ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE ATRAVÉS DE ÍNDICES EMERGÉTICOS EM DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE TRIGO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE ATRAVÉS DE ÍNDICES EMERGÉTICOS EM DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE TRIGO"

Transcrição

1 ESTUDO DA SUSTENTABILIDADE ATRAVÉS DE ÍNDICES EMERGÉTICOS EM DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE TRIGO 1 WAURECK, A.; 2 EURICH, J.; 3 WEIRICH NETO, P.H.; 3 ROCHA, C.H. INTRODUÇÃO O Brasil, considerado por muitos o celeiro do mundo, tem grande parte do seu PIB baseado em atividades agrícolas. Mesmo tendo tal fato baseado nas culturas de cereais, ainda existem gargalos, uma destes a cultura do Trigo (Triticum aestivum L.), tem grande parte de sua produção, 90%, na região sul do País, porém ainda importa grande quantidade (EMBRAPA, 2009). O Trigo é pertencente a família das Poaceae, sendo uma cultura de ciclo anual, é consumido em diferentes formas como pães, massas alimentícias, bolos e biscoitos. Sendo utilizado também como ração animal, quando não atinge a qualidade exigida para consumo humano (EMBRAPA, 2009). Atualmente, um grande desafio para o agricultor-produtor de alimentos é entender que não basta apenas produzir. É necessário considerar toda a cadeia que leva o produto ao consumidor (ALMEIDA et al, 2004). No processo de modernização da agricultura brasileira iniciada no final da década de 50 onde as políticas de modernização seguiram a mesma lógica dos países industrializados, nem de longe havia preocupação com a sustentabilidade do processo (MENEGETTI s/d). Essa modernização está vinculada a diversos fatores, dentre eles a intensificação de produtos obtidos com alto valor energético. Geralmente, o aumento da produtividade incrementa o dispêndio de energia (SANTOS; REIS, 1995). A agricultura é uma técnica que causa interferência na natureza, um exemplo é o revolvimento do solo que já vem sendo utilizado há alguns anos, porém já se sabe

2 que o menor revolvimento do solo, como o plantio direto, pode levar a melhores rendimentos além da conservação de solo e água. Além de exemplos de técnicas mais sustentáveis podem-se considerar também modelos de exploração, um exemplo seria a agricultura familiar, neste caso na maioria das vezes pouco sustentável economicamente. Nessas propriedades o ideal seriam fontes diversificadas para obtenção de renda. Essa diversificação possibilita que um produto possa ser utilizado em outros setores de produção, reduzindo assim a utilização de insumos externos e resultando em reciclagem de material, tornando esse processo mais sustentável. O termo Sustentabilidade, oficialmente foi introduzido no encontro internacional The Word Conservatio Strategy (IUNC et al., 1980 citado por SICHE et al., 2007). A partir desta data, esse conceito passou a ser empregado com maior frequência. O termo desenvolvimento sustentável foi explicado pela primeira vez dentro de um estudo realizado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente das Nações Unidas, também conhecido como relatório de Brundtland, o qual trás a seguinte definição: é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades atuais sem comprometer a habilidade das futuras gerações em satisfazer suas necessidades (WECD, 1987). O tema Sustentabilidade ganhou maior enfoque durante a Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente, realizada no Rio de Janeiro, em 1992 a Eco 92. Sabe-se que a sustentabilidade somente será possível se os paradigmas da atividade humana forem reestudados (ORTEGA, 2003). Em mesma lógica de ação, na Eco 92 houve a elaboração e aprovação da agenda 21, documento este que reúne uma série de discussões e debates sobre o meio ambiente e sua relação com o desenvolvimento sustentável. (UNITED NATIONS, 1992). Surgiu assim a idéia de se adotarem e desenvolverem indicadores mais concretos de se avaliar a sustentabilidade, conforme capítulo 40 da agenda 21:

3 Os indicadores comumente utilizados, como o produto nacional bruto (PNB) ou as medições das correntes individuais de contaminação ou de recursos, não dão indicações entre diversos parâmetros setoriais do meio ambiente e o desenvolvimento são imperfeitos ou se aplicam deficientemente. É preciso elaborar indicadores de desenvolvimento sustentável que sirvam de base sólida para adotar decisões em todos os níveis, e que contribuam a uma sustentabilidade auto-regulada dos sistemas integrados do meio ambiente e o desenvolvimento (UNITED NATIONS, 1992). Os chamados Indicadores de Desempenho Emergético ou EMPIs (Emergy Performance Index), consideram o sistema econômico como um sistema termodinâmico aberto e contabilizam os fluxos dos recursos da economia em unidade de energia agregada. A Teoria Geral de Sistemas, estabelecida por Von Bertalanffy (1968) citado por Ortega (2003), é que permitiu a Odum (1996) desenvolver e aplicar a Análise Emergética nas questões relativas à sustentabilidade dos ecossistemas. A emergia é definida como toda a energia disponível usada no trabalho de fabricação de um determinado produto, expresso em unidade de um tipo de energia, sendo a sua unidade geral definida como emjoule (sej). De posse dos dados emergéticos tornase possível o calculo da transformidade, sendo que quanto maior o número de transformações de energia que contribuem para a formação de um produto, ou processo, mais alta a sua transformidade. OBJETIVOS Calcular os índices de Sustentabilidade através da metodologia emergética de diferentes sistemas de produção de trigo.

4 METODOLOGIA Para o presente estudo utilizou-se os resultados médios de produção de trigo em sistema agroecológico ( Agroec.) e em sistema convencional. Como sistema convencional de produção, utilizaram-se dados do Institudo FNP/Embrapa/Conab elaborados na s de 2008 para o Estado do Paraná (FNP, 2009). Já para o Trigo Agroecológico, os dados foram fornecidos por agricultores da região dos Campos Gerais - PR, e alguns dados próprios de pesquisas anteriores. A descrição dos dois sistemas fica clara na tabela 2. A partir dos dados coletados tornou-se possível analisar e discutir os resultados da dimensão sustentável e da dimensão social do sistema utilizando a metodologia emergética. METODOLOGIA EMERGÉTICA Os valores de transformidade para os cálculos emergéticos foram obtidos através de referências de outros pesquisadores, no caso da transformidade de emdolar, utilizou-se a equação proposta por Agostinho (2005): Os valores de dólar foram tabulados em média para o mesmo período em que se obtiveram os dados de custos (agosto de 2008). Como avaliação emergética dos dados coletados obteve-se os seguintes índices, de acordo com a Tabela1.

