Contrato de Compra e Venda

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1 Cntrat de Cmpra e Venda Material didátic destinad à sistematizaçã d cnteúd da disciplina Direit Civil III Publicaçã n semestre Autr: Jsé Carls Ferreira da Luz

2 2 Dads de acrd cm: AACR2, CDU e Cutter Bibliteca Central SESP / PB L979a Luz, Jsé Carls Ferreira da Cntrat de cmpra e venda / Jsé Carls Ferreira da Luz. Cabedel, PB: [s.n], p. Material didátic da disciplina Direit Civil III Institut de Educaçã Superir da Paraíba (IESP) - Curs de Direit, Direit civil. 2. Material didátic. 3. Jsé Carls Ferreira da Luz. I. Títul. CDU 347(072)

3 3 DO CONTRATO DE COMPRA E VENDA - O mais imprtante ds tips cntratuais DISPOSIÇÕES GERAIS - Cnceit é extremamente simples; uma das partes, cmpradr, se briga a pagar preç de uma cisa para utr lad, credr. - Cntrat de cmpra e venda é cntrat pel qual vendedr se briga a entregar um bem crpóre u incrpóre, e cmpradr cmprmete-se a pagar preç em dinheir u valr fiduciári crrespndente (títul de crédit). - O cntrat de cmpra e venda nã transfere a prpriedade: trata-se de um just títul, uma causa para que a prpriedade se transmita. O artig 481 d Códig Civil demnstra que acrd apenas briga as partes reciprcamente, crrend a transmissã d dmíni cm a tradiçã (para bens móveis, artig 1.267, parágraf únic, d Códig Civil), u registr (para imóveis, artig d Códig Civil). - Definiçã legal ( Art 481) Art Pel cntrat de cmpra e venda, um ds cntratantes se briga a transferir dmíni de certa cisa, e utr, a pagar-lhe cert preç em dinheir. - O cntrat gera efeits brigacinais - O cntrat nã transmite dmíni - A causa difere d md de aquisiçã - O cntrat nã tem pder de transferir a cisa A prpriedade d imóvel só é transferida cm registr n cartóri. - APERFEIÇOAMENTO DO CONTRATO Art A cmpra e venda, quand pura, cnsiderar-se-á brigatória e perfeita, desde que as partes acrdarem n bjet e n preç. - ELEMENTOS ESSENCIAIS Negóci Jurídic Essenciais N casament a diversidade de sex é um element essencial. Naturais O cntratante está prtegid cntra s viçs redibitóris e 0s riscs da evicçã. Acidentais A cndiçã, term e encarg. Ns cntrats

4 4 A Cisa A cisa pde ser material, imaterial, fungível u infungível, e tem que ter: Existência A existência deve ser real u ptencial. Cmerciabilidade O bjet deve estar n cmérci. Estará fra d cmérci se a lei, a rdem natural u a vntade das partes (cláusula de inalienabilidade artig d Códig Civil) assim estipular. Nã se pde clcar cláusula de inalienabilidade em negóci ners; smente em daçã u testament. Exeqüibilidade O bjet deve ser pssível de ser levad à hasta pública e pssuir liquidez; para iss deve-se cnhecer gêner e a quantidade. Transferibilidade Pder que vendedr tem sbre a cisa para transmiti-la a cmpradr. Exceçã: transferibilidade retrativa crre quand alienante transfere a prpriedade de um bem que adquirirá psterirmente. Exempl: A empresta uma caneta para B, que a vende para C (alienaçã de cisa alheia, nã permitida pel nss Direit); acntece que, em at seguinte, A vende a caneta a B deu-se, entã, a superveniência d dmíni que trna perfeita a alienaçã de B para C. Venda de Bem alhei É pssível acntecer quand devedr adquire bem de frma superveniente. Quand, pr exempl, um livreir me vende um livr rar que ele sabe nde encntrar; eu pag preç e ele vaia adquirir bem para me entregar psterirmente. É um cntrat existente, válid, mas ainda nã eficaz. Venda de Cisa Futura Art A cmpra e venda pde ter pr bjet cisa atual u futura. Neste cas, ficará sem efeit cntrat se esta nã vier a existir, salv se a intençã das partes era de cncluir cntrat aleatóri É pssível cntratar-se tend cm bjet uma cisa futura. Exempl:

