ASSOCIAÇÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE GOIÁS-AECG FACULDADE PADRÃO DEPARTAMENTO DE GRADUAÇÃO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

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1 1 FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA PEG PAG DA CIDA LTDA RESUMO Edineide Rodrigues da Paixão* O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa. O presente artigo busca propiciar mecanismos de gestão financeira da microempresa de comércio varejista de secos e molhados e propõe a utilização de um modelo adaptado de Fluxo de Caixa para evidenciar o controle de entradas e saídas de recursos, buscando o equilíbrio financeiro como fator relevante na tomada de decisão. Propõe-se também uma ferramenta de controle financeiro para contribuir com a gestão da microempresa, o modelo adaptado de Fluxo de Caixa permite uma visualização antecipada das necessidades ou sobras de caixa, que auxilia o gestor a orientar seu negócio. O estudo compreende, além do controle de entradas e saídas dos recursos, a projeção de caixa para períodos futuros. Assim, o gestor poderá acompanhar em tempo hábil as ocorrências efetivadas e reorientar o planejamento imediatamente quando for o caso. Avaliado o controle de caixa existente, sugere-se um modelo adaptado de Fluxo de Caixa que atenderia às necessidades de controle, orçamento e planejamento da microempresa. O trabalho apresenta um modelo de Fluxo de Caixa que proporciona ao gestor uma visão ampla das atividades da organização, pois projeta as entradas e saídas do caixa que afetam diretamente a saúde financeira e permite estimar as operações a serem realizadas pela empresa, facilitando análise e decisão que compreendem os recursos financeiros, seleciona o uso de recursos menos onerosos, bem como utiliza as disponibilidades da forma mais racional. PALAVRA-CHAVE: Microempresa. Fluxo de Caixa. Gestão. Planejamento. INTRODUÇÃO O presente artigo abrange uma ferramenta de gestão financeira com objetivo ¹ Artigo apresentado como um dos requisitos para obtenção de título de graduação em Ciências Contábeis, sob a orientação do profº orientador Januário, conforme folha de aprovação em anexo. * Graduanda de Ciências Contábeis pela Faculdade Padrão.

2 2 de proporcionar ao gestor uma visão antecipada de suas necessidades ou sobras de recursos financeiros, auxiliando a tomada de decisões e controle mais eficiente dos recursos. As microempresas representam mais de 90% das empresas nacionais, porém esse índice não é fator condicionante para sucesso e perpetuação delas, pelo contrário, a má gerência é um fator que tem contribuído para a mortalidade de muitas empresas. Visando evitar essa mortalidade, o presente estudo pretende auxiliar a gestão da microempresa propondo a utilização de uma ferramenta que atenda a estrutura básica e resulte em informações que propiciem uma gerência mais racional dos recursos. Para demonstrar o objeto de estudo microempresa e fluxo de caixa o artigo contempla os seguintes tópicos: necessidade da melhor gerência dos recursos da microempresa, a contabilidade, a gestão da microempresa e o planejamento, o fluxo de caixa, ilustração do modelo propôs metodologia e critérios levados em consideração na elaboração da pesquisa. 1. Aspectos históricos e evolução da Demonstração do Fluxo de Caixa A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) se tornou obrigatória no Brasil em 2008, em substituição a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) com modificação do artigo 176 da Lei Nº6. 404/76 e redação dada pela Lei Nº /07. Essa mudança ocorreu pelo fato do DFC ser de mais fácil entendimento pelos usuários da contabilidade e principalmente, por ser uma Demonstração mais usada na prática internacional. Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: I - balanço patrimonial; II - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados; III - demonstração do resultado do exercício; IV - demonstração das origens e aplicações de recursos. IV - demonstração dos fluxos de caixa; e (Redação dada pela Lei nº ,de 2007). (VADE MECUM RT, 2012, p ). O artigo 188 da Lei Nº6. 404/76 determina que a DFC, deverá relatar as alterações nos saldos de caixa e equivalentes de caixa, durante o exercício, abordando no mínimo os fluxos das operações, dos financiamentos e dos

