Profissional da Saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Profissional da Saúde"

Transcrição

1 Profissional da Saúde Qual a sua responsabilidade frente a essa prática? Figura 1: abate de ovino na propriedade Se você ficou em dúvida sobre a resposta, então leia as informações a seguir sobre HIDATIDOSE. A hidatidose é uma doença causada pela fase larval do parasita Echinococcus granulosus. A enfermidade é também conhecida como bolha d água, cisto hidático e equinococose cística. Historicamente definida como uma doença rural e endêmica nas regiões da Campanha e da Encosta e da Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul, atualmente está disseminada pelo Estado e pode acometer moradores de áreas urbanas. Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 1 de 8

2 Informações a respeito do parasita Echinococcus granulosus é um parasita pertencente ao filo Plathelminthes (platy: plano e helmins/helminthes: vermes), classe Cestoda e família Taeniidae. O ciclo evolutivo compreende as fases de ovo, larva e adulto. Os adultos são hermafroditas, medem de 3 a 6 mm de comprimento e possuem as seguintes estruturas: escólex, colo e estróbilo, esse último constituído por 3 a 4 proglótides (sendo que a última é a grávida 500 a 800 ovos). Estão presentes no intestino delgado dos cães e os ovos produzidos saem expulsos com as fezes de seu hospedeiro definitivo. Os ovos medem cerca de 32 µm. Figura 2:Adulto No ambiente, os ovos podem ser encontrados nas pastagens, nas coleções de água, nas hortas não cercadas, aderidos aos pêlos dos cães e/ou à lã das ovelhas. Os herbívoros (ovelha, gado, suíno) comportam-se como hospedeiros intermediários e os humanos como hospedeiros acidentais quando ingerem os ovos desse parasita. Ao serem ingeridos e absorvidos pelo intestino, o primeiro local que chegam é ao fígado, e passam a desenvolver a fase de larva = cisto hidático. Caso não fiquem retidos ao fígado (50-70%), migram para pulmões (20-30%), o 2º local mais freqüente de localização. Ainda, podem atingir músculos (5%), ossos (3%), rins (2%), cérebro (1-2%), baço (1%), dentre outros (1%). Figura 3: larva (= cisto hidático) Como o desenvolvimento da larva é lento e muitas vezes não existe sintomatologia específica associada, as lesões nos animais normalmente são um achado de abate. Nos humanos, a época mais comum de se infectar é na infância, pelo estreito convívio com os cães e medidas de higiene deficitárias. O tamanho do Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 2 de 8

3 cisto hidático é variável, podendo chegar a 20 cm. A parte externa do cisto, conhecida como membrana adventícia, é constituída por tecido fibroso (resultante de uma reação do hospedeiro à presença da larva e seus metabólitos). A parte interna, conhecida como membrana germinativa, origina as demais estruturas do cisto (algumas delas são as precursoras dos parasitas adultos nos cães). O ciclo do E. granulosus se completa quando o cão ingere as larvas presentes nas vísceras cruas (fígado, pulmão, etc) dos animais infectados, e essas larvas viram parasitas adultos. Frequentemente os cães infectados com E. granulosus são assintomáticos quando detectam-se os parasitas adultos, a enfermidade denomina-se equinococose. Em alguns casos, o cão pode encontrar algum animal morto no campo e vai se alimentar, ingerindo as vísceras contaminadas. Mas o maior responsável pela perpetuação das hidatidoses animal e humana no Rio Grande do Sul é o hábito de fornecer vísceras cruas (contaminadas) aos cães, ao abater animais para consumo na propriedade. Figura 4: Ciclo Evolutivo do Echinococcus granulosus Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 3 de 8

4 A doença nos humanos Por ser uma doença crônica, com sintomas inespecíficos, é de extrema importância que o Profissional da Saúde esteja atento ao histórico do paciente para extrair o máximo de informações no momento da triagem e da anamnese. Embora seja uma doença onde as manifestações clínicas são mais freqüentes na população adulta, qualquer faixa etária pode estar acometida. A dispersão da área endêmica no Estado, a cronicidade da doença, um agente etiológico pouco lembrado e os resultados sugestivos de exames físicos e complementares exigem perspicácia para diagnosticar a hidatidose. A fase inicial da infecção é sempre assintomática e isso pode levar meses a anos. Os sintomas apresentados vão depender da quantidade, do tamanho, da localização dos cistos nos órgãos envolvidos, da pressão exercida pelo cisto às estruturas adjacentes e dos mecanismos de defesa individuais. O cisto hidático pode involuir, ocorrendo reabsorção do líquido e calcificação. Antes disso, se houver ruptura do cisto hidático, o indivíduo pode apresentar reação anafilática decorrente do extravasamento de seu conteúdo, manifestada através de urticária ou sintomatologia mais grave. Se o indivíduo sobrevive à ruptura, é possível que mais cistos hidáticos sejam formados em outros locais (hidatidose secundária). Clinicamente, e até mesmo com alguns exames complementares, o cisto hidático é confundível com massa tumoral de qualquer etiologia. Usualmente pesquisam-se anticorpos no soro dos pacientes suspeitos, através de imunodiagnóstico (método de Imunoblotting). Se o médico optar por realizar esse teste, no momento da requisição do exame é suficiente escrever: Solicito sorologia para hidatidose. Nesse caso, conforme as instruções de coleta e transporte de amostras laboratoriais disponibilizadas em 2012 pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (LACEN/RS), o paciente deve ter feito jejum de 8 horas, o material enviado deve ser no mínimo 2 ml de soro, Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 4 de 8

