ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMO SE DEU A IMPLANTAÇÃO NAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA

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1 ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMO SE DEU A IMPLANTAÇÃO NAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA Roberta Ravaglio Gagno 1 Anita Helena Schelesener 2 Sidney Reinald da Silva 3 Andréa Garcia Furtado 4 Resumo Área Temática: Políticas Públicas e Gestão da Educação Na história recente do país algumas políticas públicas foram exaradas com o objetivo de diminuir o impacto da desigualdade social geradora do fracasso escolar; tais políticas implementaram merenda escolar, bolsa família, ciclo básico, municipalização das escolas básicas, promoção automática, período integral nas escolas, onde muitas vezes o caráter econômico-administrativo foi priorizado frente ás exigências pedagógicas. A política que instaura o Ensino Fundamental de Nove Anos insere-se nesse contexto e seu estudo se torna imprescindível no sentido de se inquirir até que ponto as recentes medidas governamentais tem alterado a referida tradição ou a tem reforçado, agora em nome da equidade. A ampliação do ensino fundamental para nove anos tem como finalidade assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar e maiores oportunidades de aprender, de acordo com a Deliberação nº. 03/06 do CEE. Conforme estabelece a legislação, a mantenedora deve reorganizar o ensino fundamental, tendo em vista não apenas o primeiro ano, mas toda a estrutura dos nove anos. Neste artigo, tem-se como objetivo conhecer e analisar como se deu o processo de implantação do Ensino Fundamental de Nove Anos, no ano de 2007, nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Curitiba (RME), capital do Estado do Paraná, Brasil. A investigação parte das práticas de gestão, analisa a coerência interna da proposta governamental e as concepções que as justificam. Desta forma, com bases na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), acredita-se que é um 1 Mestranda em Educação pelo PPGED Mestrado em Educação da Universidade Tuiuti do Paraná/Brasil. 2 Professora Doutora do Programa de Mestrado em Educação da Universidade Tuiuti do Paraná/ Brasil. 3 Professor Doutor do Programa de Mestrado em Educação da Universidade Tuiuti do Paraná/ Brasil. 4 Mestranda do PPG=ED Mestrado em Educação da Universidade Tuiuti do Paraná/ Brasil.

2 3230 direito das crianças de freqüentar uma escola que esteja preparada para atendê-la nas suas peculiaridades e nas suas necessidades básicas, assim como é imprescindível à formação e o respeito ao docente. Palavras-chave: Leis; Ensino fundamental de nove anos; Implantação Introdução A política que implanta o Ensino de Nove Anos faz parte de uma política pública que objetiva diminuir as desigualdades sociais existentes em nosso país. Com a Lei de 06 de fevereiro de 2006, a qual decorre a regulamentação do Ensino Fundamental de Nove Anos consolidou-se a proposta de expansão da escolarização mencionada na Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB 9.394/96- e no Plano Nacional de Educação - PNE /01, que estabelece até 2010 a ampliação da obrigatoriedade escolar para a criança de seis anos. A ampliação se fez, portanto, na diminuição da idade de ingresso da criança no ensino fundamental e não com a acréscimo de um ano, visto que para as crianças de 0 a 6 anos se propõe o ensino pré-escolar, que se tornou garantia a partir da instituição do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB). A ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, como política pública afirmativa da eqüidade social, objetiva como implantação, assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar e maiores oportunidades de aprender, de acordo com a Deliberação nº. 03/06 do CEE. Esta prática pode vim a acompanhar como a de países mais desenvolvidos que garantem a escolaridade por um tempo maior, como por exemplo, a Alemanha, onde a escolaridade obrigatória é de 13 anos. Uma das razões para o aumento do tempo de escolaridade é a intenção de dar às crianças das classes populares a possibilidade do ensino obrigatório como um passo para democratizar esse acesso. Entretanto, ao incorporar a criança de seis anos no Ensino Fundamental o que se acaba por produzir é o equivalente ao já existente, visto que na prática tais crianças já vinham sendo incluídas há algum tempo em alguns municípios brasileiros. O município de Curitiba, já atendia parcela destas crianças, precisando totalizar com a implantação da lei.

