Os desafios de levar o lean aos fornecedores: a experiência da Bosch

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os desafios de levar o lean aos fornecedores: a experiência da Bosch"

Transcrição

1 Os desafios de levar o lean aos fornecedores: a experiência da Bosch Cid Fontana Lopez Diretor de Desenvolvimento de Fornecedores da Robert Bosch - América Latina As empresas que se propõe a trazer os conceitos de Manufatura Lean para seus negócios deparam-se, após os primeiros resultados colhidos internamente, com o desafio de estender a seus fornecedores os mesmos princípios de gestão. As oportunidades identificadas ao se mapear um determinado fluxo de valor mostram claramente a importância de exercer a agregação de valor desde o fornecedor até o cliente final. O não alinhamento dos fornecedores aos princípios Lean reduz sensivelmente o potencial de ganho para o fluxo, além de causar turbulências que contaminam a fabricação interna. Com vistas a relatar a experiência vivida pela Bosch para levar o Lean a outros elos da cadeia produtiva, apresentamos a seguir um resumo do trabalho realizado nos últimos 4 anos, junto a cerca de 30 fornecedores parte do Programa FFGA ( Fit For Global Approach ) cujo princípio básico è levar a eles os conceitos lean. Nossa experiência permite separar claramente três grupos de empresas da amostra participante do programa, as quais caracterizamos na figura 1 abaixo: Característica Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Áreas de suporte Definidas e Poucas gerencias Acúmulo de funções capazes acumulam funções e cargos não tecnicamente definidos Recursos Humanos Estruturado com Pouco estruturado, Funções back Office, foco na formação foco na formação foco na formação 1/10

2 dos gestores técnica. técnica. Gestão Processo Mais focada nas mãos Puramente familiar estabelecido de do dono da empresa e conflitante governança corporativa Estratégia Médio e longo Curto e médio prazo, Curto prazo, foco no prazo, não compartilhada. apagar incêndios. compartilhada com a organização. Estilo de Comando Y Democrático X Autocrático com as mãos fortes do sócio majoritário X Autocrático recheado de conflitos familiares Controladoria Função existe, e Exerce mais a função Contabilidade gere os resultados de fiscal, do que convencional pura apoiando a gerador de dados operação. para a melhoria do negócio. Figura 1. Tipologia das empresas participantes do FFGA. Todas estas empresas têm como característica comum o fato de serem empresas familiares com dificuldades de sobrevivência e colocarem resistências a um verdadeiro processo de mudança cultural. Em grande parte, abrem falência por conflitos familiares e não por problemas econômicos, poucas sobrevivem da primeira geração para a segunda e um número ainda menor nas mãos da segunda para a terceira*. Como as empresas aderem aos conceitos do lean através da ajuda recebida de um cliente? Ao oferecer aos fornecedores uma consultoria de 2 anos e cerca de 380 horas de treinamento, nossa expectativa era de receber uma imediata aceitação por parte dos fornecedores. Todavia, o processo de decisão em participar não ocorreu desta forma. Reconhecemos haver presente 3 diferentes pontos de vista: 2/10

3 1. o fornecedor reconhece efetivamente uma grande oportunidade de crescimento e ganho para seu negócio. 2. o fornecedor adota uma posição defensiva do tipo vamos ver o que a Bosch está querendo 3. o fornecedor se posiciona de forma a agradar, ou melhor, dizendo não desagradar o cliente. Em geral, nos três casos, há uma compreensível desconfiança inicial, a qual só tem sido eliminada com o decorrer do programa e com uma posição acima de tudo ética do time FFGA. O que é observado dentro dos fornecedores não é trazido para dentro da Bosch, evitando assim, que algo possa ser usado contra eles, por exemplo, em negociações comerciais. Em outras palavras, trabalhamos com a área de compras da Bosch e não para a área. A escolha dos participantes é feita pelas áreas de negócio da Bosch, em comum acordo com a Diretoria de Compras, decisão esta reforçada através de uma visita prévia do responsável pelo programa com vistas a avaliar a predisposição do fornecedor em participar. A metodologia utilizada no programa baseia-se na experiência similar a da Toyota que prevê que os ganhos a serem divididos em termos financeiros deve ser fruto de melhorias implementadas através da eliminação de desperdícios, com o apoio do cliente. As regras devem ser claras para ambos os lados de tal forma a evitar conflitos desnecessários. Como os trabalhos se desenvolvem em cada tipo de grupo de empresas? Considerando o cenário apresentado, e por acreditarmos que o processo de mudança cultural é lento (conforme mostra a própria experiência interna da Bosch com o lean), o programa dura dois anos e tem uma carga horária de cerca de 400 horas. São sete módulos que 3/10

