ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PARECER TÉCNICO Nº CAT

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PARECER TÉCNICO Nº 011 - CAT"

Transcrição

1 ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PARECER TÉCNICO Nº CAT Assunto: Saídas de Emergências em Edificações. O Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Espírito Santo: Considerando a necessidade de adequação da NBR 9077/93 da Associação Brasileira de Normas Técnicas de forma a atender os requisitos mínimos necessários ao dimensionamento das saídas de emergência em edificações; Considerando que toda normalização, por melhor que seja sua elaboração, apresenta casos omissos e de dúbia interpretação, havendo casos que se apresentam de forma atípica aos previstos pelo legislador e, por princípio de justiça, as exigências devem ser aprimoradas em confronto com o caso real; Considerando que o presente parecer tem por fundamento os artigos 3º e 129 do Decreto Estadual N.º 2125 N, de 12 de setembro de 1985, e que, com base nos mesmos e através de estudos realizados por comissão técnica, procurou-se introduzir mudanças de forma a melhor adequar a NBR 9077/93 a nossa realidade; Considerando a necessidade de garantir enclausuramento mínimo das escadas de emergência, não bastando para as portas destas a resistência às chamas, mas também uma estanqueidade à fumaça; Considerando haver no mercado somente portas resistente ao fogo (PRF) do tipo P 30, não existindo o tipo PF 30, não garantindo, dessa maneira, a estanqueidade à fumaça; Considerando não haver normalização própria referente a porta resistente a fogo (PRF), existindo apenas referente a porta corta fogo (PCF); Considerando os atuais Planos Diretor Urbano (PDU) dos municípios capixabas, em que edifícios altos tenderão possuir áreas de pavimento menores devido aos necessários afastamentos, ficando, por vezes, impraticável a inserção de duas escadas de emergência; e Considerando que nos projetos de escolas, salvo casos especiais, a partir de 12m de altura, têm-se obrigatoriedade de escadas de emergência e que estas serão também utilizadas como acesso e trânsito normal à edificação, podendo, através do intenso fluxo, prejudicar seu enclausuramento. RESOLVE: 1 - Adotar a NBR 9077/93 da ABNT, com as devidas adequações, inclusões e exclusões, como requisito mínimo necessário ao dimensionamento das saídas de emergência nas edificações em território capixaba.

2 2 - Adequar e incluir itens a NBR 9077/93 conforme abaixo discriminados: Adequar item Área de pavimento Medida em metros quadrados, em qualquer pavimento de uma edificação, do espaço compreendido pelo perímetro interno das paredes externas e paredes corta fogo, incluindo-se balcões, sacadas e varandas, excluindo-se as áreas das antecâmaras e dos recintos fechados de escadas e rampas Adequar item Escadas enclausuradas à prova de fumaça (PF) ou escadas protegidas com antecâmara. (PF 60) Adequar item Escada enclausurada protegida (EP) Escadas cuja caixa é envolvida por paredes corta fogo e dotadas de portas corta fogo Adequar item Pavimento de descarga Pavimento que possui uma porta externa de saída da edificação Adequar item A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula N = P Onde : C N = Número de unidades de passagem. P = População conforme coeficiente da tabela 5 do anexo e critérios das seções 4.3 e C = Capacidade da unidade de passagem, conforme a tabela 5 do anexo. O arredondamento deverá ser dado após multiplicação de N por 55 cm Adequar item nota b) b) para efeito de aplicação da alínea a, a parede deve ter resistência ao fogo comprovada através de ensaio segundo a norma NBR (para parede com função estrutural) ou NBR (para parede sem função estrutural) Incluir o item Havendo necessidade de acrescentar escadas, estas devem ser do tipo exigido pela tabela 7 do anexo, levando-se em consideração o pavimento em questão Incluir item Poderá ser desconsiderada a quantidade mínima de escadas previstas na tabela 7 para uma ocupação, desde que a(s) escada(s) proposta(s) atenda(m) aos parâmetros de distâncias máximas a percorrer e quantidade mínima de unidades de passagem para a lotação prevista.

3 2.9 - Adequar item As portas das antecâmaras, escadas e outros que integram a saída de emergência devem ser providas de dispositivos mecânicos e automáticos, de modo a permanecerem fechadas, mas destrancadas, no sentido do fluxo de saída, sendo admissível, a exceção das antecâmaras e escadas, que se mantenham abertas, desde que disponham de dispositivos de fechamento quando necessário. desnível Adequar letra b do item b) na descarga e acesso de elevadores de emergência quando, existir qualquer Adequar item As rampas podem suceder um lanço de escada no sentido descendente de saída, mas não podem precedê-lo. No caso de edificação dos grupos H2 e H3 as rampas não poderão suceder ao lanço de escada e vice versa Adequar o item Nas caixas de escadas, não podem existir aberturas para tubulações de lixo, passagens para a rede elétrica, centros de distribuição elétrica, armários para medidores de gás e assemelhados, excetuadas as escadas comuns em edificações com alturas classificadas em L e M (de baixa e de média altura). É permitida a existência de tubulações de incêndio nas escadas e antecâmaras desde que não diminuam a largura mínima de circulação, nem tampouco a resistência térmica e mecânica de sua parede Adequar a letra d) do item d) atender ao prescrito em ( dimensionamento dos degraus ) Adequar a letra b) do item b) ter as portas de acesso a esta caixa de escada do tipo corta fogo (PCF), com resistência ao fogo de 60 minutos (PF60) Adequar a letra d) do item d) ser dotadas de alçapão de alívio de fumaça (alçapão de tiragem) que permita a ventilação em seu término superior, com área mínima efetiva de 1,00 m 2 (um metro quadrado), podendo ser através de abertura na última laje da caixa de escada, janela localizada na parede junto ao teto do último pavimento ou duto com início na última laje da caixa de escada, contendo janelas na saída situadas acima da última laje do edifício, de maneira a conseguir-se ventilação cruzada Adequar letra a) do item a) Ser ventilados por janelas abrindo para o espaço livre exterior, com área mínima de 0,80 m 2, largura mínima efetiva de 0,80 m, situadas junto ao forro, com distância horizontal máxima de 10,00 m da entrada da escada, observando o previsto na alínea d de , ou Adequar item As escadas enclausuradas protegidas devem possuir ventilação permanente inferior, com área mínima efetiva de 1,20 m 2, no pavimento de descarga da caixa de escada, preferencialmente junto ao piso, que permita a entrada de ar puro.

