II Seminário do Núcleo de Conhecimentos Alcateia. Os perigos da Internet e seus riscos legais

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1 II Seminário do Núcleo de Conhecimentos Alcateia Segurança a da informação: Os perigos da Internet e seus riscos legais RONY VAINZOF

2 LEGALIDADE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA? DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. XXXIX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.

3 CRIME???

4 Dos Princípios Fundamentais DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III - a dignidade da pessoa humana.

5 DANO À IMAGEM DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.

6 TJMG MONTAGEM DE FOTOS EMENTA: AÇÃO ORDINÁRIA COMINATÓRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER VEICULAÇÃO DE NOME EM FOTOGRAFIAS PORNOGRÁFICAS NA INTERNET- LAUDO PERICIAL COMPROVAÇÃO INDENIZAÇÃO SITUAÇÃO VEXATÓRIA E HUMILHANTE DANOS MORAIS MAJORAÇÃO POSSIBILIDADE REMESSA AO MINISTÉRIO PÚBLICO DE CÓPIA DOS AUTOS E DOCUMENTOS DO PROCESSO ART. 40 DO CP. Comprovada a situação vexatória e humilhante a que a vítima foi exposta, Impõe-se o reconhecimento do dano moral in re ipsa, dispensando-se, por conseguinte, a comprovação da extensão dos danos, sendo estes evidenciados pelas circunstâncias do fato. Há que se majorar o quantum indenizatória quando, no caso concreto, ficar demonstrada a gravidade e repercussão dos danos na vida da vítima. Tomando o magistrado ciência, no curso do exame da demanda que lhe compete dirimir, de fato enquadrável como crime de ação pública, constitui medida de direito a remessa. (...) Por todo o exposto, DOU PROVIMENTO AO RECURSO DE APELAÇÃO para o fim de majorar o valor de indenização para R$ ,00 (cem mil reais), corrigido pela tabela da CGC, a partir da sentença, e acrescido de juros de mora de 1% ao mês, desde a data do fato (07/02/2006).

7 CASE INGLATERRA MULHER TRAÍDA MOSTRA NAMORADO DE LINGERIE NA INTERNET

8 PRIVACIDADE E INTIMIDADE DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

9 Câmeras, Privacidade

10 TWITTER

11 MANIFESTAÇÃO DE PENSAMENTO X ANONIMATO DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.

12 Autenticação

13 Violação de sigilo funcional Código Penal DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Art Revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação: Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa, se o fato não constitui crime mais grave. 1oNas mesmas penas deste artigo incorre quem: (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9.983, de ) I permite ou facilita, mediante atribuição, FORNECIMENTO E EMPRÉSTIMO DE SENHA OU QUALQUER OUTRA FORMA, O ACESSO DE PESSOAS NÃO AUTORIZADAS A SISTEMAS DE INFORMAÇÕES OU BANCO DE DADOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA; (Alínea acrescentada pela Lei nº 9.983, de ) II SE UTILIZA, INDEVIDAMENTE, DO ACESSO RESTRITO. (Alínea acrescentada pela Lei nº 9.983, de o Se da ação ou omissão resulta dano à Administração Pública ou a outrem: (Parágrafo acrescentado pela Lei nº 9.983, de ) Pena reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.

14 DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Peculato mediante erro de outrem Art Apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por erro de outrem: Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa. INSERÇÃO DE DADOS FALSOS EM SISTEMA DE INFORMAÇÕES (Incluído pela Lei nº 9.983, de 2000) Art. 313-A. Inserir ou facilitar, o funcionário autorizado, a inserção de dados falsos, alterar ou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dados da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano: (Incluído pela Lei nº 9.983, de 2000)) Pena - reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 9.983, de 2000) MODIFICAÇÃO OU ALTERAÇÃO NÃO AUTORIZADA DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES (Incluído pela Lei nº 9.983, de 2000) Art. 313-B. Modificar ou alterar, o funcionário, sistema de informações ou programa de informática sem autorização ou solicitação de autoridade competente: (Incluído pela Lei nº 9.983, de 2000) Pena - detenção, de 3 (três) meses a 2 (dois) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 9.983, de 2000) Parágrafo único. As penas são aumentadas de um terço até a metade se da modificação ou alteração resulta dano para a Administração Pública ou para o administrado.(incluído pela Lei nº 9.983, de 2000)

