M-PASS: software para dispositivos móveis para vendas de passagens rodoviárias.

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1 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 M-PASS: software para dispositivos móveis para vendas de passagens rodoviárias. Davis Pereira Barbosa, Ivo Evaristo Cabrera Teixeira, Rodrigo Lúcio Renault Centro Universitário do Sul de Minas UNIS/MG Gestão da Educação Tecnológica - GETEC Rodovia Varginha - Elói Mendes, Km 232, , Varginha, MG, Brasil s: Resumo O M-Pass é um software desenvolvido para dispositivos móveis com sistema operacional Windows Mobile que tem como premissas agilizar o processo de vendas de passagens rodoviárias efetuadas dentro dos ônibus com atualização direta destas, em um banco de dados, acabando assim, com as inconsistências uma vez que unifica os dados em um só banco de dados. O presente artigo relata o desenvolvimento deste software bem como suas vantagens. Palavras chave Passagem Rodoviária, Dispositivos Móveis, Windows Mobile, Softwares Rodoviários. Abstract The M-Pass is a software developed for handheld and mobile devices that uses operating system Windows Mobile. It comes to expedite the road crossing tickets selling on the buses and update data directly on a database ending with inconsistencies and unifying the data in only one database. This article describes the software development and its benefits. Keywords Road Crossing, Handheld Devices, Mobile, Windows Mobile. I. INTRODUÇÃO As viagens feitas por meio terrestre continuam sendo o meio mais viável de transporte existente. Assíduos usuários deste transporte os alunos do Centro Universitário do Sul de Minas UNIS/MG, puderam constatar uma frequente falha no sistema de vendas da maioria das empresas que prestam esse tipo de serviço. Estas falhas são ocasionadas por inconsistências nos dados do sistema. Freqüentemente são vendidas passagens para mesma poltrona ou, até mesmo, com o ônibus estando em sua capacidade máxima de passageiros. Isto acontece porque a pessoa responsável pela venda de passagens das cidades posteriores à origem da viagem não tem acesso às informações de vendas feitas dentro do ônibus, o que gera imprecisão nos dados do sistema. Partindo deste ponto, foi proposta uma solução viável para estas empresas, que poderão ser mais precisas nas vendas de passagens, não gerando insatisfação e consequentemente prejudicando os clientes. A solução encontrada foi o desenvolvimento de um sistema para dispositivos móveis que ao executar uma venda atualize as informações automaticamente em uma base de dados centralizada, ou seja, a mesma base de dados acessada pelo sistema de vendas das empresas. Visando essa solução, foi verificado os seguintes obstáculos: como atualizar a distância a base de dados? Como conectar a essa base por meio móvel? Analisando o estado da arte, verificou-se que as operadoras de cartão de crédito utilizam de conexão GPRS 1 para executar transações, e atualizar diretamente as bases com as informações dessas transações. Sendo esse tipo de conexão nativa da maioria dos dispositivos móveis, pois outros tipos de conexões como EDGE e 3G ainda são muito recentes e muitos equipamentos não possuem essa tecnologia, optou-se então por ser a solução mais viável. A linguagem utilizada foi o VB. NET (Visual Basic. NET) que possui um ambiente e bibliotecas de desenvolvimento para dispositivos móveis. Com o software M-Pass as empresas rodoviárias podem com precisão visualizar as informações de vendas, e minimizar as falhas e a decorrente insatisfação dos clientes. Este artigo, no seu desenvolvimento, descreve os passos tomados para realização do projeto, ferramentas utilizadas, o porquê de utilizar cada uma destas, alem, das vantagens de utilizá-lo. II. PROJETO A idealização do projeto surgiu através das experiências relatadas por alunos do Centro Universitário do Sul de Minas UNIS/MG, que dependem do transporte rodoviário para se locomover para a cidade da instituição. Estes puderam verificar a falta de eficácia e eficiência nos métodos de venda usados pelas empresas rodoviárias, principalmente as que utilizam a linha semi-urbana, atrasando muitas vezes as 1 O GPRS (General Packet Radio Service) é um novo serviço que permite o envio e recepção de informações através de uma rede telefônica móvel.

