Artigo Original PONTE AORTO BIFEMORAL: UMA SÉRIE BRASILEIRA, COM RESULTADOS TARDIOS. INTRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Artigo Original PONTE AORTO BIFEMORAL: UMA SÉRIE BRASILEIRA, COM RESULTADOS TARDIOS. INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 Artigo Original PONTE AORTO BIFEMORAL: UMA SÉRIE BRASILEIRA, COM RESULTADOS TARDIOS. Jorge Rufino Ribas Timi' Dante Calmon de Araujo Goes Jr.' Ricardo Cesar Rocha Moreira' Marcos Antonio Gomes' Neomar Luis Roman" EliasAbrão", INTRODUÇÃO o conceito de ponte ("by-pass") revolucionou a cirurgia vascular. Desviar o fluxo de sangue de um segmento obstruído usando um enxerto como "ponte" foi uma idéia brilhante, que tem sido usada com sucesso em quase todas as artérias. Na aorta terminal e artérias ilíacas, local freqüente de doença aterosclerótica oclusiva, a ponte aortobifemoral vem sendo usada há mais de 30 anos com ótimos resultados, como demonstram diversas séries clínicas da literatura européia e norteamericana. No Brasil pouco se tem publicado sobre o assunto, apesar de existir uma longa experiência em cirurgia da aorta em nosso meio. Esta escassez de resultados na literatura nacional nos levou a revisar parte da experiência do nosso Serviço com a ponte aorto-bifemoral e compará-la com a literatura internacional recente. PACIENTES E MÉTODOS Num período de dois anos, os autores submeteram 68 pacientes a ponte aorto bifemoral. Analisam as indicações para cirurgia, as doenças associadas, as complicações e resultados desta série e comparam-nos com a literatura internacional recente. Os resultados precoces e tardios demonstram ser a ponte aorto-bifemoral um tratamento eficaz e seguro, embora paliativo, para os portadores de arteriosclerose aortoilíaca. Unitermos: Arteriosclerose, doença aorto-ilíaca, cirurgia Trabalho realizado no SeIViço de Cirurgia do Hospital Nossa Senhora das Graças, em C\lritiba PR, Cirurgiões Vasculares do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba PR Cirurgião Vascular em União da Vitória PR Chefe do SeIViço de Cirurgia Vascular do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba PR Professor Adjunto do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal do Paraná. C/R. VASCo ANG. 4(3); 13, 17, 1988 No Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba PR, foram feitas cerca de 300 pontes aorto-bifemorais de 1972 a Decidimos revisar apenas os pacientes operados entre janeiro de 1978 a dezembro de 1979, por ser uma'série homogênea, com todos os pacientes operados de maneira padronizada e seguidos por um prazo mínimo de 4 anos, ou até a 'morte. No tot~l, foram 68 pacientes, 59 (87%) homens e 9 (13%) mulheres, todos portadores de arteriosclerose obliterante. A idade variava de 42 a 80 anos, com uma média de 59 anos. Todos eram ou tinham sido fumantes. Claudicação intermitente invalidante foi a indicação para cirurgia em 34, ou seja exatamente metade dos pacientes. Os outros 34 apresentavam graus mais graves de isquemia, tais como dor em repouso, úlceras isquêmicas ou gangrena da extremidade. Todos os pacientes foram submetidos a aortografia, geralmente por punção translombar. Trinta e um pacientes (45%) apresentavam lesões estenóticas ou oclusões restritas a aorta distai e ilíacas; os outros 37 (55%) tinham lesões difusas tanto do segmento aorto-ilíaco, quanto do segmento femoro-poplíteo. As doenças associadas (tabela 1) foram aquelas que habitualmente afligem os indivíduos idosos, fumantes, com aterosclerose. A mais comum foi a doença oclusiva coronariana (história de angina, infarto do miocárdio e alterações do ECG). Diabete melito, hipertensão arterial e doença pulmonar obstrutiva também foram encontradas com freqüência. Todos os pacientes foram operados sob anestesia geral e receberam antibióticos profiláticos, durante e após a cirurgia. Usamos técnica operatória padronizada em todos os pacientes. Através de 13

