SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Perícia judicial ambiental: Características e campo de atuação profissional

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1 SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Perícia judicial ambiental: Características e campo de atuação profissional Vinicius Roveri Docente - Curso Tecnologia em Gestão Ambiental UNAERP de Ribeirão Preto Campus Guarujá Priscila Santos de Oliveira Discente Curso Tecnologia em Gestão Ambiental UNAERP de Ribeirão Preto Campus Guarujá Tainá Melo Pereira Discente Curso Tecnologia em Gestão Ambiental UNAERP de Ribeirão Preto Campus Guarujá Este simpósio tem o apoio da Fundação Fernando Eduardo Lee Resumo: A Perícia Judicial Ambiental tornou-se uma área técnica específica de atuação para os profissionais da área de meio ambiente. O objetivo da perícia é esclarecer tecnicamente a existência ou não de ameaça ou dano ambiental. Porém, o desconhecimento dos trâmites a serem seguidos pelo perito acaba desencorajando o desenvolvimento profissional nesta área. O presente artigo visa criar um meio de comunicação e informação aos profissionais que desejam militar nesta importante área. Desta maneira, o artigo discutiu sobre o conceito de perícia e perito judicial. Diferenças entre peritos e assistentes técnicos, além também, de descrever quais os passos que devem ser dados pelo perito e assistentes, para que ele possa concluir satisfatoriamente o laudo pericial e prestar um bom serviço ao sistema judiciário e à sociedade. Palavras chaves: Perícia Judicial; Perito Ambiental; Laudo Pericial; Seção 1 Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental Meio Ambiente. Apresentação: Painel 1. Introdução A partir da promulgação da Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), houve uma intensa mudança nas rotinas dos tribunais, que já não dão conta de inúmeros processos movidos pela coletividade, pelo Ministério Público e pelo Estado no exercício da proteção dos recursos naturais, alvo de intensas degradações, principalmente após o advento da Revolução Industrial. 1

2 Nas ações judiciais sobre o meio ambiente é que surge a necessidade da Perícia Ambiental, prevista no Código de Processo Civil (artigos 420 a 439 da Seção VII, Cap. VI Das Provas). A prova pericial é solicitada sempre que, na averiguação da verdade dos fatos, faz-se necessária a atuação de profissionais com conhecimentos técnico-científicos especializados. Na área ambiental as informações e documentos não bastam para elucidar o caso e, muitas vezes, a averiguação da existência do fato danoso e dos efeitos prejudiciais depende de prova técnica que somente pode ser produzida por profissionais especializados na área. A perícia ambiental é multidisciplinar, e pode ser desenvolvida por diversos profissionais formados na área ambiental (biólogos, engenheiros, tecnólogos, geólogos, advogados, entre outros). A atividade pericial em meio ambiente é regida pelo Código de Processo Civil, bem como as demais modalidades de perícias. E, em razão da especificidade das questões ambientais, esta atividade deve ser amparada na Legislação Ambiental vigente no âmbito Federal, Estadual e Municipal. A Perícia Ambiental tornou-se, assim, uma área técnica específica de atuação profissional, sendo o seu objetivo, esclarecer tecnicamente a existência ou não de ameaça ou dano ambiental. Designado pelo Juiz, o Perito Judicial, a priori, é o profissional de confiança do Juízo, e muitas vezes, esta confiança esta baseada em atitudes dentro dos padrões morais e éticos, em equilíbrio com a capacitação técnica. Logo, o Perito deve estar apto a dirimir as dúvidas em fase processual específica e preencher os requisitos legais exigidos no Código de Processo Civil (art. 145 e s seguintes). Porém, o que se tem notado na atualidade, é a alta demanda por perícias ambientais, e a escassez de profissionais capacitados para a realização de periciais ao judiciário, muitas vezes por desconhecimento dos transmites que devem ser seguidos durante o processo. Neste contexto, o objetivo deste artigo será apresentar as principais características da perícia judicial, e orientar o futuro profissional, sobre os transmites a seres seguidos pelo profissional da área de meio ambiente com vistas a atender o judiciário. Na primeira parte do artigo, serão apresentadas as principais características da perícia e as responsabilidades do perito judicial. A segunda e última parte demonstrará os caminhos que o profissional deve seguir, desde a sua nomeação como perito, até a concretização do laudo pericial. Os referenciais teóricos dos textos que serão discutidos posteriormente foram baseados nos autores: Almeida (2008), Juliano (2007) e KASKANTZIS (2009), entre outros. O presente artigo não possui a pretensão de esgotar o assunto, e sim, abrir caminhos para novas pesquisas. 2. Perícia Judicial: Conceitos Iniciais Serão apresentados neste primeiro momento, os principais conceitos que regem o trabalho da perícia judicial. Definições de: perícia, perito, 2

