Instante. 31 de maio a 4 de junho de 2010 Nº95

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1 Instante Foco: Plano Nacional de Banda Larga: onde está a Anatel? A semana: desempenho do mercado e calendário econômico Fundamentos da economia: atividade, preços, fiscal e externo Cenário econômico até 2011 e indicadores selecionados de infraestrutura Imprensa: Pezco na mídia Agendese: Curso SBDP Estudo de Casos em Telecomunicações São Paulo Frederico Araujo Turolla Maria Fernanda Freire de Lima Thelma Harumi Ohira Erika Roberta Monteiro Gabriela Lima Aidar André Ricardo Noborikawa Paiva Luiz Gabriel Passos Marcio Gabrielli Administrativo Ana Cássia Pereira Silva Tel/fax: Foto:Fernanda Lima. Carmona, Espanha Proibida reprodução não autorizada. Porto Alegre Jorge Luiz Dietrich Rio de Janeiro Yann Le Boulluec Alves Editorial Gabriela Lima Aidar Treinamentos Daniel Sales Tel: de maio a 4 de junho de 2010 Nº95

2 Foco Plano Nacional de Banda Larga: onde está a Anatel? Silvia Regina Barbuy Melchior Esse cenário é não só desfavorável, mas extremamente perigoso para o setor que demanda elevados investimentos No momento em que o País se vê às voltas da discussão sobre um Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), não se vislumbra nem de longe a participação do órgão regulador setorial. Questionase: onde está a Anatel? Principal incumbido do entendimento e regulação do setor no país, com a missão de desenvolver uma visão tripartite que abarque os interesses de consumidores, governo e agentes de mercado, de planejar, contribuir e influir na determinação das políticas públicas com estudos e expertise, a Anatel se encontra completamente ausente desse processo, ao contrário do que dispõe mandatoriamente a Lei Geral de Telecomunicações. Se a sua ausência evidencia o desprestígio da Agência e decorre do insucesso em demonstrar à sociedade que sua atuação foi no sentido de garantir qualidade, concorrência e fomentar novos investimentos, ou, se evidencia um grave problema de influência sobre o órgão regulador, o fato é que pelo menos a ausência da Agência na discussão do PNBL certamente enfraquece a acuidade, legalidade e firmeza do plano. Não é sem menos que de outro lado resta um plano publicado1 que apenas se configura como uma diretriz geral, remete a um comitê a tarefa de fixação das regras, grupo este que não inclui o agente regulador e que formalizou a intenção de transformar a Telebrás na empresa não só gestora da infraestrutura para levar banda larga de forma ampla aos municípios do país, como também, prestadora de serviços onde não houver oferta adequada (embora os critérios não sejam claros para a avaliação). Do ponto de vista técnico: o que significa banda larga? Qual a banda recomendada para que o cidadão brasileiro possa usufruir de serviços avançados e com elevado grau de conectividade? Como otimizar o uso de uma infraestrutura existente que não pode ser economicamente duplicada (facilidade essencial), para que o usuário final tenha acesso às telecomunicações, a tarifas e preços razoáveis, em condições adequadas além de mais opções? Como ampliar os meios de acesso para novos operadores? Quais áreas e condições permitem a exploração economicamente viável? Será que de fato uma empresa pública gestora de infraestrutura pode contribuir? Quais os contornos e limites que deveriam pautar a sua atuação para que essa empresa pudesse ser indutora de competição e da diversidade dos serviços, incrementando sua oferta e propiciando padrões de qualidade compatíveis com a exigência dos usuários2? Como a empresa estatal atuaria no fortalecimento do papel do Estado regulador (art. 18, inciso IV)? Esse cenário é não só desfavorável, mas extremamente perigoso para o setor que demanda elevados investimentos, atua com perspectivas de longo prazo e necessita segurança jurídica e institucional. Os efeitos das decisões adotadas não são somente imediatos, mas perduram por anos. Não se pode aceitar simplesmente que a Agência se desvie de sua responsabilidade e permaneça apartada desse processo. É fundamental que o governo e a sociedade atuem para que ela integre a formação do Plano, não só como mera executora, mas exerça plenamente suas atribuições legais. Do contrário, quem perde com esta realidade é certamente o País. 1 Decreto nº 7.175, de 12 de maio de 2010 que Institui o Programa Nacional de Banda Larga PNBL; dispõe sobre o remanejamento de cargos em comissão; altera o Anexo II ao Decreto nº 6.188, de 17 de agosto de 2007; altera e acresce dispositivos ao Decreto nº 6.948, de 25 de agosto de 2009; e dá outras providências. Advogada, USP Especialização em direito contratual. Expertise nos setores de infraestrutura, com ênfase emtelecomunicações e alta tecnologia. Sócia, Melchior e Micheletti Advogados Associados. 2 Art. 2 O Poder Público tem o dever de: I garantir, a toda a população, o acesso às telecomunicações, a tarifas e preços razoáveis, em condições adequadas; II estimular a expansão do uso de redes e serviços de telecomunicações pelos serviços de interesse público em benefício da população brasileira; III adotar medidas que promovam a competição e a diversidade dos serviços, incrementem sua oferta e propiciem padrões de qualidade compatíveis com a exigência dos usuários; IV fortalecer o papel regulador do Estado; V criar oportunidades de investimento e estimular o desenvolvimento tecnológico e industrial, em ambiente competitivo; VI criar condições para que o desenvolvimento do setor seja harmônico com as metas de desenvolvimento social do País.

