Revista Mineira de Enfermagem. Nursing Journal of Minas Gerais Revista de Enfermería de Minas Gerais ISSN

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1 ISSN E Revista Mineira de Enfermagem Nursing Journal of Minas Gerais Revista de Enfermería de Minas Gerais v o l u m e 1 4. n ú m e r o 2. a b r / j u n d e

2 EDITORA GERAL Adelaide De Mattia Rocha Universidade Federal de Minas Gerais DIRETOR EXECUTIVO Lúcio José Vieira Universidade Federal de Minas Gerais EDITORES ASSOCIADOS Andréa Gazzinelli C. Oliveira Universidade Federal de Minas Gerais Edna Maria Rezende Universidade Federal de Minas Gerais Francisco Carlos Félix Lana Universidade Federal de Minas Gerais Jorge Gustavo Velásquez Meléndez Universidade Federal de Minas Gerais Marília Alves Universidade Federal de Minas Gerais Roseni Rosângela de Sena Universidade Federal de Minas Gerais Tânia Couto Machado Chianca Universidade Federal de Minas Gerais CONSELHO EDITORIAL Adriana Cristina de Oliveira Universidade Federal de Minas Gerais Alacoque Lorenzini Erdmann Universidade Federal de Santa Catarina Alba Lúcia Bottura Leite de Barros Universidade Federal de São Paulo SP Aline Cristine Souza Lopes Universidade Federal de Minas Gerais André Petitat Université de Lausanne Suiça Anézia Moreira Faria Madeira Universidade Federal de Minas Gerais Carmen Gracinda Scochi Universidade de São Paulo RP Cláudia Maria de Mattos Penna Universidade Federal de Minas Gerais Cristina Maria Douat Loyola Universidade Federal do Rio de Janeiro Daclê Vilma Carvalho Universidade Federal de Minas Gerais Deborah Carvalho Malta Universidade Federal de Minas Gerais Elenice Dias Ribeiro Paula Lima Universidade Federal de Minas Gerais Emília Campos de Carvalho Universidade de São Paulo RP Flávia Márcia Oliveira Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Goolan Houssein Rassool University Of London Inglaterra Helmut Kloos Universit of Califórnia, San Fransico USA reme Revista Mineira de Enfermagem Isabel Amélia Costa Mendes Universidade de São Paulo RP José Vitor da Silva Universidade do Vale do Sapucaí Lídia Aparecida Rossi Universidade de São Paulo RP Luiza Akiko komura Hoga Universidade de São Paulo RP Magali Roseira Boemer Universidade de São Paulo RP Márcia Maria Fontão Zago Universidade de São Paulo RP Marga Simon Coler University of Connecticut USA Maria Ambrosina Cardoso Maia Faculdade de Enfermagem de Passos FAENPA María Consuelo Castrillón Universidade de Antioquia Colombia Maria Flávia Gazzinelli Universidade Federal de Minas Gerais Maria Gaby Rivero Gutierrez Universidade de São Paulo SP Maria Helena Larcher Caliri Universidade de São Paulo SP Maria Helena Palucci Marziale Universidade de São Paulo RP Maria Imaculada de Fátima Freitas Universidade Federal de Minas Gerais Maria Itayra Coelho de Souza Padilha Universidade Federal de Santa Catarina Maria José Menezes Brito Universidade Federal de Minas Gerais Maria Lúcia Zanetti Universidade de São Paulo RP Maria Miriam Lima da Nóbrega Universidade Federal de Paraíba Raquel Rapone Gaidzinski Universidade de São Paulo SP Regina Aparecida Garcia de Lima Universidade de São Paulo RP Rosalina Aparecida Partezani Rodrigues Universidade de São Paulo RP Rosângela Maria Greco Universidade Federal de Juiz de Fora Silvana Martins Mishima Universidade de São Paulo RP Sônia Maria Soares Universidade Federal de Minas Gerais Vanda Elisa Andrés Felli Universidade Federal de São Paulo SP

3 REME REVISTA MINEIRA DE ENFERMAGEM Publicação da Escola de Enfermagem da UFMG Em parceria com: Escola de Enfermagem Wenceslau Braz MG Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia da Fundação de Ensino Superior de Passos MG Universidade do Vale do Sapucaí MG Centro Universitário do Leste de Minas Gerais MG Universidade Federal de Juiz de Fora MG CONSELHO DELIBERATIVO Marília Alves Presidente Universidade Federal de Minas Gerais José Vitor da Silva Escola de Enfermagem Wenceslau Braz Rosa Maria Nascimento Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí Maria Cristina Pinto de Jesus Universidade Federal de Juiz de Fora Tânia Maria Delfraro Carmo Fundação de Ensino Superior de Passos Sandra Maria Coelho Diniz Margon Centro Universitário do Leste de Minas Gerais Indexada em: BDENF Base de Dados em Enfermagem / BIREME-OPAS/OMS CINAHL Cumulative Index Nursing Allied Health Literature CUIDEN Base de Datos de Enfermería en Espanhol LATINDEX Fundación Index LILACS Centro Latino Americano e do Caribe de Informações em Ciências da Saúde Portal de Revistas de Enfermagem Metodologia SciELO/Bireme - OPAS/OMS LATINDEX - Sistema Regional de Información en Linea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, Espanã y Portugal Formato eletrônico disponível em: Projeto Gráfico, Produção e Editoração Eletrônica Brígida Campbell Iara Veloso CEDECOM Centro de Comunicação da UFMG Editoração Saitec Editoração (Eduardo Queiroz) Impressão Editora e Gráfica O Lutador Normalização Bibliográfica Maria Piedade Fernandes Ribeiro Leite CRB/6-601 Jordana Rabelo Soares CRB/ Revisão de texto Maria de Lourdes Costa de Queiroz (Português) Mônica Ybarra (Espanhol) Mariana Ybarra (Inglês) Secretaria Geral Vanessa de Oliveira Dupin Secretária Gabriela de Cássia C. Rolim de Britto Bolsista da Fundação Universitária Mendes Pimentel (FUMP) Escola de Enfermagem Universidade Federal de Minas Gerais Revista Mineira de Enfermagem Av. Alfredo Balena, 190 Sala 104, Bloco Norte Belo Horizonte - MG Brasil CEP: Telefax: (31) Assinatura Secretaria Geral Telefax: (31) Revista filiada à ABEC Associação Brasileira de Editores Cientíicos Periodicidade: trimestral Tiragem: exemplares REME Revista Mineira de Enfermagem da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais. - v.1, n.1, jul./dez Belo Horizonte: Coopmed, Semestral, v.1, n.1, jul./dez. 1997/ v.7, n.2, jul./dez Trimestral, v.8, n.1, jan./mar sob a responsabilidade Editorial da Escola de Enfermagem da UFMG. ISSN Enfermagem Periódicos. 2. Ciências da Saúde Periódicos. I. Universidade Federal de Minas Gerias. Escola de Enfermagem. NLM: WY 100 CDU:

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5 Sumário 149 Editorial Márcia dos Santos Pereira Pesquisas CIRURGIA NAS MAMAS: A EXPERIÊNCIA DE MULHERES QUE BUSCAM A HARMONIA COM SEUS CORPOS BREAST SURGERY: THE EXPERIENCES OF WOMEN LOOKING FOR HARMONY WITH THEIR BODIES CIRURGÍA MAMARIA: EXPERIENCIA DE MUJERES QUE BUSCAN LA ARMONÍA CON SU CUERPO Marta Lenise do Prado Cristina Feix Leichtweis Ariane de Oliveira Johner 159 VIVÊNCIA MATERNA COM O FILHO PREMATURO: REFLETINDO SOBRE AS DIFICULDADES DESSE CUIDADO MATERNAL EXPERIENCE WITH A PREMATURE CHILD: THINKING ABOUT THE DIFFICULTIES OF THIS CARE VIVENCIAS MATERNAS CON EL HIJO PREMATURO: REFLEXIONANDO SOBRE LAS DIFICULTADES DE DICHO CUIDADO Nilba Lima de Souza Ana Cristina Pinheiro Fernandes Araujo Íris do Céu Clara Costa Antônio Medeiros Junior Horácio Accioly Junior 166 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DIANTE DA IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE DA MULHER NO CLIMATÉRIO THE NURSE ACTIONS REGARDING THE IMPORTANCE OF WOMEN HEALTHCARE IN CLIMACTERIC ACTITUD DEL ENFERMERO ANTE LA IMPORTANCIA DE LA ATENCIÓN A LA SALUD DE LA MUJER EN EL CLIMATERIO Amanda Carla dos Santos Beltramini Christiane Aparecida Paschoal Diez Iara Orlando Camargo Vivian Aline Preto 175 OS FATORES LIMITANTES NA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA SAÚDE DE FERRO EM UM MUNICÍPIO DA REGIÃO CENTRO-OESTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS THE LIMITING FACTORS IN THE IMPLEMENTATION OF THE IRON HEALTH PROGRAM IN A CITY LOCATED IN THE MID-WES REGION OF MINAS GERAIS FACTORES LIMITANTES EN LA APLICACIÓN DEL PROGRAMA SALUD DE HIERRO DE UN MUNICIPIO DE LA REGIÓN CENTRO-OESTE DEL ESTADO DE MINAS GERAIS Valéria Conceição de Oliveira Débora Rabelo Silva Juliana Maia da Silva Luana Chaves Colares Tarcísio Laerte Gontijo