5 5 Vu para interir encntr um trabalhadr rural e cmpr a safra de abacaxi, pss fazer cntrat de 2 frmas: Aleatóri (Empti spei), u estabeleç a cmpra da safra desde que venha pel mens 20 caixas de abacaxi. Venda através de amstra Art Se a venda se realizar à vista de amstras, prtótips u mdels, entender-se-á que vendedr assegura ter a cisa as qualidades que a elas crrespndem. Parágraf únic. Prevalece a amstra, prtótip u mdel, se huver cntradiçã u diferença cm a maneira pela qual se descreveu a cisa n cntrat. Amstra fragment u prçã d que se pretende vender. Exempl: pedaç de tecid. Prtótip: Exemplar d bem a ser a alienad. Exempl: cmputadr numa feira de infrmática. Mdel Objet em pequena escala. Exempl: Stand de armáris mdulads. O CC nã prtege cntratante da mesma frma que CDC prtege cnsumidr (Arts. 2 e 3 d CDC). Exempl: Imagine que na Feira de Infrmática alguém esteja cmprand 500 cmputadres, bviamente ele nã é destinatári final, lg nãs e trata de uma relaçã de cnsum, se fsse uma relaçã de cnsum CDC prtegeria n seu art 47 direit ptestativ de arrependiment n praz decadencial de 7 dias. N cas em tela a única prteçã é a d parágraf únic d art 484. O Preç O preç deve ser: cert, definid, determinad u determinável. Tem que ter: Pecuniariedade O bem deve permitir sua cnversã imediata em dinheir. Seriedade Seriedade é a equivalência d preç cm bjet. Certeza É a determinaçã d preç n mment da manifestaçã de vntade das partes. Exceções: quand huver fatr de indexaçã (preç estabelecid em blsa u mercad de balcã); quand as partes nmearem árbitr, mandatári, para fixar preç. Esse mandat é irrevgável.

6 6 Preç determinável Art É lícit às partes fixar preç em funçã de índices u parâmetrs, desde que suscetíveis de bjetiva determinaçã. Determinaçã pr terceir Art A fixaçã d preç pde ser deixada a arbítri de terceir, que s cntratantes lg designarem u prmeterem designar. Se terceir nã aceitar a incumbência, ficará sem efeit cntrat, salv quand acrdarem s cntratantes designar utra pessa. Exempl: Na fixaçã de grandes valres mnetáris, preç depende de um perit, num cntrat pde ter a cláusula preç será fixad pr utra pessa u até arbítri de um terceir. Arbítri exclusiv de uma das partes Art Nul é cntrat de cmpra e venda, quand se deixa a arbítri exclusiv de uma das partes a fixaçã d preç. O preç pde ser fertad pel cntratante, que nã é permitid é que se fixe n cntrat que preç será que cmpradr quiser. Ist é nã pde ser preç que me apruver, que eu determinar, pis assim estams diante de uma cndiçã puramente ptestativa que é pribida pel legisladr (art. 122 d CC). Exceçã de cntrat nã cumprid Art Nã send a venda a crédit, vendedr nã é brigad a entregar a cisa antes de receber preç. Nã se pde exigir cumpriment sem que se tenha cumprid a sua parte. É a mesma rientaçã d art 476. Fixaçã em funçã de índices

7 7 Art Também se pderá deixar a fixaçã d preç à taxa de mercad u de blsa, em cert e determinad dia e lugar. Art É lícit às partes fixar preç em funçã de índices u parâmetrs, desde que suscetíveis de bjetiva determinaçã. O preç pde ficar sujeit às taxas scilantes da Blsa de Valres. Restrições: Nã se pde utilizar cm índices a variaçã d salári mínim, em respeit a nminalism, nem fixar preç em meda estrangeira em face d curs frçad da meda Pagament cm cheque sem funds N pagament d preç cm cheque sem prvisã de funds, vendedr pde pleitear a anulaçã d cntrat, recuperand bem e utr cheque. O fat é que: quem emite cheque sem funds está induzind alguém a err, trnand negóci anulável. O Cnsens Cum + sentire + sentir junt, da mesma frma Cmpradr e vendedr chegam a um acrd. Venda de ascendente a descendente Questã que já fi a mais cntrvertida d CC Art É anulável a venda de ascendente a descendente, salv se s utrs descendentes e cônjuge d alienante expressamente huverem cnsentid Parágraf únic. Em ambs s cass, dispensa-se cnsentiment d cônjuge se regime de bens fr da separaçã brigatória. É pssível desde que tenha cnsentiment ds demais descendentes. A sançã é a nulidade u anulabilidade Pel art 496 é anulável, pis a lei estabelece a sançã. Supriment de utrga: O juiz pde suprir a utrga de um ds descendentes Se a recusa cnfigurar abus de direit sem justificativa plausível e a venda se mstrar necessária.

