BOAS PRÁTICAS DE REÚSO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS

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1 BOAS PRÁTICAS DE REÚSO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS Os passos para implantar um programa de reúso de água em sua indústria com os cases que deram certo no setor

2 ÍNDICE 03 Introdução 05 Benefícios para a indústria 07 O primeiro passo: planejamento 12 2º e 3º passo para um programa de reúso de água 14 Cases de reúso de água na indústria de Alimentos e Bebidas 16 Conclusão 17 Quem somos 18 Referências

3 INTRODUÇÃO Foto: Shutterstock 03

4 INTRODUÇÃO Durante o ano de 2013, o sistema Cantareira - uma das principais fontes de abastecimento do estado de São Paulo - começou a apresentar queda em seu reservatório comprometendo o abastecimento hídrico em diversos locais. Considerada a pior seca dos últimos 70 anos, a diminuição da quantidade de água na represa foi em parte atribuída ao mau uso do recurso natural pela população e indústrias e por questões climáticas como a diminuição das chuvas. Aspectos motivadores de preferência ou admiração por determinadas empresas Com isso, o governo do estado de São Paulo determinou rodízio de abastecimento de água em diversos locais, chegando a utilizar o volume morto do reservatório. A utilização dessa reserva técnica só foi revertida recentemente, em 30 de dezembro de 2015, devido à uma precipitação de chuvas, que colaborou na recuperação mais rápida da reserva. Reúso é o processo de utilização de água por mais de uma vez, tratada ou não, para o mesmo ou outro fim. A água de reúso tratada é produzida dentro das estações de tratamento e pode ser utilizada para inúmeros fins, como geração de energia, para limpeza, irrigação, e desobstrução de redes de esgoto. No caso da indústria, ao mesmo tempo em que agrega valor ao planejamento econômico da companhia, ainda pode ser considerada uma prática positiva do ponto de vista ambiental, característica valorizada atualmente pelo consumidor moderno. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Akatu, hoje, o comportamento das empresas impacta diretamente na decisão de compra dos consumidores. Não maltratar animais _52% Ter boas relações com a comunidade _46% Ter selos de proteção ambiental _46% Ajudar na redução do consumo de energia _44% Ter selo de garantia de boas condições de trabalho _43% Fonte: Instituto Akatu 04

5 BENEFÍCIOS PARA A INDÚSTRIA Foto: Shutterstock 05

6 BENEFÍCIOS PARA A INDÚSTRIA Além dos benefícios de imagem, o especialista em recursos hídricos da ANA (Agência Nacional de Águas), Cláudio Itaborahy, é enfático ao defender que a implantação de um programa de conservação e reúso de água pelo setor industrial reverte-se em benefícios econômicos que permitem aumentar a eficiência produtiva. Uma consequência direta da implantação de um programa deste é a redução do consumo de água e do volume de efluentes gerados. Como consequências indiretas pode-se citar a redução do consumo de energia, de produtos químicos, a otimização de processos e a redução de despesas com manutenção. Na maior parte dos casos, os períodos de retorno dos investimentos envolvidos são, em geral, bastante atrativos, afirma o especialista. A gerente de meio ambiente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Anícia Pio acredita que uma das vantagens em desenvolver um programa de reúso de água é a redução da dependência de concessionárias e do meio ambiente. As empresas perceberam que a redução do consumo de água gera ganhos, é relativamente barata, e não precisa ser feita toda de uma vez, diz. Se você ainda tem dúvidas sobre os benefícios que sua indústria pode ter ao optar por desenvolver um programa de reúso de água, o Manual de Orientação para o Setor Industrial da Agência Nacional de Águas, com o título manutenção e reúso de água lista oito benefícios diretos que você acompanha a seguir. Vale a pena reutilizar? Economia gerada pela redução do consumo de água; Economia gerada pela redução dos efluentes gerados; Consequente economia de outros insumos como: energia e produtos químicos; Redução de custos operacionais e de manutenção dos sistemas hidráulicos e de equipamentos; Aumento da disponibilidade de água (proporcionando aumento da produção sem incremento de custos de captação e tratamento); Agregação de valor aos produtos; Minimização dos impactos da cobrança pelo uso da água; Complementação às ações de responsabilidade social da empresa. 06

