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1 CONDIÇÕES ECONÔMICAS NO PROCESSO DE USINAGEM: UMA ABORDAGEM PARA CONSIDERAÇÃO DOS CUSTOS Souza, Anônio Carlos de * Novaski, Olívio * Oliveira Pamplona, Edson de ** Baocchio, Anonio * * Faculdade de Engenharia Mecânica - DEF, Universidade Esadual de Campinas R. Mendeliev, s/n. Cidade Universiária Zeferino Vaz Cx. Posal 6122, CEP Campinas, SP, Brasil {ancarls, novaski, ** Insiuo de Engenharia Mecânica DEP, Escola Federal de Engenharia Federal Cx. Posal 50, CEP Iajubá, MG, Brasil Resumo O presene rabalho propõe uma abordagem para consideração dos cusos e da formação de preço empregada na oimização das condições econômicas de usinagem para o processo mecânico de orneameno. Deermina-se o inervalo de máxima eficiência bem como a velocidade de core de máximo lucro. O supore eórico apresena os conceios, as formas e os modelos de sisemas de apuração de cusos aualmene em uso nas empresas. Tal abordagem foi aplicada em uma empresa de usinagem, onde foi realizada a colea de dados para um loe de anéis de amorecedores. No raameno dos dados, foram uilizados recursos de planilhas elerônicas e gráficos. Os resulados obidos ilusram a validação do objeivo dese rabalho. Palabras clave: sisema de apuração de cuso, formação de preços, condições econômicas de usinagem.

2 1. Inrodução Para as empresas do ramo de usinagem o mercado é alamene compeiivo, obrigando as mesmas a adoarem o preço de venda de seus produos/serviços por aquele esabelecido pelo mercado. Sendo assim, ais empresas buscam a sua sobrevivência oimizando seus processos, esruurando a sua políica de cusos e reduzindo a margem de lucro, sem esquecer do padrão de qualidade exigido pelo mercado. A oimização do processo de orneameno, aé agora em uilizado apenas dos cusos indireos fixos mais o cuso da ferramena na deerminação do cuso oal de fabricação e a receia uniária do processo. A proposa dese rabalho é que, a parir de um sisema de cuseio já implanado em uma empresa, deermina-se o cuso hora-máquina (C m ) para o processo de orneameno absorvido dos cusos indireos de fabricação (CIF). Consequenemene, o cuso horamáquina e homem-hora (S 0 ) foram aplicados na equação do cuso oal de fabricação, deerminando se assim a velocidade de core de mínimo cuso. 2. Oimização do Processo de Torneameno Segundo Wu & Ermer (1966), a imporância de ser capaz de selecionar as condições óimas de fabricação em sido reconhecida no campo de usinagem dos meais. O modelo maemáico básico que em sido uilizado nas analises econômicas é o modelo de cuso uniário, ou o modelo análogo de empo uniário, se os cusos forem deixados de lado. Em associação com esses modelos dois criérios êm sido uilizados na deerminação das condições óimas de core - um é mínimo cuso e o ouro o de máxima produção. Se a operação é um gargalo em um seqüência de produção, poderia ser necessário operar nas condições de core para a máxima produção. Conudo, esa não é geralmene a siuação normal, e nas condições, de core são usualmene selecionadas do pono de visa de minimizar cusos, sob a suposição que, operando nas condições de mínimo cuso ender-se-á a incremenar ganhos no final das conas. Tem sido ambém reconhecido que enre esse dois criérios, há um limie de condições de core do qual um pono óimo poderá ambém ser selecionado. Mas iso não foi indicado exaamene como esas posições deveriam ser escolhidas. Um criério naural para a seleção das condições óimas de core é o máximo lucro, o qual é na realidade o maior objeivo da indúsria Velocidade de Máxima Produção ( V mxp ) Para se deerminar a velocidade de core de máxima produção é necessário equacionar o empo oal de fabricação para uma dada peça no processo de orneameno. A seguir é apresenada a parir de Ferraresi (1970), Pallerosi (1973) e Barnes (1968), a equação de empo oal de fabricação ( ) que deermina o empo oal por peça para um loe de Z peças : - 2 / 17 -