4 Adequar letra c) do item c) ser providas de portas corta fogo (PCF) com resistência a 60 minutos (PF60) em sua comunicação com a antecâmara Adequar letra c) do item c) ser dotadas de portas corta fogo (PCF) na entrada de acordo com NBR com Tempo de resistência ao Fogo (TRF) de 120 minutos (PF120) Incluir letra i) no item i) ter paredes resistentes a fogo por no mínimo 120 minutos Incluir a letra j) no item j) as aberturas dos dutos de entrada e saída de ar das antecâmaras, deverão ser guarnecidas por telas de arame, com espessura dos fios igual ou superior a 3 mm e malha com dimensões mínimas de 2,5 cm por 2,5 cm Adequar letra e) do item e) Ter abertura em sua extremidade inferior ou junto ao teto do pavimento de descarga, possuindo acesso direto ao exterior, que assegure a captação de ar fresco respirável, devendo esta abertura ser guarnecida por telas de arame, com espessura dos fios superior ou igual a 3 mm e malhas com dimensões mínimas de 2,5 cm por 2,5 cm, que não diminua a área efetiva de ventilação, isto é, sua seção deve ser aumentada para compensar a redução Incluir o item Para auxílio dos deficientes visuais, os corrimãos das escadas deverão ser contínuos, sem interrupção nos patamares, prolongando-se pelo menos 20 cm do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede ou com solução alternativa Adequar a letra a) do item a) em prédios institucionais de ocupação H2 e H3, classificados em Q (área de pavimento igual ou superior a 750 m 2 ) cumulado com classificação em N ou O (altura superior a 12 m); Incluir a letra c) no item c) Em prédios de ocupações D quando classificados em O e Q Adequar o item Admite-se que a descarga seja feita através de saguão ou hall, no piso de descarga, desde que mantido livre acesso ao exterior, atendendo-se as dimensões exigidas em Adequar a tabela 7 - Número de saídas e tipos de escadas conforme anexo A deste parecer Adequar os textos PRF das figuras 9 e 10 para porta PCF do tipo PF Não adotar os textos dos itens c); e subitens; e subitens; e subitens; ; ; observação (B) da tabela 5 alínea a). 4 - Não adotar as figuras 6, 7, 8, 11 e 19 em razão dos textos correspondentes terem sido desconsiderados.

5 5 - Revogar o Parecer Técnico Nº CAT, de 03 de dezembro de Por em prática o presente Parecer Técnico a partir de 1º de agosto de Vitória, 23 de julho de 2001 Jonacy Firme dos Santos Cel BM Comandante-Geral do CBMES D.O

