos São as obras cujos tabuleiros tenham as mesmas características estruturais e, portanto, tenham um único cálculo estrutural. Neste caso, deverá ser apurado o volume de concreto estrutural V t do tabuleiro que se repete e, com ele, calcular na tabela I.4 o valor da porcentagem pt. O custo da estrutura do tabuleiro X t é o resultado da divisão do custo total da estrutura ( X ), definido em I.1 ou I.2, conforme o caso, pelo comprimento total da obra (C), multiplicado pelo comprimento do tabuleiro em exame (C i ): X i = X. C i C O preço total do projeto é obtido adotando-se os fatores de redução para n aplicações sucessivas, a saber: 100% para o 1º tabuleiro (original) 40% para o 2º tabuleiro 30% para o 3º tabuleiro 25% para o 4º tabuleiro 20% para o 5º tabuleiro e demais Dessa forma, o preço final do projeto resultará da aplicação da fórmula: Y = [ X t + 0,40 X t + 0,30 X t + 0,25 X t + 0,20 (n 4) X t ] p t Ou Y = [1,95 + 0,20 (n 4)] X t p t n = número total de tabuleiros II.1.3 Obras com tabuleiros isostáticos parcialmente repetidos Este caso abrange as obras compostas de diversos tabuleiros isostáticos, onde alguns se repetem. Cada conjunto de vãos iguais será tratado conforme estabelece o item II.1.2 e o preço total do projeto é obtido pela aplicação da expressão abaixo: - 4 -

5 II.2 Obras contínuas Y = [ Xt 1 + 0,40 Xt ,20 (n 1 4) Xt 1 ] pt [ Xt 2 + 0,40 Xt ,20 (n 2 4) Xt 2 ] pt [Xt i + 0,40 Xt i ,20 (n i 4) Xt i ] pt i II.2.1 No caso de obras contínuas com qualquer número de vãos, considerar-se-á para o cálculo de p o volume total de concreto V do tabuleiro. O valor de X será definido segundo os itens I.1 ou I.2 conforme se trata de medição final ou provisória. O preço do projeto será: Y = p. X II.2.2 Obras constituídas por uma sucessão de trechos contínuos Nesse caso considera-se cada trecho contínuo como um único tabuleiro com comprimento igual à soma dos vãos que o constituem. O preço do projeto será apurado como segue. II Para trechos contínuos diferentes, procede-se de forma idêntica à exposta no item II.1.2. II Para diversos trechos contínuos, parcialmente repetidos, procede-se conforme o disposto no item II.1.3. II Para obras com trechos contínuos, parcialmente repetidos, procede-se conforme o disposto no item II.1.3. II.3 Repetição de obras Quando em um mesmo contrato houver repetição de obras, proceder-se-á da seguinte forma: II.3.1 O preço do projeto original cujos elementos serão repetidos deverá ser pago integralmente e de acordo com as normas estabelecidas nas presentes instruções. II.3.2 O custo da repetição desse projeto será apurado conforme os seguintes critérios: II Obras integralmente repetidas (super e infra). Apura-se o preço do projeto original conforme as presentes instruções e aplica-se o coeficiente de redução abaixo: 40% para a 1ª repetição 30% para a 2ª repetição 25% para a 3ª repetição 20% para a 4ª repetição e demais - 5 -

6 No presente caso será obrigatória a entrega do projeto detalhado, completo e específico para cada obra (pranchas de desenho e memorial). II Obras com repetição da superestrutura. Para cada nova infraestrutura, com superestrutura repetida, apura-se o valor do preço do projeto (Y d ou Y p ) conforme o estabelecido nas presentes instruções e aplica-se o coeficiente de redução K = 0,40. O preço do projeto da repetição será: Y r = (Y d ou Y p ). K. n n = número de repetições No presente caso, será obrigatório a entrega do projeto detalhado, completo e específico para cada obra (pranchas de desenho e memorial). II Obras com repetição de tabuleiros. Quando em uma obra a superestrutura for composta por tabuleiros calculados anteriormente ou por parte destes tabuleiros, adotar-se-á o seguinte procedimento: a Calcula-se - K r = K n x C 1 K n x C K n x C i C t C i = comprimento do tabuleiro i C t = comprimento total da nova obra ( C 1 + C C i ) K n = coeficiente de repetição que assumirá os valor: K n = 0,40 no caso de repetição de tabuleiros calculados anteriormente K n = 1,00 no caso de tabuleiros que exijam cálculo estrutural Apura-se o valor do preço do projeto da obra (Y d ou Y p ) conforme estabelecido nas presentes instruções e aplica-se a esse valor o coeficiente de redução K r. Assim, o preço do novo projeto será: Y r = (Y d ou Y p ). K r No presente caso, será obrigatória a entrega do projeto detalhado, e específico para a obra (pranchas de desenho e memorial de cálculo)

