Suplementação de Bovinos de Corte a Pasto. Carlos Eduardo Santos Médico Veterinário CRMV SP 4082

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1 Suplementação de Bovinos de Corte a Pasto Carlos Eduardo Santos Médico Veterinário CRMV SP 4082

2 Sistema brasileiro de produção de carne PASTO 95% da dieta ~200 milhões de cabeças milhões ha pastagens

3 Sistemas de Suplementação para Bovinos a Pasto 1. Suplemento mineral 2. Ureados 3. Proteinados 4. Proteico Energéticos 5. Semiconfinamento

4 FOR INTERNAL USE ONLY Classificação MAPA! Suplemento mineral! Suplemento mineral com uréia " mínimo 42% NNP! Suplemento mineral proteico " mínimo 20% PB; máximo 85% da PB em NNP " 30 g de PB para cada 100 kg de PV! Suplemento mineral proteico-energético " mínimo 20% de PB; máximo 85% da PB em NNP " 30 g de PB para cada 100 kg de PV " 100 g de NDT para cada 100 kg de PV

5 Suplemento Proteinado - Efeito Associativo Positivo 10 a 30% CMS - Consumos médios de 200 a 500 g/dia - Objetivos de Ganho Adicionais em até 250 g/animal/dia

6 Suplemento Proteico Energético - Efeito Associativo Positivo até 10% CMS - Consumos médios de 500 a g/dia (Ef. Sub. >0,7%PV) - Objetivos de Ganho Adicionais em até 500 g/animal/dia

7 Suplementação na seca

8 10% 15% PB Mantença 7%PB 3 5% PB Por que suplementar?

9 Composição Bromatológica Média de Pasto Brachiaria em Diferentes Períodos de Coleta Durante o Ano Parâmetros Períodos Seca-águas Águas Águas-seca Seca PB 7,16 9,66 8,39 FDN¹ 67,30 70,08 70,26 73,43 FDNi¹ 18,80 10,73-39,56 Lignina 8,55 7,00 9,13 8,35 PIDN² 36,17 39,42 45,22 PIDA² 9,41 5,42 7,35 Amostras obtidas via pastejo simulado e extrusa esofágica: ¹%MS; ²%PB Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2002) 5,07 43,92 13,63

10 Consumo de MS por bovinos em pastagens tropicais Fibra Proteína Digestibilidade Consumo Ganho de peso Suplementação Digestibilidade Consumo Ganho de peso

11 Desempenho produwvo de bovinos recebendo suplementos múlwplos durante a época da seca Tipo supl. % PB supl. Cons. supl. (% PV) GMD* (kg) Fonte Mineral- uréia 104,0 0,03 0,009 Paulino et al. (1982) Mineral- uréia 104,0 0,03 0,178 Rehfeld et al. (1980) Nitrogenado 33,0 0,20 0,193 Paulino et al. (1983) Prot. Energ. 28,5 0,35 0,254 Paulino et al. (1993b) Prot. Energ. 22,0 0,51 0,339 Paulino et al. (1995) Prot. Energ. 28,0 0,40 0,369 Paulino et al. (1992) Prot. Energ. 30,0 0,49 0,391 Paulino et al. (1993d) Prot. Energ. 30,0 0,31 0,414 Paulino et al. (1993a) Prot. Energ. 30,0 0,63 0,460 Paulino & Ruas (1989) Prot. Energ. 28,0 0,50 0,468 Paulino et al. (1992) Prot. Energ. 20,0 0,30 0,488 Sales et al. (2004b) Prot. Energ. 25,0 0,45 0,538 Paulino et al. (1991a) *Ganho de peso dos animais recebendo o suplemento que proporcionou o melhor desempenho. Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2008).

12 ConWnuação... Tipo supl. % PB supl. Cons. supl. (% PV) GMD* (kg) Fonte Prot. Energ. 46,9 0,54 0,540 Gomes Jr. et al. (2002) Prot. Energ. 34,3 0,55 0,551 Acedo (2007) Concentrado 21,2 0,75 0,620 Moraes et al. (2006b) Prot. Energ. 28,7 0,50 0,621 Paulino (1991b) Prot. Energ. 30,0 0,50 0,628 Paulino & Ruas (1990) Concentrado 28,0 1,00 0,704 Paulino et al. (1993c) Concentrado 20,0 0,93 0,740 Sales et al. (2004a) Concentrado 20,0 1,00 0,791 Acedo et al. (2003b) Concentrado 30,0 0,75 0,843 Kabeya et al. (2002) Concentrado 20,0 1,00 0,934 Santos et al. (2004) Concentrado 20,0 1,00 0,972 Moraes et al. (2002) Concentrado 20,0 1,00 0,983 Detmann et al. (2004) Concentrado 20,0 1,00 1,137 Paulino et al. (2002a) *Ganho de peso dos animais recebendo o suplemento que proporcionou o melhor desempenho. Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2008).