7 O PRIMEIRO PASSO: PLANEJAMENTO Foto: Shutterstock 07

8 PRIMEIRO PASSO: PLANEJAMENTO Com a recente - e contínua - escassez de água, faixas com os dizeres água de reúso se tornaram comuns. Tamanha a proporção que o tema tomou no noticiário brasileiro e no imaginário das pessoas, o conceito que acabou sendo fixado é o de que o armazenamento de água da chuva para, então, utilizá-la para outros fins é o que chamamos de reúso de água. Especialistas ensinam, porém, que a coleta de águas pluviais é apenas uma das ações para reutilização de água. O fundador e diretor do CIRRA (Centro Internacional de Referência em reúso de Água), e professor titular do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), Ivanildo Hespanhol, explica que há um conjunto de ações e técnicas capazes de garantir a redução da quantidade de água extraída e seu uso. A própria ANA (Agência Nacional de Águas) estabelece que conservar água é atuar de modo sistêmico na demanda e oferta, além de ampliar a eficiência do uso, de maneira direta, aumentar a disponibilidade para demais usuários, apostar na flexibilização dos suprimentos existentes para outros fins, atendimento do crescimento populacional, implantação de novas indústrias e preservação e conservação do meio ambiente. O conceito de conservação de água pode ser entendido como práticas, técnicas e tecnologias que aperfeiçoam seu uso, que pode ser redução da quantidade de água extraída das fontes de suprimentos, de consumo e desperdício. Manual de Orientações para setor industrial da ANA (Agência Nacional de Águas) De acordo com a gerente de meio ambiente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Anícia Pio: antes do reúso a empresa precisa otimizar, orienta. Os primeiros passos seriam o de reduzir gastos e tomar atitudes que tornem o uso da água mais eficiente. Para isso, o melhor caminho é a setorização: avaliar o sistema de medição, instalar hidrômetros, verificar sanitários, torneiras e reservas de água potável. Assim é possível saber onde se gasta e onde sanar o problema, complementa Hespanhol. 08

9 CRITÉRIOS PARA IMPLANTAÇÃO Detalhar um conjunto de ações a partir da realização de uma análise de demanda e oferta de água, em função dos usuários e atividades consumidoras, com base na viabilidade técnica e econômica de implantação das mesmas é fundamental para o correto planejamento e estruturação de um plano de conservação e reúso de água na indústria. As ações devem seguir uma sequência lógica, com atuação inicial na demanda de água e, em seguida, na oferta, destacando-se a avaliação do potencial de reúso de efluentes em substituição às fontes tradicionais de abastecimento, ressalta o especialista em recursos hídricos da ANA (Agência Nacional de Águas), Cláudio Itaborahy. Conservação e reuso da água - Manual de Orientações para o Setor Industrial (2004) Gerenciando a escassez de água na Indústria Na dúvida sobre o tema, alguns guias práticos feitos por setores especializados da indústria podem ajudar, tais como: 09

10 CAMINHO A PERCORRER Assim como todo o planejamento exige um esqueleto de atividades em sequência para implantá-lo, corretamente, assim acontece com um programa de conservação e reúso de água na indústria. Os itens a seguir dão o norte dos caminhos que sua indústria precisa percorrer para montar um programa com este foco. Estabelecimento de metas e prioridades; Escolha de um Gestor ou Gestores da Água, os quais devem permanentemente ser capacitados e atualizados para operarem e difundirem o programa; Alocação planejada dos investimentos iniciais, com expectativa de redução à medida que as economias geradas vão se concretizando, gerando os recursos necessários para novos investimentos; Apoio da alta gerência executiva durante a elaboração dos planos; Desenvolvimento e implantação de um Sistema de Gestão que deverá garantir a manutenção de bons índices de consumo e o perfeito desempenho e monitoramento dos sistemas hidráulicos, equipamentos e processos ao longo do tempo, contribuindo para a redução e manutenção dos custos ao longo da vida útil; Multiplicação do programa para todos os usuários do sistema; Divulgação dos resultados obtidos de forma a incentivar e engajar ainda mais os usuários envolvidos. Otimização do uso da água, garantindo um melhor desempenho das atividades consumidoras envolvidas; incentivar e engajar ainda mais os usuários envolvidos. Pesquisa, desenvolvimento e inovação nos processos industriais ou em outras atividades com adequação dos níveis de qualidade exigíveis e busca da redução de custos; 10

