Objectivos e âmbito do marketing internacional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Objectivos e âmbito do marketing internacional"

Transcrição

1 Objectivos e âmbito do marketing internacional O crescente interesse pelo marketing internacional Os mercados são cada vez mais competitivos, e as empresas encontram-se num contexto muito mais internacionalizado. As rápidas mudanças caracterizam os mercados internacionais o que obriga a estratégias muito competitivas para atingir o sucesso. Enquanto o mercado doméstico requer uma abordagem simples, nos mercados internacionais é necessário desenvolver estratégias multidimensionais. As empresas não devem limitar as suas opções á simples exportação, devem considerar outras formas de entrada como: licenciamento, joint-venture ou investimento directo. Marketing Internacional Versus Marketing Doméstico Marketing doméstico é aquele que está direccionado exclusivamente para os mercados do país de origem da empresa. Mas actualmente são cada vez menos os sectores em que as empresas conseguem prosperar praticando marketing doméstico. Isto pois, mesmo que as empresas não se envolvam de livre vontade no mkt internacional, a concorrência internacional acaba por surgir no seu mercado tradicional. Decisões como: preço, produto, distribuição, e comunicação, têm que ser tomadas em negócios na China ou em Portugal, mas a situação não é de todo simples, pois mesmo os princípios sendo os mesmos em marketing doméstico ou internacional ( ou seja, a estratégia é definida em função do público-alvo, dos concorrentes e do mercado), existem aspectos mais sensíveis que têm que ser ponderados que dependem da envolvente especifica ( do mercado exterior que nos encontramos). EXEMPLO: Queremos montar uma actividade na área de restauração na Índia, devemos ter em conta que a comercialização de carne de vaca é proibida- ou seja característica própria do mercado. Possuir negócios em simultâneo em vários países obriga a uma organização e distribuição dos recursos pelos diversos mercados, de acordo com as necessidades dos mesmos. Podemos então afirmar que o mkt internacional difere do doméstico devido em certa parte às diferenças culturais que terão bastante importância no sucesso de implementação dos vários programas de mkt. As etapas de desenvolvimento internacional da empresa Existem 5 etapas na evolução do processo de internacionalização de uma empresa. Estas apresentam diferenças ao nível da estratégia, abordagem do mercado mundial, orientação e forma de gestão das diferentes subsidiárias. Estas etapas não são rígidas e nada obriga a que uma organização tenha que passa por todas elas. 1ª etapa Orientação doméstica A organização está virada para o mercado doméstico, a sua orientação de gestão é etnocêntrica, centraliza a sua analise na envolvente doméstica. Os negócios estrangeiros podem acontecer se aparecer um cliente estrangeiro importante ou algo assim, mas sempre com um papel secundário e esporádico. 2ªetapa- Orientação Internacional Nesta etapa a empresa mantém uma orientação de gestão etnocêntrica. Aborda os mercados de forma mais sistemática, e as estratégias de mkt para os mercados externos não são mais que extensões das acções desenvolvidas no mercado doméstico. Ou seja, produzo o meu produto e procuro mercados que este se possa enquadrar, pois a experiencia internacional é ainda reduzida.

2 3ªetapa- Orientação multinacional (multidoméstica) Nesta fase a empresa já constatou que os diferentes mercados exigem alterações ao nível do marketing-mix para obter sucesso. A sua orientação de gestão passa a policêntrica, passa a ter unidades autónomas nos diferentes países onde comercializa. Tem assim como vantagem a possível ultrapassagem á entrada de produtos, e como desvantagem o não aproveitamento de economias de escala. 4ªetapa- Orientação Global Empresa global é aquela que centra os seus esforços em mercados globais, o mercado é o mundo. Hoje existem empresas que nascem já globais, por exemplo devido aos seus produtos apresentarem uma vocação global (telemóveis). As empresas constroem por módulos, de forma a ser mais fácil adaptar os produtos aos diferentes mercados. 5ªetapa- Orientação Transnacional Uma organização transnacional é muito mais que uma empresa de vendas, é uma organização integrada, que interliga recursos globais com mercados globais. Não há um exemplo puro de uma empresa deste tipo. (o professor não falou deste itipo em aula). Riscos do Negócio Internacional Risco Financeiro Balança de pagamentos: deficiente, logo leva a incapacidade de pagar: existem as cartas de crédito, que são meios de contornar estes riscos, mas são bastante caros. Taxas de Câmbio: na união europeia foram abolidas, logo não são problema. Mas fora desta zona as subidas e descidas dos câmbios são significativas (EX. 1euro=1,20$, depois já 1,36 euros= 1$). Taxa de Inflação: pode retirar toda a atractividade do mercado, o mesmo acontece nas Taxas de Juro quando sobem também, retiram atractividade. Risco Político Expropriação, (risco de expulsão do país destino); Restrições à Actividade (tentarem condicionar a nossa actuação no mercado); País gerido por emoções (Venezuela). Risco Legislativo Sistemas legais diferentes do doméstico (o que podem representar implicações a nível de marketing no que diz respeito às marcas, EX: em Portugal códigos jurídicos, nos EUA e Grã- Bretanha faz-se jurisprudência: como foram julgados casos anteriores). Assim um marketeer, deve conhecer as regras do país a nível (distribuição, concorrência, publicidade, marcas etc)para decidir como agir, de forma a ser aceitável as suas estratégias e medidas. Risco Fiscal Alteração de Políticas Fiscais: impostos podem retirar todo o interesse a um mercado exemplo do caso português e espanhol onde aqui o iva é 23% e lá 18%. Medidas de austeridade financeira: vão fazer reduzir o consumo. Incerteza quanto à aplicação da Fiscalidade:a lei pode ser dúbia, tem várias interpretações. Dupla Tributação: paga impostos no país de origem, paga imposto no mercado de destino, logo muitas vezes não compensa o negócio. Risco do Negócio Cultural: alguns aspectos culturais só se conhecem vivendo no mercado. Estes riscos são mais acentuados em business-to-consumer, sendo menores em business-to-business.

3 Hábitos de compra: é um errado assumir que todos fazem aquilo que nós fazemos. Indagar quais os aspectos indutores da compra, exemplo: pasta dos dentes, num país em que a moda é ter dentes amarelos. Indutores da compra: se for produtos financeiros os pais é que decidem (decisores). Notoriedade: as marcas não têm a mesma notoriedade em diferentes países, não podemos partir do pressuposto que a nossa marca tem o mesmo poder em todos os países. Competição: forma como a competição vê a nossa entrada no mercado, se irão defender ou não muito a sua quota de mercado. Razões para a internacionalização das empresas -Hoje em dia tirando pequenos comércios não existe outra saída, que não seja abrir horizontes; - Saturação do mercado doméstico; -Necessidade de conseguir economias de escala; -Aceder a vantagens comparativas locais; -Aproveitar incentivos à internacionalização; -Equilíbrio da balança de pagamentos; -Seguir um cliente importante; -Resposta a uma situação de recessão; -Aparecimentos de mercados emergentes; -Maior facilidade de abertura de novos mercados (euro, taxas alfandegarias, EU, etc); -Prolongamento do ciclo de vida do produto (telemóveis obsoletos cá, podem ser óptimos em Angola); - Internacionalização Cruzada: só está ao alcance de grandes empresas. Entrar no mercado doméstico dos concorrentes. Exemplo: Cowboys Índios à frente e estes não contavam com eles atrás. As empresas globais atacam o mercado doméstico dos concorrentes. Exemplo: Fugi e Kodac. A Fugi foi atacar a Kodac no mercado Americano (Doméstico) e a Kodac em contraataque atacou a China. -Aceder a vantagens competitivas legais: mão-de-obra barata. Exemplo: Empresas Petrolíferas não se podem montar em Coimbrões, os recursos só existem num determinado local. Vantagens comparativas, que só existem em determinado local, temos que ir lá buscá-lo. -Programas de Apoio: isto não é razão para uma empresa se internacionalizar, mas podemos aproveitar os benefícios do mercado doméstico e de entrada nos outros países. -Isenções Fiscais: no caso de deslocalização de produções são os países para onde vamos que têm que decidir. -Internacionalização por Arrastamento: seguir um cliente, abrir uma filial local. A Tudor tinha um cliente importante e esse cliente resolveu abrir uma empresa na China e como o cliente é muito importante a Tudor também abriu uma fábrica na China para fornecer os produtos. -Recessão: muito verificável - antigamente as exportações aumentavam. Em caso de: Êxito (integrar), Fracasso (Substituir): a empresa já está internacionalizada e tem localmente um agente. Tenho um distribuidor e o mercado revela-se fantástico. Um agente recebe comissões, logo recebe muito e compensa ir para este mercado. Ou, o agente não presta e o mercado tem grande margem de expansão (Telecel Vodafone). -Negócios que são por natureza internacionais (exemplo: em Portugal a Aviação).