3 p = c + s + a + + r (1) Z : empo oal de fabricação por peça, (min/pç); c : empo de core da ferramena, (min/pç), s : empos secundários de usinagem, (min/pç), a : empo de aproximação e afasameno da ferramena, (min/pç), p : empo de preparação da máquina, (min), r : empo de ajuse e roca de pasilha, (min/pç). Z : amanho do loe, (pçs). A parir da equação (1), define-se como axa de produção ( P r ), a razão inversa do empo oal de fabricação, expressa o número de peças produzidas por minuo. P r 1 = De acordo com Silva (1991), a velocidade de core de máxima produção (V mxp ) é deerminada derivando a equação do empo oal de fabricação em função da velocidade de core e igualando a zero. (2) onde: V mxp = x ( x K 1 1 * y 1)* f f *( ap ) z f : empo de roca da aresa corane, (min); f : Avanço da ferramena, (mm/vola) a p : Profundidade de core, (mm) x, y, z e K 1 : consanes empíricas da fórmula expandida de Taylor. (3) 2.2. Velocidade de Mínimo Cuso ( V 0 ) A equação que define o cuso oal de usinagem segundo Novaski (1989), é dada a seguir: C = C + C + C + C c i r fe (4) - 3 / 17 -

4 C : Cuso oal de fabricação, ($/pç); C c : Cuso devido ao empo de core, ($/pç); C i : Cuso devido aos empos improduivos, ($/pç); C r : Cuso devido ao empo de reposição da ferramena, ($/pç); C fe : Cuso das ferramenas, ($/pç). O cuso relaivo ao empo de core é dado pela seguine expressão : ( C + S ) m 0 C c = * c (5) 60 C m : Cuso hora-máquina, ($/h); S 0 : Salário do operador mais encargos sociais, ($/h) Derivando a equação (4) em função da velocidade de core e igualando a zero emse a velocidade de core de mínimo cuso : V 0 = x ( x C K * * y 1) ( C2 * f + 60* CfT ) f *( ap ) z (6) 2.3. Velocidade de core de máximo lucro ( V mxl ) A condição de máxima razão de lucro, segundo Silva (1991), ocorre quando a receia marginal iguala-se ao cuso marginal, ou seja, quando a derivada primeira da razão de lucro em relação ao número de peças produzidas num deerminado período for igual a zero, ou seja : ' ' ( C ) * ( R C )* = 0 R (7) 3. Considerações sobre os Sisemas de Cuseios O objeivo das empresas, para Bacic & Cosa (1995), é a obenção de um nível saisfaório de lucro sobre o capial invesido em longo prazo. No caso da grande empresa o conceio de saisfaório pode ser assumido como máxima renabilidade sobre o capial invesido em um dado horizone de empo. No caso das pequenas e médias empresas, muias vezes, saisfaório significa garanir a própria sobrevivência em um horizone de empo bem mais curo. Cabe ressalar que a saisfação do cliene é condição necessária - porém não suficiene - para a obenção de um nível de renabilidade saisfaória. Um - 4 / 17 -

5 aspeco imporane quano à obenção do lucro (e para possibiliar a sobrevivência) em a ver com a capacidade de ransferir, por meio dos preços e das quanidades vendidas, o oal de cusos aos clienes. Neves (1990) diz que a deerminação do cuso juso e adequado de um serviço ou produo, é fundamenal para a empresa que o produz e para aquele que o consome. Os empresários não podem prescindir de uma organização de cusos, como insrumeno que deerminará seus parâmeros de eficiência e renabilidade. Quano mais eficiene for o sisema de cuseio de uma empresa, melhor será sua capacidade de deecar incorreções, ais como fabricação de produos deficiários ou alocação inadequada, que venham a disorcer o cuso de uma produção eficiene Os Sisemas de Cuseios por Absorção e Direo De acordo com Magalhães (1991) os cusos apresenam como elemenos consiuivos a maéria-prima, a mão-de-obra direa (ambas com comporameno variável em relação ao volume de produção) e os cusos indireos de fabricação, com uma parcela variável e oura fixa. Ao calcular o cuso oal por unidade de produção, os cusos indireos de fabricação são raeados e absorvidos pelas unidades produzidas - ese é o chamado Cuseio por Absorção, que é um méodo convencional onde odos os cusos são absorvidos pelas unidades produzidas. No Cuseio Direo, a parcela fixa do cuso indireo é raada como despesa do período, associada a um período de empo e não a uma unidade produzida. Só são considerados cusos do produo os cusos variáveis direamene relacionados com a produção : mão-de-obra direa, maéria-prima e o cuso indireo de fabricação variável. Na verdade, o cuseio direo seria mais correamene chamado cuseio variável ou marginal por aplicar apenas os cusos de produção variáveis ao cuso da produção. A demonsração de resulados radicional usa o cuseio por absorção e classifica os cusos por função adminisraiva (produção, vendas e despesas gerais e adminisraivas), em oposição a uma classificação por comporameno dos cusos (variáveis e fixos), presene na demonsração de resulados baseada no cuseio direo. Nessa esruura, os cusos variáveis são deduzidos da receia de vendas, dando a margem de conribuição, que é um conceio fundamenal para as finalidades gerenciais e de análise. Após a margem de conribuição é que são deduzidos os cusos fixos como despesas do período. Horngren (1986), ressala que a margem de conribuição é um insrumeno precioso na escolha do mix de produos, na decisão de eliminação de um produo, em decisões especiais de redução de preços, desconos ec., nas decisões de invesimenos e na rapidez com que permie esabelecer as relações enre cuso, volume e lucro Sisema de Cuseio por Absorção - Deparamenalização No cuseio por absorção os cenros de cusos indireos são absorvidos pelos cenros direos num processo seqüencial que lembra a figura de uma escada : é a - 5 / 17 -

