Disposição Normativa Sinalização de Orientação

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2 Disposição Normativa ACLIVE

3 Disp. Técnicas sobre Sinalização do Trânsito Princípios da sinalização do trânsito e regimes de circulação SD Características dos Sinais Verticais Critérios de utilização da Sinalização Vertical Critérios de colocação da Sinalização Vertical. Sistema informativo Sinalização Turístico-cultural cultural PAS PAG PS PS SD Características dimensionais e critérios de utilização e colocação das PAG Marcas Rodoviárias PAS Dispositivos retrorreflectores complementares das Marcas Rodoviárias SD Sinalização de proibição de ultrapassagem PS Sinalização de rotundas Sinalização de cruzamentos e de entroncamentos Sinalização de nós de ligação PAS PAG 3

4 Índice 1. Introdução 2. O coerente com o RST em intersecções desniveladas em intersecções de nível 3. A escolha dos destinos na R. R. Nacional 4. A escolha dos destinos na rede urbana Anexos Anexo 1 - Lista dos destinos principais por distrito Carta dos Destinos Principais Anexo 2 - Lista de abreviaturas a utilizar Anexo 3 - Fluxogramas para escolha dos destinos Anexo 4 - Esquemas de atribuição dos destinos 4

5 1. Introdução Conjunto de sinais utilizados na sinalização de orientação de uma intersecção: - sinais de pré-sinalização - sinais de selecção de vias - sinais de direcção - sinais de confirmação 5

6 O da NSVO (JAE) IP e IC Intersecções desniveladas OE Intersecções de nível \ 6

7 O da NSVO (JAE) IP/IC OE...a homogeneidade, determina que em condições idênticas o condutor encontre sinais com o mesmo valor e dimensão, colocados segundo as mesmas regras. OE situações idênticas exigem aplicações uniformes de idênticas soluções 7

8 2. O Sistema informativo coerente com o RST O Sistema informativo coerente com o RST é definido em função do tipo de intersecção em presença, de nível ou desnivelada, considerando ainda adaptações em função da rede. em Intersecções Desniveladas Base Adaptações do - Áreas Metropolitanas e Rede Primária Urbana - Divergências em Intersecções de Nível Base na Rede Secundária de Arruamentos Reduzido 8

9 Rede Viária Urbana Estrada urbana (nível 1) Arruamento principal (nível 2) Via distribuidora local (nível 3) Via de acesso local (nível 4) A rede primária urbana compreende: as estradas urbanas (vias colectoras/arteriais ou vias urbanas de nível 1); os arruamentos principais (vias distribuidoras principais ou vias urbanas de nível 2). A rede secundária, ou rede secundária de arruamentos, compreende: as vias distribuidoras locais (vias urbanas de nível 3); as vias de acesso local (vias urbanas de nível 4). 9

10 SI em intersecções desniveladas Sistema informativo base Faixa com duas vias de trânsito d1 d2 d3 d4 I1 Velocidades Distâncias (m) (km/h) d1 d2 J d3 d I2d (Auto-estradas) E1+E (Vias Reservadas) Faixa com três ou mais vias de trânsito (Restantes estradas) d d d3 (Restantes estradas e d4 arruamentos urbanos) L1 I2e+I2f E1+E2 J L1 I1 E1 10

11 SI em intersecções desniveladas Áreas Metropolitanas e Rede Primária Urbana d2 d3 d4 I2e+I2f ou E1+E2 J E1 J3 (L1) E1+E1 Na rede primária urbana o sinal de pré-aviso gráfico pode ser substituído por sinal de selecção de vias, mantendo contudo o critério de substituição em todo o trecho interessado. 11

12 SI em intersecções desniveladas Divergências Separação de uma via de trânsito em faixa com duas vias de trânsito d1 d2 d3 E3 Conforme geometria da divergência E3 J+J E1+E1 E3 e J3 em arruamentos principais Separação de uma via de trânsito em faixa com três ou mais vias de trânsito d1 d2 d3 I1 I2e+I2f E1+E1 E1 ( ) J eventual 12