3 3 investimentos. O montante dos fluxos de caixa decorrentes das atividades operacionais é um indicador essencial da extensão na qual a operação da entidade tem gerado suficientes fluxos de caixa para amortizar empréstimos, manter a capacidade operacional, fazer novos investimentos entre outros. A divulgação em separado dos fluxos de caixa decorrentes das atividades de investimento é importante porque tais fluxos de caixa representam a extensão em que os dispêndios de recursos são feitos pela entidade com a finalidade de gerar resultados e fluxos de caixa no futuro. As atividades de financiamento são importantes por ser útil para prever as exigências sobre futuros fluxos de caixa pelos fornecedores de capital à entidade. Art As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo: (Redação dada pela Lei nº , de 2007). I demonstração dos fluxos de caixa as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos: (Redação dada pela Lei nº ,de 2007) a) das operações; (Redação dada pela Lei nº , de 2007). b) dos financiamentos; e (Redação dada pela Lei nº , de 2007). c) dos investimentos; (Redação dada pela Lei nº , de 2007). (VADE MECUM RT, 2012, p ). De acordo com o parágrafo 6º do artigo 176 da Lei Nº /76, a companhia fechada com Patrimônio Líquido, na data do balanço, inferior a R$ 2 milhões não é obrigatório elaborar e publicar a Demonstração dos Fluxos de Caixa. Essa exigência é requerida somente para as Companhias Abertas e para os Grupos de Sociedades. Assim sendo, as Companhias Fechadas ou os conjuntos de empresas que não se formalizarem como Grupos de Sociedades não terão essa obrigatoriedade. Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: IV -Demonstração dos fluxos de caixa; e (Redação dada pela Lei nº , de 2007). 6o A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. (VADE MECUM RT, 2012, p ) A NBC TG 03 (Norma Brasileira de Contabilidade) regulamenta e especifica os fluxos de caixas também e tem como principal meta a clareza das informações

4 4 aos diversos usuários, sendo na resolução CFC N.º.296/10; Esse pronunciamento fornece informação acerca das alterações históricas de caixa e equivalentes de caixa de uma entidade por meio de demonstração que classifique os fluxos de caixa do período por atividades operacionais, de investimento e de financiamento. Informações sobre o fluxo de caixa de uma entidade são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis uma base para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa. As decisões econômicas que são tomadas pelos usuários exigem avaliação da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como da época de sua ocorrência e do grau de certeza de sua geração.o objetivo desta Norma é requerer a prestação de informações acerca das alterações históricas de caixa e equivalentes de caixa da entidade por meio de demonstração dos fluxos de caixa que classifique os fluxos de caixa do período por atividades operacionais, de investimento e de financiamento. (NBC TG 03). O fluxo de caixa é um dos meios de análise utilizado por muitas empresas para a identificação do processo de circulação do dinheiro proveniente de suas atividades, examinando sua origem e aplicação em geral. Nas transações hoje em dia, não envolvem apenas o dinheiro propriamente em si, os pagamentos e os recebimentos podem ser realizados tanto em cheques, como por débito automático em conta corrente ou através dos cartões de crédito ou débito. Contextos econômicos modernos de concorrência de mercado exigem das empresas maior eficiência na gestão financeira de seus recursos, não cabendo indecisões sobre o que fazer com eles. Sabidamente, uma boa gestão dos recursos financeiros reduz substancialmente a necessidade de capital de giro, promovendo maiores lucros pela redução principalmente das despesas financeiras. Em verdade, a atividade financeira de uma empresa requer acompanhamento permanente de seus resultados, de maneira a avaliar seu desempenho, bem como proceder aos ajustes e correções necessários. O objetivo básico da função financeira é prover a empresa de recursos de caixa suficientes de modo a respeitar os vários compromissos assumidos e promover a maximização de seus lucros (ASSAF E NETO, 2002, p.39). Sendo o Fluxo de Caixa uma ferramenta que auxilia no controle e planejamento do caixa, para os empresários é essencial fazer uso diariamente. As entidades necessitam de caixa pelas mesmas razões, por mais diferentes que sejam as suas atividades geradoras de receitas, elas precisam dos recursos para pagar suas obrigações.

