Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade

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1 I XORNADAS INTERNACIONAIS SOBRE O CASTIÑEIRO Consellerí do Medio Rurl. Xunt de Glici Ourense, Mio 2008 Gestão do solo em SOUTOS pr optimizção d produtividde e d sustentbilidde Afonso Mrtins UTAD Dep to de Edfologi 1

2 O cstnheiro pr fruto em Portugl e em Trás-os-Montes (INE 2007) Anos Áre (h) Produção (t) Portugl Trás-os-Montes TM/pís (%) Portugl Trás-os-Montes TM/pís (%) , , , , , , , , , ,8 Portugl tem um áre de soutos próxim de h e um produção próxim de t. Trás-os os-montes represent cerc de 85 % d áre e d produção do pís 2

3 Produtividde dos soutos em Portugl (INE 2007) Anos Produção Produção (kg h -1 ) (kg árvore -1 ) Médi kg/árvore represent um produtividde muito bix. Um árvore dult produz em, médi, kg de cstnh /no 3

4 Problems ssocidos à bix produtividde dos soutos Degrdção dos soutos devido às doençs (tint e cncro) Envelhecimento dos soutos com flt de reposições Soutos novos e árvores com bix produção Flhs n instlção e cultivo do souto 4

5 Flhs n instlção e cultivo do souto N preprção inicil do solo Cultivo do solo e gestão d águ Fertilizções Pods Controlo ds doençs 5

6 Instlção do souto - Importânci d preprção do solo ntes d plntção Limite d espessur efectiv 30 cm Cmd de lterção compct Limitções Bix espessur efectiv Elevdo défice hídrico estivl Bix disponibilidde de nutrientes 6

7 A mobilizção profund pr umento d espessur Mobilizção profund com riper Antes d plntção Mobilizção profund com chrru Pesd ntes d plntção 7

8 Espessur de enrizmento por efeito d mobilizção Aumento de espessur efectiv, com efeitos benéficos em: 60 cm umento de volume de solo p/ expnsão rdiculr umento do rmzenmento e disponibilidde de águ e de nutrientes Cstne stiv Sistem rdicl 15 meses pós plntção 8

9 Flhs á plntção de C. stiv em dus prátics de preprção do terreno ntes d plntção (1) PC Sem mobilizção, plntção à cov VC Mobilizção com chrru pe ntes do período estivl dpe depois do % de flhs muito mis elevd n plntção à cov sem preprção prévi Agrvmento ds flhs no verão, devido á flt de águ Bo respost ds plnts n preprção do solo com lvour profund (VC), demonstrndo importânci d espessur do solo 9 (1) Fonsec et l, 2005

10 Cultivo do solo - Enqudrmento Mobilizção convencionl com escrificdor (3 x no) Espessur lvrd cm 10

11 Objectivos d mobilizção convencionl Incorporção de resíduos orgânicos Controlo de infestntes Conservção d águ Destruição d crost superficil 11

12 Défice hídrico um ds miores preocupções dos produtores Défice hídrico 233 mm Bix precipitção n estção de crescimento e défice hídrico de Mio Setembro 12

13 Vários impctes d mobilizção no sistem Minerlizção d mtéri orgânic e su diminuição bem como d biodiversidde Aumento de riscos de compctção, erosão e perd de nutrientes Formção de crost superficil Destruição de rízes e necessidde d su recuperção Ferimentos ns rízes e umento de riscos de doençs rdiculres, (tint) 13

14 Inconvenientes ds mobilizções Erosão Ferimentos ns rízes Crost superficil 14

15 Inconvenientes ds mobilizções Aumento dos riscos de incidênci de tint Porquê? Aumento de compcidde, diminuição d respirção do solo e umento de CO 2 Formção de crost superficil e diminuição d respirção do solo (CO 2 ) Ferimento e contminção de rízes Diminuição de MO e de biodiversidde 15

16 Inconvenientes ds mobilizções Dificultm ou impedem colheit mecânic A colheit mecânic d cstnh só é viável em soutos não mobilizdos e cobertos com vegetção É difícil em soutos lvrdos fce os inconvenientes de pedrs e terr que são spirdos juntmente com os frutos Máquin - 1 1,5 t/h Mnul - 30 kg/h/pesso 16 Corresponde o trblho de cerc de pessos

