Tel: (12) Site: Porto de São Sebastião/SP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tel: (12) 3892-1499 Site: www.pronave.com.br. Porto de São Sebastião/SP"

Transcrição

1 Tel: (12) Site: Porto de São Sebastião/SP

2 BOAS PRÁTICAS NA REDUÇÃO DE RESÍDUOS E PREVENÇÃO DE EMISSÃO DE PARTICULADOS NA MOVIMENTAÇÃO DE BARRILHA

3 Durante décadas, a descarga de barrilha e de outras mercadorias a granel foi realizada da mesma forma. A imagem que vem à cabeça das pessoas quando se trata desse assunto é de uma operação suja, trabalhadores cobertos de poeira, emissão de partículas em grande quantidade por toda a área do porto e proximidades, navios sujos, mercadoria acumulada pelo cais do porto e poluição visual. Descarga de barrilha em S. Sebastião

4 Essa imagem se reflete negativamente no conceito das empresas que atuam no setor, sejam Operadores Portuários, Agentes Marítimos, Autoridades Portuárias, Transportadores, Consignatários e até mesmo no Poder Público. O porto é um grande impulsionador da economia, principal instrumento do comércio internacional e gerador importante de emprego e renda, porém em muitas comunidades é visto com maus olhos, em função principalmente dos impactos que a atividade portuária causa no seu entorno, entre eles o trânsito de caminhões, a poluição e os resíduos gerados que atingem a população em geral. Nordeste /BR: descarga de clínquer Europa: descarga de clínquer

5 No Porto de São Sebastião/SP não era diferente. A descarga de granéis era feita por meio de moegas convencionais, ocasionando desconforto aos trabalhadores, emissão de muita poeira no ar e no mar, desperdício de material, sem mencionar as vias de acesso ao porto que ficavam cobertas de resíduos de barrilha em função de falhas no transporte. É sabido que a dificuldade estimula a criatividade, em todos os segmentos do conhecimento. Neste evento, conhecemos diversos exemplos, experiências e atitudes que estão fazendo a diferença nos portos do Brasil, a maioria deles impulsionados pela pressão e pela necessidade.

6 Em nosso caso, além da pressão da comunidade, que já vinha gerando várias mudanças nos procedimentos de descarga, manuseio, armazenagem e transporte dos granéis sólidos, a dificuldade chegou na forma de exigências ambientais por parte da CETESB (agência ambiental do Estado de São Paulo), motivadas por denúncia ao Ministério Público de usuários da balsa, que se sentiam incomodados com a poeira do ar que atingia os veículos e as pessoas na travessia para Ilhabela, no ano de Apesar de ser inofensiva ao meio ambiente, a barrilha no ar causa impacto visual (nuvem de poeira) e, quando derramada nas vias de circulação, pode causar acidentes por ser escorregadia. Descarga de barrilha São Sebastião/SP

7 Diante da necessidade de adequar-se às novas exigências, a PRONAVE vislumbrou a oportunidade de revolucionar o conceito de descarga de granéis, decidindo não somente atender as questões formais, mas ir além. A empresa juntou esforços, buscou profissionais das mais variadas competências e, utilizando mão de obra própria e tecnologia de ponta, investiu pesado no desenvolvimento de um equipamento único, que atendeu a todas as exigências ambientais e transformou o granel de vilão em parceiro da comunidade, sendo essa a principal fonte de renda de centenas de pessoas, acabando com a poeira do ar, com as perdas de material e derramamento no cais e no mar, bem como o ambiente hostil à saúde do trabalhador.

8 Funil Pronave equipado com sistema anti-poluição

9 Descarga de Sulfato São Sebastião/SP 2010 Porto limpo: sem poeira

10 O equipamento desenvolvido pela PRONAVE, tem o nome técnico de Equipamento para Descarga de Material Granular Pulverulento com Sistema Antipoluição, que chamamos simplesmente de funil, é atualmente a melhor técnica disponível para descarga de granéis sólidos. A barrilha serviu como base para nosso estudo, no entanto, hoje também descarregamos em São Sebastião produtos como Sulfato de Sódio, Cevada, Malte, Ulexita, Clínquer, entre outros, bastando pequenos ajustes em função das características de cada produto, mas todos com a mesma eficiência em relação à emissão de poeira e perda de material. Além disso, não houve perda de produtividade, o que torna ainda mais vantajoso seu uso.

