ANEXOS 7 a 9 O livro de Números (PARTE II) ADMINISTRAÇÃO DOS PROPÓSITOS DE DEUS EM NÚMEROS

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1 ANEXOS 7 a 9 O livro de Números (PARTE II) ADMINISTRAÇÃO DOS PROPÓSITOS DE DEUS EM NÚMEROS A. O decreto de permitir o mal. A cada nova geração Yahweh confronta os homens com sua inclinação congênita para o mal. Israel recebeu testes no deserto, e fracassou lamentavelmente na maioria deles. Cades-Barnéia foi o teste crucial, por haver revelado o problema principal de Israel, sua incredulidade e o conseqüente menosprezo a Deus (14.23). Baal-Peor foi o outro lado desses parênteses de fracasso, revelando o resultado ultimo da incredulidade e do menosprezo a Deus, que são a idolatria e a imoralidade mais grosseiras. Estes dois incidentes, tal como registrados por Moisés, deveriam ter servido de advertência a gerações futuras, que evidentemente não levaram a sério. B. A promessa e/ou ação de julgar o mal. Esta linha de atuação é particularmente evidente em Números. Cada um dos fracassos de Israel teve o seu necessário julgamento que, embora não fosse necessariamente proporcional ao pecado que o causara, revelava o zelo de Deus para com Sua santidade. O simples fato de que a geração haveria de entrar em Canaã foi julgada com maior severidade ( mortes em Baal-Peor contra na rebelião de Core) indica que Deus não trata o pecado levianamente e está determinado a puni-lo. Números também indica que há uma relação entre a extensão da ira de Deus e a intercessão de Seus servos. Isto não equivale a dizer que a oração, por si só, altera as decisões divinas ou encurta a disciplina de Yahweh; significa, outrossim, que soberania, misericórdia e santidade se combinam no exercício da punição e nos meios pelos quais ela exaure o seu curso rapidamente na vida de alguns e se estende por trinta e oito anos nas vidas da grande maioria. Números também indica que o perdão não significa isenção das conseqüências do pecado, que são parte do juízo geral contra o pecado. Dois exemplos marcantes desse princípio são a lepra temporária de Miriam e a proibição de que Moisés entrasse em Canaã. C. Libertação do mal/pelos eleitos. Esta linha da atividade não se apresenta explicitamente em Números, embora possa ser inferida de dois incidentes específicos. Depois do relatório dos espias em Cades, Josué e Calebe se destacaram como o remanescente fiel a quem Deus escolhe para herdar Sua benção ( ). A outra ocorrência surge no quarto oráculo de Balaão ( ), onde foi profetizada a aparição de um indivíduo que exercerá autoridade (24.17 usa as palavras estrela e trono; fala de um dominador) e destruirá os inimigos de Israel. A associação com a benção de Jacó e o sonho de José apontam para um conceito de Rei-Conquistador-Salvador que judeus e cristãos têm, por longos séculos considerado davídico-messiânico. D. O decreto de abençoar os eleitos. De uma perspectiva pactual, esta linha de atividade divina se limita mais aos oráculos de Balaão. Isto significa que Número, em suas divisões narrativas e legais, não acrescenta novas promessas ao estoque já em poder de Israel. No entanto, tão

2 gritantes haviam sido ao fracasso das gerações passada e presente que foi necessário reafirmar as promessas passadas à medida que Canaã se aproximava. Números é um começo digno, já que afirma o compromisso imutável de Yahweh para os recipientes de Sua aliança. Em resumo, Balaão promete crescimento numérico (23.10), segurança ( ), vitória (23.24), prosperidade (24.5-7), poder real (i.e, de rei, 24.7b), conquista (24.8-9), e a ascensão de um dominador poderoso ( ). Estas promessas constituem uma reafirmação impressionante das promessas abraâmicas, que Deus anunciou soberanamente mediante um relutante profeta pagão a um povo que não o merecia. A fidelidade de Deus brilha em meio aos dias escuros no deserto, iluminando os portais de Canaã. 1 TEMAS DEBATIDOS EM NÚMEROS A. Balaão. um profeta de Deus ou adivinho pagão? A figura mística e misteriosa de Balaão tem intrigado crentes de todas as épocas pela sua participação nefasta que na história de Israel apesar de parecer tão associado ao Deus da aliança. Este breve estudo procurará definir o verdadeiro caráter de Balaão. 1. Sua origem e contexto religioso. Balaão era natural de Petor, na Mesopotâmia, localidade próxima à cidade de Mari. Descobertas arqueológicas revelam que existia na região um elaborado sistema profético cujas atividades se assemelhavam às do ganancioso vidente da narrativa de Números. A História nos mostra que havia bastante contato entre a Mesopotâmia e o Egito ao tempo de Moisés (o reinado de Amenófis II), de modo que não é de estranhar a aparente familiaridade de Balaão com o nome e as atividades de Yahweh e Seu povo escolhido. O fato de Balaão demonstrar conhecimento detalhado sobre Yahweh não aponta tanto para sua ligação pessoal com Ele quanto para a soberana capacidade divina de utilizar até mesmo a rebeldia humana para cumprir a Sua vontade. Quando Números é visto sob a ótica do exercício da soberania divina apesar da obstinada resistência humana, Balaão serve como o exemplo par excellence de tal princípio. Para os mais determinados a considerar Balaão um "crente que perdeu sua salvação", vale observar que ele jamais é designado como um (profeta), mas como um ("adivinho"), uma pessoa a quem os israelitas deviam rejeitar totalmente (cf. Dt 18.10). O fato de Deus ter-se revelado a ele em sonhos não o torna um profeta legítimo, pois o mesmo aconteceu a reis pagãos como Abimeleque (Gn 20.3) e Nabucodonosor (Dn 4), em relação aos quais não há nem pode haver qualquer reivindicação profética. 2. Sua participação no drama de Números. Balaque, rei de Moabe, apavorado com a ameaça israelita, busca os serviços profissionais de Balaão. Era prática comum no Oriente Médio antigo a obtenção de vantagens sobre outras pessoas através da mágica (cf. a prática de despachos e trabalhos contra inimigos nos cultos afro-brasileiros).

