UM ESTUDO CRÍTICO SOBRE A INSERÇÃO DO SETOR SAÚDE NA POLÍTICA DE MUDANÇA DO CLIMA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

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1 UM ESTUDO CRÍTICO SOBRE A INSERÇÃO DO SETOR SAÚDE NA POLÍTICA DE MUDANÇA DO CLIMA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO RUBENS LANDIN LEANDRO LUIZ GIATTI (ORIENTADOR) 2º CONGRESO PANAMERICANO DE SALUD Y AMBIENTE MEDELLIN - NOV/2013

2 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA POLÍTICA MUNICIPAL DE MUDANÇA DO CLIMA HIPÓTESE DA PESQUISA OBJETIVOS METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

3 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A URBANIZAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO SE CARACTERIZA POR UM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO SOCIAL EXCLUDENTE, DIRECIONADO PARA ATENDER INTERESSES PRIVADOS DE EXPANSÃO CAPITALISTA, O QUE INVIABILIZOU UM MODELO ESPACIAL URBANO COLETIVAMENTE MAIS JUSTO. (SANTOS, 2009) A CARTOGRAFIA ATUAL DE SÃO PAULO TEM ORIGENS HISTÓRICAS PERTURBADORAS, DISPUTADA POR INTERESSES HEGEMÔNICOS, QUE SE APODERARAM DE FORMA DESIGUAL DO TERRITÓRIO. HOJE É UMA METRÓPOLE INSUSTENTÁVEL.

4 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA Precariedade dos transportes Problemas de saúde Exclusão social Segregação de espaços Uso e ocupação irregular do solo Vulnerabilidade da população urbana Poluição da água, ar e solo

5 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA As mudanças climáticas deverão potencializar os déficits que por anos acumularam-se ao se produzir um espaço urbano que relevou fatores ambientais em sua gestão, construção e planejamento. (HOGAN, 2009) (HOGAN, 2009).

6 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A saúde humana não pode ser tratada de maneira dissociada do bem-estar e das mudanças socioambientais e dos impactos nos ecossistemas. (MEA, 2005) Os ecossistemas continuam sentindo os impactos dos padrões insustentáveis de produção e urbanização, razão pela qual requerem políticas públicas organizadas de forma integrada como objetivos de governança. JACOBI (2005) O aumento de cidadãos urbanos vítimas de estresse e de outras patologias, não é, com absoluta clareza, atribuído às opções de localização de pessoas e atividades nos espaços urbanos: lhes foi a adaptação possível. (MONTEIRO, 2010)

7 MARCO LEGAL PARA QUESTÕES CLIMÁTICAS PNMC LEI nº /12/2009 Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima - PNMC PEMC LEI Nº /11/2009 Institui a Política do Estado de São Paulo de Mudanças Climáticas PEMC PMMC LEI Nº /06/2009 Institui a Política de Mudança do Clima no Município de São Paulo

8 POLÍTICA MUNICIPAL DE MUDANÇA DO CLIMA ESCALA TEMPORAL DO CICLO DA POLÍTICA DA CIDADE DE SÃO PAULO PERCEPÇÃO E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA AGENDA SETTING ELABORAÇÃO DO PROGRAMA IMPLANTAÇÃO AVALIAÇÃO C 40 - LONDRES. PRIMEIROS CONTATOS COM ESPECIALISTAS DISCUSSÕES INTERNAS, ENVOLVIMENTO DA ACADEMIA ENCAMINHAMENTO PARA APROVAÇÃO LEI GRUPOS DE TRABALHO (GT). SAÚDE. ENERGIA. CONSTRUÇÃO. TRANSPORTE. USO DO SOLO Fonte: adaptado pelo autor

9 OBJETIVO PMMC alcançar a estabilização das concentrações de GEE em nível que impeça interferência antrópica perigosa no sistema climático, em prazo suficiente a permitir aos ecossistemas uma adaptação natural à mudança do clima e a assegurar que a produção de alimentos não seja ameaçada e permitir de maneira sustentável que o desenvolvimento econômico prossiga META estabelece para o ano de 2012, redução de 30% das emissões antrópicas (GEE) agregadas oriundas do município, com base em 2005 (PMSP, 2011)