11 Porto limpo: sem poeira Descarga de barrilha São Sebastião/SP 2010

12 O funil equipado com esse sistema possui sinais luminosos para informar ao operador do guindaste os limites de altura e de carga, possui sistema de aspiração e transferência das poeiras para filtros especiais, sensores elétricos e eletrônicos que controlam os processos em tempo real. Durante toda a operação, temos uma estação meteorológica à disposição, medindo a direção e velocidade dos ventos, a fim de indicar os limites quando será necessário interromper o trabalho para evitar a dispersão da poeira no ambiente. Painéis de controle do funil Pronave

13 Funil Pronave equipado com sistema anti-poluição

14 Descarga de barrilha São Sebastião/SP

15 O sistema de gestão implantado resultou em uma mudança de cultura com relação a todos os envolvidos, dentro e fora da empresa, envolvendo inclusive os trabalhadores portuários e os transportadores, uma vez que não seria aceitável investir tanto esforço no equipamento de descarga e permanecer com os outros segmentos da operação trabalhando da forma convencional. Convés de navio durante descarga de granel A participação das pessoas é fundamental na implantação das mudanças

16 Foi oferecido treinamento aos trabalhadores portuários avulsos, através do OGMO, para que adquirissem o conhecimento necessário para operar o novo equipamento. Foram construídas passarelas para enlonamento dos caminhões na saída e deslona na entrada. Foram padronizadas as dimensões e características dos caminhões, evitando a perda de material no trajeto e criado sistema de lavagem dos caminhões para que os acessos viários se mantenham limpos. A água utilizada para a lavagem dos veículos e dos equipamentos é coletada em um tanque, tratada e analisada antes de ser reutilizada. Sistema de tratamento da água de lavagem

17 Nossa experiência, portanto, foi altamente positiva e o retorno do investimento se deu rapidamente, uma vez que a operação transcorre com muito mais qualidade, não há desperdício, o risco de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho é reduzido sensivelmente, não há mais contenciosos judiciais questionando as operações, o cliente está mais seguro com relação ao atendimento às normas ambientais e a comunidade passa a ver a empresa com um olhar positivo, gerando novas oportunidades de negócios, ambientalmente sustentáveis e socialmente positivos. São Sebastião/SP Brasil Tel: (12)

REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR

REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR Salvador - BA Outubro-2012 1 REGULAMENTO PARA OPERAÇÃO COM GRÃOS NO PORTO DE SALVADOR Objetivo Este regulamento estabelece diretrizes, definições

Leia mais

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015.

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. 1 SOCIEDADE DE PORTOS E HIDROVIAS DO PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. RESOLUÇÃO Nº 4.093-ANTAQ, DE 07/05/2015. (ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviário) PORTO

Leia mais

Riscos à Saúde dos Trabalhadores na Operação Portuária. Antônio Carlos Garcia Júnior Pesquisador da Fundacentro antonio.garcia@fundacentro.gov.

Riscos à Saúde dos Trabalhadores na Operação Portuária. Antônio Carlos Garcia Júnior Pesquisador da Fundacentro antonio.garcia@fundacentro.gov. Riscos à Saúde dos Trabalhadores na Operação Portuária Antônio Carlos Garcia Júnior Pesquisador da Fundacentro antonio.garcia@fundacentro.gov.br Marco Teórico O campo de estudo da Saúde do Trabalhador

Leia mais

GARANTIA DA SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE GRANÉIS Uma cadeia de responsabilidades a cumprir

GARANTIA DA SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE GRANÉIS Uma cadeia de responsabilidades a cumprir GARANTIA DA SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE GRANÉIS Uma cadeia de responsabilidades a cumprir Filipa Almeida Garrett O cereais são produzidos em todo o mundo, em maiores quantidades do que qualquer outro tipo

Leia mais

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000 1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS

Leia mais

TARIFA DO PORTO DE SUAPE

TARIFA DO PORTO DE SUAPE SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO TARIFA DO PORTO DE SUAPE Homologada pela RESOLUÇÃO Nº 4.091, DE 7 DE MAIO DE 2015 (D.O.U. de 08.05.15) TABELA 1 UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA MARÍTIMA (Taxas devidas

Leia mais

.2.3 HISTÓRICO... 05. MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLíTICA DE QUALIDADE... 06 OPERAÇÃO PORTUÁRIA... 08 ATIVIDADES... 08 QUALIDADE...

.2.3 HISTÓRICO... 05. MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLíTICA DE QUALIDADE... 06 OPERAÇÃO PORTUÁRIA... 08 ATIVIDADES... 08 QUALIDADE... HISTÓRICO... 05 MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLíTICA DE QUALIDADE... 06 OPERAÇÃO PORTUÁRIA... 08 ATIVIDADES... 08 QUALIDADE... 10 EVOLUIR SEMPRE... 12 ALTA TECNOLOGIA PARA GRANDES RESULTADOS... 15 EQUIPAMENTOS...