3 Balaão, embora advertido por Yahweh contra a atividade proposta por Balaque, cede à ganância e insiste em ir. Yahweh o adverte contra seus motivos nefastos, mas permite que Balaão acompanhe os dignitários moabitas, pois em Sua soberania irá usá-lo para revelar Seu imutável desígnio quanto a Israel, naquilo que é uma das profecias mais abrangentes do Antigo Testamento. O famoso incidente da mula é outro ingrediente (até humorístico) deste drama de rebeldia versus soberania. Que a mula tenha falado (sem possuir cordas vocais capazes disso) só é problema para aqueles que não crêem no poder sobrenatural de Deus. O mais notável é que Balaão tenha demorado tanto a perceber que a mula era uma ilustração de sua própria obstinação contra a vontade revelada daquele Deus no qual não cria mas respeitava. É interessante notar que os temores que levaram Balaque a convocar Balaão eram infundados, pois como parentes distantes dos israelitas os moabitas nada tinham a temer (cf. Gn ; Dt 2.9). Reais ou não, tais temores de instigar conflitos entre os moabitas e os israelitas. É impossível deixar de notar dois contrastes marcantes na narrativa de Balaão. O primeiro é a diferença entre a atitude da geração do Êxodo - que recuou diante de um inimigo já derrotado - e a dos moabitas - que viam Israel como um inimigo invencível. O outro contraste é aquele entre a tentativa humana de subverter aquilo que Deus estabelecera séculos antes, sua aliança com Abraão, e a firmeza da vontade do Deus que se comprometera unilateralmente (Gn ) a dar aquela terra a Israel. A verdadeira natureza de Balaão surge, entretanto, depois de suas três tentativas frustradas de amaldiçoar o povo. Privado da recompensa prometida por Balaque, ele recorre aos estratagemas da miscigenação sócio-religiosa para tentar roubar a Israel o privilégio do cumprimento da aliança. Por tal deslealdade, seu desejo expresso em Números não se cumpriu. Seu ato em Baal-Peor revela quão vago e impessoal era seu conhecimento do Deus de Israel e o transforma no modelo do falso profeta (cf. 2 Pe 2.15; Jd 11; Ap 2.14). 3. Conteúdo e significado de seus oráculos. Já mencionei acima que os oráculos de Balaão servem o propósito de demonstrar à geração do deserto que Yahweh não abriria mão de Suas promessas mesmo em face de 38 anos de rebeldia e incredulidade. Assim, Balaão está intimamente ligado à aliança abraâmica. O quadro abaixo resume a ligação entre esses dois focos de revelação no AT. ORÁCULO REFERÊNCIA PROMESSA PARALELO EM GÊNESIS Crescimento Numérico Gênesis Segurança e vitória Gênesis 15.1, Prosperidade e poder real Gênesis 17.6, Dominador e príncipe Gênesis Ruína de Amaleque Gênesis 12.3