11 COMO CONTROLAR O USO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA O guia gerenciando a escassez de água na indústria, realizado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), SESI (Serviço Social da Indústria), SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e IRS (Instituto Roberto Simonsen), reforça o quanto é indispensável conhecer o uso da água na empresa ou indústria, para daí controlar, reduzir, reciclar e reutilizar. Para defender esse argumento, o manual traz os valores médios que uma empresa alcança economizando água, conforme a tabela a seguir: Aplicações Circuito fechado Circuito fechado com tratamento Limpeza na planta Reuso de água de lavatórios Enxágues contracorrentes Desperdícios Por projeto 90% 60% 60% 50% 40% 30% Fechamento automático 15% Fonte: Guia Gerenciando a escassez de água na indústria Questionário para avaliar seu programa de reúso de água Algumas perguntas-chave são importantes para montar um planejamento eficiente de reúso de água. Antes de apostar na implementação de um programa, responder a elas pode ser o diferencial no controle de desperdício ou na implementação de uma ideia inovadora. QUESTÕES A atividade produtiva que está consumindo água é realmente necessária? Há tecnologia ou processo alternativa que evite ou reduza o consumo? Por que o processo ou atividade utiliza tanta água? Como consumir menos? Meus concorrentes usam mais ou menos água? É necessário usar água potável em torres de refrigeração, caldeiras e compressores? Pode-se utilizar água de qualidade inferior (sem tratamento, por exemplo)? Há aumento significativo de consumo de reagentes no tratamento de água? Há estudo na empresa sobre fontes alternativas, como caminhão pipa, águas pluviais etc? A água limpa está indo para o ralo? Se sim, por quê? Seria mais barato tratar as águas para reutilização? Identificar ações que não afetam a produção das empresas levam à redução gradual do consumo de água. Gerente de meio ambiente da Fiesp, Anícia Pio. 11

12 2º PASSO E 3º PASSO PARA UM PROGRAMA DE REÚSO DE ÁGUA Foto: Shutterstock 12

13 2º PASSO: REDUÇÃO DO CONSUMO 3º PASSO: GESTÃO DA OFERTA O segundo passo da implantação de um programa eficiente de reúso de água é o controle de desperdício, no qual acontece uma mudança de processo para consumir menos água. Para isso, deve-se avaliar os gargalos e corrigi-los. Com reduzir? Desligar o fornecimento quando não estiver em uso; Utilizar redutores de pressão e fluxo, além de dispositivos de fechamento automático; Elimine vazamentos; Ofereça treinamento para operadores; Troque o uso de mangueiras por varredura onde for possível; Instale medidores; Mapeie o sistema de água e esgoto da fábrica. Para a melhor gestão é preciso identificar a oferta de distribuidores e concessionárias, analisar a coleta de águas pluviais ou a utilização de água subterrânea, água cinza, avaliar o potencial de reúso da água: ou seja, se ela pode ser empregada para lavagem de piso ou irrigação de áreas verdes. O fundador e diretor da CIRRA (Centro Internacional de Referência em reúso de Água), Ivanildo Hespanhol, explica ainda que nesse momento a indústria começa a projetar o sistema de tratamento que pode ser desenvolvido em etapas e analisar a viabilidade de investimento e quanto haverá de retorno. Esgoto tratado pode se transformar em matéria-prima, afirma. Esgoto tratado pode se transformar em matéria-prima. O fundador e diretor da CIRRA (Centro Internacional de Referência em reúso de Água), Ivanildo Hespanhol 13

