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2 2 Empresa A Redifogo - Material de Proteção e Segurança, Unip. Lda., é uma empresa fundada em 1996, com experiência de vários anos no ramo da Proteção e Segurança. A empresa dedica-se a serviços, instalação, comercialização e manutenção de equipamentos da área de segurança contra incêndio, tais como: Elaboração de Projetos de Segurança Contra Risco de Incêndio; Elaboração de Planos de Segurança Internos (Medidas de Autoproteção); Cursos de Formação no Domínio da Segurança Contra Incêndio; Elaboração de Plantas de Emergência; e de Sinalização de Emergência e de Trânsito; // de Sistemas Automáticos de Deteção de Incêndio e de Monóxido de Carbono; / de Sistemas de Intrusão e Roubo e de Vídeo Vigilância (CCTV); // de Sistemas Automáticos de Extinção por Água e Água Nebulizada; // de Sistemas de Extinção Automáticos por Gás; // de Extintores; // de Rede de Incêndio Armada e Centrais de Bombagem; // de Portas Corta-fogo; // de Sistemas de Desenfumagem; Serviços de Selagem Corta-fogo; Sistemas Intumescentes para Estruturas Metálicas; de Equipamentos de Proteção Individual (EPI s) e Coletiva (EPC s); SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

3 3 Certificados A REDIFOGO encontra-se inscrita na Autoridade Nacional de Proteção Civil com o nº70, conforme exigência da Portaria n.º 773/2009 de 21 de julho, possui a certificação do Sistema de Gestão da Qualidade pela ISO 9001, a certificação do Sistema de Gestão Ambiental pela ISO e os Serviços de de Extintores certificados pela NP Possuí ainda o título de registo do INCI com o nº e encontra-se certificada para a instalação, manutenção ou assistência técnica de sistemas fixos de proteção contra incêndios e extintores, ao abrigo do artigo 13º do Decreto-Lei nº 56/2011, de 21 de abril (Gases Fluorados). Website:

4 4 Projectos de Segurança Contra Incêndio A Redifogo dispõe de técnicos qualificados, registados na Autoridade Nacional de Proteção Civil (exigência legal), para elaborar Projetos de Segurança Contra Incêndio e as Medidas de Autoproteção, segundo o novo regulamento de Segurança Contra Incêndios em Edifícios (DL n.º 220/2008 e Portaria n.º 1532/2008), para as 4 categorias de risco e para as 12 Utilizações-Tipo, nomeadamente: a) Tipo I «habitacionais» g) Tipo VII «hoteleiros e restauração» b) Tipo II «estacionamentos» h) Tipo VIII «comerciais e gares de transportes» c) Tipo III «administrativos» i) Tipo IX «desportivos e de lazer» d) Tipo IV «escolares» j) Tipo X «museus e galerias de arte» e) Tipo V «hospitalares e lares de idosos» l) Tipo XI «bibliotecas e arquivos» f) Tipo VI «espetáculos e reuniões públicas» m) Tipo XII «industriais, oficinas e armazéns» O projeto de SCIE é o documento que define as características do edifício ou recinto no que se refere à especialidade de segurança contra incêndio, na fase de licenciamento do edifício, do qual devem constar as seguintes peças escritas e desenhadas: a) Memória descritiva e justificativa, a elaborar em conformidade com o disposto na legislação referida, na qual o autor do projeto deve definir de forma clara quais os objectivos pretendidos e as principais estratégias para os atingir e identificar as exigências de segurança contra incêndio que devem ser contempladas no projeto de arquitetura e das restantes especialidades a concretizar em obra. b) Peças desenhadas a escalas convenientes e outros elementos gráficos que explicitem a acessibilidade para veículos de socorro dos bombeiros, a disponibilidade de hidrantes exteriores e o posicionamento do edifício ou recinto relativamente aos edifícios ou recintos vizinhos, a planimetria e altimetria dos espaços em apreciação, a classificação dos locais de risco, os efetivos totais e parciais, as características de resistência ao fogo que devem possuir os elementos de construção, as vias de evacuação e as saídas e, finalmente, a posição em planta de todos os dispositivos, equipamentos e sistemas de segurança contra incêndio previstos para esses espaços. SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