3 Renda fixa As taxas de juros A semana Renda variável A bolsa Câmbio R$/US$ programe sua semana DIA INDICADORES ECONÔMICOS EVENTOS/ FERIADOS 31 SEG Sondagem da Indústria, FGV, Abril US Holiday: Memorial Day 1 TER IPCS, FGV, Q4 de Maio ISM Mfg Index, Institute for Supply Management, Maio Construction Spending, Census Bureau, U.S., Abril Week Bill Annoucement, U.S. Departamente of the Treasury Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física Brasil, Abril 2 QUA IPCS Capitais, FGV, Q4 de Maio ICSCGoldman Store Sales, ICSC and Goldman Sachs MBA Purchase Applications, Mortgage Bankers Association Redbook, Redbook Research Challenger JobCut Report, Challenger, Gray & Christmas, Inc, Maio Pending Home Sales Index, National Association of Realtors, Abril 3 QUI EIA Petroleum Status Report, EIA Jobless Claims, Employment and Training EIA Natural Gas Report, EIA Fed Balance Sheet, FED Money Supply, FED Monster Employment Index, Monster Worldwide, Inc., Maio ADP Employment Report, ADP, Maio Productivity and Costs, BLS, Q1:10 Factory Orders, Bureau of the Census, Abril ISM NonMfg Index, Institute for Supply Management, Maio 4 SEX Employment Situation, BLS, Maio Treosury STRIPS, Office of Debt Management, Maio

4 Como andam os fundamentos? ATIVIDADE: em franco processo de retomada, após o tombo (o acumulado corresponde ao PIB anual, no fim de cada ano) Fonte: IBGE INFLAÇÃO: A convergência para a meta já ocorreu. A atenção agora se volta para o ritmo da retomada da economia, que pode introduzir novas pressões. Fonte: Banco Central do Brasil

5 Como andam os fundamentos? CONTAS PÚBLICAS: toda atenção neste item será pouca! É fundamental monitorar a evolução do superávit primário: uma mudança de política não é bem vinda. Fonte: Banco Central do Brasil SETOR EXTERNO: embora as atenções se voltem para a piora da conta corrente, o financiamento externo é sólido, principalmente através do investimento direto estrangeiro Fonte: Banco Central do Brasil