5 Tabela 1- Índices e equações básicas de avaliação emergética Índice Transformidade (Tr) (1) Renovabilidade (%R) (2) Razão de Rendimento Emergético líquido (EYR) (3) Razão de investimento de Emergia (EIR) (4) Carga Ambiental (ELR) (5) Razão de Intercâmbio de Emergia (EER) (6) Índice de Sustentabilidade (SI) (7) Equação Tr = I+F/energia do produto %R = (R x 100)/ R+N+F EYR = (Y/F), sendo Y = R+N+F EIR = F/ (N+R) ELR = (N+F)/R EER = Y/($ recebido x (sej/$)) SI = EYR/ELR (1) quantidade de energia de um determinado tipo necessária para gerar a unidade de energia de outro tipo, ou seja, transformidade é a emergia por unidade de energia (SINISGALLI, 2006) (2) é o percentual de energia renovável, isto é parcela de emergia total processada de um determinado sistema que provém de fontes de recursos renováveis (BARRELA et. al, 2005) (3) Este índice reflete a habilidade do processo de utilizar recursos locais (ULGIATI e BROWN, 2002), mas não diferencia recursos renováveis de não-renováveis. (4) o investimento emergético é a relação entre a emergia fornecida pelo sistema econômico e a fornecida diretamente pelo meio ambiente ao sistema estudado, quer seja renovável ou não-renovável (BARRELA et. al, 2005) (5) relação entre a soma da emergia de entrada proveniente do sistema econômico e do recurso local não-renovável e a emergia do recurso local renovável, onde um valor alto de ELR pode indicar um estresse de utilização dos recursos renováveis locais (BARRELA et. al, 2005)

6 (6) é a emergia do produto final dividida pelo valor em emergia do pagamento recebido pela venda deste produto (SARCINELLI & ORTEGA, 2006) (7) O índice de sustentabilidade é obtido da relação entre o rendimento emergético e o índice de carga ambiental, o conceito de sustentabilidade está atrelado à maximização de EYR (rendimento) e a minimização de ELR (impacto), ou seja, o máximo do aproveitamento do investimento com um mínimo de estresse dos recursos locais (BARRELA et. al, 2005) RESULTADOS E DISCUSSÕES A avaliação emergética calculada dos dois sistemas de produção é demonstra na Tabela 2. Observa-se que o valor de transformidade do Trigo no sistema convencional foi de ,2 sej/j e no Trigo Agroecológico foi de ,9 sej/j, pode-se observar que o valor de transformidade do Trigo Agroecológico é superior ao valor calculado do Trigo Convencional. De acordo com Comar & Ortega (2003), quanto maior for o valor de transformidade de um determinado produto, maior é sua importância para o ecossistema e para a sociedade em geral. Os resultados dos índices calculados podem ser observados na tabela 3, sendo expressos os valores de EYR, EIR, ELR, EER, %R, SI e RES. Observa-se que os valores de EYR de 1,30 para Trigo Agroecológico e 1,16 para Trigo Convencional são relativamente baixos, segundo Brown e Ulgiati (2002), valores em média inferiores a 2 são classificados como produtos de consumo ou etapas na transformação das fontes de energia reais. Da mesma forma observam-se o valor de ELR 3,80 para Trigo Agroecológico e 6,64 para Trigo Convencional, que são considerados de moderado de impacto ambiental, valores acima de 10 são considerados de significativo impacto ambiental (BROWN & ULGIATI, 2002).

7 Tabela 3 Índices emergéticos de Trigo Agroecológico, em propriedades dos Índice EYR EIR Campos Gerais, e Trigo Convencional obtidos pela FNP, 2008 Razão de Rendimento Trigo Agroecológico Valor Trigo Convencional Emergético Líquido 1,30 1,16 Razão de Investimento de Emergia 3,70 6,24 ELR Carga Ambiental 3,80 6,64 EER Razão de Intercâmbio de Emergia 2,50 1,83 %R Renovabilidade SI Índice de Sustentabilidade 0,30 0,17 RES Rentabilidade econômica simples 0,13 0,15 Os valores de EIR demonstram o grau de dependência do sistema na utilização de recursos externos, o valor encontrado 3,70 para Trigo Agroecológico e 6,24 para Trigo Convencional demonstra que o Trigo convencional tem quase o dobro de dependência de recursos externos. Segundo FERNANDES et al., (2006) o Índice de Intercâmbio Ermergético- EER avalia se na venda dos produtos, o sistema está remunerando a emergia empregada na produção. Pelo valor obtido, conclui-se que no Trigo Agroecológico, os produtores entregam 2,50 vezes mais emergia em produto do que a emergia que recebem em forma de dinheiro. Já os produtores do Trigo Convencional entregam 1,83 vezes mais emergia em produto do que a emergia que recebe em forma de dinheiro.

8 A quantidade de energia renovável utilizada no sistema em relação à emergia total, expressa no valor de renovabilidade - %R, demonstra que na produção de Trigo Agroecológico, utiliza-se 50% dos recursos para a sua produção advindos da natureza, já o Trigo Convencional utiliza 13% dos recursos para sua produção advindos da natureza. Os índices de sustentabilidade (SI) fornecem informação acerca da possibilidade de viabilidade da produção ao longo do tempo, os valores encontrados, 0,30 para o Trigo Agroecológico e 0,17 para o Trigo Convencional, demonstram que o primeiro é mais sustentável, apesar de os dois apresentarem valores relativamente baixos. As rentabilidades (RES) obtidas, de 0,13 no Trigo Agroecológico é 0,15 no Trigo Convencional, podem ser consideradas baixas, mas que viabilizam o Trigo Convencional, pois nesse sistema de produção, o agricultor tem um gasto maior en insumos, sementes, etc, pela produção ser em grande escala na maioria das vezes. CONCLUSÕES - As produções de Trigo, tanto em sistema Convencional, quanto em sistema Agroecológico possuem uma baixa sustentabilidade, porém o segundo caso ainda é mais sustentável por utilizar menos recursos advindos da economia. - Apesar do Trigo Convencional apresentar uma maior viabilidade imediata em se tratando da rentabilidade econômica simples, seu menor índice de sustentabilidade aponta uma inviabilidade a longo prazo. - A metodologia emergética é aplicável para mensuração de sustentabilidade, estando relacionada com as questões discutidas na agenda 21.

9 REFERÊNCIAS ALMEIDA, J.; ASSAD, M.L.L. Agricultura e Sustentabilidade: contexto, desafios e senários. Artigo publicado em Ciência & Ambiente, n. 29, p BARRELLA, B. A., ALMEIDA, C. M. B., GIANNETTI, B. F. Ferramenta para Tomada de Decisão Considerando a Interação dos Sistemas de Produção e o Meio Ambiente, Revista Produção, v. 15, n. 1, p , Jan./Abr COMAR, V., ORTEGA, E., Resultados preliminares da comparação dos índices emergéticos de onze Fazendas do Município de Pardinho/SP, Brasil, ENGENHARIA ECOLÓGICA E AGRICULTURA SUSTENTÁVEL.Exemplos de uso da metodologia energética-ecossistêmica. Laboratório de Engenharia Ecológica e Informática aplicada (LEIA) Campinas, SP, Brasil, (2003) Embrapa, disponível em: <http://www.cnpt.embrapa.br/culturas/trigo/ index.htm>, 05 nov. 2009, 14:52 FERNANDES, E. N; MÜLLER, M. D. ; CARVALHO, G. R., Índices emergéticos para avaliação da sustentabilidade sistemas de produção de leite (2006), Disponivel em down2enc_elizabeth_fernandes2.pdf, acessado em 20/05/2009 FNP, Instituto Agrianual, MENEGETTI, G. A.; Desenvolvimento, sustentabilidade e agricultura familiar. s/d ORTEGA, E. Indicadores de Sustentabilidade sob a Perspectiva da Análise Emergética, Cap. 4 Embrapa Jaguariúna SP, SANTOS, H. P.; REIS, E. M. Rotação de culturas Guarapuava, PR. Brasil. XVI. Eficiência energética dos sistemas de rotação de culturas com trigo, em plantio direto. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.30, n.2, p , SARCINELLI, O., ORTEGA E. Analise do desempenho econômico e ambiental de diferentes modelos de cafeicultura em São Paulo Brasil: estudo de caso na região cafeeira da Média Mogiana do Estado de São Paulo, Revista Iberoamericana de Economía Ecológica Vol

10 SINISGALLI, P. A. A. A emergia como indicador de valor para a análise econômiaecológica. Megadiversidade, v.2, n 1-2, dez P ULGIATI S.; BROWN M. T. Quantifying the environmental support for dilution and abatement of process emissions The case of electricity production. J Cleaner Prod, 10, p , UNITED NATIONS. Agenda 21. Rio de Janeiro, Brasil: United Nations Conference on Environment & Development, p.

