MELHIM NAMEM CHALHUB ADVOGADO INDICAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MELHIM NAMEM CHALHUB ADVOGADO INDICAÇÃO"

Transcrição

1 r-r I. /l... B. PROTOCOLC' N. ~.~j.., EMo2V_' 03 I 20 ~==:J '-----,---- MELHIM NAMEM CHALHUB ADVOGADO INDICAÇÃO ~../A-/<-r - ~?'-~ ~ho--. A~lt~~ #>-~i; C; r, X ~ ~ ~ r h--f v6 )-j'r. ~J,.. /r,,j 'i'i.i.lr Me1him Namem Chalhub, membro efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros ~ /'J (IAB), vem indicar à apreciação do Plenário proposta de anteprojeto de lei versando /' k!.--- sobre o regime jurídico dos condomínios de lotes de terreno urbanos, anexando à presente respectiva minuta. Como se sabe, "loteamentos fechados" e condomínios de lotes vêm sendo implantados desde meados do século passado e sua justificativa é a deficiência dos serviços públicos básicos. São conjuntos imobiliários cercados ou murados, com controle de acesso dos nãomoradores. Os serviços de limpeza, conservação e vigilância são custeados pelos próprios moradores; em loteamentos, a administração é feita geralmente por uma sociedade civil, denominada "associação de moradores"; nos condomínios, por um síndico, por vezes assessorado por uma comissão consultiva. Essa prática vem sendo adotada basicamente sob as seguintes formas: a. loteamento fechado sem autorização legal, b. loteamento fechado com autorização da administração municipal, mediante concessão de uso de áreas de domínio público, e c. condominio de lotes de terreno, no qual as vias de circulação e as áreas livres são de domínio privado dos titulares dos lotes.

2 MELHIM NAMEM CHALHUB ADVOGADO o primeiro caso - "fechamento" do loteamento feito por deliberação unilateral dos moradores ou do empreendedor - configura apossamento privado de áreas de domínio público. É, portanto, ilegal. o segundo caso - "fechamento" decorrente de autorização da administração municipal para uso privado de áreas públicas do loteamento - é admissível quando a concessão de uso é fundamentada em lei municipal. o terceiro caso - condomínio de lotes - é legalmente admitido pelo art. 3 do Decretolei n 271/1967, combinado com o art. 8, "a", da Lei n'' 4.591/1964 e com os arts a do Código Civil; sua regulamentação é atribuída aos Municípios, por força da competência que a Constituição de 1988 lhes atribui (arts. 30, VIII, e 182, 1 ). A doutrina majoritária reconhece a legalidade do parcelamento sob forma de condomínio, pois, afinal, trata-se apenas de processo do qual se constitui espécie de propriedade já regulada pelo Código Civil (Hely Lopes Meirelles, Direito de construir, 6. ed., São Paulo: Malheiros, 1994, p. 114; Marco Aurélio S. Vianna, Comentários ao novo Código Civil - Dos direitos reais, Coordenador Sálvio de Figueiredo Teixeira. Rio de Janeiro: Forense, 2004, v. 16, p. 374; nosso artigo Condomínio de lotes de terreno urbano, Revista de Direito Imobiliário. São Paulo: RT, v. 67, jul-dez/2009, pp ). Essa é também a interpretação adotada pelos juristas reunidos na I Jornada de Direito Civil, promovida pelo Centro de Estudos Jurídicos do Conselho da Justiça Federal em 2002, nos termos do Enunciado 89, segundo o qual "o disposto nos art a do novo Código Civil aplica-se, no que couber, aos condomínios assemelhados, tais como loteamentos fechados, multipropriedade imobiliária e clubes de campo." Qualquer que seja a forma de fracionamento adotada, o fenômeno gera tensão entre a exigência de planejamento, essencial ao equilíbrio das funções da cidade, e a demanda social por segurança e melhores serviços.

3 MELHIM NAMEM CHALHUB ADVOGADO Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei n" 20/2007, que trata de diversas matérias, entre elas o parcelamento do solo urbano, em geral, a Lei de Registros Públicos, a legitimação de posse e, enfim, trata de inúmeros assuntos relacionados à política urbana. Em relação ao [racionamento do solo urbano, o PL 20/2007 estabelece diretrizes gerais e parâmetros a serem observados pelo legislador municipal ao regulamentar a instituição de condomínio de lotes. Com o passar do tempo, várias dessas matérias vieram a ser reguladas em leis especiais, como, por exemplo, a Lei n /2009, que trata da regularização fundiária, da "usucapião administrativa", de alguns aspectos dos registros públicos etc. Na parte que trata dos condomínios de lotes, a matéria está dispersa no PL 20/1997, além de ser tratada de maneira deficiente, até porque não define adequadamente o regime jurídico dessa espécie de [racionamento do solo, além de lhe atribuir a imprópria denominação condomínios urbanísticos. 1 A questão, atualmente, ganha especial importância, na medida em que proximamente será colocado na pauta do Supremo Tribunal Federal o Recurso Extraordinário I A expressão adequada para designar uma gleba de terra dividida em quinhões autônomos, sob regime condominial, situada na zona urbana, é condomínio de lotes de terreno urbano, e não condomínio urbanístico. Em primeiro lu~ar, porque o vocábulo lote, significa porção, quinhão em que é dividido um todo, isto é, designa uma parte de qualquer coisa, inclusive a parte privativa (lote) de uma gleba de terra sob regime condominial. E assim é, também, porque a palavra lote não é de uso privativo do regime jurídico de divisão de glebas pelo regime da Lei no 6.766/1979, mas também aplicável para denominação dos quinhões de terra integrantes de um condomínio por unidades autônomas. Em segundo lu~ar, o emprego da denominação condomínio urbanístico para designar condomínio de lotes urbanos é equivocada porque o vocábulo urbanístico designa o que é referente a urbanismo, ou seja, o saber e a técnica da organização e da racionalização dos espaços urbanos, sendo inadequada para designar imóveis urbanos, como são os lotes de terreno situados na zona urbana; admitindo-se que o redator do Projeto quisesse atribuir ao condomínio de lotes a denominação condomínio urbano, ainda assim estaria equivocado, porque a expressão condomínio urbano está em oposição a condomínio rural, empregada que é para distinguir o condomínio que se localiza na cidade daquele situado no campo; ou seja, condomínio urbano é aquele que abrange (i) condomínio de apartamentos, (ii) condomínio de casas e (iii) condomínio de lotes, quando situados na zona urbana. Em suma, uma gleba urbana dividida sob regime condominial por unidades autônomas qualifica-se juridicamente como condomínio de lotes de terreno urbano, e não como condomínio urbanístico.