6 disribuição secundária ou raeio de cusos, que pode ser observado na Figura 1, conforme Marins (1993). Cusos de produção Despesas de Adminisração, Vendas e Financeiras Cusos Indireos Cusos Direos R Cusos Indireos Comuns Cusos Indireos Alocáveis diream ene aos depos. D epo Serviço A R D epo Serviço A R D epo Produção C R Produo X D epo Produção D Vendas R Produo Y Esoques Cusos dos Produos Vendidos RESULTADO Figura 1. Fluxo de Cuseio por Absorção Deparamenalizado. De acordo com Marins (1993), Deparameno é a unidade mínima adminisraiva para a conabilidade de cusos, represenada por homens e máquinas (na maioria dos casos) desenvolvendo aividades homogêneas. Na maioria das vezes um deparameno é um cenro de cusos, ou seja, nele são acumulados os cusos indireos para poserior alocação aos produos (deparameno de produção) ou a ouros deparamenos (deparamenos de serviços). Porano, cenro de cuso, é a unidade mínima de acumulação de cusos indireos de fabricação. Sínese do esquema básico compleo segundo Marins (1993) : 1 o Passo - Separação enre Cusos e Despesas. - 6 / 17 -

7 2 o Passo - Apropriação dos Cusos Direos direamene aos produos. 3 o Passo - Apropriação dos Cusos Indireos que perencem visivelmene, aos deparamenos, agrupando, à pare, os comuns. 4 o Passo - Raeio de Cusos Indireos Comuns e dos da Adminisração Geral da produção aos diversos deparamenos, quer de produção quer de serviços. 5 o Passo - Escolha da seqüência de raeio dos Cusos acumulados nos deparamenos de serviços e sua disribuição aos demais deparamenos. 6 o Passo - Aribuição dos Cusos Indireos que agora só esão nos deparamenos de produção aos produos Sisema de Cuseio ABC Criado nos Esados Unidos pelos professores Rober Kaplan e Robin Cooper, o Sisema de Cusos Baseados em Aividades de acordo com Selig e al. (1996) em como objeivo desenvolver a conabilidade de cusos e adapá-la aos novos méodos de gerenciameno e novas endências mundiais. A essência do ABC consise em reconhecer que são as aividades que causam cusos, e não os produos, os quais consomem aividades. O Cuseameno Baseado em Aividades (Aciviy Based Cosing - ABC), segundo Pozzi e al. (1995), baseia-se nas análises dos processos do negócio. Esa análise incorpora o conceio de que um negócio é uma série de processos iner-relacionados, que são consiuídos por aividades que converem insumos em resulados. O fundamenal por rás desa abordagem é que o cuso é causado e as suas causas podem ser gerenciadas nos níveis de previsão desejados. Quano mais pero se chega enre os cusos e suas causas, mais úeis e mais precisas serão as informações geradas pelo sisema para o cálculo dos cusos uniários dos produos e, ambém, para o auxílio a omadas de decisões esraégicas e gerenciais. Similarmene aos processos de cusos convencionais o sisema de cuseio baseado em aividades possui dois eságios de alocação dos recursos (apropriação e raeio), a diferença enre eses sisemas, incide basicamene nas formas de raeio dos cusos no segundo eságio. Para o sisema ABC, Figura 2, pode-se dizer resumidamene que : no primeiro eságio os recursos são alocados às aividades aravés dos resources drives e, a seguir, no segundo eságio, é feia a alocação dos cuso das aividades aos oupus (produos/serviços) via aciviy drivers. Iso é, cuseio do processo baseado em aividades e cuseio de oupus baseado em aividades. - 7 / 17 -