4 Barreiras ao Comércio Internacional Estas barreiras têm diminuído, exemplo: UE, Nafta, etc. Mesmo assim existem algumas barreiras: Barreiras não tarifárias: Limitações específicas ao comércio: Quotas: o governo estabelece que só se pode importar uma dada quantidade de um dado produto, daí existirem empresas que compram outras só para ficar com o direito de exportação maior. Licenças de Importação: boletim de registo de importação; preço mínimo pode ser fixado por, e se a minha maior vantagem competitiva for o preço? Se este é fixado por lei perco a minha vantagem. Rácio: só é permitido importar x percentagem do que produzimos. Embargos: mais dramático. Israel: tudo o que é israelita não entra na Arábia Saudita. Embargos dos EUA a Cuba (governos decidem). Procedimentos administrativos à entrada: exigíveis e acabam por dificultar. Todos os artigos que são importados são rotulados: classificação pautal: serve para determinação das taxas aduaneiras. Requisitos Documentais: o pagamento de certificado de origem das mercadorias depende de país para país, Angola tem requisitos por exemplo para os carros com volante à direita: não entram. Também, produtos alimentares que não podem entrar. Práticas Anti-Dumping: venda dos produtos abaixo do preço que se vende no país de origem. Prática fraudulenta. A ideia é arrasar com a concorrência para depois subir o preço. Dumping Social: incumprimento de número de horas de trabalho, férias, subsídios de férias, trabalho infantil: que permitem a prática de preços muito bons. Avaliação das Importações: taxas e tarifas são fixadas mediante o valor do crescimento das importações. Emolumentos: taxas para tudo. Pedimos o currículo pagamos, vamos ao notário Standards : normas de produto diferentes é uma barreira. Exemplo: camas para bebés têm aquelas barras verticais, a norma da distância entre as barras era diferente na França e na Grã- Bretanha (não permite economias de escala). Participação do governo no comércio: políticas de favorecimento: Participações Governos Comunistas: países de economia comunista dominante em todos os sectores. Favorecimento aos produtores do país, mas na Europa a partir de certo valor tem concorrência internacional. Subsídios Exportação: gera uma concorrência desviada relativamente a países terceiros. Programas de Apoio Doméstico: Se o estado favorece as empresas nacionais fica difícil exportar para esse país, pois não conseguimos competir com estas organizações. Encargos s/ importações (obrigação de depósitos prévios p/ importador, taxas que existem para os produtos domésticos, encargos administrativos, discriminação no acesso ao crédito): obrigatoriedade do pagamento de determinado capital para obter a importação, ou garantias bancárias. Crédito mais caro para as empresas estrangeiras. Outros: restrições voluntárias às exportações. Dificuldades na Internacionalização das Empresas Portuguesas Pequena dimensão do mercado doméstico: é praticamente irrelevante. Agora o mercado doméstico é o mercado europeu. Uma segmentação é obviamente necessária. De facto, mercado português é de pequena dimensão, porque não permitiu a grande formação de grupos económicos internacionais. As empresas já nascem ou não com uma vocação global. Relaciona-se com a capacidade empreendedora dos portugueses: é uma questão cultural padecemos de falta de ambição. Posição Geográfica Marginal: Estamos longe da Europa Central. Fraco desenvolvimento Tecnológico: isto já não acontece, mas a imigração jovem de pessoas com talento compromete o futuro.

5 Baixo nível de Recursos Humanos (paradoxo): temos uma taxa de licenciados muito abaixo da Europa, mas por outro lado não há empregos para os licenciados. Fracas Infra-estruturas Poucos Recursos Naturais: temos sol, mar, cortiça mas não aproveitamos devidamente estes recursos. Subcapitalização: capital insuficiente para o seu desenvolvimento. Ausência de Cultura Empresarial Estrutura Familiar: alguns grandes grupos evoluíram da estrutura familiar para estruturar global. Recursos Limitados Má Preparação para enfrentar Mercados Internacionais: existem pessoas com competências para exercer o comércio e o marketing internacional e não são aproveitadas. Tecido Empresarial Formado Por PME: (pequenas e médias empresas) Clientes Pouco Exigentes: uma empresa deve considerar uma reclamação como uma coisa importante, pois permite fidelizar os clientes. Fazem com que as empresas descurem do atendimento ao cliente, da qualidade. Apoio Banca: Caixa, Millenium, Espírito Santo. Apoio da Banda Pouco Direccionado Riscos de Natureza Política Riscos de Propriedade: só existe quando tem lá uma fábrica, sucursal, poder nacionalizar/confiscar activos das empresas (Hugo Chavés lembra-se e nacionaliza o que lhe apetece). Têm vindo a diminuir porque os países têm percebido que têm que ter uma economia aberta. A justiça em Portugal não funciona, logo afasta investimento directo estrangeiro. Confiscação: medida muito drástica, significa a passagem de propriedade para o estado sem indemnização. Expropriação: pressupõe o pagamento de uma indemnização (pontes, estradas: pagamento pelo terreno) justa e atempada. Domesticação: menos dramática: tornar doméstico (passar para a esfera, tornar doméstico aquilo que é estrangeiro, mas muito lentamente). Não há maneira de minorar isto? Existem formas de minorar os riscos da expropriação? Riscos Económicos e de Operação: Controlo de circulação de moeda: em 74, 75, 76 os portugueses podiam levar no máximo 35 (limite, restrição grave ao comércio). Controlo Cambial: Antes desvalorizava-se o escudo relativamente às outras moedas, logo as exportações ficavam mais baratas. Legislação sem Incorporação Local: se houver legislação que obriga que se produza com matérias-primas, ou recursos locais, mas pode ter má qualidade ou ser em quantidades reduzidas (existem leis absurdas). Restrições Selectivas de Importações: um governo pode legislar no sentido de proibir ou limitar determinadas importações, o que condiciona as empresas que precisam de dadas matérias-primas. Controlo de Preços: o estado pode fixar preços máximos e mínimos portanto, por exemplo a minha estratégia competitiva é uma estratégia de diferenciação e com preço mínimo fixado não podíamos competir.

6 Problemas Laborais: países com grande agitação social não são bons para os negócios, o risco dos ataques a empresas, greves etc, é muito grande. Por exemplo, França conflitos laborais são frequentes enquanto na Alemanha isto só acontece em situações limite. Sanções Políticas: o poder político pode chegar até ao embargo. Por exemplo, os EUA e União Europeia. Os EUA lançam alguma taxa sobre produtos da união europeia e a UE em resposta lança sobre qualquer coisa Retaliação. Controlo de Mercado: pode vedar o acesso a estrangeiros, aos transportes, às telecomunicações, etc. Ex. Pode vender certos mercados às empresas que mais lhe convem. Controlo Fiscal: a discrepância nos escalões fiscais, e por exemplo, o IVA aqui ao lado para o mesmo produto é mais barato, ou simplesmente a constante mudança dos impostos. Avaliação das Perspectivas Políticas: Existem Empresas especializadas na produção de relatórios de risco político dos mercados. Quando o investimento num país é grande devemos ter estes relatórios, pois o risco é muito grande. Tipo de Governo: se for democrático dá-nos mais garantias, pois a população quando está mal muda. Estabilidade dos Governos: é boa a estabilidade, mas por exemplo, o governo está lá há muito tempo no poder, quer dizer que está lá à força. Mas, por exemplo o partido pode estar lá muito tempo, mas os líderes mudam. Eficácia da Gestão Económica: quando há desemprego, mas políticas económicas são eficazes, o risco é maior. Mudança de Políticas Governamentais a constante mudança cria especulação nas empresas, as mudanças são importantes pois podem tornar um negocio mais ou menos rentável. Politicas de Educação: o governo estipula que durante 5 anos é sempre o mesmo livro ou entra outro governo e diz que muda todos os anos (é uma medida muito importante para as editoras). Atitude Face ao Investimento Directo Estrangeiro: cultura xenófoba ou xenófila e as rivalidades entre países são muito frequentes. Atitude face ao País e ao resto do Mundo. Atitude face aos estrangeiros. Atitude face à Extensão do Sector Público: países em que tudo é público é muito difícil entrar. Justiça e Correcção dos Procedimentos Administrativos: aqui em Portugal existem problemas pois justiça não funciona, é lenta, os resultados são completamente inesperados. Os procedimentos administrativos não são correctos. Proximidade entre Governo e Povo: por exemplo, na África do Sul haviam autocarros para brancos e negros, logo a tensão era muito grande. Sensibilidade Política de Um Produto Os medicamentos são muito sensíveis ao risco político, tal como os combustíveis que estão constantemente a serem vitimas de alterações. Existem outras Indústrias dependentes do Produto: Indústria da Construção depende da Indústria do cimento e do aço. São indústrias estruturantes, logo estes produtos levam com os governos em cima. É essencial para a Agricultura (adubos,sementes):logo a dependência do exterior não é desejável. Afecta a Capacidade de Defesa Nacional: extremamente importante.

