Revista Brasileira de Gestão de Negócios ISSN: Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado.

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1 Revista Brasieira de Gestão de Negócios ISSN: Fundação Escoa de Comércio Ávares Penteado Brasi Fernandes Ferreira, Leonor; Matos Torres, Migue Contributo para a Revisão da Literatura sobre Produtividade no Âmbito da Economia Empresaria Revista Brasieira de Gestão de Negócios, vo. 7, núm. 17, abri, 2005, pp Fundação Escoa de Comércio Ávares Penteado São Pauo, Brasi Disponíve em: Como citar este artigo Número competo Mais artigos Home da revista no Redayc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portuga Projeto acadêmico sem fins ucrativos desenvovido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 Contributo para a Revisão da Literatura sobre Produtividade no Âmbito da Economia Empresaria Leonor Fernandes Ferreira Professora de Contabiidade aos cursos de icenciatura e de mestrado em Gestão (MBA) na facudade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e de Gestão Financeira na Universidade Lusíada de Lisboa Migue Matos Torres Formador e Consutor nas áreas de Contabiidade e Gestão Licenciado em Economia e Mestre em Gestão de Empresas (Universidade do Agarve Facudade de Economia) Artigo RESUMO Com o propósito de contribuir para a compreensão do conceito de produtividade empresaria e da utiidade da sua gestão, procede-se a uma revisão da iteratura sobre produtividade economia empresaria, com especia ênfase na evoução do conceito deste indicador e nos modes adoptados na sua medida. Excuem-se da anáise outras perspectivas comuns no tratamento do tema, como seja a óptica da engenharia. A observação de características comuns entre os estudos anaisados permitiu arrumá-os em três grupos, que, serviram de base à estrutura adoptada nesta investigação. Assim, o estudo divide-se em cinco secções. Depois da Introdução, a Secção 2, anaisa estudos sobre produtividade empresaria pubicados até ao início dos anos 80 do sécuo passado, fase em que se procura carificar o conceito de produtividade empresaria e a que, por isso, se atribui a denominação de fase do dever ser da produtividade. Na Secção 3 comentam-se estudos eaborados nas duas décadas seguintes, que, vocacionados para a gestão da produtividade, tentam estabeecer formas aternativas de cácuo e medição da produtividade empresaria. Na Secção 4 faz-se referência a estudos empíricos que dão a conhecer a produtividade de factum. Em gera, estes estudos mais recentes são desenvovidos por equipas de investigadores pertencentes a diferentes centros ou países e tratam grandes voumes de dados, recorrendo a modernos recursos informáticos e a métodos estatísticos que permitem testar os resutados obtidos. Termina-se, na Secção 5, com concusões breves acerca de aspectos observados na evoução da iteratura sobre produtividade empresaria, observando-se ter havido uma mudança na perspectiva adoptada nos estudos sobre produtividade empresaria. PALAVRAS-CHAVE Produtividade empresaria; Factor de produção; Eficiência; Empresa; Revisão de iteratura. ABSTRACT This paper discusses the concept of productivity of the firm and its evoution, as we as the techniques that may be used to manage and measure it. The three-fod structure adopted in the iterature review reates to the chronoogica order of pubication and is based upon common characteristics identified in past research. Section 2 incudes studies on productivity pubished unti the eighties of the ast century and concerns to normativedeductive research. Section 3 discusses some studies dating from the foowing two decades and refers to how to manage and measure the productivity of the firm. Section 4 reviews positive (empirica) productivity research, which reates to recent pubished papers. These studies are usuay authored by researchers teams from various centers or countries and anayze arge amounts of data, making use of databases, computers and statistics, thus, giving some insight on de factum productivity of the firm. The contribution of this research is summarized in Section 5. We concude that there has been a shift in the research focus: externa, normative and descriptive studies substitutes interna, manageria and positive research on the productivity of the firm. KEY WORDS Productivity; Factor of production; Efficiency; Firm; Literature review. 1. INTRODUÇÃO Vários autores, ao ongo dos dois útimos sécuos, procuraram carificar o conceito e definiram a produtividade empresaria como uma reação entre outputs e inputs (Tangen, 2002), ou seja, uma reação entre o voume de produção e o voume dos factores utiizados nessa produção. A produtividade tem sido considerada uma medida de eficiência das empresas. Nessa inha, argumenta-se que a produtividade, a par da rendibiidade ou da quaidade, permite ao gestores avaiar se estão caminhando adequadamente em direcção à exceência empresaria. Assim se compreende as numerosas tentativas de precisar o conceito de produtividade empresaria, recortando-he os contornos, distinguindo-o de outras figuras e procurando encon- 47 Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005