6 181 ATENDIMENTO DE URGÊNCIA: O TRANSPORTE SANITÁRIO COMO OBSERVATÓRIO DE SAÚDE DE BELO HORIZONTE EMERGENCY CARE: HEALTH TRANSPORT IN THE CITY OF BELO HORIZONTE ATENCIÓN DE URGENCIA: EL TRANSPORTE SANITARIO COMO OBSERVATORIO DE SALUD DE BELO HORIZONTE Marília Alves Andréa Fonseca e Silva Lílian Colares Fulgêncio Neiva 188 ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE COMPLICAÇÕES PÓS-EXTUBAÇÃO EM RECÉM-NASCIDOS DA UNIDADE DE CUIDADOS PROGRESSIVOS NEONATAIS DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ANALYSIS OF POSTEXTUBATION COMPLICATIONS INCIDENCE IN NEWBORNS OF NEONATAL PROGRESSIVE CARE UNIT OF FEDERAL UNIVERSITY OF MINAS GERAIS CLINICS HOSPITAL ANALICE DE LA INCIDENCIA DE COMPLICACIONES PÓS-EXTUBACIÓN EN RECIÉN NACIDOS DE LA UNIDAD DE CUIDADOS PROGRESIVOS NEONATALES DEL HOSPITAL DE LAS CLÍNICAS DE LA UNIVERSIDAD FEDERAL DE MINAS GERAIS Flávia Cristina Cançado de Medeiros Lorena de Oliveira Vaz Rosilene Maria Alves Verônica F. Parreira Danielle Soares Rocha Vieira Trícia Guerra e Oliveira 195 Caracterização das práticas de educação em saúde desenvolvidas por enfermeiros em um município do centro-oeste mineiro characterizing health education PRACTICES undertaken by nurses in a MIDDLE WEST CITY OF the state of Minas Gerais CARACTERIZACIÓN DE LAS PRÁCTICAS DE EDUCACIÓN EN SALUD LLEVADAS A CABO POR ENFERMEROS DE UN MUNICIPIO DEL CENTRO-OESTE DE MINAS GERAIS Flávia Isabela Barbosa Gláucia de Sousa Vilela Juliano Teixeira Moraes Leonardo Santos Azevedo Márcia Regina Marasan 204 O ESTRESSE E SEUS FATORES DETERMINANTES NA CONCEPÇAO DOS GRADUANDOS DE ENFERMAGEM STRESS AND ITS DETERMINANT FACTORS IN THE NURSING STUDENTS CONCEPTION El ESTRÉS Y SUS FACTORES DETERMINANTES EN LA PERCEPCIÓN DE LOS GRADUANDOS DE ENFERMERÍA Caroline de Aquino Pereira Lívia Ceschia dos Santos Miranda Joanir Pereira Passos 210 ESTRESSE ENTRE ENFERMEIROS HOSPITALARES E A RELAÇÃO COM AS VARIÁVEIS SOCIODEMOGRÁFICAS STRESS AMONG HOSPITAL NURSES AND THE RELATION WITH THE SOCIO-DEMOGRAPHICS VARIABLES ESTRÉS ENTRE ENFERMEROS DEL HOSPITAL Y LA RELACIÓN CON LAS VARIABLES SOCIODEMOGRÁFICAS Gabriela Feitosa Lima Estela Regina Ferraz Bianchi

7 219 A GENTE NÃO QUER SÓ REMÉDIO: REPRESENTAÇÕES DE PACIENTES SOBRE O CUIDADO DE ENFERMAGEM We don t want just drugs: Representations of patients about nursing care NOSOTROS no deseamos SÓLO EL REMEDIO: representaciones de pacientes sobre Los cuidados de enfermería Moema da Silva Borges Lilian Silva Queiroz Aldry Sandro Ribeiro ENVELHECIMENTO COM QUALIDADE DE VIDA: A PERCEPÇÃO DE IDOSOS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE TERCEIRA IDADE AGING WITH QUALITY OF LIFE: THE PERCEPTION OF ELDERLY PEOPLE PARTICIPATING IN SOCIAL GROUPS ENVEJECIMIENTO CON CALIDAD DE VIDA: LA PERCEPCIÓN DE LAS PERSONAS MAYORES PARTICIPANTES DE GRUPOS DE TERCERA EDAD Kátia Lilian Sedrez Celich Marion Creutzberg José Roberto Goldim Irênio Gomes ÚLCERAS POR PRESSÃO EM NEONATOS E CRIANÇAS: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E CLÍNICO PRESSURE ULCERS IN NEONATES AND CHILDREN: EPIDEMIOLOGICAL AND CLINICAL PROFILE ÚLCERAS POR PRESIÓN EN NEONATOS Y EN NIÑOS: PERFIL EPIDEMIOLÓGCO Y CLÍNICO Karla Crozeta Janislei Gisele Dorociaki Stocco Mitzy Tannia Reichembach Danski Marineli Joaquim Meier 239 ORIENTAÇÕES DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SOBRE O AUTOCUIDADO E OS SINAIS E SINTOMAS DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO PARA A PÓS-ALTA HOSPITALAR DE CIRURGIA CARDÍACA RECONSTRUTORA NURSING GUIDELINES FOR PATIENTS ON SELF CARE AND SIGNS AND SYMPTOMS OF INFECTION OF SURGICAL SITE FOR HOSPITAL DISCHARGE OF RECONSTRUCTIVE CARDIAC SURGERY DIRECTRICES DE ENFERMERÍA A LOS PACIENTES SOBRE EL AUTOCUIDADO Y LAS SEÑALES Y SÍNTOMAS DE UNA INFECCIÓN EN LA HERIDA PARA LA POST ALTA HOSPITALARIA DE UNA CIRUGÍA CARDÍACA RECONSTUCTORA Adilson Edson Romanzini Ana Paula Marcielo de Jesus Edevã de Carvalho Vanessa Damiana Menis Sasaki Valquiria Barco Damiano João Junior Gomes 244 O ENSINO SOBRE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO THE TEACHING OF PSYCHOACTIVE SUBSTANCES AT NURSING DEGREE COURSES AT THE FEDERAL UNIVERSITY OF ESPÍRITO SANTO ENSEÑANZA DE SUSTANCIAS PSICOACTIVAS EN EL CURSO DE POSGRADO EN ENFERMERÍA DE LA UNIVERSIDAD FEDERAL DE ESPÍRITO SANTO Simone Vizeu Ferreira Alves Patrícia Rossetto Cortes Samira Rangel da Costa Freire Sarah Letícia Bello Lemos Sandra Cristina Pillon Marluce Miguel de Siqueira

8 Revisão teórica O ATENDIMENTO E O ACOMPANHAMENTO DE ADOLESCENTES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: UMA REVISÃO DE LITERATURA THE CARE AND MONITORING OF ADOLESCENTS IN PRIMARY HEALTH CARE: A LITERATURE REVIEW ATENCIÓN Y SEGUIMIENTO DE ADOLESCENTES EN LOS CUIDADOS BÁSICOS DE SALUD: REVISIÓN DE LITERATURA Bruno David Henriques Regina Lunardi Rocha Anézia Moreira Faria Madeira Artigo reflexivo COMUNICAÇÃO DE NOTÍCIAS: RECEIOS EM QUEM TRANSMITE E MUDANÇAS NOS QUE RECEBEM DELIVERING NEWS: UNCERTAINTIES OF THOSE WHO DELIVER THEM AND CHANGES IN THOSE WHO RECEIVE THEM COMUNICACIÓN DE NOTICIAS: MIEDOS DE LOS QUE LAS TRASMITEN Y ALTERACIONES DE LOS QUE LAS RECIBEN Carine dos Reis Lopes João Manuel Garcia do Nascimento Graveto Relato de experiência PesquisaR COM jovens: desafios e perspectivas NA RELAÇÃO ENTRE o PESQUISAdoR E o JOVEM RESearching with youngsters: challenges and perspectives on the relationship between researchers and youngsters INVESTIGAR CON JÓVENES: RETOS Y PERSPECTIVAS EN LA RELACIÓN ENTRE EL INVESTIGADOR Y EL JOVEN Natália de Cássia Horta Roseni Rosângela de Sena Márcia Stengel 271 AS CRIANÇAS PORTADORAS DE MUCOPOLISSACARIDOSE E A ENFERMAGEM: UMA EXPERIÊNCIA DE DESOSPITALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA CHILDREN WITH MUCOPOLYSACCHARIDOSIS AND NURSING: AN EXPERIENCE IN ASSISTANCE FOR DEHOSPITALIZATION NIÑOS CON MUCOPOLISACARIDOSIS Y LA ENFERMERÍA: EXPERIENCIA DE LA DESHOSPITALIZACIÓN DE LA ASISTENCIA Maria Coeli Cardoso Viana Azevedo Marília Fernandes Gonzaga de Souza Isabelle Pinheiro de Macedo Akemi Iwata Monteiro Raimunda Medeiros Germano Normas de publicação Publication norms Normas de publicación