13 SI em intersecções desniveladas Divergências Separação de duas ou mais vias de trânsito em faixa com quatro ou mais vias de trânsito Separação de duas ou mais vias de trânsito em faixa com quatro ou mais vias de trânsito d1 d1 d2 d2 d3 d3 I2e+I2f I2e+I2f I2e+I2f I2e+I2f E1+E1 E1+E1 E1+E1 E1+E1 Na rede primária urbana estradas urbanas e arruamentos principais - eli- mina-se unicamente o primeiro sinal ou conjunto de sinais (colocados à distância d1 da intersecção), podendo o sinal de pré-aviso gráfico ser substituído por sinal de selecção de vias. 13

14 SI em intersecções de nível Sistema informativo base d2 d4 d2 d4 L1 ou ou ou ou ou ou d4 I2 I2 I2 I2 J1/J2 J3 L1 I2 I2 J1/J2 J3 L1 Velocidades d2 (m) d3 (m) d4 (m) (Restantes estradas e arruamentos urbanos) d2 d4 d2 d4 ou ou ou ou L1 I2 I2 J1/J2 J3 I2b I2b J1/J2 J3 L1 14

15 SI em intersecções de nível Sistema informativo base Entroncamento d2 d3 I2 E3 J+J Rotunda com via segregada para viragem à direita d2 d3 J I2b E3 15

16 SI em intersecções de nível Rede secundária de arruamentos m m J3 mod. J3 J3 mod. J m m J3 mod. J3 I2b J3 16

17 SI em intersecções de nível Sistema informativo reduzido d2 I3a J OU d2 I3b J J 17

18 3. Escolha dos destinos na Rede Nacional No âmbito da elaboração das Disposições Técnicas de Sinalização do Trânsito, considerou o InIR a necessidade de proceder a uma actualização da Lista dos Destinos Principais, mediante a realização de um estudo para a reclassificação destes destinos e dos pólos não classificados. Foram objectivos daquele estudo proceder à análise das características demográficas e socioeconómicas da população residente nos centros urbanos de Portugal Continental e da sua articulação com as infra-estruturas viárias existentes e previstas, no sentido de avaliar a adequabilidade da classificação dos destinos em vigor após aquela revisão, relativamente aos seus mais recentes desenvolvimentos. São os resultados deste Estudo os considerados nesta DT. A actualização da Lista dos Destinos Principais, bem como a da respectiva Carta, faz parte dos anexos à DT. A DT apresenta fluxogramas para a escolha dos destinos principais, realizados com uma abordagem algorítmica. Como complemento destes fluxogramas, são incluídos esquemas de atribuição dos destinos para os diferentes sinais do sistema informativo e para as situações tipo, como ferramenta fundamental de promoção da homogeneidade nesta área. 18

19 Fluxogramas para a escolha dos destinos 19

20 Fluxogramas para a escolha dos destinos 20

21 Ramo de nó servindo uma única direcção NÓ N NÓ N (N+1) Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 1 DS1.3 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 2 DSTC Destinos de Saída Turístico-Culturais. Duas indicações no máximo a somar às do sistema informativo, com um máximo de três por direcção. DS1.3 ( ) T2 T2 PAS PAG PS SD SC * DS1.3 DSTC1 (DSTC2) * Máximo 6 Destinos O DS1.3 só aparece se a estrada intersectada não tiver intersecções de nível. Se não houver T2 correspondente. Ou indicação desportiva ou industrial, de acordo com o parágrafo da NST. (N+1) (N+1) (N+1) (N+1) (N+1) Máximo 6 Destinos O não aparece sempre, pelo que o PAG terá, no geral, 4 inscrições. Máximo 6 Destinos DS1.3 DSTC1 (DSTC2) ** ** DS1.3 DSTC1 (DSTC2) Máximo 6 Destinos e 4 setas 2 setas se os destinos não estiverem sobre a mesma estrada Ramo servindo uma única direcção DC1 DC2 DC3 DC4 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxogragrama 3. 21