5 acondicionado em frasco ou tubo de ensaio com tampa, a uma temperatura entre 4ºC e 8ºC, com tempo de acondicionamento máximo de 24 a 72 horas o ideal é enviar a amostra no mesmo dia da coleta. A amostra deverá ser cadastrada no Sistema Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), do LACEN/RS, e estar acompanhada obrigatoriamente dos seguintes documentos: 1) requisição da sorologia para hidatidose, 2) Ficha de Requisição de Exames Hidatidose Imunodiagnóstico do LACEN/RS (Figura 5 ao final do texto) e 3) Ficha para Diagnóstico de Hidatidose da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) (Figura 6 ao final do texto). Ambas as Fichas devem conter informações completas, coerentes entre si e devem estar escritas de forma legível; na Ficha da FIOCRUZ é necessário carimbo do profissional de saúde (ao fim do documento) responsável pela investigação. As técnicas de imagem auxiliam na identificação de cistos: ultrassonografia, radiografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e cintilografia. O procedimento cirúrgico também pode ser uma das formas de diagnóstico, além de ser uma indicação de tratamento. O material aspirado do interior do cisto pode ser analisado para identificar e confirmar algumas partes estruturais do E. granulosus, com uma técnica chamada morfometria, realizada na FIOCRUZ. A administração de benzimidazóis pode ser indicada pré e/ou pós cirurgia, ou usada naqueles casos nos quais o cisto é inoperável. Em casos de cisto pequenos, que não ocasionem sintomas, calcificados ou não, o tratamento indicado pode ser aguardar e observar. Os exames complementares podem não confirmar e, além disso, não descartar a ocorrência de cisto hidático. Por exemplo, um resultado não reagente de sorologia para hidatidose não descarta a ocorrência da doença, pois o estímulo do sistema imunológico muitas vezes não ocorre devido à espessa camada protetora que envolve o cisto hidático. Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 5 de 8

6 Obrigatoriedade de notificação A Hidatidose não consta na Lista de Notificação Compulsória expedida através da Portaria 104 pelo Ministério da Saúde em Entretanto, no Estado do Rio Grande do Sul, os casos de hidatidose humana passaram a ser de notificação compulsória no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) desde 2010, com a publicação da Portaria 203, de 17 de março. O código e a denominação da enfermidade no Sistema estão como CID 10 - B67 Equinococose. (a ficha de notificação do SINAN e a Portaria 203 são as Figuras 7 e 8 ao final do texto, respectivamente). Medidas de prevenção A principal medida de prevenção é a adoção de hábitos básicos de higiene, como lavar bem as mãos após contato com cães, lavar bem as verduras e legumes antes de consumi-los e não manipular qualquer alimento sem lavar as mãos. A água consumida deve ser tratada e/ou fervida. É importante adotar essas medidas, mas é igualmente relevante reduzir a contaminação das pastagens pelos ovos de E. granulosus, através de algumas práticas de manejo em relação aos cães da propriedade, exercendo a guarda responsável. Orienta-se: 1) reduzir ao mínimo o número de cães na propriedade (evitando crias indesejadas, através da castração de fêmeas e/ou machos); 2) fornecer vermífugo regularmente aos cães (com orientações de um médico veterinário); 3) não fornecer vísceras cruas aos cães (se vísceras forem fornecidas, elas devem ser cozidas por no mínimo 30 minutos e estarem completamente imersas na água durante o cozimento). Não se pode evitar o abate para consumo nas propriedades, mas se pode e se deve evitar o acesso dos cães às vísceras cruas, evitando assim as sucessivas reinfecções o parasita Echinococcus granulosus vive 4 meses, em média, em seus hospedeiros definitivos: os cães. Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 6 de 8

7 Documentos citados no texto (também estão disponibilizados separadamente na página da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul). Figura 5: Ficha de Requisição de Exames - Hidatidose - Imunodiagnóstico (LACEN/RS) Figura 6: Ficha para Diagnóstico de Hidatidose (FIOCRUZ) Figura 7: Ficha de notificação - SINAN Figura 8: Portaria 203, de 17/03/2010 Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 7 de 8

8 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Coordenação-Geral de laboratórios de Saúde Pública. Hidatidose Humana no Brasil. Manual de Procedimentos para o Diagnóstico Parasitológico e Imunológico. 1. ed. Brasília: Ministério da Saúde, p. ECKERT, J.; DEPLAZES,P. Biological, Epidemiological, and Clinical Aspects of Echinococcosis, a Zoonosis of Increasing Concern. Clin Microbiol Rev, v. 17, n. 1, p , jan FORTES, E. Parasitologia Veterinária. 3. ed. São Paulo:Ícone, p. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento Nacional de Endemias Rurais. Boletim Informativo da Campanha Contra a Hidatidose. Nº 2. Nov p. NEVES, D.P. et al. Parasitologia Humana. 11. ed. São Paulo:Atheneu, p. REY, L. Parasitologia Parasitos e Doenças Parasitárias do Homem nas Américas e na África. 3. ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, p. TAVARES, W.; MARINHO, L.A.C. Rotinas de Diagnóstico e Tratamento das Doenças Infecciosas e Parasitárias. São Paulo:Atheneu, p. REFERÊNCIAS (DAS FIGURAS) Figura 1: imagem cedida pelo médico veterinário Ivo Kohek Jr, da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (SEAPA/RS), Figura 2: < acesso em 13 maio 2013, Figura 3: retirada de NEVES, D.P. et al (2005), Figura 4: < acesso em 13 maio 2013; modificada por Sabrina Vizeu. A educação em saúde é um processo contínuo e multidisciplinar! Em caso de dúvidas, entre em contato com Sabrina Vizeu, através do telefone: (51) ou do Orientações aos Profissionais da Saúde elaboração Sabrina Vizeu, 05/2013 Página 8 de 8

HIDATIDOSE no Rio Grande do Sul

HIDATIDOSE no Rio Grande do Sul Informativo Técnico N 01 /Ano 02 Janeiro de 2011 HIDATIDOSE no Rio Grande do Sul Ivo Kohek Jr. * Fig. 1 Fig. 2 Cisto hidático em olho humano Cirurgia de retirada de cistos hidáticos em abdomen humano.