7 III Observações: III.1 As presentes instruções devem fazer parte integrante de qualquer contrato entre o Departamento de Estradas de Rodagem do estado de São Paulo e firmas de projeto contratadas direta e indiretamente para executar projetos de estruturas de obras de arte III.2 Com base em experiência anterior, podemos dizer que o custo da estrutura com relação à obra completa (estrutura + pavimento + cimbramento + guarda-corpo + barreira de segurança, drenos, juntas, etc...) é em média: Para passarela: 0,66 Para outras: 0,85 III.3 No caso de vistoria técnica, ampliações de obras e reforço de estrutura, o valor dos serviços será pago por hora técnica dos profissionais envolvidos no trabalho. O valor da hora a ser utilizado é o constante da Tabela de Preços Unitários do DER fixada no contrato em questão. A quantidade de horas e os profissionais envolvidos nos serviços serão definidos de comum acordo entre o DER e a firma contratada. III.4 No caso de reforço de estrutura ou alargamentos incorporados a obra antiga, quando não se tenha o detalhamento e memorial de cálculo da obra antiga, o valor dos honorários será considerado como de uma obra nova, com a largura final do tabuleiro. IV Adaptações. Considera-se que um projeto executivo de obra de arte é adaptado, quando decorre da aplicação de um projeto pertencente ao acervo do Departamento de Estradas de Rodagem, arquivado e registrado. Nesse caso, o procedimento a adotar e o critério de pagamento dos honorários será o abaixo exposto. IV.1 O projetista deverá apresentar: IV.1.1 os desenhos de implantação, locação da obra e formas; IV.1.2 desenhos executivos da superestrutura da obra adaptada; Preferencialmente, deverá ser convocado o autor do projeto original para executar as adaptações necessárias. V Todo e qualquer projeto apresentado e pago de acordo com estas instruções será de propriedade exclusiva do departamento de estradas de rodagem do estado de São Paulo

8 VI Formas de pagamento. 1 Quando se tratar de preço do projeto estimado, apurado em conformidade com o item I.2, o valor a ser incluído em medição provisória do contrato correspondente, será de 80% (oitenta por cento) desse valor. 2 Após o cumprimento das formalidades legais tais como, verificação, recebimento e registro do projeto executivo, por parte das Diretorias competentes do DER, será apurado o preço do projeto executivo definitivo (preço final), cuja planilha deverá constar dos autos do projeto, com a indicação o engenheiro responsável pela elaboração, e seu valor será pago através de medição do respectivo contrato, descontada a parcela anteriormente medida

PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, linhas físicas de telecomunicações, cabos metálicos e fibras ópticas.

PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, linhas físicas de telecomunicações, cabos metálicos e fibras ópticas. fls. 1/6 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Linhas Físicas de Telecomunicações, com Cabos Metálicos e com Fibras Ópticas. PALAVRAS-CHAVE:

Leia mais

ESTADO DO PARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE AUGUSTO CORRÊA C.N.P.J. 04.873.600/0001-15 PRAÇA SÃO MIGUEL Nº 60 CEP: 68610-000. Assunto:

ESTADO DO PARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE AUGUSTO CORRÊA C.N.P.J. 04.873.600/0001-15 PRAÇA SÃO MIGUEL Nº 60 CEP: 68610-000. Assunto: Assunto: MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA EXECUÇÃO DE PONTE EM CONCRETO ARMADO DE ACESSO A VILA DE PERIMIRIM EM AUGUSTO CORRÊA/PA. 1 MEMORIAL DESCRITIVO OBSERVAÇÕES GERAIS / LOCALIZAÇÃO

Leia mais

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007 LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007 DISPÕE SOBRE O PLANO VIÁRIO DO MUNICÍPIO DE GOIOERÊ EM CONFORMIDADE COM A LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 001/2007 LEI DO PLANO DIRETOR, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A

Leia mais

Vigas Pré-moldadas Protendidas de Pontes Ferroviárias com 36 metros de vão. Bernardo Zurli Barreira 1 Fernando Celso Uchôa Cavalcanti 2

Vigas Pré-moldadas Protendidas de Pontes Ferroviárias com 36 metros de vão. Bernardo Zurli Barreira 1 Fernando Celso Uchôa Cavalcanti 2 Vigas Pré-moldadas Protendidas de Pontes Ferroviárias com 36 metros de vão Bernardo Zurli Barreira 1 Fernando Celso Uchôa Cavalcanti 2 1 Beton Stahl Engenharia Ltda / bernardo@betonstahl.com.br 2 Escola

Leia mais

REGULAMENTO DE HONORÁRIOS

REGULAMENTO DE HONORÁRIOS REGULAMENTO DE HONORÁRIOS CAPÍTULO I OBJETIVO Art. 1º - Este regulamento estabelece as normas gerais concernentes aos trabalhos técnicos de Avaliação e Perícia de Engenharia. Art. 2º - As normas aqui estabelecidas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 023/14 DE 14 DE MAIO DE 2015. AUTORIA DO PODER EXECUTIVO

PROJETO DE LEI Nº 023/14 DE 14 DE MAIO DE 2015. AUTORIA DO PODER EXECUTIVO PROJETO DE LEI Nº 023/14 DE 14 DE MAIO DE 2015. AUTORIA DO PODER EXECUTIVO CUMPRE O DISPOSTO NO PARAGRAFO ÚNICO, DO ART. 265, DO CTM NO QUE TRATA DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA CM, E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS.

Leia mais

AMPLIAÇÃO DA PONTE SOBRE O RIO PONTAL I DADOS: Vão da Ponte: 42,15 m Seção Existente 10,10 m Seção Nova 14,80 m Nº de tramos 2,00 und SUPERESTRUTURA

AMPLIAÇÃO DA PONTE SOBRE O RIO PONTAL I DADOS: Vão da Ponte: 42,15 m Seção Existente 10,10 m Seção Nova 14,80 m Nº de tramos 2,00 und SUPERESTRUTURA AMPLIAÇÃO DA PONTE SOBRE O RIO PONTAL I DADOS: Vão da Ponte: 42,15 m Seção Existente 10,10 m Seção Nova 14,80 m Nº de tramos 2,00 und SUPERESTRUTURA VIGAS LONGARINAS A SEREM IMPLANTADAS (20,90 m) Área1

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. 2.1.1 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Os níveis marcados na Planta de Implantação deverão ser rigorosamente obedecidos.

