PERCEPÇÃO DAS PLOSIVAS ALVEOLARES FINAIS NA INTERFONOLOGIA DE BRASILEIROS APRENDIZES DE INGLÊS

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1 Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul PERCEPÇÃO DAS PLOSIVAS ALVEOLARES FINAIS NA INTERFONOLOGIA DE BRASILEIROS APRENDIZES DE INGLÊS Melissa BETTONI-TECHIO (Universidade Federal de Santa Catarina) Rosana Denise KOERICH (Universidade Federal de Santa Catarina ) ABSTRACT: The results obtained from the Categorical Discrimination Test, in which the participants listened to words containing final alveolar stops with pronunciations characterized as (1) native-like, (2) epenthesized, (3) palatalized, and (4) aspirated, indicated the existence of a relationship between perception and production. KEYWORDS: perception; alveolar stops; coda; interphonology. 0. Introdução Nas últimas décadas, estudos sobre a interfonologia têm, gradativamente, ganho considerável espaço e respeito na área da Lingüistica Aplicada (Baptista, 2000; Major, 1998). No Brasil, pesquisas vêm sendo conduzidas acerca da interfonologia de brasileiros aprendizes de inglês (Baptista, 1987; Xavier, 1989; Watkins, 2001; Koerich, 2002; Rauber, 2002; e Silveira, 2004). Alguns pesquisadores têm focado no processo de epêntese vocálica nas consoantes finais. Por exemplo, Baptista e Silva Filho (1997) investigaram o processo de epêntese na produção de consoantes finais, Koerich (2002) investigou a percepção e produção de consoantes finais em monossílabos, e Silveira (2004) investigou o papel da instrução na produção de consoantes finais. Baptista e Silva Filho (1997) e Koerich (2002) examinaram a interação entre marcação e contexto fonológico, lidando com diferenças de sonoridade entre o som alvo e o contexto posterior como motivadores de epêntese. Ambos estudos concluíram que esses fatores conjugados à interferência da língua materna podem motivar epêntese. A produção de epêntese por aprendizes brasileiros de inglês tem sido estudada com um interesse especial devido a maior complexidade da sílaba inglesa quando comparada à sílaba do Português do Brasil (PB). Especialmente pelo fato daquelas poderem terminar em obstruintes. Um exemplo da tendência de adição de uma vogal ao final de palavras terminadas por obstruintes como estratégia de simplificação silábica é o que ocorre com palavras emprestadas de outras línguas, tal como Internet. Entretanto, no que diz respeito as plosivas alveolares (/t/ e /d/) em posição final, não só a apêntese, mas outros tipos de erros ocorrem com freqüência. No PB, as plosivas alveolares (/t/ e /d/) apresentam variação, conforme o contexto fonológico posterior, caracterizando dialetos ou idioletos. O contexto motivador é a vogal frontal alta que pode provocar palataliza ção de maneira que as plosivas alveolares em nativo e morde sejam pronunciadas [ ] e [ ], respectivamente. Da mesma forma, em palavras como Internet podem ocorrer produções como [interneti] ou [internetsi]. Além disso, ao contrário da maioria de falantes nativos de inglês americano (IA) que produzem as plosivas finais sem liberação, salvo quando estas são seguidos por pausa, falantes de PB tendem a produzir palavras em inglês terminadas por este som com aspiração. Fato este que vai contra as regras fonotáticas do inglês. Movidos pela hipótese de que erros de pronúncia em língua estrangeira podem ser em grande parte originados por uma percepção falha, moldada pelos sons da língua materna, estudos têm procurado determinar como brasileiros aprendizes de inglês percebem os sons da língua alvo (Koerich, 2002; Silveira, 2004). O presente estudo investigou a percepção das alveolares plosivas no final de sílabas por aprendizes de inglês em nível pré -intermediário. Os dados foram obtidos a partir de um teste de percepção da fala, construído nos moldes do Teste de Discriminação Categorial (Flege, 1999), adaptado por Koerich (2002), em que os alunos ouviram palavras contendo /t/ e /d/ em posição final de sílaba com pronúncias caracterizadas como (1) nativa, (2) com epêntese, (3) palatalização, e (4) com aspiração. 1. Estrutura silábica De acordo com Souza (1998) o PB permite nove tipos de silabas, de V a CCVCC enquanto o inglês permite 24 tipos, de V a CCCVCCCCC. No PB, a sílaba mais freqüente é a VC e a posição final é reservada as sonorantes. Esta diferença na estrutura silábica pode ser uma das principais causas de erros na pronúncia de consoantes finais, especialmente da epêntese. Embora a simplificação silábica de estruturas CVC possa se dar através do processo de elisão, com a produção de CV, ou epêntese, com a produção de CVCV, pesquisas demonstram que aprendizes cuja língua nativa é o PB ou espanhol tendem pela epêntese (Baptista e Silva Filho, 1997; Koerich, 2002).