3 quesitos, provas e laudo pericial, além também dos assistentes técnicos. Os referenciais teóricos dos textos que serão discutidos posteriormente foram baseados nos autores: Almeida (2008), Juliano (2007) e KASKANTZIS (2009). 2.1 Perícia: definição Segundo Juliano (2007,p.05): A perícia é o exame realizado por técnico, ou pessoa de comprovada aptidão e idoneidade profissional, para verificar e esclarecer um fato, ou estado, ou a estimação da coisa que é objeto de litígio ou processo, que com um deles tenha relação ou dependência, a fim de concretizar uma prova ou oferecer o elemento que necessita a justiça para poder julgar. A partir das definições propostas pelo autor, pode-se concluir então: que perícia é o processo pelo qual o especialista, realiza os exames de determinadas situações. Já pela definição de Almeida (2008,p.15), citando o dicionário Aurélio: perícia quer dizer habilidade, destreza, conhecimento, ciência, como também vistoria ou exame de caráter técnico e especializado. A etimologia da palavra perícia é derivada do latim perítia, que significa: conhecimento adquirido pela experiência que resulta em saber, talento e perícia. É o exame ou vistoria de caráter técnico especializado. (KASKANTZIS,2009,p.06). A perícia pode ocorrer no âmbito judicial e extra-judicial. A realização da perícia judicial, foco das discussões deste artigo, ocorre quando a prova do fato depende de conhecimento técnico ou científico, e desta forma, o juiz necessitará de um perito. (JULIANO,2007,p.06). Outro ponto importante citado por Juliano 2007, é que os juízes não poderão se valer de conhecimentos técnicos pessoais para dispensar a perícia. Almeida 2008, corroborando as palavras de Juliano 2007 complementa: (...)As perícias judiciais são aquelas que ocorrem, portanto, no âmbito da justiça, podendo ocorrer em diferentes tipos de ação, tais como: execuções, desapropriações, demarcações, alvarás, inventários, usucapião, separação litigiosa, área ambiental, entre outras (...) É um direito das partes envolvidas no processo que somente poderá ser negado se a prova não necessitar conhecimento técnico, se for desnecessária em vistas de outras provas produzidas, ou for impraticável a sua verificação.(...)podem solicitar a perícia, os Juízes, Promotores, Autoridades Policiais em Inquéritos criminais, Civil ou Militar. Defensor das Partes.(...) 2.2 Peritos e Assistentes Técnicos: Definição 3

