EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O PROJETO DP MATICE

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1 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O PROJETO DP MATICE LEITE, Cristiane Luiza Köb PUCPR TORRES, Patrícia Lupion - PUCPR Resumo: Este artigo apresenta uma breve contextualização da Educação a Distância Virtual e sua relação com a sociedade educacional, como também, aborda uma síntese dos resultados sobre uma pesquisa realizada com professores da PUCPR no Projeto denominado DP MATICE, referente ao oferecimento de disciplinas (Programas de Aprendizagem) on-line a alunos dependentes, por meio do ambiente virtual Eureka. Os instrumentos utilizados para tal pesquisa foram: a entrevista e a observação da sala virtual dos professores dos Centros de: Teologia e Ciências Humanas, Exatas e de Tecnologia, Jurídicas e Sociais, Ciências Biológicas e da Saúde e Sociais Aplicadas. Tal projeto apresenta-se como uma possibilidade para o avanço da educação a distância virtual, já que uma das grandes vantagens apontadas nesta pesquisa foi a flexibilidade que o aluno tem em poder gerenciar seus estudos. Porém, nem todos apresentaram autonomia para tal. Ao mesmo tempo, percebeu-se que os professores poderiam potencializar o uso do ambiente virtual Eureka utilizando-se de ferramentas mais interativas; porém, as mais utilizadas foram aquelas em que cabia ao professor armazenar os conteúdos do semestre. Evidenciase, assim, a necessidade de um maior preparo tecnológico e pedagógico tanto por parte dos professores quanto dos alunos, a fim de contribuir para a melhoria do processo ensino-aprendizagem nessa modalidade, visto que a implantação do uso de tecnologias educacionais é sempre um desafio metodológico, principalmente quando se tem o objetivo de superar modelos tradicionais de ensino. Palavras-chave: Educação a Distância, professores, MATICE.

2 Introdução As constantes mudanças sociais, políticas, tecnológicas e educacionais ocorridas nestas últimas décadas têm desafiado as universidades a buscarem outras possibilidades metodológicas que atendam às exigências da sociedade do conhecimento. Esse processo de mudança tem levado as universidades a reverem seus programas e projetos, de maneira que os alunos possam aprender ao longo da vida podendo intervir, adaptar-se e criar novos cenários (BEHRENS, 2002, p. 68). Na atualidade, todo profissional deve obrigatoriamente estar preparado para trabalhar em equipe, gerenciar conflitos, assumir responsabilidades, adaptar-se rapidamente às mudanças e às novas situações, selecionar informações significativas e integrá-las em sua vida. As universidades, por sua vez, precisam organizar-se de modo a formar para o mundo do trabalho profissionais capazes de compreender sua própria realidade, visto que, essa nova sociedade, ainda em processo de gestação, exige uma renovação constante do conhecimento e uma maior rapidez e fluidez dos processos educacionais, para responder a exigências muito dinâmicas do mundo do trabalho. Ao mesmo tempo, em virtude dos avanços das tecnologias digitais de informação e comunicação, agora é possível dispor de fontes de informação inacessíveis em outros tempos, que residem em diversos lugares do mundo, muito distanciados entre si. Esta globalização do conhecimento foi possibilitada graças a novos paradigmas de gestão do conhecimento, novas tecnologias e novos meios tecnológicos, que surgiram como resultado do desenvolvimento acelerado da informática e da telemática (SILVIO, 2005, p. 10). A fim de acompanhar tais avanços, as universidades estão voltando-se ao uso da Internet para ministrar cursos a distância assim como para ampliar a oferta de seus cursos ou programas. De uma modalidade de interação professor-aluno em hora e local predeterminados passa-se a uma modalidade mais flexível em que o estudante pode escolher de acordo com sua conveniência, como, quando e onde quer aprender (Torres, 2004). Como um espaço para pesquisa e produção de conhecimentos, a universidade deve aproveitar as vantagens oferecidas pelas tecnologias e integrá-las em seu contexto. Pensando nessas questões e procurando responder às necessidades desta sociedade do conhecimento, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) desenvolve um projeto denominado MATICE (Metodologias de Aprendizagem via Tecnologias de Informação e Comunicação Educacionais). Tal projeto apresenta-se como um modelo pedagógico flexível e inovador com o