6 ANEXO A Tabela 7 Número de Saídas e Tipos de Escadas Dimensão P (ÁREA DE PAVIMENTO 750 M 2 ) Q (ÁREA DE PAVIMENTO 750 M 2 ) Altura K L M N O K L M N O Ocupação T T T T T T T T Gr. Div N.º N.º ESC N.º ESC N.º ESC N.º ESC N.º N.º ESC N.º ESC N.º ESC N.º ESC A1 1 1 NE 1 NE NE 1 NE A A2 1 1 NE 1 NE 1 EP 1 PF 1 1 NE 2 NE 2 EP 2 PF A3 1 1 NE 1 NE 1 EP 2 PF 1 1 NE 2 NE 2 EP 2 PF B B1 1 1 NE 1 NE 1 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF B2 1 1 NE 1 NE 1 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF C1 1 1 NE 1 NE 1 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF C C2 1 1 NE 1 NE 1 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 3 PF C3 1 1 NE 2 NE 1 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 3 PF 4 PF D NE 1 NE 1 PF 1 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF E1 1 1 NE 1 NE PF 2 PF 2 2 NE 2 NE PF 3 PF E2 1 1 NE 1 NE PF 2 PF 2 2 NE 2 NE PF 3 PF E3 1 1 NE 1 NE PF 2 PF 2 2 NE 2 NE PF 3 PF E E4 1 1 NE 1 NE PF 2 PF 2 2 NE 2 NE PF 3 PF E5 1 1 NE 1 EP PF 2 PF 2 2 NE 2 EP PF 3 PF E6 2 2 NE 1 EP PF 2 PF 2 2 NE 2 EP PF 3 PF F1 1 1 NE 1 NE 2 EP 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF F2 1 1 NE 1 NE 2 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF F3 2 2 NE 2 NE 2 NE 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF F4 2 2 NE 2 NE NE 2 NE F F5 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 3 PF F6 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF F7 2 2 NE 2 NE NE 3 NE F8 1 1 NE 2 NE 2 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF G1 1 1 NE 1 NE 1 NE 1 EP 2 2 NE 2 NE 2 NE 2 EP G2 1 1 NE 1 NE 1 EP 1 EP 2 2 NE 2 NE 2 EP 2 PF G G3 1 1 NE 1 NE 1 PF 1 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF G4 1 1 NE 1 NE 1 EP 1 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF G5 1 1 NE 1 NE NE 2 NE H1 1 1 NE 1 NE NE 2 NE H2 1 1 NE 1 NE 1 PF 1 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF H H3 1 2 NE 1 NE 2 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 3 PF H4 2 2 NE 1 NE NE 2 NE H5 2 2 NE 1 NE NE 2 NE I1 2 2 NE 2 NE 2 EP 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF I I2 2 2 NE 1 NE 2 PF 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF I3 2 2 NE 1 NE 2 PF 3 PF 2 2 NE 2 NE 3 PF 3 PF J NE 1 NE 1 NE 2 PF 2 2 NE 2 NE 2 PF 2 PF Notas: a) Para o uso desta Tabela, devem ser consultadas as tabelas anteriores da NBR 9077/93, onde são dadas as significações dos códigos alfabéticos e alfanuméricos utilizados, e mais as dos a seguir indicados. b) Abreviatura dos tipos de escada (conforme 3.24, 3.25 e 3.26): NE Escada não enclausurada (escada comum); EP Escada enclausurada protegida (escada protegida); PF Escada à prova de fumaça. c) Outros símbolos e abreviaturas utilizados nesta tabela: N.º - Número de saídas mínimos obrigatórios, em qualquer caso; T ESC Tipo de Escada; Gr. Grupo de ocupação (uso) conforme tabela 1 da NBR 9077/93; Div Sub divisão do grupo de ocupação conforme tabela 1 da NBR - Além das escadas de emergência constantes da tabela, deverá ser incluída escada NE para permitir acesso e trânsito seguro dos alunos no dia a dia. Na execução do projeto a escada comum deverá ser dimensionada de acordo com a população dos pavimentos, ficando a escada de emergência com largura de 1,20 m ; + Símbolo que indica a necessidade de consultar normas e regulamentos específicos (ocupação não coberta por esta norma); d) Escada do tipo NE poderá ser substituída por rampa observada o prescrito em 4.6.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 43/2011 às normas de segurança contra incêndio edificações existentes

Leia mais

NORMA TÉCNICA 11/2014

NORMA TÉCNICA 11/2014 É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 11/2014 Saídas de Emergência SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 8 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

NORMA TÉCNICA N o 8 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES ANEXO VIII AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 8 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES 1 OBJETIVO Estabelecer critérios mínimos necessários para o dimensionamento das Saídas

Leia mais

NPT 002 ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS. Versão: 03 Norma de Procedimento Técnico 8 páginas

NPT 002 ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS. Versão: 03 Norma de Procedimento Técnico 8 páginas Outubro 2014 Vigência: 08 outubro 2014 NPT 002 Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes e antigas CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 03 Norma de Procedimento Técnico 8 páginas

Leia mais

NPT 002 ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS

NPT 002 ADAPTAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EDIFICAÇÕES EXISTENTES E ANTIGAS Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 002 Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes e antigas CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 9 páginas

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA DE APROVAÇÃO DA NORMA TÉCNICA Nº 10/2015 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA DE APROVAÇÃO DA NORMA TÉCNICA Nº 10/2015 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA DE APROVAÇÃO DA NORMA TÉCNICA Nº 10/2015 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA PORTARIA N 02/2015 - CBMDF, DE 14 DE JANEIRO DE 2015. Aprova

Leia mais

Módulo 2 - Sistemas básicos de proteção passiva contra incêndio

Módulo 2 - Sistemas básicos de proteção passiva contra incêndio Módulo 2 - Sistemas básicos de proteção passiva contra incêndio Apresentação do módulo Os sistemas de proteção contra incêndio e pânico são classificados em duas categorias distintas: proteção passiva

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 11/2016

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 11/2016 INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 11/2016 SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DA BAHIA INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 011/2016 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Aplicação 3. Referências normativas

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 2 CONCEITOS, DEFINIÇÕES E COMPONENTES DO SISTEMA

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

NORMA TÉCNICA 09/2014

NORMA TÉCNICA 09/2014 É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 09/2014 Compartimentação horizontal e vertical SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas

Leia mais

Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779

Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779 Instrução Técnica nº 43/2011 - Adaptação às normas de segurança contra incêndio edificações existentes 779 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 09

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 09 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 09 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo

Leia mais

Capítulo 6 - COMPARTIMENTOS DAS EDIFICAÇÕES

Capítulo 6 - COMPARTIMENTOS DAS EDIFICAÇÕES Capítulo 6 - COMPARTIMENTOS DAS EDIFICAÇÕES 6.1 Disposições gerais Art. 154 - Os compartimentos e ambientes deverão ser posicionados na edificação de forma a garantir conforto ambiental e a salubridade,

Leia mais

Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais, que especificam.

Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais, que especificam. DODF Nº237 de 14 de dezembro de 2000. CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 69/2002-CBMDF, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002 Aprova a Norma Técnica nº 009/2002-CBMDF, sobre Atividades Eventuais,

Leia mais

Art. 1 Aprovar e colocar em vigor a NORMA TÉCNICA N 03/2015-CBMDF, na forma do anexo a presente Portaria.

Art. 1 Aprovar e colocar em vigor a NORMA TÉCNICA N 03/2015-CBMDF, na forma do anexo a presente Portaria. Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF PORTARIA N 09, DE 20 DE MARÇO DE 2015. Aprova a Norma Técnica N 03/2015- CBMDF - Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio. O COMANDANTE-GERAL

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros Instrução Técnica Nº 027/2010 EM REVISÃO Armazenamento em Silos SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇAO ESCRITÓRIO DE PROJETOS E OBRAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇAO ESCRITÓRIO DE PROJETOS E OBRAS PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇAO ESCRITÓRIO DE PROJETOS E OBRAS Anexo XIII - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO Obra: Edifício

Leia mais

NPT 007 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS)

NPT 007 SEPARAÇÃO ENTRE EDIFICAÇÕES (ISOLAMENTO DE RISCOS) Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 007 Separação entre edificações (Isolamento de riscos) CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 15 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 27/2010 Armazenamento em silos SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

NORMA TÉCNICA 08/2014

NORMA TÉCNICA 08/2014 É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 08/2014 Resistência ao fogo dos elementos de construção SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 11/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 11/2011 Instrução Técnica nº 11/2011 - Saídas de emergência 227 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 11/2011 Saídas

Leia mais

Prevenção de Incêndios (Novo CSCIP) Mód 3 Exigências Estruturais e Arquitetônicas

Prevenção de Incêndios (Novo CSCIP) Mód 3 Exigências Estruturais e Arquitetônicas Comando do Corpo de Bombeiros Prevenção de Incêndios (Novo CSCIP) Mód 3 Exigências Estruturais e Arquitetônicas Cap. QOBM Amarildo Exigências Estruturais e Arquitetônicas SUMÁRIO Exigências Estruturais

Leia mais

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 11 PARTE 01 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 11 PARTE 01 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO RS DIVISÃO TÉCNICA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E INVESTIGAÇÃO RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 11 PARTE 01 SAÍDAS

Leia mais

5 Procedimentos. 5.1 Classificação das edificações. 5.2 Componentes da saída de emergência. 5.3 Cálculo da população

5 Procedimentos. 5.1 Classificação das edificações. 5.2 Componentes da saída de emergência. 5.3 Cálculo da população SECRETARIA DE ESTADO DOS GÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº /0 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES SUMÁRIO Objetivo Aplicação Referências

Leia mais

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS

IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS IT - 32 SUBESTAÇÕES ELÉTRICAS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo - Figuras, separações e afastamentos entre equipamentos e edificações. 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos

Leia mais

Porta cortafogo faz parte da. compartimentação contra incêndio

Porta cortafogo faz parte da. compartimentação contra incêndio incêndio dispositivo Porta cortafogo faz parte da compartimentação contra incêndio PARA IMPEDIR A PROPAGAÇÃO DAS CHAMAS, AS PORTAS COMBATE A INCÊNDIOS POR EMILIA SOBRAL redacao7@cipanet.com.br FOTOS DIVULGAÇÃO

Leia mais

Data: fevereiro/2012 AULA 4 - CÁLCULO DE ESCADAS

Data: fevereiro/2012 AULA 4 - CÁLCULO DE ESCADAS Grupo Universitário - IPEP São Paulo - SP Rua Maria Paula, 35-1º andar Bela Vista Fone: (11) 3293-3558 Rua Pirapitingui, 186-1º andar Liberdade Fone: (11) 3385-7400 Campinas - SP Rua José de Alencar, 470

Leia mais

Avaliação de Desempenho ABNT NBR 15575. Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br

Avaliação de Desempenho ABNT NBR 15575. Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br Avaliação de Desempenho Segurança ao Fogo ABNT NBR 15575 Antonio Fernando Berto afberto@ipt.br Ocorrências de incêndios em 2010 Número de incêndios no Brasil Número de incêndios no Estado de São Paulo

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS GÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 11/2014 Saídas de emergência SUMÁRIO AXOS 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências

Leia mais

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PORTARIA Nº 012 GCG/2012-CG NORMA TÉCNICA N.º 002/2011 CBMPB CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES DE ACORDO COM OS RISCOS

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PORTARIA Nº 012 GCG/2012-CG NORMA TÉCNICA N.º 002/2011 CBMPB CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES DE ACORDO COM OS RISCOS CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PORTARIA Nº 012 GCG/2012-CG NORMA TÉCNICA N.º 002/2011 CBMPB CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES DE ACORDO COM OS RISCOS Sumário: 1-Objetivo. 2-Documentos Complementares. 3-Definições

Leia mais

NORMA TÉCNICA Nº 012/2015 CBMPB

NORMA TÉCNICA Nº 012/2015 CBMPB NORMA TÉCNICA Nº 012/2015 CBMPB Saídas de Emergência Publicada no Diário Oficial nº 15.935 de 19 de setembro de 2015. SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Aplicação 3. Referências normativas e bibliográficas 4. Definições

Leia mais

IT - 08 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

IT - 08 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES IT 08 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES SUMÁRIO AXOS Objetivo Tabelas Aplicação Referências Normativa e Bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos INSTRUÇÃO TÉCNICA 08 SAIDAS DE EMERGENCIA DIRETORIA