2 Jorge Rufino Ribas Timi e co/s. DOENÇA N DE PACIENTES Coronariopatia 13 Diabete melito 10 Hipertensão Arterial 09 Doença obstrutiva arterial 05 Acidente vascular cerebral 02 Outras (melanoma, litíase biliar, etc) 04 Tabela 1 - Doenças associadas % uma ponte axilo-bifemoral para restabelecer a circulação dos membros inferiores. Infelizmente, o paciente veio a falecer no pós-operatório, em sepsis e insuficiência renal. Tivemos dois óbitos cirúrgicos precoces (2,9%): um no 3 dia pós-operatório, por coagulação intravascular disseminada e outro no 16 dia, por acidose diabética e insuficiência renal. Durante os cinco anos de seguimento, outros oito pacientes morreram de causas diversas. Somados aos quatro óbitos relacionados à cirurgia, chegamos a uma mortalidade total de 17,6%, uma taxa explicável pelo tipo de paciente e o tempo de seguimento. laparotomia xifo-púbica, a aorta infrarenal era dissecada. As artérias femorais eram expostas através de incisões longitudinais nas regiões inguinais. O enxerto era pré-coagulado e o paciente heparinizado sistematicamente (lmg!kg de heparina endovenosa). Após anastomose termino-iàteral ao nível da aorta infrarenal com sutura contínua de polipropileno 3-0, o enxerto era passado para as regiões femorais, através de túneis retroperitoniais.. As anastomoses distais, também termino-laterais, eram feitas sobre as artérias femorais, na origem das profundas, com poli pro pile no 5-0. Em todos os casos usamos enxertos de Dacron, tipo "Knitted", com dimensões que variavam de 14x7 a 2OxlOmm. RESULTADOS Complicações pós-operatórias inespecíficas, tais como febre, atejectasia pulmonar, infecção urinária, reações alérgicas, íleo paralítico, tromboflebite, etc, ocorreram em 26% dos pacientes, prolongando a estadia. no hospital, mas não alteraram o resultado fmal da operação. As complicações mais graves foram raras. Houve duas infecções de ferida operatória (2,9%), ambas na região inguinal, que cicatrizaram por segunda intenção, após debridamento, antibióticos e cuidados locais. A única compli<;ação técnica foi uma trombose imediata de um ramo de enxerto, que foi reoperada com sucesso. Dois pacientes retornaram tardiamente com infecção do enxerto (2,9%). Ambos foram tratados com retirada do enxerto infectado: um foi a óbito após a reoperação e o outro recuperouse, graças a uma circulação colateral adequada. Seis outros pacientes sofreram trombose tardia de um dos ramos do enxerto. Três deles dese"nvolveram gangrena e foram a amputação; um teve um novo enxerto implantado com sucesso e os outros dois mantiveram os membros viáveis por circulação colateral. Finalmente, um outro paciente teve a complicação tardia mais dramática: uma fístula aorto-duodenal. Após episódios repetidos de hematemese, cerca de quatro anos após a operação, submetemos o paciente a laparotomia exploradora e encontramos uma fístula entre a aorta e a terceira porção do duodeno. Desconectamos a fístula, reparamos o duodeno, ligamos a aorta e fizemos 14 Quatro pacientes foram submetidos a operações concomitentes a ponte aorto-bifemoral: foram duas simpatectomias lombares, uma profundoplastia éxtensa e uma ponte aorto-renal por hipertensão renovascular. Outros quatro pacientes sofreram amputação no período pós-operatório precoc~ (até 30 dias): foram três amputações transmetatarslanas e uma ao nível da coxa, nos cinco anos de segmento, apenas três indivíduos tiveram que ser submetidos a revascularização distai, isto é, a ponte femoro-poplítea. Todos os 66 pacientes que sobreviveram à operação tinham enxer.tos abertos por ocasião de alta hospitalar. Apenas quatro sofreram algum tipo de amputação precoce, três delas limitadas ao pé. Curiosamente, a única amputação mutilante, a nível da coxa, foi feita por um me1anoma maligno, e não por gangrena. Dos 56 pacientes vivos no fim do estudo, 50 (89%) apresentavam enxertos funcionantes. Isto significa que 75% dos 66 enxertos abertos por ocasião da alta hospitalar inicial permaneceram abertos durante todo o período de seguimento. As tabelas 2 e 3 mostram "os resultados tardios, se subdividirmos os pacientes pela indicação cirúrgica. Daqueles cuja indicação era claudicação intermitente, 29 (80%) estavam bem. Os 34 doentes com isquemia mais grave não evoluíram tão bem: 10 (35%) morreram de causas diversas (incluindo aí os óbitos cirúrgicos) e dos 24 sobreviventes, 21 (61,7%) estavam em boas condições clínicas. Quase todas as complicações e maus resultados, e todos os óbitos ocorreram nos pacientes com isquemia grave, principalmente aqueles cuja aterosclerose era difusa, isto é, tanto do segmento aorto-ilíaco, quanto do femoro-poplíte. DISCUSSÃO A aterosclerose com freqüência afeta a aorta terminal e as artérias ilíacas J causando estenose e oclusão destes vasos. As conseqüências clínicas destas lesões são bem conhecidas: claudicação ao exercício, progredindo para dor em repouso na extremidade, úlceras que não cicatrizam, e tardiamente, gangrena e amputação do membro. A