2 Estes estudos investigaram a ocorrência de epêntese em estruturas CVC, encontrando porcentagens de 15,2% e 44,45%, respectivamente, a diferença sendo explicada pelo nível de proficiência na língua. Enquanto o primeiro estudo lidou com aprendizes em fase pré-intermediária e intermediária, o segundo investigou aprendizes em fase inicial de aquisição. 2. Percepção e produção Estudos investigando a relação entre percepção e produção dos sons da língua estrangeira são bastante recentes e inconclusivos. Flege (1999) coloca que as correlações encontradas em estudos com aprendizes altamente proficientes são em geral significativas, entretanto, modestas. Koerich (2002) foi o primeiro estudo a investigar a relação entre a percepção e a produção de consoantes finais por brasileiros aprendizes de inglês. O estudo encontrou evidências de que, ao menos em uma fase inicial do aprendizado de uma língua estrangeira, existe uma correlação entre a percepção e a produção dos novos sons. Conforme os resultados obtidos por Koerich, acredita-se que estes aprendizes tendem a perceber a estrutura silábica inglesa CVC, onde a última consoante é uma obstruinte, recorrendo ao sistema fonológico da língua materna, ou seja, como se a estrutura fosse, na verdade, CVCV, onde a última vogal seria [ ] ou [ ]. Estes resultados vão ao encontro do pressuposto essencial do Modelo de Aprendizagem da Fala de Flege (1995) que diz que a falta de alvos perceptuais precisos, guiando o aprendizado sensório -motor da língua estrangeira, contribui sobremaneira para a produção imprecisa. 3. Objetivos, questões de pesquisa e hipóteses O presente estudo teve por objetivo investigar a relação entre percepção e produção das plosivas alveolares em posição final de sílaba. As seguintes questões buscaram fornecer dados através dos quais uma melhor compreensão do assunto pudesse ser obtida: Q1: Quais sons são produzidos por brasileiros aprendizes de inglês quando objetivam a pronúncia de /t/ e /d/ em final de sílaba? H1: Quando o alvo é a produção de /t/ e /d/ no final de sílaba, além de produções corretas, brasileiros aprendizes de inglês produzem epêntese, palatalização e aspiração em contextos fonológicos onde estes processos não são permitidos pelas regras fonotáticas da língua alvo. Q2: Aprendizes de inglês percebem os sons da mesma maneira que os produzem e vice-versa? H2: Aprendizes tendem a perceber os sons da mesma maneira que os produzem e vice-versa. 4. Método Os participantes do estudo foram nove estudantes de inglês de nível pre-intermediário, cursando a língua em turmas do Curso Extracurricular de Inglês da UFSC. Cinco participantes eram do sexo feminino e quatro, do sexo masculino, com idades variando entre 15 e 21 anos. Como primeiro passo na pesquisa, foi aplicado um questionário com o objetivo de delinear o perfil dos participantes. Em seguida, foram aplicados os dois testes da pesquisa: um teste de produção e outro de percepção. Primeiramente, foi aplicado o teste de produção da fala. Os participantes foram gravados lendo sentenças curtas onde /t/ e /d/ apareciam em posição final de palavras monossilábicas em diversos contextos fonológicos. A ordem das sentenças foi embaralhada de modo que cada participante gravou uma ordem diferente, anulando o efeito da variável ordem de apresentação dos estímulos. O total de amostras coletadas por participante foi de 300. Os dados foram analisados com auxílio do programa de análise acústica Praat. Em seguida, foi aplicado o teste de percepção (Anexo A). Uma adaptação do Teste de Discriminação Categórica (TDC) de Flege (1999) foi elaborada com base em Koerich (2002), onde os participantes ouviram um total de 56 seqüências de estímulos. Em cada seqüência, havia um, três, ou nenhum estímulo onde /t/ ou /d/ eram produzidos com palatalização, epêntese, ou aspiração. Dois falantes nativos e uma bilíngüe, filha de falante nativa, gravaram os estímulos utilizados no teste. A tarefa dos participantes consistiu em discriminar o estímulo diferente em cada seqüência de 3 estímulos, circulando 1, 2, ou 3, conforme o estímulo percebido como diferente, ou 0, se todos os estímulos fossem percebidos como idênticos. 5. Análise dos dados e discussão

