Sumário INFORMAÇÕES GERAIS... 2 SÍNTESE DAS DISCUSSÕES... 3 PROGRAMA MAIS MÉDICOS... 6 ENCONTROS ESTADUAIS DE PREFEITOS E PREFEITAS...

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1 1 AJUDA MEMÓRIA SASF Junho 2013 Sumário INFORMAÇÕES GERAIS... 2 SÍNTESE DAS DISCUSSÕES... 3 PROGRAMA MAIS MÉDICOS... 6 ENCONTROS ESTADUAIS DE PREFEITOS E PREFEITAS... 8

2 2 INFORMAÇÕES GERAIS PAUTA: Agenda Federativa do Mês de Junho IPEA/SAF; Evolução do Programa Mais Médicos LOCAL: Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto PARTICIPANTES: Da Presidência da República: Olmo Xavier (Subchefe Adjunto da SAF); Irene Cunha (SAF); Ricardo Pontes (Secretaria Geral); Wilson (Assessor da SAF); Maria Claudia Cabral (SAF); Orency (Secretaria Geral); Aldino Graef (Casa Civil); Regina (SAF); Maurílio Pedrosa (Gerente SAF Nordeste); Débora (SAF); Afonso Cabral (Secretaria de Assuntos Estratégicos). Eusamar (Assessoria da SASF); Danilo Furtado (Minas e Energia); Eduardo Mattedi Furquim Werneck (Ministério do Meio Ambiente); Edilene (Desenvolvimento Agrário); Maria da Conceição (Assessoria Parlamentar Ministério das Relações Exteriores); Taissa (Assessoria Parlamentar da EMBRAPA); Penha Cristina (Assessoria Parlamentar do Ministério da Pesca); Dos Ministérios e Autarquias: Antonio Lassance (IPEA); Hélio Meireles (INPI); MDIC; Eunides (SERPRO); Marcos (SERPRO); Juliana Carneiro (Ministério da Saúde); Eunice Leia (SEPIR); Antônio Craveiro (Banco Central); Deusa (Assessoria Parlamentar e Federativa do MDS); Lúcia (Sase Ministério da Educação); João Mário (Ministério da Fazenda e Assessoria Parlamentar); Márcia (Banco do Brasil Diretoria de Governo); Eunice (DNIT); Marcos Lacerda (Ministério da Previdência); Marília (Ministério da Cultura); Cristina (Ministério do Transporte);

3 3 SÍNTESE DAS DISCUSSÕES Foram apresentados e discutidos os seguintes itens e temas da Agenda Federativa: Eventos do mês: Lançamento do Plano Safra 2013 e 2014; New Cities Summit, em São Paulo, principal evento internacional sobre a gestão das regiões metropolitanas e das grandes cidades; Terceira Conferência Global contra o trabalho infantil, a realizarse em outubro em Brasília; Seminário Nacional de Agricultura Irrigada e Desenvolvimento Sustentável, em Belo Horizonte, dias 6 e 7; Fórum Mundial de autoridades locais de periferia, uma parceria entre as prefeituras de Canoas e de Nanterre; Feirão da Caixa Econômica; Copa das Confederações a realizar-se em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife; 33º Congresso dos Municípios do Rio Grande do Sul, a realizar-se no dia 25, em Esteio, no Rio Grande do Sul; Destaque da agenda federativa do próximo mês: Marcha anual dos prefeitos realizada pela Confederação Nacional dos Municípios, a realizar-se nos dias 8,9, e 10 de julho; Agenda Federativa do Ministério da Saúde Congresso Nacional dos Secretários de Saúde Municipais, de 7 a 10 de julho; O resultado da seleção dos projetos de construção, reforma, e ampliação das Unidades Básicas de Saúde (UBS), os editais de seleção devem sair a partir do dia 17 de junho; Encerramento do programa Mais Cultura nas escolas; Encerramento das inscrições do programa pró-equidade de gênero e raça da Secretaria de Políticas para as Mulheres; Lançamento do Plano de Safra Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária, e Abastecimento (MAPA); Lançamento do Plano de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário(MDA); Definição dos novos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados -FPE O projeto está na Câmara dos Deputados, e se for alterado, terá que retornar ao Senado. Caso o Congresso não defina os novos critérios de rateio até o próximo dia 23 de junho, o Supremo Tribunal Federal vai editar uma norma a respeito. O projeto original é da senadora Vanessa Grazziotin, relatado pelo senador Walter Pinheiro, com algumas alterações propostas. Uma forma de acelerar a apreciação no Congresso é dispensar a tramitação nas Comissões. O problema é que ninguém sabe quais serão os parâmetros utilizados pelo Judiciário para definir a nova regra do FPE. É difícil chegar a um consenso sobre o tema, ainda mais se considerarmos que alguns estados menores parecem acreditar que a judicialização da FPE lhes seria mais vantajosa; Necessidade urgente de ampliação e modernização da infraestrutura Encerrada a agenda dos estados, a atenção se voltará para as obras de infraestrutura: infraestrutura urbana de forma geral, sistema público de transportes coletivos,