11 Tabela 2. Avaliação emergética de Trigo Agroecológico, em propriedades dos Campos Gerais, e Trigo Convencional obtidos pela FNP, Convencio nal Agroe c. Fluxo padrão Transformidade Fluxo de emergia % Unidade Conversão * sej/unidade Convenci onal Agroe c. Convencio nal Agroec. Unida de Convencio nal sej/ano Agroec. Convencio Recursos Naturais (I) 3,84E+14 3,74E+14 13,81 21,24 Renováveis (R) 3,64E+14 3,64E+14 13,09 20,67 chuva 0,4 0,4 m3/ha/s 5E+10 5,00E +10 1,82E+04 1,82E+ nal Agroec 04 sej/j 3,64E+14 3,64E+14 13,09 20,67 Não Renováveis (N) 2,00E+13 1,00E+13 0,72 0,57 perda do solo 300,0 150 kg/s ,38E+04 7,38E+ 04 sej/j 2,00E+13 1,00E+13 0,72 0,57 Recursos da 2,40E+15 1,39E+15 86,19 78,76.

12 economia(f) Materiais (M) 1,58E+15 9,45E+14 56,85 53,65 Sementes Calcário Nitrogenio Fosforo 50 0 Potassio 50 0 Esterco (20% umidade) Herbicidas 5,6 0 1,00E+12 1,00E+12 3,80E+12 3,90E+12 1,10E+12 0,00E+00 1,48E+13 1,00E+ 12 sej/kg 1,60E+14 1,20E+14 5,75 6,82 1,00E+ 12 sej/kg 5E+14 3E+14 17,98 17,04 3,80E+ 12 sej/kg 3,8E+14 3,8E+14 13,67 21,58 3,90E+ 12 sej/kg 1,95E ,01 0,00 1,10E+ 12 sej/kg 5,50E+13 0,00E+00 1,98 0,00 1,45E+ 11 0,00E+00 1,45E+14 0,00 8,22 1,48E+ 13 sej/kg 8,29E+13 0,00E+00 2,98 0,00

13 Inseticidas 0,1 0 1,48E+13 1,48E+ 13 sej/kg 1,48E+12 0,00E+00 0,05 0,00 Fungicidas 1,32 0 1,48E+13 1,48E+ 13 sej/kg 1,95E+13 0,00E+00 0,70 0,00 Outros Quimicos 0,2 0 1,48E+13 0 sej/kg 2,96E+12 0,00E+00 0,11 0,00 Aço 2,7 0 6,70E+12 6,70E+ 12 sej/kg 1,81E+13 0,00E+00 0,65 0,00 Combustivel (Diesel) 80 0 l/ha/safr a ,00 6,60E+04 6,60E+ 04 sej/kg 1,66E+14 4,42E+14 5,96 0 Serviços (S) 8,2E+14 0,0E+00 29,34 25,11 Serviços com Mecanização 152, US$/ha/s 2,48E+42 2,48E+ 12 sej/dol ar 3,79008E +14 4,42042E , ,00 m.obra simples 41,25 82,5 dias/safr a ,00E+ 05 sej/j 2,21021E , , Custos com 87, US$/ha/s 2,48E+42 2,48E+ sej/dol 2,15783E 1,76071E+ 7,

14 administração 12 ar Emergia total (Y) Produção 2,78E , Trigo kg/ha/an o 63081, ,9 sej/j *Conversão: (chuva: 1000 kg/m3 X m3/ha X 5000 energia livre de Gibbs); (perda de solo: 4% de MO X 5400 Kcal na MO X 4186 J/Kcal); (uso água: 4949 J/l); (mão-de-obra: 3200 Kcal/dia X 4186 J/Kcal.

VALORAÇÃO AMBIENTAL DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE

VALORAÇÃO AMBIENTAL DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE 1 VALORAÇÃO AMBIENTAL DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE FERNANDES, E. N 1 ; NOGUEIRA, A. C. S 2 RESUMO: O presente trabalho discute o uso da Análise Emergética (AE) para avaliar a sustentabilidade de dois

Leia mais

Estudo de Caso de Sistemas de Tratamento de Efluentes Domésticos com o Uso de Indicadores Ambientais

Estudo de Caso de Sistemas de Tratamento de Efluentes Domésticos com o Uso de Indicadores Ambientais Carlos C. Silva Cecília M. V. B. Almeida Silvia H. Bonilla Tópicos abordados nesta apresentação Descrição do sistema de Biodigestão Descrição do sistema de Lodo Ativado Comparação entre os sistemas utilizando

Leia mais

INDICADORES EMERGÉTICOS PARA VALORAÇÃO ECONÔMICO-ECOLÓGICA DO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE LEITE: estudo de caso. RESUMO

INDICADORES EMERGÉTICOS PARA VALORAÇÃO ECONÔMICO-ECOLÓGICA DO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE LEITE: estudo de caso. RESUMO 55 INDICADORES EMERGÉTICOS PARA VALORAÇÃO ECONÔMICO-ECOLÓGICA DO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE LEITE: estudo de caso. Ana Caroline Silva Nogueira Débora Costa Valentim Elizabeth Nogueira Fernandes RESUMO O presente

Leia mais

+ Exemplo de aplicação da análise emergética on-line: a produção de maça

+ Exemplo de aplicação da análise emergética on-line: a produção de maça DESAFIOS GLOBAIS PARA A AGRICULTURA + Exemplo de aplicação da análise emergética on-line: a produção de maça Enrique Ortega, Fabio Takahashi. Laboratório de Engenharia Ecológica Faculdade de Engenharia

Leia mais

O Conceito de Emergia e a Certificação Agroecológica com Visão Sistêmica

O Conceito de Emergia e a Certificação Agroecológica com Visão Sistêmica Capítulo 12 O Conceito de Emergia e a Certificação Agroecológica com Visão Sistêmica Enrique Ortega Agroecologia: Princípios e Técnicas para uma Agricultura Orgânica Sustentável 258 O Conceito de Emergia

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA ATRAVÉS DA ANÁLISE EMERGÉTICA

AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA ATRAVÉS DA ANÁLISE EMERGÉTICA AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA ATRAVÉS DA ANÁLISE EMERGÉTICA AGOSTINHO 1, F.D.R.; ORTEGA 2 E. Palavras Chave: Agroecologia, Desenvolvimento Sustentável, Economia Ecológica,

Leia mais

Índices emergéticos para avaliação da sustentabilidade sistemas de produção de leite