7 Incorpora Componentes Locais importantes: qualquer legislação sobre a mão-de-obra ou matérias-primas vai afectar a competitividade. Existência de Competição Local: se existe ou não. Se existe pode haver a tendência para favorecer as empresas locais. Se não existe pode haver a tendência para nacionalizar a empresa se for possível para passar a haver indústria nacional. Utilização/Concepção do Produto dependendo de Condições Legais: os componentes do produto sujeitos a legislação dificulta a produção. Origina uma Saída Líquida de Divisas: a balança. Envolvente Cultural A Aldeia Global Povos e Culturas Para o mkt internacional, estudar a cultura e a sua envolvente, é bastante importantes pois todas as nossas decisões têm sempre condicionantes culturais que irão afectar a decisão final. Se não conhecermos a cultura dos mercados onde nos vamos inserir podemos incorrer em erros graves. Assim a cultura, é um todo complexo, pois muitos aspectos só podem ser aprendidos com a vivência. Em marketing mudar uma convicção é extremamente difícil, ou seja, atacar a convicção não é conveniente. É então mais fácil mudar o sistema de convicções, primeiro conduzimos o consumidor e só depois atacamos a sua convicção. Âmbito da cultura Vida material é a forma como as pessoas desempenham tarefas no seu dia a dia. Assim o produto deverá se adaptar á vida material do país. EX. um computador muito básico já não se encaixa nas necessidades dos portugueses mas em Angola serviria perfeitamente. Interacção social é a forma de como as pessoas se relacionam. Que papel o homem e a mulher desempenham na sociedade. Isto tem implicações a nível da publicidade e dos próprios produtos. EX. Na Europa o ken e namorado da barbie na índia é amigo. Linguagens a língua é provavelmente o elemento cultural mais importante a ter em conta. Por vezes a mesma língua tem dialectos diferentes. Assim, tem influência a nível da literatura inclusa (livros de instruções), sendo habitual haver problemas nesses livros ao nível da tradução, este problema pode ser resolvido através da chamada backtranslation. A linguagem pode ainda reflectir o nível de desenvolvimento de uma sociedade ( ex. quando carece de alguns termos técnicos).factores de distância na comunicação - Low-context- é um discurso directo, não recorre a muitas metáforas (América, Alemanha) por outro lado temos o high-context (usam mais metáforas, falam de forma mais subjectiva). Estética - aquilo que é belo e o que é feio. Tem influencia no Design dos produtos, embalagens, rótulos, estética de comunicação, as cores. Religião muitas vezes é um forte factor, que quase dita o comportamento de uma sociedade. Pode ter influencia na roupa, na alimentação EX. hambúrgueres carne de Vaca na Índia é proibido. Aconselham comportamentos o que é proibido, ex: métodos contraceptivos a religião católica é contra. Orgulho e Preconceito: Portugal: Descobrimentos. É importante conhecer para enfatizar os factores de orgulho e minimizarmos os preconceitos. Exemplo: um negociador a falar com um Francês e que peça desculpa pela sua incorrecção no Francês ganha pontos, pois o Francês tem perdido importância.

8 Ética e costumes práticas sociais que estão em constante mudança e é necessários reconhecer essas mudanças, de forma a agir em consonância com as mesmas. Hofstede: Culturas diferenciam-se segundo 4 aspectos: 1. Distância Hierárquica: distância ao poder (por exemplo: Venezuela o povo tem pouca influência no poder, logo alta distância. 2. Individualismo/Colectivismo: actuar em grupo, actuar eu ou actuar nós (Mais Individualista EUA). 3. Masculinidade/Feminilidade: valores predominantes na sociedade (afectividade, assertividade, concessão de Objectivos), Países nórdicos mais feministas (Suécia, a mais feminista). 4. Dinamismo Confucionista (valores orientais), Evitação da incerteza: em que medida é que os indivíduos aceitam melhor a incerteza. Portugal é dos países que aceitam pior a incerteza. Afirmações: Numa sociedade Individualista há um pensamento mais egocêntrico, mais para o meu prazer. Países onde o rendimento é mais elevado há mais preocupações com o ambiente. Também tem a ver com a educação das pessoas, civismo. Países colectivistas, mais preocupações com as famílias. Cultura e comportamento do consumidor Influencia: Hierarquia das necessidades: a escala destas necessidades podem ter ordens diferentes. EX: em países africanos muitas vezes se abdica de bens básicos para se comprar um frigorífico, pois é sinal de status social. Orientação dos valores: o comportamento do consumidor vai de encontro à opinião da família (sociedade colectivista) ou só pensa na sua própria opinião ( sociedade individualista). Convicções: a nível social, hábitos, costumes, todos eles são influenciados pela cultura. Ex: o pequeno almoço em certas culturas é tomado com toda a família, é uma refeição demorada e completa, em outras culturas é rápido e solitário. Factores pessoais de comportamento: fidelidade evitação de incerteza, logo fiel a uma marca; implicação se a compra é mais pensada ou menos, Ex. carro ou arroz têm implicações diferentes; risco fisco e financeiro se é seguro ou não (brinquedos), ou não valor o que se paga pelo produto; estilo cognitivo forma como as pessoas avaliam as alternativas, através de sites de estudos de preços etc. Pesquisa de Marketing Entende-se por pesquisa de marketing como a escolha, registo e análise sistemática de dados que fornecem informação útil à tomada de decisão, sobre certos problemas (preços, hábitos de consumo, concorrência): conhecer a comunicação dos concorrentes, conhecer aquilo que é bem ou mal aceite pelo público-alvo, como as pessoas se relacionam através da Internet, são alguns dos objectivos da pesquisa. Mas as envolventes são diferentes e por vezes as ferramentas podem não ser adequadas: Ex: entrevistas de rua, mas as mulheres daquele país não podem falar em público devido à sua religião logo surge um problema operacional.

9 Processos de Pesquisa de Marketing: 1.Definição do Problema e dos Objectivos Conversão dos problemas empresariais em objectivos de pesquisa Nesta fase devemos ter certos cuidados para não cometer erros, como o SRC (Sefl Reference Criterion) que consiste em definir o problema tendo em conta o nosso auto critério, ou seja, definimos os critérios sem ter em conta questões culturais (EX. Uma empresa queria saber qual o país que consumia mais massas, e chegou à conclusão que era a Alemanha, mas como esta conclusão não parecia ser muito coerente, foram rever o seu processo de pesquisa e constataram que a definição do problema estava mal feita, pois basearam em critérios próprios e apenas questionaram sobre massas de marca, e na Itália as massas consumidas não têm marca sendo compradas em pequenas lojas, este erro muda por completo o resultado da pesquisa). As perguntas não podem conduzir os inquiridos às respostas que nós queremos. Pesquisa Qualitativa para definição do problema e formulação das perguntas: apostar em grupos foco, a falar de uma forma livre. Conceito do Produto e conceito de família (diverge de cultura para cultura): equivalência de conceitos ou equivalência de conceitos de produto (ex: qual o consumo na sua família? na América do Norte e do Sul: a família é constituída por: pais, filhos, avós etc. enquanto na América Central: os filhos vão embora mais cedo, ou seja não são tão colectivistas e são aspectos a ter em conta na definição do problema). Conhecimento da estrutura do mercado (dimensão, quotas, desenvolvimento, ) 2.Identificação das Fontes de Informação Informação Primária informação que não existe mas que precisamos, logo teremos que fazer questionários etc. Informação Secundária - informação que já está publicada que já existe.ex, estatísticas do Banco de Portugal. Problemas de Disponibilidade: recolha de informação primária fica cara, portanto se existir informação secundária melhor. Fiabilidade: a informação secundária já foi primária. Mas, por vezes as pessoas mentem nos inquéritos. Temos que ter em conta o próprio interesse do país, a China por exemplo, não tem interesse e publica informação um pouco enviesada. Comparabilidade: por exemplo para o mercado para televisores (consumo aparente de TV = produção + Importações Exportações + Corrigido pelo nível de Stocks) Queremos comparar a Alemanha e o Chile, mas pode ser muito complicado pois no Chile possivelmente não existem os dados que eu preciso. Validação: quando foi feita a informação, a instituição que a fez tem credibilidade? 3.Planeamento e Implementação da Recolha de dados Capacidade em exprimir opiniões e vontade de responder: na pesquisa primária podemos ter problemas, como: Ser para pessoas difícil responder às perguntas, não perceberem as perguntas(literacia: capacidade de entender as coisas ex.preencher um cheque, caixa de multibanco). Definição da amostra: Se a definição da amostra foi incorrecta/insuficiente todo o estudo pode ser posto em causa, tem que ser aleatória (ao acaso). Linguagem e compreensão o que perguntamos tem que ser percebido, para tal é necessária uma correcta tradução, e equivalência de conceitos.