15 Divulgação de Segredo Código Penal Art Divulgar alguém, sem justa causa, conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial, de que é destinatário ou detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem: Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

16 Divulgação de Segredo Profissional Código Penal Art Revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

17 Propriedade Industrial Lei 9279/96 DOS CRIMES CONTRA A PROPRIEDADE IMATERIAL Concorrência Desleal Art Comete concorrência desleal quem: I - publica, por qualquer meio, falsa afirmação, em detrimento de concorrente, com o fim de obter vantagem; II - presta ou divulga, acerca de concorrente, falsa informação, com o fim de obter vantagem; III - emprega meio fraudulento, para desviar, em proveito próprio ou alheio, clientela de outrem; IX - dá ou promete dinheiro ou outra utilidade a empregado de concorrente, para que o empregado, faltando ao dever do emprego, lhe proporcione vantagem; X - recebe dinheiro ou outra utilidade, ou aceita promessa de paga ou recompensa, para, faltando ao dever de empregado, proporcionar vantagem a concorrente do empregador; XI - divulga, explora ou utiliza-se, sem autorização, de conhecimentos, informações ou dados confidenciais, utilizáveis na indústria, comércio ou prestação de serviços, excluídos aqueles que sejam de conhecimento público ou que sejam evidentes para um técnico no assunto, a que teve acesso mediante relação contratual ou empregatícia, mesmo após o término do contrato; XII - divulga, explora ou utiliza-se, sem autorização, de conhecimentos ou informações a que se refere o inciso anterior, obtidos por meios ilícitos ou a que teve acesso mediante fraude; ou XIV - divulga, explora ou utiliza-se, sem autorização, de resultados de testes ou outros dados não divulgados, cuja elaboração envolva esforço considerável e que tenham sido apresentados a entidades governamentais como condição para aprovar a a comercialização de produtos.

18 Código Penal TIPO PENAL Art Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. s 1o e 2º - se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº , de 1º ) 3o Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº , de 1º ) 4o O DISPOSTO NOS 1º, 2º E 3º não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610/98, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.

19 SOFTWARE DO CRIME DA LEI 9.609/98 Único tipo penal: Art. 12: Violar direitos de autor de programa de computador: Pena detenção, de 6(seis) meses a 2 (dois) anos ou multa. 1ºSe a violação consistir na reprodução, por qualquer meio, de programa de computador, no todo ou em parte, para fins de comércio, sem autorização expressa do autor ou de quem o represente: Pena - Reclusão de um a quatro anos e multa. 2ºNa mesma pena do parágrafo anterior incorre quem vende, expõe à venda, introduz no País, adquire, oculta ou tem em depósito, para fins de comércio, original ou cópia de programa de computador, produzido com violação de direito autoral.

20 DOS CRIMES CONTRA A LIBERDADE INDIVIDUAL e HONRA Ameaça Art. 147 do CP Violência moral, destinada a perturbar a liberdade psíquica e a tranqüilidade da vítima, pela intimidação ou promessa de causar a alguém, futura ou imediatamente, mal relevante e injusto (Luiz Regis Prado). Calúnia - Art. 138 Imputar falsamente a alguém fato definido como crime Chegar a conhecimento de terceiro (6 meses a 2 anos); Difamação Art. 139 Desacreditar publicamente uma pessoa, maculando-lhe a reputação Chegar ao conhecimento de terceiro (3 meses a 1 ano); Injúria Art. 140 Ofensa à dignidade ou decoro de alguém Arranca o conceito que a vítima tem de si mesma Independe da ciência de terceiro (1 a 6 meses). Internet Muito Comum Deixa Vestígio