5 5 1.1 Fluxo de Caixa: O que é e como implantar O Objetivo do Fluxo de Caixa trata-se de apurar o saldo disponível para que haja sempre capital de giro na empresa, para aplicação ou eventuais gastos. Nas operações diárias de uma empresa, principalmente do ramo comercial e prestadora de serviços, a organização financeira é fundamental. Para isso foi criado um instrumento básico de planejamento financeiro, denominado fluxo de caixa. O foco principal do fluxo de caixa basicamente é apurar as entradas do caixa, bem como as saídas, para que haja sempre capital de giro disponível na empresa em suas aplicações ou eventuais gastos. Tendo em vista as variações de transações que podem ocorrer tanto em relação às entradas quanto em relação às saídas do caixa em um período há necessidade de se agrupar as ocorrências da mesma natureza para que o demonstrativo seja o mais claro possível e revele aos usuários das informações contábeis os motivos que provocam tais variações no saldo da conta caixa em determinado período... (RIBEIRO, 2009, P. 344). Além disso, ao elaborar um fluxo de caixa, o empresário terá uma visão de futuro próximo, ou seja, uma idéia de como a situação financeira estará nos próximos períodos. Com essa tranqüilidade, ele pode antecipar algumas decisões importantes como à redução de despesas sem o comprometimento do lucro, o planejamento de investimentos, a organização de promoções para desencalhe de estoque, o planejamento de petição de empréstimos, a negociação para uma dilatação de prazo com fornecedor e outras medidas para que possíveis dificuldades financeiras possam ser evitadas ou minimizadas. Vale ressaltar que nos aspectos administrativos, a projeção futura e presente do caixa são extremamente importantes, pois auxilia o gestor no controle dos seus gastos e recebimentos. Quase sempre os problemas de insolvência ou iliquidez ocorrem por falta de adequada administração do fluxo de caixa. Daí a importância de sua analise. (MATARAZZO, 2010, p. 233) O fluxo de caixa é composto pelo valor dos recebimentos e pagamentos e respectivo saldo de caixa. Deve ser elaborado levando em consideração o realizado (fechamento de caixa) e também o previsto (projeção de caixa). A estrutura para

6 6 fluxo de caixa depende da natureza da empresa e também das necessidades dos gestores. Basicamente, sempre Inicia lançando os compromissos já assumidos. Como toda demonstração, o DFC é composto por modificações, transações ocorridas no caixa. Para tanto, a Demonstração dos Fluxos de Caixa é um relatório contábil que tem por fim evidenciar as transações ocorridas em um determinado período e o que provocaram modificações no saldo da conta corrente. (RIBEIRO, 2010 p. 100). Em seguida, deve lançar as estimativas das despesas e posteriormente lançar os valores a receber, que devem constar devidamente no "contas a receber". Faça também uma estimativa das vendas à vista, utilizando como base a média diária das vendas à vista realizadas normalmente. Estas estimativas serão muito facilitadas se for mantido um controle diário de receitas e despesas: Utilize sempre o fluxo de caixa, especialmente para planejar compras de materiais e mercadorias. Em outras palavras, no momento que for comprar, procure planejar a data de recebimentos com alguns dias de antecedência ao de pagamentos: O saldo final do fechamento de caixa deve corresponder ao valor dos recursos disponíveis no caixa da empresa ou depositados em contas corrente. No inicio do preenchimento de controles de fluxo de caixa, surgirão dificuldades para elaborar o controle. Mas em pouco tempo poderão ser sentidas a enorme ajuda e importância de tomar as decisões com base em previsões de entrada e saída de recursos. Por se tratar de fluxo de caixa, é uma demonstração de curto prazo que determina as disponibilidades de caixa de imediato; O fluxo de caixa é o instrumento capaz de traduzir em valores e datas, os diversos dados gerados pelos demais sistemas de informação da empresa. (SANTOS, 2001, p.111) O meio de elaboração dependerá, sobretudo, da capacidade financeira de cada empresa. O importante é ter o fluxo de caixa ajustado à realidade da empresa, respeitando inclusive as características das informações geradas. O saldo de caixa não indica, necessariamente, que a empresa está tendo lucro ou prejuízo em suas atividades operacionais. A existência do saldo deve ser confirmada diariamente.