4 Uma vez conhecida as definições de perícia, ALMEIDA (2008,p.16), conceitua a definição de perito. O perito é o profissional legalmente habilitado, idôneo e especialista, convocado para realizar uma perícia. O mesmo autor, utilizando as definições do dicionário Aurélio, conclui que: o perito traduz as qualidades de experiente, experimentado, prático, versátil, sabedor, hábil, especialista. Podem ser peritos judiciais os profissionais de nível superior, que comprovarão sua especialidade na matéria que irão opinar, mediante certidão do órgão profissional em que estiverem inscritos. O Artigo 145, 1º (CPC), com a redação dada pela Lei 7.270/84 reafirma que os peritos serão escolhidos entre profissionais de nível universitário. Desta forma, pode-se concluir que a perícia judicial ambiental, por ser multidisciplinar, poderá ser realizada por qualquer profissional de nível superior, capacitado para tal, e que tenha registro em conselho de classe, exemplos: biólogos, tecnólogos ambientais, engenheiros, geólogos, geógrafos, químicos, além de advogados, economistas, administradores, que tenham especialização na matéria ambiental. Com relação às possibilidades de atuação do perito judicial, Juliano (2007.p.09) explica: Estes peritos nomeados pelo juiz poderão atuar na justiça federal ou estadual. O juiz poderá responder por uma ou mais varas, situação freqüente em regiões compostas por pequenos municípios que dispõem cada um de uma vara cível. O juiz é responsável por duas ou mais varas, também, nos casos de férias de outros juízes, ou quando preenche função nos períodos entre a data em que um juiz deixa o cargo e a data em que outro assume a titularidade. Nesses casos, são chamados de juízes substitutos. Tudo que ocorre nas varas de justiça cível, se aplicam nas varas federais, sendo assim, as condições de mercado são diversas ao perito judicial. Quanto à responsabilidade e perfil do profissional da perícia judicial ambiental, KASKANTZIS (2009,p.08), explica que ele deverá ser: leal, diligente, honesto, escrupuloso, cuidadoso, sincero e imparcial. Deve também, é claro, apresentar um trabalho de boa qualidade. Ainda utilizando-se as palavras da KASKANTZIS, pode-se compreender que diligências, são todas as atividades necessárias à confecção do laudo. As diligências podem ser: (...)Ida a arquivos públicos em busca de documentos, a fim de averiguar fatos de que a perícia trata ou pretende fundamentar as conclusões do laudo; Ouvir testemunho de pessoas que viram ou acompanharam os fatos; Vistorias, registradas ou não, com fotos; Reunião com os assistentes técnicos das partes;(...) As palavras de KASKANTZIS são fundamentais, porque não existe exclusividade nos serviços do perito, pois o mesmo não é um funcionário da 4

5 justiça, sendo assim, nada obriga o juiz a continuar nomeando um profissional que presta um serviço aquém do que ele deseja. Da mesma forma, caso o juiz seja promovido para outro fórum, e o trabalho seja de qualidade, o perito poderá ser nomeado neste novo fórum, podendo assim, aumentar seu campo de atuação. Com relação aos assistentes técnicos das partes, cada parte tem direito a nomear um assistente técnico cada uma para poder acompanhar o processo e a atuação do perito nomeado pelo juiz. Juliano (2007,p.17) explica: (...)Cada assistente técnico elabora um laudo, assim como o perito, sobre o mesmo assunto. Nada impede que os assistentes técnicos assinem juntos o laudo do perito, quando concordam com ele. Eles também podem expressar a concordância com o laudo do perito através de petições ou pareceres isolados.(...). Ainda com relação à diferenciação entre perito e assistente técnico, é importante complementar as informações com relação aos motivos de suspeição e escusa que o perito e os assistentes técnicos estão sujeito. De acordo com o único redação pela Lei 8.455/92 A escusa será apresentada no prazo de cinco dias, contados da intimação ou do impedimento superveniente ao compromisso, sob pena de se reputar renunciando o direito a alegá-la. Como explica Juliano (2007,p.22), o perito verificará se há algum impedimento ou suspeição legal. Os motivos de suspeição do perito são os mesmos dos juízes (Juliano 2007). Os motivos podem ser assim exemplificados: - Se o perito for parte no processo; Se estiver trabalhando no processo com outra função; Se alguma das partes for parente seu, consanquíneo ou afim, em linha reta ou, na colateral, até o terceiro grau; Quando pertencer a órgão que a parte é causa; Não versar sobre a matéria da perícia; Se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes; Herdeiro ou empregador de alguma das partes; Receber dádivas, antes ou depois de iniciado um processo; Aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa; Interessado no julgamento da causa em favor de uma das partes; (Juliano 2007). Por último, pode-se dizer que diferentemente dos peritos e juízes, os assistentes técnicos não estão sujeitos a suspeição (Art. 422 do CPC). Sendo assim, podem apresentar parentesco com as partes e, até mesmo, trabalharem sem receber honorários. Quem paga os honorários do perito, é quem solicita a perícia no processo, já cada assistente será pago pelas partes que os contratou. (Almeida 2008,p.25). 5