4 MELHIM NAMEM CHALHUB ADVOGADO DF, interposto pelo Ministério Público do Distrito Federal, no qual se questiona sobre a obrigatoriedade, ou não, de a matéria ser regulada pelo plano diretor da cidade. É, portanto. urgente a formulação de lei federal que estabeleça parârnetros gerais para implantação de condomínios de lotes e elimine de vez a prática anômala do "loteamento fechado", pois, a persistir a dispersão legislativa, a diversidade de critérios ou a falta de critério. as ocupações ilegais do solo urbano continuarão a proliferar incontrolavelmente, comprometendo a preservação do ambiente e impedindo a realização das funções das cidades. Em conclusão, caso se considere pertinente e oportuno o debate sobre a matéria no âmbito do Instituto dos Advogados Brasileiros, submetemos à apreciação do Plenário anteprojeto que, no capítulo I, define o regime jurídico dos condomínios de lotes de terreno. dispõe sobre a forma de instituição dessa propriedade especial, estabelece os critérios básicos de sua administração; no capítulo II estabelece os requisitos gerais para o parcelamento sob forma condominial; no capítulo III enumera os documentos que compõem o Memorial de Incorporação, submete seu registro aos procedimentos já estabelecidos nas Leis nos 6.766/1973 e, no que couber, na Lei n , qualifica como "patrimônio de afetação" o conjunto de direitos e obrigações vinculados ao empreendimento, nos termos dos arts. 31 A a 31 F da Lei n" 4.591/1964; e no capítulo IV dispõe sobre os encargos e responsabilidades do empreendedor. Rio de Janeiro. Sala de s:f?es, 30 de janeiro de 2013 ~amemcha OAB-RJ-3141

5 Indicação em forma de anteprojeto de lei apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 PROJETO DE LEI N Dispõe sobre a implantação de condomínios de lotes de terreno urbanos e dá outras providências. Art. 1 Esta Lei estabelece normas gerais de implantação e administração do condomínio formado por lotes de terreno urbano, sem prejuízo da aplicação das normas da legislação federal, estadual, distrital ou municipal com ela compatíveis. CAPÍTULO I DO REGIME JURÍDICO DOS CONDOMÍNIOS DE LOTES DE TERRENO Art. 2 Aplicam-se ao condomínio de lotes de terreno as normas dos arts a do Código Civil (Lei n" , de 11 de fevereiro de 2002) e demais legislação relativa ao condomínio especial por unidades autônomas, salvo naquilo que for regulado de maneira diversa pela legislação especial. Art. 3o Consideram-se unidades autônomas os lotes de terreno, compreendendo as edificações neles erigidas, e partes comuns as vias de circulação interna e demais partes que, pela sua natureza, sejam destinadas ao uso comum de todos os integrantes e usuários do condomínio. 1 As unidades autônomas são objeto de titularidade exclusiva dos respectivos proprietários ou titulares de direito aquisitivo, suscetíveis de alienação ou oneração independentemente de anuência dos titulares das demais unidades autônomas. 2 As partes comuns constituem propriedade de todos os titulares das unidades autônomas e são insuscetíveis de divisão ou alienação destacada dessas unidades e, ainda, de utilização exclusiva por qualquer condômino ou ocupante. 3~ A cada unidade caberá uma fração ideal do terreno e demais partes comuns, que, independente da dimensão do lote e da área da edificação que sobre ele vier a ser erigida, será proporcional ao número de lotes que compõem o condomínio. 4 É admitida a unificação e a divisão de frações ideais, nos termos que estipular a respectiva instituição de condomínio. Art. 4 0 Institui-se o condomínio de lotes de terreno mediante registro, no Registro de Imóveis competente, de escritura de caracterização do imóvel e seu regime especial de vizinhança, de organização e administração, devendo dela constar, além de outras especificidades do empreendimento: I - a discriminação das frações ideais do terreno e das partes comuns e a individualização dos lotes de terreno, estremados uns dos outros e das partes comuns;

6 Indicação em forma de anteprojeto de lei apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 II - a destinação do conjunto imobiliário e suas unidades; Ill - a estrutura da organização do condomínio e sua forma de administração; IV - os órgãos de administração do condomínio e sua competência, a forma de convocação das assembleias gerais e o quorum exigido para as deliberações; V - a quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender às despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio; VI - as sanções a que estão sujeitos os condôminos, ou possuidores; l~ Em caso de omissão do empreendedor o condomínio poderá ser instituído por 2/3 (dois terços) dos adquirentes, desde que a caracterização dos imóveis observe o projeto aprovado pela administração municipal. 2 Poderá ser instituído um regimento interno do condomínio pelo empreendedor ou pela maioria simples dos condôminos. Art. 5 A requerimento do empreendedor, a autoridade licenciadora, ouvidos os concessionários ou permissionários de serviços públicos, poderá, nos termos previstos na legislação municipal, autorizar os condôminos a promover a manutenção da infraestrutura básica no perímetro do condomínio. Parágrafo único. Os requisitos para a manutenção prevista no caput deste artigo serão definidos em contrato a ser firmado entre os condôminos e os concessionários ou permissionários, no qual constarão as regras da manutenção, assegurado o desconto, nas taxas e tarifas cobradas pela prestação do serviço, dos valores relativos aos custos de manutenção. Art. 6 Será assegurado o acesso irrestrito do Poder Público ao perímetro interno dos condomínios de lotes para cumprimento de suas obrigações relativas à operação e manutenção da infraestrutura básica e à coleta de resíduos sólidos. Art. 7 A servidão de passagem de dutos ou de instalação de outros equipamentos públicos componentes da infraestrutura básica na área interna do condomínio não gerará direito à indenização, se os equipamentos forem destinados a atender o próprio condomínio. Art. 8 Lei municipal regulamentará a prestação dos serviços de água e esgoto no perímetro do condomínio, garantida a medição individual de água por unidade autônoma. Art. 9 A medição individual de energia elétrica por unidade autônoma no condomínio urbanístico será regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Art. 10. Caberá aos condôminos, pelos órgãos de sua administração, a partir do "habitese" do condomínio, a manutenção do sistema viário, das áreas destinadas a uso comum dos condôminos e da infraestrutura complementar interna dos condomínios de lotes, responsabilizando-se o empreendedor pelos custos relativos às unidades ainda não alienadas.