10 Comparabilidade e Equivalência dos Resultados e fiabilidade dos métodos: o mesmo instrumento de pesquisa não garante a mesma fiabilidade em todos os mercados (ex: em alguns mercados pode não existir telefone). Pré-teste do instrumento de pesquisa: teste prévio a um questionário, para ver se as pessoas percebem as questões. 4.Análise, interpretação e apresentação dos resultados Interpretar a informação, duvidar da informação tal e qual, atitude céptica: Para interpretar é preciso ter conhecimento do mercado. Números são dados numéricos. É preciso duvidar da informação, pois muitas vezes o que os dados transmitem não é a realidade, para tal basta terem havido erros intermédios. Ter a tal atitude céptica. Relatório: identificação fontes, métodos estatísticos: ficha técnica: resultados das eleições políticas e no fim surge a ficha técnica: foi realizada no dia tal, pela empresa tal, nos locais tais. As datas são muito importantes, ex: sondagem realizada no sábado para a sondagem de segunda depois do jogo Porto X Benfica os resultados vão ser diferentes. Proposta de acção: recolhe-se a informação com o objectivo de melhorar. Complexidade da Pesquisa de Marketing Internacional Indisponibilidade da informação existem mercados em que a informação do mix é reduzida. Custos de obtenção de dados primários se não existem dados secundários teremos que realizar nós os dados e isto tem elevados custos. Problemas na coordenação e recolha nem sempre é fácil recolher dados, estamos dependentes do tipo de cultura, se as pessoas têm disponibilidade ou não. Comparabilidade o mesmo instrumento de pesquisa não deve ser utilizado em diferentes países, pois este tipo de solução nem sempre resulta. Intrafuncionalidade da decisões de marketing internacional não seria coerente lançarmos um produto em Espanha muito mais caro do que é em Portugal, pois não existem taxas aduaneiras e facilmente os espanhóis viriam cá comprar o dado produto Fontes de Informação Dados secundários domésticos e no estrangeiro 1- Organizações internacionais: ONU, Banco Mundial, OCDE, OMC, Eurostat, 2 (e) - Ministérios e organizações públicas (e.g. INE, ICEP (e delegações) ) 3 (e) Empresas de consultoria (Marktest: general and marketing facts, Sales Index, Nielsen, Dun e Bradstreet, ) 4 (e) - Embaixadas, Consulados, Câmaras de Comércio e Indústria, Bancos Associações empresariais e sectoriais

11 Segmentação de mercados internacionais Quando pensamos em segmentação de mercados internacionais não pensamos em segmentar um mercado doméstico mas sim o global. 1.Segmentos universais Segmento com costumes parecidos, hábitos de compra, e rendimentos (ex. compram ferraris, rolex), caracterizam-se por serem pessoas viajadas, com elevados rendimentos. Outro segmento global são os adolescentes, assim para estes segmentos vistos como globais o produto não é alterado (até pela necessidade do seu produto ser igual ao daquele cantor famoso, ou futebolista). Também os anúncios para os produtos de luxo não são traduzidos como forma de manter o requinte e luxo. Vantagens de segmentos universais tem vantagens para os produtores como: a obtenção de economias de escala, tornar o mercado cativo (difícil entrada de concorrentes, visto a marca existente ser global). Mas também tem vantagens para os consumidores, reduz a incerteza da performance do produto (ex. Louis Vuiton, sabemos que tem alta qualidade em todo o mundo), e no caso de irmos para um país desconhecido onde não gostamos da gastronomia se tivermos um macdonalds já podemos comer, pois sabemos que é iguala ao que estamos habituados. 2.Segmentos diferentes em cada país Consistem em atingir segmentos diferentes com praticamente o mesmo produto, ou seja, utilizo preço diferente, distribuição diferente, etc. Ex. verificou-se que alemães e chineses compravam a mesma máquina fotográfica, mas as suas motivações para a compra eram diferentes. Esta estratégia representa maiores custos que a anterior visto que tenho que alterar a minha estratégia. Vantagens maior adaptabilidade às necessidades locais Desvantagens não permite criar uma imagem global 3.Agrupar países homogéneos Neste tipo de segmentação, os produtos não terão que ser alterados, visto as semelhanças entre os países agrupados. É um tipo de segmentação simples, mas também simplista, ou seja, se nem um país é totalmente homogéneo em termos de segmentos quanto mais um grupo de países. Tem como vantagem a simplicidade que representa para a estrutura da empresa, mas como desvantagem a criticável homogeneidade que representa. Estratégia de Segmentação (não está nos slides) Segmentação Estrategicamente Equivalente: consiste em segmentar os mercados internacionais, de forma a tentar compatibilizar a realização de economias de escala com a satisfação específica de cada segmento. 1ºPasso: Fazer uma selecção de países 2ºpasso: escolher um certo número de países, de seguida estabelecer critérios (ex: x milhões de habitantes, rendimento per capita inferior a 10 milhões de dólares, densidade populacional superior a x mil habitantes por quilometro quadrado, pois o marketing viral), dentro destes já

12 vou incluir critérios do produto (ex: vendo sobremesas geladas, não posso ir para países que não usem frigorifico). Assim, fico com uma lista mais pequena, (quanto mais critérios acrescentar mais pequena fica) Agora dentro dos países que restaram faz-se uma segmentação normal (idade, ). Pegamos nos países e dividimos cada um nos seus segmentos (cada país pode termais que um segmento). De seguida seleccionamos atributos (para o exemplo das sobremesas geladas: Doçura e busca de informação ). Doçura Alemanha A1, A2 A1,D2,F4,L5 Dinamarca D1,D2 França F1,F2,F3,F4 Portugal P1 A2, D1,H4,P1 Etc. Busca de informação Significa que existem algumas semelhanças (+Doçura, + Busca de Informação), assim reduzo o meu número de segmentos. Porque dentro de cada país existiam segmentos diferentes mas no desenho agrupei-os conforme as suas preferências. Formas de Acesso a Mercados Internacionais Por exportação Por Exportação (ler formas de entrada) Fundamentar: via exportação, acordo contratual ou via investimento directo (formas de entrar). Em relação à União Europeia fala-se em entradas e saídas, em relação respectivamente a importações e exportações. Via Acordo Contratual: envio conhecimento, Know-How, ensinar os outros a produzir localmente (pode ser licenciamento, franchising de produção). Via Investimento Directo Estrangeiro: investir nesse país, comprar uma empresa totalmente ou parcialmente: designa-se por aquisição. Via Exportação directa: não há nenhum intermediário no país de origem: vai directo para o estrangeiro. Pode ser: Agente: comissão. Distribuidor: compra e recebe por margem. Filial (tem autonomia jurídica) ou Sucursal (não tem, pessoas pagas pela empresa): são uma parte da empresa, a diferença entre elas está na autonomia jurídica. Exportação Indirecta: há um ou mais intermediários nos países de origem. Ex: se um agente for estrangeiro e vier ao nosso país também é indirecta. Piggy Backing (ir ás costas de alguém): ir para os mercados internacionais às costas de alguma empresa. Ex: uma empresa exporta às custas de outra empresa. Uma empresa produz calçado de todos os tipos, menos desportivo, então essa fábrica de calçado desportivo vai às costas da empresa Y para o mercado estrangeiro.