8 8 Exempl: A pessa tem 7 filhs e 6 cnsentem e 1 nã cnsente, e nã há prejuíz da legítima, nã é uma simulaçã de daçã, etc. - EFEITOS DA COMPRA E VENDA Cmpradr privilegiad O legisladr príbe a cmpra e venda quand cmpradr está em situaçã privilegiada cnfrme s arts. 497 e 498. Art Sb pena de nulidade, nã pdem ser cmprads, ainda que em hasta pública: I - pels tutres, curadres, testamenteirs e administradres, s bens cnfiads à sua guarda u administraçã; II - pels servidres públics, em geral, s bens u direits da pessa jurídica a que servirem, u que estejam sb sua administraçã direta u indireta; III - pels juízes, secretáris de tribunais, arbitradres, perits e utrs serventuáris u auxiliares da justiça, s bens u direits sbre que se litigar em tribunal, juíz u cnselh, n lugar nde servirem, u a que se estender a sua autridade; IV - pels leileirs e seus prepsts, s bens de cuja venda estejam encarregads. Parágraf únic. As pribições deste artig estendem-se à cessã de crédit. Art A pribiçã cntida n incis III d artig antecedente, nã cmpreende s cass de cmpra e venda u cessã entre c-herdeirs, u em pagament de dívida, u para garantia de bens já pertencentes a pessas designadas n referid incis. Venda entre cônjuges Há quem entenda que deveria ser pribid. Art É lícita a cmpra e venda entre cônjuges, cm relaçã a bens excluíds da cmunhã. Exempl: O cônjuge teria recebid pr daçã cm cláusula de incmunicabilidade. Se bem nã fazia parte d patrimôni d casal pderá ser alienad. Respnsabilidade d cmpradr e d vendedr A respnsabilidade d vendedr nã se cnfunde cm a brigaçã prpter rem, que adere a títul da cisa, cm n cas da cta cndminial Art O vendedr, salv cnvençã em cntrári, respnde pr tds s débits que gravem a cisa até mment da tradiçã.

9 9 Exempl: Imagine que alguém venda um autmóvel que tenha multas de trânsit, elas será de respnsabilidade d devedr. A nrma nã é cgente é dispsitiva (salv dispsiçã em cntrári) Bens Cletivs Na aquisiçã de bens em grande quantidade, nã se pde devlver tds pel defeit de um. Exempl:Cmprand 50 camisetas para revenda se uma vem rasgada nã se está autrizad a devlver tdas pel defeit de uma. Art Nas cisas vendidas cnjuntamente, defeit cult de uma nã autriza a rejeiçã de tdas Interpretaçã restritiva deve ser interpretad de acrd cm cas cncret. Exempl: Se vcê adquire uma cleçã cmpleta da bra de Pntes de Miranda e um deles, vlume sbre Fat Jurídic, vem td em branc, será plausível a devluçã de tda a cleçã. Daçã em pagament: está regra se aplica as cntrats de daçã em pagament. - COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS - Vendas Ad crpus e Vendas ad mensuram Art Se, na venda de um imóvel, se estipular preç pr medida de extensã, u se determinar a respectiva área, e esta nã crrespnder, em qualquer ds cass, às dimensões dadas, cmpradr terá direit de exigir cmplement da área, e, nã send iss pssível, de reclamar a resluçã d cntrat u abatiment prprcinal a preç. 1 Presume-se que a referência às dimensões fi simplesmente enunciativa, quand a diferença encntrada nã exceder de um vigésim da área ttal enunciada, ressalvad a cmpradr direit de prvar que, em tais circunstâncias, nã teria realizad negóci. 2 Se em vez de falta huver excess, e vendedr prvar que tinha mtivs para ignrar a medida exata da área vendida, caberá a cmpradr, à sua esclha, cmpletar valr crrespndente a preç u devlver excess.