9 Editorial Márcia dos Santos Pereira * No século XXI, especialmente nos países pobres, os impactos sociais do acelerado desenvolvimento científico sinalizam para a necessidade de ampliar o debate sobre um dos pilares da reflexão bioética: a questão da ética nas pesquisas em seres humanos. No Brasil, após a Resolução nº 196/1996, cresce de forma significativa o número de comitês de ética em pesquisa (CEPs). Em todo o país, até abril de 2010, registraram-se 586 CEPs ligados à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP/CNS). O avanço mais relevante da regulação ética da pesquisa em seres humanos, segundo Neves, 1 se deu no âmbito da conscientização das pessoas e na instauração de um novo relacionamento entre profissionais de saúde e pacientes, agora sob o signo da autonomia e do movimento dos direitos humanos. Transcorridos quatorze anos da edição da Resolução nº 196/96, do Conselho Nacional de Saúde, tem-se verificado a ampliação de debates sobre o tema, entretanto ainda persistem muitas dúvidas. Assim, baseando-se no Manual Operacional para Comitês de Ética em Pesquisa, publicação produzida pela equipe da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde, 2 busca-se, sem a pretensão de esgotar respostas para questões tão complexas, esclarecer itens fundamentais para salvaguardar a dignidade, os direitos, a segurança e o bem-estar dos sujeitos da pesquisa. A Resolução nº 196/96 considera pesquisa em seres humanos as realizadas em qualquer área do conhecimento e que, de modo direto ou indireto, envolvam indivíduos ou coletividades, em sua totalidade ou partes, incluindo o manejo de informações e materiais. Assim, também são consideradas pesquisas envolvendo seres humanos as entrevistas, a aplicação de questionários, a utilização de banco de dados e revisões de prontuários. Os pesquisadores devem manter sob guarda confidencial os projetos completos e todos os dados obtidos na execução de suas tarefas, ficando os documentos devidamente arquivados, por no mínimo cinco anos após o encerramento do estudo, à disposição das autoridades competentes. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), elaborado pelo pesquisador em linguagem acessível aos sujeitos da pesquisa, deverá ser obtido após o sujeito da pesquisa e/ou seu responsável legal estar suficientemente esclarecido de todos os possíveis benefícios, riscos e procedimentos que serão realizados e fornecidas todas as informações pertinentes à pesquisa. Existem situações especiais em que o TCLE pode ser dispensado, devendo ser substituído por uma justificativa com as causas da impossibilidade de obtê-lo. Essa justificativa deve ser apresentada ao CEP, que julgará a pertinência da dispensa da sua utilização. Muitas instituições de saúde estabelecem normas internas para a utilização de prontuários e bases de dados em projetos de pesquisa. Para pesquisas que partem de informações de bases de dados, deve-se obter, na medida do possível, o TCLE e a autorização do responsável institucional pela guarda do material consentindo a realização do estudo e, garantias de que além da privacidade e confidencialidade dos dados, o uso das informações não trará prejuízo para a imagem das pessoas ou das organizações. Em pesquisas realizadas mediante a aplicação de questionários, o TCLE deve assegurar ao sujeito da pesquisa o direito de recusar-se a responder às perguntas que ocasionem constrangimentos de qualquer natureza e é importante que o CEP tome conhecimento dos questionários que irão ser utilizados. No caso de publicações de relatos de experiência e projetos de extensão, mesmo que não sejam submetidos à avaliação de CEPs, a privacidade e a confidencialidade devem estar asseguradas explicitamente na apresentação dos estudos, pois, em nenhuma hipótese deve se negligenciar que a pessoa tem direito de limitar a exposição de seu corpo, sua imagem, dados de prontuário, julgamentos expressos em questionários, etc. Stancioli, 3 em recente debate sobre procedimentos éticos na pesquisa com seres humanos, afirma que a Resolução nº 196/96 tem sua legitimidade em Cartas Éticas internacionais e sua obrigatoriedade é derivada da Constituição * Doutora em Ciências da Saúde: Infectologia e Medicina Tropical pela UFMG. Coordenadora da Comissão de Educação Permanente de Enfermagem do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC/UFMG). reme Rev. Min. Enferm.;14(2): 19-24, abr./jun.,

10 da República e de Leis Ordinárias. Portanto, seus fundamentos devem ser buscados na Constituição e nessas leis correlatas como o Código Civil, o Código Penal, o Estatuto da Criança e Adolescente, etc. No Brasil, a Constituição da República de 1988 tem uma extensa relação de direitos e garantias fundamentais. Dessa maneira, os princípios de bioética mencionados na Resolução nº 196/1996 são também direitos fundamentais consagrados constitucionalmente e que devem ser respeitados por estudiosos comprometidos com a dimensão social e ética das pesquisas que envolvem seres humanos. REFERÊNCIAS 1. Neves MCP. A bioética e sua evolução. O mundo da saúde maio/jun.; 24 (3): Brasil. Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Manual operacional para comitês de ética em pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde; Stancioli B. Direitos fundamentais e questões éticas na pesquisa com seres humanos. Belo Horizonte; p. 150 reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun., 2010

11 Pesquisas CIRURGIA NAS MAMAS: A EXPERIÊNCIA DE MULHERES QUE BUSCAM A HARMONIA COM SEUS CORPOS BREAST SURGERY: THE EXPERIENCES OF WOMEN LOOKING FOR HARMONY WITH THEIR BODIES CIRURGÍA MAMARIA: EXPERIENCIA DE MUJERES QUE BUSCAN LA ARMONÍA CON SU CUERPO Marta Lenise do Prado 1 Cristina Feix Leichtweis 2 Ariane de Oliveira Johner 2 RESUMO Nesta pesquisa, abordam-se a vivência de mulheres perante a cirurgia plástica estética e reparadora nas mamas, o processo de decisão para esse procedimento e suas expectativas e sentimentos em relação à cirurgia. Trata-se uma Pesquisa Convergente Assistencial (PCA). Participaram do estudo 12 mulheres na faixa etária entre 21 e 49 anos. Os dados foram coletados por meio de entrevista e analisados de acordo com o proposto pela PCA. Os resultados obtidos revelam que as mulheres submetidas a cirurgia plástica estética ou reparadora nas mamas buscam suprir suas necessidades físicas e psicológicas para encontrar uma harmonia com o próprio corpo e adquirir realização pessoal. Foram observadas algumas semelhanças e diferenças entre os dois ramos da cirurgia plástica. Concluiu-se que a enfermagem pode contribuir para o equilíbrio físico e mental dessas mulheres. Palavras-chave: Enfermagem; Cuidados de Enfermagem; Pesquisa Qualitativa; Cirurgia Plástica; Mamoplastia; Estética. ABSTRACT This research was concerned with the experiences of women facing aesthetic or repairing breast plastic surgery, their decision making process and their expectations and feelings about the surgery. This is an Assistance Convergent Research (ACR). Twelve women aged from 21 to 49 participated in this study. The data were obtained through interview and analyzed in accordance with ACR. The results showed that women that made aesthetic or repairing breast plastic surgery intended to fulfill their physical and psychological needs and their main purpose was personal accomplishment. Some similarities and differences were observed between the two types of plastic surgery. The research concluded that nursing care can contribute to these women s physical and mental balance. Key words: Nursing; Nursing Care; Qualitative Research; Plastic Surgery; Mammaplasty; Esthetics. RESUMEN Esta investigación efoca la experiencia de mujeres ante la cirugía estética y reparadora de mamas. Se refiere al proceso de decisión para este procedimiento y a sus expectativas y sentimientos con relación a la cirugía. El tipo de estudio realizado fue una Investigación Convergente Asistencial (ICA). Participaron del estudio doce mujeres con edad entre 21 y 49 años. Los datos fueron recogidos por medio de entrevistas y analizados de acuerdo con el propósito de la ICA. Los resultados obtenidos revelan que las mujeres sometidas a cirugía plástica estética o reparadora en las mamas buscan reemplazar sus necesidades físicas y psicológicas para encontrar armonía con el cuerpo y lograr la realización personal. La enfermería podría contribuir al equilibrio físico y mental de estas mujeres. Palabras clave: Enfermería; Atención de Enfermería; Investigación Cualitativa; Cirugía Plástica; Mamoplastía; Estética. 1 Enfermeira. Doutora. Professora do Departamento de Enfermagem e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Pesquisadora do CNPQ. 2 Estudantes do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Endereço para correspondência Marta Lenise do Prado: Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Enfermagem. Campus Universitário. Bairro Trindade. CEP: Florianópolis, SC Brasil. reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun.,