Leia mais

Fezes recentemente colhidas por evacuação espontânea ou por evacuação provocada (uso de laxantes). b) Quantidade mínima de amostra necessária

Fezes recentemente colhidas por evacuação espontânea ou por evacuação provocada (uso de laxantes). b) Quantidade mínima de amostra necessária 1/5 1. INTRODUÇÃO / FINALIDADE DO MÉTODO O exame de fezes oferece subsídios valiosos quando criteriosamente solicitado e executado. O exame parasitológico de fezes abrange pesquisa de trofozoítos e formas

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO: NUTRIÇÃO

FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO: NUTRIÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS CURSO: NUTRIÇÃO Taenia sp Profª Cyntia Cajado Taxonomia Filo: Platyhelminthes Classe: Cestoda Família: Taenidae Hermafroditas Corpo achatado dorsoventralmente Gênero:

Leia mais

CÓLERA CID 10: A 00.9

CÓLERA CID 10: A 00.9 SUPERINTENDENCIA DE VIGILANCIA PROMOÇÃO E PREVENÇÃO À SAÚDE DIRETORIA DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA DAS DOENÇAS TRANSMISSIVEIS E NÃO TRANSMISSIVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS TRANSMISSIVEIS ÁREA DE ASSESSORAMENTO

Leia mais

DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C.

DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C. ESQUISTOSSOMOSE CID 10: B 65 a B 65.9 DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA E ALIMENTAR RESPONSÁVEIS: Jaqueline Ourique L. A. Picoli Simone Dias Rodrigues Solange Aparecida C. Marcon CARACTERÍSTICAS GERAIS DESCRIÇÃO

Leia mais

Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose

Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Verdades e mentiras sobre a Toxoplasmose Muito se tem falado sobre a Toxoplasmose e seus perigos,

Leia mais

2ªsérie 2º período B I O L O G I A

2ªsérie 2º período B I O L O G I A 2.2 B I O L O G I A 2ªsérie 2º período QUESTÃO 1 O filo Platyhelminthes inclui tanto formas de vida livre como organismos endo e ectoparasitas. Considerando a biologia destes animais, marque a opção que

Leia mais

ASPECTOS LABORATORIAIS

ASPECTOS LABORATORIAIS INFLUENZA A (H1N1) 1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS LABORATORIAIS Os agentes infecciosos prioritários para investigação etiológica são os vírus influenza. As amostras de secreções respiratórias devem ser

Leia mais

ALERTA EPIDEMIOLÓGICO Nº01/2014

ALERTA EPIDEMIOLÓGICO Nº01/2014 ALERTA EPIDEMIOLÓGICO Nº01/2014 ALERTA AOS SERVIÇOS DE SAÚDE sobre a importância de intensificar as ações de Vigilância Epidemiológica e Ambiental para a prevenção e detecção precoce da cólera no Estado

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA VIGILÂNCIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC)

GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA VIGILÂNCIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC) ESTADO DE SANTA CATARINA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE ZOONOSES E ENTOMOLOGIA

Leia mais

CONDUTAS EM CASOS SUPEITOS DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE SRAG Espécimes clínicos procedentes de casos suspeitos

CONDUTAS EM CASOS SUPEITOS DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE SRAG Espécimes clínicos procedentes de casos suspeitos Centro Nacional de Epidemiologia Elenice Deffune www.hemocentro.fmb.unesp.br CONDUTAS EM CASOS SUPEITOS DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE SRAG Espécimes clínicos procedentes de casos suspeitos O agente

Leia mais

Roteiro para uso do banco de dados do SINAN Online Dengue para análise de completitude e inconsistências

Roteiro para uso do banco de dados do SINAN Online Dengue para análise de completitude e inconsistências Roteiro para uso do banco de dados do SINAN Online Dengue para análise de completitude e inconsistências O Sistema de Informação de Agravos de Notificação Online (SINAN Online) tem por objetivo a notificação

Leia mais

Biossegurança em Biotérios

Biossegurança em Biotérios Biossegurança em Biotérios Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária UFGS Biossegurança é... o conjunto de ações a voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às

Leia mais

Hidatidose. Sabrina Vizeu 1 e Ivo Kohek Jr. 2

Hidatidose. Sabrina Vizeu 1 e Ivo Kohek Jr. 2 Sabrina Vizeu 1 e Ivo Kohek Jr. 2 Hidatidose É abordado neste artigo o trabalho realizado pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) a respeito da Hidatidose, doença parasitária crônica, que acomete herbívoros

Leia mais

Cartilha Medicamentos para Diabetes

Cartilha Medicamentos para Diabetes Universidade Federal de São João del-rei Campus Centro-Oeste - Dona Lindu Divinópolis, Minas Gerais Cartilha Medicamentos para Diabetes Projeto Empoderamento Farmacoterapêutico de pacientes com Diabetes

Leia mais

Gerenciador de Ambiente Laboratorial - GAL Versão 1.0.7 Manual do Usuário

Gerenciador de Ambiente Laboratorial - GAL Versão 1.0.7 Manual do Usuário Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Informática do SUS DATASUS Gerenciador de Ambiente Laboratorial GAL Versão 1.0.7 Página 1 de 70 Gerenciador de Ambiente Laboratorial - GAL Usuário

Leia mais

Os Invertebrados. Prof. Luis Bruno

Os Invertebrados. Prof. Luis Bruno Os Invertebrados Prof. Luis Bruno Os Poríferos Animais simples que habitam o planeta; Não apresentam órgãos; Sésseis; Maioria de ambiente marinho, mas existem poucas espécies de água doce; São animais

Leia mais

Aula 4. Atividades. Mapeado o genoma do Schistosoma mansoni, parasito causador da esquistossomose

Aula 4. Atividades. Mapeado o genoma do Schistosoma mansoni, parasito causador da esquistossomose Aula 4 1. Leia a notícia a seguir. Atividades IV. o mapeamento genético do verme pode auxiliar no controle dos problemas ambientais, como a falta de saneamento básico. V. resolverá definitivamente os problemas

Leia mais

Difilobotríase: alerta e recomendações

Difilobotríase: alerta e recomendações MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Difilobotríase: alerta e recomendações Desde março de 2005, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS) tem sido notificada da