6 Brasil cenário econômico O principal risco vem das contas públicas P 2011P Setor Real PIB(R$ bi) PIB (US$ bi) 1.941,5 663, ,2 882, , , , , , , , , ,4 3,570, , ,2 Variação do PIB real (%) Consumo das famílias (peso 2006 = 59,7%) Consumo do Governo (peso 2006 = 20,3%) Investimento (peso 2006 = 17,0%) Exportação (peso 2006 = 14,6%) Importação (peso 2006 = 11,6%) 5,7 3,8 4,1 9,1 15,3 13,3 3,2 4,5 2,3 3,6 9,3 8,5 4,0 5,2 2,6 9,8 5,0 18,4 6,1 6,1 5,1 13,9 6,2 19,9 5,1 7,0 1,6 13,4 0,6 18,0 0,2 4,1 3,7 9,9 10,3 11,4 6,5 3,1 6,0 3,0 4,5 1,6 15,0 8,0 9,1 10,0 25,0 15,0 PIB Ótica da Oferta (valor adicionado preços básicos var. anual % a.a.) Agropecuária (peso 2006 = 5,45%) Indústria (peso 2006 = 28,80%) Extrativa Mineral Transformação Construção Civil Prod. e dist. de eletricidade, gás e água Serviços (peso 2006 = 65,75%) Comércio Transp., armaz. e correio Serviços de informação Interm. financeira, previd. complementar Outros Serviços Atividades imobiliárias e aluguel Admin., saúde e educação púb. 2,3 7,9 4,3 8,5 6,6 8,4 5,0 7,2 5,9 5,5 3,7 5,5 3,9 3,8 0,3 2,1 9,3 1,2 1,8 3,0 3,7 3,4 3,5 4,0 5,3 5,4 4,7 1,1 4,8 2,2 4,4 1,0 4,7 3,5 4,2 6,0 2,1 1,6 8,4 4,0 3,0 3,3 4,8 5,3 3,7 5,6 4,9 5,4 6,1 8,4 5,0 7,4 15,1 4,8 4,9 2,3 5,7 4,4 4,9 3,2 8,2 4,8 4,8 6,1 3,4 8,9 13,0 4,2 1,6 1,5 5,2 5,5 0,2 7,0 6,3 2,4 2,6 1,2 2,3 4,9 6,5 5,1 1,4 3,2 5,0 3,0 10,9 4,3 5,3 3,2 Preços IPCA (%) Comercializáveis Não Comercializávies Itens Livres Preços Administrados IGPM (%) 7,6 6,3 6,9 6,5 10,2 12,1 5,7 2,7 6,4 4,3 9,0 1,2 3,1 1,3 4,0 2,6 4,3 3,8 4,5 4,7 6,7 5,7 1,7 7,9 5,9 7,0 7,1 7,1 3,3 9,1 4,3 2,6 5,5 4,2 4,7 4,6 5,4 4,8 7,9 5,0 Setor Público Dívida Líquida Setor Público (% PIB) Dívida Líquida Setor Público (R$ bi) Participação prefixado dív mobiliária % (posição custódia) Saldo primário setor público, % PIB 47,0 912,5 22,6 3,8 46,5 998,5 28,7 3,9 50, ,9 33,8 3,2 42, ,8 39,5 3,4 38, ,5 31,3 3,5 42,8 1329,4 32,0 2,1 41,5 40, ,2 1,525,0 1,9 2,1 Setor Externo Transações Correntes/PIB (%) Transações Correntes (US$ bi) Balança comercial Balança de serviços Rendas Transferências unilaterais Invest Estrangeiro Direto (US$ bi) Invest Estrangeiro no Brasil (líquido) Investimento Brasileiro no Exterior 1,8 11,7 33,6 4,7 20,5 3,2 8,3 18,1 9,8 1,6 14,2 44,7 8,3 26,0 3,6 12,5 15,1 2,5 1,3 13,6 46,5 9,6 27,5 4,3 9,4 18,8 28,2 0,1 3,6 40,0 13,1 29,3 4,0 27,5 34,6 7,1 1,9 27,0 24,8 16,2 39,7 4,1 5,7 45,1 39,4 1,3 19,6 25,3 19,3 33,7 3,3 36,0 25,9 10,1 2,4 2,3 50,0 58,0 18,0 22,0 25,0 30,0 40,0 38,0 3,6 4,0 20,0 17,8 34,0 28,0 10,0 10,2 Mercado financeiro Taxa de juros Selic, % aa fim período Taxa de juros Selic, % aa acumulada Taxa de câmbio, R$/US$ fim período Índice Bovespa, pontos fim período 17,50 16,24 2, ,24 19,05 2, ,19 15,08 2, ,18 11,88 1, ,66 12,49 2, ,75 9,93 1, ,75 11,50 10,61 11,40 1,85 1,90 Mercado de Trabalho (%) Taxa de desemprego média (IBGE) Taxa de desemprego Reg. Metropolitanas (SEADE) 11,5 19,6 9,9 17,9 10,0 16,8 9,3 15,5 7,9 14,1 8,1 14,2 Rating soberano moeda estrangeira (entre parênteses: nota equivalente na escala 0 a 10) ( amarelo = grau especulativo; azul = grau de investimento) Fitch Moody s Standard and Poors BB (5,7) B1 (5,3) BB (5,7) Ba3 (5,7) BB (6,0) Ba2 (6,0) BB+ (6,3) Ba1 (6,3) BBB (7,0) Ba1 (6,3) BBB (7,0) Baa3 (7,0) BB (5,7) BB (5,7) BB (6,0) BB+ (6,3) BBB (7,0) BBB (7,0) 7,3 6,8 13,5 12,0 BBB (7,3) BBB (7,3) Baa2 (7,3) Baa2 (7,3) BBB (7,3) BBB (7,3)

