Natureza / Características / Etapas / Organização / Funcionamento. Marlene Valéria - Emerson

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1 Natureza / Características / Etapas / Organização / Funcionamento Marlene Valéria - Emerson

2 Entender o que é uma reunião mediúnica. Saber identificar uma reunião mediúnica pela sua natureza e característica. Compreender a organização, etapas e funcionamento de uma reunião mediúnica.

3 Atividade privativa, na qual se realiza assistência aos espíritos necessitados (encarnados ou desencarnados), constituída de pessoas, trabalhadores de uma casa espírita, que tenham conhecimento da doutrina, que possuam conduta moral equivalente com o trabalho a ser realizado e que estejam sintonizadas num mesmo objetivo.

4 Frívolas (leviana, enganadora) o Composta por pessoas com interesses fúteis e pessoais. o Participação exclusiva de espíritos levianos e brincalhões. o Espíritos elevados não comparecem a atividades dessa natureza.

5 Experimental o Tem por principal objetivo a produção de fenômenos físicos. o Na época de Kardec, onde esses fenômenos eram mais comuns, se utilizavam desse tipo de reunião para realização de estudos sobre a doutrina dos espíritos. o Reuniões sérias, dirigidas por pessoas devidamente preparadas produziam fenômenos de materialização. o Hoje, não é comum a realização de reuniões dessa natureza nos moldes de antigamente, porém ainda se realizam na forma de doação fluídica, irradiação mental, magnetização da água.

6 Instrutivas o São reuniões sérias, que tem por objetivo principal a orientação dos encarnados e desencanados a respeito dos mais diversos assuntos nos campos da ciência, filosofia e moralidade. o São dirigidas no plano espiritual por espíritos esclarecidos, que em algumas vezes se comunicam para orientar e esclarecer a respeito do trabalho a ser realizado. o É necessário ter cautela a respeito de alguns ensinamentos transmitidos nas reuniões, mesmo que esses utilizem uma linguagem imponente.

7 A influência moral dos participantes garantem ou não o caráter de seriedade de um reunião. Cogitam exclusivamente de coisas úteis. Nunca como passatempo ou diversão. A reunião é privativa e com número limitado de participantes. Deve haver um esforço do grupo participante da reunião para que a harmonia seja imperativa no grupo. É necessário ter a ideia do ser coletivo, feixe na atividade a ser realizada.

8 Estudar muito e sempre trabalhar pela própria iluminação. Evangelizar-se primeiramente antes de realizar qualquer trabalho doutrinário no campo mediúnico. Ter assiduidade, pontualidade nas reuniões e fidelidade a Jesus e Kardec.

9 O amor e a simplicidade devem figurar nos sentimentos. Devem ser disciplinadas com relação aos horários de início e fim. A Equipe espiritual não se atrasa. Leon Denis recomenda de 10 a 12 participantes, já André Luiz diz que podem acontecer com até 14 participantes. O tempo total de uma reunião mediúnica não pode ser superior a 2 horas. Deste total, 60 minutos, no máximo, devem ser de manifestações mediúnicas. O tempo restante será utilizado para as outras etapas da reunião. A periodicidade deve ser semanal ou quinzenal a ser estipulada pela direção da casa Espírita.

10 É muito importante a assiduidade e pontualidade da equipe na realização da tarefa. No processo de renovação da equipe da reunião mediúnica membros antigos devem ficar na sua maioria, para que mudanças (ritmo, harmonia...) bruscas não aconteçam. De tempo em tempos pode haver renovação de membros da equipe. Participantes faltoso ou impontuais devem ser investigados para se saber o motivo da falta de comprometimento com a atividade. Devem acontecer exclusivamente numa casa Espírita.

11 A reunião deve ser realizada num local onde seja possível garantir silêncio respeitável e harmonia vibratória, elementos favoráveis à manifestação de Espíritos necessitados de auxílio. A simplicidade deve ser a tônica do ambiente As comunicações dos Espíritos devem ocorrer de forma espontânea, segundo programação determinada pelos Mentores Espirituais, evitando-se as evocações.

12 A iluminação deve ser graduada para permitir uma melhor concentração dos participantes. Um vasilhame com água para fluidificação, deve ser mantido afastado da mesa para evitar incidentes. Sobre a mesa devem constar apenas lápis, papel, livros e um gravador para registrar a reunião.

13 Exercitar a faculdade mediúnica de forma saudável e harmonizada com o Espiritismo e com o Jesus. Manter intercâmbio com os espíritos desencarnados. Auxiliar encarnados e desencarnados. Cooperar com os benfeitores espirituais. Exercitar a humildade, a fraternidade e solidariedade.

14 Dirigente e Substituto o Liderar a reunião mediúnica afim de que os objetivos sejam alcançados. o Estimular a equipa ao estudo contínuo. o Deve ser um exemplo em ações e pensamentos para a equipe. Médiuns Ostensivos o Ser o intermediário da comunicação. o Permitir a comunicação com o menor animismo possível.

15 Médiuns Esclarecedores o Dialogar com os Espíritos comunicantes. o Ter domínio profundo do evangelho de Jesus e fluidez nas palavras. o Saber ouvir. o Fazer intervenções nas horas certas para aplicação de terapias complementares. o Fazer esclarecimento através da reflexão.

16 Assistentes Participativos o Ajudar a manter o padrão de vibração da reunião, através da concentração e da prece. o Ter consciência de que está na reunião não como um espectador e sim como um membro atuante, irradiando continuamente pensamentos e energias positivas para todos os participantes da reunião, encarnados e desencarnados.

17 Abertura o Exemplo 1: Leitura de um texto evangélico-doutrinário. Prece inicial (não mais que 2 minutos). Leitura e comentário do Evangelho (não mais que 15 minutos). o Exemplo 2: Leitura do Evangelho Prece (não mais que 2 minutos). Saudações

18 Desenvolvimento o É a fase mais importante da reunião, onde todos os esforços convergem para o sucesso da mesma. o As comunicações psicofônicas devem alternar-se entre os médiuns. Deve-se evitar o monopólio das mesmas. o Eventualmente pode-se, paralelamente, ocorre comunicações psicográficas. Isso vai depender da disposição e programação da equipe, encarnada e espiritual, que estiver realizando o trabalho. Em alguns grupos o momento psicofonia é diferente do momento da psicografia.

19 Desenvolvimento o O médium deve controlar o tom de voz para manter a harmonia do ambiente. o Os diálogos não devem ser muito longos ou curtos. o Deve-se evitar as evocações. Cabe a direção espiritual da reunião a seleção dos espíritos comunicantes. o Mais comum nas reuniões de desobsessão, há uma comunicação, no início, de um orientador afim de realizar explicações a respeito do trabalho a ser realizado.

20 Encerramento o Concluída a fase dos diálogos, são feitas vibrações a certa da atividade realizada seguida da prece final. o As vibrações e prece não devem se estender além do horário da reunião. o Após a prece, a luz é restabelecida por completo na sala e é iniciado o processo de avaliação da reunião. o A avaliação é uma excelente ferramenta para verificar possíveis necessidades de melhoramento de cada participante, bem como, melhoramento do grupo, nos aspectos da coletividade.

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