4 tem uma seqüência lógica de implementação, todos com o objetivo de dar sustentação aos conceitos da mentalidade enxuta. A tabela abaixo da uma idéia do conteúdo: Módulo Duração Ferramentas do Lean 104h Ferramentas Preventivas da 96h Qualidade Gestão do Valor Lean 28h Logística Integrada 16h Padronização do Trabalho 60h Suporte Tecnológico 8h Gestão de Pessoas e Negócios 72h Total 384h Figura 2. Tópicos e carga horária dos treinamentos realizados. Como a figura mostra, concentramos grande esforço nos treinamentos voltados a desenvolver os gestores da empresa (entenda-se por gestor todo colaborador que lidera pessoas). São 70 horas voltadas a este tema e o primeiro treinamento do programa é direcionado aos donos, diretores e gerentes. Durante dois dias, com o apoio de uma consultoria externa, discute-se a respeito do processo que a empresa se propôs a participar, quais as expectativas e as dificuldades, e mais importante de tudo, qual a postura esperada deste grupo para alavancar o processo. Não podemos nos esquecer dos complexos aspectos característicos das empresas familiares como os estreitos vínculos entre a família, a propriedade e a gestão do negócio, a difícil administração das relações familiares com as econômicas e o desejo do fundador e sucessores de que a propriedade e a gestão da empresa permaneçam com a família. O treinamento é aplicado de forma padronizada a todas as empresas, e somente ao longo das atividades é que podemos detectar necessidades mais específicas de cada uma. Esta detecção é feita durante os treinamentos, e mais especificamente através dos projetos internos 4/10

5 que são gerados em cada tema tratado. Por exemplo, um projeto de set up rápido pode sofrer resistências imensas quanto a aumentar a freqüência dos mesmos, em especial em estamparias e em empresas de injeção plástica. Neste momento, reciclar os conceitos de mapeamento de fluxo de valor, e mostrar que nunca podemos perder de vista a otimização do fluxo como um todo, pode ser um reforço à mudança de comportamento, ou de pelo menos uma postura vamos experimentar! Assim, não há uma receita padrão. A tarefa é fazer a mesma coisa de forma diferente, procurando respeitar as idiossincrasias e a cultura de cada empresa. O objetivo não é afrontar esta cultura, mas sim usá-la para facilitar o processo de mudança da filosofia de gestão. Afinal, não somos proprietários do negócio, e não temos o direito e nem mesmo o poder de mudar uma história de sucesso. Certa vez em um seminário em que apresentei nosso programa, fui surpreendido com o comentário de um colega de outra empresa, que alegou não acreditar neste tipo de approach junto aos fornecedores. Na opinião dele, ações que interfiram na cultura de gestão são desaconselháveis. Perguntei então, como sensibilizar o fornecedor para a mudança, se não o ajudarmos aprender a enxergar as vantagens de um processo que é tipicamente de mudança de cultura de gestão. Nossa experiência de vários anos e também da Toyota, mostrou e vem mostrando que crescer compartilhando o conhecimento com o fornecedor é o melhor caminho de sobrevivência para o futuro, senão o único. Lições aprendidas para alavancar a implementação Os 4 anos de trabalho iniciados em abril de 2003, foram na verdade extremamente gratificantes em termos de aprendizado mútuo, pois além de havermos enriquecido o conteúdo do programa FFGA com idéias e sugestões de vários fornecedores, ganhamos também maior 5/10

6 maturidade para encontrar caminhos mais rápidos e consistentes para transmitir e consolidar os conceitos do Lean junto aos participantes. Iniciamos o programa com 4 fornecedores, que foram escolhidos na ocasião somente com vistas à melhora de seus indicadores de qualidade, e nos 3 anos seguintes, ampliamos o critério de escolha focando também o potencial para ser um fornecedor mais significativo em termos de volume, dependência mútua, capacitação técnica e melhoria do processo de gestão de uma forma mais ampla. Reforçamos em um de nossos treinamentos a nossa reflexão crítica sobre a característica latina voltada a apagar incêndios com criatividade pois somos especialistas em correção e não em prevenção. Com vistas a aproveitar as lições aprendidas e tentar minimizar os riscos da visão de curto prazo e o foco somente na correção, varias mudanças foram feitas no conteúdo do programa, conforme abaixo: Aumentamos a carga horária do treinamento de mapeamento de fluxo de valor, incluindo dois dias para discussão dos conceitos de manufatura enxuta, obrigando os puxadores do programa a lerem o livro A Mentalidade Enxuta nas Empresas antes de iniciar as atividades. Desta forma, mostramos que a produção enxuta é muito mais do que mapeamento ou kanban. É uma mudança para o negócio! Aumentamos o foco no modulo de gestão de pessoas. São elas que fazem as coisas acontecerem! Fizemos do processo de definição de famílias e da ferramenta de mapeamento de fluxo de valor a base para todas as nossas ações. Desta forma, criamos um fluxo e uma área modelo para aplicação das ferramentas do Lean. Desenvolvemos um interessante exercício de simulação que utilizamos desde o inicio do programa com vistas a discutir conceitos, vantagens e desvantagens das produções puxadas e empurradas. A este exercício acrescentamos uma espécie de contabilidade lean 6/10

7 para valorizar os resultados e focar os desperdícios em ambos os processos. Realizamos um treinamento de nosso time em gerenciamento de projetos, dado termos sempre oito fornecedores ativos no programa, com diferentes projetos correndo ao mesmo tempo. Estruturamos visitas sistemáticas de acompanhamento dos projetos em cada fornecedor com cobranças constantes Ressaltamos com mais ênfase os ganhos em termos financeiros para o negócio do fornecedor como um todo No treinamento de desdobramento de metas, auxiliamos os fornecedores a desdobrá-las prevendo a aplicação das ferramentas da mentalidade enxuta Oficializamos a Folha A3 utilizada pela Toyota para cada projeto em aberto, traga ele ou não ganhos em termos de dinheiro. Objetivo, estado atual, estado futuro, plano de prazos e indicadores são a chave do sucesso! A cada início de ano abrimos um A3 macro com cada fornecedor, amarrando as metas e objetivos globais para o período. Com estas ações, vimos ao longo do tempo aumentar a efetividade de nossos projetos e temos colhido resultados mais positivos com as atividades do programa. Resultados e Perenizarão do Processo O investimento feito pela Bosch no desenvolvimento de fornecedores tem se traduzido em melhoria consistente dos indicadores que avaliam os seus desempenhos, conforme mostra a figura 3. Fornecedor OTD PPM PLKZ A B C D E 7/10

