Secretária-Geral da Presidência da República - SG/PR Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD

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1 Secretária-Geral da Presidência da República - SG/PR Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD Projeto BRA/12/018 Desenvolvimento de Metodologias de Articulação e Gestão de Políticas Públicas para Promoção da Democracia Participativa Produto 2: Documento contendo metodologias para identificação de públicos e interlocutores do Portal da Participação Social e estratégias para ativação de organizações e redes para disseminação dos conteúdos do projeto e implementação de práticas horizontais e colaborativas na elaboração de políticas públicas Consultora: Grazielle Machado Fernandes Contrato nº: 2013/ Edital 020/2013 perfil 2

2 Sumário 1- INTRODUÇÃO O QUE É O PARTICIPA.BR IDENTIFICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DE PÚBLICOS PÚBLICO INTERNO (AGENTES E ÓRGÃO PÚBLICOS) Comunidades com processos de participação em curso Divulgação das comunidades (exemplos de textos publicados na home do Participa.br) PÚBLICO EXTERNO (SOCIEDADE CIVIL) INSTÂNCIAS E MECANISMOS DE PARTICIPAÇÃO EXEMPLOS DE PRÁTICAS QUE PODEM SER INCORPORADAS AO PARTICIPA.BR Gabinete Digital RS Gabinete Digital de Caruaru Webcidadania Xingu - Cidade Democrática MOBILIZAÇÃO SOCIAL X ENGAJAMENTO DE AGENTES PÚBLICOS METODOLOGIA E CRONOGRAMA DE TRABALHO RELACIONAMENTO, O QUE DIFERENCIA PARTICIPA.BR ANEXOS: - CONTEÚDOS JÁ PRODUZIDOS... 25

3 1- Introdução A internet revolucionou mundo e a forma de se comunicar. As novas tecnologias de informação e comunicação encurtam distâncias ao aproximar pessoas; originam novas dinâmicas e, por vezes, eliminam o papel do mediador, ou seja, os usuários têm a possibilidade de manter uma comunicação cada vez mais horizontal. Além disso, o ambiente on-line propicia, e potencializa, a produção e a distribuição do conhecimento. Se em 1450, a prensa de Gutenberg 1 precisou de cinco anos para concluir a impressão do seu primeiro livro (a Bíblia Cristã), hoje, em 2014, somente a Fundação Biblioteca Nacional 2 possuí um acervo on-line com mais de exemplares - obras que já foram impressas e agora encontram-se, também, digitalizadas. A vasta produção e distribuição de conteúdos e as diversas formas de interação on-line possibilitadas pela internet acabam por resumir a era da sociedade em rede. Onde, cada ser tem a possibilidade de se interconectar e difundir conteúdos. Essa nova forma de organização social fez surgir uma verdadeira crise de legitimidade da representação política tradicional, é neste contexto que a plataforma Participa.br foi arquitetada. Numa perspectiva histórica mais ampla, a sociedade em rede representa uma transformação qualitativa da experiência humana (Manuel Castells) Com o Participa.br - Plataforma Federal da Participação Social - o Governo Federal busca responder ao que talvez seja o maior desafio dos governos democráticos no século XXI: como 1 2

4 usar o potencial de organização em rede e disseminação de conteúdos que a internet proporciona para ampliar a participação social e promover a criação de políticas públicas. O presente trabalho visa descrever as formas e metodologias de participação social previstas no Participa.br; estratégias a serem adotadas para identificação e mobilização de atores; bem como a descrição de mecanismos a serem utilizados para a elaboração de políticas publicas de forma colaborativa. 2- O que é o Participa.br O Participa.br é a Plataforma Federal da Participação Social. Trata-se de mais um espaço para participação social no Brasil, escuta e diálogo entre o Governo Federal e a Sociedade Civil. Ligado à Secretaria-Geral da Presidência da República, o espaço busca permitir que o cidadão, entidades e outros atores sociais possam influenciar na gestão pública e exerçam maior controle social sobre o Governo e as políticas públicas. A plataforma, totalmente desenvolvida em software livre, tem como missão desenvolver práticas inovadoras de participação via internet e oferta de espaços de manifestação e debate para qualquer cidadão ou organização, com o intuito de construir políticas públicas cada vez mais eficazes e efetivas. 3- Identificação e mobilização de públicos Para dar folego inicial à Plataforma, a equipe trabalha para identificar atores públicos e privados que demonstrem interesse em utilizar os espaços e mecanismos disponíveis no Participa.br.