13 2.Formas de Acesso a Mercados Internacionais Produção no Exterior Licenciamento é de produção (Know-How) e o franchising é da empresa no completo (vender, ). Consórcio: formas temporárias (agrupamentos de empresas para um determinado fim), empresas que se juntam, que são complementares para concorrer uma obra (ex: TGV: acaba o consórcio quando acaba a obra). Joint Venture: empreendimento conjunto (ex: Ford e Volkswagen: parceria entre estas empresas que se uniram para formar a auto-europa). Duas ou mais empresas unem-se para criar uma nova empresa. Podem ser empresas internacionais, nacionais, união de ambas, assim como públicas ou privadas. Sole Venture: empreendimento constituído por uma só empresa (100%). Tanto a sole como a joint venture podem ser por aquisição (tem que ser com controlo accionista) ou de raiz. A Joint Venture é investimento, licenciamento é autorização de produção. Vantagens do Licenciamento: Royaltes: pagamentos periódicos em função do volume das vendas. Ex: Angola: só permitem joint venture ou licenciamento porque exigem que se usem recursos locais. Outro ex: Aqui em Portugal o meu telemóvel não vende porque já é obsoleto, portanto vou para África licenciando-me lá e o produto lá é topo de gama. Ou, a minha tecnoloia está obsoleta com o licenciamento posso evoluir. Alternativa, o Know-How é renovável. Normalmente no franchising de 4 em 4 anos o fornecedor obriga-se a renovar o produto. Reduzo os custos, logo se correr mal não vamos ter tantos problemas. O licenciamento tem custos muito menores que o investimento directo. Garantia de pagamentos: (royaltes), no caso dos franchisings a percentagem pode não ser sobre as vendas, mas sim sobre as compras ao franchisador (porque assim sabemos quanto nos comprou, o que não acontece com as vendas, que o comprador pode dizer que não tem vendido nada). Aproveitamento do Esforço Alheio: no fundo vou usufruir do investimento que outras empresas vão fazer e muitas vezes surgem ideias de melhoramento dos licenciados que podemos aproveitar. Alternativa Exportação: ex: como as taxas são uma entrave, uma forma de fintar as alfândegas é os licenciamentos. Imunidade: a empresa não tem activos no país de destino, logo não tem nada para expropriar. O máximo que pode acontecer é expropriar o Know-How. Exportação de produtos intermédios: determinado componente. Ex: licencio e forneço o Know-How, mas não ensino a produzir aquele componente, logo a empresa fica dependente (Produtos ou Serviços). Para produtos que necessitam de grande adaptação: a empresa local recebe o nosso Know-How, e nós com isso também recebemos Know-How porque aprendemos o que é ideal naquele local o que desta forma permite as economias de escala. Serviços: por aquisição ou por sucursal. Desvantagens do Licenciamento O licenciador precisa de ter um activo diferenciado. Uma empresa para se licenciar tem que ter alguma coisa diferente das outras (melhor). Senão, os potenciais licenciados não estão dispostos a pagar. Falta de controlo sobre o plano de marketing: no franchising existe, o licenciador fica refém da performance do licenciado.

14 Fica fragilizado em termos de imagem, mas não tento como um franchisado. Masterfranchise: ex: empresa portuguesa que depois é que vai franchisar com as empresas a nível local. Concorrente: pode acabar o contrato e o licenciado continuar a produzir e tornar-se num concorrente, embora sem as actualizações. Duração: Custos de Oportunidade: custos que decorrem de eu perder os rendimentos da exportação ou do investimento directo. Se licencio não posso exportar, nem fazer o investimento directo. Pequeno Retorno: royaltes são muito baixas quando comparada com a exportação e o investimento directo. Razões para a Procura de uma Joint Venture (Instável, divide o risco) Oportunidades de Mercado: ex: aparece uma boa oportunidade de negócio, vou-me juntar a um parceiro local ou não Partilha do Risco: eu detenho x% de capital e a outra parte o complementar (Sonae: defende que internacionalizar-se mas não sozinho). Criação de uma base de Operação Regional: Japoneses criavam uma Joint Venture na Europa, por ex: um carro, logo o carro era europeu não tinha limite à exportação. Única forma aceite por alguns governos. Governo Angolano: forma de controlar a mão-deobra e a importação. Venda de Tecnologia: Joint Venture feita para aproveitar tecnologia do parceiro ou dos activos. Necessidade de desenvolvimento: exige menos investimentos ou capitais que uma Sole Venture. Fusão: as duas empresas deixam de ter identidade própria que acabam por unir-se. Ex: Autoeuropa: uma empresa adquirir a outra. Vantagens Joint Venture: Rendibilização de tecnologia em vias de subdesenvolvimento: âmbito local, empresa num país subdesenvolvido que necessita de tecnologia. Apoio dos Governos Locais: o governo angolano impõe para a entrada de mercado uma Joint Venture. Torna o Acesso de Marketing: facilita o acesso à informação: preço, Causas de Insucesso da Joint Venture: Falhanço do Produto: desadequado no mercado, o produto ser até demasiado avançado para o mercado. Parceria Fraca: falta activos de uma das partes. Conflitos de Interesses: um ter uma orientação de longo prazo e o outro de curto prazo. Uma empresa na crise e quer a sua salvação e a outra empresa querer entrar em longo prazo no mercado. Má fé: uma empresa está só interessada no Know-How ou na tecnologia e quando detém estes componentes acaba-se a Joint Venture. Diferenças Culturais: parceria entre empresa Alemã e uma Alentejana podem levar a rupturas da Joint Venture. Grupos Empresariais têm diferentes culturas a Sonae tem a sua própria

15 cultura. Problemas de Gestão Bicéfala (duas cabeças pensantes): duas empresas dois patrões e que colidem nas suas ideologias. Descontentamento com a Repartição de Custos e Lucros: alguma empresa pode estar descontente com os lucros que tem em função dos capitais investidos. Conflitos Internos: Laborais: os trabalhadores de diferentes empresas; postura ex: Alentejanos, Alemães. Check List para Avaliação Rendibilidade de um Projecto de Investimento Directo Estrangeiro Factores de mercado.dimensão e perspectivas de crescimento para o produto devo estudar como irá crescer o produto e como o mercado irá acolher o meu produto..situação competitiva antes de ir para um dado mercado devo estudar os meus concorrentes e como estes irão se defender..infra-estruturas de marketing não basta apenas ter condições de produção, é necessário criar condições para o marketing funcionar.. Custo de esforço de marketing terei encargos em comunicação, distribuição, afirmação da marca etc..potencial de exportação encontro-me a produzir num país estrangeiro, mas desse local será ainda possível exportar? Factores relativos à produção e fornecimento.capital necessário em instalações (facilities) pode ser necessário investir em instalações físicas não só para a produção, mas para armazenagem).disponibilidade e custo do local matérias-primas, energias, componentes importados..transportes, armazenagem e procedimentos portuários temos que transportar os produtos, a distribuição física dos produtos exige meios para que aconteça. Factores relativos ao trabalho.disponibilidade dos recursos humanos existe ou não mão de obra disponível.. Possibilidade de custos de expatriação levar os nossos trabalhadores para onde temos a nossa fábrica, o que acarreta custos, e tem que existir disponibilidade por parte dos mesmos..benefícios complementares tudo aquilo que se paga para além do trabalho (13º mês, descontos,etc).níveis de produtividade os salários até podem ser mais baixos, mas se os trabalhadores tiverem uma performance muito mais baixa não compensa..formação e treino requerido tenho que dar formação? Quanto me vai custar.relações Laborais os trabalhadores são complicados, fazem muitas greves? Factores relativos a financiamentos.disponibilidade e custo do capital existe dinheiro para financiar? E quando custa?.acesso e valor de incentivos governamentais o governo ajudará? Oferece o terreno ou algo do género?

16 Pesos 1 a 3 Factores relativos à fiscalidade.taxas e impostos e seu escalamento conhecer o sistema fiscal do país destino..depreciações permitidas depreciações aos activos..incentivos / Isenções muitas vezes os governos locais fazem incentivos aos investidores estrangeiros. Selecção de Mercados Internacionais: 1.Selecção oportunística vs. Selecção sistematizada Oportunistica: resposta a oportunidades de mercado, ex: convite para entrar numa feira e surge uma empresa estrangeira que gostava de colocar os nossos produtos no seu mercado. Sistematizada: passagem dos diferentes países do mundo por diferentes filtros. 1º Filtro: consiste numa redução de mercados através de factores macroeconómicos. 2º Filtro: filtrar mercados mediante o potencial de vendas da indústria. 3º Filtro: potencial de vendas da minha empresa. (ver aspectos dos filtros slides). 1ºfiltro (redução do número de mercados) Método expectativa valor Pesos A (1 a 5) B (1 a 5) C (1 a 5) População 3 20X1 5 10X1 3 5X1 1 Rendimento Per Capita 2 15X1 3 30X1 5 10X1 2 Distância Física Km Km Km 1 A = 3 X X X 5 = 31 B = 3X 3 +2 X X 3 = 25 C = 3 X X X 1 = 9 V = pj X ci Limitações do método: - Método Quantitativo: a se os valores não forem estudados podem esconder informações muito importantes: ex: em Angola o rendimento médio é muito baixo por causa da densidade populacional, mas há lá gente riquíssima. - Não consideram as condições de acessibilidade ao mercado: a nível deste primeiro filtro não nos diz nada por exemplo sobre a cultura. - Não consideram o horizonte temporal: mediante um espaço no tempo. - Não consideram a forma de acesso escolhida: forma de entrada e selecção temos que saber se entramos por exportação ou IDE. Posso não conseguir entrar por IDE e entrar por licenciamento. -Dados agregados: dados secundários.