7 7 1.2 Apresentação do Relatório de Fluxo de Caixa Seguindo as tendências internacionais, o fluxo de caixa pode ser incorporado às demonstrações contábeis tradicionalmente publicadas pelas empresas. Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: Atividades Operacionais: Atividades de Investimento e Atividades de Financiamento. A DFC exige dos seus usuários muita cautela na sua elaboração e muito conhecimento das atividades operacionais, de investimento e de financiamento. Sendo assim, a demonstração dos fluxos de caixa é um trabalho técnico é um trabalho que requer experiência e conhecimento das informações necessárias. (BRAGA, 2009, p.114). As Atividades Operacionais são explicadas pelas receitas e gastos decorrentes da industrialização, comercialização ou prestação de serviços da empresa. Estas atividades têm ligação com o capital circulante líquido da empresa. As Atividades de Investimento são os gastos efetuados no Realizável à Longo Prazo, em Investimentos, no Imobilizado ou no Intangível, bem como as entradas por venda dos ativos registrados nos referidos subgrupos de contas. O IAS 7 Pronunciamento do Internacional Accouting Standards Board (IASB) (Conselho Padrão de Contabilidade Internacional). É a base do CPC- 03, tem como objetivo exigir a apresentação de informações sobre o histórico de variações no caixa e equivalentes de caixa da empresa por meio da apresentação dos fluxos de caixa no período de acordo com as atividades operacionais, de investimento e de financiamento. (IAS 7, CPC) As Atividades de Financiamento são os recursos obtidos do Passivo Não Circulante e do Patrimônio Líquido. Devem ser incluídos aqui os empréstimos e financiamentos de curto prazo. As saídas correspondem à amortização destas dívidas e os valores pagos aos acionistas a título de dividendos, distribuição de lucros. 2. A APLICAÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA NA EMPRESA PEG PAG DA CIDA No Brasil, a DFC atualmente é usada apenas para controle interno, poucas empresas a publicam juntamente com as suas demonstrações contábeis.a empresa

8 8 Peg Pág da Cida atua no segmento do comercio varejista de secos e molhados, sendo composta por membros hierárquicos, é também uma organização competitiva e existente no mercado a mais de 16 anos. A empresa familiar surge quando há envolvimento dos membros da família em uma empresa em funcionamento. (LONGENECKER, p ). Esse perfil de empresas é muito comum no Brasil, porque os membros das famílias se sentem arrastados para os negócios devido aos laços familiares. Nos aspectos financeiros os membros podem sacrificar a renda necessária nos negócios, em vez de retirar altos salários, eles permitem que tais recursos permaneçam nos negócios para as necessidades diárias. A expressão fechar o caixa faz parte do vocabulário de quase todo comerciante. Antes de baixar as portas e ir para casa, é preciso conferir tudo que foi pago e recebido e checar com o dinheiro do caixa. A visualização antecipada das necessidades ou sobras de caixa torna o Fluxo de Caixa uma das mais importantes ferramentas para o gestor financeiro da empresa. Através desta ferramenta de controle e planejamento, é possível visualizar como as decisões do gestor irão refletir nos resultados da empresa e seu impacto no caixa. O modelo proposto permite ao gestor simular situações de aumento ou queda nos ingressos ou saídas de caixa, visualizando suas necessidades de capital de giro. O mesmo modelo pode ser utilizado para planejamento e controle dos recursos financeiros, facilitando a tomada de decisões. Um levantamento apresentado em dezembro de 1999 pelo serviço de apoio às micro e pequenas empresas do estado de São Paulo e pela fundação instituto de pesquisas econômicas confirma que as dificuldades impostas pela atual situação econômica brasileira estão correlacionadas com a má administração, falta de experiência e planejamento, descontrole do fluxo de caixa e pouca atenção ao cliente devido às causas de grande parte dos empreendimentos que encerram suas atividades no estado. (MARION, p. 20, 2006) apud (BREDARIOLI, p. 14, 2000). O que fica evidente com este estudo, é que, apesar de ter seu uso incentivado por diversos autores e instituições, o Fluxo de Caixa é pouco utilizado como instrumento de planejamento e orçamento nas empresas brasileiras.

9 9 O Fluxo de Caixa proposto neste estudo pode ser utilizado de forma adaptada por qualquer empresa por ser de fácil aplicação. Toda organização pode elaborar seu orçamento e planejar seu futuro a partir de dados históricos, projetarem seus fluxos e promover seus ajustes possibilitando com isso rever seus orçamentos na medida das ocorrências. Não se pretende dizer que o orçamento e o planejamento, bem como a implantação do Fluxo de Caixa numa organização, eliminarão as dificuldades financeiras de uma empresa. Certamente a visualização das entradas e saídas futuras de caixa permitirão antecipar a decisão de alocação de recursos. Portanto, as empresas que adotarem o fluxo de caixa podem facilitar e organizar seus dados em relação a recebimentos e pagamentos, visando um equilíbrio financeiro. 3. ANÁLISE DE RESULTADO No segmento de qualquer mercado, as demonstrações de fluxos de caixa apresentam algumas vantagens: Maior facilidade de entendimento por visualizar melhor o fluxo dos recursos financeiros; Utiliza um conceito mais concreto, crítico em qualquer empresa e necessário no curto prazo; O uso do Fluxo de Caixa para análise prospectiva é diferente, e não deve ser confundido, com o seu uso na análise perspectiva; É necessário para prever problemas de insolvência, e, portanto avaliar o risco, o caixa e os dividendos futuros. (MARTINS, P. 128, 2000). O Fluxo de Caixa possui as suas desvantagens, tais como: Ainda não existe consenso sobre que conceito de caixa utilizar. Uns aconselham caixa e bancos; outros já consideram também títulos de curto prazo. O conceito de equivalente foi proposto em diversas legislações de outros países; Não elimina o problema da inflação, apesar de alguns autores acreditarem no contrário; Apesar de crença contrária, o Fluxo de Caixa é tão manipulável quanto qualquer outra informação contábil: Ainda é um problema, porque a maioria dos empresários não tem interesse por não ser obrigatória para empresas de pequeno porte. A utilização do fluxo de caixa na empresa Peg Pág da Cida, foi inviável devido à falta de informações e conhecimento do mesmo, entre o gestor, administrador e o