Leia mais

24/8/2009. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea

24/8/2009. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea. Larva migrans cutânea CICLO BIOLÓGICO Os cães e os gatos, que são os hospedeiros definitivos do parasita, podem infectar-se de formas diversas: Ingestão de ovos infectantes; Ingestão de larvas presentes em tecidos de hospedeiros

Leia mais

FLUXO PARA ACOMPANHAMENTO, ENCERRAMENTO E DIGITAÇÃO DOS CASOS DE DENGUE

FLUXO PARA ACOMPANHAMENTO, ENCERRAMENTO E DIGITAÇÃO DOS CASOS DE DENGUE Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação

Leia mais

CURSO DE PLANTAS MEDICINAIS PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE

CURSO DE PLANTAS MEDICINAIS PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE CURSO DE PLANTAS MEDICINAIS PARA AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE PLANTAS MEDICINAIS EM ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE PLANTAS MEDICINAIS CONTRA PARASITOSES INTESTINAIS (AMEBA E GIARDIA) E VERMINOSES INFORMAÇÕES

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [VERMINOSES]

www.drapriscilaalves.com.br [VERMINOSES] [VERMINOSES] 2 Os cães e gatos podem albergar uma grande variedade de vermes (helmintos) que causam danos como perda de peso, crescimento tardio, predisposição a outras doenças, menor absorção e digestão

Leia mais

Entende-se como boa amostra àquela obtida em quantidade suficiente, em recipiente adequado, bem identificado e corretamente transportado.

Entende-se como boa amostra àquela obtida em quantidade suficiente, em recipiente adequado, bem identificado e corretamente transportado. INTRODUÇÃO Este manual tem por finalidade se adequar às exigências do Programa de Qualidade e às Normas de Biossegurança nos Serviços de Saúde. Desta forma procuramos sistematizar as orientações para coleta,

Leia mais

PARTE II Zoonoses causadas por parasitas intestinais do cão e gato

PARTE II Zoonoses causadas por parasitas intestinais do cão e gato Clínica Veterinária de Mangualde Dr. Benigno Rodrigues Dra. Sandra Oliveira PARTE II Zoonoses causadas por parasitas intestinais do cão e gato GIARDIA O protozoário Giardia lamblia é responsável por uma

Leia mais

2ªsérie B I O L O G I A QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 QUESTÃO 4 QUESTÃO 3. 4º período

2ªsérie B I O L O G I A QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 QUESTÃO 4 QUESTÃO 3. 4º período ªsérie B I O L O G I A 4º período QUESTÃO A ilustração a seguir mostra vários personagens do popular desenho "Bob Esponja", muitos pertencentes ao reino Animal. Com o auxílio da ilustração, responda aos

Leia mais

Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional ESPII. Ocorrências de casos humanos na América do Norte Informe do dia 27.04.

Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional ESPII. Ocorrências de casos humanos na América do Norte Informe do dia 27.04. I. Informações gerais Ministério da Saúde Gabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional ESPII Ocorrências de casos humanos na América do Norte

Leia mais

INFECÇÃO ASSOCIADA AO ZIKA VÍRUS ORIENTAÇÕES: COLETA AMOSTRAS LABORATORIAIS VERSÃO PARANÁ

INFECÇÃO ASSOCIADA AO ZIKA VÍRUS ORIENTAÇÕES: COLETA AMOSTRAS LABORATORIAIS VERSÃO PARANÁ INFECÇÃO ASSOCIADA AO ZIKA VÍRUS ORIENTAÇÕES: COLETA AMOSTRAS LABORATORIAIS VERSÃO PARANÁ 15 Fone: (41) 3330 4467. Página 1 Diagnóstico Laboratorial Lacen/PR Amostras de Recém-Natos (RN) com Microcefalia

Leia mais

Cólera. Introdução: 1) Objetivo Geral

Cólera. Introdução: 1) Objetivo Geral Cólera Introdução: A cólera se originou provavelmente na Índia e em Bangladesh, espalhando para outros continentes a partir de 1817. A descoberta da bactéria que a provoca foi feita por Robert Koch em

Leia mais

EBOLA. Informe técnico e orientações para as ações de vigilância e serviços de saúde de referência

EBOLA. Informe técnico e orientações para as ações de vigilância e serviços de saúde de referência EBOLA Informe técnico e orientações para as ações de vigilância e serviços de saúde de referência FEBRE HEMORRÁGICA DO EBOLA O vírus Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976, no Zaire (atual República

Leia mais

INSTALAÇÃO E CONTROLE DE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTE Enf a Chefe de Enfermagem do Serviço de Hemoterapia: Gilce Erbe de

INSTALAÇÃO E CONTROLE DE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTE Enf a Chefe de Enfermagem do Serviço de Hemoterapia: Gilce Erbe de Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Instalação e administração de concentrado de hemácias, plaquetas ou plasma fresco congelado. FINALIDADE Estabelecer a rotina para instalação e controle da transfusão de hemocomponentes

Leia mais

Sumário 1. A PREVENÇÃO CONTRA AS DOENÇAS CAUSADAS POR VERMES PODE SER FÁCIL... 2

Sumário 1. A PREVENÇÃO CONTRA AS DOENÇAS CAUSADAS POR VERMES PODE SER FÁCIL... 2 Sumário 1. A PREVENÇÃO CONTRA AS DOENÇAS CAUSADAS POR VERMES PODE SER FÁCIL.... 2 2. LOMBRIGA... 4 2.1. O QUE A LOMBRIGA CAUSA AO HOMEM?... 4 2.2. COMO É TRANSMITIDA A LOMBRIGA?... 5 2.3. COMO EVITAR A

Leia mais

Características dos Nematoides

Características dos Nematoides Nematoides Características dos Nematoides Possuem o corpo cilíndrico e alongado, com pontas afiladas e musculatura desenvolvida. Apresentam tamanhos variados. Tubo digestório completo (boca e ânus). Podem

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE CIÊNCIAS Nome: Nº 7º Ano Data: / / 2015 Professor(a): Nota: (Valor 1,0) 3º Bimestre A - Introdução Neste bimestre começamos a estudar o reino animal com toda sua fantástica diversidade.