8 F G H I J K L M N O P Q R S T U V X Y OTD On Time Delivery; PPM dentro da Bosch; PLKZ Distúrbios Bosch / 0 KM / Campo Figura 3. Principais resultados do programa FFGA (Qualidade e Fornecimento: comparação início X status atual) Os resultados em termos de redução de custos foram divididos com os fornecedores e houve uma significativa melhora perene nos indicadores de fidelidade de entrega e de qualidade dos produtos fornecidos, ao longo de nossa cadeia de agregação interna, bem como junto a nossos clientes. Os nove fornecedores avaliados até agora pela nossa central de compras da Alemanha ultrapassaram a pontuação mínima para participarem de cotações internacionais. Mas, infelizmente, nem tudo são flores! Não podemos afirmar que ficamos totalmente satisfeitos e 8/10

9 que os conceitos do lean foram efetivamente absorvidos pela organização. As dificuldades na implantação relatadas neste artigo confirmaram que é necessário muita transparência, disciplina e comprometimento da organização. São requeridos pelo menos 2 anos apenas para levar os conceitos a todos os níveis, mas totalmente insuficientes para perenizá-los, ou parodiando a Toyota, torná-los parte integrante do DNA da empresa. No Lean Summit 2006, perguntei ao James Womack qual o tempo que na experiência dele poderia ser considerado como o ideal para chegarmos à etapa DNA. A resposta foi no mínimo cinco anos, com muita dedicação e determinação do gestor maior da empresa, o que só reforça a premissa que a implantação do lean é um processo tipicamente top-down! Retornando o meu comentário a respeito dos motivos que levam um fornecedor aderir ao programa FFGA da Bosch, as expectativas iniciais nossas nem sempre se confirmaram. Fornecedores que nos pareceram extremamente interessados no programa, melhoraram seus resultados e o sistema de gestão, mas definitivamente não incorporaram os conceitos do lean a seus negócios, e certamente perderão no futuro o que conquistaram ao longo do programa. Outros que subestimamos o interesse no inicio, nos surpreenderam com ótimos resultados, estenderam os conceitos a gestão como um todo, colheram excelentes frutos, inovaram e até iniciaram ações para levarem o conceito a um elo a mais da corrente de agregação de valor. Na verdade, esta febre por poder dizer minha empresa é Lean, nós pensamos de forma enxuta e finalmente nós trabalhamos com nossa produção baseada no takt de nosso cliente, esconde por trás as enormes dificuldades encontradas para de fato realizar o processo de mudança cultural de gerir os negócios demandado pelo lean. Quebras de dogmas e paradigmas, obter o comprometimento e não apenas o envolvimento dos gestores, trabalhar em time, migrar de uma 9/10

10 gestão autocrática para uma mais democrática são apenas algumas das dificuldades que são enfrentadas por aqueles que realmente se propõem a realizar um processo de transformação Lean em suas empresas, ou a ajudar os demais elos da cadeia a caminharem na mesma direção. Em suma, a ficha ainda leva muito tempo para cair, o que na verdade reflete um pouco da inércia que assistimos em nosso país em investir na melhoria da infra-estrutura, realizar a reforma tributaria e outras ações que sem duvida, poderiam levar rapidamente o Brasil a outro patamar de competitividade internacional. Nosso programa pretende atender até o final de 2008 a 32 fornecedores escolhidos pelas unidades de negócio da Bosch, e o último grupo de quatro empresas iniciará sua participação em agosto de 2007 para a avaliação no início de Nossa expectativa é que pelo menos 30 a 40% do total passe a fazer do Lean sua ferramenta de gestão, o que pelo histórico internacional, já nos parece uma meta bastante ambiciosa. Finalmente, ficar reclamando da concorrência chinesa ou esperando que barreiras comerciais protejam as empresas brasileiras, será um erro sem volta! Nós precisamos é fazer as coisas acontecerem! Melhorar a gestão de seus negócios, ganhando competitividade através da eliminação dos desperdícios é o caminho. O Lean Manufacturing dará, com certeza, sustentação a esta mudança de enfoque. * Passos, Edio & Bernhoeft, Renato & Bernhoeft, Renata. Família, Família, Negócios a Parte. Editora Gente 10/10

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla "gestão enxuta", muitas organizações abraçam

processos de qualidade como um todo. Este conceito, muitas vezes como parte de uma iniciativa mais ampla gestão enxuta, muitas organizações abraçam 2 1 FILOSOFIA KAIZEN Segundo IMAI, MASAAKI (1996) KAIZEN é uma palavra japonesa que traduzida significa melhoria continua, que colabora em melhorias sequenciais na empresa como um todo, envolvendo todos