5 5 Medidas de Autoproteção O que são? São procedimentos de utilização dos espaços e têm como finalidade a prevenção de incêndios, a manutenção das condições de segurança e a adoção de medidas para fazer face a uma situação de emergência. Visam garantir que os equipamentos e sistemas de segurança contra incêndios estão em condições de ser operados permanentemente e são utilizados corretamente, e que, em caso de emergência, os ocupantes abandonam o edifício em segurança. São constituídas por: Medidas Preventivas: procedimentos de prevenção ou planos de prevenção, conforme a categoria de risco de incêndio do edifício; Medidas de Intervenção em caso de Incêndio: procedimentos de emergência ou planos de emergência internos, conforme a categoria de risco de incêndio do edifício; Registos de Segurança: conjunto de relatórios de vistoria ou inspeção e relação de todas as ações de manutenção e ocorrências direta ou indiretamente relacionadas com a SCIE; Formação em SCIE: ações destinadas a todos os funcionários e colaboradores das entidades exploradoras, ou formação específica destinada aos elementos que lidam com situações de maior risco de incêndio ou que pertençam às equipas da organização de segurança; Simulacros: teste do plano de emergência interno e treino dos ocupantes. A QUEM SE DESTINAM? Esta legislação obriga todos os edifícios e recintos, incluindo os existentes à data da entrada em vigor do referido Decreto-Lei, a serem dotados de medidas de organização e gestão da segurança, designadas por medidas de autoproteção. Segundo o artigo 34.º do Decreto-Lei n.º 220/2008, os prazos para implementar as referidas medidas de autoproteção são: - Até 30 dias anteriores à entrada em utilização, no caso de obras de construção nova, de alteração, ampliação ou mudança de uso; - No prazo máximo de 1 ano, após a data de entrada em vigor do presente decreto-lei, para o caso de edifícios e recintos existentes àquela data. (terminou no dia 1 de janeiro de 2010) Se é proprietário ou detiver a exploração de um edifício ou recinto saiba que pode ser surpreendido com uma coima que pode ir até (pessoa singular) ou (pessoa coletiva) Website:

6 6 Formação Segundo o artigo 206.º da Portaria 1532/2008, devem possuir formação no domínio da segurança contra incêndio: - Os funcionários e colaboradores das entidades exploradoras dos espaços afetos às utilizações-tipo; - Todos as pessoas que exerçam atividades profissionais por períodos superiores a 30 dias por ano nos espaços afetos às utilizações-tipo; - Todos os elementos com atribuições previstas nas atividades de autoproteção. As referidas ações de formação consistem na: - Sensibilização para a segurança contra incêndio; - Formação específica para os elementos que façam parte da organização de segurança; - Formação específica destinada aos colaboradores que exerçam a sua atividade nos locais de maior risco. No âmbito do referido, a Redifogo possuí um conjunto de cursos de formação que dão resposta ao exigido na legislação e uma bolsa de formadores qualificados. SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

7 7 Simulacros Nas Utilizações-Tipo (edifícios) que possuam plano de emergência interno devem ser realizados simulacros com o objetivo de testar o referido plano e treinar os ocupantes, com vista à criação de rotinas de comportamento e de atuação, bem como ao aperfeiçoamento dos procedimentos em causa. Os Simulacros possuem uma periodicidade definida, conforme a categoria de risco da Utilização-Tipo. A Redifogo colabora na organização/planeamento dos simulacros, elaborando um Guião e auxiliando as empresas / instituições nos contactos com os Meios de Socorro Externos (Bombeiros, GNR/PSP e Proteção Civil Municipal) e na elaboração do relatório final. Website:

8 8 Plantas Planta de Emergência - peça desenhada esquemática, referente a um dado espaço com a representação dos caminhos de evacuação e dos meios a utilizar em caso de incêndio, contendo ainda as instruções gerais de segurança aplicáveis a esse espaço. Deve estar conforme a NP 4386 e a Nota Técnica da ANPC n.º 22. Deverão ser afixadas junto dos principais acessos e entradas, zonas de passagem (corredores e halls), áreas de permanência de utilizadores (junto de elevadores, recepção, vestiários, etc.), nos locais de risco D (acamados, pessoas com mobilidade ou perceção condicionada, crianças <6 anos) e E (locais de dormida) e nas zonas de refúgio. SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

9 9 Sinalização de Emergência e de Trânsito Um sistema de sinalização de segurança contra incêndio (e outros acidentes) deve assegurar, de uma maneira coerente, contínua e suficiente, a indicação aos ocupantes, sejam público ou não, e às equipas de intervenção, sejam internas ou externas, de como evacuar em segurança um edifício ou recinto, ou nele intervirem, em complementaridade aos outros meios passivos e ativos de proteção contra incêndio. A sinalização, em regra, baseia-se em placas de sinalização fotoluminescentes, podendo também recorrer a pictogramas retro iluminados. Website:

10 10 Sistemas Automáticos de Deteção de Incêndio e de Monóxido de Carbono Sistema Automático de deteção de incêndio que visa garantir a proteção de pessoas, bens e ambiente. Destina-se a detetar precocemente um foco de incêndio e a limitar o seu desenvolvimento, circunscrevendo e minimizando os seus efeitos, nomeadamente a propagação do fumo e gases de combustão. Sistema Automático de a Deteção de Monóxido de Carbono que visa garantir a proteção das pessoas, através da deteção precoce, no espaço a proteger, de uma determinada concentração de monóxido de carbono. Sistemas de Intrusão e Roubo e de Vídeo Vigilância Consistem em sistemas de captação, transmissão e processamento de imagens, sendo utilizados para efetuar a vigilância de espaços interiores ou exteriores. SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

11 11 Sistemas Automáticos de Extinção por Água e Água Nebulizada Sistema Automático Extinção de Incêndios por Sprinklers tem como função detetar e extinguir um foco de incêndio numa fase inicial, ou mante-lo controlado de forma a permitir uma fácil extinção posterior. Sistema Fixo de Extinção Automática de Incêndios que utiliza como agente extintor a água nebulizada, ou seja, água na forma gotas, sendo que 90% das gotas localizadas a 1m do difusor têm diâmetro inferior a 1mm. Estes sistemas podem funcionar nas seguintes gamas de pressão: Baixa Pressão: até 12,5bar; Média Pressão: entre 12,5bar e 35bar; Alta Pressão: superior a 35bar. Sistemas de Extinção Automáticos por Gás Sistema Fixo de Extinção Automática de Incêndios que utiliza um agente gasoso como agente extintor. Website:

12 12 Extintores Equipamentos de primeira intervenção na extinção de fogos, contêm um agente que pode ser descarregado sobre um incêndio, por acção de uma pressão interna, na fase inicial de um incêndio. Deve estar em conformidade com as NP EN 3, NP EN 1866 e NP A sua importância decorre do fácil manuseamento, imediata disponibilidade e possibilidade de serem utilizados por uma única pessoa. Rede de Incêndio Armada e Centrais de Bombagem Rede de incêndio armada, rede de água, exclusivamente destinada ao combate a incêndios, mantida permanentemente em carga e dotada de bocas de incêndio armadas. Centrais de bombagem para serviço de incêndio são sistemas destinados à elevação de água sob pressão, de modo a garantir que toda a rede de abastecimento de água para serviço de incêndio tem a pressão e o caudal necessários. SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