Índices emergéticos para avaliação da sustentabilidade sistemas de produção de leite Índices emergéticos para avaliação da sustentabilidade sistemas de produção de leite Emergy indexes to sustainability evaluation of milk production systems Fernandes, E. N 1 ; Müller, M. D. 1 ; Carvalho,

Leia mais

Revista Brasileira de Agroecologia Rev. Bras. de Agroecologia. 8(1): 18-27 (2013) ISSN: 1980-9735

Revista Brasileira de Agroecologia Rev. Bras. de Agroecologia. 8(1): 18-27 (2013) ISSN: 1980-9735 Revista Brasileira de Agroecologia ISSN: 1980-9735 Sustentabilidade ambiental de um sistema agroflorestal com bracatinga (Mimosa scabrella Bent.) através da analise emergética Environmental sustainability

Leia mais

Contribuições da Contabilidade Ambiental em Emergia para a Compreensão do Sistema de Produção da Soja na Perspectiva da Agricultura Sustentável

Contribuições da Contabilidade Ambiental em Emergia para a Compreensão do Sistema de Produção da Soja na Perspectiva da Agricultura Sustentável Contribuições da Contabilidade Ambiental em Emergia para a Compreensão do Sistema de Produção da Soja na Perspectiva da Agricultura Sustentável L. P. Vendrametto a, S. H. Bonilla b a. Doutoranda em Engenharia

Leia mais

Avaliação Ambiental em Empresas de Transporte Rodoviário: Reuso de Água

Avaliação Ambiental em Empresas de Transporte Rodoviário: Reuso de Água Avaliação Ambiental em Empresas de Transporte Rodoviário: Reuso de Água Devanil Borges Junior, B. F. Giannetti e C. M. V. B. Almeida Universidade Paulista Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção

Leia mais

Resumos do V CBA - Outras temáticas

Resumos do V CBA - Outras temáticas Cálculo da área de floresta necessária para mitigar o impacto ambiental de uma indústria gráfica: comparação entre a metodologia emergética e a análise de energia bruta Forest area calculation to mitigate

Leia mais

Análise Quantitativa e Qualitativa da Utilização dos Resíduos Rurais na Região Administrativa de Araçatuba, Estado de São Paulo

Análise Quantitativa e Qualitativa da Utilização dos Resíduos Rurais na Região Administrativa de Araçatuba, Estado de São Paulo Análise Quantitativa e Qualitativa da Utilização dos Resíduos Rurais na Região Administrativa de Araçatuba, Estado de São Paulo Carlos C. Silva, Humberto A. P. Silva, José Aquiles B. Grimoni O século passado

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Agrárias Curso de Graduação em Agronomia

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Agrárias Curso de Graduação em Agronomia Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Agrárias Curso de Graduação em Agronomia USO DA ANÁLISE EMERGÉTICA COMO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL EM UMA PROPRIEDADE AGROECOLÓGICA Djalma

Leia mais

ESTUDO DA DINÂMICA DOS ÍNDICES EMERGÉTICOS DE UMA UNIDADE DE PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA

ESTUDO DA DINÂMICA DOS ÍNDICES EMERGÉTICOS DE UMA UNIDADE DE PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA ESTUDO DA DNÂCA DOS ÍNDCES EEGÉTCOS DE UA UNDADE DE PODUÇÃO AGOECOLÓGCA Agostinho 1,.D..; Ortega 2 E. Palavras Chave: Agroecologia, Desenvolvimento Sustentável, Economia Ecológica, Emergia, eio Ambiente.

Leia mais

Pecuária Sustentável na Prática (MS) Carne Sustentável do Pantanal. Urbano Gomes Pinto de Abreu Pesquisador A Embrapa Pantanal

Pecuária Sustentável na Prática (MS) Carne Sustentável do Pantanal. Urbano Gomes Pinto de Abreu Pesquisador A Embrapa Pantanal Pecuária Sustentável na Prática (MS) Carne Sustentável do Pantanal Urbano Gomes Pinto de Abreu Pesquisador A Embrapa Pantanal 211.279.082,00 reses Pecuária é relatada no Pantanal desde 1737. 3 2000000

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DA CULTURA DE ALGODÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS FAMILIARES MARÍA GLORIA CABRERA ROMERO; OSMAR DE CARVALHO BUENO;

ANÁLISE ECONÔMICA DA CULTURA DE ALGODÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS FAMILIARES MARÍA GLORIA CABRERA ROMERO; OSMAR DE CARVALHO BUENO; ANÁLISE ECONÔMICA DA CULTURA DE ALGODÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS FAMILIARES MARÍA GLORIA CABRERA ROMERO; OSMAR DE CARVALHO BUENO; FCA/UNESP BOTUCATU - SP - BRASIL gloriac@fca.unesp.br APRESENTAÇÃO SEM PRESENÇA

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais

EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP

EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP EDUCAÇÃO, MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O PROJETO SEMENTE DO AMANHÃ NA CIDADE DE GUARATINGUETÁ-SP RESUMO Carneiro Junior, J. L. 1 ; Freitas, R. C. M. 2 ; Rosa, A. C.

Leia mais

Análise emergética da produção rural

Análise emergética da produção rural Análise emergética da produção rural Os serviços ecossistêmicos e as externalidades negativas na agricultura Versão 6 (8 de junho de 216, 4:1h) Enrique Ortega, José Maria Gusman-Ferraz, Mariana Paiva LEIA/DEA/FEA/Unicamp

Leia mais

Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul, na Safra 2012

Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul, na Safra 2012 174 ISSN 1679-0472 Abril, 2012 Dourados, MS Fotos - lavoura: Nilton P. de Araújo; percevejo: Foto: Narciso Claudio da Lazzarotto S. Câmara Viabilidade Econômica da Cultura do Trigo, em Mato Grosso do Sul,

Leia mais

CHECK LIST PARA ANÁLISE EMERGÉTICA DE AGROECOSSISTEMAS.

CHECK LIST PARA ANÁLISE EMERGÉTICA DE AGROECOSSISTEMAS. CHECK LIST PARA ANÁLISE EMERGÉTICA DE AGROECOSSISTEMAS. Enrique Ortega Laboratório de Engenharia Ecológica FEA - Unicamp, CP 6121 13083-970 Campinas, SP, Brasil. E-mail: ortega@fea.unicamp.br Análise emergética

Leia mais

Avaliação de Variáveis de Sustentabilidade Ambiental nas Empresas de Abastecimento de Água e Saneamento Listadas na BM&FBOVESPA em 2014

Avaliação de Variáveis de Sustentabilidade Ambiental nas Empresas de Abastecimento de Água e Saneamento Listadas na BM&FBOVESPA em 2014 Avaliação de Variáveis de Sustentabilidade Ambiental nas Empresas de Abastecimento de Água e Saneamento Listadas na BM&FBOVESPA em 2014 DI AGUSTINI, C. A. a, LUCAS, E. C. b a Doutor em Engenharia de Produção

Leia mais

A TEORIA DA EMERGIA E O NOVO INDICADOR DE SUSTENTABILIDADE E RENOVABILIDADE DOS SISTEMAS. RESULTADOS PRELIMINARES DE UMA PESQUISA.