5 Entidades públicas interessadas em realizar uma consulta pública, por exemplo; agentes públicos com interesse em divulgar mecanismos de participação já estabelecidos. Grupos da sociedade civil engajados em torno de temas sociais, mas que não dialogam com o Governo. As citações acima, são exemplos de casos que a equipe se empenha em detectar e fazer contato para compor os espaços que a Plataforma já disponibiliza. A medida que esses atores (públicos e privados) se apoderam das ferramentas, ou seja a medida que os atores criam comunidades, o Participa.br ganha força, torna-se conhecido e confiável e outros atores tendem a se apoderar e complementar os debates propostos. Nos itens abaixo detalhamos formas de como a equipe pode ampliar a mobilização. Primeiro, faz necessário explicar o que, no contexto do Participa.br, quer dizer o termo comunidade : Espaço temático onde espera-se que ocorram debates em torno de temas prédefinidos. Nas comunidades Governo e Sociedade Civil tem a possibilidade de debater e deliberar a respeito do tema escolhido. Qualquer pessoa, grupo ou entidade (pública ou privada) pode sugerir temas e/ou criar comunidades, porém alguns aspectos precisam ser observados para que a comunidade fique ativa. Primeiro, é preciso delimitar o tema. Por exemplo, é possível discutir segurança. Mas exatamente sobre o que a comunidade vai debater? Segurança pública, segurança nos presídios, segurança na copa, etc. Segundo, é preciso responder: o que esse debate pretende gerar para a sociedade. Terceiro, a comunidade precisa ser formada por agentes públicos e sociedade civil (a equipe terá o papel de mediadora) assim os debates propostos sempre poderão resultar em políticas públicas.

6 3.1- Público interno (agentes e órgão públicos) As comunidades já estabelecidas no Participa.br foram, na sua maioria, detectadas pela equipe - que trabalha para auxiliar os novos integrantes até que todos tenham autonomia para debater, mobilizar, divulgar debates e consolidar as novas políticas públicas.

7 Governo do Distrito Federal, Controladoria Geral da União, Ministério da Justiça e Presidência da República são entes que já estabeleceram comunidades ativas e utilizam o Participa.br para ampliar a participação social nos processos já estabelecidos Comunidades com processos de participação em curso As comunidade ativas podem ser visualizadas no endereço Abaixo estão listadas as iniciativas que já geram políticas públicas: - Comunidade da Ouvidoria-Geral da União (http://www.participa.br/ouvidorias) Neste espaço, os processos de participação social visam colher contribuições da sociedade para que o Sistema de Ouvidorias Públicas Federais seja consolidado. Os moderadores optaram por realizar um consulta para colher contribuições que pudessem ser incorporadas ao texto final.

8 - Agente de Inclusão Digital (http://www.participa.br/inclusaodigital) A comunidade realizou uma série e de debates para elaboração de referenciais curriculares do curso de Agente de Inclusão Digital. A Consulta Pública foi iniciada com a palestra Formação de Agentes de Inclusão Digital via Pronatec - construção participativa, realizada durante a 12ª Oficina de Inclusão Digital e Participação Social.

9 Após a abertura do processo de construção coletiva, o modelo de Plano de Curso, instrumento que subsidiou o debate, ficou por cerca de 50 dias na plataforma Participa.BR. Neste período, atores ligados às políticas de Inclusão Digital no Brasil ajudaram a conceber o processo formativo desta nova profissão. - 1ª Conferência Nacional sobre Migrações e Refúgio (http://www.participa.br/comigrar) Iniciativa governamental inovadora na abordagem da questão migratória no Brasil, com mobilização nacional e internacional dos diversos atores interessados no tema e na discussão dos conceitos centrais da política migratória. Seu objetivo é reunir migrantes, profissionais envolvidos na temática migratória, estudiosos, servidores públicos, representações diversas que vivenciam a realidade da migração e do refúgio,

10 para uma reflexão coletiva e elaboração de aportes para a construção da Política e do Plano Nacionais de Migrações e Refúgio. - Educação Popular (http://www.participa.br/educultura) Espaço visa debater as bases da Política Nacional de Educação Popular. Política pública, voltada para o fortalecimento de práticas de educação emancipatórias. A proposta é uma iniciativa da Secretaria Geral da Presidência da República a partir do Departamento de Educação Popular e Mobilização Cidadã, que objetiva complementar o debate sobre a participação social na formulação, implementação e acompanhamento de políticas públicas e fortalecer práticas educacionais emancipatórias.