3 Jorge Rufino Ribas Timi e cols. Bom resultado 29 (85%) Membro isquêmico 3 (9%) Amputação 1 (3%) Óbito 1 (3%) TOTAL 34 Tabela 2 - Resultados tardios dos com claudicação intermitente pac'ientes Bom resultado 21 (62%) Amputação 3 (9% Amputação + Óbito 2 (6%) Óbitos 8 (23%} TOTAL 34 Tabela 3 - Resultados tardios dos pacientes - com insuficiência arterial grave evolução inexorável da doença oclusiva aorto-ilíaca foi alterada de modo dramático pela cirurgia vascular. Em 1949, Bazy introduziu a endarterec-. tomia aorto-ilíaca e rio início dos anos 50, Oudot fez os primeiros enxertos aorto-iliacos. Estas duas operações (endarterectomia e ponte) são, ainda hoje, os únicos tratamentos comprovadamente eficazes para a doença oclusiva aorto-ilíaca. Recentemente, a dilatação transluminal com cateter (técnica de Gruntzig) tem sido usada com sucesso em estenoses de ilíacas, mas não existem resultados tardios consistentes. Nunca e demais enfatizar que não existe nenhum medicamento eficaz para a doença oclusiva aorto-ilíaca. ApQs mais de três décadas de experiência, a ponte aorto-bifemoral se firmou como uma operação mais simples, segura e rápida do que a ponte aorto-ilíaca e a endarterectomia. A alta incidência de ateroma nas ilíacas externas explica os resultados inferiores da ponte aorto-ilíaca a longo prazo. A maioria dos autores recomenda fazer-se a anastomose distai na femoral comum, sobre a origem da femoral profunda, ou mesmo se fazer uma profundoplastia com o enxerto, quando houver lesões associadas na femoral superficial. A profundoplastia nestes casos melhora os sintomas isquêrnicos do paciente, sem que seja necessário uma outra ponte élistalmente. A endarterectomia aorto-ilíaca ainda tem seus defensores, mas quase todos os cirurgiões têm reservado esta técnica para os casos onde a lesão aterosclerótica é bem locali&tda e acessível, como por exemplo uma oclusão curta da ilíaca çomum. Os autores são unânimes em recomendar as duas indicações usadas na presente série. Uma. destas indicações é absoluta: dor em repouso, com risco iminente de perda do membro isquêmico. 1, 3, 5, 6 A outra indicação, claudicação intermitente, é relativa, dependendo do estado geral e do grau de atividade física do indivíduo. Uma aortografia de boa qualidade, às vezes suplementada por estudos não-invasivos (fluxometria por Doppler) é essencial para se planejar de maneira inteligente a operação. Na presente série, usamos uma técnica cirúrgica padronizada no nosso serviço há mais de 10 anos, já descrita acima. 5 Na literatura, no entanto, não há consenso quanto à melhor maneira de se fazer uma ponte aorto-bifemoral A maioria dos autores prefere abordar a aorta através de laparotomia. Mas uns poucos, como Le Veen, 4 preferem um acesso retroperitonial Na nossa opinião, o acesso direto, tranperitonial, possibilita uma exposição mais adequada da aorta, facilitando a execução de uma anastomose tecnicamente melhor. Aliás, é justamente no tipo de anastomose proximal que reside a maior controvérsia técnica desta operação. A anastomose término-lateral, mais popular, tem as vantagens de ser simples, rápida e preservar melhor a circulação colateral, porque a corrente sangüínea continua a fluir pela aorta distai à anastomose. Já a técnica término-terminal é, sem dúvida, melhor do ponto de vista hemodinâmico, além de ser mais fácil separá-la do duodeno, prevenindo assim o desastre que é uma fístula aorto-duodenal Nos casos de oclusão justa-renal da aorta, a técnica término-terminal é mandatária. A longo prazo, ambas as técnicas apresentam ótimas taxas de permeabilidade, que variam de Figura 1. Localização típica das lesões arterioscleróticas no segmento aorto-ilíaco. Figura 2., com anastomoses término-laterais na aorta infra-renal e na bifurcação dasfemorais. 15

4 Jorge Rufino Ribas Timi e cols. 66 a 85% 5 após 5 anos. Não encontramos nenhum estudo prospectivo que tenha demonstrado superioridade estatística de uma técnica sobre a outra. N as diversas séries, a mortalidade dessa operação varia de 2,5 a 6%5,6 uma taxa aceitável, se considerarmos magnitude da operação e o tipo de paciente. A taxa de complicações pós-operatórias, no entanto, permanece desconfortavelmente alta. Todas as complicações inespecíficas de qualquer operação de grande porte, tais como febre, atelectasia, insuficiência respiratória, disfunção renal, infecção urinária, reações alérgicas, trombose venosa dos MMII, foram encontradas com freqüência nos nossos pacientes e nas séries da literatura internacional. A complicação mais temida por todos os cirurgiões vasculares, é, sem dúvida, a infecção, cuja freqüência, nas grandes séries, varia de 1,5 a 6% para infecções superficiais da ferida, e de 0,5 a 4% fara infecções profundas que envolvem o enxerto.7. A região inguinal é quase sempre onde se instala a infecção de ferida, provavelmente devido a contaminação normal da pele desta região, e pela transecção cirúrgica de ganglios linfáticos contaminados por bactérias. O aparecimento de uma infecção inguinal exige do cirurgião uma abordagem agressiva, que inclui antibióticos por via parenteral, drenagem e debridamento da ferida e curativos locais intensivos. A maioria das infecções superficiais da ferida cicatriza com o esquema agressivo descrito acima 7. Muito mais grave é uma infecção profunda, que envolva o enxerto. Esta pode ocorrer precocemente, em conseqüência de uma infecção da ferida cirúrgica, ou se manifestar ineses ou anos após a implantação do enxerto. O tratamento desta grave complicação é complexo e os detalhes fogem ao escopo deste artigo. O princípio básico é retirar o enxerto infectado e revascularizar o membro isquêmico, se necessário, através de um novo enxerto que passe por planos anatômicos não contaminados (enxerto extra-anatômico). A mortalid~de e a taxa de amputação nos casos de infecção de enxerto são altíssimas, principalmente quando a infecção envolve a anastomose aórtica 1". Uma complicação gravíssima, felizmente rara, é a fístula aorto-entérica, que geralmente ocorre entre a aorta e o duodeno, através da anastomose proximal. Estes pacientes geralmente se apresentam, anos após a operação inicial, com pequenas hemorragias digestivas, que são o prenúncio de hemorragia torrencial, que leva à morte por exsanguinação. Em qualquer paciente portador de um enxerto aórtico que apresente hematêmese, melena ou mesmo apenas anemia ferropriva, devese sempre suspeitar da presença de uma fístula aorto-entérica. A suspeita diagnóstica nestes casos só é confirmada por lapa.rotomia; endoscopia e exames radiológicos são geraim~nte inconclusivos. 16 Outros problemas relacionados à inserção de enxertos aorto-bifemorais são: falso aneurisma anastomótico, que ocorre em 1,5 a 4,5% dos casos, quase sempre na região inguinal; colite isquêmica, pela ligadura da mesentérica inferior ou baixo fluxo pelas ilíacas internas; obstrução do ureter, no seu cruzamento com o enxerto na pelve; e fístula linfática na região inguinal, que quase sempre fecha espontaneamente. Os resultados da ponte aorto-bifemoral nos parecem justificar a agressão inerente a esta cirurgia. Nenhuma outra operação arterial periférica oferece resultados mais gratificantes a curto e a longo prazo l, 2, 3, 5, 7. Cerca de 90% dos nossos pacientes foram aliviados dos seus sintomas logo após a cirurgia, mesmo aqueles que já tinham lesões tróficas isquêmicas na extremidade. E, mais importante, nenhum sofreu uma amputação do membro por gangrena, no pós-operatório precoce, embora metade tivesse um risco iminente de perda do membro. Esta tem sido nossa experiência ao longo dos anos, e é corroborada por toda a literatura internacional consultada. A longo prazo, o índice de permeabilidade das pontes aorto-bifemorais é bastante satisfatório, variando de 66 a 88% dos casos, após 5 anos. Mesmo quando acontece oclusão tardia de um ramo ou de todo o enxerto, pode-se restabelecer o fluxo sanguíneo do membro, através de trombectomia do enxerto com revisão da anastomose distai, pontes extra-anatômicas ou mesmo troca de todo o enxerto I,7. Como todas as operações sobre a árvore arterial, a ponte aorto-bifemoral é paliativa, não alterando a evolução da doença básica, que quase sempre é a arterosclerose. No entanto, a operação alivia, muitas vezes de modo dramático, a dor isquêmica, e quase semjre evita a gangrena e amputação dos membros. Em suma, a ponte aorto-bifemoral tem sido, em nossas mãos, boa Medicina: se não cura esses indivíduos idosos e doentes, pelo menos melhora muito a qualidade dos anos de vida que lhes restam. SUMMARY AORTO BIFEMORAL BY PASS: a Brazilian series, with late results. In a two-year period, the authors performed aorto-bifemoral by-pass in 68 patients. Indications for surgery, associated diseases, complications and results of this series were reviewed and compared with the current literature. Early and late results of this series demonstra te that the aorto-bifemoral by-pass is an efticient and safe, though palliative, treeatment for aorto-i1iac artheriosclerosis. Uniterms: Artheriosclerosis, a orto-i1ia c, oclusive disease, Surgery.