4 4 prevalência do transporte individual, elevação epidêmica pelas mortes por acidentes, elevação do preço dos combustíveis, e aumento do custo relativo do sistema de transporte público. Índices preocupantes: mortes em consequência de acidentes de motos cresceram muito, morte de ciclistas, engarrafamentos, protestos recorrentes contra reajuste de tarifas, em Natal/RN e Goiânia. Os empresários defendem que a desoneração de PIS e COFINS da tarifa de transporte público seja transformada em investimentos e não em redução do valor da tarifa; Legislação e Ações voltadas para melhoria da Mobilidade Urbana - O problema da mobilidade urbana afeta todos os segmentos sociais, tanto nas cidades pequenas e médias, quanto nas metrópoles. Um estudo do IPEA de 2012 mostrava que São Paulo e Rio só não perdem para Xangai em termos do tempo de deslocamento médio. O principal resultado do programa Minha Casa, Minha Vida, especialmente no Nordeste, foi a redução do déficit habitacional, mas isso aumentou a demanda por transporte, porque moradores que estavam dispersos foram reunidos em bairros. A lei de mobilidade urbana estabelece o prazo de janeiro de 2015 para a elaboração dos planos de mobilidade urbana; Regulamentação do Código Florestal nos Estados A Lei que institui o Código Florestal atribuiu novas competências aos Estados, o prazo para regulamentação venceu no inicio da semana passada, mas nenhum Estado regulamentou. A Procuradoria entrou com três ou quatro ações de inconstitucionalidade contra o novo código florestal, tentando retomar a competência da União no regramento ambiental em dispositivos da lei que a Procuradoria julgou inconstitucionais. A decisão está com o Ministro Luiz Fux, é possível que o assunto seja analisado pelo Supremo, em agosto ou setembro; Reformulação do ICMS A Medida Provisória 599, que propunha uma reforma tributária focada na redução do ICMS, será substituída por outra proposta a ser encaminhada no próximo semestre; Regulamentação da Criação de Novos Municípios - Está na agenda da Câmara, no dia 4, a votação do projeto que regulamenta a criação de municípios. O STF (Ministro Gilmar Mendes) estabeleceu 2009 como prazo para o Congresso chegar a um consenso sobre o tema. O STF pode ter que tomar uma decisão na chamada mora do Legislativo; Ampliação do Leque de Prestadores de Serviços do PRONATEC - MP 606, de 18 de fevereiro de 2013, que perde a validade no dia 18 de junho, autoriza a contratação de faculdades particulares para ministrar cursos de capacitação no âmbito do PRONATEC. A MP 606 também trata da liberação de recursos para o BNDES investir em obras de infraestrutura; Início das operações da usina hidrelétrica Jirau no Rio Madeira empreendimento exemplar do ponto de vista ambiental, ele impactará favoravelmente a segurança