Leia mais

CATÁLOGO GERAL DE PRODUTOS. Movimentação de Granéis

CATÁLOGO GERAL DE PRODUTOS. Movimentação de Granéis CATÁLOGO GERAL DE PRODUTOS Movimentação de Granéis Há mais de 88 anos garantindo os melhores resultados para nossos clientes. 03 A Companhia Experiência aliada à inovação. É isso que faz a Kepler Weber

Leia mais

Operações e tarifas portuárias: jargão e conceitos

Operações e tarifas portuárias: jargão e conceitos Operações e tarifas portuárias: jargão e conceitos São Paulo, Brasil (Revisado em 24 de julho de 2007) Este relatório é de uso exclusivo do cliente. Nenhuma parte pode ser reproduzida, mencionada ou circulada

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 1/7 FISPQ NRº. 004 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome da Empresa: Hidroazul Indústria e Comércio Ltda Endereço: Rua João Dias Neto, 18 D Cataguases MG CEP: 36770-902. Telefone da Empresa: (32)

Leia mais

SINDICATO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE COMERCIAL DE CARGA DO LITORAL PAULISTA SINDISAN

SINDICATO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE COMERCIAL DE CARGA DO LITORAL PAULISTA SINDISAN Proposta para Aumento de Eficiência Logística: DEPOTS 24 HORAS SINDICATO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE COMERCIAL DE CARGA DO LITORAL PAULISTA SINDISAN OBJETIVOS MODELO ATUAL Terminais operando em média de

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência...

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência... TARIFA COMPANHIA DOCAS DO PARÁ PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ Tabela I - Utilização da Infraestrutura Aquaviária (Tarifas

Leia mais

SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007

SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007 SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007 Frota antiga e tecnologia obsoleta; Serviço irregular de vans operando em todo o DF 850 veículos; Ausência de integração entre os modos e serviços; Dispersão das linhas;

Leia mais

Porto de São Sebastião

Porto de São Sebastião REGULAMENTO OPERACIONAL Porto de São Sebastião Aprovado na 102ª Reunião Ordinária do CAP - Resolução CAP/PSS 001/04 de 24/06/2004. 1 REGULAMENTO OPERACIONAL DO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO 1. DEFINIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NR 1 - Disposições Gerais As Normas Regulamentadoras são de observância obrigatória por

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem

TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem BASE LEGAL: RESOLUÇÃO ANTAQ Nº 4093, DE 07 DE MAIO DE 2015 PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 08 DE MAIO DE 2015 VIGÊNCIA: A PARTIR DE 12/05/2015

Leia mais

Projeto Oficina Verde

Projeto Oficina Verde 2009 Projeto Oficina Verde PROJETO OFICINA VERDE Responsáveis: Daniel Filipe, Glauber Franco e Alexandre Xavier Centro de Experimentação e Segurança Viária CESVI BRASIL S/A I.Q.A Instituto de Qualidade

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº 14.2014, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2014. ESTABELECE REGRAMENTO PARA O ACESSO TERRESTRE AO PORTO DE SANTOS O DIRETOR PRESIDENTE da COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO CODESP, na qualidade

Leia mais

Acompanhamento de Preços e Desempenho Operacional dos Serviços. Portuárias e Hidroviárias ENEPh

Acompanhamento de Preços e Desempenho Operacional dos Serviços. Portuárias e Hidroviárias ENEPh DESEMPENHO PORTUÁRIO Sistema Permanente de Acompanhamento de Preços e Desempenho Operacional dos Serviços Portuários XXI Encontro Nacional de Entidades Portuárias e Hidroviárias ENEPh Santos, 30 de Março

Leia mais

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não.

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não. TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE PROTEÇÃO E ACESSO AQUAVIÁRIO PORTUÁRIA TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR 1. Por Tonelagem de Porte Bruto das Embarcações Por unidade 1.1 Na movimentação de contêineres

Leia mais

Indicadores Ambientais

Indicadores Ambientais Encontro no IBAMA/DF 2006 Indicadores Ambientais Indicadores Ambientais Marcos Maia Porto Gerente de Meio Ambiente Encontro no IBAMA/DF 2006 Indicadores Ambientais Estudo realizado pelo SEBRAE no final

Leia mais

Principal uso do produto: Destinado a limpar e conservar o carpete ou tapete

Principal uso do produto: Destinado a limpar e conservar o carpete ou tapete Página 1 de 8 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO LIMPA CARPETES LUMINAR 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO 1.1 - Identificação da Empresa: Valdir Carvalhal Rua 9 de julho, 232 -

Leia mais

Atenção Sinaleiros! Você Trabalhador Portuário Avulso tem fundamental IMPORTÂNCIA na Implantação da Padronização dos SINAIS.

Atenção Sinaleiros! Você Trabalhador Portuário Avulso tem fundamental IMPORTÂNCIA na Implantação da Padronização dos SINAIS. Atenção Sinaleiros! Você Trabalhador Portuário Avulso tem fundamental IMPORTÂNCIA na Implantação da Padronização dos SINAIS. A partir de 1º de junho de 2015 somente serão aceitos os Sinais Padronizados

Leia mais

MEDIDAS MITIGADORAS, COMPENSATÓRIAS E PROGRAMAS DE CONTROLE DE MONITORAMENTO

MEDIDAS MITIGADORAS, COMPENSATÓRIAS E PROGRAMAS DE CONTROLE DE MONITORAMENTO MEDIDAS MITIGADORAS, COMPENSATÓRIAS E PROGRAMAS DE CONTROLE DE MONITORAMENTO 1. MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS 1.1. Executar ações do Plano de Manutenção Preventiva Objetivos: Realizar vistorias

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DE SÃO SEBASTIÃO

COMPANHIA DOCAS DE SÃO SEBASTIÃO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO PGR Página: 1 / 66 Data: 30/03/2015 Rev.: 05 COMPANHIA DOCAS DE SÃO SEBASTIÃO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PGR PORTO DE SÃO SEBASTIÃO SÃO SEBASTIÃO - SP Revisão

Leia mais

Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão. - Sistema PAMPA. Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014.

Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão. - Sistema PAMPA. Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014. Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão - Sistema PAMPA Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014. A CCGL tem a missão de integrar as atividades do agronegócio com sustentabilidade,

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos

PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos José Newton Barbosa Gama Assessor Especial Dezembro de 2011 SUMÁRIO Problemática

Leia mais

Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja

Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja Tipo: Artigo Produto: Grãos de Soja 3ª Parte: TPR Rosário Publicação / Sulamericana Data: Abril 2015 Ref: 160415ARGrain Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja O terminal argentino

Leia mais

- A necessidade de um maior controle estatístico e operacional das cargas movimentadas pelo Porto de Paranaguá;

- A necessidade de um maior controle estatístico e operacional das cargas movimentadas pelo Porto de Paranaguá; ORDEM DE SERVIÇO Nº 046/2006 ARMAZENAGEM O Superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, no uso de suas atribuições conferidas pelos itens V e X do artigo 16 do Regulamento aprovado

Leia mais

Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém

Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém Objetivo Elaborar o projeto conceitual do Terminal Portuário da EMBRAPS em Santarém, para exportação de granéis sólidos (soja e milho). O projeto

Leia mais

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado Tabela I Utilização da Infraestrutura de Acesso Aquaviário (Taxas devidas pelo armador ou agente) No. Espécie Incidência Valor() 1. Carregamento, descarga ou baldeação, por tonelada ou fração 3,73 2. Carregamento,

Leia mais

Controle de Carga e Facilitação do Fluxo Logístico no Comércio Internacional. Siscomex Carga. PROCOMEX Brasília março de 2007

Controle de Carga e Facilitação do Fluxo Logístico no Comércio Internacional. Siscomex Carga. PROCOMEX Brasília março de 2007 Controle de Carga e Facilitação do Fluxo Logístico no Comércio Internacional Siscomex Carga PROCOMEX Brasília março de 2007 Cenário Contemporâneo Crescimento do comércio internacional; Preocupação com

Leia mais

OS SEGUROS NA ATIVIDADE MARÍTIMA E PORTUÁRIA

OS SEGUROS NA ATIVIDADE MARÍTIMA E PORTUÁRIA OS SEGUROS NA ATIVIDADE MARÍTIMA E PORTUÁRIA SEGURO DE CASCO - Circular SUSEP 01/85 SEGURO DE TRANSPORTES Circular SUSEP 354/2007 SEGURO DE OPERADORES PORTUÁRIOS - Circular SUSEP 291/2005 SEGURO DE RC

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO ÍNDICE ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 1 INFORMAÇÕES DOS TERMINAIS PORTUÁRIOS 3 2 TERMINAIS PORTUÁRIOS DO COMPLEXO DE TUBARÃO 3 3 4 3.1 TERMINAL PORTUÁRIO DE MINÉRIO DE FERRO DE TUBARÃO - TU 4 3.1.1. PÍER 1 - NORTE

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 13 Logística de transferência de petróleo INTRODUÇÃO Logística Colocar-se o produto certo, no local correto, no momento adequado e ao menor preço possível, desde as fontes de

Leia mais

SABONETE ANTI-SÉPTICO MAZA

SABONETE ANTI-SÉPTICO MAZA SABONETE ANTI-SÉPTICO MAZA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO QUÍMICO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Sabonete Anti-séptico Maza Nome da Empresa: Maza 2000 Comércio e Indústria Ltda Endereço da Indústria: Via

Leia mais

Nota Técnica. Requisitos Gerais para a armazenagem de óleos usados:

Nota Técnica. Requisitos Gerais para a armazenagem de óleos usados: Nota Técnica ARMAZENAGEM DE ÓLEOS USADOS Para efeitos do presente documento, considera-se a definição de óleos usados constante na alínea b) do artigo 2.º do Decreto-lei n.º 153/2003. Define-se reservatório

Leia mais

Administração do Porto de Maceió - APMC

Administração do Porto de Maceió - APMC Administração do Porto de Maceió - APMC Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Maceió Análliise Funciionall e Operaciionall do Porto de Maceiió Março/11 R E L A T Ó R I O D E A N Á L I S E F

Leia mais

Diretivas de transporte, embalagem e manuseio

Diretivas de transporte, embalagem e manuseio Diretivas de transporte, embalagem e manuseio Esta diretiva compreende orientações gerais relativas ao transporte, embalagem e manuseio de máquinas e fornecimentos da empresa KraussMaffei Technologies