6 2.3 Provas, Quesitos e Laudo Pericial Segundo Almeida (2008,p.37): (...)A prova pericial consiste em exames, vistorias e avaliação. Como o juiz não é conhecedor de todas as técnicas disponíveis, e não possui conhecimentos científicos ou técnicos para tal, nem deveria conhecer, é claro, ele procura e nomeia pessoas de sua confiança, que atendam a matéria a ser julgada. (percebam, a nomeação depende de um bom trabalho do perito)grifo meu (...). Segundo o CPC, código processual civil de 2002: Todos os meios legais, bem como os moralmente legítimos, ainda que não especificados nesse código, são hábeis para provar a verdade dos fatos em que funda a ação ou a defesa. São Provas, portanto, aceitas: Depoimento Pessoal; Confissão; Exibição de documentos ou coisa; Prova testemunhal; Prova Pericial, e estas provas resultarão no laudo pericial (JULIANO,2007,P.39). O laudo pericial é o resultado da perícia, expresso em conclusões escritas e fundamentadas, onde serão apontados os fatos, circunstâncias, princípios e parecer sobre a matéria submetida a exame do especialista, adotando-se respostas objetivas aos quesitos (JULIANO 2007, apud BUSTAMANTE 1994). Ainda sobre os laudos, KASKANTZIS (2009,P.49), explica que: (...)dentro da qualidade do trabalho, o perito deve apresentar os seus laudos de maneira clara, sem ser prolixo, com fundamentação técnica necessária, cumprindo o prazo determinado para a entrega do laudo, além do mais, o juiz não está adstrito ao laudo pericial, podendo assim, utilizar outros elementos ou fatos provados no processo para formar a sua convicção.(...) Sobre os quesitos, pode-se afirmar que são perguntas ou questões formuladas ao perito e assistentes técnicos, concernentes aos fatos da causa, que constituem o objeto da perícia. Os quesitos estão sujeitos à aprovação do juiz, e pelas palavras de Almeida (2008), pode-se verificar ainda: Os quesitos de uma perícia ambiental são as questões formuladas pelas partes envolvidas no processo e que devem ser respondidas de forma técnica e imparcial, buscando esclarecer os interessados a respeito da matéria em análise. Para se responder os quesitos de uma perícia ambiental utilizam-se dados técnicos das normas, fotografias, referências bibliográficas especializadas, modelos matemáticos, questionários de respostas, visitas ao local em análise, 6

