Convergência, transmídia e excedente cognitivo na Ocupação da USP

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1 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP Thago Soares, Allysson Vana Martns Unversdade Federal da Paraíba, Unversdade Federal da Baha, Brazl E-mal: Resumo A cobertura da Ocupação da USP pela Folha de S. Paulo é fenômeno propíco para um estudo da convergênca e transmída no jornalsmo. Da produção de conteúdos para o jornal mpresso e para o ste, chegando à ntegração com as redes socas (Twtter e Facebook), observa-se uma partculardade na forma de endereçamento dos conteúdos jornalístcos: os usos das redes socas pelas organzações jornalístcas neste caso, o Grupo Folha de Comuncação acona a dea de produção colaboratva no jornalsmo contemporâneo, juntamente às estratégas de convergênca e transmída. A partr da revsão desses concetos, reconhecemos que a produção de conteúdo através dos usos estratégcos do excedente cogntvo dos frudores aponta para lógcas de uma nova prátca na atvdade jornalístca. Palavras-chave: jornalsmo, convergênca, transmída, ocupação da USP, Folha de S. Paulo Convergence, transmeda and cogntve excess n the ocupaton of USP Abstract The Occupaton of USP coverage n Folha de S. Paulo s a notable sample for a study of convergence and transmeda n journalsm. From the producton of content for newspaper and webste, untl the ntegraton of tradtonal meda wth socal networks (Twtter and Facebook), there s a pecularty n the way of addressng journalstc content: the uses of socal networkng by news organzatons n ths case, the Folha Communcaton Group nvokes the dea of collaboratve producton n contemporary journalsm, along wth strateges of convergence and transmeda. Through the revew of these concepts, we recognze that the producton of content through strategc uses of cogntve surplus s an exemple of a new pratce n contemporary journalsm. Estudos em Comuncação nº 12, Dezembro de 2012

2 136 Thago Soares, Allysson Vana Martns Keywords: journalsm, convergence, transmeda, occupaton of USP, Folha de S. Paulo AS coberturas jornalístcas funconam como uma mportante balza de compreensão das prátcas e dos processos de construção da nformação. Em sua temporaldade urgente e necessdade de acompanhamento do desdobrar dos fatos, traduz-se como um lugar prvlegado para se perceber como as lógcas organzaconas das empresas jornalístcas, as atvdades de repórteres, fotógrafos, desgners, edtores, entre outros e as premssas de notcabldade estão engendradas e agencadas. Observar, analtcamente, os fatos ocorrdos no ano de 2011, sugere-nos uma gama de possbldades e objetos passíves de nvestgação, como explcta o especal da Folha.com, Onda de revoltas 1 (2011): a Prmavera Árabe, revoltas que aconteceram no Orente Médo e no norte da Áfrca, colocou em questão os regmes de governabldade de países destas áreas; a Geração à Rasca, nomenclatura utlzada para dentfcar as váras manfestações ocorrdas em Portugal; a Spansh Revoluton, que revndcava uma melhor representação dos partdos polítcos na Espanha em crse; o Occupy Wall Street, no qual os manfestantes reclamavam contra a desgualdade socal e a ganânca dos empresáros e revndcavam contra a mpundade dos responsáves da crse fnancera mundal; entre outros. No fnal de outubro de 2011, teve níco na cdade de São Paulo, no Brasl, a Ocupação da USP, fato cujo estopm fo a prsão de três estudantes da unversdade que portavam maconha no campus (PRADO, 2011) e que, de alguma forma, pode dalogar com esta onda revndcatóra que acometeu em alguns lugares do mundo. Neste artgo, nossa observação para análse reca sobre o jornal Folha de S. Paulo na cobertura da Ocupação da USP, de 27/10 a 08/11. O período seleconado marca o estopm das revoltas e a hpótese aqu delmtada aponta para os usos de novos espaços de construção da nformação: as redes socas. Nosso procedmento tem como prncípo debater de que noções como convergênca e transmída são fundantes na prátca jornalístca da Folha (mpresso e 1. Dsponível em: ondaderevoltas/. Acesso em: 10/12/2011.