2 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2 viagens. Estes erros acarretam em fraudes, processos e prejudicam tanto a empresa quanto o passageiro. A solução encontrada foi a criação de um software para suprir as necessidades das empresas rodoviárias. Os objetivos do sistema consistem em: executar vendas de passagens rodoviárias, atualizar os dados de vendas em banco de dados utilizando a Internet como meio de comunicação, tornar o processo de venda mais ágil, executar a venda e impressão das passagens no interior dos veículos, utilização de dispositivos móveis para venda e impressão das passagens, bem como para sincronização dos dados com o servidor através de Web Services. Com o diagrama e as fichas de atividades prontas, é possível partir para o cronograma. Geralmente esta metodologia utiliza o gráfico de Gantt (Figura 2) demonstrando quanto tempo será consumido para execução de cada atividade. É um método de controle para que o projeto não utilize tempo além do necessário. Outro objetivo do cronograma é dar ao gerente do projeto, visão de quando deve ser cobrado resultado da equipe, pois este tem acesso do tempo envolvido, bem como, do que deve estar ou deveria estar sendo feito no devido período [2]. Também com o cronograma é possível obter os custos do projeto, especificando cada etapa. III. METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO Para o desenvolvimento do software M-Pass foram delegados cargos onde a gerência do projeto foi assumida por Rodrigo Lúcio Renault, e os cargos de programadores para Davis Pereira Barbosa e Ivo Evaristo Cabrera Teixeira. Após definição dos cargos e objetivos do sistema, foram realizados o diagrama de atividades, as fichas de atividades e o cronograma do projeto. Estas três etapas de gerência de projeto auxiliam no desenvolvimento, pois descrevem e delegam as atividades para cada responsável e controlam o tempo de execução de cada atividade. A. Diagrama de Atividades O diagrama de atividades consiste em um recurso visual demonstrando quais as atividades deverão ser realizadas, deixando esclarecida cada etapa desde elaboração da análise de requisitos, que é tratado adiante, até as etapas de desenvolvimento. Como demonstrado na figura 1. B. Fichas de Atividades Figura 1 - Diagrama de Atividades Para auxiliar o diagrama de atividades existem as fichas de atividades. Nas fichas são descritos com clareza todos os trabalhos que devem ser realizados em cada atividade, auxiliando assim todos os responsáveis, pois estes não precisam aguardar instruções, visto que todas estão distribuídas e delegadas [2]. C. Cronograma D. Análise de Requisitos Figura 2 - Gráfico de Gantt O desenvolvimento do projeto foi realizado a partir de uma prévia pesquisa, analisando quais ferramentas o sistema deveria ter para manter a consistência a venda de passagens. A especificação de requisitos é a tarefa mais importante na fase de análise de um sistema, pois é o estudo das características que o software em desenvolvimento terá para atender às necessidades no cumprimento dos objetivos específicos deste trabalho. Esta análise se divide em duas partes, requisitos funcionais e não funcionais [6]. 1) Requisitos Funcionais Os requisitos funcionais descrevem todo o conjunto de ferramentas e recursos para o funcionamento do sistema viabilizando ou inviabilizando-o. Tais requisitos demonstram as funcionalidades que o sistema deve dispor, determinando o seu comportamento. 2) Requisitos Não Funcionais Os requisitos não funcionais são aqueles que apresentam restrições e especificações de uso para os requisitos funcionais. E. Restrições A única restrição encontrada foi a indisponibilidade de sinal em algumas áreas geográficas, pois o software atualiza as bases de dados por meio de conexão GPRS com a Internet. F. Dicionário de Dados Um dicionário de dados contém as características lógicas dos dados que serão utilizados no sistema, incluindo nome, significado, relação com outros dados, origem, conteúdo e organização. Este recurso facilita a compreensão do sistema para a construção do banco de dados e sua utilização pelos desenvolvedores, pois ele conterá o nome e descrição de cada

3 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 3 tabela, seus relacionamentos, campos e o tipo de dado de cada campo. Sua construção e manutenção é uma das atividades cruciais do sistema [6]. No projeto o dicionário de dados é o próximo passo a ser tomado após a análise de requisitos. Nesta etapa, procura-se levantar, com precisão, quais dados serão armazenados no banco de dados. Estes dados darão origem à modelagem das classes do sistema. G. Modelagem de Dados 1) Diagrama de Entidade Relacionamento A modelagem de dados é uma das partes mais importantes dos sistemas de informações. É através dela que se define a relação, tipos e características dos dados do sistema. Uma modelagem de dados bem feita e bem analisada garante a integridade e fidelidade dos dados. A figura 3 ilustra o diagrama de entidade relacionamento realizado para o desenvolvimento do software M-Pass. Figura 3 Diagrama de Entidade Relacionamento 2) Diagrama de Classes UML Através do diagrama de classes, define-se conceitualmente e visualmente a relação entre as classes que o