3 3231 Antes de alterar a idade do ingresso no ensino fundamental (e não a de conclusão), seria necessário avaliar o sistema de creches e pré-escolas e procurar a sua expansão com qualidade, principalmente, procurando conciliar propostas curriculares e práticas pedagógicas do ensino de 0 a 6 anos com o ensino fundamental. Exarada a Lei, os Conselhos Estaduais trataram de normatizar a sua aplicação. Nos documentos do Ministério da Educação (MEC) 5 a respeito são explicitadas as razões para o aumento no tempo de escolaridade, incorporando a criança de 6 anos no Ensino Fundamental. A LDB em seu Art.5º afirma que: O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo. A Educação Infantil (EI) tem objetivos próprios que devem ser alcançados na perspectiva do desenvolvimento infantil respeitando, cuidando e educando crianças em um tempo singular da primeira infância. No Ensino Fundamental (EF) os estudantes de seis anos, assim como os de sete anos de idade, precisam de uma proposta curricular que atenda as suas características, potencialidades e necessidades específicas. Isto é imprescindível para o desenvolvimento e aquisição do conhecimento por estes. Tanto as políticas públicas quanto os educadores devem considerar: A singularidade das ações infantis e o direito à brincadeira, à produção cultural, na educação infantil e no ensino fundamental. Isso significa que as crianças devem ser atendidas nas suas necessidades (a de aprender e a de brincar) e que tanto na educação infantil quanto no ensino fundamental sejamos capazes de ver, entender e lidar com as crianças como crianças e não só como alunos (KRAMER, 2006) Desta forma, durante o período de transição entre as duas estruturas, os sistemas devem administrar uma proposta curricular, que assegure as aprendizagens necessárias ao prosseguimento, com sucesso, nos estudos tanto aos alunos de seis anos quanto aos de sete anos de idade que tenham ingressado no ensino fundamental de oito anos ou de nove anos. 5 Os documentos podem ser encontrados no portal do MEC: <

4 3232 Portanto, deverá haver coexistência das duas estruturas em acordo com a deliberação do CEE nº03/06, em seu artigo 14. Conforme estabelecem as legislações Nacional e Estadual as mantenedoras deverão reorganizar o ensino fundamental, tendo em vista não apenas o primeiro ano, mas toda a estrutura dos nove anos. E algumas adequações devem ser feitas como, oferta de vagas, espaços físicos, materiais de apoio pedagógico e equipamentos adequados, número de professores e profissionais de apoio necessários, além da revisão do Projeto Pedagógico dos estabelecimentos de ensino. Estas mudanças devem ser concebidas como um todo, não só passando o currículo da primeira série para o primeiro ano, sem levar em conta as especificidades das crianças com esta faixa etária. Durante a história da educação brasileira, muitas medidas e políticas de eqüidade foram tomadas com vistas a diminuir o fracasso escolar, como a merenda escolar, o bolsa família, o ciclo básico, a municipalização de escolas básicas, a promoção automática, o período integral nas escolas, mas infelizmente em nenhuma delas o professor pode participar de forma efetiva, nem em aspectos de decisão e pouco foram contemplados com políticas públicas efetivas referentes a planos de cargos e salários, bem como a uma preocupação com a formação continuada. Para que esta política se concretize como um meio de melhorar a formação básica das crianças, ela deve estar diretamente vinculada à maneira como esta proposta é discutida e desenvolvida no interior das unidades escolares, e ao adotar como prioridade o desenvolvimento pedagógico em detrimento aos demais, se faz necessário um professor capacitado. Desta forma, se a mudança for apenas estrutural, sem o seu esclarecimento como um todo aos professores e as escolas, de forma a antecipar apenas um ano de escolaridade, pode vir a falir e a causar sérios danos e conseqüências irreversíveis às crianças, queimando etapas em seu desenvolvimento cognitivo. Torna-se necessário um processo de acompanhamento pelas mantenedoras e pela população, de forma a suprir dificuldades e dúvidas que por ventura venham se instaurar, bem como acompanhar e avaliar se ocorre o fornecimento de condições materiais, pessoais e de informações para o desenvolvimento em acordo com a peculiaridade de cada região.