12 Cirurgia nas mamas: a experiência de mulheres que buscam a harmonia com seus corpos INTRODUÇÃO As primeiras cirurgias plásticas ocorreram na Índia há 1000 anos a.c. Elas tratavam da reconstrução de nariz amputado. Naquela época, alguns criminosos eram punidos por seus crimes com a amputação do nariz. Era uma marca que os identificava como foras da lei. Para se livrarem desse estigma, muitos procuravam profissionais da casta de sacerdotes que faziam um novo nariz com uma porção da pele retirada da fronte. O resultado da técnica era grosseiro, mas os pacientes ficavam satisfeitos com a cirurgia, pois a aparência deles estava mais próxima dos indivíduos normais, e era isso o que pretendiam. 1 O grande avanço da medicina, nas últimas décadas, contribuiu para o aumento significativo da longevidade da população, e, com isso, a qualidade de vida passou a ser mais valorizada. Deformidades ou pequenas falhas estéticas, ao se tornarem causa de sentimento de inferioridade ou fator de conflitos emocionais, tornam-se fatores de desequilíbrio para a saúde do indivíduo. 2 A cirurgia plástica pode ser dividida em dois ramos: a cirurgia plástica estética e a reparadora ou reconstrutiva. Cabe à cirurgia plástica estética trazer as alterações de normalidade do corpo para o mais próximo possível daquilo que se concebe como padrão de beleza para uma cultura, como também corrigir as alterações evolutivas do tempo. 3 Assim, pode ser uma cirurgia plástica de aumento ou de redução da mama. Já a cirurgia plástica reparadora ameniza ou corrige danos físicos e/ou psicológicos que contribuem para o desequilíbrio das necessidades humanas básicas do indivíduo, como uma reconstrução de mama decorrente de uma mastectomia por câncer. Atualmente, é notável o crescimento da indústria cosmética e da especialidade de cirurgia plástica, pois as pessoas estão cada dia mais preocupadas com a aparência física e com os padrões de beleza impostos pela sociedade e pela mídia. O Brasil ocupa, hoje, o segundo lugar no ranking mundial dos países que mais realizam cirurgias plásticas por ano, perdendo apenas para os Estados Unidos, e é considerado o melhor no aperfeiçoamento de técnicas e formação de cirurgiões. Em 2004, foram realizadas mil cirurgias plásticas no país, sendo que 59% foram estéticas e 41% reparadoras. 4 As mamas, componentes da estética feminina, podem ser analisadas sob dois aspectos: funcional e emocional. Na visão funcional, trata-se de órgãos produtores de leite que servem para alimentar os recém-nascidos; já pela visão emocional, trata-se de órgãos que criam uma imagem física corporal que simboliza a sensualidade e a sexualidade, fatores determinantes da feminilidade. 5 Em relação à cirurgia plástica estética nas mamas, nosso trabalho foi realizado com pacientes submetidas à mamoplastia de aumento e mamoplastia redutora; já em relação à cirurgia plástica reparadora nas mamas, trabalhamos com mulheres submetidas à reconstrução de mama, após a mastectomia por causa do câncer de mama. Justifica-se o desenvolvimento deste estudo pela compreensão da experiência de diferentes mulheres sobre um procedimento cirúrgico nas mamas, pois tal conhecimento pode contribuir para um cuidado aderente às necessidades e expectativas dessas mulheres. A pesquisa visa conhecer os motivos que levam essas mulheres a realizarem a cirurgia estética ou reparadora, bem como explorar o processo de decisão para esse procedimento e quais suas expectativas e sentimentos para o futuro. METODOLOGIA Esta é uma Pesquisa Convergente Assistencial (PCA). A PCA é uma modalidade de pesquisa que tem como principal característica sua articulação intencional com a prática assistencial, o que ocorre principalmente durante a coleta de informações, quando os participantes da pesquisa se envolvem na assistência e na pesquisa. O profissional, além de pesquisador, assume o papel de provedor de cuidado, e o ato de assistir/cuidar está presente ao longo da pesquisa. 6 A escolha da utilização da PCA deveu-se ao nosso estágio final do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina, desenvolvido em uma Unidade de Internação Cirúrgica de um Hospital Público de Florianópolis, no mesmo período e local de elaboração do trabalho de conclusão de curso. Isso facilitou, pelo fato de a PCA permitir que a assistência fosse feita de maneira concomitante com a pesquisa. O estudo desenvolvido na UIC II ocorreu no segundo semestre de 2008 e foi realizado com 12 mulheres que, voluntariamente, concordaram em participar da pesquisa e serem entrevistadas durante o período de internação. As entrevistadas entre 21 e 49 anos de idade, 83% residia em cidades catarinenses, todas possuíam o ensino médio completo, 75% delas trabalhavam fora de casa e a renda familiar variava entre três e oito salários mínimos. Os dados foram coletados por meio de entrevistas, quando houve a criação de vínculo com as entrevistadas e após a leitura e a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os relatos foram gravados para posterior transcrição e análise de dados. Para garantir o anonimato, as entrevistadas foram identificadas com nomes de deusas da mitologia grega. Como se trata de uma pesquisa qualitativa, a análise das informações foi baseada nos quatro processos propostos pela PCA: apreensão, síntese, teorização e recontextualização. 6 O processo de apreensão inicia-se com a coleta de informações, que depois serão transcritas de forma organizada. A fase de síntese caracteriza-se por ser parte da análise que examina subjetivamente as associações e variações das informações, necessitando de uma imersão 152 reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun., 2010

13 nas informações trabalhadas na fase de apreensão para se familiarizar com elas. 6 Já na fase de teorização, o pesquisador desenvolve um esquema teórico com base nas relações reconhecidas durante o processo de síntese. Os temas/conceitos são definidos e as relações entre eles, descritas detalhadamente. As autoras sugerem que o primeiro passo da teorização consiste em descobrir os valores contidos nas informações, o que auxiliará na formulação de pressupostos e conceitos, sendo que a interpretação será feita à luz da fundamentação teórico-filosófica escolhida para proceder à associação desta com os dados analisados. A fase de recontextualização, ou processo de transferência, busca dar significado aos achados e contextualizá-los em situações similares para que os resultados possam ser socializados e utilizados em outros processos similares. 6 Os dados foram obtidos por meio de entrevistas gravadas e transcritas. O instrumento utilizado para nortear as entrevistas foi um roteiro (Anexo 1), por meio do qual se explorou a vivência do procedimento cirúrgico que as entrevistadas enfrentaram, cujas respostas organizaram os resultados apresentados a seguir. A pesquisa foi julgada e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o número 150/2008. RESULTADOS Motivos que levam as mulheres a realizar cirurgia nas mamas Os motivos que levam as mulheres a realizar a cirurgia de reconstrução de mama são basicamente três: o incentivo da equipe médica e da família, a estética, por causa da insatisfação pessoal, e a preocupação com a roupa e com o bem-estar. Das seis mulheres que se submeteram à cirurgia de reconstrução, três citam o incentivo tanto da equipe médica quanto de algum familiar. Dessas, duas disseram que a faixa etária em que se encontravam contribuiu para o incentivo dos médicos, como nas falas a seguir: Acho que o incentivo de fazer foi dos médicos e dos meus filhos, porque eu sou muito nova. (Deméter, 49 anos) [...] e também a equipe de mastologia sempre me incentivou a fazer pela idade. (Niké, 43 anos) O desejo pela estética é percebido pela maioria das entrevistadas, principalmente quando questionadas se estavam se sentindo bem: Não, não, nem um pouquinho, nem um pouco, é muito ruim (refere-se a ficar sem a mama). (Afrodite) Mesmo para se arrumar, colocar a roupa é muito ruim. No verão, para eu usar blusinha de alcinha, vestidinhos, é bem complicado! Espero que com a cirurgia melhore um pouco a estética, porque desde que eu fiz a cirurgia (mastectomia) eu não consigo me olhar no espelho. (Atena) Outro estudo também revela essa preocupação que as mulheres mastectomizadas possuem em relação à vestimenta e ao contato com o espelho. Essas mulheres sentem vergonha de si mesmas e das outras pessoas, dificultando a retomada da vida social. 7 Uma pesquisa internacional diz que as mulheres decidem fazer a reconstrução das mamas por diversas razões. O benefício para a saúde psicossocial é, talvez, o principal incentivo. 8 O aumento da expectativa de vida é o objetivo principal quando se pensa em tratar ou prevenir o câncer de mama. Entretanto, o reconhecimento da importância da situação física e da integridade psicológica é cada vez mais considerado, e a reconstrução da mama tem se tornado uma opção para as mulheres mastectomizadas. 9 Outro fator que leva à reconstrução da mama é a busca pelo bem-estar. Niké relata que bem-estar é nadar, ir à praia, à cachoeira, e após a cirurgia disse que irá se sentir melhor em realizar essas atividades. O desconforto é citado por Selene: Ah! O desconforto! A gente é mulher, é vaidosa, eu não estava bem com o meu corpo. As mulheres realizam a mamoplastia de aumento também por estética e bem-estar. A insatisfação e a vergonha pelo tamanho da mama aparecem como sentimentos determinantes para justificar a busca estética com a cirurgia. Já o bem-estar engloba a autoestima e a realização pessoal para as entrevistadas. O discurso das motivações é amplo, pois ele enfatiza o sofrimento pela insatisfação com o corpo e o desejo de elevar a autoestima ligado à vontade de parecer mais jovem ou mais feminina e, eventualmente, tirar proveito dessa condição. 10 Na fala de Hebe podemos perceber que a insatisfação com o tamanho da mama foi determinante para realizar a cirurgia: Eu não era satisfeita com o tamanho do meu seio, então eu resolvi colocar prótese. Gaia, por sua vez, diz que há mais de dez anos pensa em realizar a cirurgia, pois a amamentação causou diminuição considerável nas mamas: Como eu amamentei muito, eu tenho muita pele no seio, por isso tem que preencher. A mama está feia assim, não é bonita de ver. A mama é algo muito importante para a mulher e eu venho com este processo de colocar prótese ou fazer a cirurgia de aumento e de levantar esteticamente há muito tempo, faz uns 10 anos que estou neste movimento. Já Reia é pontual em sua resposta quando questionada sobre os seus motivos para realizar a cirurgia: Vergonha. O bem-estar surge como importante motivo para a realização da mamoplastia de aumento. Ele vem evidenciado pela busca de melhora na autoestima e realização pessoal, como se pode perceber no relato de Gaia: reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun.,