22 Ramo de nó servindo direcções opostas NÓ N DS2.3 DS1.3 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 2 DSTC Destinos de Saída Turístico-Culturais. Duas indicações no máximo a somar às do sistema informativo, com um máximo de três por direcção. (N+1) Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 1 ( ) T2 T2 PAS PAG PS SD SC DSTC2 * (DS1.3) (DS2.3) Máximo 6 Destinos DSTC1 (DSTC2) Os DS1.3 e DS2.3 só aparecem se a estrada intersectada não tiver intersecções de nível. Se não houver T2 correspondente. Ou indicação desportiva ou industrial, de acordo com o parágrafo da NST. * (N+1) (N+1) (N+1) (N+1) (N+1) Máximo 6 Destinos O não aparece sempre, pelo que o PAG terá, no geral, 4 inscrições. Máximo 6 Destinos ** DSTC1 DSTC2 Máximo 6 Destinos e 4 setas Ramo servindo direcções opostas 1 seta se os destinos estive- ** rem na mesma direcção. DC1 DC2 DC3 DC4 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxogragrama 3. 22

23 Ramos seguidos do mesmo nó NÓ N DS2.3 DS1.3 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 2 DSTC Destinos de Saída Turístico-Culturais. Duas indicações no máximo a somar às do sistema informativo, com um máximo de três por direcção. (N+1) Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 1 T2 PAS PAG PS1 SD1 PS2 SD2 SC DS1.3 DS2.3 DS1.3 DS2.3 ** (N+1) ** ** ** *** DS1.3 DSTC Máximo 6 Destinos e 4 setas Máximo 6 Destinos. O não aparece sempre. Havendo, reter-se-á de entre os DSi.2 o destino de nível mais elevado ou o mais próximo. *** DS2.3 DSTC *** Máximo 6 Destinos e 4 setas 2 setas se os destinos não estiverem sobre a mesma estrada DC1 DC2 DC3 DC4 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxogragrama 3. * DSTC1 (DSTC2) * Os DS1.3 e DS2.3 só aparecem se a estrada intersectada não tiver intersecções de nível. Se não houver T2 correspondente. Ou indicação desportiva ou industrial, de acordo com o parágrafo da NST. ** (N+1) ** (N+1) ** ** (N+1) ** ** ** (N+1) (N+1) sse no PAG sse no PAG (ver exemplo Esquema 1) (N+1) com via de abrandamento (N+1) com via de entrecruzamento sse no PAG sse no PAG 23

24 Ramos seguidos do mesmo nó Nó com via colectora - distribuidora NÓ N DS2.3 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 2 DS1.3 DSTC Destinos de Saída Turístico-Culturais. Duas indicações no máximo a somar às do sistema informativo, com um máximo de três por direcção. (N+1) Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 1 T2 PAS PAG PS1 PS2 SD1 PS3 SD2 SC DS1.3 DS2.3 (DS1.3) (DS2.3) ** (N+1) ** ** (N+1) DS1.3 DSTC *** Máximo 6 Destinos e 4 setas sse no PAG sse no PAG *** DS2.3 DSTC *** Máximo 6 Destinos e 4 setas 2 setas se os destinos não estiverem sobre a mesma estrada (ver exemplo Esquema 1) DC1 DC2 DC3 DC4 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxogragrama 3. DSTC1 (DSTC2) Os DS1.3 e DS2.3 só aparecem se a estrada intersectada não tiver intersecções de nível. * * ** (N+1) ** ** ** Se não houver T2 correspondente. Ou indicação desportiva ou industrial, de acordo com o parágrafo da NST. Máximo 6 Destinos. O não aparece sempre. Havendo, reter-se-á de entre os DSi.2 o destino de nível mais elevado ou o mais próximo. sse no PAG sse no PAG (N+1) com via de abrandamento (N+1) com via de entrecruzamento sse no PAG sse no PAG 24

25 Intersecções de nível DSTC Destinos de Saída Turístico-Culturais. Duas indicações no máximo a somar às do sistema informativo, com um máximo de três por direcção. Destinos obtidos pela apli- cação do Fluxograma 2 Destinos obtidos pela aplicação do Fluxograma 1 T2 PAG S1 S2 SC Máximo 6 Destinos e 4 setas ** ** DSTC ** DC1 DC2 DC3 DC4 Destinos obtidos pela 2 setas se os destinos não estiverem sobre a mesma estrada grama aplicação do Fluxogra- 3. Caso representado Entroncamento Bifurcação Rotunda Máximo 6 Destinos 25