7 Indicação em forma de anteprojeto de lei apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 t; ~~ O~-'l6',,-... 0'1 r J<S'\;.\ Fl~S ~JiJ ~r ~ '1./)1 ',~\\ \~;(. >,?!) \... {\.. "'( 1 ".: ~~I "" s",s,::" 1~Entende-se por "habite-se" o ato administrativo pelo qual a autoridade competente '"'---.!_""'"-' certifique a existência das condições necessárias para edificação nos lotes de terreno. 2~ A manutenção de que trata o caput deste artigo poderá ser executada pelo Poder Público ou por seus concessionários, de forma onerosa, mediante prévio contrato celebrado com a administração do condomínio. DOS REQUISITOS CAPÍTULO 11 GERAIS PARA PARCELAMENTO Art. 11. Respeitadas as disposições desta Lei, o plano diretor ou outra lei municipal definirá: I - os locais da área urbana onde será permitida a implantação de condomínios de lotes de terreno; II - a dimensão máxima do empreendimento ou do conjunto de empreendimentos contíguos; Ill - os parâmetros relativos à contiguidade entre empreendimentos; IV - as formas admissíveis de fechamento do perímetro; V - a necessidade ou não de Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV), de Estudo Prévio de Impacto Ambiental (ElA) e de Estudo de Impacto no Sistema Viário (EISV); VI - os critérios e as responsabilidades em relação à manutenção da infraestrutura básica e complementar, respeitados os limites da competência municipal; VII - outros requisitos julgados necessários para assegurar a integração com o sistema viário existente ou projetado, a mobilidade urbana e o livre acesso às praias e demais bens de uso comum do povo. Parágrafo único. A autoridade licenciadora poderá exigrr a reserva de faixa não edificável destinada à implantação de infraestrutura básica ou complementar, além de áreas destinadas a uso público situadas fora do perímetro fechado do condomínio, que poderão, a critério da autoridade licenciadora, situar-se em outro local do território do Município. Art. 12. Além da observância das normas e diretrizes urbanísticas referidas no artigo anterior, a implantação dos condomínios de lotes urbanos deverá atender aos seguintes requisitos: I - os lotes deverão ter área mínima de 125m 2 (cento e vinte e cinco metros quadrados); II - as áreas destinadas ao uso comum dos condôminos deverão ser proporcionais densidade de ocupação prevista no Plano Diretor ou em lei municipal específica; à III - as vias de circulação interna deverão articular-se com o sistema viário adjacente, existente ou projetado, harmonizar-se com a topografia local e garantir o acesso público aos corpos d'água, às praias e demais áreas de uso comum do povo.

8 Indicação em forma de anteprojeto de lei apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 rn CAPÍTULO DO MEMORIAL DE INCORPORAÇÃO Art. 13. O empreendedor só poderá negociar os lotes após ter registrado no Registro de Imóveis competente um Memorial de Incorporação do qual constem os seguintes documentos: I - certidão atualizada da matrícula do imóvel; II - autorização do cônjuge do proprietário e do empreendedor, salvo no caso de terem contraído matrimônio pelo regime de separação de bens e participação final nos aquestos; III - autorização para a realização do empreendimento, firmada pelo proprietário da gleba e duas testemunhas, na qual se responsabilize, no caso de desfazimento do contrato com o empreendedor, pelas obrigações assumidas por este; IV - termo de anuência da Secretaria do Patrimônio da União ou do órgão estadual competente, quando o empreendimento for realizado integral ou parcialmente em área, respectivamente, da União ou do Estado; V - certidão atualizada do registro dos atos constitutivos das cooperativas habitacionais ou dos condomínios de adquirentes que tenham assumido a responsabilidade pela implantação do condomínio, quando for o caso; VI - minuta do instrumento de garantia de execução das obras a cargo do empreendedor, a ser prestada por este ao Município; VII - Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança (EIV), Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA) e Estudo de Impacto no Sistema Viário (EISV), nos casos em que for exigido por lei municipal; VIII - cópia do projeto aprovado, autenticada pelos profissionais responsáveis pela execução, do qual constem os desenhos, o memorial descritivo e o cronograma físico de execução das obras; IX - licenças para execução da obra emitidas pela Prefeitura e pelos demais órgãos competentes; X - discriminação das frações ideais de terreno e sua correspondência às respectivas unidades autônomas; XI - cláusulas padronizadas a serem estipuladas nos contratos de alienação dos lotes; XII - escritura de instituição do condomínio de lotes e minuta do respectivo regimento interno, se for o caso, firmadas pelo empreendedor; XIII - certidões negativas de débitos para com a União, Estado, Município e Distrito Federal, bem como perante a Previdência Social, de protesto de títulos, de ações e execuções cíveis e criminais e de ônus reais relativas ao imóvel, em nome do titular da gleba e do empreendedor, referentes aos últimos dez anos. 1 0 O projeto de parcelamento compreende desenhos, memorial descritivo e cronograma físico das obras e serviços, que deverão conter, pelo menos: a) a definição do sistema viário interno, com a respectiva indicação da hierarquia entre as vias; b) a indicação das unidades autônomas, com as respectivas dimensões, área e numeração, bem como dos usos previstos; c) a indicação das áreas destinadas a uso comum dos condôminos e das áreas destinadas a uso público, quando exigidas, localizadas externamente ao perímetro fechado; 2 Os desenhos deverão estar preferencialmente georreferenciados. 3 O memorial descritivo deverá conter, pelo menos: I - a indicação da finalidade do parcelamento e dos usos previstos;

9 --;Ô'jOci~, o '"",Q.z.i.;'05'\ t.,,\ Indicação em forma de anteprojeto de lei ~Q S ~ apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 \~, ~ tj II - a descrição dos lotes ou unidades autônomas e das áreas destinadas a uso público ou '<'~tl.t" ;;" s9;'ji a uso comum dos condôminos, com os elementos necessários à abertura das respectivas ~... "... matrículas; Ill - a indicação das áreas a serem transferidas ao domínio do Município, ou do Distrito Federal, quando for o caso; IV - a enumeração das obras e serviços previstos para o parcelamento, com a indicação da responsabilidade pela sua execução; V - as limitações das edificações a serem erigidas nos lotes, que deverão ser reproduzi das no instrumento de instituição do condomínio. 4 O cronograma físico indicará as obras a serem realizadas e a duração de cada etapa da sua execução. 5 Não se exigirá cronograma físico para parcelamentos de pequeno porte. 6 A minuta do instrumento de garantia de execução das obras a cargo do empreendedor, a que se refere o inciso VI do caput deste artigo, poderá ser representado por hipoteca ou propriedade fiduciária de lotes do próprio empreendimento ou de outros imóveis, seguro de garantia de execução das obras de infraestrutura e demais partes comuns do empreendimento, fiança bancária ou pessoal, depósito ou caução de títulos da dívida pública ou qualquer outra espécie de garantia prevista em lei. 7 A garantia poderá ser objeto de cancelamentos parciais, na proporção das obras e serviços executados. 8 A existência de ônus fiscais ou reais sobre a gleba, salvo os impeditivos de alienação, não impede o registro do memorial nem a alienação dos lotes, que serão formalizadas com as devidas ressalvas, mencionando-se no assentamento do Registro de Imóveis e nos instrumentos de comercialização a existência dos ônus, sua extensão e as condições de sua exoneração. Art. 14. O arquivamento dos documentos referidos neste artigo, o registro do Memorial de Incorporação, eventual alteração e cancelamento serão efetivados em conformidade com os procedimentos estabelecidos na Lei n 6.766, de 31 de dezembro de 1973, e, no que couber, na Lei n 4.591, de 16 de dezembro de Art. 15. Uma vez registrado o Memorial de Incorporação considerar-se-á constituído um patrimônio de afetação formado pelo acervo correspondente aos direitos e obrigações vinculados ao empreendimento, sujeito, no que couber, ao regime jurídico instituído pelos arts. 31A a 31F da Lei n 4.591, de 16 de dezembro de 1964, e demais normas legais e regulamentares relativas à matéria. Art. 16. Desde a data do registro do parcelamento, as áreas destinadas a uso público constantes do projeto passarão a integrar o domínio do Município, independentemente de qualquer outra formalidade. 1 O disposto no caput deste artigo aplica-se também aos parcelamentos do solo para fins urbanos efetuados em imóveis de propriedade da União ou do Estado. 2 Nos imóveis objeto de aforamento, o registro do parcelamento transmitirá ao Município somente o domínio útil das áreas destinadas a uso público. Art. 17. Nos títulos apresentados a registro, a identificação do imóvel poderá ser feita mediante menção ao número de sua matrícula, à circunscrição imobiliária a que pertence e ao seu endereço.