3 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP 137 ste), no entanto, tas prátcas ganham em dnâmca e crculação uma vez que são ntegradas às redes socas (Twtter e Facebook). A Folha, além de parecer utlzar as redes socas de manera ampla, é o maor jornal de crculação do estado de São Paulo, cdade em que aconteceu o fato em dscussão. Há uma partculardade na forma de arqutetura da cobertura jornalístca da Ocupação da USP que nos nteressa: o modo como a Folha utlzou suas redes socas, seu ste e seu jornal mpresso para abordar o fenômeno, valendo-se dos segudores no Twtter e dos fãs do Facebook para consegur depomentos, magens, vídeos, qualquer materal de publcação. Há um claro uso do que Clay Shrky (2011) chama de excedente cogntvo, tendo como base o reconhecmento de que os frudores dos conteúdos nformatvos dedcam tempo lvre para produzr conteúdo para os veículos de mída. Este uso estratégco do excedente cogntvo dos frudores como aparato para construção de mas conteúdo de cobertura jornalístca nos parece ser um dos trunfos da Folha. Antes de adentrarmos nos meandros analítcos, acredtamos necessáro dscutr as noções de convergênca e transmída. Por que (anda) falar em convergênca? Convergênca é um termo bastante recorrente na academa e no mercado. Os pesqusadores Antkanen et al. (2004, p.8) afrmam que convergênca pode ser percebda nos conteúdos, nos dspostvos termnas e nos sstemas de rede 2. Para o caso específco do jornalsmo, entretanto, a pesqusadora Suzana Barbosa explca que mas que uma palavra da moda ou justfcatva para sobrecarga de trabalho e cortes nas equpes, a convergênca jornalístca é uma oportundade para renovar o jornalsmo e atualzá-lo frente às demandas do públco do século XXI (2008, p. 88). Identfcamos ao menos três tpos de convergênca mdátca: de formato, de termnal/dspostvo e de conteúdo. A convergênca de formato é entendda como snônmo de multmída ou multmeos, sto é, a ntegração de dversos formatos mdátcos, como vídeo, áudo, magem, nfográfco, anmação e texto. Outro estlo é a de termnas, na qual se reúne especfcdades de dversas mídas em só um dspostvo. Por fm, exste a convergênca de conteúdo, que tem relação com a transposção dos materas de um dspostvo para ou- 2. Tradução nossa.

4 138 Thago Soares, Allysson Vana Martns tro e é a que enfatzamos de manera mas forte. A convergênca de conteúdo nos nteressa de manera mas explícta, pos há mas possbldade de perceber nesta seara uma maor fundamentação de um conceto crado por Jenkns (2008): a narratva transmdátca ou transmída. A expressão convergênca, na nossa análse, referenca apenas o que caracterzamos como convergênca de conteúdo. Segundo Jenkns, a velha dea da convergênca era a de que todos os aparelhos ram convergr num únco aparelho central que fara tudo para você (à la controle remoto unversal). O que estamos vendo hoje é o hardware dvergndo, enquanto o conteúdo converge (2008, p. 41). Na concepção da pesqusadora Suzana Barbosa, para o jornalsmo, a convergênca sgnfca ntegração entre meos dstntos, produção de conteúdos combnando mult-plataformas para publcação e dstrbução, convergênca estrutural com a reorganzação das redações e a ntrodução de novas funções para os jornalstas. Dstnguem-se, então, quatro tpos de convergênca jornalístca: tecnológcas; empresaras; profssonas; de conteúdo. Em conformdade com nossa vsão, a autora defne os dos últmos níves como os de maor nteresse acadêmco e profssonal e nos quas stuam as mudanças mas sgnfcatvas, porque trazem mas novdades (BARBOSA, 2008, p. 97). Aqu, enfatzamos, sobretudo, a convergênca de conteúdo, sto é, a capacdade de adaptação e transposção de um materal de um meo para outro, permtndo, desta manera, a construção de narratvas jornalístcas em conformdade com tas recursos (BARBOSA, 2008, p. 88). Transmída: do entretenmento ao jornalsmo A narratva transmdátca é uma espéce de desdobramento de um assunto através de mas de uma mída. Para que haja transmída, um tema precsa ser trabalhado ncalmente em um meo e ser amplado em outro. Apostamos que a convergênca de conteúdo (a transposção para outro meo) pode facltar essa noção de transmída. Um dos maores modsmos (sem acepção negatva) entre os veículos de comuncação para cobertura de um fenômeno é apostar (ou tentar) em uma ntegração de suportes, sto é, na narratva transmída, sobretudo alada à convergênca e às redes socas (AGUIAR e MARTINS, 2012). A utlzação de redes como Twtter e Facebook, a propósto, fo consderada um dferencal na maora das manfestações em 2011 (HUNTER,