10 10 3 Nã haverá cmplement de área, nem devluçã de excess, se imóvel fr vendid cm cisa certa e discriminada, tend sid apenas enunciativa a referência às suas dimensões, ainda que nã cnste, de md express, ter sid a venda ad crpus. Venda ad crpus O cmpradr adquire crp da prpriedade, a cisa, a metragem é meramente enunciativa. Cmpr a Fazenda Ba Vida cm cerca de 50 ha, é uma cmpra cm crp cert, nada pss reclamar d vendedr em relaçã à área d imóvel. É aquela em que cmpradr adquire um bem cert e determinad, independentemente da metragem desse bjet, cm, pr exempl, cmpra d imóvel X, seja qual fr sua medida. Venda ad mensuram O cmpradr adquire a metragem. Cmpr 100 ha que crrespndem à Fazenda Ba Esperança. O tpógraf mediu e cnclui que a área tem apenas 80 há. Nesse cas pss reclamar d vendedr restante da área. A metragem é fatr essencial d negóci; preç é avaliad cm base na extensã d imóvel. O nss sistema autrizu as duas hipóteses: quand huver dúvida, juiz deve cnsiderar a venda cm um td, ad crpus, send a referência dimensinal apenas enunciativa, cnfrme dispõe 1.º d artig 500, d Códig Civil. O Códig de Defesa d Cnsumidr príbe a cmpra e venda ad crpus, pis a publicidade e as infrmações as sempre essenciais. Detalhe imprtante: nã é víci redibitóri pis defeit nã é cult é stensiv. Presunçã absluta d tip de venda Pde surgir a dúvida se a dimensã é simplesmente enunciativa u medida esperada. A respsta está ns 1 a 3 Presunçã absluta de que a dimensã é enunciativa se a diferença fi de até 1/20 da área ttal enunciada. Prejuíz para credr se huver excess de área, excet se ele prvar que tinha mtivs para descnhecer a medida exta da área. Venda ad crpus inexiste a pssibilidade de cmplementar a a era em cas de falta u de devlver em cas de excess. Praz para açã Decadencial O Códig Civil, n artig 501, estabeleceu que praz para prpr açã redibitória u açã "quanti minris" u mesm a "acti ex empt" (cmplement da área) é de um (1) an

11 11 decaind a cntar d registr d títul. Lembre que praz anterir era de 20 (vinte) ans. Art Decai d direit de prpr as ações previstas n artig antecedente vendedr u cmpradr que nã fizer n praz de um an, a cntar d registr d títul. Parágraf únic. Se huver atras na imissã de psse n imóvel, atribuível a alienante, a partir dela fluirá praz de decadência. - DIREITO DE PREFERÊNCIA Art Nã pde um cndômin em cisa indivisível vender a sua parte a estranhs, se utr cnsrte a quiser, tant pr tant. O cndômin, a quem nã se der cnheciment da venda, pderá, depsitand preç, haver para si a parte vendida a estranhs, se requerer n praz de cent e itenta dias, sb pena de decadência. Parágraf únic. Send muits s cndômins, preferirá que tiver benfeitrias de mair valr e, na falta de benfeitrias, de quinhã mair. Se as partes frem iguais, haverã a parte vendida s cmprprietáris, que a quiserem, depsitand previamente preç. O direit de preferência n cndmíni é ds utrs cndômins Ntificaçã cndômin deve ntificar s utrs cndômins, de frma séria, estabelecend tdas as particularidades d cntrat. Exempl: prtunizar a preferência ds cndômins. Sançã Nã send dad direit de preferência, cndômin prejudicad pderá n Praz de 180 dias Depsitar em nme d cndômin vendedr preç pag. Prmver açã de adjudicaçã cmpulsória Abrir cnta para depsitar valr em nme d cndômin-vendedr. Preferência Cndômin X inquilin É tã séri que dá preferência a cndômin em relaçã a inquilin Entre s cndômins Segund as nrmas estabelecidas n parágraf únic d art 504 a preferência se dá entre s cndômins: 1 lugar benfeitrias: tem preferência cndômin que tenha realizad de mair valr.