Leia mais

Lean enterprise: a gestão enxuta em busca da excelência

Lean enterprise: a gestão enxuta em busca da excelência Lean enterprise: a gestão enxuta em busca da excelência José Mauro Mendes Pelosi* 1. O conceito atual de competitividade O processo de globalização e a evolução econômica de países emergentes, como China,

Leia mais

O Círculo de Kaizen para a sustentação do Lean. I. Círculo de Kaizen: objetivos, estrutura, vínculos com os negócios e benefícios

O Círculo de Kaizen para a sustentação do Lean. I. Círculo de Kaizen: objetivos, estrutura, vínculos com os negócios e benefícios O Círculo de Kaizen para a sustentação do Lean Marino Kishida* As empresas que iniciaram a jornada lean frequentemente empolgam-se com os ganhos iniciais de produtividade, produção, qualidade, redução

Leia mais

FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN

FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN Oportunidade ideal para gerar resultados reais na sua carreira e empresa. Capacitação com implementação prática de projeto KPO Fevereiro 2016 Informações

Leia mais

Logística Lean: exemplos apresentados no Lean Summit 2010

Logística Lean: exemplos apresentados no Lean Summit 2010 Logística Lean: exemplos apresentados no Lean Summit 2010 Autor: José Roberto Ferro Novembro de 2010 Ao adotar conceitos do Sistema Lean na logística, como Sistema Puxado, Milk Run e Rotas de Abastecimento,

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

Relatório de Boas Práticas

Relatório de Boas Práticas Relatório de Boas Práticas Nome da empresa: SCHULZ S/A CNPJ: 84.693.183/0001-68 Responsável pela prática: Elaine Cristina Schumacher Cardoso Cargo / Função: Coordenadora de Desenvolvimento Organizacional

Leia mais

TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO CURSOS. Formação prática em ferramentas essenciais para a. redução de desperdícios.

TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO CURSOS. Formação prática em ferramentas essenciais para a. redução de desperdícios. TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO 2016 CURSOS Formação prática em ferramentas essenciais para a melhoria dos processos e redução de desperdícios. Desenvolvimento de 1 Pessoas Propósito é o

Leia mais

Iniciando com a Logística Enxuta [1 de 11]

Iniciando com a Logística Enxuta [1 de 11] Iniciando com a Logística [1 de 11] Rogério Bañolas Consultoria ProLean Logística Esta série de artigos foi elaborada de tal forma que os artigos fazem referências uns aos outros. Portanto, para melhor

Leia mais

Gestão Estratégica de Pessoas

Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Estratégica de Pessoas MBA FGV 1 Grandes Decisões sobre Pessoas Fatores que Garantem o Resultado As Tendências e Perspectivas de Gestão de Pessoas em Saúde Gestão de Pessoas e o Balanced Score Card

Leia mais

Programa. Erro Zero Atraso Zero

Programa. Erro Zero Atraso Zero Programa Erro Zero Atraso Zero Introdução O caso de sucesso da Fatto Soluções Contábeis em parceria com o Nibo A Fatto iniciou suas atividades em 2012 e, desde o início, tinha como objetivo oferecer um

Leia mais

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Mapeamento e Padronização de Processos Organizacionais Mateus Pizetta Aline Milani Todos os Direitos Reservados 2014 Introdução: Este material foi

Leia mais

Toyota Way. FDEABrandão. (Fonte de Força Competitiva da Toyota) Antes de você dizer que não consegue fazer alguma coisa, experimente!

Toyota Way. FDEABrandão. (Fonte de Força Competitiva da Toyota) Antes de você dizer que não consegue fazer alguma coisa, experimente! (Fonte de Força Competitiva da Toyota) Antes de você dizer que não consegue fazer alguma coisa, experimente! Sakichi Toyoda - Fundador do grupo TOYOTA. (Fonte de Força Competitiva da Toyota) O é um Ideal,

Leia mais

Sustentabilidade nos Negócios

Sustentabilidade nos Negócios Sustentabilidade nos Negócios Apresentação O programa Gestão Estratégica para a Sustentabilidade foi oferecido pelo Uniethos por nove anos. Neste período os temas ligados à sustentabilidade começam a provocar

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Atuação estratégica dos departamentos jurídicos Marco Antonio P. Gonçalves A atuação estratégica de departamentos jurídicos é um dos principais temas de interesse dos advogados que

Leia mais

Ajudando você a fazer a diferença!

Ajudando você a fazer a diferença! Diretores da Lannes Consulting Luciano Lannes Consultor Organizacional e Palestrante com foco no Trabalho em Equipe e o processo de aprendizagem organizacional, visa o desenvolvimento empresarial e a educação

Leia mais

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo.

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. A Manutenção Produtiva Total (TPM) tem sido uma ferramenta muito importante para os setores de manufatura intensivos em equipamentos.