5 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP ; MARQUES, BOMFIM, VIEIRA, 2011; SADDY, 2011), com papel atvo na organzação das manfestações ou na denúnca de rregulardades e atrocdades cometdas pelos governantes, polcas e envolvdos. Nascda no âmbto do entretenmento, a transmída refere-se a uma nova estétca que surgu em resposta à convergênca das mídas (...) faz novas exgêncas aos consumdores e depende da partcpação atva de comundades de conhecmento (JENKINS, 2008, p. 47). Em outras palavras, o consumdor, na transmída, busca a amplação de um assunto através de dversos meos. Um produto transmdátco deve ser autossufcente, ou seja, um ndvíduo pode consumr apenas o flme e entenderá sua narratva, bem como apenas jogar o game e também compreenderá o enredo proposto. Anda assm, se um meo não trouxer complemento para o produto de outra mída, não há narratva transmída, pos não há amplação do tema ou assunto. Os produtores devem desenvolver produtos que contrbuam para um sstema maor de narratva. As franquas não devem repetr, mas amplar a hstóra. Jenkns esclarece que uma hstóra transmdátca se desenrola através de múltplos suportes mdátcos, com cada novo texto contrbundo de manera dstnta e valosa para o todo. Na forma deal de narratva transmdátca, cada meo faz o que faz de melhor (2008, p. 135). Se pensarmos no conceto de transmída como complementação de um tema, ele se adapta à área jornalístca. Em trabalhos anterores, esforçamonos para verfcar de que forma a transmída pode ser observada no jornalsmo (AGUIAR e MARTINS, 2012; MARTINS, 2011). Anda que a web não seja fundamental para a exstênca da narratva transmdátca, é nela que mas se destaca, especalmente pela possbldade de acontecer alada à convergênca. Um produto convergdo que possu lnks para conteúdos mas antgos pode ser caracterzado como transmída, pos há um desdobramento do assunto anterormente abordado em outro veículo, ou mesmo quando é trabalhado de outro modo nas redes socas, no ste ou na TV. A cobertura da Ocupação da USP deve trazer exemplos empírcos dessa nteração entre meos, seja devdo à convergênca ou à narratva transmdátca, que proporcona, na ntegração entre ste, jornal mpresso e redes socas, um espaço para dvulgação, debate e amplação do assunto em mas de uma plataforma específca. As redes socas possuem três relações específcas com o jornalsmo: fonte e pauta para a nformação; fltro de notíca; reverberação dos conteúdos (RE- CUERO, 2009). No caso do uso das redes socas como fontes, sso pode