12 12 2 lugar quinhã: tem preferência cndômin que tenha de mair valr 2. Pacts Adjets u Cláusulas Especiais da Cmpra e Venda Cláusulas especiais da cmpra e venda sã preceits que implicam uma variabilidade n cntrat de cmpra e venda, dand pder de dispsiçã às partes cntratantes. As cláusulas pdem ser adjetas u adjetivas. 2.1 Retrvenda - Cnceit Cláusula acessória, acidental u adjeta é a que vem unida u jungida à principal, estand subrdinada a ela. A retrvenda u pactum de retrvendum é a cláusula adjeta à cmpra e venda, pela qual vendedr se reserva direit de reaver, em cert praz, imóvel alienad, restituind a cmpradr preç, mais as despesas pr ele realizadas, inclusive as empregadas em melhraments d imóvel (artigs 505 e seguintes. d Códig Civil). Exempl: A, em dificuldade financeira transitória para arranjar capital, vende seu imóvel a B, sb a cndiçã de recbrá-l n praz pactuad u legal, mediante restituiçã d preç e demais despesas feita pel cmpradr. A tem direit ptestativ de adquirir bem de B. O direit ptestativ altera unilateralmente a psiçã de utra pessa. A pde sujeitar B a alienar bem; unilateralmente A mdifica a psiçã de B. - Objet O pact de retrvenda só é admissível se bjet fr bem imóvel e trna a prpriedade reslúvel, já que tem cndã de restituir as partes a status qu ante. O imóvel vendid retrna a patrimôni d alienante que restituir a adquirente preç e tdas as demais despesas, inclusive as de escritura, impsts de transmissã de bens imóveis, emluments de registr e melhraments. Limita-se a bem imóvel. Na essência pderia haver retrvenda em qualquer bem. O legisladr limita âmbit ns cntrats de cmpra e venda ns quais se pde inserir tal pact. A cmpra e venda é meramente brigacinal que transmite a prpriedade é a tradiçã ns bens móveis e a transcriçã e registr ns bens imóveis. - Praz

13 13 A lad d Direit Ptestativ, mdifica a situaçã de utra pessa, existe a pretensã que é um direit de fazer u nã-fazer. Se eu quer anular um cntrat exerç um direit ptestativ. A prescriçã atinge um direit em que existe uma pretensã (direit brigacinal). A decadência atinge um direit ptestativ sujeit a praz. Existem direits ptestativs nã sujeits a praz, cm pr exempl, a dissluçã de cndmíni. A retrvenda é um direit ptestativ sujeit a praz. Art O vendedr de cisa imóvel pde reservar-se direit de recbrá-la n praz máxim de decadência de três ans, restituind preç recebid e reemblsand as despesas d cmpradr, inclusive as que, durante períd de resgate, se efetuaram cm a sua autrizaçã escrita, u para a realizaçã de benfeitrias necessárias. O limite máxim é de 3 ans, entretant pde ser cnvencinad n cntrat um praz menr. Dispõe artig 505 d Códig Civil que praz para retrat nã pde exceder três ans, reputand-se nã-escrit excess cnvencinad pelas partes e presumind-se estipulad máxim d temp se s cntratantes silenciarem Deve ser pag: O preç As despesas d cmpradr cm a cisa As acessões úteis e vluptuárias quand autrizadas pel vendedr As benfeitrias necessárias Natureza Jurídica Enquant vigrar a cláusula de retrvenda B é prprietári d bem, mas ela é uma prpriedade é reslúvel (art 1359) sujeita a term u cndiçã reslutiva Cnsignaçã em pagament Se cmpradr B evita receber pagament da retrvenda de A este pde cnsignar em pagament. Art Se cmpradr se recusar a receber as quantias a que faz jus, vendedr, para exercer direit de resgate, as depsitará judicialmente. Parágraf únic. Verificada a insuficiência d depósit judicial, nã será vendedr restituíd n dmíni da cisa, até e enquant nã fr integralmente pag cmpradr. Direit de seqüela d vendedr Supnha que A vende imóvel para B e n praz da cláusula de retrvenda B vende imóvel para C. Neste cas A pde recuperar bem em pder de C. Art O direit de retrat, que é cessível e transmissível a herdeirs e legatáris, pderá ser exercid cntra terceir adquirente. O vendedr cnserva açã cntra terceirs adquirentes d imóvel em que se estipulu a retrvenda, ainda que esses descnheçam a