5 3233 As crianças têm direito de freqüentar uma escola que esteja preparada para atendê-la nas suas peculiaridades e nas suas necessidades básicas, neste contexto, destaca-se principalmente, o papel do professor no processo de ensino aprendizagem do aluno. Nos anos de 2004 e 2006, o MEC divulgou orientações a respeito deste programa para organização das escolas e destacou a necessidade de homogeneizar a organização escolar no país, coexistindo duração e ingresso nos sistemas de ensino, mas as escolas só tomaram conhecimento destas orientações a partir do ano de 2006 pela mantenedora. No ano de 2006, as escolas da Rede Municipal de Ensino de Curitiba reformularam a proposta pedagógica para que no ano de 2007 todas as escolas implantassem o Ensino Fundamental de Nove Anos. Entretanto, vale lembrar, que esta implantação ocorre juntamente com os alunos já matriculados no ensino fundamental de oito anos e que até 2014, ainda haverá turmas se formando. E em 2015, a primeira turma a será formada após a implantação do ensino de nove anos. Porém, no decorrer deste primeiro ano de implantação algumas questões foram levantadas em relação ao Ensino Fundamental de Nove Anos: De que forma estas adequações foram realizadas? De que maneira professores e equipes pedagógicas foram preparados para esta mudança no sentido de dar conta das exigências legais em relação à oferta de vagas, espaços físicos, materiais de apoio pedagógico e equipamentos adequados, número de professores e profissionais de apoio necessários, além da revisão da Proposta Pedagógica? Para a busca de algumas destas respostas foi elaborado um questionário de pesquisa com perguntas semi-abertas, para ser aplicado em dois Núcleos Regionais da Educação do município de Curitiba, assim como em dezesseis escolas da Rede Municipal de Ensino de Curitiba, isto é aproximadamente 10% do total de equipamentos municipais destinados à educação, nos meses de novembro e dezembro de Foi possível diagnosticar, por meio da pesquisa realizada, como as escolas receberam orientações e buscaram implementá-las, assim como lidaram com as dúvidas a respeito do trabalho cotidiano com as crianças de 6 anos ingressantes no Ensino Fundamental, levando em conta as exigências da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente, que garantem o direito das crianças de freqüentar uma escola que esteja preparada para atendê-las nas suas peculiaridades e nas suas necessidades básicas. Das dezesseis escolas onde foram distribuídos os questionários apenas uma não retornou a pesquisa. Já os dois núcleos responderam prontamente ao levantamento solicitado.

6 3234 Percebe-se que, assim como os núcleos, representantes diretos da Secretaria Municipal da Educação (SME), as escolas também tomaram conhecimento a respeito do Ensino Fundamental de Nove anos pela mantenedora. Mas para os Núcleos Regionais de Educação (NREs) este sistema já era adotado antes da lei, pois as escolas da RME de Curitiba na organização do ensino em de ciclos de aprendizagem, já realizavam matrículas na etapa inicial, para estudantes com 6 anos de idade, enquanto que para as escolas o processo foi efetivado posteriormente a lei. Conforme gráfico em abaixo: Tomou conhecimento a respeito do EF - 9 anos matenedora televisão congresso outros Gráfico 1 resposta dos NREs Tomou conhecimento a respeito do EF - 9 anos matenedora televisão congresso outros Gráfico 2 resposta das escolas Para os núcleos, a maioria das dificuldades apresentadas pelas escolas está no âmbito da reorganização curricular, sendo que para estes, a relação professor-aluno permanece a mesma do que àquela dispensada pelos professores, anteriormente ao estabelecimento e efetivação da lei.