3 LEONOR FERNANDES FERREIRA / MIGUEL MATOS TORRES trar instrumentos que possibiitem proceder à sua medida e gestão. Este estudo divide-se em cinco secções. Depois da introdução, procede-se à revisão dos estudos sobre a produtividade empresaria, com especia ênfase na evoução do conceito e nos instrumentos de medida, arrumando-os em três fases, que correspondem às secções 2, 3 e 4 deste trabaho. Na secção 2 referem-se os trabahos pubicados até ao início dos anos 80 do sécuo passado, que correspondem ao que se cassifica de fase do dever ser da produtividade empresaria. Na secção 3 anaisam-se os estudos eaborados nas duas útimas décadas do sécuo XX, essenciamente vocacionados para a gestão da produtividade empresaria. Na secção 4 comentam-se os estudos mais recentes, onde investigadores de vários centros tratam argos voumes de informação, dando a conhecer aspectos de factum da produtividade empresaria. Na secção 5, concui-se sobre a evoução observada na iteratura sobre produtividade empresaria e apontam-se possíveis tendências de evoução futura. 2. FASE NORMATIVA: EM BUSCA DA DEFINIÇÃO DE O QUE DEVE SER A PRODUTIVIDADE O interesse pea temática da produtividade empresaria não é recente. Já na Grécia Antiga se observam referências à produtividade, aos níveis macroeconómicas e microeconómico. Nos estudos macroeconómicos, a preocupação centrava-se então em saber se numa determinada economia os comportamentos seriam económicos e racionais, de modo a poderem considerar-se eficientes. Nos trabahos de âmbito microeconómico, o objectivo era aferir se uma empresa, ou um conjunto de empresas, obteria a sua produção baseando-se em comportamentos económicos e racionais, que proporcionassem aumentos de eficiência, quantificados através de várias medidas. Sumanth (1998) e Tangen (2002) coincidem ao indicar que o termo produtividade foi mencionado, pea primeira vez, no sécuo XVIII por Quesnay. O médico francês tê-o-ia utiizado num artigo datado de 1766 e intituado: Intérêt de argent 1. No sécuo XIX, em 1883, outro autor francês, Littre, define a produtividade como a facudade para produzir. Já no sécuo XX, entre as décadas de quarenta e oitenta, foram pubicados numerosos estudos sobre produtividade que apresentavam uma característica comum: procuram carificar o conceito de produtividade empresaria e para ee propõem definições. O Quadro 1 sistematiza aguns autores cujos trabahos são representativos desta fase do dever ser da produtividade. De entre ees, saientam-se os estudos de Bredt (1943), Pauwes (1947), Gutenberg (1961), Pira (1964) e Schneider (1968) e, em Portuga, os reaizados por Vida (1961) e por Sarmento (1969), cujo contributo se divuga a seguir. Quadro 1 Autores Iustrativos da Fase do Dever Ser da Produtividade. Quesnay (1976) Littre (1983) Prion (1925) Schmaenbach (1930) Schatter Fisher (1939) (1939) Weigmann Bredt Pauwes (1941) (1943) (1947) Gutemberg Vida (1961) (1961) Pira (1964) Schneider Sarmento (1968) (1969) 48 Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005

4 CONTRIBUTO PARA A REVISÃO DA LITERATURA SOBRE PRODUTIVIDADE NO ÂMBITO DA ECONOMIA EMPRESARIAL Bredt (1943), citado por Gutenberg (1961), define a produtividade como sendo a totaidade de bens ou serviços que uma unidade produtiva fabrica por unidade de tempo correspondente ao período da sua utiização, de acordo com um determinado esforço e segundo uma ceeridade de trabaho. Das definições propostas por Bredt (1943) para os conceitos de produção, produtividade, capacidade de produção e ocupação, deduz-se que ser importante para a doutrina dos custos fixos saber qua destas grandezas deve ser escohida como variáve independente, ou seja, qua a variáve que expica as outras variáveis. Segundo Pauwes (1947), a produtividade deve ser medida em termos absoutos e basear-se no princípio do mínimo esforço, o que quer dizer que, para obter um determinado resutado não deverá efectuar-se esforço superior ao mínimo necessário e tudo o que estiver acima desse mínimo considerar-se-á desperdício. Na reação entre o esforço reaizado e o resutado obtido, Pauwes identifica dois tipos de produtividade: a produtividade técnica e a produtividade económica. A primeira visa a obtenção da quantidade máxima de produção com um mínimo de recursos, sendo uma manifestação interna da empresa. Quanto à produtividade económica, o autor bega, ao anaisar a produtividade no âmbito da exporação, assemeha-a ao resutado de exporação tota, sendo condição sine qua non a existência de mais-vaias, que designa por benefícios de exporação. A Organização para a Cooperação Económica Europeia (1950) apresenta uma definição de produtividade que saienta a existência de várias produtividades, consoante o factor de produção escohido: productivity is the quotient obtained by dividing output by one of the factors of production. In this way it is possibe to speak of the productivity of capita, investment, or raw materias, according to whether output is being considered in reation to capita, investment or raw materias, etc. 2 Gutenberg (1961), professor aemão, para poder tratar as procuras de