10 HIPÓTESE Setor Saúde teria como ação exclusiva dar subsídio ao Comitê de Mudanças do Clima em questões relacionadas ao monitoramento da qualidade do ar. O Grupo de Trabalho Sustentabilidade e Saúde foi criado com a finalidade de dar suporte ao Comitê com análises dos resultados alcançados com programas e ações voltadas à saúde pública, em especial dos sistemas de monitoramento em locais específicos sobre a qualidade do ar. (PMSP, 2011)

11 OBJETIVOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVO GERAL O objetivo da pesquisa foi analisar a Política de Mudança Clima do Município de São Paulo, a partir da inserção do Setor Saúde e de ações intersetoriais decorrentes. Analisar se as ações do GT Sustentabilidade e Saúde restringem-se a ações de monitoramento da qualidade do ar; Promover reflexão sobre bloqueios e filtros políticos que agem como fatores impeditivos ampliados para implantação integrada da política de mudança do clima local; Produzir conhecimentos e reflexões sobre a experiência e implantação da política municipal de mudança do clima em um contexto de gestão intersetorial.

12 METODOLOGIA ANÁLISE DE CONTEÚDO Laurence Bardin UM OLHAR DE IMEDIATO SOBRE UMA LEITURA JÁ É FECUNDO, MAS NÃO PODERIA UMA LEITURA MAIS ATENTA AUMENTAR SUA PERTINÊNCIA? (BARDIN, 2011) Instigaria um investigador o significado oculto, latente ou obscuro de uma mensagem? (BARDIN, 2011) Naqueles vestígios - documentos - podem existir fenômenos e dados retidos por razões desconhecidas, que uma vez desocultados podem ser sobredeterminados de sentido e se tornarem fortes o suficiente para sustentarem qualquer tipo de inferência possível. (GOMES, 2011)

13 METODOLOGIA ANÁLISE DE CONTEÚDO Laurence Bardin CONJUNTO DE TÉCNICAS DE ANÁLISE DAS COMUNICAÇÕES VISANDO A OBTER, POR PROCEDIMENTOS SISTEMÁTICOS, INDICADORES (QUANTITATIVOS OU NÃO) QUE PERMITAM A INFERÊNCIA DE CONHECIMENTOS RELATIVOS ÀS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO/RECEPÇÃO DESSAS MENSAGENS. (BARDIN, 2011) A ANÁLISE DE CONTEÚDO ULTRAPASSA UMA PRIMEIRA LEITURA DAS FALAS E DOCUMENTOS PARA ATINGIR UM PLANO MAIS PROFUNDO CONTIDO NO SENTIDO DO MATERIAL EM ESTUDO, TRANSPONDO O NÍVEL ESPONTÂNEO DAS MENSAGENS. (MINAYO, 2010)

14 METODOLOGIA ANÁLISE DOCUMENTAL É UMA FORMA DE ACESSO À INFORMAÇÃO PRIMÁRIA CONTIDA EM UM DOCUMENTO, PERMITINDO AO OBSERVADOR OBTER O MÁXIMO DE INFORMAÇÃO COM O MÁXIMO DE PERTINÊNCIA. Foram analisadas as Atas das 16 reuniões e trabalho no período de abril de 2010 a dezembro de (BARDIN, 2011) ENTREVISTAS O OBJETIVO FOI VERIFICAR O PROCESSO DE FORMULAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA E ESCLARECER AS DIFICULDADES E FACILIDADES DE IMPLEMENTAÇÃO E O MONITORAMENTO. Utilizou-se o modelo de organização semiestruturado, de caráter qualitativo, com roteiro previamente elaborado. Entrevistou-se representantes das SECRETARIA VERDE E MEIO AMBIENTE, SAÚDE e EDUCAÇÃO.

15 METODOLOGIA CATEGORIZAÇÃO A Categorização é um procedimento metodológico da Análise de Conteúdo, que possibilita a introdução de uma ordem, segundo determinados critérios, em uma aparente desordem. É uma operação de desmembramento dos textos seguidas por reagrupamentos analógicos, sendo que o que os uniu foi a parte comum existente entre eles. As categorias são conceitos classificatórios de uma realidade, em que o cientista procura encontrar unidade na diversidade. É desmembrar os conteúdos dos achados e, em seguida, reagrupá-las por conteúdos similares. (MINAYO, 2010). (BARDIN, 2011)