14 Cirurgia nas mamas: a experiência de mulheres que buscam a harmonia com seus corpos É uma questão de autoestima mesmo, de poder se olhar no espelho e ver o seio ajeitado. Decidi que quero viver minha vida... Eu estou completando 50 anos e quero viver minha vida da melhor forma possível, aproveitar de uma forma muito alegre, de uma forma muito para cima. Há tantas pessoas adoecendo por motivos sérios, como o câncer. Eu acho que isso foi uma das coisas que me impulsionaram a melhorar tudo para estar bem. Então é um movimento interno mesmo, de realização pessoal. Para algumas mulheres, o fato de terem seios muito pequenos oprime-as e desestimula-as a ir adiante, na busca pelos seus objetivos de vida. Quando a mulher está segura, sentindo-se bem e bela, adquire coragem para enfrentar os desafios. 10 Os motivos que as entrevistadas alegaram para realizar a cirurgia de mamoplastia redutora foram: estética, por causa do tamanho das mamas, e preocupação com a roupa e o bem-estar, evidenciado por desconforto e problemas físicos, como a dor nas costas. Circe diz: O motivo principal foi a minha dor na coluna, porque com o peso da mama a minha postura ficou irregular e acabei ficando com problemas na coluna, esse foi o motivo maior. Outro motivo é esteticamente, porque acho minha mama feia. Na verdade o que me mais levou mesmo foi a dor na coluna e não a estética. Euríbia diz que o desconforto, a preocupação com a roupa e a diferença no tamanho de suas mamas a levaram a querer realizar a cirurgia: O desconforto primeiro pela diferença de tamanho dos seios e a dificuldade de conseguir encontrar roupa, sutiã, biquíni que se adequasse ao tamanho, porque eu acho que tenho uma estrutura bem pequena para ter um seio do tamanho que era. Algumas vezes, mulheres com mamas pequenas ou grandes têm uma imagem corporal distorcida de si mesmas. A imagem corporal refere-se ao conceito pessoal que os indivíduos têm do próprio corpo e inclui características afetivas, cognitivas, comportamentais e perceptuais. Ela diz respeito ao tamanho e à forma do corpo, das partes que o constituem, e aos sentimentos relacionados a essas características. 10 Quando as mulheres decidem se submeter a cirurgia nas mamas De acordo com a indicação médica, a reconstrução pode ser realizada logo após a cirurgia de mastectomia ou em outro momento. Existem várias técnicas que podem ser empregadas, como implante artificial de silicone, solução salina, reconstituição com retalhos do músculo grande dorsal ou dos músculos abdominais, vai depender de cada caso. 11 A maioria das mulheres entrevistadas manifestou o desejo de reconstruir a mama após a retirada, como se percebe nas falas a seguir: Quando eu soube que ia retirar, eu já queria implantar. Se pudesse ter feito em seguida, já teria feito. (Nike) Na verdade, eu tomei essa decisão quando eu tirei, eu já estava preparada psicologicamente, bem preparada! (Afrodite) Em um estudo mostrou-se que as mulheres submetidas à reconstrução imediata, na sua maioria, sentiram-se mais satisfeitas, em comparação com as que fizeram a reconstrução tardia, em que se notou sofrimento psíquico aliado à baixa autoimagem. 12 Em outro estudo também mostrou-se que as mulheres submetidas à reconstrução imediata obtiveram melhor resultado estético, sofreram menor impacto quanto à feminilidade, à autoestima e ao relacionamento sexual. 13 Já nas cirurgias estéticas, as entrevistadas que realizaram aumento de mamas responderam que decidiram realizar a cirurgia assim que pararam de amamentar e porque queriam se sentir melhor e mais bonitas. Na fala de Reia, observa-se que sua decisão foi tomada por causa da vergonha que sentia, pois, após a amamentação, as mamas diminuíram: Foi logo depois que eu parei de amamentar que diminuiu. Ano passado eu nem fui à praia de vergonha, daí eu disse: não, esse ano vou ter que ir à praia. Duas entrevistadas disseram que há muito tempo pensavam em fazer a cirurgia e que a decisão tinha sido tranquila e gradativa: Sempre quis, sempre desejei, foi tranquilo, bem tranquilo. (Hebe) Já venho em um movimento há muito tempo. Eu venho em um movimento crescente de estar me valorizando, de estar procurando as minhas coisas. Meus filhos estão grandes, sou divorciada há muito tempo, há 20 anos. Esse peso está mais leve, sabe? Daí dá vontade de olhar para mim, agora é comigo, agora é a minha vez. (Gaia) Percebe-se que há uma mistura de necessidade e desejo em realizar a mamoplastia de aumento. O desejo constitui um sentimento e uma vontade individual que leva a mulher a procurar a cirurgia para aumentar as mamas; já a necessidade é gerada externamente pelo contexto social em que ela está inserida. A necessidade seria, portanto, a legitimação do desejo, entendida como algo indispensável. 10 Em um estudo, forneceram-se evidências de melhora na satisfação com a própria aparência após a cirurgia estética. No estudo, apontou-se, também, que os cirurgiões devem estar cientes, especialmente em relação aos problemas psicológicos que poderiam inibir os efeitos positivos da cirurgia estética. 14 Em relação a quando resolveram fazer a cirurgia, as mulheres que fizeram redução de mamas disseram que a decisão já havia sido tomada anos atrás, como na fala desta entrevistada: 154 reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun., 2010