7 resultados de análises de laboratório, entre outros. (ALMEIDA,2008,P.35). Complementando a definição de Almeida, Juliano 2007 apud Bustamante 1994 explica: Na maioria das vezes, os quesitos são formulados pelos advogados das partes, sendo que o mais indicado seria que o fizessem sob a orientação de seus respectivos assistentes técnicos, se estes tiverem sido indicados, pois as argüições devem ser pertinentes à matéria em causa, envolvendo questões técnicas a serem elucidadas pelo perito e pelo assistente técnico da parte contrária. Segundo as informações contidas no CPC (Código Processual Civil), conceitua-se finalmente sobre os quesitos: Art. 425-CPC Poderão as partes apresentar, durante a diligência, quesitos suplementares. Da juntada dos quesitos aos autos dará o escrivão ciência à parte contrária. Art. 426-CPC Compete ao juiz: I- indeferir quesitos impertinentes; II- formular os que entender necessários ao esclarecimento da causa 2.4 Prazos da perícia judicial As atividades que envolvem a perícia judicial, de acordo com o CPC, possuem prazos que precisam ser observados e respeitados por todos os envolvidos no processo. O laudo do perito, por exemplo, deve ser apresentado no prazo fixado pelo juiz, e sempre com antecedência igual ou maior a 20 (vinte) dias da audiência de instrução e julgamento. Caso o perito não consiga realizar o laudo dentro do tempo fixado pelo juiz, ele deverá pedir prorrogação. Deve-se respeitar o prazo dado pelo juiz, podendo solicitar prorrogação por apenas 1 (uma) vez, deixando claro no pedido, os motivos que o levam a pedir a prorrogação. (KASKANTZIS, 2009,P.56). Ainda segundo Juliano (2007,P.44), os motivos mais frequentes são: Perícia muito extensa; Acúmulo sazonal de perícias; Grande volume de trabalho, acumulando atividades judiciais e extrajudiciais; Dificuldade de encontrar alguém que dê acesso ao interior do imóvel objeto de perícia. Uma vez entregue o laudo do perito, os assistentes técnicos apresentarão os seus laudos até 10 dias após a apresentação do laudo do perito. A apresentação do laudo do assistente independe de sua intimação, cabendo à parte interessada providenciar para que este apresente o laudo dentro do prazo. A entrega do laudo do assistente técnico fora do prazo 7

8 autoriza a sua retirada dos autos, quando é requerida pela outra parte. (ALMEIDA 2008, JULIANO 2007 e KASKANTZIS, 2009). 3. Perícia Judicial: Da nomeação à entrega final do laudo pericial Na última parte deste artigo, serão discutidos aspectos inerentes ao processo da perícia judicial. Da nomeação às diligências e formulação do laudo, até finalmente a entrega do laudo e a análise do juiz. Os referências teóricos dos textos que serão discutidos posteriormente foram baseados nos autores: Almeida (2008), Juliano (2007) e KASKANTZIS (2009). 3.1 Nomeação e início da perícia Segundo Juliano (2007,P.33): O profissional é nomeado pelo juiz através de despacho no processo, fixando de imediato a prazo de entrega do laudo.os autos de um processo são uma sucessão de documentos que são juntados por ordem de chegada. O perito é intimado, em documento próprio, através de um oficial de justiça. O oficial de justiça procurará o perito no endereço fornecido pelo mesmo ao cartório onde pretende prestar os serviços. O endereço pode ser o de sua residência ou local de trabalho. Após o oficial de justiça intimar pessoalmente o perito, que assinará no verso do documento de intimação, ele devolve o documento ao cartório, que juntará a intimação ao processo. O perito terá 5 dias para recusar a nomeação. Caso recusar, a recusa deverá ser fundamentada (conforme os motivos de suspeição e/ou proibição já citados). Grifo meu. Uma vez aceita, a função do perito deverá ser cumprida. O perito poderá ser também, intimado nos autos. Não é necessário, neste caso, que seja elaborado o documento de intimação do perito. A intimação nos autos é realizada na última folha do processo, através de um carimbo. Atualmente, os peritos têm deixado o contato diretamente na vara que pretendem prestar o serviço, pois assim, podem ser acionados mais facilmente, e acabam reduzindo os custos do judiciário, que não precisa acionar os serviços de um oficial de justiça. (ALMEIDA,2008,P.25). Ainda com relação à nomeação, KASKANTZIS, 2009 apud Juliano 2007 explica: Após receber a intimação e sua nomeação, o perito deve estudar os autos, visando acrescentar uma proposta. A proposta de honorários será feita através de uma petição. Juliano (2007,P.49), com vistas a orientar a correta execução do trabalho do perito explica: Sempre que possível, a petição deve constar uma solicitação de adiantamento de honorários. É recomendável que o perito faça a proposta de honorários após tomar conhecimento dos quesitos das partes, a fim de saber a extensão que terá que desenvolver e, assim, calcular os honorários. 8