factores em função do preço, concebe a produtividade baseando-se nos estudos neocássicos de Waras, designadamente na ei da iguaação das produtividades marginais dos factores de produção ao respectivo preço. Gutenberg admite que a produtividade se pode medir, a partir da reação entre aumento de rendimento e variação da quantidade de factores de produção empregues ou seja, admite trade-off entre factores. Gutenberg define e cacua a produtividade margina de um factor como variação na produção resutante da utiização de uma unidade adiciona de factor produtivo, caeteris paribus. Contudo, para defender que uma empresa aumenta o emprego de um factor até ao ponto em que a produtividade margina do mesmo se torna igua ao preço, é necessário supor uma variação nesse factor situada num intervao de vaores em que as produtividades marginais são crescentes, senão o empresário deixará de adicionar factores à produção. Pira (1964) define produtividade como o rácio entre produção obtida e recursos utiizados para acançar essa produção, isto é, a produtividade é a reação entre a quantidade ou vaor da produção e a quantidade ou vaor dos factores utiizados. O autor de nacionaidade espanhoa anaisa a produtividade de um factor considerando as unidades técnicas empregues do mesmo e dá primazia à produtividade do trabaho, porque considera que este factor serve de medida aos restantes. Segundo Pira os factores que intervêm no aumento de produtividade são uma das preocupações de poíticos, socióogos e economistas da sua época e, por essa razão eabora a seguinte ista dos factores que mais infuenciam o aumento da produtividade: Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005 A dimensão das empresas; A ampitude do mercado sobre o qua opera a empresa; O voume de capita empregue por trabahador; A adequada organização da empresa; A efectiva cooperação dos trabahadores com o empregador; As dificudades administrativas no exercício da actividade económica; O regime fisca; O regime abora. Aumentar a produtividade requer a consideração de todos estes factores, e significa, para Pira, obter uma maior quantidade de produtos com um dado consumo de recursos ou factores produtivos, ou então, obter a mesma quantidade de produção com menores custos, podendo ainda o aumento da produtividade passar pea mehoria da quaidade do produto obtido. Ainda segundo Pira, o aumento de produtividade depende do grau de capitaização das empresas, nomeadamente das ferramentas e maquinaria utiizadas, do desenho dos produtos, da quaidade das matérias-primas e da eficiência do trabaho humano: quanto maior o grau de capitaização tanto maior a possibiidade de se observar aumentos de produtividade. A existência de probemas de capitaização interna nas empresas atribui-se às variáveis que a empresa não controa, tais como 49

5 LEONOR FERNANDES FERREIRA / MIGUEL MATOS TORRES 50 o regime abora e o regime fisca. Comenta-se que estas ideias não perderam actuaidade. Schneider (1968), autor aemão, apresenta uma revisão da iteratura sobre eficiência empresaria, onde surgem referências à produtividade, mas apenas cita trabahos de infuência germânica, designadamente Prion (1925), Schmaenbach (1930), Fischer et a. (1939), Schatter (1939), Weigmann (1941) e Bredt (1943). Um contributo de Schneider está na distinção entre os custos fixos e os custos variáveis, permitindo tratar respectivamente a produtividade goba, a produtividade específica e a produtividade margina. Schneider (1968) acohe a produtividade como ocupação, ou grau de ocupação, dos factores produtivos. Anteriormente, Prion (1925) referira-se ao grau de ocupação como a quantidade de produto fabricado e vendida enquanto Schmaenbach (1930) o definira como a quantidade de produtos fabricados num dado período de tempo. Segundo Schatter (1939), os conceitos de actividade e ocupação correspondem ao tempo empregue por unidade de trabaho ou secção. Já Fischer et a. (1939) consideram que o grau de ocupação é um conceito demasiado genérico e que se distancia do de produtividade. Schneider adopta as definições de Bredt (1943), ou seja, atribui importância à distinção entre produção, ocupação e produtividade: A produção é a totaidade de bens que uma determinada unidade produz durante um dado período de tempo; A ocupação é o estado de actividade de uma empresa, devido à execução de tarefas e serviços requeridos, tomando como medida o tempo necessário para concretizar a execução; A produtividade é a totaidade de bens ou serviços que uma unidade produtiva fabrica numa unidade de tempo correspondente ao período da sua utiização, de acordo com um determinado esforço e uma dada ceeridade do trabaho. Em Portuga, merecem destaque os estudos sobre a produtividade empresaria de Vida (1961) e Sarmento (1969). Este representa a escoa do Porto, enquanto aquee se encontra igado à escoa de Lisboa. De acordo com Vida (1961), a empresa é eficiente quando atinge um objectivo. Procurando traduzir a reação entre produção obtida num certo período de tempo, e um dos factores produtivos, no mesmo período de tempo, para obter aquea produção, Vida propõe uma cassificação de