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

O guia do profissional de Recursos Humanos. Como melhorar o desenvolvimento da equipe

O guia do profissional de Recursos Humanos. Como melhorar o desenvolvimento da equipe O guia do profissional de Recursos Humanos Como melhorar o desenvolvimento da equipe 1 Introdução 03 Conhecendo as dores do seu time 05 Investir nos colaboradores! 08 Estabelecendo metas 11 A meditação

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014 Portfólio de Treinamentos Exo Excelência Operacional // 2014 Treinamentos Exo Excelência Operacional A Exo Excelência Operacional traz para você e sua empresa treinamentos fundamentais para o desenvolvimento

Leia mais

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte

Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Estratégico Previsão do Negócio Estrutura Hierárquica de Planejamento e Controle da Produção Estratégico Entradas Ações Saídas Fonte Mercados e demandas de longo prazo. Competidores. Fatores econômicos,

Leia mais

ESTUDO DE ADERÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA ÀS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETO

ESTUDO DE ADERÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA ÀS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETO ESTUDO DE ADERÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA ÀS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE PROJETO Valdir Furlan Junior 1 (valdirfurlanjr@gmail.com) Álvaro Azevedo Cardoso 1 (azevedo@unitau.br)

Leia mais

GESTÃO DO DESEMPENHO EM GESTÃO DE PESSOAS NA ESFERA PÚBLICA

GESTÃO DO DESEMPENHO EM GESTÃO DE PESSOAS NA ESFERA PÚBLICA GESTÃO DO DESEMPENHO EM GESTÃO DE PESSOAS NA ESFERA PÚBLICA SONIA RIOS Economista / Administradora de Empresas Gestão Privada e Pública / Psicóloga Consultora Empresarial Especialista em Gestão Estratégica

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

Maximizando o Ciclo de Vida do Lean

Maximizando o Ciclo de Vida do Lean Maximizando o Ciclo de Vida do Lean Nos últimos anos, muitas empresas tiveram contato com o Lean e se impressionaram com os ganhos que poderiam obter. Tratava-se de uma nova abordagem de negócios, e que

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

Ciclos de Melhoria Contínua no Chão de Fábrica

Ciclos de Melhoria Contínua no Chão de Fábrica Ciclos de Melhoria Contínua no Chão de Fábrica Estrutura, Ferramentas e Lições Aprendidas Palestrante: Fernando Coelho Apresentação: Fernando Coelho Formação: Técnico em Eletrônica pela Escola Téc. Federal

Leia mais

A COMUNICAÇÃO EM GESTÃO DE RISCOS E OS PARADIGMAS DO PENSAMENTO SISTÊMICO

A COMUNICAÇÃO EM GESTÃO DE RISCOS E OS PARADIGMAS DO PENSAMENTO SISTÊMICO A COMUNICAÇÃO EM GESTÃO DE RISCOS E OS PARADIGMAS DO PENSAMENTO SISTÊMICO Adm. Marlene Carnevali, PMP, PMI_RMP 1 Adm. Marlene Carnevali, PMP, PMI-RMP marlene@prorisks.com.br www.prorisks.com.br Neste artigo

Leia mais

A importância do líder para os projetos e para as organizações.

A importância do líder para os projetos e para as organizações. Instituto de Educação Tecnológica Pós-Graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 21 de Agosto e 2015 A importância do líder para os projetos e para as organizações. Dêmille Cristine da Silva Taciano Analista

Leia mais

Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report

Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report Avaliação de: Sr. José Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: 11/06/2014 Perfil Caliper Gerencial e Vendas

Leia mais

NOVAS HABILIDADES PARA O DEPARTAMENTO DE TI ORIENTADO A SERVIÇOS

NOVAS HABILIDADES PARA O DEPARTAMENTO DE TI ORIENTADO A SERVIÇOS NOVAS HABILIDADES PARA O DEPARTAMENTO DE TI ORIENTADO A SERVIÇOS Ser o líder de TI de uma empresa pode ser uma situação bem parecida com estar em uma plataforma de petróleo em chamas. O departamento de

Leia mais

Motivando Equipes em Tempos de Crise. Rackel Valadares Maio/2013

Motivando Equipes em Tempos de Crise. Rackel Valadares Maio/2013 Motivando Equipes em Tempos de Crise Rackel Valadares Maio/2013 Motivando Equipes em Tempos de Crise O que é Motivação? August 26, 2013 Slide 2 2009 GXS, Inc. Motivando Equipes em Tempos de Crise Motivação

Leia mais

LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS

LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS Sandra Mara Matuisk Mattos (DECON/UNICENTRO) smattos@unicentro.br, Juliane Sachser Angnes (DESEC/UNICENTRO), Julianeangnes@gmail.com

Leia mais

Como sobreviver e crescer em tempos de crise? Como tornar sua empresa mais produtiva?

Como sobreviver e crescer em tempos de crise? Como tornar sua empresa mais produtiva? Portfólio 2015 IP Como sobreviver e crescer em tempos de crise? Como tornar sua empresa mais produtiva? Como fazer com que as pessoas trabalhem mais e felizes? Como implantar um modelo de gestão de vanguarda?

Leia mais

MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MBA EM LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS 1 - JUSTIFICATIVA A gestão do fluxo de valor agregado pelas organizações exige contemplar toda a cadeia de suprimentos de forma a identificar e

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

Motivar a sua equipe: O grande desafio da Liderança

Motivar a sua equipe: O grande desafio da Liderança Motivar a sua equipe: O grande desafio da Liderança Existem diversos textos sobre Gestão sendo publicados diariamente, e dentre eles, muitos tratam do tema liderança, que certamente é um dos assuntos mais

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de

Leia mais

ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1

ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1 ONDE OS PROJETOS FALHAM? Manuel da Rocha Fiúza BRANCO, Jr 1 RESUMO Diversos profissionais relatam dificuldades em coordenar adequadamente projetos sob sua responsabilidade. Muitos fatores que influenciam