5 Jorge Rufino Ribas Timi e co/s. Ponte aorto-bifemora/ REFERtNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 01. ALBERS M.T.V., AGUIAR E.T., MURACO B., BOUABCI A.S., WOLOSKER M. & PUECH-LEÃO L.E.: Reoperações tardias para a correção de obstruções subseqüentes a derivações aortofemorais. AMB 22:388, BREWSfER D.e. & DARLING Re.: Optimal methods of aorto-ilíac reconstructíon. Surge!)' 84:739, GALLARD RB., HILL D.A., GUSTAVE R & JAMIESON W.: The functíonal results of aortoilíac reconstructíon. Br J Surge!)' 67:344, '04. LEVEEN H.H., DIAZ e. & IP M.W.: Retroperitoníal aortofemoral bypass using a reversed L-shaped prothesís. Aro J. Surg 136:25, MALONE J.M., MOORE J.S. & GOLDSTONE J.: the natural histo!)' of bilateral aortofemoral bypass grafts for ischemia of the lower extremities. Arch Surg 110:1300, MYHRE HO: Surgical treatment of aortoiliac atherosclerosís. Acta Chir Scand 143:15, SMfTIl RB., GARLAND D. & HYOTT H.e.: Management of the ínfected aortofemoral prosthesis, including use of ao axilo-popliteal bypass. Aro J Surg 43:65, WALKER P.M. & JOHNSON W.: When does limb blood flow increase after aortoiliac bypass grafting? Arch Surg 115:912, C/R. VASCo ANG. 4(3); 13, 17,

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 12

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 12 8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 12 QUESTÃO 17 Na cirurgia eletiva de aneurisma de aorta, associada a rim em ferradura com o istmo funcionante e cobrindo grande parte da aorta abdominal, qual

Leia mais

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito:

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito: Doenças Vasculares Tromboflebiteé uma afecção na qual se forma um coágulo numa veia, em conseqüência de flebite ou devido à obstrução parcial da veia. Flebiteé a inflamação das paredes de uma veia. Causas:

Leia mais

URGÊNCIAS VASCULARES TRAUMAS VASCULARES

URGÊNCIAS VASCULARES TRAUMAS VASCULARES URGÊNCIAS VASCULARES Trauma Trombo-Embolia Infecções Aneurismas Iatrogenia Arterial Venosa Pé Diabético Roto -Roto Os serviços de cirurgia vascular da SES/DF são encontrados nos seguintes hospitais: HBDF

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR QUESTÃO 21 Paciente com síndrome isquêmica crônica dos membros inferiores de longa data apresentando queixa de claudicação incapacitante

Leia mais

REUNIÃO TEMÁTICA ANGIOGRAFIA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE PATOLOGIA ISQUÉMICA MEMBROS INFERIORES. Frederico Cavalheiro Março 2011

REUNIÃO TEMÁTICA ANGIOGRAFIA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE PATOLOGIA ISQUÉMICA MEMBROS INFERIORES. Frederico Cavalheiro Março 2011 REUNIÃO TEMÁTICA ANGIOGRAFIA: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE PATOLOGIA ISQUÉMICA MEMBROS INFERIORES Frederico Cavalheiro Março 2011 INTRODUÇÃO Doença vascular periférica, pode corresponder a qualquer entidade

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) Médico (a)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) Médico (a) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR

PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular SoBRICE Colégio Brasileiro de Radiologia