produtividade onde é visíve a igação conceptua a Schneider: produtividade goba e produtividade específica. Sarmento (1969) considera a eficiência como força ou virtude produtiva de um efeito úti e como a consecução de um objectivo prefixado. Uma empresa eficiente é aquea que, atendendo à conjuntura, abora sob o princípio da racionaidade e satisfatoriamente sob todos os aspectos. Sarmento refere que a produtividade infuencia a economicidade e que esta, por sua vez, estimua a rendibiidade e condiciona a sociabiidade. Reconhecendo a existência de vários sintomas de eficiência, o autor saienta a boa quaidade dos produtos, os custos de produção reduzidos, os preços de venda competitivos, os resutados íquidos positivos, a fáci obtenção de crédito, a adaptabiidade aos gostos e conveniências do púbico, respeito pea ei e a existência de boas reações humanas. Para Sarmento, contrariamente a Vida, a eficiência nem sempre deve ser vista em termos gobais, podendo havendo também ugar a juízos reativos a determinado sector ou, no caso da empresa, a um aspecto particuar. Subjacente, estão os conceitos de eficiência tota e eficiência parcia. Com efeito, para avaiar se uma empresa, ou uma economia, é eficiente, Sarmento (1969) considera a existência de três tipos de medidas: de produtividade, de rendibiidade e de economicidade. Esta sistematização viria a ser seguida por outros autores portugueses. Para Sarmento (1969) produtividade significa fecundidade, fertiidade, aptidão para produzir ou quaidade do que é produtivo e pode anaisar-se de um ponto de vista económico ou de um ponto de vista técnico, secundando a concepção de Prion (1925). Concuise que o probema da produtividade está no raciona aproveitamento ou combinação dos recursos ou forças produtivas, consistindo na reaização do princípio do mínimo meio. Sarmento (1969) refere-se ainda à produtividade física margina, na inha da escoa neocássica, definindo-a como o incremento sofrido pea produção em virtude do emprego de uma nova unidade ou dose de factores variáveis. Vista a empresa como um conjunto de bens e de pessoas, ocorre-he medir estas dimensões atendendo simutaneamente ao capita tota utiizado (índice rea) e ao número de agentes que nea coaboram (índice pessoa). Esta sistematização veio a ser retomada por outros autores que, na década de 90 do sécuo passado, retomam a temática da produtividade, tais como Mendes (1994) e Rebeo (1992). Entretanto, nos anos 70 do sécuo passado, a temática da produtividade parece ter sido esquecida, o que pode atribuir-se ao facto de na época se procurar Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005

6 CONTRIBUTO PARA A REVISÃO DA LITERATURA SOBRE PRODUTIVIDADE NO ÂMBITO DA ECONOMIA EMPRESARIAL expicar a eficiência recorrendo a outras medidas. Assim, por essa atura, as referências a pubicações específicas sobre o tema da produtividade são escassas, mas encontram-se trabahos sobre matérias reacionadas, do que são exempo Fama (1970), Depaens (1977), Fumer (1978) e Barata (1981). 3. FASE METODOLÓGICA: COMO MEDIR E GERIR A PRODUTIVIDADE Após um período de aparentemente menor interesse, durante a década de oitenta do sécuo passado a temática da produtividade torna-se de novo objecto de anáise de investigadores, mas observa-se ateração na óptica e no desenvovimento do tema. Os trabahos sobre produtividade empresaria deixam de confinar-se a meros capítuos em obras dedicadas a outros temas e, em vez disso, aparecem então ivros inteiros a anaisar a específica e excusivamente a produtividade e o modo de a gerir. A perspectiva de anáise externa cede ugar à perspectiva de gestão interna da empresa. Nesta fase, que abarca estudos apresentados durante as duas útimas décadas do sécuo XX, destacam-se os trabahos de Mier (1984), Sumanth (1985), Ferreira (1985), Prokopenko (1987), Misterek et a. (1992), Rebeo (1992), Forrester (1993), Koss e Lewis (1993) e Cummins et a. (1996). A títuo iustrativo, e por se considerarem representativos do tipo de investigação dessa fase e da sua época, saientam-se especiamente os estudos de Sumanth (1985) e de Prokopenko (1987) e, no universo português, os escritos de Ferreira (1985). Sumanth (1985) distingue os conceitos de produtividade, produção e eficiência. Segundo o autor eficiência é a reação existente entre o output reaizado e o output previsto e eficácia é o grau em que os objectivos foram acançados. A produtividade requer eficiência e eficácia. Sumanth considera a produtividade como um indicador de eficiência do funcionamento de determinado sistema e adopta as perspectivas macros e microeconómica. Sumanth afirma que productivity is concerned with the efficient utiization of resources in producing goods and/or services. Em termos macroeconómicos, Sumanth considera que a taxa de crescimento da produtividade infuencia o níve de vida, a infação, a taxa de desemprego e, em gera, o bem-estar económico. Saienta ainda que a quaidade e a produtividade, em conjunto, contribuem para o desenvovimento das nações. Ao níve microeconómico, Sumanth refere que uma empresa com produtividade superior à média das empresas do sector tem possibiidade