8 RECURSOS resources drivers A T IV ID A D E S aciviy drivers OUTPUTS Figura 2. Eságios de Procedimenos do ABC 3.4. Considerações aos Sisemas de Cuseio Ese rabalho se fundamenará, no que diz respeio ao modelameno de cusos, no rabalho apresenado por Bacic & Cosa (1995), por ser um modelo aplicado em uma empresa de médio pore do ramo de usinagem. Bacic & Cosa (1995), considera insuficiene o cuseio variável (direo) para o caso em esudo : uma empresa de usinagem em que se deve coar preços de forma a recuperar ano os cusos variáveis, como os cusos fixos, sendo que não exisem (ou não são conhecidos pela empresa) os preços, dado que muias das peças coadas são peças novas na própria indúsria. A consideração dos cusos variáveis, como único elemeno na deerminação de preços, seria uma decisão emerária, pois não haveria nenhuma garania de que os cusos seriam recuperados. O méodo de cuseio por absorção responde adequadamene às necessidades da empresa focalizada no caso : empresa muliprocessadora com produção seorizada em cenros de cusos e que aende encomendas específicas de empresas clienes no regime de subconraação 1. A uilização do cuseio por aividade seria uma possível solução. Porém faores ligados à maior complexidade inerene ao ABC e às caracerísicas inerenes às pequenas empresas levaram a não uilização dese méodo. De acordo com Bacic & Cosa (1995), nese aspeco, cabe esclarecer que o ABC ao ser implanado leva necessariamene a uma revisão das aividades e a esforços no senido de reduzir as aividades que não agregam ou geram valores aos olhos dos clienes inernos e exernos. A meodologia do ABC produz bons resulados em grandes empresas com esruuras organizacionais pesadas e deparamenalizadas, nas quais a maior pare das decisões foram omadas no passado visando resolver problemas seoriais, focalizando basicamene o problema local sem er sido considerado na análise do problema a oalidade da empresa. Esa siuação não é ão comum em empresas pequenas. O dono (ou gerene) consegue geralmene enxergar a empresa globalmene percebendo o impaco de decisões 1 Nese caso a empresa cliene define as especificações e caracerísicas do produo. Cabe a empresa produora decidir o méodo de fabricação quando não deerminado pelo cliene. - 8 / 17 -

9 locais na empresa como um odo. Aividades que não agregam valores são descoberas mais facilmene em função do pore da empresa, e as próprias forças compeiivas - geralmene desfavoráveis que, no seor onde aua a grande empresa - pressionam no senido de eliminar aividades desnecessárias. As bases que fundaram a escolha do sisema de cuseio por absorção, segundo Bacic & Cosa (1995), enconram-se na possibilidade eórica de represenar os cusos indireos de uma empresa de produção seorizada na forma de uma mariz I do ipo insumo-produo, na qual as colunas represenam os cenros de cusos e as linhas os insumos indireos. Uma vez implanado o sisema de informação, o processo conábil de regisro de informações idenifica quais os cusos indireos e em que nível são gerados em cada cenro de cuso. Como ambém para cada cenro de cuso direo a unidade de rabalho (ou de obra) mais represenaiva é conhecida a parir do sisema de informação, o oal de unidades de rabalho (horas-máquina, horas-homem, número de cargas de um forno, número de expedição, ec.) que foram demandadas a cada cenro de cuso em dado período, é possível deduzir uma função produiva que deermine a necessidade física de cada insumo indireo por cenro de cuso e unidade de rabalho Considerações sobre os Cusos do Produo O cuso hora-máquina (C m ) uilizado no modelo de oimização econômica de usinagem desenvolvido por Ferraresi (1977) conempla apenas o cuso de depreciação da máquina mais os cusos indireos fixos. Para Souza (1997), é imprescindível que os cusos indireos de fabricação sejam apurados com precisão e aplicados no cuso hora-máquina (C m ). O cuso de um produo segundo Souza (1997), é dado pela seguine equação : C = C Pr + D + C (8) oc Au MP C : Cuso oal do produo, ($/pç); C Proc : Cuso oal de processameno por peça, ($/pç); D Au : Despesas adminisraivas e gerais por peça, ($/pç); C MP : Cuso da maéria-prima, ($/pç). Por sua vez, o cuso oal de processameno (C Proc ) será : n CPr oc = CP1 + CP CPn = C (9) i= 1 C : Cuso de processameno por peça para o processo i, ($/pç); - 9 / 17 -