10 Indicação em forma de anteprojeto de lei apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 /. >1"';,;;,,.:.-I 'CL..~ :-1\ '~~':C' j-j; i <~~~>--;--«}'/ I '~"" t : ~ \ -", J r-. \;.\. -.-~:;;,- 1 Quando a divergência entre a descrição constante do título e aquela da matrícula ---, - não gerar dúvida quanto à identidade do imóvel, o registro poderá ser feito mediante requerimento do adquirente para que o ato seja praticado conforme a descrição contida na matrícula. 2 Quando a divergência decorrer de omissão, imprecisão ou inverdade do registro, adotar-se-á o procedimento previsto no art. 213 da Lei n 6.015, de 31 de dezembro de No caso de o alienante ser pessoa jurídica, transcorrido o prazo decadencial para recolhimento das contribuições sociais previstas em lei, o registro da transmissão da propriedade independerá da apresentação da certidão negativa referente a tais contribuições. Art. 18. A aquisição da propriedade do lote, quando contratada mediante escritura pública de promessa irretratável de compra e venda ou de cessão independe de celebração de nova escritura, valendo como título para registro do domínio em nome do promitente comprador, do cessionário ou do promitente cessionário a escritura pública de promessa de venda, de cessão ou de promessa de cessão, quando acompanhada da prova de quitação do preço convencionado para a compra e venda e do comprovante de pagamento do imposto de transmissão inter vivos e, se for o caso, do laudêmio. Art. 19. Desde o registro do contrato de aquisição, os adquirentes de lotes poderão apresentar projetos de construção à autoridade municipal competente, condicionada a concessão da licença de construção, entretanto, à expedição de "habite-se" ou de ato administrativo equivalente. Art. 20. O lançamento de impostos e taxas incidentes sobre o lote será efetuado após a concessão do "habite-se", assim considerado o ato administrativo que certifique a existência das condições necessárias para edificação nos lotes de terreno. CAPÍTULO IV DOS ENCARGOS E DAS RESPONSABILIDADES DO EMPREENDEDOR Art. 21. Caberá ao empreendedor: I - a demarcação: a) dos lotes, das áreas destinadas a uso comum dos condôminos e das áreas destinadas a uso público; b) dos limites das Áreas de Preservação Permanente (APP); II - a implantação: a) do sistema viário; b) da infraestrutura básica, com exceção dos sistemas individuais de disposição de esgoto sanitário; c) dos elementos da infraestrutura complementar que venham a ser exigidos por legislação estadual, distrital ou municipal; d) das edificações indicadas no projeto como partes comuns;

11 Indicação em forma de anteprojeto de lei apresentada pelo consócio Melhim Namem Chalhub em 30 de janeiro de 2013 e) das medidas necessárias à recuperação das Áreas de Preservação Permanente (APP), definidas nas respectivas licenças; Ill - a manutenção do sistema viano, das áreas destinadas a uso comum dos condôminos, das áreas destinadas a uso público e da infraestrutura básica e complementar interna dos condomínios urbanísticos, até o registro da instituição do condomínio no Registro de Imóveis.

12 #ndittdo- tkv~ $~ k J~t W~ 2-:10-5 o- ~ IJ80 - /!llfi- &/J-it ei.u.- (2-:1) :1-22~0-3-:173. UHfH,I!v.iaJnacionalr.Mff'~ SE-I095/2013 Rio de Janeiro, 20 de março de Prezada Consócia, Referência: Indicação n 009/2013, de autoria do consócio Dr. Melhim Namem Chalhub, que "Dispõe sobre a implantação de condomínios de lotes de terreno urbano e dá outras providências." Comunicamos que o Presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros designou à Comissão Permanente de Direito Civil a Indicação em referência. Lembramos que, na forma do Regimento Interno, em seu artigo 30 2, o prazo para.apresentação do parecer é de 30 (trinta) dias, e que deve ser precedido de ementa e encerrado com conclusões, em cópia impressa-e; se possível, também, por meio virtual. Reiteramos as expressões de estima e consideração. Exma. Sra. Dra. Dora Martins de Carvalho..' DD. Presidente da Comissão Permanente de Direito Civil. Rua Custódio Serrão, 15 - apto Jardim Botânico Rio de Janeiro RJ

13 #~titttkv- doó/~ $~ A~ ~t ~~ 2dO - 5 (yaru1av - 2()020-IJ80 - f?7t$- ~it ek. (2d) d d'l3. ia6naeioned~j,.., ia~ia~~j,.., SE-l 094/2013 Rio de Janeiro, 20 de março de Prezado Consócio, Referência: Indicação n 009/2013, de autoria do consócio Dr. Melhim Namem Chalhub, que "Dispõe sobre a implantação de condomínios de lotes de terreno urbano e dá outras providências." Comunicamos que o Presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros designou à Comissão Permanente de Direito Imobiliário a Indicação em referência. Lembramos que, na forma do Regimento Interno, em seu artigo 30 2, o prazo para.apresentação do parecer é de 30 (trinta) dias, e que deve ser precedido de ementa e encerrado com conclusões, em cópia impressa e; se possível, também, por meio virtual. Reiteramos as expressões de estima e consideração. Y~,. ti Sec e árt0:-geral Exmo. Sr. Dr. Amon Velmovitsky DD. Presidente da Comissão Permanente de Direito Imobiliário Rua do Carmo 71/6 0 Andar Rio de Janeiro RJ

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 Estabelece as condições para atendimento com redes de energia elétrica nos lotes situados em loteamentos

Leia mais

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos.