A TEORIA DA EMERGIA E O NOVO INDICADOR DE SUSTENTABILIDADE E RENOVABILIDADE DOS SISTEMAS. RESULTADOS PRELIMINARES DE UMA PESQUISA. Eixo: Inovação e Sustentabilidade em Diferentes Setores A TEORIA DA EMERGIA E O NOVO INDICADOR DE SUSTENTABILIDADE E RENOVABILIDADE DOS SISTEMAS. RESULTADOS PRELIMINARES DE UMA PESQUISA. THE THEORY OF

Leia mais

Análise da sustentabilidade energética do sistema de uma usina autônoma de álcool através de índices de emergia e pegada ecológica

Análise da sustentabilidade energética do sistema de uma usina autônoma de álcool através de índices de emergia e pegada ecológica MACHADO, E. R.; SILVA, C. C. Análise da sustentabilidade energética do sistema de uma usina autônoma de álcool através de índices de emergia e pegada ecológica. Revista Agrogeoambiental, Pouso Alegre,

Leia mais

SISTEMA DE PLANTIO DIRETO EM AGRICULTURA ORGÂNICA. Pesquisador Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) Curitiba,PR darolt@iapar.

SISTEMA DE PLANTIO DIRETO EM AGRICULTURA ORGÂNICA. Pesquisador Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) Curitiba,PR darolt@iapar. SISTEMA DE PLANTIO DIRETO EM AGRICULTURA ORGÂNICA Moacir Roberto Darolt 1 e Francisco Skora Neto 2 1 Pesquisador Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR) Curitiba,PR darolt@iapar.br 2 Pesquisador IAPAR Ponta

Leia mais

Aplicativo baseado na web para cálculo e análise de sustentabilidade ambiental em emergia

Aplicativo baseado na web para cálculo e análise de sustentabilidade ambiental em emergia Aplicativo baseado na web para cálculo e análise de sustentabilidade ambiental em emergia FRANÇA, W. L. M Ç, DEMETRIO, F. J. C. GIANNETTI, B. F.,b, ALMEIDA, C.M.V. Universidade Estadual do Maranhão, São

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE INDICADORES DE RESULTADOS - ORIENTAÇÕES PARA PEQUENOS AGRICULTORES

RELATÓRIO SOBRE INDICADORES DE RESULTADOS - ORIENTAÇÕES PARA PEQUENOS AGRICULTORES RELATÓRIO SOBRE INDICADORES DE RESULTADOS - ORIENTAÇÕES PARA PEQUENOS AGRICULTORES APLICÁVEL A PARTIR DA COLHEITA DE 2014 Visão Geral Este documento explica como usar os modelos fornecidos pela BCI, para

Leia mais

Avaliação da sustentabilidade da pecuária de corte extensiva tradicional do Pantanal Sul-Mato-Grossense através da metodologia emergética.

Avaliação da sustentabilidade da pecuária de corte extensiva tradicional do Pantanal Sul-Mato-Grossense através da metodologia emergética. Revista Brasileira de Agroecologia ISSN: 1980-9735 Avaliação da sustentabilidade da pecuária de corte extensiva tradicional do Pantanal Sul-Mato-Grossense através da metodologia emergética. Assessing sustainability

Leia mais

SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA CONVENCIONAL E DA ORGÂNICA À LUZ DA TEORIA DA EMERGIA: A PRODUÇÃO DE MANGA NA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA CONVENCIONAL E DA ORGÂNICA À LUZ DA TEORIA DA EMERGIA: A PRODUÇÃO DE MANGA NA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA CONVENCIONAL E DA ORGÂNICA À LUZ DA TEORIA DA EMERGIA: A PRODUÇÃO DE MANGA NA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL José Paulo Fagundes UFSM Conforme o Instituto de Biodinâmica (IBD,

Leia mais

Avaliação de Sustentabilidade Ambiental da Região Sudeste do Brasil com a Contabilidade em Emergia

Avaliação de Sustentabilidade Ambiental da Região Sudeste do Brasil com a Contabilidade em Emergia 1 Avaliação de Sustentabilidade Ambiental da Região Sudeste do Brasil com a Contabilidade em Emergia DEMETRIO, F. J., GIANNETTI, B. F., ALMEIDA, C.M.V., DEMETRIO, J.C.. 2 Introdução Introdução 3 Meio Ambiente

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO LORDÃO: UMA FERRAMENTA DE ENSINO- APRENDIZAGEM

SUSTENTABILIDADE NO LORDÃO: UMA FERRAMENTA DE ENSINO- APRENDIZAGEM SUSTENTABILIDADE NO LORDÃO: UMA FERRAMENTA DE ENSINO- APRENDIZAGEM Acácio Silveira de Melo (UFCG); Adriano dos Santos Oliveira (UFCG); Filipe da Costa Silva (UFCG), Francinildo Ramos de Macedo (UFCG),

Leia mais

EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO

EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO HEBER PIMENTEL GOMES EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO Análise Econômica de Projetos 2ª Edição Revisada e Ampliada Editora Universitária - UFPB João Pessoa 2009 2ª Edição: 2009 Editora Universitária

Leia mais

Avaliação de Sustentabilidade da produção de Etanol de Cana-de-Açúcar

Avaliação de Sustentabilidade da produção de Etanol de Cana-de-Açúcar UNICAMP Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia de Alimentos Lab. de Engenharia Ecológica e Informática Aplicada LEIA Avaliação de Sustentabilidade da produção de Etanol de Cana-de-Açúcar

Leia mais

COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS ORGÂNICOS GERADOS NA EMBRAPA RORAIMA

COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS ORGÂNICOS GERADOS NA EMBRAPA RORAIMA COMPOSTAGEM DE RESÍDUOS ORGÂNICOS GERADOS NA EMBRAPA RORAIMA Teresinha Costa Silveira de Albuquerque 1 ; Rita de Cássia Pompeu de Sousa 2 ; Clara Lúcia Silva Figueiredo 3 ; Suelma Damasceno Oliveira Costa

Leia mais

Giuliana Aparecida Santini, Leonardo de Barros Pinto. Universidade Estadual Paulista/ Campus Experimental de Tupã, São Paulo.

Giuliana Aparecida Santini, Leonardo de Barros Pinto. Universidade Estadual Paulista/ Campus Experimental de Tupã, São Paulo. Entraves à consolidação do Brasil na produção de energias limpas e renováveis Giuliana Aparecida Santini, Leonardo de Barros Pinto Universidade Estadual Paulista/ Campus Experimental de Tupã, São Paulo

Leia mais

Maria Nezilda Culti 1 (Coordenadora da Ação de Extensão)

Maria Nezilda Culti 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) IMPLANTAÇÃO DAS TECNOLOGIAS SOCIAIS: PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA INTEGRADA SUSTENTÁVEL- PAIS (HORTA MANDALA), CISTERNA E FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA COMO MEIO DE SUSTENTABILIDADE PARA AGRICULTURA FAMILIAR. Área

Leia mais

A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas

A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas Moacyr Bernardino Dias-Filho Engenheiro Agrônomo, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Belém, PA www.diasfilho.com.br Conceito

Leia mais

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia 6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia Complementando o que foi exposto sobre a gerência da cadeia de suprimentos analisada no Capítulo 3, através de