16 CATEGORIZAÇÃO QUADRO CATEGORIAL PREVENÇÃO PROMOÇÃO SAÚDE Antever riscos e até reconhecer as doenças antes que elas gerem qualquer sofrimento. (MATTOS, 2004) Enfrentamento dos macrodeterminantes de saúde e doença, procurando direcioná-los de forma favorável para a saúde. (BUSS, 2004) ASSISTENCIAL MONITORAMENTO DO AR CAPACIDADE ABSORTIVA BLOQUEIO COGNITIVO Vinculam-se a experiências com capacidade para responder ao sofrimento manifesto. (TEIXEIRA, 2009) Concentrações de poluentes que, uma vez ultrapassadas, poderão afetar a saúde da população, danos a fauna e flora. CETESB [S.D] Capacidade de assimilar ideias a partir de domínios novos e fortalecer a habilidade para busca do absorcível de forma que facilite a inovação. (COHEN e LEVINTHAL, 1990) Filtragem à informações contrárias aos interesses. Rejeição que formam culturas fechadas, repulsivas e conformistas. (PORTO, 2012)

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19 RESULTADOS - ENTREVISTAS ENUNCIADOS CAPACIDADE ABSORTIVA (...) Tem setores que são mais tranquilos para trabalhar. Quando se discute com o setor da Defesa Civil, questões de impacto, questões de preparação, promoção, por conta de desastres, o diálogo é tranquilo. Há um entendimento daquilo que está se falando. BLOQUEIO COGNITIVO (...) Os trabalhos intersetoriais não são muito fáceis... Dialogar com outras secretarias e fazer uma discussão de política pública não é tão simples...quando se começa a opinar sobre assuntos das outras secretarias, às vezes isso é entendido como uma ingerência sua dentro de uma área que não é sua.

20 RESULTADOS ANÁLISE DOCUMENTAL BLOQUEIOS COGNITIVOS ATA 16ª REUNIÃO DO GT SUSTENTABILIDADE E SAÚDE 13/12/2012 ENUNCIADO O GT sentiu falta de uma maior integração de trabalho com os demais GTs. CAPACIDADE ABSORTIVA ATA 5ª REUNIÃO DO GT SUSTENTABILIDADE E SAÚDE 04/08/2010 ATA 16ª REUNIÃO DO GT SUSTENTABILIDADE E SAÚDE 13/12/2012 ENUNCIADOS Apresentação da USP sobre mudanças climáticas: o aquecimento é real; as cidades impactam o clima global; fontes de emissão de GEE e impacto das mudanças climáticas nas cidades. O tema Biodiversidade: começou no GT Saúde e foi implantado no Plano Municipal de Estratégias e Ações pela Biodiversidade da Cidade de São Paulo por meio do GT Uso do Solo.

21 INTERSETORIALIDADE RESULTADOS ANÁLISE DOCUMENTAL AÇÕES Plano Integrado de Contingência para Situações de Riscos Associados aos Desastres Naturais PROJETO PROPOSTO PELO GT SUSTENTABILIDADE E SAÚDE 10ª ATA OBJETIVOS Integrar e implementar ações de prevenção, promoção, assistência e reparação a saúde em casos de riscos e ocorrência de desastres naturais entre as diversas Instituições envolvidas ÓRGÃOS ENVOLVIDOS SMS, SME,SVMA, SMSP, SMADS, SMSU, COMDEC, SIURB-CGE, SEHAB Fonte: PMSP

22 CONCLUSÃO Embora tenha-se encontrado manifestações que se caracterizaram como barreiras e rejeições para a PMMC, elas não foram suficientes para impedir sua implementação; A hipótese era de que ao Setor Saúde caberia a função reduzida de subsidiar a Política com ações de monitoramento da qualidade do ar, todavia provouse o contrário, pois a prevenção e promoção de saúde foram introduzidas como novas forçantes, impulsionando ações retidas em outras da administração municipal; Conclui-se que o Setor Saúde no contexto da Política de Mudança do Clima, em cuja complexidade está envolvido, ampliou suas inserções, caracterizando-se como oportunidade para integrar e impulsionar a interlocução com outras políticas públicas setoriais, com o atributo da continuidade transversal e envolvimento em processos subsequentes.