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos. Lei do Condomínio 10.406/2002 CAPÍTULO VII Do Condomínio Edilício Seção I Disposições Gerais Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum

Leia mais

O 10. QUADROS DA NBR 12.721/2006, COM ART O 11. ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO O 12. ATESTADO DE IDONEIDADE FINANCEIRA O 13. CONTRATO-PADRÃO

O 10. QUADROS DA NBR 12.721/2006, COM ART O 11. ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO O 12. ATESTADO DE IDONEIDADE FINANCEIRA O 13. CONTRATO-PADRÃO LISTA DE DOCUMENTOS 1 Lei 4.591/64, Provimento nº 260/CGJ/2013. O incorporador deverá apresentar, no Ofício de Registro de Imóveis, os seguintes documentos, organizados nesta ordem. CHECK LIST O 1. MEMORIAL

Leia mais

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. Uma análise sob a ótica contratual

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. Uma análise sob a ótica contratual INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS Uma análise sob a ótica contratual LEI ESPECIAL LEI Nº. 4.591, de 16 de dezembro de 1964 (com alterações da Lei nº. 10.931/04) Dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº126, DE 18 DE ABRIL DE 2008

LEI COMPLEMENTAR Nº126, DE 18 DE ABRIL DE 2008 LEI COMPLEMENTAR Nº126, DE 18 DE ABRIL DE 2008 Acrescenta dispositivos à Lei nº 1041, 11 de julho de 1979, que regula o loteamento de terrenos urbanos no Município de Dourados, e dá outras providências

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano 2014 CONCEITOS GERAIS DOS SERVIÇOS E Lei nº 3401/06 ( Plano Diretor), Lei nº 3420/07 (Código

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: 1 - MP2220/2001 CNDU - http://www.code4557687196.bio.br MEDIDA PROVISÓRIA No 2.220, DE 4 DE SETEMBRO DE 2001. CNDU Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO LEI COMPLEMENTAR Nº (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre loteamento fechado e alienação de lotes ou parcelas de terras públicas no território do Distrito Federal e dá outras providências.

Leia mais

1 de 5 03/12/2012 14:32

1 de 5 03/12/2012 14:32 1 de 5 03/12/2012 14:32 Este documento foi gerado em 29/11/2012 às 18h:32min. DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. Institui o Programa de Gestão do Patrimônio do Estado do Rio Grande do Sul - Otimizar,

Leia mais

PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney

PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney Dispõe sobre loteamento fechado de áreas consolidadas regularizadas ou em fase de regularização, altera em parte as Leis n 6.766/79 e n 6.015/73 e

Leia mais

Condomínios & Associações: principais diferenças

Condomínios & Associações: principais diferenças Condomínios & Associações: principais diferenças Por Mariangela Iamondi Machado CNPJ Despersonalizado Condomínio Associação de Proprietários em Loteamentos CNPJ idêntico a de empresas Não pode adquirir

Leia mais

Incorporação Imobiliária

Incorporação Imobiliária Incorporação Imobiliária Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964 Incorporação Imobiliária Incorporação imobiliária é a atividade exercida pela pessoa física ou jurídica, empresário ou não que se compromete

Leia mais

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PIAUÍ PROGRAMA DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR-PROCON Rua Álvaro Mendes, 2294, Centro Teresina PI, CEP: 64000-060 Fones: (86)3221-5848 (86) 3216-4550 TERMO DE AJUSTAMENTO

Leia mais

1. Das competências constitucionais sobre matéria condominial e urbanística.

1. Das competências constitucionais sobre matéria condominial e urbanística. REGISTRO DE IMÓVEIS DE LAJEADO - RS Fluxograma constitucional-urbanístico-condominial e anotações Luiz Egon Richter 12 1 1. Das competências constitucionais sobre matéria condominial e urbanística. A Constituição

Leia mais

Medida Provisória nº 691/2015

Medida Provisória nº 691/2015 Medida Provisória nº 691/2015 Brasília, Setembro/2015 AUDIÊNCIA PÚBLICA SENADO GESTÃO DE IMÓVEIS DA UNIÃO APERFEIÇOAMENTO DO MARCO LEGAL- MP 691/2015 Alienação de terrenos em áreas urbanas consolidadas

Leia mais

Consultor Legislativo da Área VII Finanças, Direito Comercial, Direito Econômico, Defesa do Consumidor e

Consultor Legislativo da Área VII Finanças, Direito Comercial, Direito Econômico, Defesa do Consumidor e SOBRE AS ALTERAÇÕES NO CRÉDITO IMOBILIÁRIO E OUTRAS REFERENTES À POLÍTICA HABITACIONAL CONTIDAS NA MP 2.212 DE 30/8/01 E NAS MPS 2.221 E 2.223 DE 4/9/01 EDUARDO BASSIT LAMEIRO DA COSTA Consultor Legislativo

Leia mais

DECRETO Nº 18.432, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A:

DECRETO Nº 18.432, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A: DECRETO Nº 18.432, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013. Regulamenta o procedimento administrativo da Transferência de Potencial Construtivo (TPC), previsto nos arts. 51 e seguintes da Lei Complementar nº 434, de

Leia mais

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO (Lei 6.766/79 alterada pela Lei 9.785/99 e Lei Estadual 7.943/2004) Lei 6.766/1979 - Art. 2º.: 1º - Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAPÁ PROVIMENTO Nº 0060/97 O Desembargador GILBERTO DE PAULA PINHEIRO, Vice- Presidente/Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Amapá, no uso de suas atribuições legais, Considerando que a Lei Federal nº 6.766,

Leia mais

Sumário Introdução 1. Escorço histórico 2. Condomínio edilício 3. Direitos e deveres no condomínio edilício

Sumário Introdução 1. Escorço histórico 2. Condomínio edilício 3. Direitos e deveres no condomínio edilício Sumário Introdução 13 1. Escorço histórico 15 1.1. O surgimento da propriedade horizontal no mundo 16 1.2. Condomínio edilício no Brasil 17 2. Condomínio edilício 20 2.1. A questão do nome do instituto

Leia mais

O Sr. Prefeito Municipal de Volta Redonda, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei;

O Sr. Prefeito Municipal de Volta Redonda, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei; DECRETO N.º 9185 EMENTA: Institui o DCU SIMPLES, um conjunto de Programas de Ação do Departamento de Controle Urbanístico da Secretaria Municipal de Planejamento, para aprovação de projetos e licenciamento

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 408, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 408, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 408, DE 2012 Altera a Lei nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências, para alargar a faixa não

