Estudo Fenomenológico da Atividade Matemática Apresentada por um Grupo de Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

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1 Estudo Fenomenológico da Atividade Matemática Apresentada por um Grupo de Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) VIANA, Elton de Andrade 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo do trabalho. Considerando uma discussão, sob o prisma da Fenomenologia desenvolvida por Edmund Husserl e Merleau-Ponty, e pensando nas alteridades observadas no sistema educacional brasileiro, trazemos como proposta uma atenção científica ao grupo de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O cotidiano como professor responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE) na rede municipal de ensino da cidade de São Paulo possibilitou uma vivência ímpar no que se refere ao saber e o fazer dos autistas, fortalecendo um reconhecimento das práticas deste grupo e a relevância de uma pesquisa justificada na presença crescente dos autistas nas escolas regulares, presença cada vez mais observável desde a introdução do movimento de uma 'educação para todos'. Como objetivo, pretende-se descrever as práticas de atividade matemática, observadas nos momentos de AEE oferecido a um grupo de seis educandos com TEA em uma das escolas de ensino fundamental da cidade de São Paulo, buscando como resultado uma compreensão da relação entre os atos característicos deste grupo e a atividade matemática, além da elaboração de um material dissertativo que contribua para outras pesquisas que abordem a presença dos autistas no ensino regular. A pesquisa tem uma abordagem qualitativa e a coleta de dados é fundamentada na observação participante. Já a análise dos resultados é regida por uma postura fenomenológica, resultando em uma proposta de investigação que traz como impacto na Educação Matemática o reconhecimento do grupo de autistas no ambiente escolar e a respectiva atividade matemática apresentada na interação desse grupo. Palavras-chave: Autismo. Fenomenologia. Educação Especial Justificativa Introduzo com a análise de dois termos utilizados no Brasil tanto no Império como na República e que articularam designações relevantes na educação: normal e anormal. Os termos normal e anormal têm a origem etimológica no latim norma que significa régua, regra e também do grego gnomom, esquadro (BAGNO, 2001) o que por si, já denota a tendência de estas palavras se aproximarem do território da comparação, do mensurar, do seguir de um padrão e porque não dizer, também do compatibilizar. A utilização destas expressões no universo pedagógico brasileiro foi muito ampla no início do século XX, quando com a concepção da curva normal, as expressões normal e anormal passam a distinguir o perfil dos educandos, classificados em normais, supernormais ou precoces e subnormais ou tardos (MELLO, 1917). 1 Universidade Estadual Paulista UNESP Campus de Rio Claro, orientador: Prof. Dr. Roger Miarka

2 No entanto, antes desta preocupação em classificar os alunos em normais ou anormais, já é possível observar na história que há uma tímida preocupação em propor uma educação que contemple a todos, sem privilegiar grupos em detrimento de outros. Refiro-me à Constituição Política do Império do Brazil de 1824 a primeira constituição política do país que já garantia de forma inviolável no seu artigo 179, inciso XXXII: a instrução primária, e gratuita a todos os cidadãos (BRASIL, 1824). O fator inovador na atual Constituição de 1988, passou a ser então os [...] instrumentos viabilizadores do direito à educação [...]: o mandado de segurança coletivo, o mandado de injunção e a ação civil pública (PRIETO, 2006, p. 50). Podemos observar que no período imperial do Brasil, há uma tendência de se trilhar uma educação para todos, mas no início do século XX, um olhar pedagógico para o diferente ganha força, culminando em implicações sociais que se darão como fruto de um atendimento à diversidade de educandos nas escolas brasileiras. No Brasil, tem grande importância documentos que sugerem a adequação curricular, como o Parecer nº 17/2001 do Conselho Nacional de Educação (CNE) (BRASIL, 2001, p. 27). A adequação curricular, compreendida ora como flexibilização e ora como adaptação, é explicitada já no final do século XX, sendo importante ressaltar, como afirma Valle e Maia (2010), a distinção existente entre adaptação e flexibilização, buscando enumerar aspectos que possam garantir a [...] flexibilização para todos (com ou sem deficiência) e a adaptação para alguns (que necessitam de apoio generalizado) [...] (p. 25). É nesta trajetória constituída por tentativas em criar fronteiras entre normais e anormais junto a uma busca de educação adequada aos diferentes grupos de educandos, que encontramos um grupo de pessoas que apresentam características próprias e distintas das diferentes alteridades. Neste grupo, assumimos os autistas, identificados por Leo Kanner em pesquisas ocorridas em 1943, como sujeitos com comunicação e interação diferenciadas. É diante do grupo de alunos autistas que passamos a refletir sobre a sua recente chegada às escolas de Educação Básica e as dificuldades pertinentes a interação entre autistas e nãoautistas, como também entre autistas e autistas. Baseando-se no princípio de 'educação para todos' é que este movimento de 'inclusão' de alunos com autismo torna-se tema de pesquisa atual e relevante para a educação matemática, desembocando na aplicabilidade dos estudos aqui propostos na área da Educação Matemática, por meio de fornecimento de material