de obter margens de ucro mais eevadas. Por outro ado, se a produtividade de uma empresa crescer mais rapidamente do que a produtividade das empresas concorrentes, as suas margens tenderão a crescer ainda mais. Supõe-se que Sumanth queira por um ado, audir à fronteira de possibiidades de produção da empresa, de modo que conseguindo-se mehor interigação entre os bens de investimento, essa fronteira possa desocar-se para fora (aargada), e, por outro ado, reacionar a produtividade com as economias de escaa, fazendo surgir o debate do curto prazo versus o ongo prazo. Observase que os autores referidos anteriormente nesta investigação não evantaram a questão dos efeitos acumuados da produtividade em vários períodos, imitando-se aguns a mencionar as produtividades marginais. Por seu ado, Prokopenko (1987) entende a produtividade como a reação entre o output gerado por uma produção, ou sistema de serviços, e o input necessário à criação do daquee. O autor entende que a própria anáise da produtividade contribui para gerar aumentos de produtividade. Para isso, divide a produtividade o mais possíve, de forma a que seja possíve controar os vários níveis. Prokopenko identifica as causas de mehoria da produtividade com base num modeo integrado desenvovido por Mukherjee e Singh (1975), onde os factores determinantes da produtividade aparecem sistematizados em dois grupos factores internos e factores externos conforme se apresenta no Quadro 2. Em Portuga, Ferreira (1985) contribui para a sistematização dos conceitos e dos modos de os tornar operacionais, quando indica que no estudo das empresas existem duas medidas de eficiência tradicionais: a produtividade e a rendibiidade. O autor propõe ainda a utiização de uma outra medida: a economicidade. Saienta que as três medidas podem ser usados em diferentes aspectos empresariais, designadamente: Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005 Aspectos técnicos da produção, onde se procuram combinações óptimas, com economias de meios produtivos medidas de produtividade; Aspectos económicos da empresa, onde se procuram produções óptimas, capazes de assegurar os mehores resutados medidas de rendibiidade; Aspectos técnicos e económicos da empresa, onde se procuram acções racionaizadas e panedas, no sentido de atingir níveis prefixados medidas de economicidade. Ferreira considera ainda que as medidas de produtividade põem em evidência aterações na produção 51

7 LEONOR FERNANDES FERREIRA / MIGUEL MATOS TORRES Quadro 2 Modeo Integrado de Factores Determinantes da Produtividade. Eementos Materiais (hard) FACTORES INTERNOS Eementos Imateriais (soft) Ajustamentos Estruturais FACTORES Recursos Naturais EXTERNOS Governo e Infra-estruturas Fonte: Adaptado de Prokopenko (1998). Produtos. Edificios e equipamentos. Tecnoogia. Materiais e energia. Pessoa. Organização e sistemas. Métodos de trabaho. Estios de gestão. Económico. Demográfico. Socia. Trabaho. Terra. Energia. Matérias-primas. Mecanismos institucionais. Poítica e estratégia. Infra-estruturas. Instituições púbicas. com base no princípio do mínimo meio. Em função dos factores de produção (v.g., capita e trabaho), distingue produtividade goba e produtividade específica, nos seguintes termos: investigações mais recentes evidenciam sinais de mudança: surgem estudos empíricos que dão conta do que é, ou tem sido, essa produtividade. 52 A produtividade goba cacua-se a partir do quociente entre o tota da produção e o tota dos factores de produção utiizados; A produtividade específica, determina-se a partir do quociente entre o tota da produção e o tota de um factor especificamente utiizado. Observa ainda Ferreira que, como os factores de produção se exprimem em unidades físicas heterogéneas, horas de trabaho de pessoa ou de máquinas, hectares de terreno, entre outros, a produtividade deve exprimir-se em unidades monetárias. As medidas de rendibiidade, por sua vez mostram um grau, uma percentagem do resutado em reação a determinado eemento tomado como base de apreciação (por exempo, um capita ou um voume de negócios). E as medidas de economicidade servem para ajuizar das vantagens económicas conseguidas com a raciona utiização e combinação dos factores produtivos, permitindo evidenciar, por exempo, se o trabaho, a produção, a venda, ou outras actividades, se reaizaram em condições económicas. Uma vez definido o conceito e compreendida a utiidade de gerir a produtividade empresaria, as 4. FASE EMPÍRICA: ESTUDOS SOBRE O QUE SÃO A PRODUTIVIDADE EMPRESARIAL As investigações mais recentes sobre produtividade empresaria tratam enormes voumes de informação recohidos em bases de dados, utiizam ferramentas proporcionadas pea evoução da tecnoogia informática, apicam métodos e técnicas estatísticas, eaboram anáises comparativas de produtividade, envovendo várias empresas de um ou mais países e sectores de actividades. Os trabahos de Hannua e Suomaa (1998), Lopes (1998), Jackson et a. (1998), Kinnander e Grönda (1999), Canhoto (1999), Marinho e Ataiba (2000), Pau (2000), Love (2001), Fernández et a. (2002) e Mehdi e Massimo (2003), Han et a. (2003) e Siva et a. (2003) são representativos desta fase de investigação. Os resutados destes estudos dão a conhecer o que é de factum a produtividade das empresas. Trata-se de trabahos reaizados, em gera, por equipas de investigação que utiizam dados da produtividade empresaria, de certos sectores de actividade ou reativos a vários países em simutâneo. O Quadro 3 apresenta um resumo dos desenhos de investigação e dos resutados de dois estudos acima refe- Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005