sistema irá utilizar. Classes são abstrações de características que objetos do mundo real possuem em comum. Estas possuem atributos e métodos. O diagrama de classes orienta o desenvolvedor na construção e relação de cada classe. A figura 4 ilustra o diagrama de classes construído para o desenvolvimento do M- Pass. Figura 4 - Diagrama de Classes IV. DISPOSITIVOS MÓVEIS É visível nas últimas décadas um aumento significativo na utilização de dispositivos móveis para diversas finalidades. No entanto cada um dos dispositivos eram fabricados com uma finalidade específica. Exemplos disto são os primeiros Mp3s, que reproduziam os arquivos de áudio armazenados no dispositivo e os primeiros celulares que realizavam somente chamadas. Os dispositivos portáteis têm a capacidade de se comunicar em rede com outros equipamentos digitais, e suas funções podem ser utilizadas com este em movimento. A computação móvel representa uma evolução tecnológica, pois permite que os usuários do dispositivo tenham acesso sem limitação tempo/espaço, e o mais importante, em movimento. Segundo Mendonça [4] pode-se considerar que a computação móvel começou em meados de 1992, com a introdução de um handheld chamado Newton, da Apple. Chegou ao mercado com tela sensível ao toque, 1MB de memória total, e capacidade de transmissão de 38.5KBPS. Hoje os dispositivos móveis mais utilizados são notebooks, palmtops, PDAs (Personal Digital Assistants) e celulares (smartphones) e a evolução das tecnologias de envio de dados mostram que as taxas de transmissão ultrapassam os 2MBps. Com o aumento do poder computacional e padronização dos softwares de dispositivos móveis, tornou-se possível o surgimento de novos ambientes de programação focados neste tipo de equipamento, onde é possível desenvolver aplicações quase que totalmente independentes de dispositivo e fabricante. Esta generalização referente ao desenvolvimento para dispositivos móveis permitiu a aplicação de ferramentas conhecidas em ambiente desktop nesta plataforma. Além de aplicações específicas tais dispositivos incorporaram também o acesso à Internet, facilitando o alcance aos mais variados tipos de informações e dando suporte a inúmeros recursos de desenvolvimento de software. Em contrapartida, às várias vantagens que a mobilidade apresenta, é necessário ressaltar as limitações de tais dispositivos, tanto em relação aos recursos de hardware quanto aos de software e interatividade [5]. A. Windows Mobile O Windows Mobile é um sistema operacional desenvolvido especialmente para dispositivos móveis baseados no Microsoft Win32 API. É um sistema mais compacto e que combina vários aplicativos básicos para estes dispositivos. Projetado para ser similar as versões Windows para desktops possui inclusive aplicativos como Word, Excel, PowerPoint e Windows Media Player Pocket. Originalmente ele surgiu como Pocket PC 2000 e desde então passou por várias atualizações chegando à sua versão atual Windows Mobile 6.1. Para programadores existem várias opções no desenvolvimento de aplicações móveis, pois ele suporta

4 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 4 desenvolvimento em C#, Vb.NET, ou códigos cliente-servidor como PHP. A tendência é que o uso do sistema em smartphones cresça, pois segundo Reuters [8] a Microsoft vem assinando contratos de parceria com as maiores produtoras de dispositivos móveis, como a LG Electronic. V. WEB SERVICES Um Web Service é definido pela W3C 2 como Sistema de Software projetado para suportar a interoperabilidade entre máquinas sobre a rede. Geralmente eles são apenas API s (Internet Application Programming Interfaces) que podem ser acessadas pela rede e executadas em um computador remoto que requisitou os serviços. A definição de Web Service engloba vários tipos de sistemas, mas é comumente utilizado em plataformas clienteservidor que se comunicam através do protocolo HTTP usado na Web. Estes componentes permitem o envio e o recebimento de dados em formato XML, ou seja, cada aplicação pode utilizar a sua própria linguagem, que será traduzida para XML que é uma linguagem Universal. Isto torna a comunicação entre os sistemas dinâmica e segura, mantendo a consistência e confiabilidade dos dados [10]. VI. LINGUAGEM ESCOLHIDA A linguagem escolhida para o desenvolvimento do projeto foi o Visual Basic.NET, que é parte da plataforma Microsoft.Net portanto, está disponível para Windows Mobile, além de ser orientada a objetos e ter suporte a UML. A ferramenta utilizada para o desenvolvimento do software foi o Visual Studio Esta ferramenta permite a construção de aplicações para a plataforma Microsoft.NET, trazendo um conjunto variado de recursos. A arquitetura das informações do software foi elaborada para tornar a tarefa de programação mais ágil. As ferramentas são dispostas por ícones ou sub-menus. Todos os projetos ficam disponíveis em abas, tornando o desenvolvimento das aplicações mais ágil. A. Porque usar Visual Basic.NET? Assim como o Windows Mobile o VB.NET foi desenvolvido pela Microsoft garantindo compatibilidade entre a linguagem e o sistema operacional. Por ser uma linguagem simples, e por possuir uma ferramenta de desenvolvimento extremamente intuitiva, que auxilia e torna mais produtivo o trabalho