17 2º Filtro (avaliação do potencial de vendas da indústria) Estimativas do Mercado: TAM (Total Available Market) mercado total disponível da indústria (tudo o que existe naquela área (manteiga, leite, iogurtes, )), PAM (Product Available Market) mercado total disponível para produtos da empresa (só iogurtes), SAM (Sales Available Market) mercado total disponível para distribuição dos produtos da empresa, para segmentos também. A empresa escolhe vender só naquele local. TAM PAM = GAP de Produto PAM SAM = GAP Comercial TAM PAM SAM Consumo Aparente: Fabrico Doméstico: 2 X 1 Importações: 6 X 1 (F + I) E S = 7 X 1 Exportações: 0,5 X 1 Stock: 0,5 X 1 Método dos Rácios em Cadeia: Exemplo Fraldas: í çã ç ã Método de Indexação Multi-factor: empresa portuguesa que entra no mercado espanhol que é 3 vezes maior do que o de Portugal, logo tem que escolher uma zona. Ex: produto: medicamentos: 1º determinar os factores que influenciam a venda: população, rendimento Per Capita, médicos por 1000 habitantes, idade> 65. Três Zonas: Pesos Galiza Catalunha Andaluzia População 2 5 X X X 1 5 Rendimento Per Capita 3 10 X X X 1 4 Médicos/1000Habitantes Distância Física 1 300Km 5 900Km 1 700Km 2 Para Produtos Novos: Analogia: de mercados: Ex: produto novo em Portugal, mas na Espanha já existia e o seu potencial já era conhecido. á çã á Comparação no Tempo: descobria que a Hungria de hoje tinha um produto igual ao de à 8 anos de outro país.

18 Procedimentos a considerar: 2º Filtro: 1. Acesso ao mercado: se existem limitações ao comércio, documentação necessária, normas e praticas locais, patentes e registos, questões fiscais e jurídicas, etc. 2. Potencial do Produto: necessidades e desejos dos consumidores, consumo aparente, exposição do produto, existência de produtos complementares, atitude relativamente a produtos estrangeiros. 3. Disponibilidade de Produtos Complementares: brinquedos e pilhas: falta pilhas diminui a compra de brinquedos. 4. Ofertas da Competição: vendemos aquilo que podemos e o que a concorrência deixa. 3º Filtro: (avaliação por vendas da Empresa) - Previsão do Volume de Vendas: projecções estatísticas do consumo posso analisar o aumento das vendas do produto e prever qual a minha quota que devo colocar naquele local. Pressão na Competição: concorrência entre Yorn e Tag. - Custo do Produto da Empresa Mercado de Destino: custo do produto, logística,, a que consigo colocar no mercado de destino. - Níveis de Preço a Praticar: custo, concorrência, consumidor. Pontos Fortes e Fracos da Concorrência: o que o meu produto tem de melhor é aquilo que o mercado quer. - Práticas de Crédito: se consigo ou não acompanhar as tendências do mercado, praticar melhores taxas de crédito melhores vendas. o produto torna-se mais barato devido à moeda. Aspectos da Análise dos Concorrentes: Não posso basear-me apenas na concorrência actual. Móveis de Paços de Ferreira perderam por isso. Estratégia de Diferenciação, custos, Se o mercado for fundamental pela sua sobrevivência vai defende-lo. Onde pode atacar. Quem são os concorrentes actuais e quem podem vir a ser? Quais são as suas estratégias e objectivos? Qual a importância do mercado para cada um deles? Que pontos fortes únicos detêm? Quais as suas vulnerabilidades? Que alterações estratégias poderão vir a empreender? Que estratégias os meus concorrentes irão fazer para responder à minha entrada no mercado. Quais são as aplicações dos concorrentes no mercado?

19 Outro tipo de Selecção: Selecção oportunista de mercado (vou comparar as características da minha oferta com a oferta do líder de mercado). Produto Orçamento de Comunicação Preço Cobertura pela Força de Vendas Perfil de Competências Perfil Massa Crítica Este mercado não deu favorável para a nossa entrada. Factores que condicionam o mix de Produto Recursos Empresa Envolventes Internacionais Mix de Produto Internacional Mix Doméstico Estratégias de Marketing Internacional Quadro Produto Internacional Depois de ter o produto (mix) definido: é que vou determinar as adaptações e as economias de produto. Propostas Standardização ou Adaptação de Produtos P1: Natureza do Produto (Industrial VS de Consumo): Um bem industrial é mais standardizável do que um produto de consumo. P2: Mais adaptação em produtos de consumo não duráveis do que duráveis: um frigorifico, fogões (duráveis) são mais adaptáveis do que bens de alimentação, logo não duráveis. P3: Maior standardização em bens essenciais (pão, água) bens supérfluos não pode haver tanta standardização. P4: Maior Competição Maior adaptação: Se existir maior competição tenho que adaptar mais os meus produtos. P5: Existência de substitutos próximos: terei que adaptar mais os meus produtos. P6: Diferentes Fases do Ciclo de vida do Produto: um produto num mercado está em fase de maturidade e noutro em fase de iniciação têm que ser produtos diferentes (maturidade: produto mais sofisticado). Difícil Standardização P7: Diferentes padrões, níveis, Intensidade, Lealdade, hábitos de consumo: é necessário Maior Adaptação. Ex: Garrafões de 5 litros de leite nos EUA e aqui e no México 1 Litro. P8: Diferente Implicação na compra: se a compra é mais pensada (maior adaptação) ou por impulso.

20 P9: Diferentes usos mesmo servindo a mesma função nuclear: maior adaptação (uso o mesmo produto para coisas diferentes). P10: Diferentes necessidades ou diferentes Funções Adaptação P11: Diferente Valorização de Atributos: Se num país o atributo qualidade é mais valorizado: temos mais preocupação na qualidade, se por outro lado o atributo embalagem é importante, é fundamental que para cada mercado se valorize mais uns atributos em detrimento de outros: diferentes de país para país. P12: Diferentes recepções relativamente ao país de origem ou de produtos estrangeiros: A receptividade dos produtos estrangeiros: mudam de país para país, ex: produtos de origem Americana não são bem-vindos em países como o Irão, Venezuela o que leva a uma camuflação da marca. A penetração do produto é mais favorável se tiver made in certo sítio mediante o país onde se vai. Adaptação P13: Diferentes Leis, Normas, Níveis de Performance: Se a lei de um país disser que um produto tem que ter determinadas características, esse produto tem que ser adaptado no sentido de cumprir essas leis, essas normas. Ex: Espanha: lei do tabaco. Leis e normas mudam todos os dias, assim muitas vezes é preciso adaptar o produto. Leis sobre os automóveis: emissões de CO2. Adaptação P14: Diferentes Actividades de Apoio Necessárias: produto alargado = serviço ao produto, serviço de crédito, Adaptação P15: Conotações Linguísticas Negativas: Estamos a falar do aspecto Marca: tenho que adaptar o nome da marca pois tem um significado negativo, pejorativo, fonia desagradável (soar mal). Estratégia de Marca Global: marca para todos os mercados. Marca Adaptada: por ter conotações negativas. Ex: Nescafé Gold Blend: em certos países passou a ser só Nescafé Gold; Coca-Cola Diet e passou a ser Coca-Cola Light: o Diet associavase a doenças, dieta logo é para quem precisa e Light uma coisa boa, saudável. Ou criar uma Marca Local: pois só se usa naquele país para segmento médio-baixo e os nacionalistas apreciam bastante. Marca Internacional: mais para classes altas que valorizam a internacionalização. Questões sobre adaptação de Produtos para Mercados Internacionais: 1.Relativas ao Mercado Alvo QUEM COMPRA? Se compra em família, ONDE COMPRA? Grande distribuição: embalagens grandes, por postal: embalagens mais pequenas. QUEM USA? COMO É USADO? QUAIS AS MOTIVAÇÕES DA COMPRA? O que motiva é ser barato. Ex: pasta dos dentes num país onde a moda é ter dentes amarelos, por lá pasta branqueadora não dá. QUANDO É COMPRADO? Agora, no Natal: publicidade aos perfumes e aos brinquedos, depois desaparecem: produtos com determinada sazonalidade. Embalagens de Natal, de São Valentim, Páscoa. 2.Relativas às Envolventes ECONÓMICA: produtos serão mais caros ou baratos; GEOGRÁFICA/CLIMA: chocolates, vestuário, automóveis; SÓCIO-CULTURAL: produtos: forma como são percebidos socialmente; POLÍTICA/LEGAL; ECOLÓGICA: países em que as políticas ecológicas são muito importantes para a população e outros não, ex: cápsulas Nespresso: tomaram-se medidas em França por elas não serem recicláveis.