8 CONTRIBUTO PARA A REVISÃO DA LITERATURA SOBRE PRODUTIVIDADE NO ÂMBITO DA ECONOMIA EMPRESARIAL Quadro 3 Exempos de Estudos Comparativos sobre Produtividade Envovendo Vários Autores. AUTORES P. JACKSON, M, FETHI, e G. Ina G. HAN, K. KALIRAJAN E N. SINGH DATA OBJECTO Estudo da eficiência individua e aumentos de produtividade das empresas do sector bancário comercia turco. Estudo comparativo internaciona, onde se compara a produtividade, a eficiência e o crescimento económico dos países do Extremo Oriente com o resto do mundo. AMOSTRA 56 bancos comerciais da Turquia. 45 países desenvovidos. PERÍODO DE ANÁLISE METODOLOGIA VARIÁVEIS EXPLICATIVAS RESULTADOS OBSERVAÇÕES Fonte: Eaboração própria. Data Enveopment Anaysis (DEA) e DEA baseado nos índices de Mamquist (1953); A variação de produtividade é separada em duas componentes: o efeito catching up e o efeito frontiershift. Número de empregados; Despesas operacionais não igadas ao trabaho; Empréstimos; Depósitos à ordem; Depósitos a prazo. A produtividade da banca comercia turca cresceu, excepto no período ; Os diferenciais de produtividade observados são expicados por diferentes formas de organização, entre bancos privados e bancos estrangeiros. O trabaho foi reaizado numa fase de pós-iberaização, o aumento de produtividade deve-se também a avanços tecnoógicos e não só devido à iberaização do sector. Apicação do coeficiente de variação da fronteira de produção, que isoa o efeito de catching up (aumento de eficiência técnica) do efeito shifts in the frontier (progresso técnico). Decomposição do crescimento da produtividade tota dos factores em eficiência técnica e progresso técnico. PIB; Stock de capita; Popuação. Os resutados baseados no teste estatístico de Wad indicam que as economias em estudo têm comportamento idêntico; Num contexto de gobaização, os factores trabaho e capita, por mais pequenos que sejam os seus efeitos, infuenciam a produtividade; Os resutados sugerem que, entre 1970 e 1990, são quatro países: Japão, Singapura, Coreia do Su e Taiwan, que acompanham os países mais desenvovidos em termos de crescimento da performance da produtividade tota dos factores. Em termos de factor trabaho, estas economias são muito popuosas e a cutura orienta torna o ayoff mais difíci não existindo benefícios para desemprego. Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri

9 LEONOR FERNANDES FERREIRA / MIGUEL MATOS TORRES renciados, reaizados respectivamente por Jackson et a. (1998) e Han et a. (2003), com o objectivo de iustrar as características representativas dos estudos sobre a produtividade empresaria desta fase da investigação. Han et a. (2003) apresentam um estudo comparativo internaciona, contribuindo para a afirmação de uma nova tendência dos estudos sobre a produtividade. Estes autores comparam a produtividade, a eficiência e o crescimento económico dos países do Extremo Oriente com o resto do mundo, decompõem o crescimento da produtividade tota dos factores em eficiência técnica e progresso técnico, apicando o coeficiente de variação na abordagem à fronteira de produção. Num contexto de gobaização, os factores trabaho e capita, por mais pequenos que sejam os seus efeitos, infuenciam a produtividade. O Quadro 4 contém uma súmua das características de outros dois trabahos que utiizam também amostras de empresas do sector bancário, estes reaizados por autores portugueses no período a que se reporta a investigação empírica. Os trabahos de Lopes (1998) e Canhoto (1999) são representativos do contributo de portugueses para o estudo da produtividade empresaria. Os autores portugueses que tratam o tema da produtividade Quadro 4 Estudos Sectoriais sobre Produtividade Empresaria Reaizados em Portuga. AUTOR E. LOPES A. CANHOTO DATA OBJECTO AMOSTRA PERÍODO DE ANÁLISE METODOLOGIA VARIÁVEIS EXPLICATIVAS RESULTADOS Fonte: Eaboração própria. Estudo da produtividade no sector bancário português. 17 Bancos comerciais e de poupança (bancos de investimento excuídos da anáise). Janea curta: 15/9/1997 a 15/10/1997. Inquérito baseado num conjunto de estudos empíricos pubicados. Funcionários; Bacões; Activos; Crédito. Os bancos aparecem divididos em três grupos, em função do número de funcionários por bacão (os bancos com 13/14 funcionários; os bancos com 16 funcionários e os bancos com 19 funcionários por bacão); Existe serviço responsáve pea produtividade apenas em um dos seis bancos anaisados; Número de respostas recebidas: 6 respostas em 17 bancos (35,3%). Estudo da eficiência e competitividade na banca portuguesa. 20 bancos, 17 dos quais domésticos , corte secciona. Abordagem não paramétrica baseada na construção de índices de Mamquist. Inputs: Trabaho; Capita físico. Outputs: Empréstimos; Depósitos; Dependências; Garantias. As diferenças entre a eficiência de OTE e PT são estatisticamente significativas em 1990,1991 e 1992 e a hipótese nua não é rejeitada. Os índices médios de eficiência mais favoráveis são os observados no grupo dos bancos novos. As médias dos grupos nova e antigo têm eficiência técnica goba de 77% e de 2%,respectivamente; O índice de uma unidade produtiva nunca diminui com a redução na dimensão da amostra usada para construir uma fronteira de referência. Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005