3 2923 oferecimento de disciplinas (Programas de Aprendizagem) on-line, por meio do ambiente virtual de aprendizagem denominado Eureka ( Esse ambiente vem sendo utilizado desde 1995 pelos professores da PUCPR principalmente para apoiar os cursos de graduação presenciais e os cursos à distância. O Eureka integra diversas ferramentas que permitem comunicação contínua e interatividade entre os participantes do curso, tais como: fórum de discussões, chat, conteúdo, correio eletrônico, edital, estatísticas, links, informações sobre os participantes da sala. 2. A Educação a Distância Superior Virtual no Brasil Em relação a outros países, o Brasil tem uma história diferenciada na implantação do Ensino Superior a distância. Até o final do século XX muitas Instituições de Educação Superior não tinha envolvimento com educação a distância (VIANNEY, TORRES e SILVA, 2003). A partir do ano de 1994 com a expansão da Internet no Ensino Universitário e com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) 9.394/96 oficializando a EAD como modalidade válida e equivalente a todos os níveis de ensino, é que a universidade brasileira passa a pesquisar e a oferecer cursos a distância. De acordo com Belloni (1999), a terceira geração de EAD começou no final da década de 1990, com o avanço das tecnologias de informação e comunicação, incorporando as múltiplas tecnologias, antigas e novas. Em meio a essas tecnologias, inicia-se o processo de virtualização no Ensino Superior. O pesquisador Silvio (2000) considera que a virtualização de uma universidade refere-se à representação de processos e objetos ligados às atividades de ensino, aprendizagem, pesquisa, bem como às diversas operações pela Internet. Já para Lévy (1996, p. 148) a virtualidade é um novo modo de ser, mas [...] não se trata de modo algum de um mundo falso ou imaginário. Ao contrário, a virtualização é a dinâmica mesma do mundo comum, é aquilo através do qual compartilhamos uma realidade [...]. No Brasil, a utilização da expressão Universidade Virtual refere-se freqüentemente ao Ensino Superior a Distância com o uso das tecnologias de comunicação e informação, principalmente a videoconferência e a Internet (VIANNEY, TORRES e SILVA, 2003). Dessa forma, são as universidades presenciais que estão gradativamente pesquisando e produzindo programas de educação a distância para oferecer determinados cursos ou disciplinas na modalidade virtual (LEITE, 2006).

4 2924 Diversas são as experiências das universidades brasileiras que passaram a desenvolver projetos educacionais de qualidade com o uso de tecnologias associadas à Internet. De acordo com Torres (2004), essas experiências caracterizam o ingresso do Brasil na 3. a geração de educação a distância. Dentre elas, estão: Universidade Federal de Santa Catarina (1993); Departamento de Ensino Interativo a Distância da Universidade Anhembi-Morumbi (UAM) em São Paulo (1994); Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina (1995); Implantação da UNISUL VIRTUAL, pelo professor João Vianney; Pontifícia Universidade Católica do Paraná, no desenvolvimento do ambiente virtual de aprendizagem Eureka (1995); Faculdade Carioca no Rio de Janeiro com o lançamento do núcleo UNIVIR (1996); Universidade Estadual do Rio de Janeiro com o Projeto de Educação Continuada e a Distância em Medicina e Saúde (1996); Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro com o Projeto AulaNet; Universidade Federal de Pernambuco com a criação do grupo Virtus. Em 2005, outra experiência com ensino superior a distância vem sendo desenvolvida pelo Ministério da Educação, com o projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB). O objetivo desse projeto é de oferecer educação a distância a todo território nacional, principalmente aos professores ainda não graduados e aos que estão em busca de atualização. Desta forma, percebe-se um crescimento significativo de instituições brasileiras na oferta de EAD nestes últimos anos, visto que: a quantidade de autorizações concedidas às Instituições de Educação Superior pelo Ministério da Educação para atuarem com EAD cresceu de 2% no ano de 1999 para 55% em outubro de 2004 (TORRES e VIANNEY, 2005, p. 530); no final de 2002, já existiam mais de cem instituições que ofereciam educação a distância com o uso da Internet e videoconferência em disciplinas on-line, programas de educação continuada, e-learning, cursos de pós-graduação e cursos de graduação. Destas instituições brasileiras, mais de 20 pertencem ao Ensino Superior (TORRES, 2004, p. 28); os dados do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância registram um salto de 56 novos cursos em 2004 para 321 novos cursos oferecidos em 2005 ao mesmo tempo em que aponta alunos estudando em instituições oficialmente credenciadas em EAD no Brasil (ABRAEAD, 2006, p. 24, 71).