Leia mais

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar: A cirurgia endovascular agrupa uma variedade de técnicas minimamente invasivas mediante as quais CIRURGIA ENDOVASCULAR = CIRURGIA SEM CORTES! Técnicas Minimamente Invasivas As técnicas de cirurgia endovascular

Leia mais

Portaria nº 451 de 12 de Julho de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais,

Portaria nº 451 de 12 de Julho de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Portaria nº 451 de 12 de Julho de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando que a angioplastia arterial periférica associada ao uso de prótese endovascular

Leia mais

Indicações de intervenção eletiva no aneurisma

Indicações de intervenção eletiva no aneurisma vascular Vamos falar sobre aneurisma de Aorta abdominal; doença arterial periférica (ou insuficiência arterial periférica; DAP ou IAP); oclusão arterial aguda de MMII. 1. Aneurisma degenerativo da aorta

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

EXAME 2014 RESIDÊNCIA COM PRÉ-REQUISITO: CIRURGIA VASCULAR

EXAME 2014 RESIDÊNCIA COM PRÉ-REQUISITO: CIRURGIA VASCULAR EXAME 2014 RESIDÊNCIA COM PRÉ-REQUISITO: CIRURGIA VASCULAR Instruções Leia atentamente e cumpra rigorosamente as instruções que seguem, pois elas são parte integrante das provas e das normas que regem

Leia mais

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna 10 Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna As úlceras tróficas de perna constituem uma doença mutilante comum, que surge geralmente a partir de um pequeno trauma ou de uma infecção secundária em regiões da

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao(à)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao(à) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida Colesterol O que é Isso? X O que é o Colesterol? Colesterol é uma gordura encontrada apenas nos animais Importante para a vida: Estrutura do corpo humano (células) Crescimento Reprodução Produção de vit

Leia mais

Abordagem da reestenosee. Renato Sanchez Antonio

Abordagem da reestenosee. Renato Sanchez Antonio Abordagem da reestenosee oclusões crônicas coronárias Renato Sanchez Antonio Estudos iniciais de seguimento clínico de pacientes com angina estável demonstraram que o percentual de mortalidade aumentou

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CIRURGIA VASCULAR 21. Essencial para a utilização bem sucedida da prótese para o amputado da extremidade inferior: I. Reserva cardiopulmonar. II. Coto construído corretamente.

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA QUESTÃO 21 Um paciente de 75 anos, ex-garçom, tem há três anos o diagnóstico já confirmado de síndrome isquêmica crônica dos membros inferiores.

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Indicações e Resultados do Tratamento Percutâneo de Obstruções à Via de Saída do VD

Indicações e Resultados do Tratamento Percutâneo de Obstruções à Via de Saída do VD Indicações e Resultados do Tratamento Percutâneo de Obstruções à Via de Saída do VD Carlo B Pilla e Cardiologia Intervencionista SBHCI 2012 Obstruções à VSVD Estenose subvalvar pulmonar* Estenose valvar

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS

HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS FAURGS HCPA Edital 05/2007 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 05/2007 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 22 MÉDICO (Urologia) 01. A 11. B 02. C 12. A 03. B 13.

Leia mais

Protocolo de Procedimentos para Cirurgia Endovascular

Protocolo de Procedimentos para Cirurgia Endovascular Protocolo de Procedimentos para Cirurgia Endovascular Presidente Guilherme Benjamin Brandão Pitta Secretário Geral Marcelo Araujo Coordenador Dino Fecci Colli Protocolo de Angiorradiologia e Cirurgia

Leia mais

COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA ESPORTIVA Posicionamento Oficial Exercício para Pacientes com Doença Arterial Coronariana

COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA ESPORTIVA Posicionamento Oficial Exercício para Pacientes com Doença Arterial Coronariana COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA ESPORTIVA Posicionamento Oficial Exercício para Pacientes com Doença Arterial Coronariana RESUMO Posicionamento Oficial do Colégio Americano de Medicina Esportiva: Exercise

Leia mais

Bibliografia: Capítulo 2 e 3 - Nowak Capítulo 12, 13 e 14 Fisiopatologia Fundamentos e Aplicações A. Mota Pinto Capítulo 4 S.J.

Bibliografia: Capítulo 2 e 3 - Nowak Capítulo 12, 13 e 14 Fisiopatologia Fundamentos e Aplicações A. Mota Pinto Capítulo 4 S.J. 1 3 Março INFLAMAÇÃO Conhecer os diferentes mecanismos fisiopatológicos que intervêm na resposta inflamatória Identificar os principais mediadores celulares e moleculares da inflamação Identificar os efeitos

Leia mais

Sessão Cardiovascular

Sessão Cardiovascular Sessão Cardiovascular Dr Carlos Jader Feldman Priscila Schenkel R3 26/10/2012 Sexo feminino, 46 anos Hemiplegia à esquerda Dissecção arterial 3 camadas: -intima, média, adventícia Dissecção = ruptura na

Leia mais

cateter de Swan-Ganz

cateter de Swan-Ganz cateter de Swan-Ganz Dr. William Ganz Dr. Jeremy Swan A introdução, por Swan e Ganz, de um cateter que permitia o registro de parâmetros hemodinâmicos na artéria pulmonar a partir de 1970 revolucionou

Leia mais

Cardiologia Hemodinâmica

Cardiologia Hemodinâmica 1 Concurso Público 2011 Cardiologia Hemodinâmica Questão 1: Homem de 40 anos de idade, brasileiro (RJ), solteiro e comerciante, apresentou dor precordial intensa, acompanhada de palpitações e desencadeada

Leia mais

02 de Agosto de 2015 (Domingo)