17 Alterntivs pr o cultivo do solo nos soutos Diminuição do número de mobilizções e utilizção de lfis mis leves Não mobilizção com utilizção de cort mtos ou destroçdors pr triturção de folhs, ouriços e rmos e controlo de infestntes Não mobilizção com cobertur por vegetção herbáce espontâne e controlo por pstoreio, corte ou herbicid Não mobilizção com cobertur por pstgem semed, em regime de sequeiro ou regdio e controlo por pstoreio ou corte 17

18 Não mobilizção com corte de vegetção e triturção de resíduos com destroçdor com cort-mtos Vntgens Controlo de infestntes Triturção de resíduos e su conservção no sistem 18

19 Outrs lterntivs pr gestão do solo Não mobilizção com mnutenção de vegetção de cobertur Controld por pstoreio ou por corte 19

20 Pstgem de cobertur com reg pr diminuição do defice hídrico e umento d produtividde do sistem Produtividde do sistem Produção de fruto Produção de pstgem Produção de cogumelos 20

21 Síntese dos resultdos obtidos Regime hídrico do solo (rzão mis invocd pr o trtmento trdicionl com mobilizções) Comportmento fisiológico ds árvores Produção de fruto Estimtiv d produção de cogumelos Estimtiv d produtividde do sistem trduzid pel relção rendimentos/custos 21 21

22 Trtmentos utilizdos MC Mobilizção convencionl com escrificdor 3 x no PN Não mobilizção com vegetção herbáce nturl PS Não mobilizção com pstgem semed de sequeiro PR - Não mobilizção com pstgem semed regd 22

23 Crcterístics d áre experimentl Norte de Portugl (41 o 36 N; 6 o 56 W) Altitude m Tempertur médi nul- 12 o C Precipitção médi nul- 818 l m -2 Regossolos dístricos de xistos (FAO, 2006) no precipitção mm 2002/ / / / Elevd vrição n precipitção nul 23

24 Dispositivo experimentl N PS PR MC PS PR PN wy PS PN MC MC PN PR 3 tlhões por trtmento distribuidos letorimente com 6-8 árvores cd 3 árvores regds por tlhão em PR, c/ 2 spersores cd, 9 árvores regds no totl Regs no volume ds nº de regs (mm) regs Reference tree Reference tree with moisture devices Non used trees Wter reservoir Irrigtion sprinkler 24

25 Humidde do solo de 0 30 cm em MC, PN nd PS Resultdos 2003 Trtmentos Jul 02 Jul 18 Ago 08 Ago 26 Set 12 MC b b PN PS b b 2004 Trtmentos Jul 02 Jul 21 Ago 20 Ago 27 Set 09 MC b 10.5 PN PS 8.5 b b 10.8 A mobilizção não mostr um efeito fvorável n humidde, observndose mesmo com os vlores mis bixos em lgums dts O trtmento com pstgem nturl (PN) mostr um efeito fvorável n humidde do solo comprtivmente com os outros trtmentos 25

26 H (V %) Teor de humidde no solo 30 e 75 cm e relção com humidde 1,5 MP moisture (WP) 1.5 MP M P cm 75 cm Jn Jl Ag St Jn Jl Ag St Jn Jl Ag St Jl Ag1 Ag2 St month/yer A prtir do mês de Julho e n usênci de chuv, humidde n cmd superficil é inferior à humidde 1,5 MP, enqunto 75 cm se conserv superior esse vlor, o que sugere que s plnts sobrevivem o défice hídrico estivl com águ ds cmds profunds Em 2005 sec foi muito sever e mesmo 75 cm humidde desceu bixo de 1,5 Mp o que mostrou forte impcto no comportmento ds árvores e n produção de fruto 26

27 Potencil hídrico folir de bse (Ψw ) em MC, PN e PS, em 2004 e 2006 dte dte -0,3-0,5-0,7 Jul 06 Jul 30 Aug 27 Sep 16-0,3-0,5-0,7 Jul 13 Jul 27 Aug 14 Aug 30 Sep 21 b b Ψ (MP) -0,9-1,1-1,3 Ψ (MP) -0,9-1,1-1,3-1,5-1,5-1,7-1,9 MC PN PS ,7-1, Elevdos vlores de Ψw desde o início do verão e durnte quse todo o período, em todos os trtmentos, mostrndo: recuperção do nível hídrico durnte noite existênci de águ disponível suficinet no solo condições fvoráveis o desnvolvimento de C. stiv Não se observm em gerl diferençs entre trtmentos 27