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA AMBIENTAL DAS EMPRESAS POTENCIALMENTE GERADORAS DE PASSIVO AMBIENTAL

GESTÃO FINANCEIRA AMBIENTAL DAS EMPRESAS POTENCIALMENTE GERADORAS DE PASSIVO AMBIENTAL GESTÃO FINANCEIRA AMBIENTAL DAS EMPRESAS POTENCIALMENTE GERADORAS DE PASSIVO AMBIENTAL Autora: Rosália Gonçalves Costa Santos, graduada em Ciências Contábeis pela Faculdade Newton Paiva e mestranda em

Leia mais

Análise crítica da Sustentabilidade e da Pegada Ecológica

Análise crítica da Sustentabilidade e da Pegada Ecológica Q 2 Consumidores Decom- positores 3 Análise crítica da Sustentabilidade e da Pegada Ecológica III Workshop Internacional de Produção Mais Limpa UNIP, SP, 19 de maio de 2011 Conteúdo desta apresentação

Leia mais

Sustentabilidade dos Biocombustíveis

Sustentabilidade dos Biocombustíveis Sustentabilidade dos Biocombustíveis VII Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental Porto Alegre Maio de 2010 Paulo Cunha (1) Fernando Pierre (1) Diogo Zaverucha (1) Felipe Cunha (2) (1) Petrobras Biocombustível;

Leia mais

DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO AMBIENTAL SIGLA: PGA VIRGÍNIA GRACE BARROS

DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO AMBIENTAL SIGLA: PGA VIRGÍNIA GRACE BARROS DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GESTÃO AMBIENTAL SIGLA: PGA VIRGÍNIA GRACE BARROS Apresentação Plano de Ensino De acordo com o disponibilizado. Datas de ausência, verificação de datas de reposição 11, 12, 13

Leia mais

AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE UM MICROCONTROLADOR NA PLATAFORMA ARDUINO NA LEITURA DE SENSORES ELÉTRICOS PARA CORRELAÇÃO COM ATRIBUTOS DO SOLO.

AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE UM MICROCONTROLADOR NA PLATAFORMA ARDUINO NA LEITURA DE SENSORES ELÉTRICOS PARA CORRELAÇÃO COM ATRIBUTOS DO SOLO. AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE UM MICROCONTROLADOR NA PLATAFORMA ARDUINO NA LEITURA DE SENSORES ELÉTRICOS PARA CORRELAÇÃO COM ATRIBUTOS DO SOLO. Fábio Vinicius de Freitas Damiati (Universidade Estadual de

Leia mais

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Janeiro - 2011 Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer

Leia mais

Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para modelos sustentáveis de agricultura.

Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para modelos sustentáveis de agricultura. FUNDAÇÃO MOKITI OKADA Mokiti Okada - CPMO Pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para modelos sustentáveis de agricultura. Leandro de Almeida Amado Engenheiro Agrônomo, MSc Assistente Técnico Outubro

Leia mais

Economia Verde: Redefinindo Desenvolvimento. Walter Figueiredo De Simoni Superintendente de Economia Verde Secretaria Estadual do Ambiente

Economia Verde: Redefinindo Desenvolvimento. Walter Figueiredo De Simoni Superintendente de Economia Verde Secretaria Estadual do Ambiente Economia Verde: Redefinindo Desenvolvimento Walter Figueiredo De Simoni Superintendente de Economia Verde Secretaria Estadual do Ambiente Houston, we have a problem Atual modelo de crescimento econômico

Leia mais

TERRACEAMENTO EM SISTEMAS CONSERVACIONISTAS

TERRACEAMENTO EM SISTEMAS CONSERVACIONISTAS Julho 2004 TERRACEAMENTO EM SISTEMAS CONSERVACIONISTAS José Eloir Denardin Rainoldo Alberto Kochhann Neroli Pedro Cogo Ildegardis Bertol QUESTÃO São necessárias práticas complementares à Cobertura de Solo

Leia mais

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 O que é SUSTENTABILIDADE? Como aliar SUSTENTABILIDADE e NUTRIÇÃO? O que é sustentabilidade? Constituição Federal Art. 225. Todos têm o direito

Leia mais

Viabilidade Ec E onômic onômic Aquecimen to Solar

Viabilidade Ec E onômic onômic Aquecimen to Solar Viabilidade Econômica Aquecimento Solar Sistema Aquecimento Solar - SAS Breve Histórico no Brasil A história do aquecedor solar no Brasil é recente. O primeiro aquecedor solar apareceu no Brasil na década

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA ANÁLISE FINANCEIRA E EMERGÉTICA NA TOMADA DE DECISÃO EM UNIDADES DE RECICLAGEM DE CURTUMES Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012

PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012 PLANO DE ESTUDOS 3º trimestre 2012 ano: 9º disciplina: geografia professor: Meus caros (as) alunos (as): Durante o 2º trimestre, você estudou as principais características das cidades globais e das megacidades

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

Índice de Desenvolvimento Ambiental (IDA): Conceituação e Metodologia

Índice de Desenvolvimento Ambiental (IDA): Conceituação e Metodologia 173 Índice de Desenvolvimento Ambiental (IDA): Conceituação e Metodologia Emanuelle Zanon 1, Elisandro Pires Frigo 2, Mireille Sato 3, Késia Damaris de Azevedo 4 e Fernanda Milena Duarte 4, Nathana Franscini

Leia mais

Agro-Combustíveis e segurança alimentar

Agro-Combustíveis e segurança alimentar Agro-Combustíveis e segurança alimentar Jean Marc von der Weid Novembro/2008 Não há dúvida de que estamos vivendo o início de uma grave crise alimentar mundial. Após décadas de excedentes na produção agrícola

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

O CONTRIBUTO DA PEQUENA AGRICULTURA FAMILIAR PARA A COESÃO DOS TERRITÓRIOS

O CONTRIBUTO DA PEQUENA AGRICULTURA FAMILIAR PARA A COESÃO DOS TERRITÓRIOS O CONTRIBUTO DA PEQUENA AGRICULTURA FAMILIAR PARA A COESÃO DOS TERRITÓRIOS ANTÓNIO REALINHO, ADRACES LISBOA 27-10-2014 2 PESO DA AGRICULTURA FAMILIAR EM PORTUGAL 80% da mão-de-obra agrícola é assegurada

Leia mais

Experiência da Embrapa em avaliação de impactos da pesquisa agropecuária

Experiência da Embrapa em avaliação de impactos da pesquisa agropecuária Experiência da Embrapa em avaliação de impactos da pesquisa agropecuária Antonio Flavio Dias Avila INPE, São José dos Campos, 12 de julho de 2006 Avaliação dos impactos da pesquisa da Embrapa: multidimensionalidade

Leia mais

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA DO ESTADO DE MINAS GERAIS ANO BASE 2005 O Governo do Estado, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente FEAM, entidade da Secretaria Estadual de Meio

Leia mais

ROCHAGEM: UMA QUESTÃO DE SOBERANIA NACIONAL

ROCHAGEM: UMA QUESTÃO DE SOBERANIA NACIONAL ROCHAGEM: UMA QUESTÃO DE SOBERANIA NACIONAL Suzi Huff Theodoro suzitheodoro@unb.br UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - UnB CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - CDS BRASIL E OS FERTILIZANTES Em 2006 o Brasil