02 de Agosto de 2015 (Domingo) 02 de Agosto de 2015 (Domingo) Horário Programação 8:00: 08:30 Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:45 10:10 MESA REDONDA: AFECCOES VASCULARES FREQUENTES NA PRATICA DIARIA DO CIRURGIAO 8:45-9:00

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR Considerando a classificação de FONTAINE para o estadiamento da Doença Arterial Oclusiva Periférica, é correto afirmar: A) Não se justifica a indicação de revascularização

Leia mais

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR

Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR CONHECIMENTOS EM CIRURGIA VASCULAR Considerando a classificação de FONTAINE para o estadiamento da Doença Arterial Oclusiva Periférica, é correto afirmar: A) Não se justifica a indicação de revascularização

Leia mais

As Complicações das Varizes

As Complicações das Varizes Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira As Complicações das Varizes Chamamos de Tipo 4 ou IVFS - Insuficiência Venosa Funcional Sintomática,

Leia mais

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença

Leia mais

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ 5ª Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ Caso 1 Paciente J.M., 81 anos, sexo masculino. TC sem contraste TC com contraste Diagnóstico Aneurisma roto da aorta abdominal, parcialmente trombosado,

Leia mais

Doenças do Sistema Circulatório

Doenças do Sistema Circulatório Doenças do Sistema Circulatório Dados Mundiais: Mortes por grupos de causas - 2000 Total de Mortes: 55.694.000 Causas Externas ( 9.1%) Doenças Não Transmissíveis (59.0%) Doenças transmissíveis, mortalidade

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC)

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) 1 - Epidemiologia No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de mortalidade. Calcula-se que existam 900.000

Leia mais

Cód. 25 Médico Cirurgião Vascular

Cód. 25 Médico Cirurgião Vascular PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL CONCURSO PÚBLICO Nº 001/2007 Cód. 25 Médico Cirurgião Vascular 1. Quanto à etiologia da embolia arterial aguda, podemos dizer que: A) ocorre freqüentemente naqueles

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTRODUÇÃO Antonio Quaresma de Melo Neto NOVAFAPI Marcos Maciel Soares e Silva NOVAFAPI Marcelo

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Estado Atual do Tratamento do AVCI Agudo: Literatura e Experiência Pessoal. Workshop de Intervenção em Ginecologia e Obstetrícia

Estado Atual do Tratamento do AVCI Agudo: Literatura e Experiência Pessoal. Workshop de Intervenção em Ginecologia e Obstetrícia AUDITÓRIO II PROGRAMA SIMPÓSIO SBNRDT 09h00-12h30 12h30-14h00 14h00-15h45 14h00-14h35 14h35-15h10 15h10-15h45 15h45-16h15 16h15-16h45 16h45-18h30 STROKE I Tratamento do AVCI Agudo - Indicações Clínicas

Leia mais

Informações sobre anestesia

Informações sobre anestesia Informações sobre anestesia Estamos fornecendo este documento para ajudar os pacientes que serão submetidos a anestesia, para melhor entendimento do processo. Leia-o cuidadosamente e entenda o conteúdo.

Leia mais

Situação Epidemiológica

Situação Epidemiológica 9. Tabagismo Situação Epidemiológica Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná O tabagismo é a segunda maior causa de morte no planeta, responsável por 8,8% do total de óbitos. São cerca

Leia mais

Câncer do pâncreas. Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA

Câncer do pâncreas. Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Câncer do pâncreas Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Diagnóstico A tomografia helicoidal com dupla fase é o melhor exame de imagem para diagnosticar e estadiar uma suspeita de carcinoma

Leia mais

Para que produza os efeitos legais assino o presente termo, recebendo cópia. Curitiba (PR), de de. Deve ser preenchido pelo médico assistente

Para que produza os efeitos legais assino o presente termo, recebendo cópia. Curitiba (PR), de de. Deve ser preenchido pelo médico assistente TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Integração e Regulação do Sistema

Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Integração e Regulação do Sistema PROTOCOLO DE ACESSO A EXAMES DE ANGIOGRAFIA RADIODIAGNÓSTICA GRUPO 13 SUBGRUPO DEZEMBRO 2007 1 A ANGIOGRAFIA RADIODIAGNÄSTICA CARACTERIZA-SE POR SER EXAME DE ALTA COMPLEXIDADE E ALTO CUSTO, PORTANTO DEVE

Leia mais

ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO

ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO Cristina Gavina* Teresa Pinho** IV. TRATAMENTO DO ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO Como já foi referido, o enfarte miocárdico ocorre quando uma artéria coronária fica ocluída, geralmente

Leia mais

Sumário. Data: 17/12/2012

Sumário. Data: 17/12/2012 Nota Técnica: 53 /2012 Solicitante: Des. Vanessa Verdolim Hudson Andrade 1ª Câmara Cível TJMG Numeração: 1.0439.12.014415-9/001 Data: 17/12/2012 Medicamento Material X Procedimento Cobertura TEMA: Uso

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Caderno de Prova. Cirurgia Vascular

Caderno de Prova. Cirurgia Vascular Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES) Processo Seletivo para Médico Residente Edital n o 001/2010 http://mr.fepese.org.br Caderno de Prova novembro 13 13 de novembro

Leia mais

Nefrolitotripsia Percutânea

Nefrolitotripsia Percutânea Nefrolitotripsia Percutânea A cirurgia renal percutânea é a forma menos agressiva de tratamento para cálculos renais grandes e que não podem ser tratados adequadamente pela fragmentação com os aparelhos

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Em que situações se deve realizar um eco- doppler arterial dos membros inferiores.