10 CONTRIBUTO PARA A REVISÃO DA LITERATURA SOBRE PRODUTIVIDADE NO ÂMBITO DA ECONOMIA EMPRESARIAL anaisam em particuar o sector bancário, quiçá por este sector apresentar um níve de eficiência mais eevado reativamente aos restantes sectores da economia portuguesa como refere Mendes (1994), autor de um outro trabaho que anaisa o mesmo sector. Lopes (1998), baseando-se nos trabahos de Sumanth (1985) e Prokopenko (1987) enunciados na Secção 3 desta investigação, ekabora um estudo sobre a produtividade empresaria no qua se considera a empresa como o oca onde se reúnem diferentes meios para obter um determinado resutado e desenvove reações numéricas entre outputs e inputs a fim de obter uma visão do sistema de produção, ou seja, da empresa. Canhoto (1999), desenvove uma investigação estatística sobre a eficiência e competitividade do sector bancário português entre 1990 e 1995, que tem por objecto o estudo do comportamento das empresas daquee sector e onde se discute e avaia as questões de eficiência das instituições e competitividade dos mercados. Concui-se ter havido uma evoução positiva no que respeita à eficiência das instituições ao ongo do período considerado. Reativamente ao termo produtividade, Canhoto (1999) utiiza-o como medida de eficiência para fazer uma separação do seu objecto de estudo (os bancos) por custers (antigos, ou novos e nacionais ou estrangeiros), distinguindo duas gerações de instituições bancárias, assente na particuar evoução histórica ocorrida no sector bancário português, atribuindo-he diferenças significativas em termos de eficiência, com os bancos novos numa posição mais favoráve reativamente aos bancos antigos. Segundo a autora, a avaiação da competitividade do sector bancário sugere que os mercados funcionam em condições distantes da concorrência perfeita, evidenciando situações de oigopóio. Os resutados do estudo indicam ainda que houve intensificação da competitividade durante o período investigado, particuarmente no mercado de depósitos onde os resutados obtidos na investigação mais robustos. 5. CONCLUSÕES Com o propósito de contribuir para a compreensão do conceito de produtividade empresaria e da utiidade da sua gestão, procedeu-se a uma revisão da iteratura sobre produtividade no âmbito da economia empresaria, com especia ênfase na evoução do conceito deste indicador e nos modes adoptados na sua medida. Excuem-se da anáise outras perspectivas comuns no tratamento do tema, como seja a óptica da engenharia. O termo produtividade não é novo, sendo já referenciado na época da revoução industria. Desde então, o estudo da produtividade evouiu a par das ciências económicas e empresariais. A evoução do conceito e o aperfeiçoamento das medidas de produtividade tem refexos positivos na gestão empresaria. A produtividade é vista como um meio para atingir a eficiência na empresa ou numa economia e, por isso, aparece reacionada e, por vezes, confundida com outras figuras. Os trabahos a cuja revisão se procede neste artigo prendem-se sobretudo com a empresa, ou com a economia sectora ou em sentido ato, mas não reacionam ainda as várias perspectivas. As modificações observadas no modo como os autores tratam a produtividade e as características dos trabahos pubicados, permitem identificar três fases no estudo da produtividade empresaria: (a) fase de investigação normativa, onde predominam os estudos do que deve ser a produtividade; (b) fase de investigação metodoógica, na qua surgem estudos com referências mais instrumentais sobre o modo como pode ser gerida produtividade com vista a conseguirse aumentos; (c) fase de investigação empírica, cujos resutados dão a conhecer o que é a produtividade. Assim, a observação de características comuns entre os estudos anaisados justificou a sua arrumação em três grupos que serviram de base à estrutura adoptada na investigação. Na primeira fase os autores, em gera, anaisam a produtividade na busca de encontrar uma definação para o conceito do que deve ser a produtividade. Depois, a partir dos anos 80 do sécuo passado, inicia-se uma outra fase, onde se pressupõe já interiorizada a direcção a seguir. Surgem então referências de tipo mais instrumenta, igadas à gestão da produtividade. As investigações mais recentes, ao contrário dos estudos pubicados nas fases anteriores que são geramente de autoria individua, têm sido desenvovidos por equipas de investigadores, dispersos por centros de investigação ocaizados em vários países e votam-se para as fronteiras de produção tentando medir a produtividade por sectores de actividade. Os resutados destes trabahos empíricos dão a conhecer o que de facto é a produtividade, tiram partido das ferramentas proporcionadas pea evoução da tecnoogia informática, utiizam bases de dados e packages de programas estatísticos e tratam grandes voumes de informação. Concuindo, evoui-se do que deve ser para o que é a produtividade, da busca de uma definição precisa para a produtividade e da anáise numa perspectiva Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri

11 LEONOR FERNANDES FERREIRA / MIGUEL MATOS TORRES 56 externa, para a anáise interna, a medição e a gestão da produtividade. A generaização do recurso a novas tecnoogias e o aparecimento de bases de dados em massa ajudam a expicar as aterações observadas na forma de estudar a produtividade nos tempos mais recentes. Grandes voumes de dados passam a ser objecto de apicação de métodos estatísticos e surgem assim estudos cujos resutados mostram o que, de facto, tem sido a produtividade quer nas empresas quer ao níve sectoria, naciona e internaciona. A terminar, anota-se que esta investigação representa apenas um contributo para a revisão e sistematização da iteratura sobre produtividade, no âmbito da economia empresaria, deixando de fora outras visões, como as das áreas da engenharia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BREDT, O. Produktion, Beschaftigung, Leistung und Kapazitat. Technik und Wirtschaft. 36, Berin, BARATA, J. Anayse de a Rentabiité Bancaire au Portuga. Edição do autor, Lisboa, Instituto Superior de Economia e Gestão, BRINKERHOFF, R. e DRESSLER, D. Productivity Measurement: A Guide for Managers and Evauators. Newbury Park Caifornia, Sage Pubications, CANHOTO, A. Efficiency and Competition in Portuguese Banking: An Empirica Investigation. Dissertação de Doutoramento em Economia. Lisboa, Facudade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Catóica Portuguesa, poicopiado, CAVES, D. et a. Mutiatera Comparisons of Output, Input, and Productivity Using Superative Index Numbers. The Economic Journa. Vo. 92, 73-86, CUMMINS, J. et a. Productivity and Technica Efficiency in the Itaian Insurance Industry, Financia Institutions Center, 96-10, DEPALLENS, G. Gestion Financière de L Entreprise, Paris, Éditions Sirey, FAMA, E. Efficient Capita Markets: A Review of Theory and Empirica Work. The Journa of Finance. 25, , FARE, R. The Measurement of Efficiency of Production. Boston, Kuwer-Nijhoff Pubishing, FARE, R. et a. A Note on Decomposing the Mamquist Productivity Index by Means of Subvector Homotheticity. Economic Theory, Springer-Verag, FERREIRA, R. Lições de Gestão Financeira. Voume I, Coimbra, Livraria Arnado, pp , FORRESTER, J. Low Productivity: It is a Probem or Merey a Symptom? Handbook for Productivity Measurement and Improvement. Cambridge, Productivity Press, FORSUND, R.; LOVELL, C. and SCHMIDT, P. A Survey of Frontier Production Functions and their Reationship to Efficiency Measurement. Journa of Econometrics. 13, 5-25, FRIED, H.; LOVELL, C. e SCHMIDT, S. The Measurement of Productive Efficiency: Techniques and Appications. Oxford University Press, GUTENBERG, E. Fundamentos de a Economía de Empresa. Librería E Anteneo Editoria, pp: , HAN, G. KALIRAJAN, K. e SINGH, N. Productivity, Efficiency and Economic Growth: East Asia and the Rest of the Word, 2003 [Disponíve em URL:<http:/ /sccie.ucsc.edu/workingpapers/> consuta em 14 de Maio de 2003]. HANNULA, M. e SUOMALA, P. Obstaces to Productivity Improvement in Sma and medium Sized Enterprises. 10th Nordic Conference of Sma Business Research, June Växjö, Sweden. 18p, JACKSON, P. et a. Efficiency and Productivity Growth in Turkish Commercia Banking Sector: A non-parametric approach. Germany. European Symposium on: Data Enveopment Anaysis Recent Deveopment and Apications to be hed at the Hochschue Harz, Wernigerode, Germany Outubro, [Disponíve em URL: <http://www.e.ac.uk/umc/epu/ pub/dpno1.pdf.> consuta em 6 de Junho de 2003]. KINNANDER, A. e GRÖNDAL, P. Productivity Deveopment in Manufacturing Systems A Project Proposa within PROPER. Interna Report, Stockom: The Roya Institute of Technoogy, KOSS, E. e LEWIS, D. Productivity or Efficiency Measuring What We Reay Want, Nationa Productivity Review, vo. 12, pp , LOPES, J. A Anáise e a Mehoria da Produtividade nos Serviços: o Caso do Sector Bancário. Dissertação de Mestrado em Gestão e Estratégia Industria. Lisboa, Instituto Superior de Economia e Gestão, LOVELL, C. The Decomposition of Mamquist Productivity Indexes. Athens, USA. Setembro de [Disponíve em URL: <http://www.sam.sdu.dk/ ~oe/dea_workshop/knox.pdf> consuta em 6 de Junho de 2003]. MARINHO, E. e ATALIBA F. Anáise da Produtividade e Progresso Tecnoógico dos Estados do Nordeste, CENER: Centro de Estudos de Economia Regiona, 29, MEHDI, F. e MASSIMO, F. Reguation and Measuring Cost Efficiency with Pane Data Modes: Appication to Eectricity Distribution Utiities. CEPE (Centre for Revista Brasieira de Gestão de Negócios FECAP Ano 7 Número 17 Abri 2005

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