Leia mais

Tabela I. Tabela II. Tabela V

Tabela I. Tabela II. Tabela V TARIFÁRIO DO PORTO DE NATAL Tabela I Tabela II Utilização da Infraestrutura de Proteção e Acesso Aquaviário; Taxas Devidas pelo Armador ou Seu Agente Marítimo; Utilização da Infraestrutura de Acostagem;

Leia mais

TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015

TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA DE PREÇOS DO Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA A - PREÇOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS OU DISPONIBILIZADOS PELA CEARÁPORTOS 100.000 SERVIÇOS OPERACIONAIS O prestador de serviço credenciado deverá pagar

Leia mais

SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS

SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS O PULSO VITAL DA ATIVIDADE PORTUÁRIA Cerca de 80% de todo o comércio mundial é despachado por contêineres, de modo que o gerenciamento

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução nº 4.093 ANTAQ, de 07/05/2015 Vigência: 15/05/2015 TABELA I - UTILIZAÇÃO

Leia mais

Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação

Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação Objetivo: Capacitar o participante para gerir as rotinas e operações logísticas em um porto ou terminal portuário voltado para a movimentação interna, importação

Leia mais

TECNOLOGIA O QUE É O SEBRAETEC A QUEM SE DESTINA COMO PARTICIPAR SETORES ATENDIDOS VANTAGENS AÇÕES NÃO COBERTAS CONTATO

TECNOLOGIA O QUE É O SEBRAETEC A QUEM SE DESTINA COMO PARTICIPAR SETORES ATENDIDOS VANTAGENS AÇÕES NÃO COBERTAS CONTATO Um investimento indispensável para o crescimento da sua empresa. O Sebrae viabiliza serviços de consultoria prestados por uma rede de instituições/empresas detentoras de conhecimento tecnológico. Através

Leia mais

Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE

Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Supervia Concepção Básica Órgãos de Governo Operadores Logísticos Importadores e Exportadores S u p e r v i a E l e t r ô n i c a d e D a d o s S E

Leia mais

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal:

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal: PORTO DE PECEM. Trata-se de um terminal marítimo concebido para propiciar operações portuárias eficientes, tornando-o altamente competitivo com acessos rodoviários e ferroviários livres e independentes

Leia mais

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO PORTO DO PECEM

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO PORTO DO PECEM ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO PORTO DO PECEM Perda de carga e equipamentos Falhas ao estudar as condições meteoceanográficas. Falha mecânica (Guindastes, empilhadeiras,. Encalhe em bancos de areia e/ou

Leia mais

Curso Técnico em Logística com ênfase em Gestão Portuária

Curso Técnico em Logística com ênfase em Gestão Portuária Curso Técnico em Logística com ênfase em Gestão Portuária Sobre o Curso: O Curso Técnico com ênfase em Gestão Portuária tem como principal objetivo promover a qualificação profissional para atender às

Leia mais

Relatório de Vistoria Ambiental Porto do Recife Junho de 2006

Relatório de Vistoria Ambiental Porto do Recife Junho de 2006 Relatório de Vistoria Ambiental Porto do Recife Junho de 2006 Agência Nacional de Transportes Aquaviários Relatório de Vistoria nº /2006 GGP Brasília, 26 de junho de 2006. Do Técnico: Uirá Cavalcante Oliveira

Leia mais

Agenda Ambiental para o Porto de Santos: uma experiência positiva

Agenda Ambiental para o Porto de Santos: uma experiência positiva Agenda Ambiental para o Porto de Santos: uma experiência positiva Icaro A. da Cunha Universidade Católica de Santos .iniciativa da agenda ambiental portuária: parceria Porto, CETESB, Universidade, ONG,

Leia mais

PORTO FLUVIAL DE PORTO DE PORTO ALEGRE

PORTO FLUVIAL DE PORTO DE PORTO ALEGRE PORTO FLUVIAL DE PORTO DE PORTO ALEGRE Integrantes: Mauricio Beinlich Pedro Granzotto Características físicas: O Porto de Porto Alegre é o mais meridional do Brasil. Geograficamente, privilegiado em sua

Leia mais

quem somos A RAYFLEX é líder nacional em tecnologia para portas industriais.

quem somos A RAYFLEX é líder nacional em tecnologia para portas industriais. quem somos A RAYFLEX é líder nacional em tecnologia para portas industriais. Fundada em 1985, a empresa desenvolve soluções em PORTAS RÁPIDAS, PORTAS SECCIONAIS E NIVELADORES DE DOCAS. Faz parte de uma

Leia mais

Gestão da Frente de Trabalho. Área de Trabalho Controlada. Gestão da Frente de Trabalho

Gestão da Frente de Trabalho. Área de Trabalho Controlada. Gestão da Frente de Trabalho Gestão da Gestão da 2 Gestão da Refere-se ao manejo eficiente dos resíduos na medida em que eles são depositados no aterro. A boa gestão reside no controle das operações, as comunicações entre a equipe