Leia mais

Edifícios Residenciais

Edifícios Residenciais GUIA COMPARATIVO Lei de Segurança Contra Incêndio 2027/85 de Joinville x Norma de Segurança Contra Incêndio de Santa Catarina Edifícios Residenciais INTELIGÊNCIA EM PROJETOS SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 03 3

Leia mais

NORMA TÉCNICA NO. 15/2012 Controle de Fumaça Parte 5 - CBMGO - GOIÂNIA/GO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS

NORMA TÉCNICA NO. 15/2012 Controle de Fumaça Parte 5 - CBMGO - GOIÂNIA/GO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS NORMA TÉCNICA N o. 15/2012 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 5 CONTROLE DE FUMAÇA MECÂNICO EM EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS, ÁREAS ISOLADAS EM UM PAVIMENTO OU EDIFICAÇÕES QUE POSSUAM SEUS PAVIMENTOS ISOLADOS CBMGO -

Leia mais

COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE ESCADAS ENCLAUSURADAS EM AÇO PARA EDIFICAÇÕES Thiago Guolo (1), Marcio Vito (2).

COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE ESCADAS ENCLAUSURADAS EM AÇO PARA EDIFICAÇÕES Thiago Guolo (1), Marcio Vito (2). COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE ESCADAS ENCLAUSURADAS EM AÇO PARA EDIFICAÇÕES Thiago Guolo (1), Marcio Vito (2). UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1)thiago.guolo@outlook.com (2)marciovito@unesc.net

Leia mais

NPT 011 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

NPT 011 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Outubro 2014 Vigência: 08 outubro 2014 NPT 011 Saídas de Emergência CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:03 Norma de Procedimento Técnico 37 páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 7 8 Objetivo Aplicação Referências Normativas

Leia mais

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ATO DO COMANDANTE-GERAL PORTARIA CBMERJ Nº 727 DE 09 DE ABRIL DE 2013

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ATO DO COMANDANTE-GERAL PORTARIA CBMERJ Nº 727 DE 09 DE ABRIL DE 2013 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ATO DO COMANDANTE-GERAL PORTARIA CBMERJ Nº 727 DE 09 DE ABRIL DE 2013 FIXA OS CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DE EXIGÊNCIAS DE ADEQUAÇÃO DE SEGURANÇA CONTRA

Leia mais

IT - 08 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES

IT - 08 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES IT 08 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA EM EDIFICAÇÕES SUMÁRIO AXOS Objetivo Tabelas Aplicação Referências Normativa e Bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos INSTRUÇÃO TÉCNICA 08 SAIDAS DE EMERGENCIA DIRETORIA

Leia mais

Segurança Estrutural nas Edificações Resistência ao fogo dos elementos de construção

Segurança Estrutural nas Edificações Resistência ao fogo dos elementos de construção SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 08/2004 Segurança Estrutural nas Edificações Resistência ao fogo dos

Leia mais

Saídas de Emergência

Saídas de Emergência GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARÁ INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 02/2012 Saídas de Emergência SUMÁRIO AXOS 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

NPT 011 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

NPT 011 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 011 Saídas de Emergência CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:02 Norma de Procedimento Técnico 37 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas e

Leia mais

CAPÍTULO VIII. Saídas de Emergência SEÇÃO I. Das condições

CAPÍTULO VIII. Saídas de Emergência SEÇÃO I. Das condições CAPÍTULO VIII Saídas de Emergência SEÇÃO I Das condições Art. 201 - Estas normas fixam as condiçöes exigíveis que devem possuir as edificaçöes a fim de que suas populaçöes possam abandoná-las, e para permitir

Leia mais

NORMA TÉCNICA 11/2014

NORMA TÉCNICA 11/2014 ESTADO DE GOIÁS CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 11/2014 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos ANEXOS A Dados

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DAS CONSTRUÇÕES BLOCO 01

MEMORIAL DESCRITIVO DAS CONSTRUÇÕES BLOCO 01 1. INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIOS CONDIÇÕES GERAIS O projeto de prevenção e combade a incêndios foi executado atendendo às exigências das seguintes normas e leis: NB; - 9077/93. NT - 15/2009 - CAT

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros SECRETARIA DE ESTADO DOS GÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 011/2010 EM REVISÃO Saídas de Emergência AXOS - TABELAS SUMÁRIO 1 Objetivo

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETRI DE ESTDO DOS NEGÓCIOS D SEGURNÇ PÚBLIC POLÍCI MILITR DO ESTDO DE SÃO PULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNIC Nº. 08/2011 Resistência ao fogo dos elementos de construção SUMÁRIO NEXOS 1 Objetivo

Leia mais

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Edificação (Interior)

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Edificação (Interior) Interfere na faixa livre mínima? (faixa livre mín=0,90m) Há interferência das portas na faixa livre apenas nas áreas privativas da edificação Área de Aproximação à porta Há área de manobra para cadeira

Leia mais

Instrução Normativa 001/2014

Instrução Normativa 001/2014 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Porto Alegre, RS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA Em 03 de Jan de 2014 BM COMANDO DO CORPO DE BOMBEIROS DIVISÃO TÉCNICA DE PREVENÇÃO DE INCÊNDIO 1 Instrução Normativa 001/2014

Leia mais

Saídas de Emergência

Saídas de Emergência Visite www.ppci.com.br 00.000 visitas por ano! Eng. Carlos Wengrover Rosa. Engenheiro de Segurança do Trabalho. SECRETARIA DE ESTADO DOS GÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO

Leia mais

Aprova Alterações na Norma Técnica nº 005/2000-CBMDF, sobre a Central Predial de Gás Liqüefeito de Petróleo do Distrito Federal, que especificam.