14 14 cláusula de retrat (artig 507 d Códig Civil); iss crre prque cmpradr tem prpriedade reslúvel d imóvel (artig d Códig Civil). É própri exercíci d direit de seqüela d vendedr que, pel princípi da aderência, buscará bem nde quer que se encntre. Reslve-se a prpriedade mesm que pact de retrvenda nã tenha sid averbad n Registr Imbiliári.Ainda que a lei nã tivesse previst essa pssibilidade, A teria tal direit pis: B tem a prpriedade reslúvel, lg transmitiu para C apenas a prpriedade reslúvel d bem. Pis ninguém pde transmitir mais direit d que tem. Registr Para que tenha eficácia real é necessári que a cláusula seja registrada n Cartóri de registr de Imóveis. A eficácia cntra terceirs exige publicidade Cessã Pde ser cedida a herdeirs e legatáris, mas nã pde ser cedida pr at intervivs. Art Se a duas u mais pessas cuber direit de retrat sbre mesm imóvel, e só uma exercer, pderá cmpradr intimar as utras para nele acrdarem, prevalecend pact em favr de quem haja efetuad depósit, cntant que seja integral. - Pluralidade de pessas cm direit ptestativ O cmpradr pde chamar a tds para saber quem quer exercer Direit Ptestativ. 2.2 Venda a cntent e sujeita a prva Venda a cntent Art A venda feita a cntent d cmpradr entende-se realizada sb cndiçã suspensiva, ainda que a cisa lhe tenha sid entregue; e nã se reputará perfeita, enquant adquirente nã manifestar seu agrad. - Cnceit A venda a cntent é a cláusula que subrdina cntrat à cndiçã de ficar desfeit negóci se bem nã agradar cmpradr. É a venda que se realiza sb a cndiçã de só se trnar perfeita e brigatória se cmpradr declarar que a cisa adquirida lhe satisfaz. O cmpradr precisa aceitar bem alienad. É uma mdalidade especial nas quais existe a peculiaridade de que cmpradr pde devlver bem e impedir a Cmpra e Venda se aperfeiçe. O cmpradr pde sem justificativa alguma devlver bem, u seja, O cmpradr pde dentr de um cert temp verificar se aquele bem atende u nã as seus interesses.

15 15 A devluçã pde ser abslutamente imtivada - Cntrat sujeit a cndiçã suspensiva, Ele depende da aceitaçã d cmpradr. Qualquer que seja bjet, é pssível estabelecer a cláusula que terá mais eficácia ns cntrats de gêners que se cstuma prvar, medir, pesar, u experimentar antes de aceits (artig 509 d Códig Civil). Exempl: venda de rupas sb medida. Nesses cntrats estabelece-se uma cndiçã suspensiva, nã se aperfeiçand a avença até que adquirente se sinta satisfeit. - Cláusula reslutiva Venda sujeita a prva É pssível, prém, estabeleciment de cláusula reslutiva, disslvend-se cntrat ante desagrad d cmpradr. Art Também a venda sujeita a prva presume-se feita sb a cndiçã suspensiva de que a cisa tenha as qualidades asseguradas pel vendedr e seja idônea para fim a que se destina. - Cnceit Na cmpra e venda sujeita a prva algumas qualidades sã mstradas. Pr exempl, aquele carr tem tal ptência, bem tem tal qualidade. Na hipótese de cmpra e venda sujeita a prva adquirente pde experimentar se bem tem aquelas qualidades apresentadas pel vendedr. Se pssuir as qualidades ele nã pde ser devlvid. Send esta a principal diferença entre as mdalidades da cmpra e venda sujeita a prva e a cntent Aspects cmuns às mdalidades Art Em ambs s cass, as brigações d cmpradr, que recebeu, sb cndiçã suspensiva, a cisa cmprada, sã as de mer cmdatári, enquant nã manifeste aceitá-la. - Cmdatári Se estabelecida a cndiçã suspensiva, cmpradr assume a cndiçã de cmdatári (artig 511 d Códig Civil), cm dever de restituir a cisa que lhe fi emprestada, respndend pr perdas e dans em cas de culpa u mra. O cmpradr nã se respnsabiliza pel cas frtuit. Tdas as brigações que incumbem a cmdatári (aquele que pega cisas infungíveis emprestad) tem adquirente tais cm: dever de guarda, de zelar, etc. - Praz Art Nã havend praz estipulad para a declaraçã d cmpradr, vendedr terá direit de intimá-l, judicial u extrajudicialmente, para que faça em praz imprrrgável.