5 2925 No final da década de 1990 e no início do século XXI, o movimento em direção ao uso intensivo das tecnologias da informação e de comunicação tem levado também, à formação de redes de cooperação entre as universidades brasileiras. Entre as grandes redes que se destacam no início do século XXI estão: Consórcio CEDERJ, VEREDAS, UNIREDE, RICESU, entre outras (VIANNEY et al. 2003). Esses consórcios foram criados com a intenção de democratizar o acesso à educação a distância com qualidade e de compartilhar esforços na criação de ferramentas ou produção de conteúdos para os novos ambientes de aprendizagem. 3. A Educação a Distância no Brasil e a regulamentação vigente No Brasil, a partir da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) nº /96, a EAD passa a ser normatizada e vista como uma estratégia de acesso à educação de qualidade, uma vez que a lei explicita claramente o incentivo à educação a distância, referindo-se a essa modalidade de ensino em diversos artigos. Porém, é em seu artigo 80 que a EAD passa finalmente a ser reconhecida como modalidade válida e equivalente para todos os níveis de ensino. Em dezembro de 2004, o Ministério da Educação implantou a Portaria n. o (para substituir a Portaria 2.253/01), com a intenção de normatizar os procedimentos de autorização para oferta de disciplinas na modalidade não-presencial em cursos de graduação reconhecidos (MEC, 2006). Em dezembro de 2005, é regulamentado o decreto nº que dá apoio aos credenciamentos de cursos superiores de graduação a distância e aos programas de mestrado e doutorado. Na possibilidade de sistematizar programas de aprendizagem (disciplinas) a distância, de acordo com a legislação vigente, implementou-se o Projeto DP MATICE na PUCPR, com a utilização do ambiente virtual de aprendizagem (AVA) Eureka. 4. O ambiente virtual de aprendizagem Eureka e a experiência com o Projeto DP MATICE Conforme abordado anteriormente, o ambiente virtual de aprendizagem Eureka vem sendo utilizado principalmente para apoiar cursos de graduação presenciais e oferecer cursos de extensão a distância com o auxílio das ferramentas de comunicação síncrona e assíncrona. Esse ambiente foi