MEMORIAL DESCRITIVO. 2.1.1 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO Os níveis marcados na Planta de Implantação deverão ser rigorosamente obedecidos. MEMORIAL DESCRITIVO PROPRIETÁRIO : Prefeitura Municipal de Irai OBRA : Construção de ponte em concreto armado de 4,50m de largura x 25,00m de vão total e 5,33m de altura total. LOCAL : Linha Corticeira

Leia mais

A B Emissão Inicial VTF ACF ACF UNN 16/01/14. B B Incluído item 5 VTF ACF ACF UNN 21/01/14. 0 C Aprovado Vale VTF ACF ACF UNN 30/01/14

A B Emissão Inicial VTF ACF ACF UNN 16/01/14. B B Incluído item 5 VTF ACF ACF UNN 21/01/14. 0 C Aprovado Vale VTF ACF ACF UNN 30/01/14 PROJETO L448/9 REFORÇO ESTRUTURAL - 1/12 REVISÕES TE: TIPO EMISSÃO A - PRELIMINAR B - PARA APROVAÇÃO C - PARA CONHECIMENTO D - PARA COTAÇÃO E - PARA CONSTRUÇÃO F - CONFORME COMPRADO G - CONFORME CONSTRUÍDO

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: PONTE MISTA DE 18,00M DE COMPRIMENTO E 4,20M DE LARGURA

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: PONTE MISTA DE 18,00M DE COMPRIMENTO E 4,20M DE LARGURA MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: PONTE MISTA DE 18,00M DE COMPRIMENTO E 4,20M DE LARGURA LOCAL: PONTE DOS CÓRREGOS. OBJETIVO: O Objetivo principal deste Memorial é demonstrar e descrever todas e quaisquer informações

Leia mais

LEI Nº 693/2006 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006.-

LEI Nº 693/2006 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006.- LEI Nº 693/2006 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2006.- DISPÕE SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA, REVOGA ARTIGOS DA LEI Nº 094/93, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1993 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. ABÍLIO GRAEF, PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270 DECRETO Nº 13.270 Regulamenta o parcelamento e pagamento de créditos do município de Vitória e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do, no uso de suas atribuições legais, e

Leia mais

ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO COTAÇÃO DE PREÇO Nº 09/2014 PROCESSO Nº 09/2014 ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ IDSM PROJETO - ARQUITETURA, PROJETOS EXECUTIVOS COMPLEMENTARES E ORÇAMENTO

Leia mais

DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS

DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS DER/PR ES-OA 06/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESCORAMENTOS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304

Leia mais

SPU 25/2/2003 ON-GEADE-004 ASSUNTO: AVALIAÇÃO TÉCNICA DE BENS IMÓVEIS DA UNIÃO OU DE SEU INTERESSE FUNDAMENTAÇÃO LEGAL:

SPU 25/2/2003 ON-GEADE-004 ASSUNTO: AVALIAÇÃO TÉCNICA DE BENS IMÓVEIS DA UNIÃO OU DE SEU INTERESSE FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: 25/2/2003 ON-GEADE-004 ASSUNTO: AVALIAÇÃO TÉCNICA DE BENS IMÓVEIS DA UNIÃO OU DE SEU INTERESSE MP FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: ART. 67 DO DECRETO LEI Nº 9.760, DE 5 DE SETEMBRO DE 1946 SPU SUMÁRIO 1 OBJETIVO...2

Leia mais

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Terraplenagem nos Projetos de Engenharia Ferroviária, Projeto Básico e Projeto Executivo. 2. FASES

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DO DALLAS PROGRAMA DE EXECUÇÃO PLANO DE FINANCIAMENTO

PLANO DE PORMENOR DO DALLAS PROGRAMA DE EXECUÇÃO PLANO DE FINANCIAMENTO PLANO DE PORMENOR DO DALLAS PROGRAMA DE EXECUÇÃO PLANO DE FINANCIAMENTO DIRECÇÃO MUNICIPAL DE URBANISMO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO URBANO DIVISÃO MUNICIPAL DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. NR 18-Construção Civil-Alterações

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. NR 18-Construção Civil-Alterações VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO NR 18-Construção Civil-Alterações Orientador Empresarial PORTARIA SIT nº 201/2011: 24.01.2011, com

Leia mais

SGCE/ 2ª Inspetoria Geral de Controle Externo ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS

SGCE/ 2ª Inspetoria Geral de Controle Externo ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS Órgão / entidade SMO/CGO Coordenadoria Geral de Obras Datas das 11ª e 12ª visitas 06/12/2012 e 05/02/2013 Contrato selecionado Contrato nº 117/2011 Implantação da Transcarioca

Leia mais

Área1 0,60 Forma1 2,87 Área2 0,47 Forma2 3,09 Dist1 2,90 Dist2 2,00 Dist3 16,00. Volume Concreto Fck = 35 MPa 41,01 m³ Peso de 1 Viga 25,63 Ton