16 16 A lei nã fixa um praz máxim. Prém, vendedr tem direit de extinguir direit ptestativ d cmpradr de devlver bem. O vendedr pde pedir a cmpradr que se defina. A insegurança nã pde reinar em algum mment tem que se definir a situaçã jurídica Analgia n CDC - A cmpra e venda nas mdalidades anterires tem analgia n CDC cm a chamada Venda fra d estabeleciment prevista n art Nesse cas praz é de 7 dias. 2.3 Direit de Preferência u Preempçã - Cnceit O adquirente de um bem deve dar preferência a vendedr em cas de alienaçã. A preempçã u preferência, de acrd cm Cai Mári, é pact adjet à cmpra e venda em que cmpradr de cisa móvel u imóvel fica cm a brigaçã de ferecê-la a quem lha vendeu, para que esse use de seus direits de prelaçã em igualdade de cndições, n cas de pretender vendê-la u dála em pagament (artig 513 d Códig Civil). Tal cláusula dá a vendedr a cndiçã de readquirir bem que já fi seu, cas cmpradr reslva alienál. Vigra apenas na eventualidade d cmpradr alienar bem. Art A preempçã, u preferência, impõe a cmpradr a brigaçã de ferecer a vendedr a cisa que aquele vai vender, u dar em pagament, para que este use de seu direit de prelaçã na cmpra, tant pr tant. Parágraf únic. O praz para exercer direit de preferência nã pderá exceder a cent e itenta dias, se a cisa fr móvel, u a dis ans, se imóvel. Aplica-se tant na daçã em pagament quant na cmpra e venda - Objet Bens móveis e imóveis Qualquer cntrat nde exista transmissã de prpriedade. - Praz Cm praz cnvencinad

17 17 Quand é cnstituída n cntrat a cláusula tem duraçã limitada. O praz para exercer direit de preferência nã pderá exceder a cent e itenta dias, se a cisa fr móvel, u a dis ans, se imóvel Sem praz cnvencinad - Art Inexistind praz estipulad, direit de preempçã caducará, se a cisa fr móvel, nã se exercend ns três dias, e, se fr imóvel, nã se exercend ns sessenta dias subseqüentes à data em que cmpradr tiver ntificad vendedr O praz decadencial varia cnfrme a natureza d bjet: tratand-se de bem móvel, decai em três dias; se bem imóvel, em sessenta dias, cntads da ferta, ist é, da data em que cmpradr ntifica vendedr (artig 516 d Códig Civil). Após esse praz, cmpradr pderá vender a terceirs. - Preempçã Legal Pde existir independentemente de cláusula, mas pr frça de lei, é cas, pr exempl, d art 27 da lei 8.245/91 (Lei das Lcações) - Igualdade de cndições cm terceirs Art Aquele que exerce a preferência está, sb pena de a perder, brigad a pagar, em cndições iguais, preç encntrad, u ajustad. Ajustad a preferência, n praz B ferece a A. Fra d praz B pde vender parac. - Vilaçã d direit de preferência Se cmpradr nã ntificar vendedr da alienaçã, respnderá pr perdas e dans (artig 518 d Códig Civil). O atual dispsitiv legal acresceu que adquirente respnde slidariamente quand prcede de má-fé. Tal dispsiçã nã existia n Códig Civil de Nã é pssível a ex-prprietári reaver bem e smente será indenizad pelas perdas e dans. O mesm crre na desaprpriaçã, cas pder exprpriante pretender vender imóvel exprpriad e deixar de ferecê-l a ex-prprietári pel mesm preç. O exprpriad tem cinc ans para mver açã de retrcessã, pleiteand perdas e dans que cnsistem n valr d bem n instante que deveria ter sid ferecid a exprpriad, cas exprpriante respeitasse a preferência. Supnd que cmpradr nã cmunica a vendedr que vai alienar u mesm cmunicand nã espera respsta e aliena a um terceir, que pde fazer vendedr? Cm a preferência é um direit pessal vendedr nã pde reaver bem, nã sujeita bem a seqüela. É devida a indenizaçã.

18 18 Art Respnderá pr perdas e dans cmpradr, se alienar a cisa sem ter dad a vendedr ciência d preç e das vantagens que pr ela lhe ferecem. Respnderá slidariamente adquirente, se tiver prcedid de má-fé. - Desaprpriaçã Mesm se agir de má-fé adquirente nã se sujeita a perder bem, mas apenas a indenizar. Art Se a cisa exprpriada para fins de necessidade u utilidade pública, u pr interesse scial, nã tiver destin para que se desaprpriu, u nã fr utilizada em bras u serviçs públics, caberá a exprpriad direit de preferência, pel preç atual da cisa. Nã incide preferência na hipótese de desaprpriaçã - Cessã d direit de preferência O direit de preferência é persnalíssim, lg nã pde ser cedid em nenhuma hipótese, só cabe a titular. Art O direit de preferência nã se pde ceder nem passa as herdeirs. A exceçã Lcaçã de imóveis; pis cntrat de lcaçã direit passa para s herdeirs. 2.4 Cmpra e venda cm Reserva de Dmíni - Cnceit O vendedr guarda para si até que adquirente pague preç. Utilizad ns cntrats de cmpra e venda cm pagament parcelad. Art Na venda de cisa móvel, pde vendedr reservar para si a prpriedade, até que preç esteja integralmente pag. - Objet O bjet sã bens móveis, fat de nã pder ser imóveis nã é pr impssibilidade jurídica absluta, mas apenas direit brasileir nã admite. - Necessidade de Registr