15 Eu já tinha esta decisão antes de eu engravidar. Então isso já tem um ano e meio. Eu já tinha decidido que eu iria fazer redução pra ficar com uma postura legal e por causa da estética. (Hera) Circe disse que o aumento de peso foi decisivo para realizar a cirurgia: Eu engordei 15 quilos este ano, e aí aumentou o peso da mama, daí pressionou mais a coluna e agravou a dor que eu vinha sentindo. Então, eu comecei a ter várias crises de não conseguir nem me mexer de tanta dor na coluna. Foi a decisão, e foi aí que eu resolvi: tenho que fazer! A mamoplastia redutora tem como objetivo reduzir o volume das mamas, melhorando a estética e auxiliando na correção de problemas posturais, dorsalgia e ptose, principalmente após gravidez e a lactação. 15 Sentimentos e expectativas em relação à cirurgia Os sentimentos e as expectativas em relação à cirurgia de reconstrução de mama foram de ansiedade, tanto relacionados ao resultado quanto à anestesia, e, também, de nervosismo, tranquilidade, felicidade e boa recuperação. Ártemis demonstra diversos sentimentos em sua fala: Ah! A gente sempre fica nervosa, apreensiva, porque, como não é a primeira que eu faço, já estou cansada, calejada de estar sendo cortada. Sempre a gente fica assim preocupada, não sabe como vai ser a reação da anestesia. Ártemis realizou quatro cirurgias para tentar evitar a retirada da mama esquerda. Duas entrevistadas relataram que estavam ansiosas para realizar a cirurgia de aumento de mamas. Hebe diz que sua ansiedade era em relação ao resultado: Estava bem ansiosa, bem ansiosa, pra ver o resultado. Já Reia fala que sua ansiedade era antes do procedimento cirúrgico: Não dormia de tão ansiosa! Estava bem nervosa na véspera, mas quando cheguei aqui não, daí já estava calma. Gaia, por sua vez, estava tranquila: Eu estou muito tranquila, muito tranquila mesmo em relação à cirurgia e eu tenho certeza de que vai dar tudo certo. Já conheço todo o procedimento. Minha filha já fez (cirurgia de aumento de mamas). Eu tenho uma convicção comigo que se você mentaliza as coisas para o bem, as coisas vão e acontecem e eu estou muito convicta disso. Ansiedade e nervosismo foram relatados também quando questionadas quanto às expectativas e sentimentos das mulheres em relação à mamoplastia redutora. Hera fala de sua ansiedade para ver o resultado: Um pouco ansiosa, mas é uma coisa que eu queria muito. É só ansiedade mesmo para ver logo como é que vai ficar. Os cirurgiões plásticos, frequentemente, relatam grande satisfação de seus pacientes com os procedimentos estéticos. Supõe-se, então, que as modificações na aparência física causem mudanças psicológicas positivas mediante a elevação da autoestima e da autoconfiança. 10 Expectativas de mudança na vida em relação à cirurgia A estética é apontada pelas entrevistadas como a principal expectativa de mudança na vida após a reconstrução. A melhora da autoestima também foi destacada. Uma entrevistada não soube responder quais eram suas expectativas e outra citou a expectativa de uma melhora gradativa. Deméter demonstra em sua fala uma expectativa de melhora gradativa: Não sei se vai mudar muita coisa. Depois que eu fizer da outra (mama) de repente... Depois tem o mamilo, tem um monte de coisa pra fazer! Eu vou correr muito com isso aqui. Já Ártemis destaca a estética e a autoestima: Eu vou me sentir bem melhor, porque não vou mais ter a preocupação de andar com sutiã de prótese, de me preocupar em cuidar, porque dependendo do lugar que você está você não pode se abaixar, todo mundo vê que você está com uma prótese e está sem a mama e com a reconstrução já ajuda bastante. Para as entrevistadas que realizaram mamoplastia de aumento, as expectativas de mudança na vida após a cirurgia são basicamente em relação ao aumento da autoestima e à realização em mudar o visual por meio da roupa: Ah! A minha autoestima, meu Deus! Vou trocar meu guarda-roupa, porque não vai caber mais nada! Estou bem feliz!. (Reia) Eu sei que vou estar mais solta para usar blusinha de alcinha, porque, se eu colocar uma blusa sem sutiã, fico uma tábua. Uma coisa que me incomoda é, por exemplo, colocar um top para ir caminhar, porque se eu colocar uma blusa justa fica reto, fica sem nada. Então, fisicamente, vai mudar e o efeito psicológico vem. Eu não consigo dimensionar, só sei que eu vou ter muito ganho, eu tenho certeza disso... (Gaia) Estudos mostraram que mulheres que fazem aumento de mamas obtiveram mudanças positivas na autoimagem, melhoria nas relações sociais e perda do constrangimento em relação às mamas. 10 As mulheres que fizeram redução disseram que a autoestima e a estética, principalmente em relação às roupas, são fatores que vão mudar bastante a vida delas: reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun.,

16 Cirurgia nas mamas: a experiência de mulheres que buscam a harmonia com seus corpos Principalmente a minha autoestima e não vou mais me preocupar com a dor... Agora vou poder mudar o guarda roupa, principalmente porque eu nunca pude comprar um sutiã bonito... Aí eu acho que isso vai mudar bastante! (Circe) Vou ter um pouco mais de liberdade de poder, sei lá, usar uma blusinha... (Euríbia) Acho que eu vou emagrecer um pouquinho. Vou me sentir mais magra... vou poder colocar umas blusas mais decotadas. (Hera) Situação das mulheres após a cirurgia Quanto aos sentimentos e emoções vividos após a cirurgia de reconstrução, foram referidos a ansiedade, o bem-estar, a felicidade, a animação, o desânimo e a dor. Selene demonstra desânimo em sua fala: É que tem muitas etapas pela frente ainda né, tem que fazer o bico, a simetrização, tem muito caminho pela frente, daí isso desanima a gente, porque é muito tempo, em média cada etapa leva um ano, então imagino que vou terminar quando tiver uns 50 anos! Agora que comecei quero terminar, mas é muito desgaste! Já Atena demonstra animação e ansiedade: Ah! Sei lá, parece ainda que é mentira! Ainda não caiu a ficha. Eu tento espiar ali (a mama reconstruída) pra ver como é que está, mas não consigo ver direito! Estou bastante curiosa! Quando questionadas sobre a situação atual, ou seja, sentimentos e sensações após a cirurgia, as mulheres que fizeram aumento de mamas responderam que sentiram tranquilidade, desconforto, dor, felicidade e bem-estar. Hebe resume sua situação: Agora eu estou me sentindo bem. Reia relata problemas físicos em sua situação atual: Um desconforto de não poder mexer os braços, porque dói, parece que vai rasgar tudo, e as costas doem muito porque a gente tem que ficar na mesma posição. Agora que levantei já passou tudo, só se respirar fundo dói. Coloquei silicone embaixo do músculo, porque não tinha pele para colocar em cima, então dói. Mas estou bem feliz. Algumas mulheres que realizaram redução relataram que estavam ansiosas, outras, que estavam felizes e outras, com dor, quando questionadas como se sentiam no momento. Circe resume: Estou bem, estou feliz! Euríbia fala sobre sua ansiedade: Um pouco ansiosa, assim, com vontade de ver, vontade de ver e vontade de não ver, porque eu só queria ver depois que estivesse tudo certinho; não queria chegar a ver o machucado nem nada, mas eu estou bem ansiosa. Expectativas das mulheres quanto à opinião dos familiares e amigos em relação à cirurgia e aos resultados As expectativas das mulheres quanto à opinião dos familiares e amigos em relação à cirurgia de reconstrução são geralmente de apoio. Apenas em dois casos as mães das entrevistadas, por medo e receio, não opinaram ou foram contra a realização do procedimento cirúrgico: Todos me apoiam, se é isso que eu quero. Só minha mãe que sempre fica preocupada; ela acha que eu devia deixar como estava, pra não mexer mais, medo da cirurgia, né? (Ártemis) Minha filha me deu muita força. Ela tem 11 anos. Meu marido, a princípio, me disse que não era para fazer; por ele ficaria assim, mas, como apareceu a oportunidade e a confiança no pessoal da cirúrgica, resolvi ir atrás. Minha mãe nunca disse nada, porque ela tinha medo da cirurgia, mas também sei que ela sempre me apoiou (Niké) Em relação às que fizeram mamoplastia de aumento, elas disseram que todos também apoiaram e que iam gostar do resultado, como mostra a fala de Hebe: Ah! Vão achar legal. Todos apoiaram. Todos acharam que eu devia fazer. Reia também fala sobre o apoio que teve e tem dos familiares: Ah antes todo mundo apoiou, meu marido esteve aqui, adorou! Minha mãe apoiou, todo mundo apoiou. O apoio da família também é relatado pelas mulheres que realizaram a cirurgia de redução de mamas. Hera diz: Ah! Eles estão doidos para ver como é que eu vou ficar. Até agora o telefone não parou de tocar. Apoiaram bastante. Circe também diz que o apoio é total por parte dos parentes e amigos: Estão todos me apoiando, todo mundo achando que vai ficar legal. Observou-se que os motivos que levam as mulheres a realizar a cirurgia nas mamas são a estética, evidenciada pela preocupação com a roupa; vergonha, insatisfação pessoal, por não terem seio, por ter seio grande ou pequeno; e o bem-estar, porque se sentem desconfortáveis e com baixa autoestima. Foram encontradas semelhanças entre quem faz cirurgia estética e reparadora nos seguintes aspectos: os motivos são basicamente os mesmos; a decisão de se submeter à cirurgia já havia sido tomada há tempo; ansiedade e nervosismo são os sentimentos relatados pelas mulheres em relação à cirurgia; as expectativas de mudança na vida após a cirurgia são de melhorar a estética e a autoestima principalmente relacionadas à mudança do visual, por meio da roupa; após a cirurgia, as mulheres referiram satisfação pessoal, considerada por elas como felicidade, e desconforto físico, relatado como dor; o apoio dos familiares apareceu nas falas da maioria das entrevistadas. Quanto às diferenças, analisou-se que o incentivo dos médicos ou da equipe de mastologia é um dos motivos que levam as mulheres a realizar a reconstrução, o que não 156 reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun., 2010