Leia mais

Dengue grave. Diagnóstico laboratorial da dengue em seres humanos

Dengue grave. Diagnóstico laboratorial da dengue em seres humanos Prefeitura Municipal de Curitiba - Secretaria Municipal da Saúde Centro de Epidemiologia - Vigilância Epidemiológica DENGUE (CID A90 ou A91) CHIKUNGUNYA (CID A92) ZIKA (CID A92.8) Definição de caso suspeito

Leia mais

Portaria Conjunta INDEA/SEDRAF nº 9 DE 13/11/2014

Portaria Conjunta INDEA/SEDRAF nº 9 DE 13/11/2014 Portaria Conjunta INDEA/SEDRAF nº 9 DE 13/11/2014 Norma Estadual - Mato Grosso Publicado no DOE em 14 nov 2014 Institui o regulamento técnico do plano de vigilância para a Erradicação da Tuberculose bovina

Leia mais

GRUPO SANGUÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: GSF

GRUPO SANGUÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: GSF POP n.º: B93 Página 1 de 7 1. Sinonímia: GRUPO SANGUÍNEO e FATOR RH, RH e GRUPO. Mnemônico: GSF 2. Aplicabilidade: Bioquímicos do setor de bioquímica do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica: Determinação do

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. POP n.º: I70 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-, VIKIA Biomeriéux. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. 3. Aplicação

Leia mais

PARECER COREN-SP 011/2014 CT PRCI 776/2014 Revisado em setembro/2014

PARECER COREN-SP 011/2014 CT PRCI 776/2014 Revisado em setembro/2014 PARECER COREN-SP 011/2014 CT PRCI 776/2014 Revisado em setembro/2014 Ementa: Competência para a realização de testes de Tempo de Coagulação e Tempo de Sangramento. 1. Do fato Profissional questiona a qual

Leia mais

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE BOTULISMO. MIYOKO JAKABI INSTITUTO ADOLFO LUTZ SÃO PAULO e-mail: mijakabi@ial.sp.gov.br

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE BOTULISMO. MIYOKO JAKABI INSTITUTO ADOLFO LUTZ SÃO PAULO e-mail: mijakabi@ial.sp.gov.br DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE BOTULISMO MIYOKO JAKABI INSTITUTO ADOLFO LUTZ SÃO PAULO e-mail: mijakabi@ial.sp.gov.br DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Evidência da toxina (soro, vômito, lavado gástrico, fezes e alimentos);

Leia mais

Aplicações das Técnicas de Radiodiagnóstico em Patologias do Tórax Tr. André Luiz S. de Jesus

Aplicações das Técnicas de Radiodiagnóstico em Patologias do Tórax Tr. André Luiz S. de Jesus Radiologia Torácica Patológica Aplicações das Técnicas de Radiodiagnóstico em Patologias do Tórax Tr. André Luiz S. de Jesus Importância Diagnóstica É fundamental um exame satisfatório e de qualidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 01/2014- SUVIGE/CPS/SESAP-RN

NOTA TÉCNICA Nº 01/2014- SUVIGE/CPS/SESAP-RN GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA COORDENADORIA DE PROMOÇÃO À SAÚDE SUBCOORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Av. Marechal Deodoro da Fonseca, 730, Cidade

Leia mais

FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I

FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CIÊNCIAS DESAFIO DO DIA. Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula: 17.1 Conteúdo: Doenças relacionadas à água I 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Identificar algumas

Leia mais

COORDENAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais

COORDENAÇÃO ACADÊMICA NÚCLEO DE GESTÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais COORDENAÇÃO ACADÊMICA Projeto de Pesquisa Registrado Informações Gerais 1. Coordenador (a): ANA KARINA DA SILVA CAVALCANTE (KARINA@UFRB.EDU.BR) Vice- Coordenador (a): 2. Título do projeto: Ocorrência de

Leia mais

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos ZOOLOGIA E PARASITOLOGIA Aula IV Protozoários Zoopatogênicos Professora: Luciana Alves de Sousa Doenças causadas por Protozoários Doença de Chagas Leishmaniose Malária Giardíase Amebíase Toxoplasmose Doença

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA - 2015

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA - 2015 Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul Instituto de Pesquisas Biológicas Laboratório Central de Saúde Pública- IPB-LACEN/RS SEÇÃO DE VIROLOGIA - LABORATÓRIO DE VÍRUS RESPIRATÓRIOS INVESTIGAÇÃO DA INFLUENZA

Leia mais

CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR

CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR CONHECIMENTO, TECNOLOGIA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO E INOVAÇÃO PARA O PARA FORTALECIMENTO O DA AGRICULTURA DA AGRICULTURA FAMILIAR

Leia mais

Informe Técnico sobre o vírus Influenza A (H7N9)

Informe Técnico sobre o vírus Influenza A (H7N9) Informe Técnico sobre o vírus Influenza A (H7N9) SOBRE O VÍRUS INFLUENZA A (H7N9) O vírus influenza A (H7N9) é um subtipo de vírus influenza A de origem aviária. Esse subtipo viral A (H7N9) não havia sido

Leia mais

INFORME TÉCNICO 001/2014 3ª Atualização

INFORME TÉCNICO 001/2014 3ª Atualização SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE INFORME TÉCNICO 001/2014 3ª Atualização Subsecretaria de Vigilância em Saúde VIGILÂNCIA DA DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE)

Leia mais

Estamos encaminhando o informativo, em anexo, elaborado pela Equipe técnica

Estamos encaminhando o informativo, em anexo, elaborado pela Equipe técnica SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUBSECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE Estamos encaminhando o informativo, em anexo, elaborado

Leia mais

PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA

PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA PROGRAMA DE ESTÁGIO PARA ALUNOS DA UFCSPA 1) Justificativa Os estágios, curriculares ou não, têm a finalidade de proporcionar a complementação da formação universitária e constam de atividades de prática