7 Indicadores selecionados de infraestrutura Transporte Aéreo Passageiros Domésticos (milhões) Passageiros Internacionais (milhões) Carga Doméstica (milhões kg) Carga Internacional (milhões kg) Pousos e Decolagens (milhares) Domésticos Internacionais P 61,27 9,95 657,39 557, , ,31 116,28 71,49 11,22 717,69 640, ,76 134,55 83,48 12,60 752,30 607, ,64 142,58 90,01 12,18 641,46 588, ,79 136,75 97,95 12,62 620,89 697, ,14 157,89 99,01 13,17 627,93 625, , ,23 163,65 Ferrovias Evolução da produção de transporte (bilhões de TKU) Evolução do índice de acidentes (acidentes por milhão de Km) 170,18 43,6 182,64 35,7 205,71 32,0 221,63 31,8 238,05 23,0 257,12 14,0 Transporte Rodoviário Passageiros Transportados (milhões) 1 Volumes de veículosrod concedidas (milhões) Venda de veículos bicombustível (% sobre o total) 131,68 557,27 128,37 553,08 6,8 133,69 603,07 25,2 137,17 643,44 52,2 132,61 657,19 78,1 127,63 706,69 85,6 88,0 Saneamento Básico Cobertura de domicílios por rede de água (% ligação a rede geral) Cobertura de domicílios por rede de esgoto (% ligação a rede geral) Coleta de lixo (% de domicílios com coleta direta) 81,96 46,46 76,50 82,52 47,97 78,16 82,23 48,03 77,18 82,32 48,24 78,77 83,21 48,47 79,61 83,32 51,33 79,93 Telecomunicações Telefones em serviço por 100 habitantes (teledensidade) Teledensidade fixa em serviço (por 100 hab) Teledensidade celular (acessos por 100 hab) TV por Assinatura (100 dom) Conexões Banda Larga (milhares) Evolução do acesso à internet banda larga (milhares) ADSL TV por assinatura Outros 42,90 22,60 20,30 7, ,30 22,20 26,20 7, ,70 22,10 36,60 7, ,10 21,50 46,60 8, ,90 20,70 53,20 8, ,30 20,70 63,60 10, ,4 21,3 78,1 11, Energia Elétrica Capacidade instalada geração (GW)/ previsão ANEEL Energia hidráulica Energia nuclear 82,46 65,31 86,51 67,79 90,73 69,00 93,16 70,86 96,63 73,43 100,45 76,87 109,45 114,44 Consumo energia elétrica na rede (GWh) Residencial Industrial Comercial Outros Crescimento anual do parque gerador pot. inst. (MW) Taxa de interrupção DIPC (horas/ano)* FIPC (vezes/ano)** Acréscimo anual de linhas de transmissão à rede básica (Km) 4.638,40 2,26 2, , ,00 1,53 1, , ,60 1,53 1, , ,20 1,03 0, , ,50 0,81 0, , ,00 0,58 0,55 995, ,00 0,54 0, , ,00 Petróleo e Gás Reservas provadas de petróleo (bilhões barris) Produção de petróleo (média milhões barris/dia) 9,80 1,39 10,60 1,54 11,24 1,56 11,77 1,77 12,18 1,88 12,62 1,89 12,80 1,92 Preços componentes do IPCA Taxa de água e esgoto (variação %) Energia Elétrica Residencial (variação %) Comunicações Ônibus intermunicipal Avião 9,48 19,88 11,27 7,79 54,65 21,00 21,37 18,69 18,96 7,20 10,41 9,63 13,91 4,84 6,03 13,42 8,07 6,45 12,35 28,10 5,03 0,28 0,24 8,87 9,64 4,82 6,16 0,67 4,19 3,14 7,11 1,11 1,78 5,66 12,17 4,92 4,68 1,08 6,21 31,88 * Duração da interrupção no ponto de controle ** Frequência de interrupção no ponto de controle 1 Evolução do transporte de passageiros por ligação, interregional e regional Fontes: ANATEL, ANEEL, ANTT, EPE, ONS, Teleco