4 Cativeiro para quenitas, assírios e hebreus Gênesis 12.3 B. As cidades de Refúgio (Nm ) Entre muitos povos do OMA havia um costume de destacar certos locais, geralmente de natureza cultual, como refúgios nos quais criminosos poderiam buscar proteção, escapando assim à pena devida aos seus crimes. Em Israel o tabernáculo não poderia ser utilizado com tais propósitos (cf. Ex e o incidente em que Joabe se agarra ao altar em busca de escape da condenação imposta por Salomão a pedido de Davi, 1 Re ). As cidades de refúgio serviam um duplo propósito. evitar que o homicida não-intencional fosse morto pelo vingador de sangue (um parente próximo do morto) e evitar que a terra ficasse cerimonialmente poluída pelo derramamento de sangue (que seria agravado caso não houvesse meio de impedir a vingança indiscriminada). Como era necessária a morte para expiar a morte, o homicida culposo (havia várias instruções para determinar a ocasionalidade ou intencionalidade de uma morte), deveria se apresentar à cidade de refúgio mais próxima, ali ter o seu caso julgado pelos anciãos e, caso fosse constatada a natureza involuntária do homicídio, ali permanecer até a morte do sumo sacerdote, que seria uma expiação simbólica para a vida do homicida. O sistema das cidades de refúgio ilustra de maneira interessante a obra de Cristo. em primeiro lugar, a cidade em si ilustra a proteção oferecida contra as conseqüências do pecado; em segundo lugar, a morte do sumo sacerdote aponta para a expiação definitiva obtida através da morte de Jesus Cristo na cruz. C. O Problema dos Grandes Números dos Censos O grande número de homens alistados no exército de Israel deixa perplexos aos estudiosos da atualidade (cf ; 26.51). Esse número de homens convocados para a guerra pressupõe uma população total de mais de 2 milhões. Tais cifras parecem excessivamente grandes para a época, para a localidade, para as peregrinações no deserto e por comparação com os habitantes de Canaã (cf. 3.43). Como solução desse problema, várias possibilidades foram apresentadas. Alguns entendem que as cifras tenham sido adulteradas na transmissão do texto. No entanto, não parece haver dificuldades textuais com cifras no texto em questão. Outros entendem que a palavra hebraica traduzida por mil ( ) talvez tenha aqui um significado diferente da conotação numérica usual. Em alguns trechos, por exemplo, a palavra

5 é termo técnico de companhia de homens que pode ou não chegar a mil (i.e. Js 22.14; 1Sm 23.23). Além disso, alguns têm tomado como certo que essa palavra hebraica significa chefe (cf. Gn 36.15). Dessa maneira, a cifra de significaria 53 chefes mais 400 homens. Esse procedimento produziria um total reduzido em muito, mas entraria em conflito com o fato de que o texto hebraico soma os milhares da mesma maneira que soma as centenas para chegar a um total elevado. Além do mais, isso deixaria grande demais a proporção de chefes entre os soldados (59 chefes para 300 soldados em Simeão). 1 Wenham apresenta um bom resumo dos problemas levantados, embora fique a dever boas soluções. 2 Segue-se a lista de problemas e respostas compatíveis com uma doutrina evangélica da inerrância das Escrituras. 1. A simples sobrevivência de 2 milhões de pessoas no Sinai por 40 anos seria impossível. A provisão divina descrita no Pentateuco (se aceita pelo intérprete) seria suficiente. De mais a mais, os israelitas não trafegaram tão intensamente pelo deserto quanto poderia parecer. Cades parece ter sido um acampamento permanente durante bastante tempo. 2. Os totais parecem discrepantes quando comparados entre si. O número de primogênitos (cf. 3.43) obrigaria cada família a ter 27 filhos (e talvez outras tantas filhas), o que seria impossível. Se, todavia, o número mencionado em 3.43 se referir apenas aos primogênitos nascidos entre o Êxodo e a separação dos levitas (um espaço de dois anos), os números são muito coerentes. 3. Alguns textos sugerem que Israel não tinha gente suficiente para povoar Canaã (Wenham cita Êxodo e Juízes 18.16). Todavia, Êxodo 23 menciona apenas que a terra ficaria desolada se os demais habitantes fossem subitamente eliminados. As provas materiais trazidas pelos espias sugeriam que Canaã tinha capacidade para sustentar grande multidão e, ao que tudo indica, algum tempo se passaria antes que os israelitas se adaptassem à vida de agricultores. Quaisquer dois milhões de pessoas morreriam de fome em qualquer lugar sem técnicas de agricultura. Além disso, o texto de Juízes não fala que os 600 eram a totalidade dos guerreiros de Dã. Significativamente, Wenham não leva em conta Juízes 20.16, onde a cidade de Gibeá tinha um batalhão de canhotos que constava de 700 homens! 4. Wenham sugere, por fim, um arredondamento dos números, baseado no arredondamento das centenas, mas a natureza especulativa de tal argumento é a sua própria refutação. Outras tentativas de emprestar significados simbólicos e até astrológicos aos números esbarram na própria engenhosidade. Um argumento final é que nenhuma das pretensas explicações consegue explicar satisfatoriamente as estatísticas referentes aos levitas. 1 Notas da Bíblia de Estudo NVI. São Paulo: Vida, pp.203, 204.