3 científico para aprofundamento deste tema por outras pesquisas que tragam no seu cerne a atividade matemática observada na parcela da população atualmente conhecida como autista. O projeto de pesquisa aqui apresentado procura apresentar uma síntese do que encontramos como possibilidade multidisciplinar de pesquisa na área da Educação Matemática e da Educação Especial, sem a pretensão de tornar-se um tratado exaustivo. Logo, é partindo do grupo de indivíduos autistas, i. e., com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a atual denominação dada ao autismo pela American Psychiatry Association (APA, 2013) e que adotamos neste trabalho para fins terminológicos, que interessa uma investigação do explicar, do entender, do conhecer, do aprender para saber e fazer, que são próprias deste grupo de pessoas que cada vez mais estão frequentando as escolas regulares de educação básica, e perpassando pelo ensino da matemática escolar, sendo esta investigação a possibilidade de beneficiarmos educadores e estudantes no que tange a interação escolar entre as pessoas com ou sem TEA e o conhecimento sobre a atividade matemática apresentada por este grupo. Revisão científica do tema O TEA tem se tornado um campo de pesquisa multidisciplinar que abarca cada vez mais adeptos na academia em busca da compreensão deste grupo de sujeitos quanto à interação social e sua existência. Nas últimas décadas, destacam-se pesquisas com caráter antropológico (BIALER, 2012; MENK, 2007), filosófico (BRAGA, 2007), metodológico (MARFINATI, 2012; MAZETTO, 2010) e político (BERNAL, 2010; MIRANDA, 2012), no entanto, ainda é notável uma ausência de um trabalho na área da Educação Matemática tratando do grupo de pessoas com autismo e a respectiva atividade matemática produzida pelo mesmo. Caracterizadas na legislação e manuais da área da saúde como pessoas que apresentam dentre alguns déficits, uma deficiência significativa na comunicação (APA, 2013; BRASIL, 2012; OMS, 2007), os educandos com TEA tornam-se sujeitos que concretizam tempo e espaço vividos de uma forma peculiar no ambiente escolar. Esta observação, articulada com os estudos da escola filosófica da Fenomenologia no que tange ao entendimento do mundovida, i. e., modos de ser no espaço e no tempo, junto a uma convivência com outros seres, explicações e conhecimento humano (BICUDO, 2010) possibilitou o delineamento desta proposta de pesquisa na área da Educação Matemática, já que há uma lacuna considerável