Área1 0,60 Forma1 2,87 Área2 0,47 Forma2 3,09 Dist1 2,90 Dist2 2,00 Dist3 16,00. Volume Concreto Fck = 35 MPa 41,01 m³ Peso de 1 Viga 25,63 Ton AMPLIAÇÃO DA PONTE SOBRE O RIO PONTAL I DADOS: Vão da Ponte: 42,15 m Seção Existente 10,10 m Seção Nova 14,80 m Nº de tramos 2,00 und SUPERESTRUTURA VIGAS LONGARINAS A SEREM IMPLANTADAS (20,90 m) Área1

Leia mais

Defensas metálicas de perfis zincados

Defensas metálicas de perfis zincados MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases:

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases: ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Passarela para Pedestres em Projetos de Engenharia Ferroviária. 2. FASES DO PROJETO O

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA SEIL/DER Nº 003/2012

RESOLUÇÃO CONJUNTA SEIL/DER Nº 003/2012 RESOLUÇÃO CONJUNTA SEIL/DER Nº 003/2012 O Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Estadual 16.841, de 28 de junho de 2011 e

Leia mais

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA PARTAMENTO OBRAS E GESTÃO FICHA TÉCNICA 1. INTIFICAÇÃO Concepção/ Construção da Nova Ponte da Longra. 2. LOCALIZAÇÃO Localizada na ex-en 110-2, na ligação entre Ceira e Vendas de Ceira, sobre o Rio Ceira.

Leia mais

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça.

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. fls. 1/5 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT - IBR 001/2006 PROJETO BÁSICO Primeira edição: válida a partir de 07/11/2006 Palavras Chave: Projeto Básico,

Leia mais

Técnico Padrão. Padrão - CAD/TQS e CAD/Alvest. Objetivos - CAD/TQS

Técnico Padrão. Padrão - CAD/TQS e CAD/Alvest. Objetivos - CAD/TQS Técnico Padrão Padrão - CAD/TQS e CAD/Alvest Objetivos - CAD/TQS Dar uma visão geral dos sistemas, explicar o funcionamento dos principais menus, apresentar diversos fluxogramas gerais de operação e fornecer

Leia mais

PROC IBR EDIF 048/2015 Análise de projeto de Instalações Prediais de Água Quente

PROC IBR EDIF 048/2015 Análise de projeto de Instalações Prediais de Água Quente INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR EDIF 048/2015 Análise de projeto de Instalações Prediais de Água Quente Primeira edição

Leia mais

ÍNDICE Parte I Instalação do Software Tela Laje IBTS v. 5.0 Parte II Registro para Utilização do Software Tela Laje IBTS v 5.0

ÍNDICE Parte I Instalação do Software Tela Laje IBTS v. 5.0 Parte II Registro para Utilização do Software Tela Laje IBTS v 5.0 ÍNDICE Parte I Instalação do Software Tela Laje IBTS v. 5.0... 4 1 Configurações mínimas para o funcionamento do software... 4 2 Instalar o software... 5 3 Desinstalar o software... 5 Parte II Registro

Leia mais

TRAVESSIA SUBTERRÂNEA E PARALELISMO Informações para Apresentação de Projeto Revisão 06/04/11

TRAVESSIA SUBTERRÂNEA E PARALELISMO Informações para Apresentação de Projeto Revisão 06/04/11 TRAVESSIA SUBTERRÂNEA E Em atenção à solicitação de autorização para construção de Travessia Subterrânea ou Apoio, informamos que para abertura do processo e análise do pedido, serão necessários os documentos

Leia mais

3º CADERNO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2014

3º CADERNO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2014 3º CADERNO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2014 PERGUNTA 01: O ANEXO D.9 Saúde e Segurança (pag. 99) do ANEXO D SERVIÇOS RELATIVOS AO ATENDIMENTO AMBENTAL do ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES - MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE RODOVIA : BR-11/RN TRECHO : Av. Tomaz

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ARRENDAMENTOS E RECOMPOSIÇÃO DO EQUILÍBRIO ECONÔMICOFINANCEIRO DOS CONTRATOS DE ARRENDAMENTO

PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ARRENDAMENTOS E RECOMPOSIÇÃO DO EQUILÍBRIO ECONÔMICOFINANCEIRO DOS CONTRATOS DE ARRENDAMENTO Resolução ANTAQ nº 3.320 / 2013: PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ARRENDAMENTOS E RECOMPOSIÇÃO DO EQUILÍBRIO ECONÔMICOFINANCEIRO DOS CONTRATOS DE ARRENDAMENTO 1 Será sempre precedido da elaboração

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto LEI Nº 778/2004 De 14 de dezembro de 2004 Gabinete do Prefeito Lei Ordinária Sancionada em 14 de dezembro 2004 EMENTA - Dispõe sobre a Contribuição de Melhoria, e dá outras providências. Doutor Esdras

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O cimento é um dos materiais de construção mais utilizados em obras civis. Com relação a esse aglomerante, julgue os itens a seguir. 61 No recebimento em uma obra, os sacos devem

Leia mais

02/06/2014. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais

02/06/2014. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais. Elementos Estruturais 02/06/2014 Pré--Dimensionamento Pré Estacas: elementos utilizados quando o solo tem boa capacidade de suporte apenas a grandes profundidades e precisa suportar cargas pequenas a médias; Prof. Dr. Rafael

Leia mais

ESCORAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3

ESCORAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3 ESCORAMENTO PÁGINA 1/16 MOS 4ª Edição ESPECIFICAÇÕES MÓDULO 05 VERSÃO 00 DATA jun/2012 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3 0501 ESCORAMENTO DE MADEIRA... 3 0502