Leia mais

Igor Corsini 1 Igor Corsini

Igor Corsini 1 Igor Corsini Igor Corsini 1 INTRODUÇÃO A energia elétrica pode ser produzida por diversos sistemas. Tendo em vista a sustentabilidade ambiental, é de crucial importância que busquemos os meios ambientalmente menos

Leia mais

RENTABILIDADE NA DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES RURAIS: estudo comparativo em duas pequenas propriedades. Área: CIÊNCIAS CONTÁBEIS

RENTABILIDADE NA DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES RURAIS: estudo comparativo em duas pequenas propriedades. Área: CIÊNCIAS CONTÁBEIS RENTABILIDADE NA DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES RURAIS: estudo comparativo em duas pequenas propriedades Área: CIÊNCIAS CONTÁBEIS MARTINS, Alex Cavalcante LIMA, Marcelo Barbosa de FERREIRA, Jorge Leandro

Leia mais

ANÁLISE TÉCNICA E ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE FERTILIZANTES EM TAXA VARIÁVEL EM ÁREA MANEJADA COM AGRICULTURA DE PRECISÃO 1

ANÁLISE TÉCNICA E ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE FERTILIZANTES EM TAXA VARIÁVEL EM ÁREA MANEJADA COM AGRICULTURA DE PRECISÃO 1 ANÁLISE TÉCNICA E ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE FERTILIZANTES EM TAXA VARIÁVEL EM ÁREA MANEJADA COM AGRICULTURA DE PRECISÃO 1 CHERUBIN, M. R. 2 ; AMARAL, A. 3 ; MORAES, M. T. 2 ; FABBRIS, C. 2 ; PRASS, M.

Leia mais

2.2 - Três óticas de cálculo

2.2 - Três óticas de cálculo Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Departamento de Ciências Econômicas ECO-02215 - Contabilidade Social O Produto da economia e suas óticas de cálculo As três óticas

Leia mais

BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15

BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15 BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15 Este boletim de engenharia busca apresentar informações importantes para conhecimento de SISTEMAS de RECUPERAÇÃO de ENERGIA TÉRMICA - ENERGY RECOVERY aplicados a CENTRAIS

Leia mais

USO DE FOGÕES ECOLÓGICOS POR FAMÍLIAS AGRICULTORAS DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO EXPERIÊNCIA DO PROJETO DOM HELDER CAMARA

USO DE FOGÕES ECOLÓGICOS POR FAMÍLIAS AGRICULTORAS DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO EXPERIÊNCIA DO PROJETO DOM HELDER CAMARA INVESTINDO NO SER HUMANO TRANSFORMANDO O SEMIÁRIDO USO DE FOGÕES ECOLÓGICOS POR FAMÍLIAS AGRICULTORAS DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO EXPERIÊNCIA DO PROJETO DOM HELDER CAMARA PROJETO DOM HELDER CAMARA Ação referencial

Leia mais

Palavras chave: sustentabilidade, insumos agrícolas, empresas transnacionais.

Palavras chave: sustentabilidade, insumos agrícolas, empresas transnacionais. SEMEANDO A (IN) SUSTENTABILIDADE: DISCUSSÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE INSUMOS QUÍMICOS NA AGRICULTURA Autora: Doris Sayago 1 Instituição: Centro de Desenvolvimento Sustentável CDS/UnB Palavras chave: sustentabilidade,

Leia mais

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas Disciplinas Solos nos domínios morfoclimáticos do cerrado Ementa: Solos em ambientes de Cerrado. Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. Caracterização morfológica das principais classes de solo inseridas

Leia mais

AULA 5 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO

AULA 5 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 2 Reconheça o que está ao alcance dos seus olhos, e o que está oculto tornar-se-á claro para você. Jesus de Nazaré 2 3 1. Citar as principais contribuições

Leia mais

Contabilidade em Emergia e Emissão de CO 2 : Acesso e Permanência no Ambiente de Instrução EAD e Presencial

Contabilidade em Emergia e Emissão de CO 2 : Acesso e Permanência no Ambiente de Instrução EAD e Presencial Contabilidade em Emergia e Emissão de CO 2 : Acesso e Permanência no Ambiente de Instrução EAD e Presencial OLIVEIRA, J. H. a,b*, ALMEIDA, C. M. V. B. a, a. Universidade Paulista, São Paulo b. Instituto

Leia mais

ESTUDO DA QUALIDADE DA ÁGUA COMO REFERNCIA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ENSINO DE QUÍMICA

ESTUDO DA QUALIDADE DA ÁGUA COMO REFERNCIA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ENSINO DE QUÍMICA ESTUDO DA QUALIDADE DA ÁGUA COMO REFERNCIA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ENSINO DE QUÍMICA Maria S. B. DUARTE 1 Ana Maria G. D. MENDONÇA 2, Darling L. PEREIRA 3,, Aluska M. C. RAMOS 4 José J. MENDONÇA 5 1

Leia mais

GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE MONTE BELO (PEROBAL - PR)

GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE MONTE BELO (PEROBAL - PR) ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 GESTÃO DA PROPRIEDADE COMO EMPRESA RURAL E VIABILIDADE REAL DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS CASO PROPRIEDADE

Leia mais

Comer o milho ou a galinha que comeu o milho?

Comer o milho ou a galinha que comeu o milho? Comer o milho ou a galinha que comeu o milho? A UU L AL A Na Aula 29 usamos como exemplo o galinheiro de um fazendeiro. Para alimentar as galinhas, o fazendeiro planta ou compra milho. As galinhas, aproveitando

Leia mais

AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO DE FEIJÃO. Agostinho Dirceu Didonet Pesq. Embrapa Arroz e Feijão didonet@cnpaf.embrapa.br

AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO DE FEIJÃO. Agostinho Dirceu Didonet Pesq. Embrapa Arroz e Feijão didonet@cnpaf.embrapa.br AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO DE FEIJÃO Agostinho Dirceu Didonet Pesq. Embrapa Arroz e Feijão didonet@cnpaf.embrapa.br Feijão no agroecossistema? Sistema de produção para o feijoeiro? Manejo funcional da agrobiodiversidade

Leia mais

Biodigestão da vinhaça: maior sustentabilidade à cadeia produtiva do etanol

Biodigestão da vinhaça: maior sustentabilidade à cadeia produtiva do etanol Congresso Internacional sobre Geração Distribuída e Energia no Meio Rural da vinhaça: maior sustentabilidade à cadeia produtiva do etanol Priscila Alves Carneiro Heleno Quevedo de Lima Universidade Federal

Leia mais

CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DA QUALIDADE DOS PRODUTOS ORGÂNICOS DA AGRICULTURA FAMÍLIAR

CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DA QUALIDADE DOS PRODUTOS ORGÂNICOS DA AGRICULTURA FAMÍLIAR 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( X) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTROLE SOCIAL

Leia mais

Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos

Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos Espacialização comparativa de dados de produtividade de milho com teores agronômicos das propriedades químicas dos solos Amarindo Fausto Soares Embrapa Informática Agropecuária, Campinas São Paulo - Brasil

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

ANÁLISE DAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS SUSTENTÁVEIS UTILIZADAS POR COMERCIANTES DA FEIRA DO PRODUTOR FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL-RS.