Aprova Alterações na Norma Técnica nº 005/2000-CBMDF, sobre a Central Predial de Gás Liqüefeito de Petróleo do Distrito Federal, que especificam. DODF Nº 237 de 14 de dezembro de 2000. CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 68/2002-CBMDF, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2002 Aprova Alterações na Norma Técnica nº 005/2000-CBMDF, sobre a

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS PARA OS SISTEMAS DE DEPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM EDIFICAÇÕES NO CONCELHO DO PORTO

NORMAS TÉCNICAS PARA OS SISTEMAS DE DEPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM EDIFICAÇÕES NO CONCELHO DO PORTO 1. Disposições gerais 1.1. De acordo com o Art.º 12 do Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos Urbanos e Limpeza Pública, publicado no Diário da República de 17 de Setembro de 1999 e no Edital Camarário

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC) SINALIZAÇÃO PARA ABANDONO DE LOCAL ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 013/DAT/CBMSC)

Leia mais

L A B O R A T Ó R I O A D A P T S E Escola de Arquitetura da UFMG. ROTEIRO DE INSPEÇÃO DA ACESSIBILIDADE Guia Acessível BH / RIZOMA CONSULTING14

L A B O R A T Ó R I O A D A P T S E Escola de Arquitetura da UFMG. ROTEIRO DE INSPEÇÃO DA ACESSIBILIDADE Guia Acessível BH / RIZOMA CONSULTING14 INTRODUÇÃO Este material tem o objetivo de avaliar a acessibilidade mínima de estabelecimentos comerciais e de serviço ao público. Ele avalia basicamente a acessibilidade física do local e as condições

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1. GENERALIDADES Este documento tem por objetivo fornecer aos interessados no Chamamento Público as especificações básicas que deverão ser seguidas para o atendimento deste objeto.

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1.º Esta lei complementar estabelece as exigências quanto a:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1.º Esta lei complementar estabelece as exigências quanto a: Atualizada até LC 610/2007. LEI COMPLEMENTAR N.º 528 DE 18 DE ABRIL DE 2005 ESTABELECE A OBRIGATORIEDADE DE VAGAS PARA ESTACIONAMENTO PARA EDIFICAÇÕES EM GERAL E A ADOÇÃO DE MEDIDAS MITIGADORAS ÀS ATIVIDADES

Leia mais

ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO

ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO ABNT NBR 15.575 NORMA DE DESEMPENHO O que é uma Norma Técnica? O que é uma Norma Técnica? Documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso repetitivo,

Leia mais

Lei 11.666, de 9 de dezembro de 1994

Lei 11.666, de 9 de dezembro de 1994 Lei 11.666, de 9 de dezembro de 1994 Estabelece normas para facilitar o acesso dos portadores de deficiência física aos edifícios de uso público, de acordo com o estabelecido no art. 227 da Constituição

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1. GENERALIDADES Este documento tem por objetivo fornecer aos interessados no Chamamento em pauta as Especificações Básicas a serem seguidas para o atendimento deste Objeto. Estas

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PRÉDIO DE APARTAMENTOS. Local: Rua General Auto, N 101 e 111 Centro Porto Alegre

MEMORIAL DESCRITIVO PRÉDIO DE APARTAMENTOS. Local: Rua General Auto, N 101 e 111 Centro Porto Alegre MEMORIAL DESCRITIVO PRÉDIO DE APARTAMENTOS Local: Rua General Auto, N 101 e 111 Centro Porto Alegre INDICE 1. GENERALIDADES 1.1. OBJETOS E DADOS 1.2. NORMAS 1.3. PLANTAS 2. INTERPRETAÇÃO 3. PRÉDIO 3.1.

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS NO LOTEAMENTO ALPHAVILLE MOSSORÓ

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS NO LOTEAMENTO ALPHAVILLE MOSSORÓ MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS NO LOTEAMENTO ALPHAVILLE MOSSORÓ Associação Alphaville Mossoró Janeiro- 2014 ORIENTAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS 1. PROJETOS DE REMEMBRAMENTO E / OU DESMEBRAMENTO

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS - SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE - RS NVES/DVS/CEVS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA Lei Federal nº 6.360/76; Reg. Sanitário

Leia mais

NORMA TÉCNICA Nº. 19/2012 SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA Nº. 19/2012 SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO NORMA TÉCNICA Nº. 19/2012 SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO NORMA TÉCNICA N. 19/2012 SISTEMAS DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO CBMGO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS SUMÁRIO

Leia mais

OBRIGATORIEDADE DO AVCB DECRETO Nº 46.076, DE 31 DE AGOSTO DE 2001.