10 10 controller, portanto, para uma boa tomada de decisão se tratando de fluxos em curto prazo, deve ser feita uma demonstração de fluxo de caixa bem elaborada. Portanto, se chegou a seguinte conclusão que através da Demonstração do Fluxo de Caixa, o gestor da empresa peg pág da cida não pode obter informações retiradas dessa demonstração a título de enriquecer o seu processo decisório da seguinte maneira: Planejar ou programar melhor às compras a serem realizadas; Controlar as despesas ocorridas em cada mês; Efetuar os pagamentos na data certa, evitando assim os juros; Equilibrar todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa analisada; Reduzir os gastos fixos, no que concernem as despesas administrativas. Desta forma, a DFC não auxiliou ao gestor desta empresa como realizar a gestão de caixa, otimizando os recursos financeiros integrados as suas atividades proporcionando condições de contabilizar no tempo certo, as contas a pagar, com as contas a receber e, conseqüentemente, tomar decisões sobre o melhor momento de efetuar as compras; o melhor momento da venda e controlar os gastos fixos para se obter um excelente gerenciamento de caixa. Assim, essa demonstração propicia ao administrador como melhor planejar, controlar e dirigir todos os recursos da empresa, de forma simples e objetiva para conduzir da melhor maneira a saúde financeira de qualquer micro, pequena, média ou grande empresa. CONSIDERAÇÕES FINAIS Um dos maiores problemas em controlar o fluxo de caixa de uma micro e pequena empresa no Brasil é o elevado número de negociações realizadas sem a nota fiscal, e consequentemente sem o devido registro destas operações. Não há como negar essa realidade preocupante, e isso tornam a composição, controle e análise de fluxo de caixa na pequena empresa brasileira um desafio tão grande quanto o de separar os recursos do caixa da empresa, do bolso do empresário, ou seja, o desafio de conscientizar o empresário de que não se deve utilizar recursos do caixa da empresa para arcar com despesas e gastos pessoais; outra triste realidade nas empresas brasileiras. Essas ações são incoerentes com a necessidade das empresas e atrapalham as conclusões na hora em que se deve tomar uma decisão

11 11 com relação às finanças da organização. Para o pequeno negócio, de perfil familiar, o Fluxo de Caixa é uma ferramenta de grande utilidade pela praticidade e facilidade com que poderá ser entendida e elaborada pelo gestor e seus usuários, aplicado da maneira correta. O gestor da microempresa precisa orçar, planejar e controlar seu negócio de maneira direta e sem complicação, é este o objetivo do modelo proposto. Ao mesmo tempo em que faz o orçamento, pode-se planejar o futuro da empresa e efetuar o controle financeiro permitindo mudanças ou ajustes no transcorrer do processo ou período. É essa adaptação em tempo hábil que torna o fluxo de caixa uma ferramenta fundamental para gestão da empresa. O sucesso do modelo adaptado está condicionado ao interesse do gestor em lhe dar a devida importância. Além da implantação, o gestor deve orientar os demais envolvidos nas atividades da empresa, buscando a colaboração para que os resultados reflitam a realidade operacional. Esse interesse no efetivo controle é determinante para auxiliar a tomada de decisão e não pode ser visto como perda de tempo, uma vez que visa um controle eficiente proporcionando resultados favoráveis. BOX FLOW AS TOOL OF FINANCIAL MANAGEMENT FOR MICROEMPRESA PEG PAG DE A CIDA LTDA ABSTRACT The current competitive market has highlighted the financial difficulties of microenterprise. This article seeks to provide financial management mechanisms microenterprise the retail dry goods, and proposes the use of an adapted model of Cash Flow to show the control inputs and outputs of resources, seeking financial stability as an important factor in making decision. It also proposes a tool of financial control to contribute to the management of microenterprise, adapted Cash Flow model allows an early preview of needs or cash surpluses, which helps the manager to guide your business. The study, beyond the control of inputs and outputs of resources, comprising the projection of cash for future periods. Thus, the manager can track the timely occurrence and effect immediately reorient planning when appropriate. Reviewed the existing control box, we suggest an adapted cash flow that would meet the needs of control, budgeting and planning microenterprise model. The paper presents a model of cash flow that gives the manager an overview of the organization's activities, as projected inflows and outflows of cash that directly affect the financial health and allows to estimate the