7 3235 Dificuldades das escolas na implantação matrículas organização curricular atendimento à criança espaço físico organização temporal outras Gráfico 3 respostas dos NREs Dificuldades das escolas na implantação matrículas organização curricular atendimento à criança espaço físico organização temporal outras Gráfico 4 resposta das escolas A prefeitura, por meio da SME promove estudos sobre a demanda da comunidade, assim como, oferece as escolas espaços e recursos físicos, além de materiais para suprir as necessidades apresentadas. Porém, vale lembrar, nem todas as escolas da RME de Curitiba tem atendimento integral, pois a estrutura física não suportaria tal demanda. De acordo com as escolas pesquisadas, ainda é preciso planejar como melhor atender as crianças que antes freqüentavam creches o dia todo, com segurança e alimentação, e hoje estão apenas em meio período na escola, ficando o outro em casa ou nas ruas. Muitas delas ainda relatam a falta de espaço físico que dificultam o atendimento a estas crianças. Por exemplo, há escolas que trocaram bibliotecas para montar salas de aula. Para os NREs, as escolas estão sendo atendidas cotidianamente em relação às dúvidas sobre a implantação do Ensino Fundamental de Nove Anos. Entretanto, as escolas afirmam

8 3236 que o atendimento é apenas freqüente. Discordam também ao dizer que as escolas planejaram a implantação do ensino fundamental de nove anos apenas de acordo com a lei e não, como afirmam os NREs, com as orientações da SME. Os professores que responderam os questionários afirmam que, em primeiro lugar, tomaram conhecimento a respeito do Ensino Fundamental de Nove Anos pela mantenedora, mostrando que, na sua maioria, não estudam ou não se interessam pelas políticas públicas educacionais. Quando aparecem dúvidas a respeito desta implantação, também procuram a mantenedora e em seguida baseiam-se nas leis. No entanto, quando estes professores são interrogados a respeito de como foi realizado o planejamento sobre a implantação desta política pública, respondem em primeiro lugar que foi de acordo com a lei e, em segundo, com a mantenedora. Destaca-se ainda como relevante que as escolas, na sua maioria, não sofreram alterações com a inclusão das crianças menores em seu cotidiano, declararam que o atendimento oferecido a esta faixa etária continua sendo o mesmo que no período anterior a lei. Embora estes professores tenham passado por cursos oferecidos pela mantenedora, demonstram desconhecer que a escola deve passar por reformulações para o atendimento como exigido na lei. A extensão do ensino fundamental responde às exigências da Constituição Federal de acesso à educação. Na prática, antecipar em um ano o ingresso na escola não garante essa exigência. Necessita-se reformular o sistema educacional para que, na prática, se efetive esta política. IMPLICAÇÕES PEDAGÓGICAS Cabe a cada instituição adequar sua proposta curricular, definir as formas de organização: ciclo/série ou outras previstas no art. 23 da LDB, bem como a proposta de avaliação e seus procedimentos, que devem ser ampliados com relação à aprendizagem e à formação enquanto um processo contínuo. De acordo com o art. 19 e 20 da Deliberação nº. 03/06 a avaliação deverá ser diagnóstica, contínua, ter dimensão formadora, sem caráter seletivo, sendo indicadora das necessidades de intervenção pedagógica. Nesta perspectiva, verifica-se que na organização do sistema de ensino por ciclos de aprendizagem os alunos terão dois anos para se alfabetizar. Sendo assim, o professor ao

9 3237 realizar o planejamento precisa respeitar as especificidades de cada criança, para que o processo de aprendizagem esteja adequado às necessidades de cada educando. Destaca-se que a transição entre as duas estruturas do ensino fundamental de oito anos para o ensino fundamental de nove anos é gradativa, então é preciso que o sistema de ensino administre a organização curricular para assegurar as aprendizagens necessárias dos alunos até a conclusão do ensino fundamental de oito anos. De acordo com Santos (2006), há duas razões para a ampliação do ensino fundamental: políticas, com a previsão da aprovação das famílias mais pobres e o apelo eleitoral que geraria; pedagógicas, onde a criança terá mais tempo para socializar-se e uma parcela maior da população se beneficiaria dessa política, as crianças teriam melhores condições de continuidade e de se alfabetizar. Neste escopo, o ensino fundamental de nove anos pode ser visto como uma estratégia de organização e administração do Estado em relação a aprendizagem do cidadão. Porém, é a escola que está diretamente ligada na formação sistemática de cidadãos críticos. É imprescindível refletir em relação aos conteúdos explorados em sala de aula e verificar as possibilidades e limites de aprendizagem de cada aluno. E para se obter um melhor aproveitamento do tempo no ensino fundamental de nove anos é preciso considerar características relacionadas a faixa etária, aspectos sociais, psicológicas e cognitivas para uma maior eficácia no processo de aprendizagem dos alunos, considerando que o currículo para o 1º ano de nove anos deverá elucidar atividades mais lúdicas. É necessário estabelecer parâmetros de forma a desvelar a realidade enfrentada pelas escolas municipais de Curitiba ao se deparem com a ampliação do Ensino Fundamental em seu primeiro ano. Este é um fenômeno a ser interrogado, enquanto objeto de pesquisa, nas perspectivas, pedagógicas, sociais e políticas. Não se objetiva emitir pareceres contra ou a favor, pois estamos diante de uma lei que deve ser cumprida, resta saber de que forma e que subsídios os professores e equipes pedagógicas estão recebendo para o enfrentamento desta questão. CONSIDERAÇÕES FINAIS O objetivo desse trabalho é fomentar o debate sobre a implantação do Ensino Fundamental de nove anos nas escolas da RME de Curitiba. O ingresso de crianças de seis