OBRIGATORIEDADE DO AVCB DECRETO Nº 46.076, DE 31 DE AGOSTO DE 2001. OBRIGATORIEDADE DO AVCB DECRETO Nº 46.076, DE 31 DE AGOSTO DE 2001. Institui o Regulamento de Segurança contra Incêndio das edificações e áreas de risco para fins da lei nº 684, de 30 de Setembro de 1975

Leia mais

FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios

FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Circulações Verticais São meios mecânicos e não mecânicos que permitem a ligação entre

Leia mais

FORMULARIOS ANEXO I E II DO DECRETO 25.899/2015

FORMULARIOS ANEXO I E II DO DECRETO 25.899/2015 FORMULARIOS ANEXO I E II DO DECRETO.99/0 ANEXO 0 GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS ( Subtotal de 9Ptos =.6 % ) Declarada 6 9 Uso de equipamentos economizadores de água ( torneiras com arejadores, spray e/ou

Leia mais

sinalização de prevenção e combate a incêndio www.wnbh.com.br

sinalização de prevenção e combate a incêndio www.wnbh.com.br sinalização de prevenção e combate a incêndio www.wnbh.com.br índice Sinalização de alerta e proibição...04 Sinalização de orientação e salvamento...05 Sinalização de equipamentos e combate a incêndio...06

Leia mais

Redes de Computadores II. Redes de Computadores

Redes de Computadores II. Redes de Computadores Redes de Computadores II Redes de Computadores 1 1 Padrão EIA/TIA 569A Padrões de Caminhos e Espaços em Edifícios Comerciais 2 2 Padrões de Caminhos e Espaços em Edifícios Comerciais ANSI/TIA/EIA 569-A

Leia mais

ANEXO I. 2. Projeto O projeto do sistema de deposição de resíduos urbanos deve incluir obrigatoriamente as seguintes peça escritas e desenhadas:

ANEXO I. 2. Projeto O projeto do sistema de deposição de resíduos urbanos deve incluir obrigatoriamente as seguintes peça escritas e desenhadas: ANEXO I NORMAS TÉCNICAS DOS SISTEMAS DE DEPOSIÇÃO DE RESÍDUOS URBANOS EM EDIFICAÇÕES (NTRU) 1. Disposições gerais As presentes normas técnicas dizem respeito ao projeto dos sistemas de deposição de resíduos

Leia mais

Lei Municipal N.º 1414

Lei Municipal N.º 1414 Subseção II Dos Estacionamentos e Guarda de Veículos Art. 41 - Os locais para estacionamento ou guarda de veículos podem ser cobertos ou descobertos, podendo se destinar em ambos os casos à utilização

Leia mais

DETECTORES AUTOMÁTICOS DE FUMAÇA ENSAIO DE SENSIBILIDADE

DETECTORES AUTOMÁTICOS DE FUMAÇA ENSAIO DE SENSIBILIDADE ENQUALAB-2008 Congresso da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo REMESP 09 a 12 de junho de 2008, São Paulo, Brasil DETECTORES AUTOMÁTICOS DE FUMAÇA ENSAIO DE SENSIBILIDADE Alex

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO. SÃO FELIX DO ARAGUAIA MT

MEMORIAL DESCRITIVO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO. SÃO FELIX DO ARAGUAIA MT N Ministério Público do Estado de Mato Grosso B R 1 MEMORIAL DESCRITIVO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO. 1. APRESENTAÇÃO SÃO FELIX DO ARAGUAIA MT O presente memorial tem por finalidade

Leia mais

NORMA TÉCNICA N. O 03/2011

NORMA TÉCNICA N. O 03/2011 ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N. O 03/2011 Prevenção Contra Incêndio e Pânico em Estádios

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 006/DAT/CBMSC) SISTEMA PREVENTIVO POR EXTINTORES

INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 006/DAT/CBMSC) SISTEMA PREVENTIVO POR EXTINTORES ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 006/DAT/CBMSC) SISTEMA PREVENTIVO

Leia mais

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio Ciclo de Vida do Empreendimento: Todos os empreendimentos tem um ciclo de vida - têm um início, um crescimento

Leia mais

NORMA TÉCNICA 10/2014 Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento

NORMA TÉCNICA 10/2014 Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 10/2014 Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas

Leia mais

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases:

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases: ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Passarela para Pedestres em Projetos de Engenharia Ferroviária. 2. FASES DO PROJETO O

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PAX-PERDIZES

MEMORIAL DESCRITIVO PAX-PERDIZES MEMORIAL DESCRITIVO PAX-PERDIZES PAX_PERDIZES é composto por 1 torre residencial com 8 pavimentos com 4 unidades cada. As vagas de estacionamento estão distribuídas em 2 subsolos. O acesso ao Empreendimento

Leia mais

NORMA MUNICIPAL Nº. 054

NORMA MUNICIPAL Nº. 054 NORMA MUNICIPAL Nº. 054 Portaria Nº.054. de 05 de julho de 2001 Norma de Armazenamento Externo de Contêineres de Resíduos Sólidos ORIGEM: Gestão Diferenciada de Resíduos Sólidos PALAVRA CHAVE: Resíduos

Leia mais

BASE ZW INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. MEMORIAL DESCRITIVO

BASE ZW INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. MEMORIAL DESCRITIVO BASE ZW INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES LTDA. MEMORIAL DESCRITIVO SALAS COMERCIAIS E ESTACIONAMENTOS 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...03 1.1. O EMPREENDIMENTO...03 1.2. PROJETOS E ÁREAS...03 1.3. - LOCAÇÃO DA OBRA...04

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº DE DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº DE DE 2012. RESOLUÇÃO Nº DE DE 2012. Dispõe sobre as características, especificações e padrões técnicos a serem observados nos ônibus utilizados na operação dos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 10