Leia mais

RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015

RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015 RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015 Disciplina os procedimentos referentes aos benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA,

Leia mais

CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA. PROMITENTES VENDEDORES:

CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA. PROMITENTES VENDEDORES: <identificação dos vendedores, nome endereço cpf cgc etc> CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA PROMITENTES VENDEDORES: PROMITENTES COMPRADORES:

Leia mais

O CORSAP - Consórcio Público de Manejo de Resíduos Sólidos e de Águas Pluviais

O CORSAP - Consórcio Público de Manejo de Resíduos Sólidos e de Águas Pluviais O CORSAP - Consórcio Público de Manejo de Resíduos Sólidos e de Águas Pluviais Eng. Marcos Montenegro Presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Seção DF CLÁUSULA 7ª. (Dos

Leia mais

Edição nº 51/2015 Brasília - DF, quinta-feira, 19 de março de 2015. Corregedoria PROVIMENTO Nº 44, DE 18 DE MARÇO DE 2015. Seção I Disposições Gerais

Edição nº 51/2015 Brasília - DF, quinta-feira, 19 de março de 2015. Corregedoria PROVIMENTO Nº 44, DE 18 DE MARÇO DE 2015. Seção I Disposições Gerais Corregedoria PROVIMENTO Nº 44, DE 18 DE MARÇO DE 2015 Estabelece normas gerais para o registro da regularização fundiária urbana. Seção I Disposições Gerais Art. 1º. O processo e os atos de registro da

Leia mais

LEI DOS INSTRUMENTOS

LEI DOS INSTRUMENTOS LEI DOS INSTRUMENTOS LEI Nº 2.333 DE 06 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre os Instrumentos de Política Urbana no Município de Itápolis. MAJOR AVIADOR MOACYR ZITELLI, Prefeito do Município de Itápolis, Estado

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS 2007 PMA

PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS 2007 PMA PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS 2007 PMA IMÓVEIS - EDIFICAÇÕES E LOTEAMENTOS A Prefeitura Municipal de Aracaju fiscaliza e licencia obras de edificação e de parcelamento do solo através

Leia mais

Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia

Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia Publicado no D.O.E. de 17 de maio de 2005. Orienta os órgãos da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto à incorporação de imóveis

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 31 - Data 30 de janeiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF Ementa: ALIENAÇÃO DE

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO

TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei nº. 12.145 de 08 de Setembro de 2011, que regulamentou o Instrumento: TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO

Leia mais

FAQ Perguntas Frequentes

FAQ Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes Índice 01. Incorporação Imobiliária...3 02. Contrato...4 03. Pagamento e Boletos...5 04. Financiamento...6 05. Distrato e Transferência...8 06. Documentações...9 07. Instalação

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, de 2009. (Do Sr. Marcelo Itagiba)

PROJETO DE LEI Nº, de 2009. (Do Sr. Marcelo Itagiba) PROJETO DE LEI Nº, de 2009. (Do Sr. Marcelo Itagiba) Altera a Lei n o 6.015, de 31 de dezembro de 1973, a fim de prever o registro de legitimação de posse e de ocupação urbanas no Registro de Títulos e

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 196 - Data 5 de agosto de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO. INCORPORAÇÕES

Leia mais

DECRETO ESTADUAL nº 52.052, de 13 de agosto de 2007

DECRETO ESTADUAL nº 52.052, de 13 de agosto de 2007 2009 DECRETO ESTADUAL nº 52.052, de 13 de agosto de 2007 Institui, no âmbito da Secretaria de Estado da Habitação Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais Cidade Legal Comitê de Regularização

Leia mais

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária POLÍTICA HABITACIONAL DA CIDADE DE SÃO PAULO Plano Diretor Estratégico do Município (Lei 13.430/02, art. 79): Moradia digna é aquela que garante ao morador

Leia mais

Tabela de Custas TABELA II Dos Ofícios de Registro de Imóveis Tabela elaborada sob responsabilidade da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo ARI. Em vigor a partir de 8 de janeiro de 2015.

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS DA PREFEITURA

PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS DA PREFEITURA PERGUNTAS E RESPOSTAS CONSTANTES NO GUIA DE SERVIÇOS DA PREFEITURA IMÓVEIS - EDIFICAÇÕES E LOTEAMENTOS A Prefeitura Municipal de Aracaju fiscaliza e licencia obras de edificação e de parcelamento do solo

Leia mais

ANEXO 10-A MINUTA DE TERMO DE DAÇÃO EM PAGAMENTO DO IMÓVEL

ANEXO 10-A MINUTA DE TERMO DE DAÇÃO EM PAGAMENTO DO IMÓVEL ANEXO 10-A MINUTA DE TERMO DE DAÇÃO EM PAGAMENTO DO IMÓVEL Pelo presente instrumento, o ESTADO DO CEARÁ, representado pela SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA DO ESTADO DO CEARÁ SEINFRA, pessoa jurídica de Direito

Leia mais

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o 5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS AVENÇAS PARTES CONTRATANTES COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o n.... e no RG sob o n...., residente

Leia mais

Válida até 30/03/2011

Válida até 30/03/2011 Tabela de Emolumentos / 2011 (1) Válida até 30/03/2011 Anexo da Portaria nº 1448 /CGJ/2010 (a que se refere o 1º do artigo 2º da Lei n.º 15.424, de 30 de dezembro de 2004, atualizado nos termos do artigo

Leia mais

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br Programa para Programa para LAND READJUSTMENT - REAJUSTE DE TERRENOS Administração

Leia mais

A lei de incentivos fiscais de Campinas

A lei de incentivos fiscais de Campinas A lei de incentivos fiscais de Campinas Lei 12.802/06 com as alterações formuladas na Lei 12.653/06: A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Campinas, sanciono e promulgo a seguinte lei:

Leia mais

DECRETO Nº 7.929, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2013

DECRETO Nº 7.929, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2013 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação DECRETO Nº 7.929, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2013 Regulamenta a Lei nº 11.483, de 31 de maio de 2007, no que se refere à avaliação da vocação logística

Leia mais

NOTA TÉCNICA CONJUNTA PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA

NOTA TÉCNICA CONJUNTA PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA NOTA TÉCNICA CONJUNTA PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Associação dos Notários e Registradores do Brasil ANOREG/BR Instituto de Registro Imobiliário do Brasil IRIB Associação dos Registradores Imobiliários

Leia mais

1º A gestão do Programa cabe ao Ministério das Cidades e sua operacionalização à Caixa Econômica Federal CEF.