13 Suplementação nas águas

14 Desempenho animal com suplementos múlwplos nas épocas das águas e transições Época do ano % PB supl. Cons. supl. GAD* (g/dia) (% PV) Fonte Seca- águas 24,50 0, Moraes et al. (2006a) Seca- águas 29,70 0, Nascimento et al. (2007a) Seca- águas/águas 38,00 0, Acedo et al. (2003a) Seca- águas/águas 38,00 0, Acedo (2007) Seca- águas/águas 38,00 0, Acedo (2007) Seca- águas/águas 38,00 0, Acedo (2007) * Refere- se ao diferencial de ganho de peso dos animais recebendo o suplemento múldplo que proporcionou o melhor desempenho, em relação a aqueles recebendo mistura mineral. Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2008)

15 ConWnuação... Época do ano % PB supl. Cons. supl. (% PV) GAD* (g/dia) Fonte Águas 20,00 0, Paulino et al. (1996) Águas 40,00 0, Zervoudakis et al. (2002a) Águas 53,80 0, Zervoudakis et al. (2002b) Águas 35,00 0, Villela et al. (2003) Águas 26,00 0, Porto et al. (2004) Águas 41,60 0, Figueiredo et al. (2005a) Águas 40,00 0, Moraes et al. (2005a) Águas 28,00 0, Porto et al. (2005) Águas 41,10 0, Paulino et al. (2005) Águas 28,90 0, Paulino et al. (2006b) Águas 25,30 0, Paixão et al. (2006a) Águas 29,40 0, Nascimento et al. (2007b) * Refere- se ao diferencial de ganho de peso dos animais recebendo o suplemento múldplo que proporcionou o melhor desempenho, em relação a aqueles recebendo mistura mineral. Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2008)

16 ConWnuação... Época do ano % PB supl. Cons. supl. (% PV) GAD* (g/ dia) Fonte Águas/águas- seca 25,80 0,30 50 Zervoudakis et al. (2001) Águas/águas- seca 25,80 0, Zervoudakis et al (2001) Águas- seca 61,00 0, Zervoudakis et al (2002c) Águas- seca 31,20 0,20 80 Zervoudakis et al (2003) Águas- seca 34,20 0, Villela et al. (2004) Águas- seca 35,00 0, Moraes et al. (2005b) Águas- seca 46,00 0, Figueiredo et al. (2005b) Águas- seca 22,90 0, Sales et al. (2008) * Refere- se ao diferencial de ganho de peso dos animais recebendo o suplemento múldplo que proporcionou o melhor desempenho, em relação a aqueles recebendo mistura mineral. Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2008)

17 Composição bromatológica média de pasto brachiaria em diferentes períodos de coleta durante o ano Parâmetros Períodos Seca-águas Águas Águas-seca Seca PB 7,16 9,66 8,39 FDN¹ 67,30 70,08 70,26 73,43 FDNi¹ 18,80 10,73-39,56 Lignina 8,55 7,00 9,13 8,35 PIDN² 36,17 39,42 45,22 PIDA² 9,41 5,42 7,35 Amostras obtidas via pastejo simulado e extrusa esofágica: ¹%MS; ²%PB Fonte: Adaptado de Paulino et al. (2002) 5,07 43,92 13,63

18 Nitrogênio amoniacal Ruminal x CMS 7 Fonte: Lazzarini (2007)

19 Valores de N-NH 3 ruminal (mg/dl) de animais recebendo suplementação mineral durante a época das águas, de acordo com a espécie forrageira utilizada. Espécies N-NH 3 Época Referência B. decumbens 13,2±1,5 Seca-águas Detmann et al. (2005) B. decumbens 8,23 Águas Figueiredo et al. (2004) B. decumbens 6,86 Águas Porto (2005) B. decumbens 7,22 Águas Detmann et al. (2001) B. decumbens 9,61 Águas Paulino et al. (2005) B. decumbens 5,89 Águas Acedo (2007) B. brizantha 8,23 Águas Goes et al. (2005) P. maximum cv. Mombaça 8,50 Águas Porto (2005)

20 Proteína disponível vs Proteína indisponível (%) Trabalhos PIDA (%PB) PB (%MS)

21 Manejo

22 Resumindo... Existe um ganho latente de 150 a 300 g/dia, a ser explorado durante o período de crescimento das gramíneas forrageiras tropicais Fonte: Paulino et al. (2008)

23 Obrigado! Carlos Eduardo Santos Médico Veterinário CRMV SP 4082

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