do desenvolvedor, esta foi a plataforma utilizada para o desenvolvimento do software. VII. SQL - SQL SERVER Figura 5 - Arquitetura do Web Service Fonte [10]. Utilizando um Web Service o M-Pass faz consultas no banco de dados em servidor remoto, passando apenas um método de consulta pela Internet para o servidor. O servidor interpretará o método passado, irá executá-lo e por fim devolver o resultado em formato XML. O M-Pass então, interpreta o resultado traduzindo para sua linguagem nativa, o VB.NET. Caso não haja sinal GPRS no momento da requisição dos métodos para o servidor, o software, para garantir a atualização correta dos dados, envia toda requisição pendente assim que houver algum sinal. SQL (Structured Query Language) é a linguagem padrão usada para manipular o banco de dados. Definida pelo Padrão ANSI/ISO SQL esta vem evoluindo desde 1986 e existem diversas versões. Tal linguagem permite trabalhar com qualquer tipo de base de dados como MS Access, SQL Server, MYSQL, dentre outras. O SQL Server é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacional 3 ) desenvolvido pela Microsoft. É uma solução de análise e gerenciamento de banco de dados Cliente/Servidor, que ajuda a construir, implantar e gerenciar aplicativos corporativos. Este SGBD tem como esquema básico de operação uma série de scripts que dirigem o comportamento de uma base de dados, é usado por sistemas corporativos dos mais diversos portes [1]. Possui como características a integração com serviços de multithreading (Múltiplas trocas), agendamento, monitoramento de desempenho, e log de eventos. Um usuário pode se conectar ao SQL Server com a mesma senha usada pelo Windows. Arquitetura paralela, que executa as funções de banco de dados simultaneamente para diversos usuários e tira proveito de sistemas com múltiplos processadores [3]. 2 W3C - Consórcio internacional no qual organizações filiadas, uma equipe em tempo integral e o público trabalham juntos para desenvolver padrões para a Web 3 Um Banco de Dados Relacional é um banco de dados que segue o Modelo Relacional.

5 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 5 A. Porque usar SQL SERVER? O SQL Server é um produto de gerenciamento de dados poderoso e confiável que fornece recursos robustos, proteção de dados e desempenho para clientes de aplicativos incorporados, aplicativos Web e armazenamentos de dados locais. As versões mais novas suportam XML nativo. A Microsoft disponibiliza atualizações periódicas, visando além de correções de erros atualizações com novas ferramentas. A administração do SQL Server foi muito simplificada com SQL Management Studio, que possui vários recursos, como visualização de relatórios com o Reporting Services integrados. VIII. M-PASS Utilizando os passos descritos na metodologia de desenvolvimento foi possível implementar o sistema. Este foi dividido em quatro módulos: login, escolha da viagem e dos trechos, escolha da poltrona e impressão da passagem. Através do Web Service criado para o M-Pass foi possível a sincronização dos dados com o servidor através da conexão GPRS dos dispositivos móveis. Esta comunicação acontece através do protocolo HTTP utilizado na internet. Após preenchidos os campos para login, o sistema enviará uma requisição através da conexão GPRS ao servidor para verificar se o usuário e senha digitados estão cadastrados na base de dados, se o retorno for verdadeiro, então será permitido o acesso ao próximo módulo do sistema. B. Módulo de Escolha da Viagem e dos Trechos Neste módulo o usuário escolhe a viagem na qual ele estará trabalhando no momento de uso do software. Estas informações serão enviadas através do serviço de Web Service. Após escolher a viagem, estará disponível os trechos para o qual os passageiros desejam efetuar a compra. Após escolha do trecho aparecerá o valor da passagem, assim podendo prosseguir para o próximo módulo de escolha de poltrona. Somente estarão disponíveis as viagens que foram cadastradas para o usuário, bem como só estarão disponíveis os trechos para a viagem escolhida. Este relacionamento minimiza os erros e evita inconsistência nos dados. A. Módulo de Login É a primeira tela do sistema onde devem ser preenchidos o usuário e sua senha. Somente usuários cadastrados possuirão permissão para utilizar o sistema. Este módulo impede que pessoas não autorizadas tenham acesso ao M-Pass. A tabela de funcionários na base de dados conterá os campos usuário e senha, e deverá ser alimentada com os dados do sistema utilizado pela empresa. Figura 7 - Tela de Escolha de Viagem e Trechos C. Módulo Escolha de Poltrona Figura 6 - Tela de Login (M-Pass) Esta é a parte do sistema onde o usuário terá acesso à escolha de poltronas do veículo cadastrado para a viagem. Somente poderão ser escolhidos assentos que não estão ocupadoss. Os lugares ocupadas aparecerão destacados em vermelho e será impedindo a venda de passagem para estes. Para realizar a escolha da poltrona basta apenas clicar no assento livre desejado que a venda será efetuada. Todas as informações do veículo, seus assentos e sua viagem estarão relacionadas na base de dados. Esta relação evita a venda de passagens além da capacidade do veículo, bem como venda de passagens para o mesmo assento.