Leia mais

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Avaliação de: Sr. João Vendedor Preparada por: Consultor Caliper consultor@caliper.com.br Data: Copyright 2012 Caliper & Tekoare. Todos os direitos

Leia mais

ESTUDO DE CASO 1: ROBERT BOSCH

ESTUDO DE CASO 1: ROBERT BOSCH ESTUDO DE CASO 1: ROBERT BOSCH Dados fornecidos por Carlos Alberto Maziero, coordenador de planejamento de carreira e desenvolvimento organizacional (Central, Campinas, SP); Antonio Marcos Vicentini, assessor

Leia mais

Ambiente de Controles Internos

Ambiente de Controles Internos Ambiente de Controles Internos Agosto/2012 Gerência de Gestão de Riscos, Compliance e Controles Internos Gestão de Controle Interno Responsabilidades GESTÃO DE RISCOS AUDITORIA INTERNA Mapeamento dos Riscos

Leia mais

Módulo 5. Implementação do BSC para um negócio específico, definição de objetivos, apresentação de casos reais e exercícios

Módulo 5. Implementação do BSC para um negócio específico, definição de objetivos, apresentação de casos reais e exercícios Módulo 5 Implementação do BSC para um negócio específico, definição de objetivos, apresentação de casos reais e exercícios Implementando BSC para um negócio específico O BSC é uma estrutura para desenvolvimento

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE PRODUTIVIDADE MELHORIA CONTÍNUA / KAIZEN CONCEITOS FUNDAMENTAIS Conceituar Melhoria Contínua e sua importância no contexto

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

O papel da gerência em um ambiente de manufatura lean. Gary Convis, Presidente, Toyota Motor Manufacturing de Kentucky

O papel da gerência em um ambiente de manufatura lean. Gary Convis, Presidente, Toyota Motor Manufacturing de Kentucky O papel da gerência em um ambiente de manufatura lean Gary Convis, Presidente, Toyota Motor Manufacturing de Kentucky Tradução: Diogo Kosaka Gostaria de compartilhar minha experiência pessoal como engenheiro

Leia mais

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM

5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM 5º Workshop Planejamento Estratégico UFAM Oficina 2 Grupo G1 28/01/2015 SUMÁRIO Abertura Matriz SWOT Perspectivas do BSC e Objetivos Estratégicos Mapa Estratégico Vetores Formulação Estratégica Abertura

Leia mais

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology C O B I T Control Objectives for Information and related Technology Goiânia, 05 de Janeiro de 2009. Agenda Evolução da TI Desafios da TI para o negócio O que é governança Escopo da governança Modelos de

Leia mais

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização.

É recomendável ordenar e responder apenas àquelas perguntas que podem efetivamente contribuir para um aprofundamento da análise da organização. Roteiro de Apoio Análise da Sustentabilidade Institucional Antonio Luiz de Paula e Silva alpsilva@fonte.org.br 1 O presente documento apresenta uma série de perguntas para ajudar no levantamento de dados

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança Premium The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança Premium The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança Premium The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Jose Exemplo Preparada por: Consultor Caliper consultor@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança Premium The

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA RECENTE EXPERIÊNCIA DE FURNAS EM P&D SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPD - 07 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XV GRUPO DE INOVAÇÃO TECONOLÓGICA, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO - GPD AVALIAÇÃO

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS MENSAGEM DO PRESIDENTE O cooperativismo vive seu momento de maior evidência. O Ano Internacional das Cooperativas, instituído

Leia mais

De Barnaby S. Donlon, consultor sênior, Balanced Scorecard Collaborative

De Barnaby S. Donlon, consultor sênior, Balanced Scorecard Collaborative Construção de um programa de desdobramento De Barnaby S. Donlon, consultor sênior, Balanced Scorecard Collaborative Como ter a certeza de que a implementação do Balanced Scorecard promoverá a execução

Leia mais

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com

www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com www.dehterakm.com beatriz@dehtearkm.com Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo

Leia mais

6dicas para desenvolver

6dicas para desenvolver 6dicas para desenvolver estratégias da sua propriedade rural, elaborando Missão, Visão e Valores Implemente um planejamento e gestão realmente eficazes para nortear colaboradores e empreendimentos agro.

Leia mais

VALUE BASED MANAGEMENT (Gerenciamento Baseado no Valor - GBV) - PARTE ll

VALUE BASED MANAGEMENT (Gerenciamento Baseado no Valor - GBV) - PARTE ll VALUE BASED MANAGEMENT (Gerenciamento Baseado no Valor - GBV) - PARTE ll! Como implantar com sucesso?! Quais os passos para sua implantação?! O foco na criação de valor para o acionista. Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2 de um Escritório - O Escritório como mecanismo para gerar excelência operacional, aumentar a visibilidade gerencial e fomentar a inovação - Introdução...2 Visão Geral dos Papéis Estratégicos... 3 Papel

Leia mais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais

Evolução da Disciplina. Modelo de Gestão CONTEXTUALIZAÇÃO. As Funções Gerenciais e as Mudanças. As Funções Gerenciais Evolução da Disciplina Modelos de Gestão Aula 1: Principais Modelos das Teorias da Administração Aula 2: Origem, Evolução, Classificação e Tipologia das Organizações Aula 3: Termos comuns às Organizações;