6 140 Thago Soares, Allysson Vana Martns acontecer seja porque o fato ou fenômeno surgu nesse (cber)espaço como o movmento Fora Sarney, em 2009 ou mesmo em stuações em que a mída não consegue estar no local, como no caso de Salam Pax, bloguero que se tornou conhecdo após regstrar daramente a nvasão do Iraque, em As redes socas são complementares ao jornalsmo, produzndo efetos em sua prátca, mas não desenvolvendo o mesmo que os jornalstas, pos não produzem notícas, apenas elementos que podem ser notcados. Estão, de um modo geral, produzndo efetos no jornalsmo, mas não pratcando jornalsmo, uma vez que esses processos são fortemente construídos a partr de perspectvas de captal socal e ganho ndvdual dos atores (RECUERO, 2009, p. 13). Este estudo não se concentra nos usuáros da rede, no modo como estes se apropram do conteúdo seja servndo como pauta ou fonte, ou mesmo dssemnando e comentando os assuntos 4. Aqu, nteressa-nos a manera como a Folha se valeu do Twtter e Facebook na cobertura sobre a Ocupação da USP, ntegrando essas redes socas às publcações do jornal e do ste, para onde o conteúdo mpresso converge. Como a mera observação do produto a notíca é ncapaz de revelar se a matéra teve sua orgem a partr de algo que fo dto no Twtter, ou sugerdo através da ferramenta (ZAGO, 2010, p. 13), torna-se mpossível, quando não é explctado pelo própro veículo, verfcar de que forma o Twtter (e também o Facebook) nfluencou o Grupo Folha na produção de seu materal. Focalzamos a perspectva do jornal como fltro da (própra ou não) nformação, ou seja, na manera como escolhe o que crcula nas redes socas, no mpresso e no ste. Quem fala o quê: a Folha de São Paulo eaocupação da USP A versão onlne da Folha de S. Paulo começou se chamando Folha Web (até 2000) para depos se tornar Folha Onlne e, em 2010, ncorporar a denomnação Folha.com. Seu ste está assocado ao portal UOL, também do Grupo 3. Ver Zago (2010) para saber mas sobre o uso das redes socas como pauta e fonte para o jornalsmo. 4. Gabrela Zago (2011) aposta na exstênca de uma recrculação jornalístca nas redes socas.

7 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP 141 Folha, e nforma no momento do acesso que ele é o prmero jornal em tempo real em língua portuguesa. Anda que tenha Twtter de váras edtoras específcas e uma geral do ste, nosso estudo se dedcará apenas crado em 18/11 de 2009, tendo em vsta que fo na edtora Cotdano onde aconteca a publcação sobre a Ocupação da USP, conforme explcado na matéra do da 06/11 na versão mpressa da Folha. A Ocupação da USP ocorreu em 27/10, com a revolta de estudantes da unversdade devdo à prsão de três colegas que foram flagrados por polcas portando maconha. A manfestação dos estudantes exga o fm do convêno USP-PM, probndo a entrada da políca mltar sob qualquer crcunstânca e garantndo autonoma aos espaços estudants. Os pensamentos opostos defendam que o campus é um espaço públco e que não sera uma opção probr a PM de entrar; é, na verdade, apenas mas um local onde a polca deve cumprr a le, garantndo os dretos fundamentas e a lberdade de expressão. A parcera de cnco anos entre a PM e a USP fo frmada em 08/09, vsando aumentar a segurança do campus (JESUS, 2011; MACEDO, 2011; PINHO, 2011; PRADO, 2011). Embora a prsão dos três estudantes devdo ao uso da maconha tenha sdo o estopm para a manfestação, a utlzação ou legalzação da droga no campus não faza parte das exgêncas dos revoltosos, explca Raphael Prado (2011). No da da prsão (27/10), os estudantes ocuparam o prédo da Faculdade de Flosofa, Letras e Cêncas Humanas (FFLCH) da USP e em 02/11 chegaram à retora, com a operação de retrada tendo ncado na madrugada de 08/11. A desocupação da retora aconteceu em uma operação conjunta da Políca Mltar, Políca de Choque, Comando de Operações Especas (COE), Grupo de Ações Tátcas Especas (GATE), Cavalara da PM (ALMEIDA e VIEIRA, 2011; FEDEROWSKI, ALMEIDA e CASQUEL, 2011; JESUS, 2011; PRADO, 2011). Após a retrada dos manfestantes da retora, os estudantes se reunram para uma assemblea, na qual fcou decdda pelo níco de uma greve geral dos alunos (GOMES, 2011). A nvasão da políca levou 73 pessoas presas, das quas quatro eram funconáras da USP, e com a lberdade dada após o pagamento da fança de um saláro mínmo (R$ 545,00) por pessoa. Assm, o movmento passou a exgr a retrada de processos admnstratvos e crmnas movdos contra alunos e funconáros pela nsttução (PRADO, 2011).