8 Imprensa Deutsche Welle Frederico Turolla foi entrevistado pela Deutsche Welle a respeito da aposta de Portugal em laços comerciais com excolônias para contornar a crise e diz que A superioridade econômica se inverteu, é verdade. Mas isso não quer dizer que o Brasil seja mais desenvolvido que Portugal. É preciso lembrar que a renda per capita é maior em Portugal e que o país conta com a oportunidade de estar atrelado à União Europeia. Curso SBDP A SBDP está oferecendo um curso de Estudo de casos em Telecomunicações que terá início no dia 9 de Junho. Veja mais no Agendese. Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Frederico Turolla irá ministrar um seminário do Curso de Mestrado em Economia Aplicada (CMEA) na UFJF, no dia 31 de Maio, segundafeira, com o tema Towards a theory of international production of infrastructure services. Saiba mais em CODESAN 2010 Frederico Turolla participou do Congresso para o Desenvolvimento do Setor de Saneamento Nacional deste ano, que ocorreu nos dias 24 e 25 de Maio. O CODESAN teve excelente repercussão e foi organizado pela Viex Americas, através de seu sócio e producer Vinnicius Vieira. Portal Exame O portal exame comentou a junção de Claro e Embratel, com comentários de Frederico Turolla.

9 Agendese

10 PEZCO é uma empresa de consultoria econômica brasileira. Somos economistas e estamos associados a advogados, administradores de empresas, engenheiros e outros profissionais. Reunimos a expertise necessária para a análise econômica multidisciplinar, imparcial e de excelência. A equipe e nossos associados/consultores se destacam pela formação acadêmica, experiência e responsabilidade com relação a aspectos como: prazos, confidencialidade e coerência de teses. Nossa visão é a de colaborar com decisões de negócios prócompetitividade e influenciar o desenho de ações econômicas, políticas e regulatórias efetivas, promotoras de bemestar. TERMO DE EXONERAÇÃO DE RESPONSABILIDADE Este documento tem como objetivo servir de base para a discussão de elementos do ambiente econômico e setorial, através da compilação de informações e exposição de análises e de pontosdevista. Tomamos os melhores cuidados com a confiabilidade das informações e de suas fontes, mas não podemos garantir a exatidão das mesmas ou das análises realizadas sobre elas. Todas as informações aqui contidas a título de projeção ou previsão se referem a análises com base em elementos e tendências atuais, cujos pressupostos podem mudar significativamente ao longo do tempo. A Pezco Pesquisa e Consultoria Ltda e a Pezco Editora e Desenvolvimento Ltda não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste relatório. Tanto Pezco quanto seus eventuais colaboradores e consultores, bem como convidados que figuram neste relatório, podem manter posições em ativos mencionados neste documento, bem como podem estar participando ou ter participado de projetos de consultoria/ assessoria relacionados a organizações e pessoas aqui mencionadas. Os profissionais que figuram neste documento não são, necessariamente, vinculados a Pezco em qualquer aspecto. Ainda, no caso deste conteúdo ser distribuído no âmbito de contrato entre Pezco e Internet Securities do Brasil Ltda (Grupo Euromoney), a Pezco garante ter os direitos de utilização econômica e/ou autorais relativos a este material, ou autorização, exceto aqueles dados que estiverem em domínio público. Se o documento foi recebido por engano, ou se não deseja mais recebêlo, queira responder à mensagem eletrônica com ordem de interrupção do envio como excluir, ou enviar com esta solicitação para Este documento não se destina a oferecer ou solicitar compra ou venda de quaisquer bens ou serviços. Este relatório também está disponível em: Também distribuído por: BLOOMBERG PROFESSIONAL Instante é uma newsletter semanal de temas econômicos, incluindo conjuntura macroeconômica, questões setoriais, infraestrutura, concorrência e regulação. Produzida pela Pezco, é distribuída a um mailling selecionado e através de contrato firmado pela Pezco com Euromoney, plataforma Internet Securities. Edições anteriores Sua solicitação pode ser realizada por meio do endereço PEZCO PESQUISA & CONSULTORIA LTDA R. Dr. Neto de Araújo, 320 cj 1307 Vila Mariana São PauloSP Telefone: +55 (11) Website:

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