12 12 operations to be performed by the company, facilitating analysis and decision that include financial resources, selects the use of less costly resources and uses the resources of more rationally. KEYWORDS: Micro - Cash Flow - Management - Planning NOTAS EXPLICATIVAS Dedico este trabalho primeiramente а Deus, pоr ser essencial еm minha vida, autor dе mеυ destino, mеυ guia, socorro presente nа hora dа angústia, аos meus colegas Franciene Silva Carvalho e Maria Glauciene Ferreira e Mauricio Rodrigues de sales, à todos meus professores e familiares, e a minha falecida Irmã Josileide Rodrigues da Paixão, na qual espelhei-me em sua simplicidade, determinação e alegria. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Marcelo Cavalcante, contabilidade intermediaria: de acordo com as exigências do MEC para o curso de ciências contábeis. ASSAF NETO, Alexandre; Silva, César Augusto Tibúrcio. Administração do Capital de Giro. 3ª Ed. São Paulo. Ed. Atlas, BRAGA, Hugo Rocha, Demonstrações contábeis: estrutura e analise e interpretação/hugo Rocha Braga. -6. Ed. - São Paulo: Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de; Contabilidade Comercial: atualizado conforme lei nº11.638/07 e lei nº11.941/09/ Sérgio de Iudícibus, José Carlos Marion. 9. ed. São Paulo: Atlas, LONGENECKER, Justin G, ; Moore, Carlos W. ; Petty J. William, Administração de pequenas empresas; Tradução: Maria Lucia G. L. Rosa e Sidney Stancatti, Revisão técnica : Roberto Luis Margatho Gliangani. São paulo: Marron Books, MARION, José Carlos, Análise das Demonstrações Contábeis: Contabilidade Empresarial/ Jose Carlos Marion. -3 ed. -2. Reimpressao-São Paulo: Atlas, MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de contabilidade das sociedades por ações : aplicável também às demais sociedades. 5. ed. rev. e atual São Paulo: Atlas, 2000.MATARAZZO, Dante Carmine, 1947/Análise Financeira de Balanços: Abordagem Gerencial/Dante Carmine Matarazzo. 7-ed. - São Paulo: Atlas, 2010.

13 13 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE - NBC T 3. Disponível em: < Acesso em: 04/03/2014. RIBEIRO, Osni Moura, Contabilidade Comercial Fácil.-16.ed. ampl. E atual.-são Paulo: Saraiva, SANTOS, Edno Oliveira, Administração Financeira da Pequena e Media Empresa/ Edno Oliveira dos Santos.-São Paulo: Atlas, VADE MECUM RT/ [equipe RT]. 7. ed.rev., ampl. e atual. São Paulo: editora revista dos tribunais, CPC: Comitê De Pronunciamentos Contábeis) Disponível em : < Acesso em : 06/03/2014. O IAS 7 Pronunciamento do Internacional Accouting Standards Board (IASB) (Conselho Padrão de Contabilidade Internacional) Disponível em: < Brazil/Local%20Assets/Documents/Servi%C3%A7os/IFRS/IFRS%20ao%20seu%20a lcance% pdf >. Acesso em: 06/03/2014. VADE MECUM RT/ [equipe RT]. 7. ed. rev., ampl.. e atual. São Paulo: editora revista dos tribunais, 2012.

14 14 Edineide Rodrigues da Paixão FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA PEG PAG DA CIDA LTDA Artigo apresentado como um dos requisitos para obtenção do título de graduação em Ciências Contábeis pela Faculdade Padrão. Goiânia, de de BANCA EXAMINADORA Profº Januário de Carvalho Nunes (Orientador) Profº Lourival Batista Pereira

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