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. REQUISITOS MÍNIMOS DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM REUMATOLOGIA (R1 e R2) PRÉ REQUISITOS: 02 anos de Residência em Clínica Médica DURAÇÃO DO PROGRAMA: 02 anos INTRODUÇÃO A Reumatologia é uma especialidade

Leia mais

Dengue, Chikungunya e Zika

Dengue, Chikungunya e Zika SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DA PARAÍBA GERENCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Dengue, Chikungunya e Zika Nº 01/2016 Situação epidemiológica De 01 a 25 de janeiro de 2016 ( 4ª* semana epidemiológica

Leia mais

NORMA INTERNA DIPOA/SDA Nº 01, DE 17 DE JUNHO DE 2015

NORMA INTERNA DIPOA/SDA Nº 01, DE 17 DE JUNHO DE 2015 NORMA INTERNA DIPOA/SDA Nº 01, DE 17 DE JUNHO DE 2015 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE INPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL da, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no uso das atribuições

Leia mais

Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de hematologia do LAC-HNSC.

Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de hematologia do LAC-HNSC. POP: P-09 Página 1 de 6 1. Sinonímia: Pesquisa de sangue oculto nas fezes. Mnemônico SOF. 2. Aplicabilidade: Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de hematologia do LAC-HNSC. 3. Aplicação clínica:

Leia mais

ÁREAS DE ESTÁGIO. O aluno poderá dar maior ênfase a uma determinada opção, dentro da área ou entre áreas, COM MÁXIMO DE 40% DA CARGA HORÁRIA.

ÁREAS DE ESTÁGIO. O aluno poderá dar maior ênfase a uma determinada opção, dentro da área ou entre áreas, COM MÁXIMO DE 40% DA CARGA HORÁRIA. FACULDADE DE VETERINÁRIA COORDENAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM MEDICINA VETERINÁRIA ÁREAS DE ESTÁGIO OBSERVAÇÕES GERAIS O aluno poderá dar maior

Leia mais

Apresentação nortear os profissionais da atenção à saúde

Apresentação nortear os profissionais da atenção à saúde Apresentação Este Protocolo visa a nortear os profissionais da atenção à saúde, por meio de orientações e diretrizes para as ações de prevenção da infecção pelo vírus Zika em mulheres em idade fértil e

Leia mais

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição

Relatos de casos de Strongyloides stercoralis. Isabelle Assunção Nutrição Relatos de casos de Strongyloides stercoralis Isabelle Assunção Nutrição RECIFE/2011 INTRODUÇÃO A estrongiloidíase é uma helmintíase predominantemente intestinal causada pelo Strongyloides stercoralis,

Leia mais

ESTUDO DAS PARASITOSES INTESTINAIS EM ALUNOS DA 5ª SÉRIE DO COLÉGIO DA POLICIA MILITAR (CPM) DE FEIRA DE SANTANA-BAHIA 3

ESTUDO DAS PARASITOSES INTESTINAIS EM ALUNOS DA 5ª SÉRIE DO COLÉGIO DA POLICIA MILITAR (CPM) DE FEIRA DE SANTANA-BAHIA 3 1 ESTUDO DAS PARASITOSES INTESTINAIS EM ALUNOS DA 5ª SÉRIE DO COLÉGIO DA POLICIA MILITAR (CPM) DE FEIRA DE SANTANA-BAHIA 3 Alcione Assunção Correia Danusa Sampaio Brandão Lycia Bárbara Ribeiro 4 RESUMO:

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA VIGILÂNCIA DE DOENÇAS NERVOSAS EM RUMINANTES A CAMPO (RAIVA E ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS- EET)

PROCEDIMENTOS PARA VIGILÂNCIA DE DOENÇAS NERVOSAS EM RUMINANTES A CAMPO (RAIVA E ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS- EET) PROCEDIMENTOS PARA VIGILÂNCIA DE DOENÇAS NERVOSAS EM RUMINANTES A CAMPO (RAIVA E ENCEFALOPATIAS ESPONGIFORMES TRANSMISSÍVEIS- EET) Portaria Mapa nº 516, de 09.12.1997. Instrução Normativa SDA nº 18, de

Leia mais

DIVISÃO DE LABORATÓRIO CENTRAL HC FMUSP PARAMETRIZAÇÃO DE COLETA

DIVISÃO DE LABORATÓRIO CENTRAL HC FMUSP PARAMETRIZAÇÃO DE COLETA Dengue Dengue em tempo Real RT Adenovírus Colher 5 ml de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Colher a primeira amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas). Coletar

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA COLETA DE ÁGUA E AMOSTRAS AMBIENTAIS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA COLETA DE ÁGUA E AMOSTRAS AMBIENTAIS Sistema Único de Saúde Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde Laboratório Central de Saúde Pública Código do Documento Cópia Controlada Nº MANUAL 1/8 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA COLETA DE

Leia mais

PANORAMA DE PARASITOSES EM OVINOS NO BRASIL.

PANORAMA DE PARASITOSES EM OVINOS NO BRASIL. PANORAMA DE PARASITOSES EM OVINOS NO BRASIL. Sérgio Tosi Cardim Médico Veterinário Mestrando em Ciência Animal CCA DMVP UEL Victor Bittencourt Dutra Tabacow Médico Veterinário Residente em Parasitologia

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO. Nome técnico: IMPLANTES DENTÁRIOS (OSSEOINTEGRÁVEL) Nome comercial: IMPLANTE DENTÁRIO Modelo comercial: Ver lista abaixo.

INSTRUÇÕES DE USO. Nome técnico: IMPLANTES DENTÁRIOS (OSSEOINTEGRÁVEL) Nome comercial: IMPLANTE DENTÁRIO Modelo comercial: Ver lista abaixo. INSTRUÇÕES DE USO Produto: Nome técnico: IMPLANTES DENTÁRIOS (OSSEOINTEGRÁVEL) Nome comercial: IMPLANTE DENTÁRIO Modelo comercial: Ver lista abaixo. PROSS CILÍNDRICO HE SS Ø5,0 PROSS CILÍNDRICO HE Ø5,0

Leia mais

Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional ESPII. Ocorrências de casos humanos na América do Norte Informe do dia 28.04.

Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional ESPII. Ocorrências de casos humanos na América do Norte Informe do dia 28.04. I. Informações gerais Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Gabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional ESPII Ocorrências

Leia mais

PROVA COMENTADA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO

PROVA COMENTADA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO PROFESSORES DO POSITIVO COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA A prova da segunda fase da UFPR foi muito bem distribuída em termos de conteúdo. As questões, de forma geral, foram bem elaboradas e se caracterizaram

Leia mais

COMPOSIÇÃO DE MAPA DE ENDEMIAS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EM POLÍTICA PÚBLICA EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EM MEIO AMBIENTE: O CASO MUNICÍPIO DE PARACAMBI/RJ

COMPOSIÇÃO DE MAPA DE ENDEMIAS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EM POLÍTICA PÚBLICA EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EM MEIO AMBIENTE: O CASO MUNICÍPIO DE PARACAMBI/RJ COMPOSIÇÃO DE MAPA DE ENDEMIAS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO EM POLÍTICA PÚBLICA EM SAÚDE E VIGILÂNCIA EM MEIO AMBIENTE: O CASO MUNICÍPIO DE PARACAMBI/RJ Duarte, Maria Aparecidade (*), Domiciano, Giselli

Leia mais

Hidatidose. Programa Estadual de Vigilância da Hidatidose. setembro de 2013. versão 1

Hidatidose. Programa Estadual de Vigilância da Hidatidose. setembro de 2013. versão 1 Lucia Mardini DVAS Hidatidose Programa Estadual de Vigilância da Hidatidose setembro de 2013 versão 1 Hidatidose Conceitos de Biologia Ciclo Biológico ou Ciclo de Vida: conjunto de transformações pelo

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Teste do Pezinho

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Teste do Pezinho Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Teste do Pezinho Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado por: Simone Vidal Santos; Cláudia Rosa Ferreira Ramos

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº02/2015 SUVIGE/CPS/SESAP/RN. Assunto: Atualização sobre doença não esclarecida com exantema

NOTA TÉCNICA Nº02/2015 SUVIGE/CPS/SESAP/RN. Assunto: Atualização sobre doença não esclarecida com exantema GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA COORDENADORIA DE PROMOÇÃO A SAÚDE SUBCOORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 730, 5 andar CEP:

Leia mais

4RUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA LACTATO SANGUE TOTAL/LCR

4RUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO C.R. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS SETOR DE BIOQUÍMICA LACTATO SANGUE TOTAL/LCR POP n.º: B31 Página 1 de 6 1. Sinonímia: ÁCIDO LÁCTICO, ÁCIDO LÁTICO. Mnemônico: LTQ (Lactato no LCR). O Lactato no sangue faz parte do menu da gasometria arterial ou venosa (não tem um mnemônico exclusivo).

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO ABRIL/2016. 46ª ExpoAgro de Itapetininga. Julgamento 15 de abril de 2016

BOLETIM INFORMATIVO ABRIL/2016. 46ª ExpoAgro de Itapetininga. Julgamento 15 de abril de 2016 Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil BOLETIM INFORMATIVO ABRIL/2016 46ª ExpoAgro de Itapetininga Julgamento 15 de abril de 2016 Itapetininga - SP Av. Francisco Matarazzo, 455 Parque da Água

Leia mais

Boletim eletrônico. Anemia Infecciosa Equina. Ano1-Nº2 30 de Dezembro de 2010. IDAF/DDSIA/SEAR (Dados de janeiro a outubro de 2010) INTRODUÇÃO

Boletim eletrônico. Anemia Infecciosa Equina. Ano1-Nº2 30 de Dezembro de 2010. IDAF/DDSIA/SEAR (Dados de janeiro a outubro de 2010) INTRODUÇÃO Boletim eletrônico Epidemiológico Anemia Infecciosa Equina Ano-Nº 3 de Dezembro de. IDAF/DDSIA/SEAR (Dados de janeiro a outubro de ) EDITORIAL O boletim epidemiológico eletrônico é uma iniciativa do Departamento

Leia mais

Medicina Veterinária. BIO 3408-03S-20 - Citologia, Histologia e Embriologia II 60 - - 060

Medicina Veterinária. BIO 3408-03S-20 - Citologia, Histologia e Embriologia II 60 - - 060 Página 0001 de 0004 1º Período Não VET 3177-04S-20 - Anatomia Veterinária I 80 - - 080 6487-02S-20 - Bem-Estar Animal 20 20-040 BIO 0167-02S-20 - Bioestatística 40 - - 040 FAR 0534-04S-20 - Bioquímica

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 Descarte de resíduos infectantes e perfurocortantes. 1. Objetivo e aplicação Conforme as resoluções vigentes, os estabelecimentos de serviços de saúde são responsáveis pelo

Leia mais

Surto por Escherichia coli enterohemorrágica na Alemanha - Atualização. Infeções por Escherichia coli enterohemorrágica; síndroma hemolítica-urémica

Surto por Escherichia coli enterohemorrágica na Alemanha - Atualização. Infeções por Escherichia coli enterohemorrágica; síndroma hemolítica-urémica Digitally signed by Francisco Francisco Henrique Moura George DN: c=pt, o=ministério da Saúde, ou=direcção-geral da Saúde, Henrique cn=francisco Henrique Moura Moura George George Date: 2011.06.09 18:01:14

Leia mais

Nota técnica n.º 24 /2014 Recife, 21 de Agosto de 2014.