8 142 Thago Soares, Allysson Vana Martns Ocupação da USP pela Folha de S. Paulo Conforme esclarecdo anterormente, focalzaremos a cobertura da Ocupação da USP realzada pela Folha. Anda que as manfestações tenham contnuado por mas tempo, o período de 27/10 a 08/11 marca o estopm das revoltas, perpassando pela ocupação da FFLCH e da retora da USP até a entrada da políca no campus e a retrada dos estudantes. Resguardando as lógcas e rotnas de cada meo, o corpus de nosso estudo tem uma alteração. A cobertura das mídas on-lne não segue uma lógca de perodcdade, ou seja, a qualquer momento o conteúdo pode ser publcado, não necesstando esperar a veculação de uma próxma edção. Por consegunte, o corpus escolhdo no ste, Twtter e Facebook corresponde exatamente ao período em que os fatos prncpas ocorreram. Como a publcação no mpresso possu uma lógca dferente, amarrado pela necessdade temporal e espacal das edções dáras, ncamos e fndamos a análse das publcações um da após o período delmtado, em outras palavras, a edção mpressa da Folha fo avalada de 28/10 a 09/11. Nesses 13 das, a edtora de Cotdano era o espaço destnado às matéras produzdas acerca da Ocupação da USP. Observamos 19 referêncas à manfestação, na qual apenas uma tnha caráter opnatvo, haja vsta que o espaço destnado para expressar o ponto de vsta do jornalsta ou do jornal se localza nas págnas A2 e A3 do caderno prncpal. Além dessas menções à manfestação no caderno específco para sua cobertura, dentfcamos algumas outras alusões no prmero caderno. Em quatro das, a capa traza alguma magem guando o letor para matéra acerca da Ocupação da USP, enquanto em cnco das exsta apenas uma pequena chamada sem magem para a nformação. No da 04/11, a chamada sem magem na págna prncpal (ver Fgura 1) não fo para uma matéra ou reportagem no caderno especalzado na cobertura, porém, para um texto edtoral que representa a vsão do Grupo Folha 5. As magens foram destnadas apenas às reportagens veculadas no caderno específco para a cobertura do movmento, 5. A Folha defende a permanênca da PM no campus da USP, pos é natural aumentar o polcamento em áreas pergosas, não sendo a unversdade uma exceção. Destaca anda que os nvasores dos prédos (FFLCH e retora) eram a mnora, no caso da últma chegando a ser a mnora de uma mnora. Para a Folha, quem ameaça as atvdades na USP são os nvasores, não a Políca Mltar.

9 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP 143 enquanto as outras chamadas eram apenas textuas. A opnão do veículo fo o únco conteúdo opnatvo a ganhar destaque na capa, demonstrando um nteresse do veículo na dssemnação da sua vsão. Fgura 1: Chamada na capa para texto opnatvo da Folha. Anda que a cobertura da Ocupação da USP tenha sdo realzada especfcamente em uma seção da Folha, em alguns espaços do caderno prncpal houve menção à nvasão. Na págna A2, destnada aos colunstas e ao edtoral do veículo, pudemos verfcar ses textos e uma charge que expressavam opnão. Apesar de os colunstas terem lberdade de expressar seu ponto de vsta sobre algum fenômeno, não podemos deslocá-lo de ser lugar de fala, ou seja, ele está chancelado e autorzado pelo meo no qual seu texto está sendo veculado. Todos os colunstas possuem uma vsão alnhada a da Folha. A págna segunte, A3, é um espaço opnatvo e nteratvo (por comentáro). A prmera nteração com o letor aconteceu dos das após o tumulto ter ncado. No da 05/11, além de três manfestações dos letores, o jornal pôs dos textos de colaboradores tratando da Ocupação da USP. Nestes dos textos, a Folha trouxe uma vsão a favor e outra contra sobre tudo que estava acontecendo, sob a pergunta: A USP deve manter o convêno com a Políca Mltar?. Quando passamos para os comentáros dos letores, observamos uma maora contra a Ocupação da USP feta pelos estudantes e a favor da presença da PM na nsttução. Dos 33 comentáros, 12 se apresentavam contra o convêno USP-PM e 21 a favor. Anda que a maor parte dos comentáros esteja em consonânca com a vsão do jornal e o maor espaço destnado aos textos dos letores 6 seja para o de alguém que é contra o tumulto promovdo 6. O maor comentáro observado tnha 28 lnhas e traza uma vsão favorável ao convêno USP-PM.