17 aparece nas falas das mulheres que realizaram cirurgias estéticas. Outra diferença é quanto às expectativas de mudança na vida, porque na reconstrução uma entrevistada relatou a expectativa de melhora gradativa, dadas as várias etapas da cirurgia reconstrutora. Na mamoplastia de aumento ou redutora, a opinião dos familiares e amigos foi de apoio, diferentemente da cirurgia de reconstrução, na qual em dois casos as mães não opinaram ou foram contra a realização do procedimento cirúrgico. Após esta análise, pode-se concluir que desde a Antiguidade o homem cultua o corpo, e isso permanece muito forte em nossa cultura popular. Mente e corpo trabalham sempre juntos quando o assunto é beleza, pois é evidente que um precisa estar em harmonia com o outro para haver satisfação pessoal plena. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em nossa sociedade, fugir de padrões estéticos impostos leva a punições, que são encaradas de diferentes formas pelas mulheres. Algumas buscam melhorar a aparência física e, consequentemente, a psicológica em academias, clínicas estéticas ou mediante procedimentos cirúrgicos. Existe, no entanto, um grupo que vive em harmonia mesmo fora dos ditos padrões, pois há um equilíbrio entre a mente, o corpo e o contexto social onde estão inseridas. As mulheres que decidem por uma cirurgia plástica, seja estética, seja reparadora, buscam suprir suas necessidades psicológicas e físicas. Primeiro, para não terem mais vergonha por não terem mama, ou por causa do tamanho dela grande ou pequena para os padrões, e, também, pela autoestima que esperam aumentar consideravelmente após a cirurgia. As questões físicas são relacionadas ao olhar-se no espelho e gostar do que se vê, poder usar as roupas que se tem vontade e, finalmente, encaixar-se nos padrões de beleza atuais. A decisão dessas mulheres em realizar uma cirurgia plástica estética ou reparadora está intimamente ligada ao fato de encontrarem harmonia com o próprio corpo e adquirirem realização pessoal, estando em equilíbrio físico-mental. Pode-se concluir, portanto, que as mulheres buscam sempre a harmonia com o próprio corpo, uma vez que há em nossa sociedade padrões de beleza impostos. Buscar essa harmonia significa, primeiro, alcançar a beleza exterior e, depois, consequentemente, o equilíbrio psicológico, social e emocional, tudo isso diretamente relacionado à realização pessoal de cada uma dessas mulheres. A cirurgia plástica, tanto a estética quanto a reparadora, vem causando um grande impacto no Brasil e no mundo. Como membro da equipe multiprofissional, o enfermeiro vem se instrumentalizando para acompanhar esse desenvolvimento. A atuação desse profissional é de extrema importância na reconstrução do equilíbrio pessoal, porque, além de prestar os cuidados de natureza técnica de enfermagem, ainda pode contribuir para a promoção do bem-estar psicológico, social e emocional dessas mulheres. Então, este estudo foi realizado com o objetivo de compreender como as mulheres vivenciam a experiência de um procedimento cirúrgico nas mamas, buscando contribuir para um cuidado que atenda às necessidades e expectativas dessas mulheres. Os resultados deste estudo demonstram que, independentemente do motivo que leva as mulheres a se submeterem a um processo cirúrgico, suas necessidades, seus sentimentos e suas expectativas se assemelham. Isso leva a refletir sobre a natureza do cuidado que é prestado a essas mulheres, já que a todas deve ser garantido um cuidado de enfermagem eficiente, eficaz e convergente aos requerimentos do ser cuidado. 16 REFERÊNCIAS 1. Ferreira MC. Beleza e bisturi: O que as cirurgias estéticas podem (e o que não podem) fazer por você. São Paulo: MG Editores Associados; Ely JF, Ely PB. Pré e pós-operatório em cirurgia plástica. In: Pré e pós-operatório em cirurgia geral especializada. Porto Alegre: Artmed; Mélega JM, Reiff ABM. Introdução à cirurgia plástica. In: Mélega JM. Cirurgia plástica: fundamentos e arte: princípios gerais. Rio de Janeiro: Medsi; SBCP. São Paulo: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. [Citado em 2008 ago. 08]. Press Release [aproximadamente 1 tela]. Disponível em: 5. Chaves IG. Mastologia: aspectos multidisciplinares. Rio de Janeiro: Medsi; Trentini M, Paim L. Pesquisa convergente assistencial: um desenho que une o fazer e o pensar na prática assistencial em saúde-enfermagem. Florianópolis: Insular; Duarte TP, Andrade AN. Enfrentando a mastectomia: análise dos relatos de mulheres mastectomizadas sobre questões ligadas à sexualidade. Estud Psicol [periódico na internet]. Abr [Citado em 2008 nov. 18]; 8(1): [aproximadamente 8 p.]. Disponível em: pdf/epsic/v8n1/17245.pdf 8. Heller L, Miller MJ. Patient education and decision-making in breast reconstruction. Seminars of Plastic Surgery. 2004; 18(2): Isern AE, Tengrup I, Loman N, Olsson H, Ringberg A. Aesthetic outcome, patient satisfaction, and health-related quality of life in women at high risk undergoing prophylactic mastectomy and immediate breast reconstruction. J Plast Reconstr Aesthetic Surg. 2008; 61: Baima ALF. As turbinadas e os pigmaleões: implantes mamários de silicone e a beleza construída [dissertação]. Rio de Janeiro; 2007 [Citado em 2008 nov. 18]. Disponível em: reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun.,

18 Cirurgia nas mamas: a experiência de mulheres que buscam a harmonia com seus corpos 11. Almeida RA. Impacto da mastectomia na vida da mulher. Rev SBPH. [periódico na internet]. Dez [Citado em 2008 out. 18]; 9(2): [aproximadamente 14 p.] Disponível em: 12. Maluf MFM, Jo ML, Barros ACSD. O impacto psicológico do câncer de mama (2005). Rev Bras Cancerol. [periódico na internet]. Abr. de 2005 [Citado em 2008 nov. 18]; 51(2): [aproximadamente 5 p.]. Disponível em: 13. Von ST, Kvalem IL, Roald HE, Skolleborg KC. The effects of cosmetic surgery on body image, self-esteem, and psychological problems. J Plast Reconstr Aesthetic Surg : Melo AGC. Câncer de mama: aspectos psicológicos e adaptação psicossocial. Associação Brasileira de Cuidados Paliativos. Set [Citado em 2008 out. 18]; Disponível em: 15. Tafuri LSA, Gobbi H. Hiperplasias epiteliais em espécimes de mamoplastia redutora estética bilateral e mamoplastia redutora contralateral a câncer de mama. J Bras Patol Med Lab. [periódico na internet]. Abr [Citado em 2008 out. 18]; 41(2): [aproximadamente 5 p.]. Disponível em: 16. Rocha PK, Prado ML, Wal ML, Carraro TE. Cuidado e tecnologia: aproximações através do Modelo de Cuidado. Rev Bras Enferm. [periódico na internet]. Fev [Citado em 2008 dez. 02]; 61(1): [aproximadamente 3 p.] Disponível em: arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso Data de submissão: 30/12/2008 Data de aprovação: 26/5/2010 Anexo 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CCS CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM Roteiro de perguntas Idade: Estado civil: Residência: Escolaridade: Profissão: Renda familiar per capita: Tipo de cirurgia: Perguntas: 1) Quais são os motivos que leva você a querer realizar a cirurgia? 2) Como foi tomar esta decisão? 3) Quais são seus sentimentos, expectativas em relação à cirurgia? 4) O que você acha que vai mudar na sua vida após a cirurgia? 5) Como está se sentindo? 6) O que acha que sua família e seus amigos vão dizer sobre os resultados da cirurgia? 158 reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun., 2010