3 A hipótese 1 foi confirmada. Apesar de outras categorias de erros terem sido encontradas, as mais freqüentes foram epêntese, palatalização e aspiração. Para hipótese 2, foram encontradas evidências de relação entre a percepção e a produção. As ocorrências contendo a consoante alveolar plosiva não vozeada foram freqüentemente mais distinguidas do que as com ocorrência da vozeada (figura 2). Dos erros de pronúncia testados epêntese, palatalização e aspiração a epêntese foi o mais freqüentemente distinguido pelos participantes ao considerarmos o grupo como um todo. O erro mais dificilmente distinguido foi a aspiração. Embora a aspiração possa ocorrer na fala de nativos, sua ocorrência pode ser considerada no mínimo atípica, no contexto em que estava inserida anterior a consoante bilabial nasal. Conforme pode ser observado na figura 1, quanto maior o índice de acertos na produção, maiores as chances desta superar os acertos da percepção. Somente os participantes P11 e P12 apresentam resultados positivos, superiores a 75% no teste de produção. Estes participantes foram também os que obtiveram maior pontuação na percepção P11 superou 50% e P12 obteve pontuação em torno de 45%. A menor pontuação na produção pertence a P16 que apresenta a segunda menor pontuação na percepção. No entanto, com exceção P11 e P12, nos dados dos demais partic ipantes não se caracteriza uma relação direta entre percepção e produção. A fim de analisar os dados com maior detalhamento, os participantes foram divididos em dois grupos: (1) dados de produção acima de 75%, e (2) dados de produção abaixo de 60%. Des ta forma, podemos dizer que o grupo 1 (P11 e P12), obteve margem de acerto em torno de 50% enquanto o grupo 2 (demais participantes), obteve margem de acerto em torno de 28%. Esta linha de resultados oferece evid ência de uma possível relação entre produção e percepção e corrobora os resultados obtidos por Koerich (2002). Figura 1 100% 80% 60% 20% 0% p16 p2 p8 p4 p3 p6 p1 p12 p11 producao 7,25% 23,67% 28,77% 34,11% 40,91% 56,76% 58,62% 79,70% 88,49% percepcao 26,19% 26,19% 33,33% 33,33% 28,57% 28,57% 23,81% 45,24% 54,76% producao percepcao Linear (producao) Linear (percepcao) Figura 2

4 Percepcao 35% 30% 25% /t/ /d/ PERCT 36,51% 30,69% 5.1 Palatalização A palatalização foi, com pequena margem, melhor percebida e menos produzida no contexto da consoante vozeada. Os participantes P4 e P11, que não a produziram, apresentaram resultado positivo na percepção, embora o resultado positivo de P4 se restrinja a alveolar vozeada. O participante com maiores índices de palatalização, tanto para /t/ quanto para /d/ foi P16. Embora tendo distinguido o traço na percepção, este participante apresenta uma diferença considerável entre a sua produção e percepção. Seu resultado na percepção foi o segundo pior do grupo. É necessário lemb rar que a palatalização em PB não serve como critério distintivo. Conforme mencionado anteriormente é um traço dialetal que não interfere na inteligibilidade entre brasileiros. No Inglês, no entanto, a palatalização é permitida apenas quando os alveolares são seguidos da semivogal /j/. Figura 3 Percepção versus produção de palatalização PROD1 PERC1 90% 80% 70% 60% 50% 30% 20% 10% 0% p1t p1d p2t p2d p3t p3d p4t p4d p6t p6d p8t p8d p11t p11d p16t p16d p12t p12d 5.2 Epêntese vocálica Ao contrário do ocorrido com a palatalização, a epêntese vocálica foi mais percebida no contexto de /t/ por todos os participantes. É interessante salientar que no teste de produção, /d/ sofreu epêntese em 14,88%, enquanto /t/, em apenas 1,35% das ocorrências. P6 e P8, mesmo apresentando considerável produção de epêntese no contexto de /d/, obtiveram resultados positivos na percepção de /t/ com epêntese. Pode-se verificar que, para /d/, conforme o índice de percepção diminui o índice de epêntese na produção aumenta.