13 13 Portas Corta-fogo Uma porta resistente ao fogo, é composta por folha, aro e acessórios incluindo dispositivo automático de fecho. É aquela que, quando convenientemente fabricada e instalada, evita a propagação de incêndio através dela durante um período de tempo previamente determinado e verificado através de ensaio tipo normalizado, efetuado por laboratório acreditado. Sistemas de Desenfumagem Sistema de Desenfumagem Natural: sistema de desenfumagem por tiragem térmica natural que visa: Garantir a praticabilidade das vias de evacuação Permitir a visibilidade ao longo dos percursos e nos locais Evitar o perigo de intoxicação dos ocupantes ou das equipas de Intervenção Evitar a acumulação de cargas térmicas elevadas que podem colocar em perigo a vida humana e a própria estrutura do edifício Exutor: Componente de um Sistema de Desenfumagem Natural que é instalado na cobertura e/ou fachadas dos edifícios ou de um espaço, com capacidade de abertura em caso de incêndio, permitindo a desenfumagem do espaço a proteger por meios naturais. As cortinas de acantonamento de fumos servem para conter e controlar o movimento dos efluentes do fogo (fumo,calor e gases da combustão), funcionando como barreiras à propagação dos fumos, quando integradas num sistema de desenfumagem (SVEFC Sistema de Ventilação para Evacuação de Fumo e Calor). As cortinas de acantonamento de fumos devem obedecer aos requisitos mecânicos, funcionais e de ensaio especificados na Norma Europeia. Website:

14 14 Serviços de Selagem Corta-fogo Selagens Corta-Fogo, soluções concebidas para garantir que os elementos atravessados por serviços técnicos mantêm as suas características de resistência ao fogo, nomeadamente no referente aos critérios de estanqueidade e de isolamento térmico, durante a ocorrência de um incêndio, evitando assim a sua propagação. Almofadas Intumescentes, são constituídas por um granulado encerrado em sacos de tecido ignífugo, sendo recomendadas para aplicação em locais onde os atravessamentos não estejam concluídos ou sejam provisórios. Golas Intumescentes, são constituídas por um corpo em aço preenchido por um material intumescente que em contacto com o fogo expande até ao estrangulamento do tubo onde são aplicadas. Mangas Intumescentes, são constituídas por um material intumescente que, em contacto com o fogo, expande até ao estrangulamento do tubo onde estão instaladas. Podem ser embutidas em paredes ou lajes e são recomendadas em atravessamentos feitos com tubagens de materiais inflamáveis. Sistemas Intumescentes para Estruturas Metálicas Sistemas Intumescentes para Estruturas Metálicas é um sistema constituído por um revestimento de protecção intumescente que, sob a acção do calor, aumenta de volume formando uma camada de material termo-isolante, protegendo, desta forma, as superfícies pintadas/revestidas e retardando o momento da temperatura crítica (entre 450º e 650º consoante os materiais). Fala-se de sistema por ser constituído por 3 elementos: Primário, Revestimento intumescente e Pintura de Acabamento. SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax:

15 15 EPI - Equipamentos Proteção Individual Equipamentos de Proteção Individual ou EPIs são quaisquer meios ou dispositivos destinados a ser utilizados por uma pessoa contra possíveis riscos ameaçadores da sua saúde ou segurança durante o exercício de uma determinada atividade. Ex: Proteção da cabeça, proteção auditiva, proteção respiratória, proteção ocular e facial, proteção de mãos e braços, proteção de pés e pernas, proteção contra quedas, proteção do tronco. EPC - Equipamentos Proteção Coletiva Equipamentos de Proteção Coletiva, são equipamentos utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realiza determinada tarefa ou atividade. Ex: Fitas sinalizadoras e antiderrapantes em degraus de escada, piso Anti-derrapante, redes de Proteção, isolamento de áreas de risco, sinalizadores de segurança, chuveiro lava olhos e kit de primeiros socorros, entre outros. Website:

16 16 Num instante tudo começa... ou acaba. Proteja os bens da sua empresa. Design by: AMCProviders SEDE/LOJA Rua D. Pedro V, Trofa Telefone: Fax: Website:

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