6 5. Conclusão Existem dificuldades com referência aos grandes números de Números, de modo que, não é possível perceber até o momento qualquer outra solução a não ser aceitar literalmente as estatísticas mosaicas. Conforme Carlos Osvaldo, quaisquer valores atribuídos à palavra hebraica ("mil"), ou mesmo a modificação de sua vocalização, são incapazes de produzir números coerentes. Até que evidência realmente sólida seja apresentada, é exegética e teologicamente sadio aceitar os números de Números literalmente. 3 Embora o problema das cifras altas não tenha sido resolvido de modo satisfatório, a Bíblia realmente indica um aumento notável dos descendentes de Jacó durante os quatro séculos de permanência no Egito (Ex ). Por mais dificuldades que acarretem, essas cifras também mostram o papel poderoso da providência e dos milagres de Yahweh no modo de lidar com Seu povo durante a longa peregrinação pelo deserto. A MENSAGEM PARA HOJE A história de peregrinação de Israel, partindo do Sinai, o lugar de seu compromisso inicial com Deus, até as planícies de Moabe, onde Israel manifestou-se disposto a concretizar todas as promessas de Deus, lança luz sobre a experiência cristã. É evidente que Israel, como os fiéis de hoje, experimentou tempos de fracasso abismal. As freqüentes murmurações de Israel contra Moisés (e contra Deus) ilustram como povo de Deus não se satisfazia e não se satisfaz com o que devia ser nosso máximo prazer experimentar o cuidado e a direção de Deus em nossa vida. Israel, com saudades dos bons tempos no Egito, ilustra que os prazeres do pecado continuam atraentes mesmo aos que foram redimidos por Deus. Então e agora, a rebelião contra Deus traz conseqüências medonhas. O julgamento, porém, não é a palavra final de Deus: aqueles que se apegam tenazmente às promessas de Deus são recompensados. A resposta de Israel à liderança de Moisés e Arão às exigências da aliança em geral ditou o grau de sucesso ou fracasso que caracterizou sua jornada pelo deserto. O princípio é cristalino: sempre que havia obediência irrestrita, havia sucesso ilimitado. Sempre que havia rebelião obstinada, vinha o fracasso. A exigência de compromisso com Yahweh não é hoje menos real e necessária. A forte mensagem ética que ressoa em alto e bom som em Números é que Deus possui um plano segundo o Seu caráter e que por isso é construído em torno de princípios e práticas de comportamento que não podem ser abrandados ou negociados. Deus deseja abençoar os Seus, mas essa benção é firmada na submissão ao governo de Deus. O sucesso na vida cristã depende não só de fazer a vontade de Deus, mas de fazê-la da maneira por Ele prescrita. 4 APÊNDICE

7 CRONOLOGIA DAS JORNADAS DE ISRAEL (de 1445 a 1405 a.c.) 5 LIVRO ACONTECIMENTO DURAÇÃO REFERÊNCIA ÊXODO (onze meses e meio) Fuga no Egito até a chegada no Monte Sinai Ano Teológico no Monte Sinai Término do tabernáculo e a vinda da Glória um mês e meio 10 meses Ex 12.6 Ex LEVÍTICO (meio mês) Legislação levítica dada do tabernáculo pelo Senhor meio mês Lv 1.1 NÚMEROS (trinta e oito anos e oito meses e meio) Preparação para a partida Primeiro censo Partida do Monte Sinai Chegada a Cades (depois de 21 paradas) Rebelião em Cades e promessa de morte para aquela geração. Demais eventos em Cades Jornada de Cades à Moabe Segundo censo Morte de Arão; vitória sobre os opositores 3 meses e meio 38 anos 4 meses 1 mês Nm Nm Nm Nm Nm14 Nm Nm Nm Nm DEUTERONÔMIO (dois meses) Moisés recebe dá instruções ao povo sobre a vida em Canaã Morte de Moisés 2 meses Dt 1.3 Dt 34.8 JOSUÉ (meio mês) Josué libera Israel através do Jordão meio mês Js 4.19

8 1 NOTAS BIBLIOGRÁFICAS PINTO, Carlos Osvaldo. Teologia bíblica do Antigo Testamento. Atibaia: Seminário Bíblico Palavra da Vida, pp.38, 39. Wenham, Números. pp PINTO, Carlos Osvaldo. Teologia bíblica do Antigo Testamento. Atibaia: Seminário Bíblico Palavra da Vida, pp MALKOMES, Robinson, SAYÃO, Luiz A., YOSHIMOTO, Daniel A. Manual bíblico Vida Nova. São Paulo: Vida Nova, p.209. ELLISEN, Stanley A. Conheça melhor o Antigo Testamento. São Paulo: Vida, p.49.

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