MASTER EM DIRECÇÃO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL E DE MARKETING OBJECTIVOS DO PROGRAMA A Escola de Negócios EUDEM apresenta o seu programa MCIM - Master em Direcção de Comércio Internacional e de Marketing,

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

Questões do Capítulo. 21 Mercados Globais

Questões do Capítulo. 21 Mercados Globais 21 Mercados Globais Questões do Capítulo 1. Que factores deve uma empresa considerar antes de decidir trabalhar no mercado externo? 2. Como é que uma empresa pode avaliar e seleccionar os mercados externos

Leia mais

Objectivos de Marketing

Objectivos de Marketing Negócios Internacionais Marketing e Finanças as Objectivos de Marketing Tipos de Marketing; Introduzir técnicas t para avaliar dimensões para determinados países; Enfatizar como as diferenças contextuais

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE ASPECTOS A NÃO ESQUECER o todo não é igual à soma das

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems

Exemplos de Marketing Global. Coca-Cola, Philip Morris, DaimlerChrysler. McDonald s, Toyota, Ford, Cisco Systems Fundamentos de Marketing Global Parte 01 O significado de Marketing Global Uma empresa global bem-sucedida deve ser capaz de pensar globalmente e agir localmente. Marketing global pode incluir uma combinação

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/2.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/2.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Objectivos do Capítulo

Objectivos do Capítulo Objectivos do Capítulo Descrever a função de finanças da Multinacional e mostrar como se enquadra na estrutura organizacional das MNE s Mostrar como as empresas adquirem fundos externos para operações

Leia mais

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS Sessão de Esclarecimento Associação Comercial de Braga 8 de abril de 2015 / GlobFive e Creative Zone PT2020 OBJETIVOS DO PORTUGAL 2020 Promover a Inovação empresarial (transversal);

Leia mais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais

VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção. VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais 1 VISABEIRA GLOBAL > Telecomunicações Energia Tecnologia Construção VISABEIRA INDÚSTRIA > Cerâmica e Cristal Cozinhas Recursos Naturais VISABEIRA TURISMO > Hotelaria Entretenimento & Lazer Restauração

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL

4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4. ESTRATÉGIAS DE MARKETING INTERNACIONAL 4.1- TIPOS DE ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.2- PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O MARKETING 4.3- ESTRUTURA CONCEPTUAL PARA ESTRATÉGIA DE MARKETING 4.4- MODELOS COMO INSTRUMENTOS

Leia mais

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia Gestão em Farmácia Marketing 3 Manuel João Oliveira Análise Externa Análise do Cliente Segmentação, comportamento do cliente, necessidades não-correspondidas Análise dos Concorrentes Grupos estratégicos,

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/13 Págs. Duração

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º/12.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Finanças Internacionais

Finanças Internacionais Universidade dos Açores Departamento de Economia e Gestão Mestrado em Ciências Empresariais Finanças Internacionais Ponta Delgada, Abril de 2009 Fernando José Rangel da Silva Melo Sumário 1 Gestão Financeira

Leia mais

É um documento que sistematiza a informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro.

É um documento que sistematiza a informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro. Feira do Empreendedor, 23 de Novembro de 2012 É um documento que sistematiza a informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro. É essencial para

Leia mais

Iniciar um negócio em Franchising

Iniciar um negócio em Franchising Iniciar um negócio em Franchising Franchising, o que é? Terminologia Vantagens e Desvantagens do Franchisado Vantagens e Desvantagens do Franchisador Dicas para potenciais Franchisados Serviços de apoio

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

GENERALIDADES DO COMÉRCIO INTERNACIONAL. Comércio Interno: efetuado dentro do território do país. Pode ser nacional, regional e local;

GENERALIDADES DO COMÉRCIO INTERNACIONAL. Comércio Interno: efetuado dentro do território do país. Pode ser nacional, regional e local; Profª Elieti Biques Fernandes GENERALIDADES DO COMÉRCIO INTERNACIONAL 1.1 - Comércio Interno vs Comércio Externo O comércio é atividade econômica que consiste em adquirir os bens dos produtores e revendê-los

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

Agente. Análise SWOT. Auditoria de marketing. Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização. Cash-and-carry Central de compras

Agente. Análise SWOT. Auditoria de marketing. Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização. Cash-and-carry Central de compras Termo Agente Análise SWOT Auditoria de marketing Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização Cash-and-carry Central de compras Ciclo de vida do produto/serviço Contexto de marketing

Leia mais

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt

Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt Soluções de seguro de créditos no apoio à exportação. COSEC - Estamos onde estiver o seu negócio. www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos 2012 1 2 Sobre a COSEC O que é o Seguro de Créditos

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

2007 Prentice Hall 4-1

2007 Prentice Hall 4-1 Capítulo 4 Desenho da Pesquisa Exploratória: Dados Secundários 4-1 Sumário do Capítulo 1) Introdução; 2) Informação Secundária versus Primária; 3) Vantagens e Usos da Informação Secundária; 4) Desvantagens

Leia mais

AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA

AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA AULA NÚMERO 7 EMPRESA MISSAO, VISAO, VALOR, e OBJECTIVO DA EMPRESA ANALISE SWOT- FOFA --------------------------------------------------------------------------------------------- I Conceito de Empresa

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014 Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã 26 de novembro de 2014 1. Empresas Alemãs em Portugal 2. Investimento Direto Alemão em Portugal 3. Exportação / Importação 1. Empresas Alemãs em Portugal Perspetiva

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Rev.: 02. Data: 05-07-2013. Mod.41/00. pág. 1

MANUAL DA QUALIDADE. Rev.: 02. Data: 05-07-2013. Mod.41/00. pág. 1 MANUAL DA QUALIDADE Rev.: 02 Data: 05-07-2013 pág. 1 Designação Social: Dupliconta Sociedade de Contabilidade, Consultadoria e Gestão Lda. Morada: Caminho do Pilar, Conjunto Habitacional do Pilar, Lote

Leia mais

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas?

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas? Que Private Label na Era das Marcas? Vila Nova de Famalicão, 26 de Novembro de 2008 Manuel Sousa Lopes Teixeira 1 2 INTELIGÊNCIA TÊXTIL O Sector Têxtil e Vestuário Português e o seu enquadramento na Economia

Leia mais

Inovação e Criação de Novos Negócios

Inovação e Criação de Novos Negócios INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA Inovação e Criação de Novos Negócios Luís Mira da Silva Cristina Mota Capitão Isabel Alte da Veiga Carlos Noéme Inovação INOVAÇÃO Inovação: introdução INOVAR

Leia mais

Marketing Internacional. Negócios Internacionais

Marketing Internacional. Negócios Internacionais Marketing Internacional 1 Objectivos do Capítulo Compreender a Política do Produto e a sua implementação a nível internacional; Descortinar as razões que levam as empresas a escolher entre a estandardização

Leia mais

Os Custos de Prevenção e Segurança e a sua Recuperação no Tempo COMUNICAÇÃO DE MANUEL MENDES DA CRUZ

Os Custos de Prevenção e Segurança e a sua Recuperação no Tempo COMUNICAÇÃO DE MANUEL MENDES DA CRUZ Os Custos de Prevenção e Segurança e a sua Recuperação no Tempo COMUNICAÇÃO DE MANUEL MENDES DA CRUZ INTRODUÇÃO O inesperado é o dia a dia das empresas... Pelo que os gestores têm também de prever o inesperado...

Leia mais

Estratégias para a Internacionalização. Co-financiamento:

Estratégias para a Internacionalização. Co-financiamento: Estratégias para a Internacionalização Co-financiamento: Trabalhos: Porque as empresas se internacionalizam Matriz de selecção dos mercados Caso prático de selecção dos mercados Exportação indirecta Exportação

Leia mais

NewVision Enquadramento do projecto de Qualificação e Internacionalização de PME

NewVision Enquadramento do projecto de Qualificação e Internacionalização de PME NewVision Enquadramento do projecto de Qualificação e Internacionalização de PME 15.06.2010 Institucional \ Breve Introdução A NEWVISION é uma empresa Portuguesa de base tecnológica, que tem como objectivo

Leia mais

Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO

Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Módulo 4.2 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Proporciona ao executivo informações básicas b para começar a usufruir das vantagens do planejamento estratégico, através s do tratamento adequado

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

PROJECTO CRIAR EMPRESA

PROJECTO CRIAR EMPRESA PROJECTO CRIAR EMPRESA Conceito, Análise de Concorrência 1. INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO INDÚSTRIA CONSTRUÇÃO Custos Prazo de execução /Esforço Qualidade EXTRAS Ambiente Socio-Políticos Imposições legais Segurança

Leia mais

Case Study. Realizado por: Guilherme Ramalho

Case Study. Realizado por: Guilherme Ramalho Case Study Realizado por: Guilherme Ramalho Breve História da Barbie Barbie foi criada por Ruth Handler e o seu marido Eliot em 1936 Nome é uma abreviatura de Bárbara Filha Ideia surgiu da mãe Ruth ao

Leia mais

Imobiliário: estudo conclui que é preciso apostar em novos segmentos

Imobiliário: estudo conclui que é preciso apostar em novos segmentos Re-Search Angola Imobiliário: estudo conclui que é preciso apostar em novos segmentos Está a emergir em Angola uma classe média, com maior poder de compra e interesse em adquirir casa própria. Esta é uma

Leia mais

Fazer um plano de marketing

Fazer um plano de marketing Gerir - Guias práticos de suporte à gestão Fazer um plano de marketing A coerência e articulação das diferentes políticas da empresa ou produto(s) é responsável em grande parte pelo seu sucesso ou insucesso.