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12 Divulgação das comunidades (exemplos de textos publicados na home do Participa.br)

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14 3.2- Público externo (sociedade civil) Os atores da sociedade civil com potencial de mobilização, ou seja, grupos socialmente organizados, mas que, como citado anteriormente, por algum motivo não dialogam com agentes públicos. A equipe trabalha para identificar tais atores, traduzir as pautas e dar início a debates temáticos que possam resultar em políticas públicas. Esse trabalho, é realizado com a ajuda do monitoramento das principais redes sociais (Facebook, Twitter, blogs). 4- Instâncias e mecanismos de Participação A participação social pode ser entendida como instrumento para a construção e consolidação da cidadania, especialmente, no âmbito da Administração Pública. A Constituição Federal brasileira

15 - promulgada em exige que o país seja regido por normas democráticas e com respeito aos direitos e garantias do povo brasileiro, dentre as quais está a participação social. Liberdade de expressão, exercício do voto, formação de conselhos, realização de conferências, consultas públicas, ouvidorias, audiências públicas, orçamentos participativos, associações, sindicatos e leis de iniciativa popular são exemplos de instâncias de participação social garantidas no texto constitucional e em outros mecanismos legislativos. A participação social com vistas ao aprimoramento e/ou criação de políticas públicas são o que embasam o trabalho realizado pela equipe Participa.br. Tendo como base os mecanismos de participação social citados acima, listamos as instâncias disponibilizadas pela Plataforma para que a sociedade em rede possa de fato participar e intervir nas políticas de governo: fórum, discussão de documentos, votação por pares, enquetes, debates, transmissão com chat mediado e conferência virtual. A integração de mecanismos e instâncias tem o poder de gerar o chamamos de vértices da participação social on-line. Onde a escolha dos mecanismos pode, e deve, se adequar às instâncias já consolidadas para, assim, possibilitar a massificação da participação social no Brasil.

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17 4.1 - Exemplos de práticas que podem ser incorporadas ao Participa.br Gabinete Digital RS Criado em maio de 2011, o Gabinete Digital 3 reúne um conjunto de ferramentas e metodologias para a construção colaborativa de políticas públicas. Em 2012 a iniciativa realizou a maior consulta pública online do Brasil e ajudou a definir as 10 ações prioritárias para a segurança nas ruas e estradas do Rio Grande do Sul. Foram mais de 240 mil votos. A ferramenta utilizada pela equipe do Gabinete Digital - All Our Ideas - permite que a sociedade responda perguntas diretas (priorização de ideias) e/ou faça sugestões referentes ao tema proposto. As questões mais votadas tem potencial para se tornar política pública de fato. Atualmente o site do Gabinete Digital abriu espaço para a fiscalização de obras públicas. Qualquer cidadão poderá visualizar as fotos das obras em andamento, fazer criticas ou sugestões e, a cada 30 dias, o Governador deverá se manifestar em vídeo sobre as obras mais acessadas e fiscalizadas. Os canais abertos pelo Gabinete Digital já propiciaram importantes resultados como a geração de políticas públicas e definição de ações pelo Governo do Rio Grande do Sul. Além de ter se tornado objeto de estudo de acadêmicos e universidades nacionais e internacionais, experiências colocadas em prática pelo Gabinete Digital começam a ser replicadas por governos de outros estados e países Site Gabinete Digital/sobre 3 https://gabinetedigital.rs.gov.br/

18 Gabinete Digital de Caruaru O município pernambucano incorporou novas ferramentas online de participação no primeiro semestre de De acordo com o site a plataforma é "um canal de diálogo entre a gestão e a sociedade vinculada. Onde o cidadão possa tornar a gestão cada vez mais colaborativa e participativa, a partir de mecanismos virtuais, fortalecendo valores democráticos.. Atualmente duas iniciativas de participação social estão em andamento: Prefeito Reponde, onde a população pode enviar questões e o prefeito se compromete a esclarecer as mais votadas. E a Agenda Colaborativa, na qual a população tem a possibilidade de interferir diretamente na agenda presencial do prefeito, basta sugerir um tema e local para debate, os mais votados recebem a presença do prefeito. 4

19 Webcidadania Xingu - Cidade Democrática O Concurso de Ideias "Webcidadania Xingu" 5, premiou as melhores propostas para o desenvolvimento regional sustentável da região. A primeira fase foi de "inspirações", onde os participantes puderam conhecer exemplos de iniciativas sociais de outras regiões. Em seguida os moradores puderam priorizar e sugerir ações. O Webcidadania Xingu foi promovido dentro do eixo Inclusão Social e Cidadania do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável (PDRS) do Xingu, criado em 2010 pelo Governo Federal, com o objetivo de promover políticas públicas que melhorem a qualidade de vida da 5

20 população que habita a área da bacia do Xingu. As propostas mais votadas, portanto vencedoras do Concurso, foram entregues ao Comitê Gestor do PDRS Xingu. 5- Mobilização social X Engajamento de agentes públicos Foram realizadas, no Brasil, 87 conferências setoriais com a participação de mais de sete milhões de pessoas de 2003 a 2012, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Educação, Cultura, Cidades, Esportes, Meio Ambiente, Saúde Indígena, Igualdade Racial, entre outros temas, são tratados nas diversas etapas de cada uma. Propor diretrizes e definir prioridades para políticas públicas são os principais objetivos das conferências.