28 -0.3 dte Aug 03 Sep 20 Sep 28-0,3 dte Sep 01 Sep 04 Sep 06 Sep 08 Ψ (MP) b Ψ (MP) -0,5-0,7-0,9-1,1-1,3 b b -1.5 b -1, PN PR -1, , Em 2005 os vlores de Ψw vlues form muito mis bixos que nos outros nos, inclusive ns prcels regds (PR), devido à sec sever que ocorreu nesse no As prcels regds mostrrm em gerl vlores mis elevdos, ms reg não foi suficiente pr evitr os vlores muito bixos em

29 10 PS PR T TF (μmolco 2.m -2.s -1 ) Tempertur (ºC) :00 11:00 13:00 9:00 11:00 13:00 9:00 11:00 13: Depois ds 9:00 ou 11:00 h TF decresce fortemente, qundo tempertur d tmosfer sobe lém de 30 o C, mesmo com reg Apens em 2003 se observou um efeito positivo d reg n TF 29

30 Produção de fruto de em qutro trtmentos kg MS/árvore MC PN PS PR b b MC 26,4 21,9 4,2 30,3 PN 28,8 32,2 11,9 35,1 PS 25,0 20,0 8,2 24,3 PR 32,9 28,1 12,3 25,4 nos As prcels lvrds ou com pstgem de sequeiro mostrm quse sempre os vlores mis bixos O no de 2005 mostrou um quebr centud d produção, reflectindo o défice hídrico estivl já menciondo, mis grve ns prcels lvrds As prcels com pstgem nturl mostrm vlores idênticos às prcels regds o que question o efeito d reg em árvores dults e está em linh com outros resultdos já reportdos 30

31 Estimtiv d produção em peso fresco (Kg/h), ds principis espécies de cogumelos com interesse económico (1) Espécie MC PN PR PS Boletus edulis - 2,1 110,7 4,2 Boletus ereus - 20,1 22,1 67,0 Boletus pinophilus 14,4 5,5 11,4 - Cnthrellus cibrius - - 2,1 - Totl 14,4 25,6 146,4 71,1 A produção mis elevd de cogumelos foi encontrd ns prcels regds (PR), o que em si pode justificr reg A produção mis bix foi encontrd ns prcels lvrds (MC), reflectindo o impcte n biodiversidde (1) Pires. J, 2007 Boletus 9-12 /kg, máx 20 /kg Cnthrellus 15 /kg 31

32 Estimtiv de Rendimentos ( /h/no) pr qutro forms de cultivo do subcoberto (1) frutos (1) pstgem (2) cogumelos (4) rendim totl produção rend/no produção rend/no produção rend/no (kg PF/h) ( ) (UF/h) ( ) (kg/h) ( ) ( /h/no) MC PN PS PR trtmentos Rendimento mis bixo no trtmento com mobilizção (MC) Rendimento mis elevdo nos trtmentos com cobertur de pstgem nturl e pstgem semed regd (PN e PR) (1) Reltório Projecto AGRO 931, Mrço

33 Estimtiv de blnço Rendimentos/Custos ( /h/no) (1) Prátics de gestão Custos Rendimento Sldo ( /h/no) MC PN PS PR Sldo mis bixo ns prcels lvrds Sldo mis elevdo ns prcels com pstgem nturl e regds A opção mis fvorável prece ser não mobilizção com vegetção nturl (PN), tendo em cont os custos mbientis d reg (1) Reltório Projecto AGRO 931, Mrço

34 Conclusões A mobilizção com escrificdor, não mostrou um efeito positivo n conservção d águ no solo e n su disponibilidde pr s árvores e, por outro ldo, mostrou um impcte negtivo n produção de fruto, n biodiversidde e n produtividde do sistem O comportmento fisiológico do cstnheiro, mostrou que em nos normis, existe águ suficiente pr bos condições de produção e, em situções de forte secur estivl, reg não evitou o decréscimo centudo d produção As cmds profunds do solo revelrm-se fundmentis no fornecimento de águ no verão, independente do trtmento do solo à superfície, recomendndo um bo preprção inicil do solo pr o enrizmento em profundidde Mesmo n presenç de reg, tempertur d tmosfer limit o comportmento fisiológico do cstnheiro, podendo comprometer su vibilidde ns áres mis bixs e mis quentes se se confirmr tendênci de quecimento globl Em qutro nos ( ), reg em árvores dults não mostrou vntgens n produção de cstnh, ms mostrou um efeito muito positivo n produção cogumelos o que, em si, pode justificr quel prátic A mobilizção do solo nos soutos deve ser substituíd pel mnutenção de cobertur herbáce controld por pstoreio ou corte pr melhorr sustentbilidde e produtividde do sistem 34

35 Obrigdo pel tenção 35

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