10 4. Considerações sobre a Receia Uniária A receia do processo de usinagem é deerminada segundo Silva (1991), projeando a velocidade máxima produção (V mxp ) na curva do cuso oal (C ). O valor obido para ese pono esabelece a receia uniária do processo (R ). Observa-se que esa abordagem fica resria ao cuso do processo (C ). ( ) Vmxp R = (10) C ( C ) Vmxp : valor do cuso oal médio p/a velocidade de máxima produção, ($/pç). Aplicando receia uniária (R ) definida segundo Silva (1991) na equação (7) : C ' * ' ( C ) C )* = 0 Vmxp A abordagem desenvolvida por Souza (1997), esabelece que a receia uniária (R ) do processo de orneameno é obida considerando o preço de venda praicado no mercado e os cusos orçados do produo para cada processo envolvido na sua confecção. A equação de lucro (L) para um dado produo de acordo com Souza (1997) é : ( R CMP DAu ) C oc (11) L = (12) Pr L : Lucro (ou prejuízo), ($/pç); R : Receia dos produos vendidos por peça, ($/pç) A receia ( R ) de dado produo por peça, é o seu próprio preço de venda. Como ese rabalho se paua pela concorrência perfeia, verificar-se-á qual o preço médio por peça praicado pelo mercado. Pode-se expressar a receia oal de processameno por peça ( R Proc ) da seguine forma : R ( R C D ) Pr oc = MP Au (13) ou seja : n R Pr oc = R P1 + R P Rn = R (14) i= 1 R : receia de processameno por peça para o processo i, ($/pç); - 10 / 17 -

11 Deerminar a receia para cada processo é uma arefa árdua. Em busca de uma resposa que simplifique al quesionameno, Souza (1997) sugere a seguine expressão, seguindo os conceios de cusos de subconjuno segundo Marins (1993) : R C = R Pr oc * (15) C Pr oc A equação acima, raduz uma ferramena muio uilizada na práica, ou seja, ela ransfere a cada processo parcela da receia de processameno de acordo com a conribuição dese processo no cuso oal. A parcela processameno C C Proc represena a conribuição de cada processo no cuso oal de A receia ( R ) reflee o processo de usinagem, ao passo que a receia ( R ) já leva em consideração o preço real esabelecido pelo mercado. Porano, ese rabalho sugere que se uilizem os conceios empregados para a receia ( R ), desde que esa não eseja acima do valor da receia ( R ). A receia uniária deerminada pela equação (15) pode ser considerada como um limie de preço do processo, o qual, uma vez ulrapassado, diminuirá a margem de lucro da empresa, considerando que os cusos de maéria-prima e despesas adminisraivas permaneçam inalerados. Logo o lucro de um processo por peça ( L pi ) qualquer é expresso da seguine forma L = R C (16) A velocidade de core de máximo lucro para a receia uniária (R ) será obida segundo Souza (1997), derivando a equação (16) em função da velocidade de core e igualando a zero, porano : ' ' C * ( R C )* = 0 (17) C : Cuso de processameno para o processo i, ($/pç) - equação (4); C : Derivada do Cuso de processameno, ($/pç); : Tempo oal de processameno para o processo i, (min/pç) - equação (1); : Derivada do empo oal de processameno, (min/pç). 5. Aplicação Práica Os conceios descrios acima foram aplicados em uma linha de fabricação de anéis de amorecedores. Foram coleados dados referenes ao processo - parâmeros de empo, - 11 / 17 -