ANÁLISE DAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS SUSTENTÁVEIS UTILIZADAS POR COMERCIANTES DA FEIRA DO PRODUTOR FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL-RS. ANÁLISE DAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS SUSTENTÁVEIS UTILIZADAS POR COMERCIANTES DA FEIRA DO PRODUTOR FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL-RS. Graciela Rodrigues Trindade (1) Bacharel em Gestão Ambiental formada

Leia mais

Atividade de Aprendizagem 1 Aquífero Guarani Eixo(s) temático(s) Tema Conteúdos Usos / objetivos Voltadas para procedimentos e atitudes Competências

Atividade de Aprendizagem 1 Aquífero Guarani Eixo(s) temático(s) Tema Conteúdos Usos / objetivos Voltadas para procedimentos e atitudes Competências Aquífero Guarani Eixo(s) temático(s) Vida e ambiente / Terra e universo Tema Água e vida / ciclo hidrológico do planeta Conteúdos Águas subterrâneas Usos / objetivos Aprofundamento do estudo sobre as águas

Leia mais

140 - Acompanhamento biométrico no desenvolvimento de frangos de corte Gigante Negro alimentados com rações comercial e orgânica

140 - Acompanhamento biométrico no desenvolvimento de frangos de corte Gigante Negro alimentados com rações comercial e orgânica 140 - Acompanhamento biométrico no desenvolvimento de frangos de corte Gigante Negro alimentados com rações comercial e orgânica SIGNOR, Arcângelo Augusto. UEM, angelo_signor@gmail.com; CORRÊIA, Arlindo

Leia mais

Curso de Qualificação Profissional: AGROECOLOGIA E AGRICULTURA FAMILIAR

Curso de Qualificação Profissional: AGROECOLOGIA E AGRICULTURA FAMILIAR Curso de Qualificação Profissional: AGROECOLOGIA E AGRICULTURA FAMILIAR Justificativa: A agricultura familiar é responsável por parte considerável da produção agrícola do país, abastecendo principalmente

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Alocação de Recursos em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária: uma abordagem da Teoria do Portfólio

Alocação de Recursos em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária: uma abordagem da Teoria do Portfólio Alocação de Recursos em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária: uma abordagem da Teoria do Portfólio FERNANDES, Kellen Cristina Campos 1 ; FIGUEIREDO, Reginaldo Santana 2 Escola de Agronomia e Engenharia

Leia mais

Antonio Waldimir Leopoldino da Silva (UDESC / UFSC) Paulo Maurício Selig (UFSC) Alexandre de Ávila Lerípio (UNIVALI / UFSC) Cláudia Viviane Viegas

Antonio Waldimir Leopoldino da Silva (UDESC / UFSC) Paulo Maurício Selig (UFSC) Alexandre de Ávila Lerípio (UNIVALI / UFSC) Cláudia Viviane Viegas A SUSTENTABILIDADE DA ATIVIDADE AGROPECUÁRIA DESENVOLVIDA NA REGIÃO OESTE DE SANTA CATARINA, BRASIL, SOB A ÓTICA DE TÉCNICOS DA EXTENSÃO RURAL SUSTAINABILITY IN AGRICULTURAL ACTIVITIES DEVELOPED IN THE

Leia mais

USO DA METODOLOGIA EMERGETICA NA ANALISE DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO E CONSUMO

USO DA METODOLOGIA EMERGETICA NA ANALISE DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO E CONSUMO VIII ENCONTRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA ECOLÓGICA 5 a 7 de agosto de 2009 Cuiabá - Mato Grosso - Brasil USO DA METODOLOGIA EMERGETICA NA ANALISE DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO E CONSUMO Enrique Ortega

Leia mais

Tackling the challenge of feeding the World: A Family farming perspective

Tackling the challenge of feeding the World: A Family farming perspective Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura YEAR OF FAMILY FARMING Economic and Social Development Department Science for Poverty Erradication and Sustainable Development Tackling

Leia mais

1. Mudanças climáticas : Aumento da temperatura da Terra. Fonte: IPCC, 2000)

1. Mudanças climáticas : Aumento da temperatura da Terra. Fonte: IPCC, 2000) Novas Tecnologias para o desenvolvimento sustentável: a viabilidade da produção de gás natural à partir do armazenamento geológico de CO 2 na Jazida de Charqueadas Letícia Hoppe Agenda 1. Contextualização

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA NO CAMPUS DO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PARTE 05

IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA NO CAMPUS DO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PARTE 05 IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA NO CAMPUS DO CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PARTE 05 Doalcey A. Ramos, Centro de Ciências Tecnológicas, doalcey@joinville.udesc.br

Leia mais

Adm., M.Sc., Embrapa Agropecuária Oeste, Caixa Postal 661, 79804-970 Dourados, MS. E-mail: richetti@cpao.embrapa.br 2

Adm., M.Sc., Embrapa Agropecuária Oeste, Caixa Postal 661, 79804-970 Dourados, MS. E-mail: richetti@cpao.embrapa.br 2 157 ISSN 1679-0472 Fevereiro, 2010 Dourados, MS Foto: Nilton Pires de Araújo Estimativa do Custo de Produção do Milho Safrinha 2010, em Cultivo Solteiro e Consorciado com Brachiaria ruziziensis, na Região

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Programa úmero de Ações 8 1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Objetivo Indicador(es) Incrementar a base de conhecimentos científicos e tecnológicos

Leia mais

!" # " " $ %&' ( ' # ) *# '" +' + "", ' "' ' " ' -# '.. ) ' " ' ( / # 0 &' # ' 1223

! #   $ %&' ( ' # ) *# ' +' + , ' ' '  ' -# '.. ) '  ' ( / # 0 &' # ' 1223 !"#" " $%&'(' #)*# '"+'+"",'"' '"'-#'..)'" '( / #0&'#' 1223 FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DA F.E.A. UNICAMP C314a Cavalett, Otávio Análise emergética da piscicultura integrada à criação

Leia mais

A SUSTENTABILIDADE E A NORMALIZAÇÃO Enga. Inês Laranjeira da Silva Battagin Superintendente do ABNT/CB-18

A SUSTENTABILIDADE E A NORMALIZAÇÃO Enga. Inês Laranjeira da Silva Battagin Superintendente do ABNT/CB-18 Pré-Fabricação: O Contexto Habitacional e a Sustentabilidade A SUSTENTABILIDADE E A NORMALIZAÇÃO Enga. Inês Laranjeira da Silva Battagin Superintendente do ABNT/CB-18 27 de agosto de 2009 ISO = International

Leia mais

Contabilidade ambiental de centros de processamento de dados: computação tradicional versus computação nas nuvens

Contabilidade ambiental de centros de processamento de dados: computação tradicional versus computação nas nuvens Contabilidade ambiental de centros de processamento de dados: computação tradicional versus computação nas nuvens Prof. André Luigi Amaral Di Salvo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

"Economia Verde: Serviços Ambientais" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura Brasileira -

Economia Verde: Serviços Ambientais - Desafios e Oportunidades para a Agricultura Brasileira - "Economia Verde: Serviços Ambientais" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura Brasileira - Maurício Antônio Lopes Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. PROBLEMÁTICA: REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E INTENSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES ANTRÓPICAS LINHA DO TEMPO:

Leia mais