10 144 Thago Soares, Allysson Vana Martns pelos alunos, a Folha dvulga manfestações tanto a favor quanto contra seus artculstas, outros letores e até colaboradores. É comum a dsponblzação de comentáros que ctam outros letores, colaboradores e artculstas (ver Fgura 2). Fgura 2: Comentáros ctando colaborador e letor da Folha. No da 06/11, a Folha publca uma matéra sobre a mudança de data para a desocupação da retora no caderno prncpal, embora nforme aos letores que o assunto é tratado na seção Cotdano. Por fm, na capa do caderno Cotdano, no da 04/11, houve uma chamada para o ste da Folha, convdando os letores a acompanhar a nvasão da retora, e no últmo da de análse, em 09/11, uma publcação na págna C4 trouxe uma lsta de lnks (ver Fgura 3) que dreconavam o consumdor para o ste do veículo, nos quas eram dsponblzados: vídeo para a ação da políca na USP, áudo para um depomento sobre a pchação e sujera na retora, magens da rentegração de posse da retora, além da dvulgação do Twtter da seção Cotdano e da págna no Facebook. Anda no da 09, na págna C2, um comentáro do colunsta Antono

11 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP 145 Prata traza o lnk do seu blog, ntegrado no portal UOL, também do Grupo Folha. No geral, não observamos nenhuma menção aos conteúdos nas redes socas, ou seja, nenhuma matéra trouxe um assunto do Twtter ou Facebook como tema prncpal, uma atualzação que tenha se tornado notíca ou uma ctação. Fgura 3: Lsta de lnks em matéra da Folha. No ste Folha.com, observamos um total de 73 publcações referentes à Ocupação da USP, no período de 27/10 a 08/11, o equvalente a 5,6 publcações dáras, nos 13 das. Apesar dos números, há uma grande dferença

12 146 Thago Soares, Allysson Vana Martns de quantdade de publcação dára 7. As matéras geralmente trazem lnks e magens. Duas fotos foram especalmente repetdas, no caso da Ocupação da USP, ambas de caráter pejoratvo para os estudantes, denegrndo o movmento ou os equparando a banddos (ver Fgura 4). A lsta de lnks levava quase sempre para algum álbum: seja do dedcado ao protesto de modo geral, da nvasão à retora pelos estudantes, da manfestação dos alunos que apoavam a PM, da rentegração da retora pela políca ou do tumulto entre estudantes e jornalstas. Os vídeos da ocupação dos alunos da retora e da rentegração de posse deste prédo pela Políca Mltar também fguraram na maora das publcações, seja na própra matéra ou dspostos nos lnks. Com alguma frequênca, as magens tnham lnks na legenda que dreconavam para alguma desses álbuns. Os lnks na narratva também dreconavam para os álbuns, além de um fato alheo ao movmento, como em uma matéra de 07/11 8. Hperlnks para nteragr com o jornal esteve presente em 14 publcações. Fgura 4: Ambas as magens apareceram em dversas matéras sobre a Ocupação da USP. As publcações sobre a Ocupação da USP renderam város comentáros em quase todas as atualzações. Contudo, os que fcavam em evdênca não eram os últmos realzados, mas os que representavam opnão semelhante ao do Grupo Folha. O ápce de postagem com comentáros fo de 926, em 7. No da 30/10, não houve nenhuma notíca sobre a manfestação, e nos das 27/10 e 29/10 o ste veculou apenas duas atualzações sobre o fato. Enquanto nos outros das não se passava de oto publcações, no da 08/11, o Folha.com trouxe 21 matéras acerca da ocupação. 8. Especal sobre a ocupação de Dsponível em: com.br/folha/especal/2007/ocupacao_na_usp/. Acesso em: 30/11/2011.