Em que situações se deve realizar um eco- doppler arterial dos membros inferiores. O que é um eco- doppler? O eco- doppler, ultrassonografia vascular ou triplex- scan é um método de imagem que se baseia na emissão e reflecção de de ondas de som (ultra- sons). Através deste exame é possível

Leia mais

Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter na Prática. Drª Marta Fragoso NGSA Hospitais VITA fragoso@hospitalvita.com.

Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter na Prática. Drª Marta Fragoso NGSA Hospitais VITA fragoso@hospitalvita.com. Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter na Prática Drª Marta Fragoso NGSA Hospitais VITA fragoso@hospitalvita.com.br Definição de caso de Infecção de Corrente Sanguínea relacionada

Leia mais

PROTOCOLO DE PROCEDIMENTO PARA CIRURGIA ENDOVASCULAR DA SBACV Estado atual Implantação Nacional

PROTOCOLO DE PROCEDIMENTO PARA CIRURGIA ENDOVASCULAR DA SBACV Estado atual Implantação Nacional Protocolo de Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular chamado agora de: PROTOCOLO DE PROCEDIMENTO PARA CIRURGIA ENDOVASCULAR DA SBACV Estado atual Implantação Nacional Aos colegas associados da SBACV Estamos

Leia mais

ESTUDO DAS FRATURAS DE STENTS NA ARTÉRIA FEMORAL SUPERFICIAL: FATORES PREDISPONENTES E SUAS IMPLICAÇÕES

ESTUDO DAS FRATURAS DE STENTS NA ARTÉRIA FEMORAL SUPERFICIAL: FATORES PREDISPONENTES E SUAS IMPLICAÇÕES Fernando Trés Silveira ESTUDO DAS FRATURAS DE STENTS NA ARTÉRIA FEMORAL SUPERFICIAL: FATORES PREDISPONENTES E SUAS IMPLICAÇÕES Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

RECUPERAÇÃO DA CAUSA BÁSICA DA MORTE

RECUPERAÇÃO DA CAUSA BÁSICA DA MORTE RECUPERAÇÃO DA CAUSA BÁSICA DA MORTE A definição de causa básica por proposta da OMS desde a CID-6 é a seguinte: Causa básica da morte é (a) a doença ou lesão que iniciou uma sucessão de eventos e que

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: CIRURGIÃO CARDÍACO C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão de

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

ÁREA/ESPECIALIDADE: MEDICINA / CIRURGIA VASCULAR

ÁREA/ESPECIALIDADE: MEDICINA / CIRURGIA VASCULAR UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO ÁREA/ESPECIALIDADE: MEDICINA / CIRURGIA VASCULAR 115 INSTRUÇÕES

Leia mais

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES.

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES. MAPA AUDITÓRIO ÓPERA DE ARAME (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO. 8:15 8:30 TEMA LIVRE SELECIONADO.

Leia mais

PROGRAMAS COM ANOS ADICIONAIS: CIRURGIA VASCULAR

PROGRAMAS COM ANOS ADICIONAIS: CIRURGIA VASCULAR Edital Nº 03/2015 RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 CADERNO DE QUESTÕES DATA: 1º DE NOVEMBRO DE 2015. PROGRAMAS COM ANOS ADICIONAIS: CIRURGIA VASCULAR ÿû C ESPECIALIDADE: Cirurgia Vascular (R3) Área de Atuação: Ecografia

Leia mais

É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia. Clavícula

É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia. Clavícula Fratura da Clavícula Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia O osso da clavícula é localizado entre o

Leia mais

DISSECÇÃO AÓRTICA. Eurival Soares Borges Revisão - Ronaldo Ducceschi Fontes DEFINIÇÃO HISTÓRICO ETIOLOGIA CLASSIFICAÇÃO PATOGÊNESE E HISTÓRIA NATURAL

DISSECÇÃO AÓRTICA. Eurival Soares Borges Revisão - Ronaldo Ducceschi Fontes DEFINIÇÃO HISTÓRICO ETIOLOGIA CLASSIFICAÇÃO PATOGÊNESE E HISTÓRIA NATURAL Eurival Soares Borges Revisão - Ronaldo Ducceschi Fontes DISSECÇÃO AÓRTICA DEFINIÇÃO HISTÓRICO ETIOLOGIA CLASSIFICAÇÃO PATOGÊNESE E HISTÓRIA NATURAL QUADRO CLÍNICO DIAGNÓSTICO TRATAMENTO CLÍNICO INDICAÇÃO

Leia mais

PROFISSIONAL(IS) SOLICITANTE(S) Clínico Geral; Clínica Médica; Pediatra; Ginecologista; Geriatra.

PROFISSIONAL(IS) SOLICITANTE(S) Clínico Geral; Clínica Médica; Pediatra; Ginecologista; Geriatra. CONSULTA EM ANGIOLOGIA - GERAL CÓDIGO SIA/SUS: 03.01.01.007-2 Motivos para encaminhamento: 1. Varizes em membros inferiores 2. Úlceras de pernas 3. Insuficiência circulatória arterial/venosa com dor e

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 51

PROVA ESPECÍFICA Cargo 51 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 51 QUESTÃO 26 A heparina administrada por via endovenosa necessita de um co-fator para interferir no mecanismo da coagulação. Identifique-o: a) antitrombina III. b) plaquetário

Leia mais

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio 2 Índice Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio... 3 Quantas mortes são causadas por AVC?... 3 Como dimininuir o risco de AVC?... 3 Quais as pessoas com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA PÓS PARTO HEMORRAGIA PAULO ROBERTO MUNIZ DANTAS Universidade Federal da Paraíba CONSIDERAÇÕES HEMORAGIA PÓS PARTO SITUAÇÃO DRAMÁTICA