26 Método para a escolha dos destinos na RN A metodologia que deve ser utilizada na elaboração de um projecto da sinalização do sistema informativo compreende várias etapas: 1ª Etapa Análise da área de intervenção... fazer o levantamento da sinalização existente (garantir a continuidade da informação). 2ª Etapa Análise das mensagens Ponderar a eventualidade de tomar a designação de uma AE, ou mesmo da localidade associada a um nó, como destino. Não substituir os destinos principais por designações de estradas ou auto-estradas ( A1 - A13 - A15 ) ). 3ª Etapa Estudo dos percursos 4ª Etapa Esquemas direccionais 5ª Etapa Esquema direccional simplificado 26

27 4. Escolha dos destinos na rede urbana Hierarquização dos destinos, para cada direcção considerada (RST): 1.º Destinos principais exteriores; 2.º Destinos internos relacionados com a rede viária principal do aglomerado, interfaces e actividades mais significativas; 3.º Destinos internos secundários; 4.º Parques de estacionamento; 5.º Emergência ou apoio ao utente; 6.º Actividades recreativas e informações de interesse cultural, geográfico e ecológico. Hierarquização dos destinos nos vários níveis: 1.º nível: os destinos principais da RN; as auto-estradas, os IP, os IC, as estradas da rede intermunicipal, associados a destinos por eles servidos ou a pontos cardiais; os aeroportos. 2.º nível: as vias circulares, ou de cintura, e as vias radiais da área urbana, os hospitais com emergência médica, os bairros, o centro, as praças, os interfaces e terminais, etc.; 3.º nível: as praças situadas em intersecções da rede secundária e desta com a rede primária, os bairros, os bairros históricos, os terminais; 4.º nível: parques de estacionamento estratégicos, parques localizados na rede primária e na zona central; 5.º nível: hospitais, bombeiros, posto de socorros, polícia, município ou câmara, municipal, escola, mercado, farmácia, igreja, cemitério, correios, etc. 27

28 Escolha dos destinos na rede urbana Ao sistema informativo da rede viária urbana corresponde uma transição, de sentido centrípeto, do sistema utilizado. No sentido centrípeto a quantidade de informação de carácter local passível de ser veiculada pelo sistema informativo aumenta, passando-sese o inverso no sentido contrário. Assim, de acordo com o posicionamento da intersecção na rede e com o sentido em que se caminha, centrípeta ou centrifugamente em relação à rede urbana, o conjunto dos destinos esco- lhidos corresponde a um deslizamento maior ou menor ao longo da hierar- quização de destinos definida no RST para os sinais de indicação de âmbito urbano. ou Nó em estrada nacional Nó em estrada urbana Entroncamento em estrada urbana Entroncamento em arruamento principal Entroncamento em via distribuidora local Entroncamento em via de acesso local 28

29 Sublinhados finais Uma sinalização bem concebida deve: - ser uniforme, o que é condição necessária à sua compreensão por todos; - ser homogénea, permitindo ao condutor apreender imediatamente o contexto em que se insere, a sua situação e ainda tratar a informação nas melhores condições de segurança possíveis; - ser simples, facilitando o trabalho do condutor; - garantir a continuidade da informação transmitida, quando se trata de sinalização de orientação; - ser coerente com a prática e com as regras de circulação. 29

30 Princípios da Sinalização A homogeneidade,, determina que em condições idênticas o condutor encontre sinais com o mesmo valor e dimensão, colocados segundo as mesmas regras. 30

31 Princípios da Sinalização A aplicação deste princípio à sinalização de orientação é fundamental à identificação pelos condutores do tipo de intersecção que se lhes apresenta. 31

32 Princípios da Sinalização Em condições idênticas o condutor deve encontrar sinais com o mesmo valor e dimensão, colocados segundo as mesmas regras. 32

33 Princípios da Sinalização Um posição relativa uniforme dos destinos do SI, nomeadamente nos sinais referentes a intersecções desniveladas, permite que o condutor se aperceba da correspondência com os destinos sobre o itinerário, com os destinos de saída do nó sinalizado e dos nós seguintes, no caso do pré- -aviso gráfico. 33

34 Princípios da Sinalização É ainda importante assegurar a continuidade dos destinos assinalados ao longo da rede. Há também que preservar a homogeneidade da sinalização pois, neste caso particular, trata-se de uma divergência. d1 d2 d3 E1+E1 J+J E3 E3 34

35 Princípios da Sinalização 35

36 Obrigado ACLIVE

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