Leia mais

Ministério Público do Estado de Goiás

Ministério Público do Estado de Goiás Ministério Público do Estado de Goiás Apresentação Inicial PMO Institucional MP-GO 1 Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Em muitos casos

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS: 3 grandes problemas de modelam 1

NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS: 3 grandes problemas de modelam 1 NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS: 3 grandes problemas de modelam 1 Henrique Lian O problema com as pessoas que falam de Negócios Sustentáveis é que a maioria delas não tem a menor ideia do que é ser sustentável,

Leia mais

FILOSOFIA DO SERVIÇO DE PÓS-VENDA TOYOTA

FILOSOFIA DO SERVIÇO DE PÓS-VENDA TOYOTA FILOSOFIA DO SERVIÇO DE PÓS-VENDA TOYOTA Toyota do Brasil Pós-venda Capítulo 1 - O que o Cliente espera do Serviço de Pós-Venda Capítulo 2 - A Filosofia do Serviço de Pós-Venda Toyota Definindo a Filosofia

Leia mais

A APRENDIZAGEM DE LOGÍSTICA, RH, OSM, ÉTICA: OPINIÃO DE ADMINISTRADORES E GRADUANDOS SOBRE A METODOLOGIA DE ENSINO ¹

A APRENDIZAGEM DE LOGÍSTICA, RH, OSM, ÉTICA: OPINIÃO DE ADMINISTRADORES E GRADUANDOS SOBRE A METODOLOGIA DE ENSINO ¹ A APRENDIZAGEM DE LOGÍSTICA, RH, OSM, ÉTICA: OPINIÃO DE ADMINISTRADORES E GRADUANDOS SOBRE A METODOLOGIA DE ENSINO ¹ DIOSKELLY ABDO² LORHANNY RODRIGUES SANTOS³ LILIANA ARAUJO⁴ MARCO AURÉLIO CAIXETA⁵ PEDRO

Leia mais

Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação

Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação Um ambiente em constante mutação, com alterações cada vez mais rápidas e significativas, exige uma empresa com capacidade de adaptação crescente ao

Leia mais

Liderança e Produtividade. ALBERTO PEZEIRO Sócio-Fundador e CEO pezeiro@setadg.com.br 11 98110-0026

Liderança e Produtividade. ALBERTO PEZEIRO Sócio-Fundador e CEO pezeiro@setadg.com.br 11 98110-0026 Liderança e Produtividade ALBERTO PEZEIRO Sócio-Fundador e CEO pezeiro@setadg.com.br 11 98110-0026 1 Definindo o perfil de Liderança que devemos ter na Organização para garantir o aumento da Produtividade

Leia mais

Eixo Anhanguera-Bandeirantes virou polo lean, diz especialista

Eixo Anhanguera-Bandeirantes virou polo lean, diz especialista Eixo Anhanguera-Bandeirantes virou polo lean, diz especialista Robson Gouveia, gerente de projetos do Lean Institute Brasil, detalha como vem evoluindo a gestão em empresas da região O eixo Anhanguera

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Ensino, inovação tecnológica, desenvolvimento regional, estudos comparativos:

PALAVRAS-CHAVE: Ensino, inovação tecnológica, desenvolvimento regional, estudos comparativos: O IMPACTO CAUSADO PELA IMPLANTAÇÃO DA UNIDADE DO CEFET NA CIDADE DE PATO BRANCO-PR: UM ESTUDO COMPARATIVO Herus Pontes 1 Joscely Maria Bassetto Galera 2 Marta Helena Dias da Silveira 3 RESUMO Este trabalho

Leia mais

PRINCÍPIOS CORPORATIVOS

PRINCÍPIOS CORPORATIVOS PRINCÍPIOS CORPORATIVOS Os princípios corporativos do grupo Witzenmann Witzenmann GmbH Östliche Karl-Friedrich-Str. 134 75175 Pforzheim Telefone +49 7231 581-0 Fax +49 7231 581-820 wi@witzenmann.com www.witzenmann.de

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras

Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras VAMOS ACABAR COM A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NAS RODOVIAS BRASILEIRAS parceria estratégica parceria técnica Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração

Leia mais

O que é um Analista Profiler?

O que é um Analista Profiler? O que é um Analista Profiler? Profissional Preparado e Capacitado que tem em mãos um vasto conhecimento sobre os perfis comportamentais. Apaixonado pelo Desenvolvimento Humano e preocupado com o Desenvolvimento

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO NA GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL

A PARTICIPAÇÃO DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO NA GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. A PARTICIPAÇÃO DOS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO NA GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL Júlio César de Almeida (FASA) julioc.almeida@hotmail.com Gisele Figueiredo Braz

Leia mais

REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011

REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011 REMUNERAÇÃO ESTRATÉGICA SETEMBRO 2.011 AS EMPRESAS Mapa Estratégico Menos níveis hierárquicos Foco no Cliente Novas Lideranças Gestão por processos O RH parceiro da estratégia Terceirizações Foco no core

Leia mais

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA UNIVERSIDADE COOPERATIVA Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA Educação Empresarial - Treinamento

Leia mais

Instruções para elaboração de um PLANO DE PROJETO

Instruções para elaboração de um PLANO DE PROJETO INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA PROGRAMAS CERTIFICATES Instruções para elaboração de um PLANO DE PROJETO I - APRESENTAÇÃO Estas instruções possuem como propósito: a) Estruturar processo de elaboração