23 CONSIDERAÇÕES HIPÓTESE Ao Setor Saúde caberia ações reduzidas e direcionadas para subsidiar o Comitê de Mudanças do Clima em questões relacionadas ao monitoramento do ar. PRINCÍPIO DA FALSEABILIDADE (Karl Popper) Nenhuma teoria científica é detentora de toda a verdade, sendo, portanto, impossível o estabelecimento de uma certeza definitiva para o conhecimento. Todo conhecimento possui intrinsecamente uma falseabilidade e sua aceitabilidade é aferida pela capacidade de sobreviver a testes cada vez mais severos. (POPPER,1972) Toda hipótese científica traz em si a probabilidade do erro e é pela verificação de sua falseabilidade que a ciência progride, sendo talvez por essa razão que a ciência se corrige e se aproxima cada vez mais da verdade. (ANDRADE, 2011)

24 CONSIDERAÇÕES A pesquisa mostrou que embora o Setor Saúde não deixasse de incluir ações para monitoramento da qualidade do ar, ele ampliou suas atividades, exercendo, com isso, um papel transversal para impulsionar outras políticas setoriais latentes. A ATITUDE DE SE CONSIDERAR A FALSEABILIDADE DE UMA HIPÓTESE NÃO ANULA SUA IMPORTÂNCIA, AO CONTRÁRIO, GARANTE AO CONHECIMENTO CIENTÍFICO AVANÇAR. (POPPER, 2007)

25 CONSIDERAÇÕES FINAIS É fundamental considerar a dialética global-local, uma vez que em termos de saúde ambiental o agir local e pensar no global é impulsionar o modelo para nexos e mudanças estruturais, pois certas condicionantes de causalidade do risco e das vulnerabilidades podem encontrar-se fora do espaço demarcado pelas influências e peculiaridades da lógica topográfica. (PORTO, 2012)

26 REFERÊNCIAS Andrade M. Sobre pluralismo, verdade e tolerância: diálogos epistemológicos e éticos para uma educação intercultural. Educ. Soc. 2011; 32: [acesso em 04 out 2012]. Disponivel em: Bardin L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70; Buss PM. Uma introdução ao conceito de Promoção da Saúde. In Czeresnia D e Freitas CM de, organizadores. Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz; p CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo; [acesso em 06 jun 2012]. Disponível em: Cohen WM, Levinthal DA. Absorptive Capacity: A New Perspective on Learning and Innovation. Administrative Science Quarterly. 1990; 35: p Cortese TTP. Mudanças climáticas na Cidade de São Paulo: avaliação da política pública municipal [tese de doutorado]. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da USP; Gomes R. Análise e interpretação de dados de pesquisa qualitativa. In: Minayo MCS, organizador. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 30. ed. Petrópolis: Vozes; p

27 REFERÊNCIAS Hogan DJ. População e mudanças ambientais globais. In: Hogan DJ e Marandola Jr E, organizadores. População e mudança climática: dimensões humanas das mudanças ambientais globais. Campinas: NEPO/UNFPA, p Jacobi PR. Meio ambiente e sustentabilidade. O município no século XXI: cenários e perspectivas. Fundação Prefeito Faria Lima CEPAM. Ed. Especial. 1999; Mattos RA. A integralidade na prática (ou sobre a prática da integralidade). Cad Saúde Pública. 2004; 20(5): [acesso em 08 jun 2013]. Disponível em: MEA Millennium Ecosystem Assessment. Ecosystems and human being -synthesis. Whashington DC: Island Press; Minayo MCS. O desafio do conhecimento - pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo: Hucitec; Monteiro A. A cidade: um espaço de (des) encontros entre a evolução do conhecimento e a qualidade de vida dos seres humanos. Rev Mercator. 2010; 9:7-23. Popper KR. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix; 2007.

28 REFERÊNCIAS PMSP - Prefeitura Municipal de São Paulo. [Acesso em 26 jul 2013]. Disponível em: _clima/grupos_de_trabalho/saude_publica/index.php?p=15151 Porto MFS. Uma ecologia política dos riscos: princípios para integrarmos o local e o global na promoção da saúde e da justiça ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz; Roméro MA, Bruna GC. Metrópoles e o desafio urbano frente ao meio ambiente. São Paulo: Blucher, (Série Sustentabilidade; v. 6). Santos M. A urbanização brasileira. 5. ed. São Paulo: EDUSP; 2009.

Ciência & Saúde Coletiva ISSN: 1413-8123 cecilia@claves.fiocruz.br. Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.

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