4 nas produções acadêmicas referentes a estudos sistematizados sobre a atividade matemática produzida pelo grupo de pessoas com TEA no ambiente escolar. Problema de pesquisa O meu cotidiano de trabalho como docente na Educação Básica permitiu que reflexões fossem produzidas tendo em vista um aperfeiçoamento da prática pedagógica e a identificação de temas merecedores de uma discussão no âmbito acadêmico, dentre eles, a presença dos alunos comumente conhecidos como autistas matriculados na rede pública de ensino. Adquirindo na minha carreira como docente de escolas públicas, dez anos de experiência no magistério, sendo os últimos cinco anos no exercício da função de Professor de Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI) na rede municipal de ensino da cidade de São Paulo, a Educação Especial como modalidade da educação escolar, tornou-se um tema relevante no que se refere a minha busca por formação continuada e discussões pedagógicas sobre as peculiaridades das pessoas com deficiência, principalmente o grupo de educandos com TEA 2. Logo, é sob o solo fértil da minha experiência profissional e dos estudos fenomenológicos, que cunhei uma questão problematizadora digna de investigação acadêmica: como o sujeito com transtorno do espectro autista produz a atividade matemática? Objetivos O objetivo geral deste projeto de pesquisa é ampliar os conhecimentos ligados a forma de interação dos educandos com TEA e sua pertinência na atividade matemática que tornam observável nos seus atos 3. Como objetivo específico desta pesquisa, pretendo descrever as práticas de atividade matemática, observadas nos momentos de Atendimento Educacional Especializado (A.E.E.) oferecido a um grupo de educandos com TEA em uma das unidades 2 Neste projeto de pesquisa, considera-se que as pessoas com Transtorno do Espectro Autista são pessoas com deficiência, conforme sancionado na Lei nº , de 27 de dezembro de 2012, e que está em vigor no Brasil atualmente. 3 Os atos são entendidos no âmago fenomenológico nas três ordens em que se classificam: atos corpóreos, atos psíquicos e atos espirituais, concebendo no seu conjunto os atos perceptivos, que é o primeiro nível da consciência. (ALES BELLO, 2006).

5 educacionais da rede municipal de ensino da cidade de São Paulo por meio de uma investigação fenomenológica. Metodologia e materiais Universo de pesquisa O universo de pesquisa é composto por um determinado número de estudantes com TEA que participam do Atendimento Educacional Especializado (AEE) oferecido na Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI) durante o ano letivo de 2014 na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Henrique Felipe da Costa Henricão, uma das unidades educacionais da Rede Municipal de Ensino da Cidade de São Paulo, localizada na cidade de São Paulo, no distrito do Itaim Paulista e bairro Jardim Campos. Participantes Tomando como a homogeneização o tipo de amostra e as pessoas com TEA o grupo específico em que se dará a pesquisa, trazemos o procedimento de diversificação interna (também conhecido como diversificação intragrupo ou horizontal), como o principal critério de seleção dos participantes, o que potencializa a saturação empírica que buscamos neste trabalho e uma análise extensiva do grupo escolhido. Para esta diversificação, os participantes foram escolhidos segundo três critérios gerais: idade, ano/ciclo do Ensino Fundamental que cursa e o sexo, sendo que chamo a atenção a este terceiro critério, tendo em vista que segundo o Center of Disease Control and Prevention (CDC) nos Estados Unidos, pesquisas revelaram uma prevalência de autismo em crianças do sexo masculino (BAIO, 2014). Como critérios particulares, adota-se dois: o tipo de acompanhamento multidisciplinar e a unidade educacional de origem. Sobre o critério da unidade educacional de origem, ressaltamos sua importância, já que no universo desta pesquisa, são atendidos alunos provenientes outras unidades educacionais do entorno e que não têm SAAI, resultando na frequência de alguns alunos com deficiência, tanto na classe comum em sua unidade de origem, como também o AEE oferecido na SAAI da unidade onde propomos esta pesquisa. Sendo estes os critérios, foi montada juntamente com a Coordenação Pedagógica da unidade educacional em que concebemos o universo de pesquisa, uma turma de alunos com TEA (Quadro 1) que contempla tanto os critérios gerais como os particulares no que se refere à