1º A gestão do Programa cabe ao Ministério das Cidades e sua operacionalização à Caixa Econômica Federal CEF. LEI 10.188, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2001 Cria o Programa de Arrendamento Residencial, institui o arrendamento residencial com opção de compra e dá outras providências. Faço saber que o Presidente da República

Leia mais

Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências

Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA Nº 4, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a Autorização Prévia à Análise Técnica de Plano de Manejo Florestal Sustentável- APAT, e dá outras providências A MINISTRA DE ESTADO

Leia mais

CONDOMÍNIO. Msc. Diogo de Calasans www.diogocalasans.com

CONDOMÍNIO. Msc. Diogo de Calasans www.diogocalasans.com CONDOMÍNIO Msc. Diogo de Calasans www.diogocalasans.com CONDOMÍNIO Conceito: é a sujeição de uma coisa, divisível ou indivisível, à propriedade simultânea e concorrente de mais de uma pessoa. No condomínio

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

LEI N.º 4.598/15 DE 28 DE JULHO DE 2015

LEI N.º 4.598/15 DE 28 DE JULHO DE 2015 LEI N.º 4.598/15 DE 28 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre condomínios por unidades autônomas e dá outras providências... TEODORA BERTA SOUILLJEE LÜTKEMEYER, PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NÃO-ME-TOQUE/RS. FAÇO SABER

Leia mais

LEI Nº. 715/2015, DE 30 DE ABRIL DE 2015

LEI Nº. 715/2015, DE 30 DE ABRIL DE 2015 LEI Nº. 715/2015, DE 30 DE ABRIL DE 2015 Regulariza áreas públicas municipais ocupadas para fins de moradia e estabelece diretrizes para concessão de outorga para uso especial e dá outras providências.

Leia mais

Guia Rápido do Cliente

Guia Rápido do Cliente Guia Rápido do Cliente Seja bem-vindo! Está chegando a hora de viver a vida em Alphaville. Para nós, é um grande prazer recebê-lo e poder compartilhar esse momento de realização com você. Nesse Guia Rápido,

Leia mais

Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços e as relações de trabalho dele decorrentes.

Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços e as relações de trabalho dele decorrentes. COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROMOVER ESTUDOS E PROPOSIÇÕES VOLTADAS À REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO TERCEIRIZADO NO BRASIL SUGESTÃO DE SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 4.330, DE 2004 Dispõe sobre o contrato

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 478, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre concessão de incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

Leia mais

1. COMPRA E VENDA OBJETO DE DIREITO CIVIL 1

1. COMPRA E VENDA OBJETO DE DIREITO CIVIL 1 1. COMPRA E VENDA OBJETO DE DIREITO CIVIL 1 1.1 COMPROMISSO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA (Modelo 1) Pelo presente instrumento particular, entre partes, como promitentes vendedores, doravante denominados

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA DECRETO Nº 13.346, DE 24 DE JUNHO DE 2013. Regulamenta a Lei Complementar nº 4.403, de 5 de junho de 2013, que Estabelece obrigação de uso do sistema ITBI

Leia mais

Indicação Nº..., de... ( Do Senhor Carlos Abicalil)

Indicação Nº..., de... ( Do Senhor Carlos Abicalil) Indicação Nº..., de... ( Do Senhor Carlos Abicalil) Sugere, ao Ministro de Estado dos Transportes, Anderson Adauto a edição de decreto regulamentando a Contribuição de Melhoria, instituída pelo Decreto-lei

Leia mais

RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I

RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I CONTRATO N.º ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DO RESIDENCIAL SANTA MÔNICA A INFRAESTRUTURA DE IMPLANTAÇÃO DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL SANTA MONICA OBEDECERÁ

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 243, DE 1 o DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N o 250/96, 343/00, 440/06 E 461/07.. Disciplina o funcionamento do mercado de balcão

Leia mais

Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB/SP. Loteamentos Fechados Temas Polêmicos e Atuais

Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB/SP. Loteamentos Fechados Temas Polêmicos e Atuais Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB/SP Loteamentos Fechados Temas Polêmicos e Atuais Painel I Parcelamento do Solo Conceitos e Aspectos Legais 20 de junho de 2006 1 Loteamento art. 2º,

Leia mais

REGULAMENTO DE PREMIAÇÃO

REGULAMENTO DE PREMIAÇÃO A Odebrecht Realizações Imobiliárias e Participações S/A, estabelecida na Avenida A, número 4165, sala 101 Torre 4, no bairro da Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho-PE, CEP 54.522-005, inscrita no

Leia mais

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO O Desenvolvimento Urbano e a Constituição Federal AS COMPETÊNCIAS DA UNIÃO Art. 21. Compete à União: XX - instituir diretrizes para o desenvolvimento

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES Art. 1º A Associação dos Moradores e Adquirentes do Condomínio Alto da Boa Vista é uma sociedade

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO NORMA OPERACIONAL/DIRAD/N 04, DE 7 DE AGOSTO DE 2014 Define os procedimentos relativos à concessão de auxílio-moradia

Leia mais

CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos

CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos Art. 1.314. Cada condômino pode usar da coisa conforme sua destinação, sobre ela

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL URBANO, que entre si celebram:

INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL URBANO, que entre si celebram: INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE VENDA E COMPRA DE IMÓVEL URBANO, que entre si celebram: I - de um lado, na qualidade de Promitente VENDEDORA, a FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL DO BANCO ECONÔMICO S/A-ECOS,

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 60 - Data 20 de fevereiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF ALIENAÇÃO DE IMÓVEIS

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 4.095, DE 2012 Altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho 2001, que regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece

Leia mais

O dispositivo em questão dispõe que a incorporação imobiliária poderá ser submetida ao regime de afetação, a critério do incorporador, nestes termos:

O dispositivo em questão dispõe que a incorporação imobiliária poderá ser submetida ao regime de afetação, a critério do incorporador, nestes termos: Exmo. Sr. Presidente do Instituto dos Advogados do Brasil PARECER INDICAÇÃO Nº 022/2015 Projeto de Lei nº 5092/2013: Altera a redação do art. 31-A da Lei nº 4.591/1964, para qualificar como patrimônio

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 214 - Data 21 de julho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. REGIME

Leia mais

Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra Assessoria Jurídica

Estado de Mato Grosso Município de Tangará da Serra Assessoria Jurídica MENSAGEM PROJETO DE LEI xxx/gp/2012 Tangará da Serra/MT, xx de xxxxxxxxxx de 2012. Excelentíssimo Senhor Presidente, Excelentíssimos (a) Senhores (a) Vereadores (a), Cumprimentando-o cordialmente, vimos

Leia mais

EDITAL DE LICITAÇÃO. C o n d o m í n i o Ouro Vermelho. Brasília, 15 de setembro de 2010.