21 A consolidação das conferências é um dos fatores que tem tornado o Brasil referência no uso de mecanismos de diálogo e controle social das políticas públicas. Por meio desse mecanismo o Governo tem conseguido manter interlocução com diversos segmentos da sociedade civil, estados e municípios. Porém, é preciso ir além, ou seja, os mecanismos formais de particiapação social - não apenas as conferências, mas conselhos nacionais, ouvidorias, mesas de diálogo, audiências públicas, etc - precisam incorporar as novas mídias e se redesenhar para dialogar com a sociedade em rede de que falamos na introdução deste documento. Trazer representantes e participantes das conferências nacionais para o Participa.br é um caminho para que as essas instâncias já consolidadas de participação social possam de apropriar dos mecanismos oferecidos pela plataforma e assim engajar nova parcela da sociedade Metodologia e cronograma de trabalho Utilizar a ferramenta chamada de empreendimento no noosfero - no âmbito do Participa.br adotaremos a momenclatira organizações - para mapear e listar os Conselhos Nacionais, Federais e Municipais. Partindo da premissa que os conselhos participam de forma direta ou indireta para a realização das conferências. Após o levantamento dos dados cada conselho deverá se tornar uma organização no Participa.br. Em seguida a equipe fará contato com cada representante para que as organizações se tornem ativas. Sobre a funcionalidade - Os usuários podem adicionar organizações aos favoritos ou eles podem fazer parte de uma relação com alguma comunidade (possibilitando a sinergia entre agentes, usuários e instância de participação social). As organizações tem perfil diferente dos usuários e comunidades, porém as funcionalidades são similares. organizações tem dono ou

22 representante. De forma simplória: as comunidades agregam pessoas com interesses comuns, já as organizações são entes previamente estabelecidos. Cronograma de trabalho e resultados esperados - 10/03/2014 a 21/03/ levantamento dos conselhos nacionais, estaduais e municipais 24/03/2014 a 04/04/204 - cadastro dos dados na plataforma 07/04/2014 a 30/04/204 - contato com entidades para que as organizações se tornem ativas no Participa.br Após a etapa de levantamento dos dados, cadastro e contato. Os representes poderão utilizar os mecanismos oferecidos pela plataforma para realizar ou desenvolver novos processos de participação social. A sinergia entre o Participa.br e outras redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) fará com os debates propostos alcem outros atores da sociedade civil que podem, e devem, ser incorporados nas discussões. 6- Relacionamento, o que diferencia Participa.br No cenário atual - onde a sociedade tende a se organizar em rede e as novas tecnologias de informação e comunicação encurtam distâncias ao aproximar pessoas - as estratégias de comunicação precisam ter como foco o relacionamento. Não é por acaso que as redes sociais ganham espaço, segundo pesquisas, em cada 10 brasileiros, quatro utilizam as redes sociais para comunicação, relacionamento, pesquisa de marca e outras atividades.

23 O Participa.br tem a oportunidade de se tornar referencia de relacionamento entre Governo e Sociedade. Além da plataforma institucional, os perfis criados nas principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Google Plus) podem adotar a chamada comunicação 2.0. Nós não buscamos mais pelas notícias. As notícias é que nos encontram, escreveu Erik Qualman, no seu livro Socialnomics. A comunicação do Participa.br precisa funcionar de forma simular ao principio citado, ou seja, estar alinhada com o que é dito nas principais redes sociais e nas comunidades internas. Quatro eixos principais devem nortear a maneira de se comunicar: Escutar - perceber como e quais são os temas mais comentados nas redes socais e como esses temas podem ser debatidos com vistas a criação de comunidades para debate de novas politicas públicas. Participar - Comentar, responder. Construir relacionamento com pessoas e intituições para gerar um engajamento real. Contribuir - Serviços, informações, conteúdo inédito, entretenimento e apresentação de propostas Mensurar - apresentação periódica de resultados.

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25 6- Anexos: - conteúdos já produzidos - Resposta aos questionamentos (exemplo)

26 - Apresentação do Participa.br (resumo das principais funcionalidades

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