5 5 energética. O encerramento das obras liberará mão de obra, mas como há falta generalizada de mão de obra, não será difícil encontrar trabalho em outros locais. Destinação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação - Esta proposta consta no Plano Nacional de Educação votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na semana passada, deve seguir para a Comissão de Constituição, Justiça, e Cidadania (CCJ) e depois para a Comissão de Educação e Cultura (CEC); Nova diretriz da Política de Desenvolvimento Urbano Foi enviado à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei de Senado (PLS) 119, de 2011, de autoria de Acir Gurgacz do PDT, que altera as Leis nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979 (Lei de Parcelamento do Solo Urbano), e nº , de 10 de julho de 2001 (Estatuto da Cidade) para incluir a diretriz de implantação de eventuais redes subterrâneas de serviços previamente às obras de pavimentação, bem como vedar a concessão de financiamento federal a obras municipais que não sigam esse princípio; Dispensa de contrapartida em programas habitacionais federais para municípios de até habitantes O PLS 331/2006, de autoria da então senadora Roseana Sarney, que dispensa os pequenos municípios de até habitantes do aporte de contrapartida em programas habitacionais federais, está em fase final de apreciação pelo Senado; Perdão das dívidas do crédito rural - O PLS 688/ 2011, de autoria do senador Vital do Rego, da Paraíba, concede perdão das dívidas de crédito rural cujo valor não exceda , contraída por agricultores da área da SUDENE, que estão sendo afetados dramaticamente pela maior seca dos últimos 50 anos; Mudanças na incidência de impostos sobre os serviços de publicidade - O PLS 386/2012, de autoria do senador Romero Jucá, altera a incidência sobre os serviços de publicidade, substitui o ICMS pelo ISS. Na prática, havia dupla tributação que dava margem a uma série de processos judiciais; Encerramento do prazo para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) até dia 15 de julho; Demarcação de terras indígenas em áreas de realização de grandes obras de infraestrutura, em Belo Monte, outras hidrelétricas do Rio Madeira e no Paraná. Após os eventos trágicos ocorridos no Mato Grosso do Sul, e as manifestações ocorridas em Curitiba, no Rio Grande do Sul e em Belo Monte, a Presidência da República (Secretaria Geral) está organizando um encontro com os índios mundurukus que estão sendo trazidos de avião do Pará. O evento contará com a participação da FUNAI e de 6(seis) ministros: Gilberto Carvalho (Secretaria Geral/PR), Eduardo Cardozo (Justiça), Alexandre Padilha (Saúde), Edison Lobão (Minas e Energia), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), e Gleisi Hoffmann (Casa Civil); e Votação da Lei de Resíduos Sólidos.

6 6 PROGRAMA MAIS MÉDICOS Motivação e estrutura do programa: Programa interministerial coordenado pelo Ministério da Saúde (MS), foi uma iniciativa da Associação Brasileira de Municípios, pois muitos municípios brasileiros sofrem as consequências da escassez de médicos. A contratação dos médicos estrangeiros será objeto de Decreto. Dados do Ministério da Saúde: 1.8 médicos e a cada habitantes (dados diferem um pouco dos dados do Conselho Federal de Medicina); na comparação com outros países que têm sistemas universais de saúde: 2.7 médicos por habitantes do Reino Unido; 3.2 médicos por habitantes na Argentina; 3.7 médicos por habitantes no Uruguai; Portugal 3.9; e Espanha 4.0. No Reino Unido, cujo sistema público de saúde é referência internacional, eles projetam um crescimento, de 2.7 médicos para 3.3 médicos, em 10 anos. Se quiséssemos atingir o índice de 2.7 do Reino Unido, e considerando-se o número atual de médicos no Brasil, seriam necessários mais médicos. Mesmo se tomarmos como parâmetro o índice de 1.8 por habitantes, a distribuição é desigual: somente cinco regiões do estado de São Paulo têm mais de 1.8 médicos para cada habitantes, e os índices dos estados do Norte e do Nordeste são muito inferiores a 1(um) médico por habitantes, o estado do Maranhão, por exemplo, tem 0.58 para habitantes. O parâmetro utilizado no programa Saúde da Família é (um) médico por habitantes, e existem municípios que não conseguem alcançá-lo. Outros 700 municípios apresentam altos índices de insegurança pela escassez de médicos, nesses municípios boa parte dos médicos só vai eventualmente prestar assistência. No que se refere ao montante de investimentos, houve um aumento de 129% no ano de 2013, são mais de 46 milhões investidos em residência médica. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) - Segundo dados da RAIS, gerida pelo MTE, nos últimos anos, foram gerados postos de trabalho de médico a mais do que o quantidade de médicos formados. Os dados da RAIS referem-se a empregos formais, com carteira assinada, não estão sendo contabilizados os estudantes bolsistas, ou seja, os médicos residentes. No mesmo período, houve um aumento real de salário da ordem de 60%. Mesmo com a criação de cursos de medicina, nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a concorrência no vestibular não diminuiu, ao contrário, a relação de candidatos/vaga aumentou e a demanda no mercado de empregos formais é maior do que a oferta destes profissionais. A má distribuição espacial dos médicos coincide com o mapa da mortalidade infantil; Dados do Ministério da Educação (MEC) O Brasil forma apenas 600 anestesiologistas por ano, um número muito pequeno em comparação, por