12 ferramena, cusos e receias. De posse de ais valores deerminou com auxílio de planilhas elerônicas o inervalo de máxima eficiência (V 0 - V mxp ) e as velocidades de máximo lucro para cada abordagem de receia uniária. Aravés dos resulados obidos pode-se ploar na Figura 3 as curvas de cusos, receias e as razões de cusos, receias e lucro. Ilusrando ainda a vida da ferramena, o inervalo de máxima eficiência e as velocidades de máximo lucro. Os parâmeros e resulados consam na Planilha 1. A receia uniária (R P1 ) definida pela equação (10) mosrou-se abaixo da receia uniária orçada (R P ) deerminada pela equação (15), consequenemene gerou uma razão de lucro menor e sua velocidade de máximo lucro foi baixa, aproximando-se da velocidade de mínimo cuso. É imporane salienar que a receia uniária (R ) deve esar sempre abaixo da receia orçada (R P ), pois esa considera o cuso do processo, e sendo assim mosra que o produo é compeiivo. Uma erceira receia uniária (R P2 ) foi esabelecida sem nenhum criério, bem acima da receia uniária (R P ). Apesar de gerar uma excelene razão de lucro, pode fazer que o produo ou serviço fique sem comprador devido o preço do mesmo. A velocidade de core de máximo lucro (V mxl ) deerminada usando a receia (R P ) esá um pouco acima da (V mxl1 ), mas gera uma razão de lucro (L R ) aproximadamene duas vezes mais que a segunda. 6. Conclusões O presene rabalho procurou enfocar os problemas de cusos e a formação de preço para o processo de orneameno, recorrendo-se de meodologias empregadas na apuração de cusos, selecionando um sisema de cuseio a parir de um modelo empregado em uma empresa de médio pore do ramo de usinagem, com o objeivo de solucionar ais problemas. É evidene que cada empresa possui o sisema de cuseio que aenda sua realidade, seja ele Por Absorção, Direo ou ABC. Em empresas em que o sisema de cuseio é o Direo, os cusos indireos fixos não são raeados ao cuso hora-máquina ( C m ) do processo de orneameno, mas devem ser uilizados na deerminação da receia do processo, pois eses são raados como despesas do período, segundo Magalhães (1991). Já em empresas que apuram seus cusos pelo sisema ABC, o processo de orneameno é ido como uma aividade que consome recursos os quais são apropriados como cuso hora-máquina. Para ese sisema recomenda-se que se faça uma abordagem para deerminar as condições óimas de usinagem com relação aos parâmeros de cusos e receia. A abordagem para a formação de preço elaborada nese rabalho, é basane empregada nas empresas - equação (15) - e se aplica bem aos sisemas de cuseio Por Absorção e Direo. O mesmo não se pode dizer em relação ao ABC o qual demanda esudo nesa área. Uma vez conhecido o cuso hora-máquina ( C m ) e o cuso homem-hora ( S 0 ) do processo de orneameno em um sisema de cuseio ABC pode-se deerminar a receia uniária pela equação (10) esabelecida por Silva (1991). A receia uniária é um faor deerminane na oimização econômica do orneameno. O valor da receia uniária ( R ) deerminada pela equação (10) considera apenas o cuso do processo, ao passo que a receia uniária ( R ) deerminada pela equação (15) considera o cuso para cada processo e o preço de venda esabelecido pelo mercado / 17 -

13 É imporane deerminar ambas as receias mencionadas aneriormene, pois a primeira define o cuso do processo para a velocidade de cuso de máxima produção. É ineressane que esa eseja bem abaixo daquela deerminada pela equação (15), pois caso conrário, udo levar a crer que o cuso do processo nesa empresa eseja acima do cuso de ouras empresas. Cabe a empresa repensar seus cusos, senão corre o risco de rabalhar no vermelho, ou não conseguir vender seu produo ou serviço. A deerminação das condições econômicas óimas para o processo de orneameno só se jusifica para loes conendo grande quanidade de um só ipo de peças. É ineressane salienar a imporância de se uilizar ese rabalho na linha de produção de peças seriadas produzidas ao longo do ano e que guardam caracerísicas geoméricas e de maeriais semelhanes para um mesmo loe. Ese rabalho, jusificando seu objeivo definido aneriormene finaliza com as seguines conribuições : 1. saliena a imporância dos cusos indireos de fabricação nos sisemas de apuração de cusos; 2. esabelece que o cuso hora-máquina ( Cm ) em que esar absorvido dos cusos indireos de fabricação; 3. desenvolve uma abordagem para a deerminação da receia uniária do processo levando-se em cona o preço venda esabelecido pelo mercado e os cusos da empresa. Porano, a abordagem desenvolvida por Souza (1997), considerando os cusos indireos de fabricação e a receia esabelecida levando-se em cona o preço de mercado, mosrou-se eficaz ao ser aplicada em um ambiene de produção seriada, e com um sisema de apuração de cuso por absorção já implanado. 7. Agradecimenos Os agradecimenos a CAPES pela manuenção de uma bolsa de douorado, ao RECOPE/FINEP/BID pelo supore na aquisição dos equipamenos e ao LMA/DEF/FEM/UNICAMP pelos demais recursos disponibilizados a eses pesquisadores. 8. Referências Bibliográficas Bacic, M.J. y Cosa, E.A, (1995): Sisema de Cuseio para uma Pequena Empresa de Usinagem de Peças: Um Caso Práico. en: IV Congresso Inernacional de Cusos, 16 a 20 de ouubro. Anais: Vol. 2, págs , Campinas, Brasil. Barnes, R.M. (1968): Moion and Time Sudy: Design and Measuremen of Work. John Wiley & Sons, Inc., New York. Silva Carvalho, R.R. (1991): Caracerísicas de Usinagem Visa sob o Pono de Visa Econômico. Tese de Douorado, Faculdade de Engenharia de Campinas, Universidade Esadual Campinas, Campinas / 17 -