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

CARTA DE INFORMAÇÕES

CARTA DE INFORMAÇÕES Caro(a) paciente, CARTA DE INFORMAÇÕES É objetivo tanto do paciente e de familiares como também de seu cirurgião plástico que tudo dê certo com a cirurgia. Para que o paciente não se depare com surpresas,

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA COMPARAÇÃO DA FREQÜÊNCIA DE BLOQUEIO DA DRENAGEM VENOSA EM FÍGADOS TRANSPLANTADOS PELOS MÉTODOS CONVENCIONAL OU PIGGYBACK

PROJETO DE PESQUISA COMPARAÇÃO DA FREQÜÊNCIA DE BLOQUEIO DA DRENAGEM VENOSA EM FÍGADOS TRANSPLANTADOS PELOS MÉTODOS CONVENCIONAL OU PIGGYBACK PROJETO DE PESQUISA COMPARAÇÃO DA FREQÜÊNCIA DE BLOQUEIO DA DRENAGEM VENOSA EM FÍGADOS TRANSPLANTADOS PELOS MÉTODOS CONVENCIONAL OU PIGGYBACK Pesquisador Responsável: Dr. Paulo Celso Bosco Massarollo PROJETO

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome ASSINALE A RESPOSTA

Leia mais

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL As doenças do coração são muito freqüentes em pacientes com insuficiência renal. Assim, um cuidado especial deve ser tomado, principalmente, na prevenção e no controle

Leia mais

_, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à)

_, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável _, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

DISCURSIVA CIRURGIA VASCULAR/ANGIOLOGIA CIRURGIA ENDOVASCULAR

DISCURSIVA CIRURGIA VASCULAR/ANGIOLOGIA CIRURGIA ENDOVASCULAR HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO DISCURSIVA CIRURGIA VASCULAR/ANGIOLOGIA CIRURGIA ENDOVASCULAR ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do

Leia mais

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç )

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç ) TESTE ERGOMÉTRICO (Teste de esforço) Definição - um dos exames mais importantes de diagnóstico, avaliação clínica e prognóstico dos pacientes com doença arterial coronariana (DAC). - método rápido, barato,

Leia mais

DOENÇAS VENOSAS CRÔNICAS E O CUIDADO DE ENFERMAGEM

DOENÇAS VENOSAS CRÔNICAS E O CUIDADO DE ENFERMAGEM DOENÇAS VENOSAS CRÔNICAS E O CUIDADO DE ENFERMAGEM 1 ALMEIDA, Pâmela Batista 1 BUDÓ, Maria de Lourdes Denardin 2 SILVEIRA, Celso Leonel 3 ROSA, Adonias Santos 4 SILVA, Silvana Oliveira 5 SILVA, Silvana

Leia mais

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMESP- 91347 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO

Dra Tatiana Caloi Cirurgiã Plástica CREMESP- 91347 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO . TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO 1- EU,, portador (a) do CPF nº, por determinação explícita de minha vontade, reconheço DRA TATIANA MARTINS CALOI, médica inscrita no CREMESP sob o nº 91347, como profissional

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Para pacientes portadores de carcinoma de esôfago em boas condições clínica

Para pacientes portadores de carcinoma de esôfago em boas condições clínica Toracoscopia no tratamento do câncer de esôfago Rubens Antonio Aissar Sallum, Flavio Roberto Takeda, Ivan Cecconello Para pacientes portadores de carcinoma de esôfago em boas condições clínica e com estadiamento

Leia mais

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS Página: 1/7 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1- As doenças cardiovasculares são, ainda hoje, as principais responsáveis pela mortalidade na população geral, no mundo ocidental. Dentre as inúmeras patologias que

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

PROF.DR.JOÃO ROBERTO ANTONIO

PROF.DR.JOÃO ROBERTO ANTONIO DA PREVENÇÃO AO TRATAMENTO DAS FERIDAS NEM SEMPRE SE ACERTA, MAS SEMPRE SE APRENDE... PROF.DR.JOÃO ROBERTO ANTONIO RELATO DE CASO AF: n.d.n. ID: masculino, 39 anos, branco, casado, natural e procedente

Leia mais

Protocolo de profilaxia de Tromboembolismo Venoso (TEV) em pacientes internados Índice

Protocolo de profilaxia de Tromboembolismo Venoso (TEV) em pacientes internados Índice Protocolo de profilaxia de Tromboembolismo Venoso (TEV) em pacientes internados Índice 1. Definição/ Avaliação/Profilaxia 1 1.1. Tromboembolismo Venoso 1 2. Descrição do método de avaliação 1 3. Profilaxia

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE MARCOS ANTONIO MARINO COORDENADOR DEPARTAMENTO DE HEMODINÂMICA, CARDIOLOGIA E RADIOLOGIA VASCULAR INTERVENCIONISTA CONFLITO DE INTERESSES

Leia mais

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL CATÉTERES Trataremos das indicações e das técnicas de introdução do catéter de artéria e veia umbilical e do catéter percutâneo. Nos casos de cataterização umbilical, tanto arterial quanto venosa está

Leia mais

INTERVENÇÃO EM PONTES DE SAFENA

INTERVENÇÃO EM PONTES DE SAFENA INTERVENÇÃO EM PONTES DE SAFENA IV Curso José Gabay para Intervencionistas em Treinamento de ProEducar - SOLACI Helio Roque Figueira JULHO de 2013 helioroque@uol.com.br LESÕES EM PONTE DE SAFENA 1- A FISIOPATOLOGIA.

Leia mais