10 3238 anos de idade significa a necessidade de se construir uma nova estrutura curricular que deverá proporcionar uma melhoria de forma concreta e gradativa a qualidade do ensino no país. Cabe considerar que a mudança do sistema de tempo integral das creches precisa ser suprido para que não se retire da criança um direito já conseguido. Ou seja, que a mantenedora aumente as vagas para os períodos integrais das escolas de ensino fundamental que estão ofertando o primeiro ano do ensino de nove anos. E que estas vagas sejam destinadas, essencialmente para estas crianças que ingressaram nas escolas e perderam o direito de freqüentar as creches enquanto seus pais estão no trabalho. É importante destacar que os profissionais das escolas sejam ouvidos pelos representantes das mantenedoras e encontrem neles as respostas necessárias para buscar as mudanças necessárias para implantação do Ensino Fundamental de Nove Anos. É necessário também que os professores se interessem mais pelas políticas públicas que envolvem a educação, pesquisando, estudado e debatendo o seu conteúdo, para poder criar instrumentos de luta com o objetivo de alcançar uma escola de qualidade a todas as crianças. De posse destes instrumentos, os professores podem conhecer o que apregoa a lei e podem exigir com que esta seja executada em benefício da população mais carente, normalmente àquela com que eles trabalham. Sabe-se que apenas com a união de mantenedora e professores, ao falarem a mesma linguagem, conseguirão ultrapassar as barreiras de uma nova política contribuindo para uma formação com qualidade para estas crianças que agora ingressam mais cedo na escola. Uma educação que proporcione a ampliação dos conhecimentos em acordo com o desenvolvimento cognitivo destas, atendendo-as em suas necessidades e interesses. Sendo assim, ações como estas envolvem todos os níveis da gestão educacional e são fundamentais para a eficácia da implantação do ensino fundamental de nove anos. Referências ABDALLA, V. O que pensam os alunos sobre a escola noturna. São Paulo: Cortez, BENJAMIN, W. Rua de mão única. São Paulo: Brasiliense, (Obras Escolhidas II). BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Ensino Fundamental. Brasília:MEC/SEF,2006.

11 3239 GORNI, D. A. P. Ensino Fundamental de 9 anos: estamos preparados para implantá-lo?. Ensaio: aval.pol.públ.educ., Rio de Janeiro, v. 15, n. 54,2007. Disponível em: < Acesso em: 11 Out KRAMER, S. As crianças de 0 a 6 anos nas políticas educacionais no Brasil: educação infantil e/é fundamental. Educ. Soc., Campinas, v. 27, n. 96, Disponível em:< Php?Script=sci_arttext&pid=S &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 11 Out SANTOS, L. L. de Castro Paixão; VIEIRA, Lívia Maria Fraga. "Agora seu filho entra mais cedo na escola": a criança de seis anos no ensino fundamental de nove anos em Minas Gerais. Educ. Soc., Campinas, v. 27, n. 96, Disponível em: < Acesso em: 19 Set 2007

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