14 Ferraresi, D. (1977): Fundamenos da Usinagem dos Meais. Edgard Blucher, São Paulo. Horngren, C.T. (1986): Conabilidade de Cusos: Um enfoque Adminisraivo. Ediora. Alas S.A., pág. 22, São Paulo. Marins, E. (1993): Conabilidade de Cusos. Ediora Alas S.A. São Paulo. Neves, L.C. (1990): Uma Conribuição aos Sisemas de Cuseio. Proposa de Disseração de Mesrado, Escola de Adminisração de Empresas de São Paulo, Fundação Geúlio Vargas, São Paulo. Novaski, O. (1989): Deerminação das Condições Econômicas de Usinagem Aravés de Parâmeros Obidos na Empresa. Tese de Douorado, Faculdade de Engenharia de Campinas, Universidade Esadual Campinas, Campinas. Magalhães Oliveira, A.E. (1991): Análise Críica dos Modos de Alocação dos Cusos Indireos de Fabricação. Disseração de Mesrado, Escola de Adminisração de Empresas de São Paulo, Fundação Geúlio Vargas, São Paulo. Pallerosi, C.A. (1973): Formulação de um Méodo Geral de Análise das Condições Econômicas de Usinagem. Tese de Douorado, Faculdade de Engenharia de Campinas, Universidade Esadual Campinas, Campinas. Pozzi, F.A e. al. (1995): A Meodologia de Cusos ABC no Conexo de produividade e Lucraividade em Pequenas e Médias Empresas. en: XV Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção: ENEGEP, Firs Brazil Inernaional Congress of Indusrial Engineering, 04 de seembro. Anais: Vol. I, págs , São Carlos, Brasil. Selig, P. M. e al. (1996): Gerenciameno de Cusos Aravés de Sisemas de Cuseio Baseados em Aividades em Processos. en: XVI Congresso Brasileiro de Engenharia de Produção: ENEGEP, Second Brazil Inernaional Congress of Indusrial Engineering, 07 a 10 de ouubro, Anais: CD-ROM, racicaba, Brasil. Souza, A.C., (1997): Condições Econômicas no Processo de Usinagem : Uma Abordagem para Consideração dos Cusos. Disseração de Mesrado, Insiuo de Engenharia Mecânica, Escola Federal de Engenharia de Iajubá, Iajubá. Wu, S.M.; Ermer, D.S. (1966): Maximum Profi as he Crierion in he Deerminaion of he Opimum Cuing Condiions. Journal of Engineering for Indusry, Transacions of he ASME, Nov., págs / 17 -