Leia mais

Alinhamento entre Estratégia e Processos

Alinhamento entre Estratégia e Processos Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão

Leia mais

Criando uma equipe vencedora

Criando uma equipe vencedora Criando uma equipe vencedora Como montar uma equipe vencedora? Hoje em dia, empresas de todos os tamanhos têm um objetivo em comum: fazer mais com menos. Desde a crise financeira global, alcançar novos

Leia mais

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE A ESTRUTURA DA GESTÃO DE PROJETOS Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br SUMÁRIO Importância do Gerenciamento de Projetos. Benefícios do Gerenciamento de Projetos Gerenciamento

Leia mais

Unidade III ORIENTAÇÃO E PRÁTICA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO EM AMBIENTES ESCOLARES E NÃO ESCOLARES. Prof. Tarciso Oliveira

Unidade III ORIENTAÇÃO E PRÁTICA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO EM AMBIENTES ESCOLARES E NÃO ESCOLARES. Prof. Tarciso Oliveira Unidade III ORIENTAÇÃO E PRÁTICA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO EM AMBIENTES ESCOLARES E NÃO ESCOLARES Prof. Tarciso Oliveira 7. A gestão da educação em ambientes não escolares A pedagogia como ciência da educação

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

5 DICAS DE GESTÃO EM TEMPOS DE CRISE. Um guia prático com 5 dicas primordiais de como ser um bom gestor durante um período de crise.

5 DICAS DE GESTÃO EM TEMPOS DE CRISE. Um guia prático com 5 dicas primordiais de como ser um bom gestor durante um período de crise. 5 DICAS DE GESTÃO EM TEMPOS DE CRISE Um guia prático com 5 dicas primordiais de como ser um bom gestor durante um período de crise. INTRODUÇÃO Gerir uma empresa não é uma tarefa fácil, mas em tempos de

Leia mais

GembaConsulting. Aumentamos a LUCRATIVIDADE e COMPETITIVIDADE. de nossos clientes

GembaConsulting. Aumentamos a LUCRATIVIDADE e COMPETITIVIDADE. de nossos clientes Aumentamos a LUCRATIVIDADE e COMPETITIVIDADE de nossos clientes Atuação em todos os processos e atividades industriais ou administrativas que ocorrem entre a realização do pedido e a entrega do produto

Leia mais

Escritório de Gerenciamento de Projetos ( Project Management Office PMO)

Escritório de Gerenciamento de Projetos ( Project Management Office PMO) MBA em Gestão de Projetos Escritório de Gerenciamento de Projetos ( Project Management Office PMO) Flávio Feitosa Costa, MSc. PMP (flaviopmp@gmail.com) MBA em Gerência de Projetos Escritório de Gerenciamento

Leia mais

As pessoas tendem a prestar mais atenção àquilo que é avaliado e medido, pois é justamente o mensurável que a organização traduz em recompensa.

As pessoas tendem a prestar mais atenção àquilo que é avaliado e medido, pois é justamente o mensurável que a organização traduz em recompensa. Projeto para um Estudo da Contribuição ao Estudo da Qualidade como Instrumento de Gestão Estratégica aplicado as empresas situadas na região de Tangará da Serra Estado de Mato Grosso Brasil. Ivon de Mello

Leia mais

"BUSSINES PLAN"- PLANO DE NEGÓCIOS

BUSSINES PLAN- PLANO DE NEGÓCIOS "BUSSINES PLAN"- PLANO DE! Os componentes do Business Plan.! Quem precisa fazer um Business Plan! Colocando o Business Plan em ação Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas

Leia mais

Gestão Estratégica de RH. José Renato S. Santiago Jr.

Gestão Estratégica de RH. José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura Organizacional

Leia mais

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina?

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina? Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web Quem é a professora responsável? Qual o objetivo da disciplina? Como estudar e obter nota para aprovação? Qual é a bibliografia básica?

Leia mais

competências FUNcioNaiS COMUNICAÇÃO INTERNA

competências FUNcioNaiS COMUNICAÇÃO INTERNA competências FUNcioNaiS COMUNICAÇÃO INTERNA DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS aprendiz SabEr Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando

Leia mais

Implantação do processo de manutenção de conjunto de força de locomotivas da EFC

Implantação do processo de manutenção de conjunto de força de locomotivas da EFC Implantação do processo de manutenção de conjunto de força de locomotivas da EFC Tiago Tenório 1 *, Jediel Grangeiro 1, Evanaldo Brandão 2 1 lanejamento e recursos de material rodante EFC Vale S.A. 2 Manutenção

Leia mais

O PAPEL EMPREENDEDOR NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE * PALAVRAS-CHAVE: Sistema de Gestão da Qualidade. Representante da Diretoria. ISO 9001.

O PAPEL EMPREENDEDOR NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE * PALAVRAS-CHAVE: Sistema de Gestão da Qualidade. Representante da Diretoria. ISO 9001. O PAPEL EMPREENDEDOR NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE * Adalberto Luiz de Souza ** RESUMO: Este texto tem por finalidade descrever o papel do representante da direção, referente ao atendimento de requisito

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 Even e Junior Achievement de Minas Gerais UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Resultados Conquistados... 3 Resultados do Projeto... 4 Programa Finanças Pessoais... 5 Conceitos

Leia mais