Ministério das Comunicações. Desoneração de Smartphones no âmbito do Programa de Inclusão Digital (PID)

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1 Ministério das Comunicações Desoneração de Smartphones no âmbito do Programa de Inclusão Digital (PID)

2 Objetivos do PNBL Objetivo Geral Expandir a infraestrutura e os serviços de telecomunicações, promovendo o acesso pela população e buscando as melhores condições de preço, cobertura e qualidade. Objetivos Específicos Redução da desigualdade social. Redução da desigualdade regional. Geração de emprego, renda e qualificação dos serviços de governo. Competitividade brasileira e inserção no cenário internacional. Meta PPA : 40 milhões de domicílios com acesso à Internet em banda larga. Todas as cidades com oferta de banda larga a R$ 35,00.

3 Infraestrutura Regulatórias Fiscais PID-Smartphones e PNBL Rede Nacional da Telebrás Investimentos na região Norte Anel Óptico Sul Americano Satélite brasileiro e cabos submarinos (projetos em implantação) Termos de compromisso para oferta de banda larga popular: municípios atendidos (março/2014) Licitação da telefonia móvel 4G (jun/12) Regulamento de EILD (preços mais baixos no atacado) Regulamento de qualidade da banda larga Plano Geral de Metas de Competição (a ser votado pela Anatel) Desoneração de máquinas e equipamentos de TIC, incluindo smartphones, dentro do Programa de Inclusão Digital Regime Especial de Tributação do PNBL Debêntures para a infraestrutura de telecomunicações

4 Objetivos Reduzir preços de smartphones nas vendas a varejo. Incentivar o desenvolvimento de aplicativos no Brasil por meio da exigência de conteúdo nacional, criando uma vitrine para os desenvolvedores.

5 Beneficiários Quem pode participar do PID-Smartphones? Pessoa jurídica que efetua venda a varejo de smartphones. Quem não pode participar do PID-Smartphones? Não pode participar do PID-Smartphones a pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional, de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de

6 Benefício e abrangência Reduz para 0 (zero) as alíquotas: da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a receita bruta de venda a varejo. Somente para vendas efetuadas até 31/12/2014 Abrange somente os smartphones produzidos no País conforme PPB e características técnicas mínimas o PID-Smartphones aplica-se igualmente nas vendas efetuadas às sociedades de arrendamento mercantil leasing. o PID-Smartphones não se aplica à retenção na fonte da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins a que se referem o art. 64 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e o art. 34 da Lei nº , de 29 de dezembro de 2003.

7 Características técnicas mínimas (Portaria MC nº 87/2013, art. 2º) 1. suporte à tecnologia 3G (HSDPA) ou superior; 2. suporte à conexão no padrão IEEE (Wi-fi); 3. aplicativo de navegação na internet que permita o acesso a páginas em HTML; 4. sistema operacional com SDK e API que possibilitem o desenvolvimento de aplicativos por terceiros; 5. aplicação dedicada para contas de correio eletrônico; 6. tela sensível ao toque ou teclado físico QWERTY; 7. tela de entrada e saída de informações de área superior a 18 cm²; 8. pacote mínimo de aplicativos desenvolvidos no Brasil, previamente embarcados ou disponibilizados por meio de aplicação dedicada ou guias de instalação. Além disso, 9. O valor de venda, a varejo, não poderá exceder a R$ 1.500,00; e 10. Quando o smartphone possuir tecnologia 4G-LTE esta deve operar, no mínimo, na faixa de MHz a MHz. 7

8 Exigências para os aplicativos indicados pelo fabricante Origem nacional Língua portuguesa do Brasil Classificação Indicativa livre Disponibilização: pré-instalados, wizards ou aplicação dedicada contendo a lista atualizada dos apps Diversas categorias Gratuitos ou pagos 8

9 Exigências para os aplicativos indicados pelo MC Utilidade pública Serviços de governo Classificação Indicativa livre Disponibilização: pré-instalados, wizards ou aplicação dedicada contendo a lista atualizada dos apps Concurso para seleção Gratuitos ou pagos 9