15 C2=(R$/h) 10,35 f=(min/edge) 0,5 K= 8,45E+11 f=(mm/vola) 0,20 d=(mm) 48 cf=(r$/aresa) 1,27 p=(min/pç) 12,72 X= 4,82 e=(mm) 2,00 l=(mm) 140 a=(min/pç) 0,05 s=(min/pç) 1,22 Z= 358 pidl/1000f= 105, i=(a+p/z+s) 1, C2-2 Cm=(R$/h) 7,83 R=(R$) 750,00 RProc=(R$) 662,02 Prmax=(pçs/min) 0,551 S0=(R$/h) 2,52 CMP=(R$) 0,00 CProc=(R$) 351,92 R=(R$/pç) 0,580 C2=(R$/h) 10,35 DA=(R$) 87,98 CP2=(R$) 150,08 Z=(pcs) 358 RP2=(R$) 282,33 A B C D E F G H I J K L n=(rpm) Vc=(m/min) c=(min/pç) T=(min/ares) =(min/pç) Pr=(pcs/min) '=(min/pç/vc) C=(R$/pc) C'=(R$/pç/V) Rp=(R$/pç) Rp 1 =(R$/pç) Rp 2 =(R$/pç) , ,780 3,943 0,254-0,067 0,680-0,012 0,789 0,580 1, , ,741 3,064 0,326-0,030 0,529-0,005 0,789 0,580 1, , ,496 2,625 0,381-0,017 0,456-0,003 0,789 0,580 1, , ,578 2,362 0,423-0,011 0,414-0,002 0,789 0,580 1, ,880 80,390 2,189 0,457-0,007 0,392-0,001 0,789 0,580 1, ,754 38,240 2,068 0,484-0,005 0,382 0,000 0,789 0,580 1, ,660 20,091 1,980 0,505-0,004 0,383 0,000 0,789 0,580 1, ,586 11,388 1,916 0,522-0,003 0,396 0,001 0,789 0,580 1, ,528 6,853 1,870 0,535-0,002 0,420 0,001 0,789 0,580 1, ,480 4,329 1,839 0,544-0,001 0,458 0,002 0,789 0,580 1, ,440 2,846 1,821 0,549-0,001 0,510 0,003 0,789 0,580 1, ,406 1,935 1,815 0,551 0,000 0,580 0,004 0,789 0,580 1, ,377 1,354 1,820 0,549 0,001 0,668 0,005 0,789 0,580 1, ,352 0,971 1,837 0,544 0,001 0,777 0,006 0,789 0,580 1, ,330 0,711 1,866 0,536 0,002 0,911 0,007 0,789 0,580 1, ,310 0,531 1,907 0,524 0,002 1,071 0,008 0,789 0,580 1, ,293 0,403 1,961 0,510 0,003 1,262 0,010 0,789 0,580 1, ,278 0,311 2,029 0,493 0,004 1,486 0,011 0,789 0,580 1, ,264 0,243 2,112 0,474 0,005 1,746 0,013 0,789 0,580 1,400 I II III IV V VI IV V VI IV V VI Vc=(m/min) T=(min/ares) CR=(R$/min) RR=(R$/min) LR=(R$/min)LR'=(R$/min/V)RR 1 =(R$/min)LR 1 =(R$/min)LR' 1 =(R$/min/V) RR 2 =(R$/min) LR 2 =(R$/min)LR' 2 =(R$/min/V) ,780 0,173 0,200 0,027 0, ,147-0,025 0, ,355 0,182 0, ,741 0,173 0,257 0,085 0, ,189 0,016 0, ,457 0,284 0, ,496 0,174 0,300 0,127 0, ,221 0,047 0, ,533 0,360 0, ,578 0,175 0,334 0,158 0, ,246 0,070 0, ,593 0,417 0, ,390 0,179 0,360 0,181 0, ,265 0,086 0, ,639 0,461 0, ,240 0,185 0,381 0,197 0, ,280 0,096 0, ,677 0,492 0, ,091 0,194 0,398 0,205 0, ,293 0,099 0, ,707 0,513 0, ,388 0,207 0,412 0,205-0, ,303 0,096-0, ,731 0,524 0, ,853 0,225 0,422 0,197-0, ,310 0,085-0, ,748 0,524-0, ,329 0,249 0,429 0,180-0, ,315 0,066-0, ,761 0,512-0, ,846 0,280 0,433 0,153-0, ,318 0,038-0, ,769 0,488-0, ,935 0,319 0,434 0,115-0, ,320 0,000-0, ,771 0,452-0, ,354 0,367 0,433 0,066-0, ,319-0,048-0, ,769 0,402-0, ,971 0,423 0,429 0,006-0, ,316-0,107-0, ,762 0,339-0, ,711 0,488 0,423-0,066-0, ,311-0,177-0, ,750 0,262-0, ,531 0,562 0,414-0,148-0, ,304-0,258-0, ,734 0,172-0, ,403 0,644 0,402-0,241-0, ,296-0,348-0, ,714 0,070-0, ,311 0,732 0,389-0,343-0, ,286-0,446-0, ,690-0,042-0, ,243 0,827 0,373-0,453-0, ,275-0,552-0, ,663-0,164-0,00595 LRo= 0,201 (R$/min) LRmax= 0,206 (R$/min) LRmxp= 0,113 (R$/min) Vo= 148 (m/min) Vmxl= 171 (m/min) Vmxp= 261 (m/min) To= 29,255 (min) Tmxl= 14,582 (min) Tmxp= 1,900 (min) LRmax 1 = 0,106 (R$/min) LRmax 2 = 0,525 (R$/min) Vmxl 1 = 162 (m/min) Vmxl 2 = 191 (m/min) Tmxl 1 = 18,923 (min) Tmxl 2 = 8,556 (min) Planilha 1 - Resulados - 15 / 17 -

16 1.000 Razões : Cusos : CR ; Receias : RR ; RR 1 ; RR 2 : (R$/min) CR RR RR 1 RR 2 LR LR 1 LR 2 Vo Vmxl 1 Vmxl Vmxl 2 Vmxp Razões de lucro : LR ; LR 1 ; LR 2 : (R$/min) Velocidade de core : Vc : (m/min) Figura 3. Influências dos Valores das Receias Uniárias - 16 / 17 -

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