Leia mais

Documentos de consulta: projetos de escavação, fundação, estrutura e hidrossanitário

Documentos de consulta: projetos de escavação, fundação, estrutura e hidrossanitário 1 NI 002 Norma técnica: NBR 6122:2010 Documentos de consulta: projetos de escavação, fundação, estrutura e hidrossanitário Predecessores de execução: Movimentação de terra, contenção (definitiva ou provisória),

Leia mais

SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA

SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS REFERENTE À CONSTRUÇÃO DE MURO NA ÁREA DE LIMITE DA TAM - TERMI- NAL DE ÁGUA DE MENINOS E ANTIGA CONTE- NOR NO PORTO ORGANIZADO DE SALVADOR- BA. COORDENAÇÃO

Leia mais

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA RECUPERAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL, IMPLANTAÇÃO DA CERCA DE SERVIDÃO, COMPLEMENTAÇÃO DA CERCA PATRIMONIAL E SERVIÇOS COMPLEMENTARES

Leia mais

II os lotes poderão se escolhidos pelos interessados segundo a Planta Geral e de Zoneamento do LIC-SUL;

II os lotes poderão se escolhidos pelos interessados segundo a Planta Geral e de Zoneamento do LIC-SUL; LEI Nº1508/2011 DATA: 14 de julho de 2011. SÚMULA: Cria o Loteamento Industrial, Comercial e de Prestadores de Serviços Sul de Sinop LIC/SUL regulamenta e autoriza a doação com encargos de lotes para fins

Leia mais

Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição de energia.

Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição de energia. fls. 1/11 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para ocupação transversal e/ou longitudinal da faixa de domínio por linhas físicas de transmissão e distribuição

Leia mais

ISF 210: PROJETO DE DRENAGEM

ISF 210: PROJETO DE DRENAGEM ISF 210: PROJETO DE DRENAGEM 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Drenagem e Obras de Arte Correntes nos Projetos de Engenharia de Infraestrutura Ferroviária. 2. FASES

Leia mais

PRESCRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS

PRESCRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS PRESCRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS Revisão n.º 1 2 3 4 5 6 Data 28/02/11 Responsável Anderson e Humberto 1/24 1. INTRODUÇÃO O presente documento tem por objetivo definir

Leia mais

QUESTIONAMENTO 03 Vide Respostas abaixo

QUESTIONAMENTO 03 Vide Respostas abaixo QUESTIONAMENTO 03 Vide Respostas abaixo Seguem os pontos para os quais foram solicitados esclarecimentos: Referente ao CGC: 1) CGC item 1.13 Quanto ao item 1.13 do CGC, a alínea (a) informa que o CONTRATANTE

Leia mais

Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2007

Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2007 Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2007 IDENTIFICAÇÃO DA OBRA Caracterização da obra Processo: 18412/2007-0 Ano Orçamento: 2007 UF: SP Nome do PT: Adequacão de Trecho Rodoviário - São Paulo

Leia mais

LEI DE Nº 2.078, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1992 REVOGADA PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 131/2006.

LEI DE Nº 2.078, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1992 REVOGADA PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 131/2006. LEI DE LOTEAMENTO LEI DE Nº 2.078, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1992 REVOGADA PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 131/2006. Autoriza o Poder Executivo a proceder o parcelamento do solo urbano e dá outras providências. A

Leia mais

NPT 007 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS)

NPT 007 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 007 Separação entre edificações (Isolamento de riscos) CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 755, DE 28 DE JANEIRO DE 2008. (Autoria do Projeto: Poder Executivo)

LEI COMPLEMENTAR Nº 755, DE 28 DE JANEIRO DE 2008. (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Publicado no DODF Nº 20, terça-feira, 29 de janeiro de 2008, pág. 2 a 4. LEI COMPLEMENTAR Nº 755, DE 28 DE JANEIRO DE 2008. (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Define critérios para ocupação de área

Leia mais

DER/PR ES-OA 05/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: FÔRMAS

DER/PR ES-OA 05/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: FÔRMAS DER/PR ES-OA 05/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: FÔRMAS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130

Leia mais

MOS - Comunicado de Alteração Nº007

MOS - Comunicado de Alteração Nº007 MOS - Comunicado de Alteração Nº007. Novas orientações para os itens abaixo relacionados visando a melhoria da qualidade das obras. TUBO DE INSPEÇÃO E LIMPEZA (TIL) TERMINAL DE LIMPEZA (TL) TUBO DE QUEDA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 004/2012-COSUP

RESOLUÇÃO Nº 004/2012-COSUP RESOLUÇÃO Nº 004/2012-COSUP Aprova o Regulamento Geral dos Estágios Curriculares e Extracurriculares dos cursos de Graduação da Faculdade Catuaí. setembro de 2008, CONSIDERANDO os pronunciamentos contidos

Leia mais

Ministério da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

Ministério da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS PROJETO BÁSICO GESER Nº 04/07 FISCALIZAÇÃO DA OBRA DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. OBJETO Contratação de empresa especializada para prestação de serviços de fiscalização

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO/SP ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO Nº.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO/SP ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO Nº. ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 27/2011 TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 1.1. Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de engenharia elétrica para elaboração de projeto

Leia mais

DECRETO Nº 14.066, DE 11 DE AGOSTO DE 2010

DECRETO Nº 14.066, DE 11 DE AGOSTO DE 2010 Sumário: Decreto Municipal nº14.066, de 11 de Agosto de 2.010, que regulamenta a lei municipal nº9.952/10, que institui a Operação Urbana de Estímulo ao Desenvolvimento da Infraestrutura de Saúde, de Turismo