10 Origem nacional e cronograma dos aplicativos (Portaria STE nº 2/2013 e alterações) Comprovação da origem nacional Registro no INPI; ou Relatório de investimento em P&D; ou Laudo técnico; ou Apresentação de: CNPJ ou CPF do desenvolvedor Comprovante de endereço do desenvolvedor Anexo I (desenvolvedor) Anexo II (proprietário) Contrato entre desenvolvedor e proprietário, se pessoas diferentes Quantidade de apps 5 a partir de 10/10/ a partir de 01/01/ a partir de 01/07/ a partir de 01/12/

11 Passos para fruição do PID-Smartphones Envio por dos modelos de smartphones comercializados que atendem as características técnicas mínimas Submissão por da proposta de atendimento ao pacote mínimo de aplicativos Análise Aprovação Portaria MC Empresa pode usufruir do benefício do PID-Smartphones

12 Submissão eletrônica A proposta deverá ser enviada exclusivamente para acompanhada de: 1. Anexo III Identificação do fabricante 2. Descrição dos aplicativos, contendo: a) o nome; b) a categoria a que pertence; c) os modelos de smartphones compatíveis; d) as suas principais características e funcionalidades; e) principais imagens das telas apresentadas durante o seu funcionamento; e f) o responsável pelo desenvolvimento 3. Documentos legais do fabricante (atos constitutivos, contrato social e outros) 4. Comprovante do CNPJ 5. Contrato entre fabricante e proprietário do(s) aplicativo(s) 6. Documentos de comprovação da origem nacional Obs.: os documentos 3 e 4 só precisam ser encaminhados com a primeira proposta ou quando houver alteração.

13 Notas informativas 1 e 2 NI-1: entende-se como fabricante tanto a pessoa jurídica que efetivamente detém os direitos da marca e industrializa o smartphone como aquela que somente detém os direitos da marca e, eventualmente, terceiriza a fabricação do equipamento. Assim sendo, o fabricante é a pessoa jurídica que efetivamente aprova, define e disponibiliza aos usuários os aplicativos compatíveis com os aparelhos da marca. NI-2: quando não for possível enviar o contrato entre o fabricante e o proprietário, deve-se enviar, como alternativa, uma autorização da inclusão do aplicativo na proposta, elaborada pelo fabricante ou pelo proprietário. Os modelos de autorização estão disponíveis em 13

14 Análise, julgamento e recurso Verificação dos documentos e do conteúdo da proposta A ausência de documentos ou insuficiência de informação será comunicada exclusivamente por Julgamento Aprovado, com publicação no DOU Indeferido, com envio de para o fabricante com os fundamentos da decisão Recursos Em caso de indeferimento, será admitida a interposição de um único recurso, no prazo de 10 dias a partir da notificação por . IMPORTANTE: considerar-se-á recebida a notificação por após 10 dias. O recurso será dirigido ao diretor do DEICT, que, se não reconsiderar a decisão, encaminhará o processo ao Secretário de Telecomunicações. Procedimento administrativo Será instaurado procedimento administrativo, assegurado o contraditório e a ampla defesa, quando houver irregularidade de informações prestadas ou divergência entre as informações prestadas na proposta e a efetiva implementação dos aplicativos.

15 Marco Legal Lei nº / 21/11/2005 (Lei do Bem) - Dispõe sobre incentivos fiscais de vários produtos e dá outras providências Lei nº de 17/12/ Inclui os smartphones na Lei do Bem e dá outras providências Decreto nº de 08/04/ Inclui os telefones portáteis móveis no Programa de Inclusão Digital e dá outras providências Portaria MC nº 87 de 10/04/2013 (Alterada pela Portaria nº 222, de 25/07/2013) - Define os requisitos mínimos dos dos aparelhos celulares para obtenção do incentivo fiscal Portaria STE nº 2, de 26/08/ Estabelece critérios e procedimentos relacionados à exigência de pacote de mínimo de aplicativos desenvolvidos no Brasil a serem atendidos pelos fabricantes de smartphones. 15

16 Ministério das Comunicações Equipe SMARTPHONE

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