Nota técnica n.º 24 /2014 Recife, 21 de Agosto de 2014. Nota técnica n.º 24 /2014 Recife, 21 de Agosto de 2014. Assunto: orientações para ações de vigilância e serviços de saúde de referência para caso suspeito de Doença pelo Vírus Ebola A Secretária Estadual

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 364/2014 Isosource Soya

RESPOSTA RÁPIDA 364/2014 Isosource Soya RESPOSTA RÁPIDA 364/2014 Isosource Soya SOLICITANTE Dr. André Luiz Polydoro Juiz de Direito - Comarca de Santa Rita de Caldas/MG NÚMERO DO PROCESSO 0012218-08.2014.8.13.0592 DATA 09/07/2014 SOLICITAÇÃO

Leia mais

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA

TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA TESTES RÁPIDOS: CONSIDERAÇÕES GERAIS PARA SEU USO COM ÊNFASE NA INDICAÇÃO DE TERAPIA ANTI-RETROVIRAL EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Unidade de Assistência, Unidade de Laboratório e Rede de Direitos Humanos

Leia mais

É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.

É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Chikungunya O QUE É O que é Chikungunya? É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. O que significa o nome? Significa

Leia mais

Informe Técnico sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1

Informe Técnico sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 Informe Técnico sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 DOCUMENTO PARA COMUNIDADE MÉDICA Coordenação: Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Associação Médica Brasileira (AMB) Apoio

Leia mais

www.anvisa.gov.br INFORME TÉCNICO SOBRE A RDC Nº20/2011

www.anvisa.gov.br INFORME TÉCNICO SOBRE A RDC Nº20/2011 INFORME TÉCNICO SOBRE A RDC Nº20/2011 Orientações de procedimentos relativos ao controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição, isoladas ou em

Leia mais

SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 477/2013

SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 477/2013 SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 477/2013 Dispõe sobre a instituição do serviço de unidade Médico Veterinário Móvel, SAMUVET (Serviço de Atendimento Médico Móvel de Urgência Veterinário), para cães e

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE INFECÇÃO POR ENTAMOEBA HISTOLYTICA

DETERMINAÇÃO DE INFECÇÃO POR ENTAMOEBA HISTOLYTICA DETERMINAÇÃO DE INFECÇÃO POR ENTAMOEBA HISTOLYTICA/ENTAMOEBA DÍSPAR EM PACIENTES DO CENTRO EDUCACIONAL INFANTIL DE SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS, MT DETERMINATION OF INFECTION BY ENTAMOEBA HISTOLYTICA / ENTAMOEBA

Leia mais

ECHINOCOCCUS GRANULOSUS

ECHINOCOCCUS GRANULOSUS ECHINOCOCCUS GRANULOSUS ALMEIDA, Fabiana SPIGOLON, Zenilda NEGRÃO, Arthur José Discentes do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Garça NEVES, Maria Francisca

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO SOLICITAÇÃO DE TRANSFUSÃO: ROTINA E EMERGÊNCIA

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO SOLICITAÇÃO DE TRANSFUSÃO: ROTINA E EMERGÊNCIA PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO SOLICITAÇÃO DE TRANSFUSÃO: ROTINA E EMERGÊNCIA Versão: 06 Código: STROEM 02 Paginação: 1 de 36 Elaborado: Hildenete Monteiro Fortes Assinatura: Aprovado e liberado por:

Leia mais

PASSO 1: ANTES DE MANUSEAR A AMOSTRA, PREPARAR TODOS OS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE

PASSO 1: ANTES DE MANUSEAR A AMOSTRA, PREPARAR TODOS OS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE Transporte no País: Como enviar com segurança amostras de sangue humano de casos suspeitos de Ebola dentro do país por meio de transporte rodoviário, ferroviário e marítimo PASSO 1: ANTES DE MANUSEAR A

Leia mais

Cólera e Escarlatina

Cólera e Escarlatina Cólera e Escarlatina Nome do Aluno Daiane, Lisandra e Sandra Número da Turma 316 Disciplina Higiene e Profilaxia Data 30 de Maio de 2005 Nome da Professora Simone Introdução O presente trabalho irá apresentar

Leia mais

Questionário Proficiência Veterinária

Questionário Proficiência Veterinária Tema Elaborador Caso Clínico PARASITOSE EM AVES Daniel de Almeida Balthazar, Zootecnista e Médico Veterinário, Clínica e Cirurgia de animais selvagens e domésticos. Em uma criação de perus com aproximadamente

Leia mais

Médico Veterinário. 12) A respeito da Vaccinia marque a alternativa que contenha a informação correta.

Médico Veterinário. 12) A respeito da Vaccinia marque a alternativa que contenha a informação correta. Médico Veterinário 11) Analise as frases abaixo e selecione a opção que contenha a sequência correta das denominações dadas aos eventos descritos a respeito da replicação dos vírus na célula. - Envolve

Leia mais

ABNT NBR 12808: CLASSIFICAÇÃO. BIOL. MARIA MÁRCIA ORSI MOREL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LIMPEZA PÚBLICA - ABLP- 11, abril, 2016

ABNT NBR 12808: CLASSIFICAÇÃO. BIOL. MARIA MÁRCIA ORSI MOREL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LIMPEZA PÚBLICA - ABLP- 11, abril, 2016 T BIOL. MARIA MÁRCIA ORSI MOREL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LIMPEZA PÚBLICA - ABLP- 11, abril, 2016 I. CONSIDERAÇÕES INICIAIS I.1 RSS EM SÃO PAULO: UMA VISÃO TEMPORAL 1950 LEI ESTADUAL 1561-A DE 29/12/1951,

Leia mais

Ano VI Número 11 Julho de 2008 Periódicos Semestral. Bunostomíase

Ano VI Número 11 Julho de 2008 Periódicos Semestral. Bunostomíase Bunostomíase BATAIER, Miguel Neto SANTOS, William Ribeiro Martins dos INFORZATO, Guilherme Repas Discentes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Garça NEVES, Maria Francisca Docente da Faculdade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIAL SC - SECRETARIA DE SAÚDE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 006 2016 CADERNO DE PROVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIAL SC - SECRETARIA DE SAÚDE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 006 2016 CADERNO DE PROVA 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE INDAIAL SC - SECRETARIA DE SAÚDE PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 006 2016 CADERNO DE PROVA 14 DE MAIO Das 14 às 17: 30 horas 3 horas e 30 minutos de duração 30 QUESTÕES AGENTES COMUNITÁRIOS

Leia mais