13 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP /10, e 1864, no últmo da de análse. Três colaborações do Panel do Letor são dvulgadas (através de lnks) em 18 matéras, todas em consonânca com o ponto de vsta do Grupo Folha. Do total, 18 matéras foram atualzadas após a publcação, sobretudo as notícas de 08/11. Alguns conteúdos foram claramente atualzados sem que esse fato tenha sdo exposto, sendo colocados lnks de notícas publcadas após o horáro de veculação da matéra na qual estavam dspostos (ver Fgura 5). Fgura 5: O texto fo publcado em 08 de novembro às 09h11, enquanto o do lnk é de 24 mnutos depos, logo, 09h35. A ntegração com o jornal mpresso só acontece quando é dsponblzado texto de um artculsta. A relação com o Facebook exstu apenas na ctação de um texto dvulgado nessa rede que remeta à justfcatva dos estudantes que apoavam o convêno PM-USP (ver Fgura 6) e a explctação de que o protesto dos alunos que eram contra a ocupação da FFLCH fo organzado nela (ver Fgura 7). E a ntegração com o Twtter só ocorreu na únca publcação que não obteve comentáros texto do artculsta José Smão, no qual expôs os questonamentos que os segudores lhe fzeram. Além das ctações das redes no corpo do texto, o ste Folha.com destna espaços padrões para publcdade do Twtter o geral e o da edtora em questão e da págna no Facebook em dos lugares, bem como do Google + (ver Fgura 8). Do período de 13 das avalados, em dos não observamos qualquer referênca ao movmento: em 27/10 quando a manfestação ncou e em 30/10. No total, o fez 66 tutadas referentes à Ocupação da USP. Todas levam para o ste Folha.com, para reportagens (pratcamente todas) e galeras de magens, ou mesmo para um vídeo e uma enquete nda-

14 148 Thago Soares, Allysson Vana Martns Fgura 6: Ctação de texto publcado no Facebook. Fgura 7: Explctação de evento organzado apenas através do Facebook. Fgura 8: Dos espaços dferentes (acma e abaxo) para dvulgação das redes socas.

15 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP 149 gando o navegante você concorda com a permanênca da PM na USP? apenas uma atualzação para as duas últmas. A págna de Facebook da Folha fo a que se deteve menos na cobertura e dvulgação do caso. Nos 13 das estudados, apenas oto materas trazam alguma referênca à Ocupação da USP, com ses das não tendo nenhuma atualzação sobre a manfestação. As atualzações são apenas dvulgação das notícas e galeras de magens do Folha.com, ou mesmo do jornal mpresso Folha, convergdo para o ste. Usos e aproprações do excedente cogntvo Como já apontamos em outros trabalhos, o uso de recursos como hashtags (...) e lve bloggng, apesar de aparentemente smples, são valosos quando bem utlzados, haja vsta que percebemos um salto evolutvo na exploração das possbldades nteratvas [das redes socas] (AGUIAR e MAR- TINS, 2012, p. 10). Obvamente, estes são apenas dos exemplos de recursos, exstndo um grande número de expermentações anda sendo realzadas, por exemplo, a produção de uma págna especal dentro do ste destnada apenas à cobertura (...) parece se encaxar nos concetos de convergênca e transmída (bdem), pos transpõe o conteúdo e o complementa. No jornal, observamos ndcações para conteúdos no ste em duas publcações. Com exceção do lnk para o blog do colunsta Antono Prata, não observamos nenhuma menção aos conteúdos nas redes socas. Apenas em uma matéra, em 09/11, fo dvulgado o Twtter da edtora Cotdano e da págna no Facebook da Folha. Anda nesta publcação, hava dsponblzada uma lsta de lnks. Além dessa notíca, só mas uma, no da 04/11, ctou o ste. Dferente, todava, do estudo feto por Lopes da própra Folha, quando dentfcou 30 menções em 13 matéras no período [uma semana], tendo classfcado ses como tendo o Twtter como assunto prncpal, quatro como tweets que vraram notíca e três como declarações de fontes va Twtter (ZAGO, 2010, p. 4). O ste Folha.com ntegra as suas publcações com as redes, dspondo lnks para conteúdos produzdos pelos repórteres, artculstas, colaboradores ou letores, além de magens e vídeos. Os lnks dvulgam os álbuns e galeras cradas para o protesto, bem como as gravações em vídeo obtdas. Ao fazer uso do conteúdo produzdo por frudores, temos caracterzada, pela Folha.com, uma