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade II GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade II GERENCIAMENTO DE TRANSPORTES Prof. Altair da Silva Formas e modais de transportes As formas como nossos produtos são distribuídos em nosso país, depende de vários fatores. Em um país como o

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE

Leia mais

14APOSTILA TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

14APOSTILA TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS 14APOSTILA TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS Caros Colegas, A BSM Engenharia S.A. apresenta a apostila com os temas de transporte de produtos perigosos e coleta seletiva. O transporte em geral faz parte

Leia mais

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE MARÍTIMO E O SEU IMPACTO NA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA EXECUÇÃO 2013

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE MARÍTIMO E O SEU IMPACTO NA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA EXECUÇÃO 2013 1 2 3 EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE MARÍTIMO E O SEU IMPACTO NA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA EXECUÇÃO 2013 4 5 EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE MARÍTIMO O COMÉRCIO INDUZ A OPERAÇÃO DE TRANSPORTE Cabe ao Transporte Marítimo

Leia mais

TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO)

TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO) TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO) A HISTÓRICO. O TUP do Estaleiro Brasa Ltda foi o primeiro Terminal de Uso Privado autorizado pela Secretaria de Portos da Presidência da Republica (SEP/PR) com a interveniência

Leia mais

Depuração das aguas residuais provenientes da plantas de tratamento das superficies. Gianfranco Verona

Depuração das aguas residuais provenientes da plantas de tratamento das superficies. Gianfranco Verona Depuração das aguas residuais provenientes da plantas de tratamento das superficies Gianfranco Verona DESCARTE ZERO NUMA CABINE DE PINTURA SKIMMERFLOT Para o tratamento e a reutilização de águas provenientes

Leia mais

PLANO SIMPLES DE MANUTENÇÃO DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA ENERGÉTICA

PLANO SIMPLES DE MANUTENÇÃO DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA ENERGÉTICA ENERGÉTICA IND.E COM. LTDA. Rua Gravataí, 99 Rocha CEP 20975-030 Rio de Janeiro RJ CNPJ 29.341.583/0001-04 IE 82.846.190 Fone: (21) 2501-1998 / (21) 3797-9800 Fax: (21) 2241-1354 www.energetica.ind.br

Leia mais

PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O PORTO ORGANIZADO DE SÃO SEBASTIÃO (PEA/PORTO-SS) Cláudia Maria Leite Assunção 1. Jonatas de Pinho Vieira 2

PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O PORTO ORGANIZADO DE SÃO SEBASTIÃO (PEA/PORTO-SS) Cláudia Maria Leite Assunção 1. Jonatas de Pinho Vieira 2 PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O PORTO ORGANIZADO DE SÃO SEBASTIÃO (PEA/PORTO-SS) Cláudia Maria Leite Assunção 1 & Jonatas de Pinho Vieira 2 Projeto Final do Curso de Educação Ambiental Uma Introdução

Leia mais

OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE DOCUMENTO

OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE DOCUMENTO Página 1 de 12 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 14/05/09 19/12/09 Emissão inicial Estruturação geral Emissão Aprovada N/A OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS

Leia mais

Cronograma de Atividades CIPA GESTÃO 2012-2013

Cronograma de Atividades CIPA GESTÃO 2012-2013 Julho/2012 Cronograma de Atividades CIPA GESTÃO 2012-2013 Slogan: Segurança se faz com Educação MÊS Atividades * Reunião Ordinária e Posse da CIPA: 06/07/2012 * Implantação da Urna de Sugestões da CIPA.

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são

Leia mais

Portaria SEP Nº 111 DE 07/08/2013

Portaria SEP Nº 111 DE 07/08/2013 Portaria SEP Nº 111 DE 07/08/2013 Estabelece as normas, os critérios e os procedimentos para a pré-qualificação dos operadores portuários de que trata o inciso IV do art. 16 da Lei nº 12.815, de 5 de junho

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM PÓ (Limão, Pinho, Clássico, Lavanda, Bouquet e Laranja)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM PÓ (Limão, Pinho, Clássico, Lavanda, Bouquet e Laranja) Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Sapólio Radium Pó Códigos Internos: Limão: 14001 / 14017 Pinho: 14005 / 14018 Clássico: 14033 Lavanda: 14031 Bouquet: 14030 Laranja: 14032

Leia mais

RESOLUÇÃO DP Nº 108.2006, DE 16 DE AGOSTO DE 2006.

RESOLUÇÃO DP Nº 108.2006, DE 16 DE AGOSTO DE 2006. RESOLUÇÃO DP Nº 108.2006, DE 16 DE AGOSTO DE 2006. INSTITUI O REGRAMENTO PARA GESTÃO DO TRÁFEGO PORTUÁRIO, SINALIZA E MONITORA A CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS, ESTABELECE ZONAS DE ESTACIONAMENTOS ROTATIVOS PARA

Leia mais

A T R E S ASSOCIAÇÃO DO TERMINAIS PORTUÁRIOS E RETROPORTUÁRIOS E DOS USUÁRIOS DOS PORTOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. www.atres.org.