19 19 Art A cláusula de reserva de dmíni será estipulada pr escrit e depende de registr n dmicíli d cmpradr para valer cntra terceirs. - Que registr é esse? N cartóri de títuls e dcuments, para que, numa ficçã jurídica, pssa se alegar a sua publicidade. - Bens infungíveis Art Nã pde ser bjet de venda cm reserva de dmíni a cisa insuscetível de caracterizaçã perfeita, para estremá-la de utras cngêneres. Na dúvida, decide-se a favr d terceir adquirente de ba-fé. A cmpra e venda só pde ter cm bjet bens infungíveis - Riscs da perda d bem Art A transferência de prpriedade a cmpradr dá-se n mment em que preç esteja integralmente pag. Tdavia, pels riscs da cisa respnde cmpradr, a partir de quand lhe fi entregue. A perda d bjet pr pereciment será d cmpradr, embra bem ainda pertença a vendedr, que só transmite a prpriedade cm integral pagament. - Recuperaçã d bem Art O vendedr smente pderá executar a cláusula de reserva de dmíni após cnstituir cmpradr em mra, mediante prtest d títul u interpelaçã judicial. O bem só pde ser recuperad após a cnstituiçã em mra d devedr. - Inadimplement O vendedr pde das duas uma: u recuperar a cisa u cbrar preç. Art Verificada a mra d cmpradr, pderá vendedr mver cntra ele a cmpetente açã de cbrança das prestações vencidas e vincendas e mais que lhe fr devid; u pderá recuperar a psse da cisa vendida. - Retençã de prestações pagas Reter prestações pagas para cbrir eventuais despesas Art Na segunda hipótese d artig antecedente, é facultad a vendedr reter as prestações pagas até necessári para cbrir a depreciaçã da cisa, as despesas feitas e mais que de direit lhe fr devid. O excedente será devlvid a cmpradr; e que faltar lhe será cbrad, tud na frma da lei prcessual. - Instituições Financeiras

20 20 Art Se vendedr receber pagament à vista, u, psterirmente, mediante financiament de instituiçã d mercad de capitais, a esta caberá exercer s direits e ações decrrentes d cntrat, a benefíci de qualquer utr. A peraçã financeira e a respectiva ciência d cmpradr cnstarã d registr d cntrat Da venda sbre dcument - Cnceit - É uma nva cláusula especial estabelecida ns artigs 529 a 532 d Códig Civil. É uma mdalidade de cmpra e venda na qual a tradiçã da cisa é ficta, ist é, é substituída pela entrega de um títul que representa bjet d cntrat de cmpra e venda. - O cmprad a receber dcument, que crrespnde a bjet nã pde se recusar em pagar preç. O pagament deve ser feit na data e n lcal da entrega d dcument, já que a entrega d dcument é a entrega d própri bjet. Art Na venda sbre dcuments, a tradiçã da cisa é substituída pela entrega d seu títul representativ e ds utrs dcuments exigids pel cntrat u, n silênci deste, pels uss. Parágraf únic. Achand-se a dcumentaçã em rdem, nã pde cmpradr recusar pagament, a pretext de defeit de qualidade u d estad da cisa vendida, salv se defeit já huver sid cmprvad. - Lugar da entrega d dcument Art Nã havend estipulaçã em cntrári, pagament deve ser efetuad na data e n lugar da entrega ds dcuments. - Segur da cisa entrega através da tradiçã simbólica Art Se entre s dcuments entregues a cmpradr figurar apólice de segur que cubra s riscs d transprte, crrem estes à cnta d cmpradr, salv se, a ser cncluíd cntrat, tivesse vendedr ciência da perda u avaria da cisa. - Venda através de estabeleciment bancári

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