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 10 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 10 Controle de materiais de acabamento e de revestimento SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo

Leia mais

Saídas de Emergência

Saídas de Emergência SECRETARIA DE ESTADO DOS GÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº /004 SUMÁRIO Objetivo Aplicação Saídas de Emergência AXOS TABELAS Classificação

Leia mais

Saídas de emergência em edifícios

Saídas de emergência em edifícios DEZ 2001 NBR 9077 Saídas de emergência em edifícios ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 / 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro RJ

Leia mais

Cálculo de carga térmicat

Cálculo de carga térmicat Cálculo de carga térmicat Consiste em determinar a quantidade de calor que deverá ser retirada de um ambiente, dando-lhe condições climáticas ideais para o conforto humano. Este cálculo c normalmente é

Leia mais

NORMA TÉCNICA Nº 009/2014 CBMPB

NORMA TÉCNICA Nº 009/2014 CBMPB 1 NORMA TÉCNICA Nº 009/2014 CBMPB Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento Publicada no Diário Oficial nº 15.528 de 09 de maio de 2014. SUMÁRIO 1-Objetivo 2-Aplicação 3-Referências Normativas

Leia mais

Saídas de emergência em edifícios

Saídas de emergência em edifícios DEZ 2001 NBR 9077 Saídas de emergência em edifícios ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 / 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro RJ

Leia mais

ELEVADOR DE TRAÇÃO A CABO E CREMALHEIRAS

ELEVADOR DE TRAÇÃO A CABO E CREMALHEIRAS 1. OBJETIVO Esta apresentação tem por objetivo estabelecer diretrizes mínimas para assegurar a implementação de medidas preventivas e de proteção para a utilização de Elevadores de Tração a Cabo e Cremalheiras,

Leia mais

Índice de Aferição de Acessibilidade Física

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Área de Aproximação à porta Interfere na faixa livre mínima? (faixa livre mín=0,90m) Há área de manobra para cadeira de rodas? (raio mínimo=de 1,20m a 1,50m) Dimensões da área frontal à porta Dimensões

Leia mais

NORMA TÉCNICA N. O 004/2008

NORMA TÉCNICA N. O 004/2008 ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COORDENADORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA N. O 004/2008 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR APARELHOS EXTINTORES

Leia mais

NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 06/2015 EVENTOS TEMPORÁRIOS - PROPOSTA

NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 06/2015 EVENTOS TEMPORÁRIOS - PROPOSTA ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NORMA TÉCNICA DO CORPO DE BOMBEIROS Nº 06/2015 EVENTOS TEMPORÁRIOS

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE VISTORIAS

ORIENTAÇÕES SOBRE VISTORIAS Regulamentação: ORIENTAÇÕES SOBRE VISTORIAS Em Cascavel a vistoria do Corpo de Bombeiros foi regulamentada, pelo convênio entre a Prefeitura Municipal de Cascavel e o Corpo de Bombeiros, através da Lei

Leia mais

NORMA BRASILEIRA. Accessibility in highway transportation

NORMA BRASILEIRA. Accessibility in highway transportation NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15320 Primeira edição 30.12.2005 Válida a partir de 30.01.2006 Acessibilidade à pessoa com deficiência no transporte rodoviário Accessibility in highway transportation Palavras-chave:

Leia mais

NPT 009 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL

NPT 009 COMPARTIMENTAÇÃO HORIZONTAL E COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 009 Compartimentação Horizontal e Compartimentação Vertical CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:01 Norma de Procedimento Técnico 20 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação

Leia mais

Alvenaria racionalizada

Alvenaria racionalizada Como construir Alvenaria racionalizada A alvenaria de vedação pode ser definida como a alvenaria que não é dimensionada para resistir a ações além de seu próprio peso. O subsistema vedação vertical é responsável

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 15/2011 Instrução Técnica nº 15/2011 - Controle de fumaça Parte 3 Controle de fumaça natural em indústrias... 331 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo

Leia mais

NPT 028 MANIPULAÇÃO, ARMAZENAMENTO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE G.L.P.

NPT 028 MANIPULAÇÃO, ARMAZENAMENTO, COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE G.L.P. Outubro 2014 Vigência: 08 outubro 2014 NPT 028 Manipulação, armazenamento, comercialização e utilização de gás liquefeito de petróleo (GLP) CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 03 Norma de Procedimento Técnico

Leia mais

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás.

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. USO DE GÁS NATURAL CANALIZADO NORMAS E LEGISLAÇÃO: ABNT NBR 14570 ABNT NBR 13103 COSCIP código de segurança - decreto estadual nº

Leia mais

NORMA TÉCNICA Nº 010/2014 CBMPB

NORMA TÉCNICA Nº 010/2014 CBMPB 1 NORMA TÉCNICA Nº 010/2014 CBMPB Centros Esportivos e de exibição Requisitos de Segurança contra Incêndio Publicada no Diário Oficial nº 15.528 de 09 de maio de 2014. SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DECARGAS ATMOSFÉRICAS SPDA PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE MT

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DECARGAS ATMOSFÉRICAS SPDA PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE MT MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DECARGAS ATMOSFÉRICAS SPDA PROMOTORIAS DE JUSTIÇA DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DO LESTE MT CUIABÁ, ABRIL DE 2014 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 3 2. METODOLOGIA E TIPO

Leia mais