7 7 exemplo, com a Inglaterra que forma mais de anestesiologistas por ano, sendo que a população da Inglaterra é menor do que a população brasileira. Se compararmos o número absoluto de escolas médicas no Brasil com o número absoluto de outros países, de fato, temos mais escolas, mas, se considerarmos o número de escolas médicas em relação ao contingente populacional, temos menos escolas médicas na comparação com outros países. O Brasil tem 0.8 ingressantes para cada habitantes, a Inglaterra tem 1.6, Estados Unidos 1.5, Austrália 1.4 e somente o Canadá tem o mesmo número de ingressantes por habitantes que o Brasil. E, no Brasil, a desigualdade regional é grande: o Maranhão tem 0,35 ingressos para cada habitantes. Pesquisa de Satisfação com o SUS, realizada pelo IPEA Pesquisa realizada pelo IPEA, para avaliar a satisfação da população com os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), apurou que 58,1% dos entrevistados consideram que a falta de médicos é o principal problema do SUS, e quando perguntados sobre qual seria a melhor solução para o problema, a resposta foi o aumento de número de médicos. Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (PROVAB)- programa de incentivo à atuação voluntária de médicos na atenção básica de municípios com carência destes profissionais. Os médicos ingressam na residência médica e o Ministério da Saúde paga, diretamente ao médico, uma bolsa de R$8.000, valor acima da média salarial do programa Saúde da Família. Aqueles que tomaram empréstimos do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) também recebem abatimento mensal de 1% do saldo devedor, caso participem do PROVAB. Em 2013, foram atendidos municípios de todas as regiões do País, que receberam médicos Municípios se inscreveram no programa e a demanda inicial era de médicos. Apesar dos incentivos, boa parte da demanda permanece não atendida. Por isso, o Ministério da Saúde começou a analisar experiências de outros países. A Inglaterra tem 37% dos médicos graduados no exterior, os Estados Unidos 25%, o Canadá 22% e a Austrália 17%, em comparação com o Brasil que tem apenas 1,79% de profissionais formados no exterior. Para atuar no Brasil, um médico estrangeiro precisa se submeter a um exame de validação que é o Revalida desenvolvido pelo Ministério da Educação. Em outros países, o médico estrangeiro pode atuar de forma restrita dentro de um determinado programa, e só se submete à revalidação do diploma, se quiser permanecer no país depois de encerrado o programa. Este modelo é muito utilizado na Austrália, em programas que buscam atrair médicos para áreas remotas, durante períodos fixos. Foram apresentadas e discutidas várias propostas, e uma das propostas descartadas foi a atração de profissionais de países com menos médicos por 1000 habitantes que o Brasil, porque somos signatários da Organização Mundial de Saúde (OMS). Chile, Equador, Bolívia, Paraguai são exemplos de países com menos médicos por 1000 habitantes que o

8 8 Brasil. Os médicos estrangeiros que vierem ao Brasil não terão seu diploma revalidado automaticamente. Os recursos para o pagamento da bolsa vêm da parcela variável do Piso de Atenção Básica (PAB), mas, na fase de transição, a equipe de saúde da família que recebe o médico do PROVAB mantém um percentual do PAB variável, ou seja, ela continua recebendo R$2.695 do PAB variável e ainda conta com o profissional médico. Para a formação desses profissionais, a Universidade aberta do SUS está desenvolvendo módulos de ensino de pós-graduação e graduação, e um dos temas a serem incluídos é a saúde da população negra. O problema da falta de médicos e dos gastos de saúde em geral penalizam os municípios, eles gastam em média 25% 27%, 28% do seu orçamento com saúde e chegam a pagar R$ / reais para disputar médicos com os municípios vizinhos. ENCONTROS ESTADUAIS DE PREFEITOS E PREFEITAS Nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, serão realizados três encontros (em cada), devido à grande quantidade de municípios. Ao invés de 26 encontros, serão 30 encontros estaduais agendados até agosto. No mês de agosto, serão 2 encontros por semana. Os 3 encontros de Minas Gerais serão realizados no mês de julho, talvez em Montes Claros, no triângulo mineiro, e em Belo Horizonte. Na Bahia, apesar de haver muitos municípios (417), o governo do estado e a associação de municípios optaram pela realização de um único encontro. Estado de São Paulo - dia 13 em Ribeirão Preto; dia 20 em Araçatuba; e dia 21 em São Paulo capital. Rio Grande do Sul - dia 25, em Esteio, cidade próxima a Porto Alegre. Bahia - dia 18 de julho Acre e Amapá são estados com 20 municípios, Roraima tem 16/17 municípios, então, em tese, estes eventos estaduais serão mais fáceis de organizar. Relatora: Ludmila Deute Ribeiro Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental EPPGG Assessora Subchefia de Assuntos Federativos(SAF) Secretaria de Relações Institucionais(SRI)

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