6 2926 desenvolvido como um projeto de pesquisa pelo Laboratório de Mídias Interativas da PUCPR, por meio de um acordo com a Siemens Telecomunicações. Ao encerrar o convênio com a Siemens Telecomunicações em 2001, ocorreu um processo de institucionalização do ambiente pela universidade. De acordo com Varella et al. (2002), para essa institucionalização do ambiente Eureka, buscou-se apoio nos princípios da aprendizagem colaborativa, com valorização da participação ativa do aluno, da aprendizagem processual, do desenvolvimento e da harmonia entre os aspectos técnicos e humanísticos. Camargo (2006, p. 167) relata sua experiência sobre o uso do ambiente Eureka: na prática pedagógica observa-se que o uso da tecnologia interativa sediada num ambiente de aprendizagem do tipo EUREKA aliada à aprendizagem colaborativa permite maior interação entre alunos e professores; em vez de provocar distanciamento, verifica-se que a intermediação por meio eletrônico aproxima e aprofunda o relacionamento. Buscando melhorias na utilização desse ambiente é que em 2002, iniciou o Projeto denominado MATICE (Metodologias de Aprendizagem via Tecnologias de Informação e Comunicação Educacionais) com o objetivo inicial de pesquisar e desenvolver metodologias inovadoras no ambiente Eureka. Tempo depois, pensou-se na possibilidade de implementação futura de disciplinas (programas de aprendizagem) a distância. O Projeto MATICE passou por etapas até chegar à etapa denominada DP MATICE, que oferece disciplinas (Programas de Aprendizagem) on-line a alunos dependentes. Inicialmente, o MATICE era trabalhado com um pequeno grupo de professores que já conhecia o ambiente Eureka para troca de experiências em relação a sua prática. Depois, outra etapa caracterizou-se pela implantação do uso do ambiente Eureka nos cursos com maior incidência de dependências, para preparar os alunos para a proposta da DP MATICE. Com a resposta positiva dos alunos e dos professores a essa etapa, passa-se à implantação propriamente dita da DP MATICE, com a disponibilização de algumas disciplinas (Programas de Aprendizagem) via Internet a alunos dependentes, na modalidade semipresencial. Conforme Camargo (2006, p. 169) a inserção da metodologia MATICE propicia ao aluno uma flexibilidade que o faz exercitar a autonomia e responsabilidade frente à sua aprendizagem [...]. Nessa metodologia, alunos e professores passam a interagir usando a sala virtual do ambiente de

7 2927 aprendizagem Eureka e em determinados momentos marcam-se encontros para avaliação presencial (de acordo com a regulamentação do Ministério da Educação no Brasil para o ensino a distância). Para apoiar os professores e os alunos no desenvolvimento desse projeto, conta-se com uma equipe de trabalho formada pelos diretores de curso, pelos supervisores pedagógicos e pelas monitoras. Conforme pesquisas, no primeiro semestre de 2006, já havia: 788 salas abertas; 1693 alunos inscritos; 451 professores envolvidos no Projeto; 29 tutores (entre eles: Diretores de curso, Supervisores Pedagógicos e Monitoras). Atualmente, a universidade institucionalizou a DP MATICE em seus outros campi, localizados na região norte e oeste do Estado do Paraná. 5. Considerações circunstanciais sobre a experiência com o Projeto DP MATICE A possibilidade de se pesquisar sobre o trabalho docente (metodologia), por meio de um estudo de caso surgiu a partir da implantação da proposta da DP MATICE (que oferece disciplinas on-line a alunos dependentes), em toda a universidade. Os instrumentos utilizados para tal pesquisa foram: a entrevista e a observação da sala virtual de 20 professores (04 de cada centro: Humanas, Exatas, Biológicas, Jurídicas e Sociais Aplicadas) da PUC da cidade de Curitiba. As considerações que se apresentam a seguir foram levantadas a partir da análise quali-quantitativa dos dados. Um dos aspectos positivos considerados pelos professores em relação à DP MATICE está relacionado à flexibilidade que o aluno tem em poder acessar seu material de estudos e resolver as atividades a qualquer momento e em qualquer lugar. As ferramentas de comunicação mais utilizadas (Conteúdo, Edital) foram aquelas em que cabia ao professor armazenar o conteúdo do semestre e posteriormente, o aluno acessar tais informações. Entretanto, ainda foi restrito o uso de ferramentas (como o Chat, o Fórum) que possibilitam interação e colaboração entre os envolvidos. Um dos aspectos apontados pelos professores como sugestão para melhorias do Projeto, foi a necessidade de preparar o aluno para cursar a DP MATICE (em termos tecnológicos e pedagógicos), uma vez que nem todos apresentaram autonomia e disciplina para levar adiante seus estudos via Internet.