9 Almeida (2008,P.37), complementando as explicações de Juliano (2007.P.49) completa: (...)Os honorários do perito devem ser integralizados logo que concluída a perícia e entregue o laudo.quando os honorários do perito são depositados para posterior retirada, estes são reajustados monetariamente, através de conta poupança. Os honorários do perito são protegidos monetariamente contra eventual inflação. O não pagamento do adiantamento de honorários do perito deixa sujeito o processo a sua extinção. Isto vem, de certa forma, proteger os honorários do perito.(...). Após a nomeação, o perito dirige-se ao cartório da vara em que foi nomeado e retira pessoalmente o processo, deixando registrada a data de retirada do processo dando assim o início aos trabalhos. São realizados os contatos com os assistentes técnicos, e iniciam-se as diligências que serão realizadas com vistas a levantar a prova pericial e concluir através do laudo pericial. (ALMEIDA 2008,P.39). 3.2 Confecção do laudo pericial Uma vez finalizado os trabalhos e levantadas as provas, inicia-se a confecção do laudo pericial. Segundo KASKANTZIS (2009,P.60): (...)O laudo deve ser objetivo e conciso, com cuidados para não ser prolixo. Laudos extensos correm o risco de não serem lidos. O laudo deve ser entregue dentro do prazo estipulado pelo juiz em despacho no processo. Caso não for possível realizar o laudo no prazo, deve ser requerida prorrogação ao juiz. O laudo deve ser bem fundamentado. Para tanto, poderá ser instruído com fotos, plantas, desenhos, registros de imóveis e outras quaisquer peças.(...). Se os assistentes técnicos concordarem com o laudo, poderão assinar juntos com o perito, ou mesmo, apresentar seu próprio parecer contestando algum ponto do laudo do perito que não concorda, ou até fazendo uma petição concordando ou discordando com o perito. Ao finalizar o laudo, o perito deve fazer uma petição de honorários, revalidando ou não a proposta que já havia feito. Segundo Almeida (2008,P.48): Todos os honorários são depositados em conta especial da justiça, com rendimentos mensais, devem ser retirados mediante alvarás, para cuja obtenção é necessário fazer-se petição ao juiz que nomeou perito para a sua conseqüente liberação. Sobre a cobrança e o levantamento de honorários, Juliano (2007,P.52) complementa: (...)Muitas vezes os honorários são pagos diretamente ao perito, através de seu advogado. Essa maneira é mais prática. Dispensa a confecção de petição requerendo alvará para retirar quantia depositada; dispensa o cartório da confecção do 9