6 diversificação, e que juntos participarão do AEE oferecido na SAAI no decorrer do ano letivo de 2014 sob a regência do autor desta pesquisa. CRITÉRIOS GERAIS CRITÉRIOS PARTICULARES DO GRUPO DE PESSOAS COM TEA PARTICIPANTE Idade Ano do Ensino Fundamental Sexo Acompanhamento Multidisciplinar Unidade Educacional de origem TOTAL A 7 anos 2º Ano F Acompanhamento psicológico EMEF Ezequiel Ramos Junior B 8 anos 2º Ano M Não recebe acompanhamento EMEF Henrique Felipe da Costa multidisciplinar Henricão C 7 anos 2º Ano M D 6 anos 1º Ano M Não recebe acompanhamento multidisciplinar Acompanhamento psicológico e EMEF Antonia e Artur Begbie EMEF Henrique Felipe da Costa - 6 neurológico Henricão E 6 anos 1º Ano M Acompanhamento psicológico e neurológico CEU EMEF Vila Curuçá F 8 anos 3º Ano M Acompanhamento neurológico CEU EMEF Vila Curuçá Quadro 1: Identificação dos participantes da pesquisa. Abordagem teórico-metodológica Considerando que esta pesquisa busca a descrição e exploração de certos aspectos da realidade educacional, este trabalho tem caráter qualitativo, com flexibilização no seu desenvolvimento e se ocupando do objeto complexo que constitui o grupo de sujeitos com TEA. A descrição em profundidade da experiência vivida pelo pesquisador e pelo grupo de participantes é outra característica desta pesquisa que a classifica como qualitativa (POUPART, 2008), trazendo como uma necessidade teórica para tal alcance, a diversificação dos dados coletados. Para esta diversificação, variamos os lugares e os

7 momentos de observação, sendo esta ora feita na SAAI no momento de AEE e ora feita na Escola no momento de Classe Comum. Para a análise dos dados coletados em um nível científico, assumiremos uma postura fenomenológica, ao buscar partir do real vivido, tomando como ponto de partida a própria descrição dos modos como o fenômeno estudado se mostra. A pesquisa, por ser fenomenológica ocorrerá, então, por meio de reduções sucessivas, processo em que buscaremos pela estrutura do fenômeno estudado. Procedimentos metodológicos para coleta de dados A produção de dados será realizada por meio da observação participante, em que os alunos com TEA serão observados no dia a dia tanto no seu ambiente escolar de origem como no AEE, buscando na interação social e no cumprimento do que é previsto no Plano de AEE de cada aluno nos atendimentos oferecidos na SAAI, dados que sejam relevantes para a pesquisa. Para a produção de dados na observação participante, destacamos a utilização de um diário do pesquisador para o registro de todas as ocorrências pertinentes para o desenvolvimento desta pesquisa e também filmagens que permitam uma análise mais cuidadosa das ocorrências no universo de pesquisa. Forma de Análise dos dados O material coletado na pesquisa será estudado sob uma abordagem fenomenológica, se apoiando nos postulados de Edmund Husserl ( ) no que tange ao Lebenswelt, que na Filosofia da Matemática é comumente chamado de mundo-vida. Sintetizamos os procedimentos para a análise em duas etapas: a. 1º ETAPA REDUÇÃO EIDÉTICA 4 : Será realizada a leitura dos dados com a respectiva análise dos fatos registrados na produção de dados. É aqui que compreendemos a redução fenomenológica tal como: a distinção entre 'existência' e 'realidade', i. e., conforme Husserl, consideramos [...] o que é real no sentido empírico [ ] os objetos que são determinados no tempo e no espaço, segundo uma regularidade causal. (POUPART, 2008, 4 Utilizamos o termo eidética segundo o significado husserliano (Edmund Husserl), i. e., eidos significa não tanto o produto da mente, mas o sentido (ALES BELLO, 2006)

8 p. 391), buscando aqui o sentido dos fatos registrados durante a pesquisa (ALES BELLO, 2006); b. 2º ETAPA BUSCA POR UNIDADES DE SIGNIFICADO: A proposta é realizar uma descrição dos fatos, interpretando-os de forma a encontrar unidades que possibilitem um conhecimento de como a atividade matemática é produzida pelo grupo estudado. Bibliografia fundamental AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION (APA). Diagnostic and statistical manual of mental disorders DSM 5. Porto Alegre: Artmed, HUSSERL, E. Cartesian Meditations: an introduction to phenomenology. Tradução de D. Cairns. The Hague: Martinus Nÿhoff, Philosophy of arithmetics. Nova York: Springer, Ideias para uma fenomenologia pura e para uma filosofia fenomenológica: introdução geral à fenomenologia pura. Trad. M. Suzuki. São Paulo: Ideias & Letras, MERLEAU-PONTY, M. O primado da percepção e suas consequências filosóficas. Trad. C. M. César Campinas: Papirus, Fenomenologia da percepção. Trad. C. A. R. de Moura. São Paulo: Martin Fontes, ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS). CID-10 Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde. 10. ed. rev. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2007 POUPART, J.; DESLAURIERS, J.; GROULX, L.; LAPERRIÈRE, A.; MAYER, R.; PIRES, A. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis: Vozes, Referências ALES BELLO, A. Introdução à fenomenologia. Coleção Filosofia e Política. Trad. Ir. Jacinta Turolo Garcia e Miguel Mahfound. Bauru, SP: Edusc, BAGNO, M. Norma linguística. São Paulo: Edições Loyola, 2001.