19 VIVÊNCIA MATERNA COM O FILHO PREMATURO: REFLETINDO SOBRE AS DIFICULDADES DESSE CUIDADO * MATERNAL EXPERIENCE WITH A PREMATURE CHILD: THINKING ABOUT THE DIFFICULTIES OF THIS CARE VIVENCIAS MATERNAS CON EL HIJO PREMATURO: REFLEXIONANDO SOBRE LAS DIFICULTADES DE DICHO CUIDADO Nilba Lima de Souza 1 Ana Cristina Pinheiro Fernandes Araujo 2 Íris do Céu Clara Costa 3 Antônio Medeiros Junior 4 Horácio Accioly Junior 5 RESUMO Este é um estudo qualitativo, realizado com 28 mulheres, no qual se utilizou o grupo focal. O objetivo foi analisar as vivências maternas com o recém-nascido prematuro durante a hospitalização em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e nos primeiros dias após a alta hospitalar. Os relatos foram submetidos ao software ALCESTE, que possibilitou a categorização dos dados, permitindo compreender significados, sentimentos e dificuldades enfrentadas pelas mães durante o internamento do filho na UTIN e no seguimento pós-alta, o que revelou a relação entre esses momentos, especialmente no que se refere às falhas no processo de comunicação entre as mães e a equipe de saúde. Os achados apontam que a prematuridade precisa ser trabalhada como um fenômeno que requer atenção à família, sobretudo à mãe, favorecendo estratégias para o enfrentamento dessa realidade desde o momento do parto, na hospitalização do filho na UTIN e, posteriormente, no seguimento domiciliar. Palavras-chave: Nascimento Prematuro; Recém-Nascido de Baixo Peso; Comportamento Materno; Pesquisa Qualitativa; Tecnologia da Informação. ABSTRACT This is a qualitative study that analyses a focus group formed by 28 women and their experiences with a premature newborn during hospitalization in a neonatal intensive care unit (NICU) and in the first days after hospital discharge. The reports were submitted to the software ALCESTE, which enabled to understand the perceptions, feelings and difficulties faced by mothers during their child s hospitalization in the NICU and in discharge follow-up. The analysis demonstrated the relationship between these moments and especially the flaws in the communication process between the mothers and the health team. The findings suggest that prematurity must be treated as a phenomenon requires attention for the entire family and above all for the mother, by favoring strategies to confront this reality from the moment of delivery, during hospitalization of the child in the NICU and later, in the domiciliary follow-up. Key words: Premature Birth; Low-Weight Newborn; Maternal Behavior; Qualitative Research; Information Technology. RESUMEN Estudio cualitativo con un grupo focal realizado con 28 mujeres: se analizan las vivencias maternas con niños nacidos prematuros durante la internación en la Unidad de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) y en el seguimiento post-alta. Los relatos fueron procesados con el software ALCESTE que clasificó los datos y reveló significados, sentimientos y dificultades de las madres durante la internación del niño en la UTIN y en los primeros días tras el alta hospitalaria. De los relatos se destaca en especial lo relativo a los fallos en el proceso de comunicación entre las madres y la plantilla sanitaria. Los hallazgos indican que hemos de tratar el parto prematuro como un fenómeno que requiere atención a la familia, sobre todo a la madre, favoreciendo estrategias que ayuden a enfrentar la realidad desde el momento del parto, en la hospitalización del hijo en la UTIN y, posteriormente, en el seguimiento a domicilio. Palabras clave: Nacimiento prematuro; Recién nacido de bajo peso; Comportamiento materno; Investigación cualitativa; Tecnología de la información. * Extraído da dissertação de Mestrado Experiência materna com recém-nascido prematuro advindo de uma gravidez de risco, apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte em Professora. Mestre do Departamento de Enfermagem. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal-RN, Brasil. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCSA-UFRN). Natal-RN. Av. Senador Salgado Filho, s/n. Campus Universitário Lagoa Nova. CEP: Natal-RN, Brasil. Fone (84) Fax (84) Professora Doutora do PPGCCSA-UFRN, Natal-RN, Brasil. Programa de Pós-Graduação do Centro de Ciências da Saúde. UFRN, Natal-RN, Brasil. Av. Gal. Gustavo Cordeiro de Farias, SN. Petrópolis. Natal-RN. 3 Professora Doutora do PPGCCSA-UFRN. Natal, RN, Brasil. Programa de Pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde. UFRN, Natal-RN, Brasil. Av. Gal. Gustavo Cordeiro de Farias, SN. Petrópolis. Natal-RN. 4 Professor Doutor do Departamento de Saúde Coletiva e Nutrição. UFRN, Natal-RN, Brasil. 5 Professor Doutor do Departamento de Educação Física da UFRN. Natal, RN, Brasil. Av. Senador Salgado Filho, s/n. Campus Universitário Lagoa Nova. CEP: Natal- RN, Brasil. Endereço para correspondência Nilba Lima de Souza: Av. Senador Salgado Filho, s/n. Campus Universitário Lagoa Nova. CEP: Natal-RN, Brasil. Fone (84) Fax (84) reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun.,

20 Vivência materna com o filho prematuro: refletindo sobre as dificuldades desse cuidado INTRODUÇÃO O nascimento prematuro é uma experiência desafiadora que altera a dinâmica familiar, especialmente a da mãe, que durante a vivência da maternidade prematura enfrenta conflitos, dada a frequente necessidade de hospitalização do filho. Soma-se a isso o fato de, em curto período, ela ter de passar a acompanhá-lo na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), ambiente de tecnologia avançada que costuma causar impacto e medo à família de prematuros. Na condição de mãe acompanhante do filho na UTIN, a mulher é submetida à rotinização hospitalar e afastada do seu convivo familiar e social em detrimento da priorização do cuidado ao filho hospitalizado. 1 Nesse contexto, surgem os conflitos e as dificuldades, muitas vezes decorrentes das relações conflituosas com os profissionais de saúde, tornando a permanência materna hospitalar desagradável, além de despertar sensações de sofrimento e tristeza. Comumente, essa situação se agrava quando os profissionais de saúde deixam de valorizar o paradoxo de sentimentos que cerca a mãe, que sofre por retardar o contato precoce com o filho, privando-se de tê-lo nos braços para acariciá-lo em sua chegada ao mundo. 2 Daí a necessidade de um atendimento humanizado e acolhedor, de forma que as mães se sintam inseridas na atenção e cuidado por parte da equipe neonatal. 1,3 Por outro lado, o desejo de recuperação do filho e a prioridade de estar junto dele 1 fazem com que as mães busquem estratégias de enfrentamento. Assim, durante a permanência hospitalar, tentam restabelecer o vínculo afetivo com o filho e desenvolvem novas habilidades no cuidado, necessárias para a atenção específica ao prétermo no seguimento domiciliar. 4 Superada a fase de hospitalização, as mulheres se veem diante de um novo desafio: a alta do recémnascido, que, embora seja um momento de grande expectativa, associa-se a um de maior responsabilidade acompanhado de inseguranças e medos de cuidar do filho no domicílio, sem o apoio da equipe hospitalar. 5,6 Nessa perspectiva, as famílias, muitas vezes sem preparo específico, são conduzidas a cuidar do filho prematuro no ambiente domiciliar, sem que tenham recebido esclarecimentos suficientes para esse cuidado e para a tomada de decisão diante das possíveis alterações no desenvolvimento dessa criança ou em situações que indiquem a busca pelos serviços de saúde. Essas dificuldades costumam ser decorrentes das falhas no processo de comunicação e do apoio formal dado pelos profissionais, que transmitem informações insuficientes pautadas na linguagem técnica, o que pode favorecer a distorção da realidade e comprometer o entendimento, por parte dos pais, das às orientações recebidas. 7,8 Isso torna o percurso da prematuridade uma trajetória conflituosa desde a hospitalização do filho até sua inserção no ambiente domiciliar. Para haver uma transição satisfatória da unidade neonatal para o domicílio materno, um passo importante é assegurar o reestabelecimento da família após o nascimento prematuro. 9 Nesse aspecto, destaca-se o papel fundamental dos profissionais de saúde no preparo dessas famílias, tanto durante o acompanhamento materno do filho na UTIN como no período que antecede a alta. 10 Portanto, tratando-se de recém-nascido prematuro, os cuidados necessários para assegurar-lhe o desenvolvimento saudável iniciado durante a hospitalização devem ser ampliados para além do ambiente hospitalar, envolvendo tanto a família como o contexto social no qual está inserido. Observa-se que esses dois aspectos, na literatura pertinente, comumente são analisados separadamente em populações diferentes e não retratam a interligação dos sentimentos, percepções e atitudes vivenciados pela mãe durante e após a hospitalização do filho prematuro. Baseando nisso, construiu-se este estudo com o objetivo de analisar as vivências maternas com o filho prematuro durante a hospitalização na UTIN e posteriormente no ambiente domiciliar, para o mesmo grupo de mulheres, buscando identificar interligações existentes entre esses momentos, com vista à ampliação do cuidado ao recémnascido e a família do prematuro desde o nascimento até o seguimento domiciliar. TRAJETÓRIA METODOLÓGICA Estudo descritivo com a utilização da técnica do grupo focal, por meio da qual se obtém, de forma descontraída e informal, opiniões e atitudes, mediante discussões em grupo. 11 Optou-se por essa técnica pela possibilidade de obter resultados que emergiram da discussão entre mulheres que têm em comum a vivência do nascimento de um filho prematuro em situação que exigiu internamento em UTIN e que, portanto, como parte integrante de um mesmo contexto, relataram suas vivências de forma coletiva. O estudo foi realizado em dois momentos. O primeiro, com 28 mães que se encontravam há mais de 48 horas com o filho hospitalizado na UTIN. O segundo, o mesmo grupo de mulheres, estabelecendo-se o critério mínimo de 30 dias após a alta hospitalar do último recém-nascido de mãe participante do grupo. Nesse segundo momento, foram contabilizadas perdas de quatro mulheres, duas por causa do óbito dos filhos e as outras porque não compareceram ao segundo momento. Foram formados três grupos distintos, estabelecendo-se o critério mínimo de seis e máximo de dez participantes, e ocorreram dois encontros para cada grupo. A escolha pelo mesmo grupo de mulheres, participando dos dois momentos da pesquisa, surgiu da tentativa de identificar a interligação entre a vivência materna com o prematuro na UTIN e, posteriormente, no domicílio materno. As pesquisadas foram abordadas durante o período de permanência como mães-acompanhantes e informadas de que participariam de dois encontros, sendo 160 reme Rev. Min. Enferm.;14(2): , abr./jun., 2010

Título: CIRURGIA NAS MAMAS: A EXPERIÊNCIA DE MULHERES QUE BUSCAM A HARMONIA COM SEUS CORPOS.

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