14 CASES DE REÚSO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS Foto: Shutterstock 14

15 CASES DE REÚSO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E BEBIDAS Desde 2005, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) realiza o Prêmio de Conservação e Reúso de Água com a proposta de reconhecer iniciativas de destaque no reúso e conservação de águas no setor industrial. Conheça, a seguir, alguns cases da indústria de Alimentos e Bebidas, premiados por suas boas práticas. 1. Cargill Agrícola S/A Fabricação de óleo vegetal, maionese, molhos e gordura. a. Revisão e otimização de processos, reduzindo vazamentos de água. b. Redução de água no CIP (Cleaning in Place) da maionese. c. Reutilização de água no processo de hidrogenização. d. Campanha de conscientização dos funcionários. A Cargill deixou de captar um volume em média de m³/ano e manteve o programa de processamento. Houve ainda uma redução interna, na qual o volume caiu de m³ para m³, resultando em uma economia anual de R$ , Nestlé Brasil Ltda. Percebeu que durante o processo de geração de vapor, havia um alto consumo de água que provinha do sistema de poços da unidade fabril, com alta alcalinidade, gerando a necessidade de um descarte maior por descarga contínua. Houve alteração no fluxo de água na planta e passou-se a utilizar água de sistema de abastecimento de concessionária, causando uma redução de 8% nos descartes. Economia nos custos de manutenção e operação de R$ ,89 ao ano. 3. Seara Alimentos a. Identificou pontos de consumo de água que poderiam ser substituídos por água de reúso, equipamentos e mão-de-obra necessários para essa transição b. Instalação de sistema de recalque, estação de tratamento, casa de química, tanque de depósito e linhas de distribuição. A empresa deixou de captar 8.778m³/mês, deixando de captar aproximadamente 300 carretas mensais de água com 30m³ cada, deixando de lançar essa mesma quantidade no meio ambiente. A implantação do projeto custou R$ ,00. 15

16 CONCLUSÃO Implantar um sistema de reúso de água pode trazer inúmeros benefícios para a indústria. Além dos benefícios econômicos que permitem aumentar a eficiência produtiva, elas ganham com imagem e respeitabilidade com relação ao consumidor, cada vez mais criterioso com empresas que valorizem e respeitem a sustentabilidade e o meio ambiente. Por último, ainda reduzem a dependência de concessionárias. Os recursos, entretanto, devem ser otimizados com a redução de gastos e a setorização, avaliando sistemas de medição, fazendo a verificação das instalações e identificação de possíveis reservas e com estabelecimento de metas e prioridades. 16

17 QUEM SOMOS Maior e mais completo encontro da indústria de alimentos e bebidas, a Fispal Tecnologia é uma Feira Internacional de Processo, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas que reúne empresários, executivos e profissionais de toda cadeia produtiva. São mais de 50 mil visitantes vindos de 30 países, marcas expositoras e 80 expositores internacionais. Organizada pela Informa Exhibitions, segunda maior promotora de feiras do País, e principal promotora voltada para a cadeia produtiva de alimentos e bebidas na América Latina, com feiras e publicações que são referência no mundo inteiro. Além da Fispal Tecnologia, seu portfólio inclui nomes como: Agrishow, Fispal Food Service, Fispal Café, Fispal Sorvetes, ABF Franchising Expo, TecnoCarne, ForMóbile, Fispal Food Service Nordeste,Fispal Tecnologia Nordeste e ABF Franchising Expo Nordeste. Na área editorial é responsável pela publicação das revistas, Leite e Derivados, Revista Nacional da Carne, Silk Screen e Sign quatro maiores e mais importantes publicações técnicas dos seus segmentos. 17

18 REFERÊNCIAS noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/01/26/seca-no-cantareira-supera-o-cenario-mais -pessimista.htm -na-amazonia-2901.html 18

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