5 P11 apresenta, também, índice positivo de percepção para /t/. Entretanto seu índice de percepção para /d/ é inferior aos índices de palatalização, processo absolutamente ausente na sua produção. Na figura 4, é possível verificar que, apesar de rara, a epêntese em /d/ está presente na produção de P11. Apesar de não produzir epêntese, P12 apresenta percepção apenas mediana do processo. 5.3 Aspiração A percepção da aspiração não segue um padrão tão claro quanto os dois processos anteriores, mas varia consideravelmente para /t/ e /d/ conforme cada participante. Em termos gerais, este processo foi mais percebido quando a consoante alvo era /d/ e mais produzido quando a consoante alvo era /t/. Podemos observar na figura 5 que P2 apresenta o maior índice de aspiração e que, conforme aconteceu com os outros processos, o índice de percepção é menor para a consoante mais freqüentemente alterada, neste caso aspirada, na produção. Assim, para P2, a percepção da aspiração de /t/ é inferior à percepção deste processo em /d/. P12, embora tenha produzido aspiração em algumas ocasiões, foi o participante que apresentou o mais alto índice de percepção da aspiração para ambas consoantes. Ainda, em ambas consoantes, P12 percebeu mais a aspiração do que a epêntese, fato este, interessante, já que o participante não produziu epêntese em nenhuma ocorrência e aspiração em algumas. Podemos concluir que P12 percebe as consoantes alveolares na proporção que produz. Figura 4 Percepção versus produção de epêntese PROD2 PERC2 90% 80% 70% 60% 50% 30% 20% 10% 0% p1t p1d p2t p2d p3t p3d p4t p4d p6t p6d p8t p8d p11t p11d p16t p16d p12t p12d Figura 5

6 Percepção versus produção de aspiração PROD3 PERC3 50% 45% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% p1t p1d p2t p2d p3t p3d p4t p4d p6t p6d p8t p8d p11t p11d p16t p16d p12t p12d 6. Conclusão Em termos gerais, evidencia-se relação entre percepção e produção no desempenho total nos dois testes demonstrado na Figura 1. De forma independente, esta relação se evidencia também nos três processos relatados neste estudo palatalização, epêntese vocálica e aspiração. Sendo X igual a /t/ ou /d/, verificou-se que o erro mais produzido quando X era a consoante alvo, foi também menos percebido. A consoante alvo produzida com maior índice de palatalização e aspiração foi /t/, que foi também, o alvo onde houve maior dificuldade na percepção quando aspirado e palatalizado. O maior índice de produção de epêntese vocálica ocorreu para /d/, que foi também, o alvo onde houve maior dificuldade na percepção quando o estímulo apresentava epêntese. Desta forma, no presente estudo verificou-se estreita relação entre os processos de percepção e produção das consoantes finais /t/ e /d/ por brasileiros aprendizes de inglês, com proficiência em nível pré -intermediário. Podemos afirmar que, conjugados aos dados de Koerich (2002), os dados deste estudo evidenciam que a percepção é uma variável extremamente importante a ser considerada na aquisição das consoantes finais da L2-inglês por aprendizes brasileiros. Retornando ao pressuposto essencial do Modelo de Percepção da Fala, de Flege (1995) estes dados parecem evidenciar que a falta de consciência fonológica da consoante final do inglês, em especial das alveolares plosivas, investigadas neste estudo, moldando a aquisição sensório-motora da língua alvo, contribui sobremaneira para uma produção imprecisa. 