8 2928 Apesar de apresentarem limitações, esses aspectos acima comentados apontam um caminho para possíveis mudanças. Percebe-se a importância de o professor estar preparado para orientar os alunos no uso do ambiente virtual Eureka, uma vez que a implantação do uso de tecnologias educacionais é sempre um desafio metodológico, principalmente quando se tem o objetivo de superar modelos tradicionais de ensino. Evidencia-se também, a necessidade de o professor potencializar o uso desse ambiente virtual na universidade, de modo a propor aos alunos encontros síncronos e assíncronos que permitam interatividade e aprendizagem por colaboração. Mas para tanto, faz-se necessário um investimento na formação dos professores, tanto tecnológico quanto pedagógico, para que tomem conhecimento das metodologias possíveis de serem aplicadas no Projeto DP MATICE. Observa-se que a experiência do MATICE revela-se como uma possibilidade para o avanço da educação virtual da PUCPR (TORRES, 2004), uma vez que tal experiência tem sido trabalhada e aprovada pelas diferentes turmas DP MATICE. O breve relato sobre o Projeto DP MATICE permite apontar que essa experiência é apenas uma entre tantas outras que vêm se apresentando em nível mundial. Ao mesmo tempo, o crescimento significativo de tal modalidade, que tem permitido ao aluno vencer a barreira do tempo e do espaço para poder levar adiante seus estudos, vem desafiando as IES a repensarem seus modelos pedagógicos e a criarem ambientes de aprendizagem desafiadores e interativos que permitam aos alunos construir conhecimentos. As tecnologias oferecem muitas possibilidades que poderão trazer benefícios para professores e alunos; porém, para o sucesso de qualquer projeto é imprescindível que haja comprometimento de toda a equipe nesse processo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANUÁRIO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTÂNCIA ABRAEAD. São Paulo: Instituto Monitor, BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. o 9394, de 20 de dezembro de Portaria n.º 4059, de 10 de dezembro de BEHRENS, M. A. Projetos de Aprendizagem Colaborativa num Paradigma Emergente. In: MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 5. ed. Campinas, SP: Papirus, 2002.

9 2929 CAMARGO, V. M. C. A integração do ambiente virtual à prática pedagógica. In: Gomes, P. V.; Mendes, A. M. C. Tecnologia e inovação na Educação Universitária: O MATICE da PUCPR. Champagnat, LEITE, C. L. K. EAD Virtual na Universidade: um estudo sobre as metodologias de aprendizagem utilizadas pelos professores no Projeto MATICE da PUCPR. Dissertação de Mestrado, PUCPR, LÉVY, P. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, LOBO N. Francisco José da Silveira. Regulamentação da educação a distância: caminhos e descaminhos. In: Educação a distância: regulamentação. Brasília, Plano; Rio de Janeiro, ABT, MATOS, E. L. M. Comunicação e Interação em Ambientes de Aprendizagem. In: Matos, E. L. M.; Gomes, P. V. (org.). Uma experiência de Virtualização Universitária: O Eureka da PUCPR. Curitiba: Champagnat, PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ. (2006). Pró-Reitoria Acadêmica Novas Tecnologias Educacionais (NTE), Relatório sobre o 1º semestre de DP MATICE. Curitiba, SILVIO, J. La virtualización de la universidad. Caracas: IESALC, Tendências da Educação Superior Virtual na América Latina e no Caribe. In: TORRES, P. L.; Vianney, J. (Org.). A educação superior virtual na América Latina e no Caribe. Curitiba: Champagnat, TORRES, P. L. MATICE: uma proposta de Universidade Virtual para a PUC-PR. Tese de Titular, PUC-PR, Curitiba, TORRES, P. L.; Vianney, J. (Org.). A educação superior virtual na América Latina e no Caribe. Curitiba: Champagnat, VARELLA, P. G. et al. Aprendizagem Colaborativa em ambientes virtuais de aprendizagem: a experiência inédita da PUCPR. Revista Diálogo Educacional v. 3, nº 6, p , maio/agosto, VIANNEY, João; TORRES, Patrícia; SILVA; Elizabeth. A Universidade Virtual no Brasil: o ensino superior a distância no país. Tubarão: Ed. Unisul, 2003.

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