EDITAL DE LICITAÇÃO. C o n d o m í n i o Ouro Vermelho. Brasília, 15 de setembro de 2010. Brasília, 15 de setembro de 2010. EDITAL DE LICITAÇÃO ALIENAÇÃO DE IMÓVEL NA MODALIDADE CONCORRÊNCIA PÚBLICA POR VENDA DIRETA CONCORRÊNCIA No 01 / 2010 TIPO: Maior Oferta para pagamento de igual ou maior

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA 1 REGULAMENTA O FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE ALTO BELA VISTA GERAINVEST, REVOGA DECRETO 1883 E DA OUTRAS PROVIDENCIAS O Prefeito Municipal de Alto Bela Vista, Estado de Santa Catarina, no uso

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

RESOLUÇÃO N 02/2014/CDP Florianópolis, 05 de agosto de 2014.

RESOLUÇÃO N 02/2014/CDP Florianópolis, 05 de agosto de 2014. RESOLUÇÃO N 02/2014/CDP Florianópolis, 05 de agosto de 2014. O Presidente do Colegiado de Desenvolvimento de Pessoas em exercício do Instituto Federal de Santa Catarina, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS

REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. Estabelece as diretrizes e os critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos por meio de caminhão-pipa em corpos de água

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3)

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) Estabelece as diretrizes e critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos superficiais para fins de captação por

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007. Processo nº 80000.014403/2007-50

PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007. Processo nº 80000.014403/2007-50 PARECER CONJUR / MCIDADES Nº 1796/2007 CONSULTA EFETUADA PELA CAIXA. ANÁLISE DE ESCRI- TURA DE ÁREA DE INTERVENÇÃO, REFERENTE A CON- TRATO DE REPASSE CELEBRADO COM O MUNICÍPIO DE (...). IMÓVEL ORIUNDO

Leia mais

Diretoria de Patrimônio - DPA

Diretoria de Patrimônio - DPA Diretoria de Patrimônio - DPA Diretoria de Patrimônio - DPA Finalidade Coordenar, supervisionar, controlar e executar as atividades relativas a administração patrimonial do Estado. (Decreto Estadual nº

Leia mais

DECRETO Nº 23581. De 09 de janeiro de 2006

DECRETO Nº 23581. De 09 de janeiro de 2006 DECRETO Nº 23581 De 09 de janeiro de 2006 Cria a Comissão de Locação de Imóveis e estabelece procedimentos para celebração, prorrogação e rescisão de contratos de locação. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS,

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

PROGRAMA ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA LAR LEGAL

PROGRAMA ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA LAR LEGAL Governo de Santa Catarina Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação PROGRAMA ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA LAR LEGAL Florianópolis REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA DE ASSENTAMENTOS

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM - CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE. DELIBERAÇÃO NORMATIVA N o 19/98

SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM - CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE. DELIBERAÇÃO NORMATIVA N o 19/98 DELIBERAÇÃO NORMATIVA N o 19/98 O Conselho Municipal de Meio Ambiente, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pela Lei n. o 4.253 de 04.12.85, regulamenta os procedimentos administrativos para

Leia mais

Para extinção das dívidas e/ou saldos devedores do contrato com fundamento no art. 7º da MP nº 496/2010:

Para extinção das dívidas e/ou saldos devedores do contrato com fundamento no art. 7º da MP nº 496/2010: DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Extinção de dívidas do contrato Compra do imóvel com base no art. 12 da Lei nº 11.483/2007 Substituição do beneficiário do contrato de compra e venda ou cessão de direitos Emissão

Leia mais

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares

Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS. Juliana Pereira Soares Lei 11.795/08 A NOVA LEI DE CONSÓRCIOS Art. 2º da Lei 11.795/08: Consórcio é a reunião de pessoas naturais e jurídicas em grupo, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, promovida

Leia mais

LEI Nº 13.290, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2008

LEI Nº 13.290, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2008 LEI Nº 13.290, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2008 Dispõe sobre os emolumentos por atos praticados pelos serviços notariais e de registro, na forma que especifica O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1 INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE LIMITADA EMPRESA 1 Pelo presente instrumento particular, atendendo as formalidades legais, SÓCIA 2; SÓCIO 2, resolvem constituir uma sociedade limitada,

Leia mais

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária.

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária. Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária e Plano Diretor Unidade 03 Professor(a): Laura Bueno e Pedro Monteiro AULA 3. Aspectos Técnicos da

Leia mais

PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO. Advogado: Marcelo Terra

PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO. Advogado: Marcelo Terra PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO Advogado: Marcelo Terra 1. Objetivo do patrimônio de afetação O patrimônio de afetação se destina à consecução da incorporação correspondente e entrega das unidades imobiliárias

Leia mais

ORDEM DO DIA FLS.394 , ESTADO DE SÃO PAULO. OFíCIO GP. N. 196/2012 Proc. n", 3194/96. Senhor Presidente,

ORDEM DO DIA FLS.394 , ESTADO DE SÃO PAULO. OFíCIO GP. N. 196/2012 Proc. n, 3194/96. Senhor Presidente, ORDEM DO DIA FLS.394 "R" U~,.-:.-L.C. _~"'''' "'-'~ (".':N,~ -..,.~:..:-.;::..-

Leia mais

4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO

4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO 302 4.9 PROJETO DE LEI DO DIREITO DE PREEMPÇÃO Regulamento o exercício do direito de preempção pelo Poder Público Municipal de acordo com a Lei de Revisão do Plano Diretor, e dá outras providências. A

Leia mais

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012.

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. *Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. O Prefeito Municipal de Chapecó, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

Passo Fundo, 07 de junho de 2013. MENSAGEM Nº 29/2013

Passo Fundo, 07 de junho de 2013. MENSAGEM Nº 29/2013 Senhor Presidente, Passo Fundo, 07 de junho de 2013. MENSAGEM Nº 29/2013 Para os efeitos legais estou submetendo a deliberação dessa Câmara Municipal a seguinte matéria: PROJETO DE LEI EMENTA: AUTORIZA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA COHAB-ARAUCÁRIA Nº 03, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA COHAB-ARAUCÁRIA Nº 03, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA COHAB-ARAUCÁRIA Nº 03, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2014. Súmula: Estabelece normas e procedimentos para a realização de inscrição dos mutuários, relaciona os documentos necessários a instruir

Leia mais

TERMO DE DOAÇÃO Nº 0003/2015 CONCORRÊNCIA Nº 0001/2015

TERMO DE DOAÇÃO Nº 0003/2015 CONCORRÊNCIA Nº 0001/2015 1 TERMO DE DOAÇÃO Nº 0003/2015 CONCORRÊNCIA Nº 0001/2015 Termo Doacao 0003 IDM Pelo presente termo de doação de imóvel com encargos, de um lado o Município de Xanxerê, com sede na cidade de Xanxerê, Estado

Leia mais