7. Implicações pedagógicas Aprendizes de uma língua estrangeira podem reter sotaque até mesmo após longa exposição a uma variedade nativa da língua. Flege (1988) declara que o grau de sotaque estrangeiro perceptível aumenta com o número de segmentos mal articulados. Estudos na interfonologia podem contribuir para a investigação sobre maneiras para se reduzir o sotaque e, conseqüentemente, tornar a comunicação mais efetiva. Resultados de pesquisas, como a aqui apresentada, podem contribuir para a elaboração de materiais e estratégias de ensino de língua estrangeira que venham a auxiliar aprendizes na superação de dificuldades de compreensão e produção oral. Por exemplo, a partir dos dados aqui obtidos, pode-se pensar na questão de como focalizar a pronúncia de palavras terminadas em consoantes plosivas. Estes dados tendem pela apresentação das mesmas em sequências e não de maneira isolada, no sentido de se impedir o aparecimento dos três processos comumente causadores de erros aspiração, palatalização e epêntese. Uma vez demonstrada a relação entre percepção e produção, é importante para a pedagogia de ensino da língua estrangeira, que se investigue a qual das duas habilidades tem maior influência sobre a outra. O professor precisa

7 pensar no ensino de língua como um conjunto de habilidades e fornecer oportunidades de prática em ambas. É possível que o treinamento em uma das habilidades tenha efeito sobre a outra, porém, pode-se concluir que o treinamento seja mais efetivo se focalizado na habilidade específica. Estas e muitas outras questões de estudo, no que diz respeito à relação entre as duas habilidades, encontram-se abertas à investigação. RESUMO: Resultados de um teste de discriminação, em que os participantes ouviram palavras contendo /t/ e /d/ em posição final de sílaba com pronúncias caracterizadas como (1) nativa, (2) com epêntese, (3) palatalização, e (4) aspiração, demonstraram a existência de relação entre a percepção e produção. PALAVRAS-CHAVE: percepção; plosivas alveolares; coda; interfonologia. ANEXO: Anexo A teste de percepção transcrição dos estímulos 1 KATE MOVES KITE MOVES KITE MOVES 2 CAGE MOVES KADE MOVES KADE MOVES 3 KIT MOVES KIT MOVES KIT MOVES 4 KATCHE MOVES KATE MOVES KATCHE MOVES 5 KATE MOVES KAtHE MOVES KATE MOVES 6 KADIE MOVES KADE MOVES KADIE MOVES 7 CAGE MOVES KADE MOVES CAGE MOVES 8 KADE MOVES KAdHE MOVES KAdHE MOVES 9 KAtHE MOVES KATE MOVES KATE MOVES 10 KEET MOVES KEET MOVES KEET MOVES 11 KADE MOVES KADE MOVES CAGE MOVES 12 KATIE MOVES KATE MOVES KATE MOVES 13 KATCHE MOVES KATCHE MOVES KATE MOVES 14 KIT MOVES KATE MOVES KIT MOVES 15 KADE MOVES CAGE MOVES CAGE MOVES 16 KIT MOVES KATE MOVES KATE MOVES 17 KAdHE MOVES KAdHE MOVES KADE MOVES 18 KATE MOVES KATE MOVES KAtHE MOVES 19 KATE MOVES KEET MOVES KEET MOVES 20 CAGE MOVES CAGE MOVES KADE MOVES 21 KATIE MOVES KATIE MOVES KATIE MOVES 22 KATE MOVES KATE MOVES KEET MOVES 23 KADIE MOVES KADIE MOVES KADE MOVES 24 KADE MOVES KADE MOVES KAdHE MOVES 25 KADIE MOVES KADE MOVES KADE MOVES 26 KATCHE MOVES KATCHE MOVES KATCHE MOVES 27 KATE MOVES KATE MOVES KATCHE MOVES 28 KITE MOVES KITE MOVES KITE MOVES 29 KATE MOVES KAtHE MOVES KAtHE MOVES 30 KATE MOVES KATCHE MOVES KATCHE MOVES 31 KATE MOVES KATIE MOVES KATIE MOVES 32 KADE MOVES KADE MOVES KADE MOVES 33 KAdHE MOVES KAdHE MOVES KAdHE MOVES 34 CAGE MOVES CAGE MOVES CAGE MOVES 35 KADIE MOVES KADIE MOVES KADIE MOVES 36 KADE MOVES KADIE MOVES KADIE MOVES 37 KATE MOVES KITE MOVES KATE MOVES 38 KATE MOVES GATE MOVES GATE MOVES 39 KAtHE MOVES KATE MOVES KAtHE MOVES 40 KAdHE MOVES KADE MOVES KADE MOVES