Leia mais

NOTA DE ESCLARECIMENTO Nº 3

NOTA DE ESCLARECIMENTO Nº 3 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Diretoria de Administração Coordenação-Geral de Aquisições Coordenação de Compras Concorrência nº 02/2015 PROCESSO Nº 03110.211556/2015-65 NOTA DE ESCLARECIMENTO

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRIBUTOS RECOM Regulamentação Orientador Empresarial DECRETO nº 7.319/2010 DOU: 29.09.2010 Regulamenta a aplicação do Regime Especial de Tributação

Leia mais

DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Altera a redação do Decreto nº 2.378, de 16 de agosto de 2006, que regulamenta a Lei Complementar nº 112, de 25 de julho de 2006, e dispõe sobre a Autorização

Leia mais

Honorários de referência de projetos de estrutura

Honorários de referência de projetos de estrutura ABECE Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d 01451-908 - São Paulo - SP Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 E-mail: abece@abece.com.br

Leia mais

DECRETO Nº 47.400, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, e

DECRETO Nº 47.400, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, e ALTERADA PELO DECRETO SP N 48.919/2004 DECRETO Nº 47.400, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2002 (*) Regulamenta dispositivos da Lei Estadual nº 9.509, de 20 de março de 1997, referentes ao licenciamento ambiental,

Leia mais

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 158, de 29 de agosto de 2005. O PRESIDENTE

Leia mais

Secretaria do Planejamento e Gestão. Departamento Estadual de Rodovias RETIFICAÇÃO 01 EDITAL Nº 01 /2014

Secretaria do Planejamento e Gestão. Departamento Estadual de Rodovias RETIFICAÇÃO 01 EDITAL Nº 01 /2014 Numero do Documento: 1498787 RETIFICAÇÃO 01 EDITAL Nº 01 /2014 SELEÇÃO PÚBLICA DE CARÁTER TEMPORÁRIO/2014/DER DEPARTAMENTO ESTADUAL DE RODOVIAS O SECRETARIO DO PLANEJAMENTO E GESTÃO DO ESTADO DO CEARÁ

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO FÓRUM TRABALHISTA DO CARIRI DIAGRAMAS DA OBRA 5ª MEDIÇÃO 15/4/2014 CURVA DE PROGRESSO FÍSICO PREVISTO X EXECUTADO QUADRO DE EFETIVO

CONSTRUÇÃO DO FÓRUM TRABALHISTA DO CARIRI DIAGRAMAS DA OBRA 5ª MEDIÇÃO 15/4/2014 CURVA DE PROGRESSO FÍSICO PREVISTO X EXECUTADO QUADRO DE EFETIVO DIAGRAMAS DA OBRA 5ª MEDIÇÃO PREVISTO X EXECUTADO 100% CURVA DE PROGRESSO FÍSICO SERVIÇOS PRELIMINARES MOVIMENTOS DE TERRA / TERRAPLENAGEM INFRAESTRUTURA SUPERESTRUTURA PAREDES E PAINÉIS REVESTIMENTOS

Leia mais

ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES AOS SÍNDICOS E ADMINISTRADORES PREDIAIS

ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES AOS SÍNDICOS E ADMINISTRADORES PREDIAIS ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES AOS SÍNDICOS E ADMINISTRADORES PREDIAIS Em virtude do recente acidente ocorrido no centro da cidade do Rio de Janeiro, onde o desabamento de três prédios comerciais levou ao

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3220 - ANTAQ, DE 8 DE JANEIRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 3220 - ANTAQ, DE 8 DE JANEIRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 3220 - ANTAQ, DE 8 DE JANEIRO DE 2014. APROVA A NORMA QUE ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ARRENDAMENTOS E RECOMPOSIÇÃO DO EQUILÍBRIO ECONÔMICO- FINANCEIRO DOS CONTRATOS

Leia mais

DEPARTAMENTO JURÍDICO DO DE 18/06/2011 CADERNO LEGISLATIVO SEÇÃO l PÁGINA 22-23- 24

DEPARTAMENTO JURÍDICO DO DE 18/06/2011 CADERNO LEGISLATIVO SEÇÃO l PÁGINA 22-23- 24 DEPARTAMENTO JURÍDICO DO DE 18/06/2011 CADERNO LEGISLATIVO SEÇÃO l PÁGINA 22-23- 24 PROJETOS DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 38, DE 2011 Mensagem nº 41/2011, do Senhor Governador do

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA VISANDO CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE SONDAGEM, ELABORAÇÃO DO PROJETO DE FUNDAÇÃO E DO PROJETO IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE INICIAÇÃO AO

TERMO DE REFERÊNCIA VISANDO CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE SONDAGEM, ELABORAÇÃO DO PROJETO DE FUNDAÇÃO E DO PROJETO IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE INICIAÇÃO AO TERMO DE REFERÊNCIA VISANDO CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE SONDAGEM, ELABORAÇÃO DO PROJETO DE FUNDAÇÃO E DO PROJETO IMPLANTAÇÃO DO CENTRO DE INICIAÇÃO AO ESPORTE CIE -TIPOLOGIA M3R40 1 SIGLAS E DEFINIÇÕES ABNT

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO & ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E DE MEDIÇÃO PONTE SANTA EMÍLIA