16 150 Thago Soares, Allysson Vana Martns estratéga de endereçamento de excedente cogntvo numa lógca que pode ser compreendda como prátcas de jornalsmo colaboratvo, juntamente às estratégas de convergênca e transmída. O frudor/letor destna seu tempo lvre para produzr conteúdo para a empresa. A relação com o mpresso aconteceu somente quando os artculstas vecularam algum texto publcado no jornal, convergdo para o ste e acessível apenas por assnantes do portal UOL ou da Folha. O Twtter fo ctado apenas no texto do colunsta José Smão, enquanto o Facebook apareceu algumas vezes, porém, apenas por dos motvos: utlzar uma ctação dos estudantes que eram a favor do convêno USP-PM e ctar que a manfestação feta por esses alunos fo organzada nesta rede socal. Fora sso, exsta apenas espaços padrões para publcdade do Twtter, da págna do Facebook e do Google +. De acordo com a pesqusa de Gabrela Zago (2010), a Folha.com tende a trazer matéras referencando o Twtter nos conteúdos sobre celebrdade e polítca. O Twtter fo utlzado para dvulgação de enquete e de galera de magens no ste e para ênfase no vídeo publcado pela USP de suas câmeras de segurança. Hava também um uso para além da smples dssemnação das matéras do ste da Folha, por exemplo, quando o vídeo faza parte de uma matéra e o jornalsta focalzava só no conteúdo vídeo (ver Fgura 9). Anda que Recuero e Zago (2011) percebam um aperfeçoamento da utlzação do Twtter pelas empresas jornalístcas, não afrmamos que a conta Cotdano da Folha expermente as especfcdades que o mcroblog oferece de forma efcente. As autoras ctam retweets, hashtags, menções, geolocalzações, encurtadores própros de lnks, contas verfcadas e as lstas como característcas efcentes. Fgura 9: Anda que dvulgue apenas no vídeo, este faz parte de uma matéra.

17 Convergênca, transmída e excedente cogntvo na Ocupação da USP 151 A págna de Facebook da Folha não trabalhou com as possbldades que a rede socal permte. Todas as atualzações foram fetas vsando apenas a dvulgação do materal que estava no ste, seja para galera de magens ou reportagens, seja para dvulgar a convergênca do jornal mpresso para o Folha.com, onde os assnantes da Folha ou do portal UOL têm acesso. Anda que o Facebook do jornal em outros momentos tenha realzado uma enquete (ver Fgura 10), convocado o letor para colaborar e opnar (ver Fgura 11), nstgado sua dúvda e curosdade (ver Fgura 12), entre outras aproprações, parece que este uso mas específco e aprmorado dos recursos dessa rede socal não é um padrão, conforme observado na cobertura da Ocupação da USP. Fgura 10: Exemplo de enquete no Facebook da Folha. Fgura 11: Facebook da Folha nstga letor para colaborar e opnar. A ntegração entre os espaços da Folha acontece prncpalmente porque as redes socas costumam dvulgar o conteúdo produzdo no ste e no m-

18 152 Thago Soares, Allysson Vana Martns Fgura 12: Facebook da Folha gua letor para seu ste através da curosdade. presso, convergdo para o Folha.com. Em outras ocasões, a empresa procura trabalhar com as redes socas de modo a complementar o assunto e trazer possbldades que o ste e o jornal não permtem. Todava, sso só fo observado em momentos que não compreenderam nosso corpus de análse. Há anda uma ntegração deológca, na qual a opnão acerca da Ocupação da USP é compartlhada em todos os espaços de publcação do Grupo Folha. Referêncas AGUIAR, L.; MARTINS, A. Convergênca e transmída nos debates dos canddatos a governador da Paraíba: A Rede Paraíba de Comuncação nas Eleções In: Estudos em Jornalsmo e Mída, v. 9, n. 1, jan./jun ANTIKAINEN, H; KANGAS, S; VAINIKAINEN, S. Three vews on moble cross meda entertanment. In: VTT Informaton Technology, Research

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