A T R E S ASSOCIAÇÃO DO TERMINAIS PORTUÁRIOS E RETROPORTUÁRIOS E DOS USUÁRIOS DOS PORTOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. www.atres.org. A T R E S ASSOCIAÇÃO DO TERMINAIS PORTUÁRIOS E RETROPORTUÁRIOS E DOS USUÁRIOS DOS PORTOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO A ATRES - Associação dos Terminais Retroportuários, Portuários e dos Usuários dos Portos

Leia mais

PORTO DO FORNO. Arraial do Cabo RJ PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS JULHO/2010. Revisão 2

PORTO DO FORNO. Arraial do Cabo RJ PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS JULHO/2010. Revisão 2 PORTO DO FORNO Arraial do Cabo RJ PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS JULHO/2010 Revisão 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1-1 2. DEFINIÇÕES... 2-1 3. CARACTERÍSTICAS DAS INSTALAÇÕES... 3-1 3.1. Descrição das

Leia mais

ANEXO V - QUADRO 1 - USOS DO SOLO E MEDIDAS MITIGADORAS MÍNIMAS

ANEXO V - QUADRO 1 - USOS DO SOLO E MEDIDAS MITIGADORAS MÍNIMAS ANEXO V - QUADRO 1 - USOS DO SOLO E MÍNIMAS Parte integrante da Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo Açougue, padaria, farmácia, peixaria, bares e lanchonetes com no máximo 100 m² de área construída.

Leia mais

Capítulo 1 Identificação da Instalação Portuária

Capítulo 1 Identificação da Instalação Portuária Capítulo 1 Identificação da Instalação Portuária 1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA 1.1 NOME DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA Porto do Forno 1.2 NOME DA AUTORIDADE PORTUÁRIA Companhia Municipal de Administração

Leia mais

Tabela Pública de Serviços

Tabela Pública de Serviços Tabela Pública de Serviços Sumário Serviços para Contêineres de Importação... 3 Serviços para Carga Desunitizada de Importação... 5 Serviços para Contêineres de Exportação.... 7 Serviços para Contêineres

Leia mais

Com estrutura voltada para atendimento no mercado de Óleo e Gás contemplando:

Com estrutura voltada para atendimento no mercado de Óleo e Gás contemplando: A Gavea Logística é uma operadora logística que oferece soluções de logística Portuária, Marítima e Terrestre, em seus terminais localizados no Rio de, e. Com estrutura voltada para atendimento no mercado

Leia mais

Gestão Ambiental. Aula 5 Prof. Pablo Bosco

Gestão Ambiental. Aula 5 Prof. Pablo Bosco Gestão Ambiental Aula 5 Prof. Pablo Bosco Proposito da aula ISO 14001 2 ISO 14001 O que é a ISO 14001? A ISO 14001 é uma Norma pertencente a família das ISO 14000 que trata de Sistema de Gestão Ambiental

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIÍMICO ( FISPQ )

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUIÍMICO ( FISPQ ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Anti Ruído Tradicional Aplicação: Reparação e emborrachamento de veículos. Fornecedor: Nome: Mastiflex Indústria e Comércio Ltda Endereço : Rua

Leia mais

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MEIO AMBIENTE

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MEIO AMBIENTE A falta de conservação e a desregulagem dos veículos: 1 apenas contribuem para a poluição do solo. 2 não agridem o meio ambiente. 3 acarretam, única e exclusivamente, o desgaste do veículo. 4 contribuem,

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Ag-Bem 1012 VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS

Leia mais

Dione Kitzmann. Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Oceanografia IO. Laboratório rio de Gerenciamento Costeiro LabGerco

Dione Kitzmann. Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Oceanografia IO. Laboratório rio de Gerenciamento Costeiro LabGerco Universidade Federal do Rio Grande FURG Instituto de Oceanografia IO Laboratório rio de Gerenciamento Costeiro LabGerco www.labgerco.furg.br Dione Kitzmann docdione@furg.br Salvador,- 23/11/2009 Inovações

Leia mais

Disciplina: ECV5126 Portos de Mar, Rios e Canais II Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil

Disciplina: ECV5126 Portos de Mar, Rios e Canais II Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Disciplina: ECV5126 Portos de Mar, Rios e Canais II Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Professores: Sílvio dos Santos, Esp. Eunice Passaglia, Dra. AULA N 2: OS NAVIOS

Leia mais

DESIGN INTELIGENTE PARA ARMAZENAGEM

DESIGN INTELIGENTE PARA ARMAZENAGEM DESIGN INTELIGENTE PARA ARMAZENAGEM A EMPRESA NOSSAS SOLUÇÕES PARA ARMAZENAGEM 25 DE AGOSTO DE 1969 Dar continuidade ao legado do pai, exímio ferreiro e artesão. Esse foi o sonho que impulsionou os irmãos

Leia mais

O que é o porto de Leixões. O porto de Leixões é o maior porto artificial de Portugal.