MEMORIAL DESCRITIVO & ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E DE MEDIÇÃO PONTE SANTA EMÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO & ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E DE MEDIÇÃO PONTE SANTA EMÍLIA PROPRIETÁRIO : Prefeitura Municipal de Venâncio Aires OBRA : Ponte em Concreto Armado - seção 11,60mx12,20mx4,60m LOCAL : Estrada

Leia mais

Telecomunicações de São Paulo S/A

Telecomunicações de São Paulo S/A INSTRUMENTO PARTICULAR DE LICENÇA ONEROSA DE USO DA RELAÇÃO DE ASSINANTES No. Telecomunicações de São Paulo S/A - TELESP, com sede na Capital do Estado de São Paulo, na Rua Martiniano de Carvalho, n.º

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AUDIÊNCIA PÚBLICA

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AUDIÊNCIA PÚBLICA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AUDIÊNCIA PÚBLICA RESTAURAÇÃO/RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA NAS RODOVIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Porto Alegre 06 de novembro de 2012

Leia mais

PONTE PROTENDIDA NO EXTRADORSO (EXTRADOSED) SOBRE O RIO ACRE

PONTE PROTENDIDA NO EXTRADORSO (EXTRADOSED) SOBRE O RIO ACRE PONTE PROTENDIDA NO EXTRADORSO (EXTRADOSED) SOBRE O RIO ACRE H. Ishitani Prof. Dr. EPUSP São Paulo, Brasil R. N. Oyamada Dr. Eng.º Civil OUTEC São Paulo, Brasil I. M. Silva Msc. Eng.º Civil OUTEC São Paulo,

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO TUBULÕES A AR COMPRIMIDO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-07/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a cravação

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N. Art. 13 - (...)

LEI COMPLEMENTAR N. Art. 13 - (...) LEI COMPLEMENTAR N. Altera e acrescenta dispositivos na Lei Complementar nº 18, de 31 de agosto de 2000, que Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano do Município de Poços de Caldas e dá outras providências.

Leia mais

RELATÓRIO: 01-9013 OBRA: MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO LOCAL: ESPINHEIRO RECIFE/PE CLIENTE: POLICONSULT DATA: JULHO DE 2013

RELATÓRIO: 01-9013 OBRA: MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO LOCAL: ESPINHEIRO RECIFE/PE CLIENTE: POLICONSULT DATA: JULHO DE 2013 RELATÓRIO: 01-9013 OBRA: MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO LOCAL: ESPINHEIRO RECIFE/PE CLIENTE: POLICONSULT DATA: JULHO DE 2013 APRESENTAÇÃO A POLICONSULT Associação Politécnica de Consultoria apresenta o

Leia mais

Manutenção da Ponte Tocantins Estrada de Ferro Carajás / Km 724 + 806 - Marabá / PA

Manutenção da Ponte Tocantins Estrada de Ferro Carajás / Km 724 + 806 - Marabá / PA Manutenção da Ponte Tocantins Estrada de Ferro Carajás / Km 724 + 806 - Marabá / PA Introdução A Vale é a empresa que mais investe em logística no Brasil. Ao longo dos anos, temos trabalhado para aprimorar

Leia mais

Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2005 Relatório Preliminar da Unidade Técnica ainda sem Manifestação do Ministro Relator

Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2005 Relatório Preliminar da Unidade Técnica ainda sem Manifestação do Ministro Relator Relatório Sintético do Levantamento de Auditoria/ 2005 Relatório Preliminar da Unidade Técnica ainda sem Manifestação do Ministro Relator IDENTIFICAÇÃO DA OBRA Caracterização da obra Processo: 9186/2005-2

Leia mais

Lei Municipal N.º 1414

Lei Municipal N.º 1414 Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro Lei Municipal N.º 1414 Art. 126 - Para que seja concedido habite-se parcial ou total é necessário o registro prévio de declaração do autor do

Leia mais

Minuta de Termo de Referência

Minuta de Termo de Referência Minuta de Termo de Referência Contratação de serviço para elaboração do mapeamento, análise, propostas e implantação de melhorias nos processos de trabalho da Coordenadoria Geral de Licenciamento Ambiental

Leia mais

PONTILHÕES EM ABÓBODAS E MUROS PRÉ-MOLDADOS SOLIDARIZADOS COM CONCRETO MOLDADO NO LOCAL

PONTILHÕES EM ABÓBODAS E MUROS PRÉ-MOLDADOS SOLIDARIZADOS COM CONCRETO MOLDADO NO LOCAL PONTILHÕES EM ABÓBODAS E MUROS PRÉ-MOLDADOS SOLIDARIZADOS COM CONCRETO MOLDADO NO LOCAL Mounir Khalil El Debs Professor Associado, Departamento de Engenharia de Estruturas Escola de Engenharia de São Carlos

Leia mais

SUMÁRIO 2.0 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO E CADASTRAL URBANO

SUMÁRIO 2.0 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO E CADASTRAL URBANO ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE TOPOGRAFIA SUMÁRIO 1.0 - INTRODUÇÃO 1.1 - ESPECIFICAÇÕES CORRELATAS 2.0 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO E CADASTRAL URBANO 2.1 - POLIGONAIS DE 1

Leia mais

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - LICENÇA SIMPLIFICADA (LS)

INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - LICENÇA SIMPLIFICADA (LS) INSTRUÇÕES TÉCNICAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL - LICENÇA SIMPLIFICADA (LS) 1. DEFINIÇÃO 1.1. Licença Simplificada (LS) - concedida para a localização, instalação, implantação e operação