10 documento de alvará; dispensa o juiz da conseqüente assinatura de alvará e, por fim, dispensa a ida do perito ao banco onde está depositado o valor. A economia de tempo é grande e evita-se o trabalho desnecessário. Essa prática em nada compromete a honra ou ética do perito; simplesmente contribui para maior fluidez da justiça, estigmatizada pela morosidade.(...) O laudo deverá ser entregue no cartório onde foi nomeado. Neste momento poderá ser devolvido o processo. Após a entrega do laudo, as partes falarão a respeito do mesmo.(juliano 2007,P.53). Sobre a entrega do laudo, e os caminhos possíveis após este procedimento, KASKANTZIS (2009,P.65) explica: O juiz não está restrito ao laudo, podendo valer-se de outros elementos de prova existentes nos autos, inclusive pareceres técnicos e dados oficiais sobre o tema objeto da prova. Ele poderá adaptar elementos do laudo do perito, dos laudos dos assistentes técnicos, juntamente com outros dados científicos obtidos nos autos. Caso o juiz recuse o laudo, rejeitando o seu teor, deverá na sentença expor os motivos, de modo satisfatório, de seu convencimento. Após a análise do laudo, as partes poderão requisitar esclarecimentos do perito e dos assistentes técnicos, podendo inclusive o juiz, intimá-los a comparecer na audiência. Porém os mesmos somente terão a obrigatoriedade de comparecer na audiência, caso tenham sido intimados cinco dias antes da audiência. (KASKANTZIS, 2009,P.67). Sobre a ida do perito a uma audiência, Almeida (2008,P.65) explica: (...)limita-se a esclarecimentos às partes. O perito é intimado a comparecer à audiência para esclarecer dúvidas que uma ou ambas as partes tenham com relação a determinados pontos do laudo. A parte, através de seu advogado, requer que o perito preste esclarecimentos em audiência. As dúvidas e esclarecimentos da parte têm que ser formulada por escrito com antecedência, sob forma de quesitos, de maneira que o perito possa tomar ciência e pesquisar no laudo e melhorar a elucidação.(...) Na audiência o quesito de esclarecimento é lido pelo juiz, dirigindo-se ao perito. Por sua vez, o perito presta, verbalmente, o esclarecimento ao juiz, que após escutar cada afirmação concatenada, dita para o escrivão datilografar os termos. Após o perito ter prestado todos os esclarecimentos, juiz e as partes assinam o documento. (...). Com relação à avaliação do laudo pericial e do resultado da perícia, existe a possibilidade da realização de nova perícia. Isto ocorre quando o juiz solicita nova pericia por que a matéria ainda não está suficientemente esclarecida (Almeida 2008,P.66) Sobre esta nova perícia, os artigos 438 e 439 do CPC complementam importantes informações: 10

11 4. Considerações Finais (...)Art CPC A segunda perícia tem por objeto os mesmos fatos sobre que recaiu a primeira e destina-se a corrigir eventual omissão ou inexatidão dos resultados a que esta conduziu. Art CPC A segunda perícia rege-se pelas disposições estabelecidas para a primeira. (...). O presente artigo trouxe importantes informações para o profissional da área ambiental, que deseja atuar como perito judicial ambiental. A explicação sobre a definição de perícia, assim como, as principais características do perito judicial, poderão contribuir para que o profissional que deseje atuar nesta área possa ter mais segurança de como iniciar este processo. É importante concluir também, que o profissional da área ambiental, poderá trabalhar como assistente técnico das partes, que seria um outro ramo de atuação do profissional da perícia. O artigo foi claro ao explicar, que um dos principais cuidados que o profissional deverá tomar, é quanto ao atendimento aos prazos, e a responsabilidade pela prestação de serviços, pois caso o perito nomeado apresente um serviço aquém do esperado o mesmo poderá não ser mais nomeado. Além do mais, é importante salientar que qualquer informação inverídica poderá levar o profissional a responder perante a justiça e ao seu conselho de classe, além também, de ficar inabilitado por dois anos aos serviços de perito. Uma vez que o profissional começa a desempenhar um bom trabalho como perito judicial e assistente técnico, ele ganhará know-how, reconhecimento profissional, e poderá começar a trabalhar no âmbito extrajudicial, através de consultorias na área ambiental. Mais uma vez dizendo, o presente artigo não possuiu a pretensão de esgotar a temática sobre perícia judicial ambiental, e sim, abrir caminhos para novos estudos através de uma leitura mais detalhada das referências bibliográficas citadas neste trabalho. 5. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Ribeiro, Josimar. Perícia Ambiental judiciária e Securitária: impactos e danos: Rio de Janeiro, THEX, 2008.p.108 BRAGA, Benedito. et. al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.p.78 EQUIPE SARAIVA, Código de Processo Civíl, 15º Ed, São Paulo: Saraiva p.87 FIORILLO,Antônio Pacheco, Celso. Curso de direito ambiental brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2004.p

12 JULIANO, RUI. Manual de Perícias, 3 ed, Rio Grande: Manual de Perícias, 2007.p.90 KASKANTZIS, Georges. Perícia Judicial Ambiental, Rio Grande: Manual de Perícias, 2009.p

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