O que é o porto de Leixões. O porto de Leixões é o maior porto artificial de Portugal. Porto de leixões O que é o porto de Leixões O porto de Leixões é o maior porto artificial de Portugal. História do porto de Leixões O porto de Leixões foi construído na foz do rio leça, aproveitando três

Leia mais

Criação Publicitária: Colocando a Mão na Massa (Encefálica)

Criação Publicitária: Colocando a Mão na Massa (Encefálica) 30 de junho 09 às 13 horas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS CURSOS DESTE PERÍODO A Logística dos Granéis Líquidos e Gasosos Área: Portos & Logística Definição de granéis, equipamentos para manuseio de Granéis

Leia mais

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE

Leia mais

Tabela Pública de Serviços

Tabela Pública de Serviços Tabela Pública de Serviços Sumário Serviços para Contêineres de Importação... 3 Serviços para Carga Desunitizada de Importação... 5 Serviços para Contêineres e Cargas Soltas de Exportação... 7 Serviços

Leia mais

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ÁREA DE ABASTECIMENTO E ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL 6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ambiente e seu manuseio e armazenagem também apresentam considerável grau

Leia mais

TREINAPORT TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

TREINAPORT TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL TREINAPORT TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Treinamento em Equipamentos de Movimentação. A TREINAPORT disponibiliza diversos treinamentos para formação e reciclagem na operação em equipamentos de

Leia mais

PROCESSO DE OPERAÇÃO Nº TF-00001 REV 01 PORTO DO AÇU FOLHA: 1 DE 5

PROCESSO DE OPERAÇÃO Nº TF-00001 REV 01 PORTO DO AÇU FOLHA: 1 DE 5 PROCESSO DE OPERAÇÃO Nº TF-00001 REV 01 SET-15 PORTO DO AÇU FOLHA: 1 DE 5 ÁREA: OPERAÇÃO GERAL TARIFAS PORTUÁRIAS DO AÇU - TERMINAL 2 (T2) ÍNDICE DE REVISÕES REV DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 01 INCLUÍDA

Leia mais

FISPQ DP-0018 13/01/2012 Página 1 de 6

FISPQ DP-0018 13/01/2012 Página 1 de 6 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ Página 1 de 6 Nome do Produto: Sulfato de Alumínio Aplicação: Decantador Nome da Empresa: Hidroall do

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS PÁGINA: 1/5 SEÇÃO 1.0 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: BIOCLEANER CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO: 0120/5521 NOME DO FABRICANTE: BIOCHEMICAL PRODUTOS QUIMICOS LTDA ENDEREÇO: RUA: PAPA SÃO

Leia mais

Técnico de Segurança do Trabalho

Técnico de Segurança do Trabalho SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos Concurso Público para Técnico-Administrativo em Educação 02

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA. FICHA DE INSCRIÇÃO PARA QUESTIONAMENTOS (preencha de forma clara, legível e objetiva os campos abaixo)

AUDIÊNCIA PÚBLICA. FICHA DE INSCRIÇÃO PARA QUESTIONAMENTOS (preencha de forma clara, legível e objetiva os campos abaixo) NOME: RENATO SILVA JUNIOR ÓRGÃO/ENTIDADE/EMPRESA: PREFEITURA SANTA LUZIA DO ITANHY Como no trecho do Rio Piaui que liga a zona urbana a zona rural do Município de Estância, logo há um grande fluxo de veiculo

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

1. GES 11: Produção de sais de níquel do metal níquel

1. GES 11: Produção de sais de níquel do metal níquel 1. GES 11: Ciclo de vida Título resumido livre Uso final DU (usuário à jusante) do metal níquel Produção de sais de níquel a serem usados na produção de catalisadores Título sistemático baseado no descritor

Leia mais

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA 1 PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA SALVADOR BA FEVEREIRO - 2012 1. INTRODUÇÃO 2 O presente Programa de Coleta Seletiva trata dos resíduos gerados pela Companhia, tendo sua elaboração e implementação

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Flushing Código interno de identificação 00.00.000.000 Nome da empresa Endereço Aeroflex Indústria de Aerosol Ltda. Rod. BR 116 km 120 n 26640 CEP

Leia mais

COLETA SELETIVA VIDRO

COLETA SELETIVA VIDRO PROJETO COLETA SELETIVA VIDRO Florianópolis, 29 de abril de 2013 Assessoria Técnica - ASTE Departamento Técnico DPTE 2 1. CONTEXTUALIZAÇÃO As obrigações impostas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos

Leia mais

4/11/2010 MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO TERMINAL ATÉ 2016 1

4/11/2010 MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO TERMINAL ATÉ 2016 1 MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO TERMINAL ATÉ 2016 1 AQUISIÇÃO DE 01 SCANNER MAIOR EFICIÊNCIA E SEGURANÇA NO PROCESSO DE INSPEÇÃO DOS CONTEINERS. VALOR ESTIMADO: R$ 7,0 MILHÕES BLOCO DE UTILIDADES E SERVIÇOS

Leia mais