9 BAIO, J. Prevalence of autismo spectrum disorder among children aged 8 years: autismo and developmental disbilities monitoring network, 11 sites, United States, Morbidity an Mortality Weekly Report, Atlanta, Estados Unidos, v. 63, n. 2, p. 1-22, mar BERNAL, M. P. Qualidade de vida e autismo de alto funcionamento: percepção da criança, família e educador. 104 f Dissertação (Mestrado em Psicologia) Universidade de São Paulo, São Paulo, BIALER, M. O corpo no autismo e na esquizofrenia f. Tese (Doutorado em Psicologia) Universidade de São Paulo, Paris, BICUDO, M. A. V. (Org.) Filosofia da educação matemática: fenomenologia, concepções, possibilidades didático-pedagógicas. São Paulo: Editora UNESP, BRAGA, M. C. B. O desenvolvimento da formação moral no sujeito autista: um estudo exploratório f. Tese (Doutorado em Educação) Universidade Estadual Paulista, Marília, BRASIL. Constituição Politica do Império do Brazil. Império do Brazil, 25 de março de Constituição da República Federativa do Brasil de Brasília, 5 de outubro de Secretaria de Educação Fundamental (1998). Parâmetros curriculares nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP, Conselho Nacional de Educação. Parecer nº 17/2001, de 15 de agosto de Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/SEESP, Congresso Nacional. Decreto legislativo nº 186/2008, de 09 de julho de Aprova o texto da convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência e de seu protocolo facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de Brasília, Diário Oficial da União, 10 de julho de Congresso Nacional. Decreto nº 7.612, de 17 de novembro de Institui o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência Plano Viver sem Limite. Brasília, Diário Oficial da União, de 18 de novembro de 2011.

10 . Congresso Nacional. Lei nº , de 27 de dezembro de Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Brasília, Diário Oficial da União, de 28 de dezembro de BUENO, J. G. S. Educação especial brasileira: questões conceituais e de atualidade. São Paulo: EDUC, D AMBROSIO. U. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica Editora, DIAS, M. A. L. Educação inclusiva: implicações para a educação contemporânea. In: D AUREA-TARDELI, D.; PAULA, F. V. de (Orgs.). O cotidiano da escola: as novas demandas educacionais. São Paulo: Cengage Learning, MARFINATI, A. C. Um estudo histórico sobre as práticas psicanalíticas institucionais com crianças autistas no Brasil f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) Universidade Estadual Paulista, Assis, MAZETTO, C. T. M. Reflexões acerca das construções cognitivas no autismo: contribuições piagetianas para uma leitura da Terapia de Troca e Desenvolvimento. 2010, 295 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010 MELLO, B. V. Hygiene Escolar e Pedagogia. São Paulo: Casa Vanorden, MENDES, I. A. Matemática e investigação em sala de aula: tecendo redes cognitivas na aprendizagem. Ed. rev. e aum. São Paulo: Editora Livraria da Física, MENK, P. Um estudo sócio-antropológico com um grupo de mães de pessoas com autismo infantil f. Dissertação (Mestrado em Educação Escolar) Universidade Estadual Paulista, Araraquara, MIRANDA, C. M. Saúde mental infanto-juvenil: uma reflexão sobre políticas públicas a partir do dispositivo intercessor como meio de produção de conhecimento na práxis f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) Universidade Estadual Paulista, Assis, PRIETO, R. G. Atendimento escolar de alunos com necessidades educacionais especiais: um olhar sobre as políticas públicas de educação no Brasil. In: ARANTES, V. A. (Org.). Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006, p UNESCO. Temario Abierto sobre educación inclusiva. Materiales de apoyo para responsables de políticas educativas. Santiago, 2004.

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