8 41 KADE MOVES KADIE MOVES KADE MOVES 42 KAtHE MOVES KAtHE MOVES KATE MOVES 43 KATE MOVES KATCHE MOVES KATE MOVES 44 GATE MOVES KATE MOVES GATE MOVES 45 KATE MOVES KATIE MOVES KATE MOVES 46 KADE MOVES KAdHE MOVES KADE MOVES 47 KAtHE MOVES KAtHE MOVES KAtHE MOVES 48 KATIE MOVES KATIE MOVES KATE MOVES 49 KAdHE MOVES KADE MOVES KAdHE MOVES 50 KADE MOVES KADE MOVES KADIE MOVES 51 GATE MOVES GATE MOVES GATE MOVES 52 KATCHE MOVES KATE MOVES KATE MOVES 53 KATE MOVES KATE MOVES KATE MOVES 54 KATE MOVES KATE MOVES KATIE MOVES 55 KATIE MOVES KATE MOVES KATIE MOVES 56 KADE MOVES CAGE MOVES KADE MOVES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAPTISTA, Barbara Oughton & SILVA FILHO, Jair. The influence of markedness and syllable contact on the production of English consonants by EFL learners. Paper presented at the New Sounds 97: Proceedings of the third international symposium on the acquisition of second language speech, Kaglenfurt, Austria BAPTISTA, Barbara Oughton. A Pesquisa na Interfonologia e o Ensino da Pronúncia: Procurando a Interface. In Aspectos da Lingüística aplicada Uma homenagem ao Professor Hilário Bohn. pp CARLISLE, Robert. Environment and markedness as interacting constraints on vowel epenthesis. Paper presented at the New Sounds 92: Proceedings of the 1992 Amsterdam symposium on the acquisition of second-language speech, Amsterdam, Holland FLEGE, James Emil. Factors affecting degree of perceived foreign accent in English sentences. Journal of the Acoustical Society of America, 84(1), , James Emil. Second Language speech learning: theory, findings, and problems. In W. Strange (Ed.), Speech Perception and linguistic experience: Issues in cross-language research (pp ). Timonium, MD: York Press , James Emil, MUNRO, Murray, & FOX, Robert Allen. (1994). Auditory and Categorical Effects on cross - language vowel perception. Journal of the Acoustical Society of America, 95(6), pp HOOPER, Joan. (1976). An Introduction to Natural Generative Phonology. New York: Academic Press. KOERICH, Rosana Denise. Perception and Production of word-final vowel epenthesis by Brazilian EFL students. Unpublished doctoral dissertation, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis MAJOR, Roy. Interlanguage Phonetics and Phonology An Introduction. Studies in Second Language Acquisition, 20, RAUBER, Andréia. The production of English initial /s/ clusters by Portuguese and Spanish EFL speakers-epenthesis of initial s clusters by Brazilian and Spanish speakers. Unpublished master s thesis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis SILVEIRA, Rosane. The influence of pronunciation instruction on the perception and production of English word-final consonants. Unplublished doctoral dissertation, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis SOUZA, Ana Cláudia. Estrutura do português brasileiro e do inglês americano: Estudo comparativo. Unpublished master s thesis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis XAVIER, Rosely Perez. Residual segmental error in English. Unpublished master s thesis, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis WATKINS, Michael. Vowel accent. Unpublished doctoral dissertation, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis

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