6 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 6 banco de dados de venda, assim como, realizar a impressão da passagem. Este sistema demonstra ser uma ferramenta eficaz para minimizar os erros ocorridos nas vendas de passagens rodoviárias, além de auxiliar o usuário na execução das mesmas, sendo que, estas eram realizadas de forma manuscrita. Pode ser adotado em qualquer empresa do ramo de transporte rodoviário e ser interligado com o sistema de vendas já existente. O sistema possui escalabilidade e flexibilidade para poder fazer um pacote de sistemas interligados pelo mesmo banco de dados, podendo executar vendas em loco, pela internet e o que o M-Pass faz hoje, as vendas no interior do veículo. Figura 8 Escolha de Poltrona D. Módulo Impressão da Passagem Neste módulo estarão disponíveis visualmente todas as informações referentes à passagem vendida. Também conterá a opção de impressão desta. Após clicar em impressão o sistema enviará a requisição para a impressora instalada no dispositivo móvel e também enviará as informações de venda para o servidor através da conexão GPRS. Após realizada a impressão da passagem o sistema retorna para o módulo de escolha de viagem e trechos para que possam ser realizadas mais vendas. X. AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente as famílias que nos deram a oportunidade de poder estudar e nos formar. Ao nosso Professor Orientador Lázaro Eduardo da Silva e Professor e Co-orientador Weider Pereira Rodrigues, pela paciência e pela disponibilidade de tempo. Ao UNIS por ter aberto as portas do conhecimento nos oferecendo um futuro melhor. XI. REFERÊNCIAS [1] DELANEY, Kalen. History of Sql Server. Disponível em: <http://www.insidesqlserver.com/companion/history%20of%20sql% 20Server.pdf>. Acesso em: 15 abril [2] KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: As melhores práticas. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, [3] MICROSOT. Video sobre Sql Server. Disponível em: <http://www.microsoft.com/brasil/servidores/sql/videos/sqlserverplataf ormadadosbaixa.wvx>. Acesso em: 16 abril [4] MENDONÇA, Aderval. Mobilidade em Análise. Disponível em: <http://www.amsyst.com.br/artigos_ shtml>. Acesso em: 20 março [5] MOSIMANN, Max. Mobilidade e Dispositivos Móveis. Disponível em: <http://www.linhadecodigo.com.br/artigo.aspx?id=206>. Acesso em: 25 março [6] O BRIEN, James. Sistemas de Informações Gerenciais: E as decisões na era da Intenet. 2. ed. São Paulo: Saraiva, [7] OLIVEIRA, Leandro; MEDINA, Roseclea. Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem para dispositivos móveis: uma nova abordagem que contribui para a educação. Disponível em: <http://www.cinted.ufrgs.br/ciclo9/artigos/4aleandro.pdf>. Acesso 28 março Figura 9- Módulo de Impressão IX. CONCLUSÃO O M-Pass é uma ferramenta desenvolvida para dispositivos móveis, com a finalidade de executar vendas de passagens rodoviárias dentro de veículos, ao mesmo tempo, atualizar o [8] REUTERS. Microsoft Anuncia Parceiros para Loja de Aplicativos. Disponível em: <http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,oi EI4803,00-Microsoft+anuncia+parceiros+para+loja+de+aplicativos.html>. Acesso em: 10 junho [9] WAKEFIELD, Cameron; SODER, Henk-Evert; LEE, Wei Meng. VB.NET: Guia do Desenvolvedor. 1. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, [10] WIKIPEDIA. A Enciclopédia Livre. Apresenta textos sobre Web Service. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/web_service>. Acesso em: 05 abril 2009.

7 Artigo apresentado ao Centro Universitário do Sul de Minas, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 7

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