21 DOS CRIME CONTRA A PESSOA REALIDADE!!! Quinta, 10 de agosto de 2006, 07h15 Atualizada às 11h19 MORTE DE JOVEM É ASSISTIDA EM FÓRUM NA INTERNET Um jovem de 16 anos, morador do bairro São Geraldo, em Porto Alegre (RS), planejou a hora e o local de sua morte e compartilhou o momento do seu suicídio com outras pessoas EM UM FÓRUM VIRTUAL NA INTERNET. Além do blog, ele participava de fóruns virtuais de discussão, entre eles, grupos que discutiam o suicídio. Foi em um desses fóruns que o adolescente encontrou pessoas que o incentivaram a levar adiante a idéia de suicídio. Além de os participantes darem ao jovem dicas sobre a forma considerada mais eficiente para se matar, eles acompanharam, em tempo real, o momento de sua morte. O adolescente escreveu no site que tinha dúvidas. "Eu tenho duas grelhas queimando no banheiro, alguém por favor pode me dizer... quando eu posso entrar no banheiro e deitar? Por favor, me ajudem, eu não tenho muito tempo." As mensagens postadas em seguida, às 14h42min, incentivam a continuidade do plano. "Como você está se virando? Espero que você consiga o que você quer. Talvez você vá voltar em um momento tossindo." (Fonte:

22 LEI Nº /2008 Art. 241-B. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: Pena reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa. 1o A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o material a que se refere o caput deste artigo. 2o Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por: I agente público no exercício de suas funções; II membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo; III representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário. 3o As pessoas referidas no 2o deste artigo deverão manter sob sigilo o material ilícito referido.

23 INTERCEPTAÇÃO - LEI N.º 9.296/96 Art. 1º A interceptação de comunicações telefônicas, de qualquer natureza, para prova em investigação criminal e em instrução processual penal, observará o disposto nesta Lei e dependerá de ordem do juiz competente da ação principal, sob segredo de justiça. Parágrafo único. O disposto nesta Lei aplica-se à interceptação do fluxo de comunicações em sistemas de informática e telemática. Art. 10. Constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. Pena: reclusão, de dois a quatro anos, e multa.

24 INTERCEPTAÇÃO - LEI N.º 9.296/96

25 RACISMO DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.

26 TRÁFICO e TERRORISMO DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem.

27 TRÁFICO - ORKUT

28 PLS CRIMES ELETRÔNICOS - NOVAS TIPIFICAÇÕES Acesso não autorizado a rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado; Obtenção, manutenção, transporte ou fornecimento não autorizado de informação eletrônica ou digital ou similar; Divulgação ou utilização indevida de informações contidas em banco de dados; Dano por difusão de código malicioso eletrônico ou digital ou similar; Difusão de código malicioso; Falsificação de cartão de crédito ou débito ou qualquer dispositivo eletrônico ou digital ou similar portátil de captura, processamento, armazenamento e transmissão de informações; Responsabilidade de quem provê o acesso (guarda de logs).

29 A Convenção sobre o Cibercrime de 2001 Conselho da Europa (23/11/2001- Budapeste) Recomenda a criação de legislação penal em cada Estado signatário que trate de vários tipos penais e deixa a aplicação a critério de cada um. Recomenda procedimentos processuais penais e a guarda criteriosa das informações trafegadas nos sistemas informatizados e sua liberação para as autoridades de forma a cumprir os objetivos; Trata da cooperação internacional, denúncia espontânea, extradição, assistência mútua, e de procedimentos na ausência de acordos.

30 Tech

31 Sócio do Opice Blum Advogados Associados; Pós-Graduado em Direito e Processo Penal na Universidade Presbiteriana Mackenzie; Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie; Coordenador Assistente e Professor do MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito (EPD); Professor Convidado da Universidade Presbiteriana Mackenzie nos Cursos de Pós-Graduação em Direito Digital e das Telecomunicações, bem como Computação Forense; Professor Convidado da Fundação Getúlio Vargas no Curdo de MBA em Construção Civil; Professor das Faculdades FIAP, IBTA, Impacta, Parceria ITA-Stefanini, UNIGRAN, UNICID e UNISA e do Instituto Paulista de Educação Continuada; Vice-Presidente do Conselho Superior da Tecnologia da Informação da Federação de Comércio/SP; Vice-Presidente do Comitê de Direito da Tecnologia da Câmara Americana do Comércio (AMCHAM); Membro Colaborador da Comissão de Crimes Eletrônicos da OAB/SP; Membro Colaborador da Comissão do Direito na Sociedade da Informação da OAB/SP; Diretor Jurídico Adjunto do Information Systems Security Association (ISSA); Co-autor dos livros Legislação Criminal Especial (Capítulo - Lei de Software), Revista de Direito das Novas Tecnologias e Crimes Falimentares de Acordo com a Lei n.º /2005; Currículo Plataforma Lattes:

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