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL, DESENVOLVIMENTO URBANO E METROPOLITANO NOTA TÉCNICA AV. INDEPENDÊNCIA

SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL, DESENVOLVIMENTO URBANO E METROPOLITANO NOTA TÉCNICA AV. INDEPENDÊNCIA SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL, DESENVOLVIMENTO URBANO E METROPOLITANO NOTA TÉCNICA AV. INDEPENDÊNCIA 2 OBJETO: Implantação de Alça Rodoviária - Rodovia Independência/1ª Etapa JUSTIFICATIVA:

Leia mais

SUBSTITUIÇÃO DE QUADRA ESPORTIVA CAMPUS RIO DO SUL

SUBSTITUIÇÃO DE QUADRA ESPORTIVA CAMPUS RIO DO SUL SUBSTITUIÇÃO DE QUADRA ESPORTIVA CAMPUS RIO DO SUL MEMORIAL DESCRITIVO 1 INTRUDOUÇÃO 1.1. OBJETO O presente memorial descritivo faz parte do processo para a manutenção da quadra esportiva do ginásio do

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 581/2007

PROJETO DE LEI Nº 581/2007 1 PUBLICADO DOC 09/02/2008, PÁG. 85 EMENDA Nº 01 AO PROJETO DE LEI Nº 581/2007 Altera-se redação do artigo 2º como segue Art. 2º. Ficam instituídas as carreiras dos servidores de nível superior da Prefeitura

Leia mais

NR.35 TRABALHO EM ALTURA

NR.35 TRABALHO EM ALTURA NR.35 TRABALHO EM ALTURA Objetivo e Campo de Aplicação Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução,

Leia mais

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências.

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. Lei nº 18995 DE 03/09/2015 Norma Estadual - Goiás Publicado no DOE em 08 set 2015 Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. A Assembleia Legislativa do Estado de

Leia mais

Dimensionamento do Número Mínimo de Furos de uma Campanha de Sondagem

Dimensionamento do Número Mínimo de Furos de uma Campanha de Sondagem Dimensionamento do Número Mínimo de Furos de uma Campanha de Sondagem Nós reconhecemos o perfil do seu terreno. A Versal Engenharia e Consultoria Ltda., através de sua Divisão Geotécnica (DG), oferece

Leia mais

INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS

INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS DIRETRIZES BÁSICAS O orçamento de uma obra compõe-se de um conjunto de elementos capazes de quantificar e customizar

Leia mais

ANEXO VIII CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DA UHE TELES PIRES

ANEXO VIII CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DA UHE TELES PIRES ANEXO VIII CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DA UHE TELES PIRES A exploração da UHE Teles Pires, pela Concessionária, será realizada em conformidade com a legislação em vigor

Leia mais

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Caracterização da obra Ano orçamento: 2002 UF: DF Nome do programa de trabalho: Apoio à Instalação de Posto Avançado do INCOR em Brasília -

Leia mais

Rio de Janeiro, 13 de março de 2013. Of. Circ. Nº 088/13. Ref.: Lei nº 6.400 DE 05/03/2013 (Estadual - Rio de Janeiro) Senhor Presidente,

Rio de Janeiro, 13 de março de 2013. Of. Circ. Nº 088/13. Ref.: Lei nº 6.400 DE 05/03/2013 (Estadual - Rio de Janeiro) Senhor Presidente, Rio de Janeiro, 13 de março de 2013 Of. Circ. Nº 088/13 Ref.: Lei nº 6.400 DE 05/03/2013 (Estadual - Rio de Janeiro) Senhor Presidente, Seguem as informações relacionadas à publicação da Lei Estadual 6.400,

Leia mais

Estudos sobre valores limite para a contratação de serviços de vigilância e limpeza no âmbito da Administração Pública Federal

Estudos sobre valores limite para a contratação de serviços de vigilância e limpeza no âmbito da Administração Pública Federal Estudos sobre valores limite para a contratação de serviços de vigilância e limpeza no âmbito da Administração Pública Federal Caderno Técnico 09/2013 Serviços de Limpeza da Federação: Pará Data de início

Leia mais

DER/PR ES-OA 09/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO

DER/PR ES-OA 09/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO DER/PR ES-OA 09/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41)

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2012 Dispões sobre o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) na prestação de serviços de arquitetura e urbanismo e dá outras providências. O Conselho de Arquitetura

Leia mais

PORTARIA Nº 592, DE 28 DE ABRIL DE 2014

PORTARIA Nº 592, DE 28 DE ABRIL DE 2014 PORTARIA Nº 592, DE 28 DE ABRIL DE 2014 Altera a Norma Regulamentadora n.º 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO,

Leia mais

Conceitos Básicos de Desenho Técnico

Conceitos Básicos de Desenho Técnico Conceitos Básicos de Desenho Técnico 1. Utilização Das Ferramentas E Papel De Desenho 1.1. Ferramentas de Desenho 1.1.1. Apresentação O Desenho Arquitetônico uma especialização do Desenho Técnico, o qual

Leia mais

ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS

ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS PÚBLICAS Órgão / entidade SMO/CGO Data da 3ª visita 03/05/2011 Contrato selecionado Contrato nº 101/2010 Implantação do corredor exclusivo de BRT entre a Barra da Tijuca e Santa

Leia mais

Estimativa de valor da contratação

Estimativa de valor da contratação Estimativa de valor da contratação A As contratações públicas somente poderão ser efetivadas após estimativa prévia do seu valor, que deve obrigatoriamente ser juntada ao processo de contratação e, quando

Leia mais