Leia mais

Desenvolver uma estratégia de marketing

Desenvolver uma estratégia de marketing Gerir - Guias práticos de suporte à gestão Desenvolver uma estratégia de marketing O principal objectivo de uma Estratégia de Marketing é o desenvolvimento do negócio, tendo em linha de conta, a análise

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise?

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? O sector empresarial sente a crise como está a sentir a restante sociedade. A elevada taxa de desemprego de 12,3% traduz bem o drama social

Leia mais

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Mercados informação de negócios Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Dezembro 2011 Índice 1. Oportunidades 03 1.1 Pontos Fortes 03 1.2 Áreas de Oportunidade 03 2. Dificuldades 04 2.1 Pontos Fracos

Leia mais

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012 Apoio à Internacionalização CENA 3 de Julho de 2012 Enquadramento Enquadramento Comércio Internacional Português de Bens e Serviços Var. 13,3% 55,5 68,2 57,1 73,4 48,3 60,1 54,5 66,0 67,2 61,7 Exportação

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos Análise de Projectos ESAPL / IPVC Introdução Alguns Conceitos Básicos O Conceito de Investimento Tipologias de Investimentos Uma definição de empresa Uma empresa é um sistema em que se coordenam, para

Leia mais

Índice. Ética no Grupo --------------------------------------------------------------------------------- 3

Índice. Ética no Grupo --------------------------------------------------------------------------------- 3 Índice Ética no Grupo --------------------------------------------------------------------------------- 3 Código de Ética ---------------------------------------------------------------------- 4 Conduta

Leia mais

A Concepção da Ideia

A Concepção da Ideia A Concepção da Ideia Inov@emprego - Fórum do emprego, formação e empreendedorismo do litoral alentejano Tiago Santos Sines, 7 de Novembro de 2008 Sines Tecnopolo O Sines Tecnopolo é uma associação de direito

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

28-06-2011. Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização

28-06-2011. Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização Fórum Exportações AÇORES Caracterização e Potencial das Exportações Regionais Gualter Couto, PhD Ponta Delgada, 27 de Junho de 2011 1. Internacionalização Internacionalização: Processo Estrutura Organizacional

Leia mais

Um Fundo Petrolífero para Timor-Leste. Questões Frequentes

Um Fundo Petrolífero para Timor-Leste. Questões Frequentes Um Fundo Petrolífero para Timor-Leste Questões Frequentes 1. Porque não organizar o Fundo Petrolífero como um Fundo Fiduciário separado (em vez de o integrar no Orçamento de Estado)? 2. Por que razão deve

Leia mais

CRIAÇÃO VERSUS RETOMA

CRIAÇÃO VERSUS RETOMA A RETOMA E A FRANCHISE CRIAÇÃO VERSUS RETOMA Na óptica do potencial empresário a criação e a retoma ou aquisição de uma empresa correspondem a duas lógicas distinta. Assim, enquanto o "criador" procura

Leia mais

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA O primeiro requisito para venda de uma empresa, total ou parcialmente, é apresentá-la de forma atraente,

Leia mais

Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio. internacional de produtos do sector têxtil e da

Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio. internacional de produtos do sector têxtil e da Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio internacional de produtos do sector têxtil e da Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio internacional de produtos do sector têxtil e da

Leia mais

Universidade do Algarve Escola Superior de Tecnologia Curso de Engenharia Eléctrica e Electrónica HUMANOS

Universidade do Algarve Escola Superior de Tecnologia Curso de Engenharia Eléctrica e Electrónica HUMANOS RECURSOS HUMANOS Disciplina: Gestão Docente responsável: Jaime Martins Autoras Ana Vieira, n.º 30367 Natacha Timóteo, n.º 30381 Faro, 20 de Novembro de 2007 ÍNDICE Introdução 3 Desenvolvimento 1. Recursos

Leia mais

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros Todas as actividades empresariais na Bristol-Myers Squibb (BMS) apoiam-se no alicerce do nosso compromisso com a integridade e a conformidade com todas as leis, regulamentos, directivas e códigos industriais

Leia mais

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO c E v I CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO MÓDULO: Plano de Negócios Maria José Aguilar Madeira Silva Professora Auxiliar do DGE UBI 1 Objectivos Programa Conteúdo Lista de Questões

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 4 Missão e Objectivos João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Análise do Meio Envolvente Análise da Empresa Análise Estratégica Missão, Objectivos

Leia mais

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022

No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento No Centro da Transformação de África Estratégia para 2013-2022 Sumário Executivo A Estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento para 2013-2022 reflecte as

Leia mais

Marca Pessoal e Carreira Profissional

Marca Pessoal e Carreira Profissional O MERCADO Marca Pessoal e Carreira Profissional Managing Partner da Stanton Chase international Vivemos tempos difíceis! Tempos em que muitos passam por situações de desemprego, alguns têm que aceitar

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Prof. Jorge Romero Monteiro 1

Prof. Jorge Romero Monteiro 1 Marketing 1 CONCEITOS DE MARKETING 2 Conceitos de Marketing O MARKETING é tão importante que não pode ser considerado como uma função separada. É o próprio negócio do ponto de vista do seu resultado final,

Leia mais

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA Empresas INOVAÇÃO PRODUTOS DIMENSÃO MERCADO PRODUÇÃO MARKETING GESTÃO LIDERANÇA FINANCIAMENTO RH COMPETÊNCIAS Empreendedorismo VISÃO ESTRUTURADA

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

Mercados informação de negócios

Mercados informação de negócios Mercados informação de negócios Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Novembro 2008 Índice 1. Oportunidades 03 1.1 Pontos Fortes 03 1.2 Áreas de Oportunidade 03 2. Dificuldades 04 2.1 Pontos Fracos

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES. José M. Viegas (Março 2000)

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES. José M. Viegas (Março 2000) A UTILIZAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES José M. Viegas (Março 2000) I - A NECESSIDADE DO RECURSO AOS MODELOS MATEMÁTICOS PARA A ESTIMAÇÃO DA PROCURA DE TRANSPORTES

Leia mais

Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico

Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico 1 Determinação de Preços Internos Fluxos Comerciais Lucros das Empresas Valorização de Activos Crescimento Económico 2 Taxas Bilaterais Taxas Efectivas 3 4 Bilateral Nominal and Real Exchange Rates: Rand/Meticais

Leia mais

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015

AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 Implementação do Plano de Internacionalização AIP PORTUGAL EXPORTADOR 2015 ANA NABETO Partner 19 NOV 2015 Introdução A internacionalização (penetração em mercados externos) é um passo fundamental para

Leia mais

GESTÃO. 3. O Ambiente Económico. Mercados: Procura e oferta; Custos; Estruturas de mercado; Papel do Estado. 3. O ambiente económico.

GESTÃO. 3. O Ambiente Económico. Mercados: Procura e oferta; Custos; Estruturas de mercado; Papel do Estado. 3. O ambiente económico. GESTÃO 3. O Ambiente Económico. Mercados: Procura e oferta; Custos; Estruturas de mercado; Papel do Estado Mercados 1 Meio envolvente global: o ambiente económico A empresa insere-se num ambiente macroeconómico,

Leia mais

Caso VetBizz Consulting. Feira do Empreendedor 15ª Edição (Alfândega) 24 de novembro de 2012

Caso VetBizz Consulting. Feira do Empreendedor 15ª Edição (Alfândega) 24 de novembro de 2012 Caso VetBizz Consulting Feira do Empreendedor 15ª Edição (Alfândega) 24 de novembro de 2012 A génese da VetBizz Consulting O plano de negócios A estratégia adotada pela VetBizz Consulting A nossa proposta

Leia mais

Documento que sistematiza informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro.

Documento que sistematiza informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro. Feira do Empreendedor 2014 Documento que sistematiza informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro. É essencial para a estruturação e defesa

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º ou 12.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

O financiamento das empresas portuguesas

O financiamento das empresas portuguesas O financiamento das empresas portuguesas 1. Um dos efeitos colaterais da crise financeira ainda em curso foi o aumento da relevância do financiamento das empresas pelo mercado em detrimento do crédito

Leia mais

Mercados informação de negócios

Mercados informação de negócios Mercados informação de negócios Rússia Oportunidades e Dificuldades do Mercado Março 2012 Índice 1. Oportunidades 3 1.1 Comércio 3 1.2 Investimento de Portugal na Rússia 4 1.3 Investimento da Rússia em

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes;

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes; Gerir - Guias práticos de suporte à gestão A análise SWOT A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico. O termo SWOT é composto pelas iniciais

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

07/01/2009 OJE Economia contrai 0,8% este ano e terá entrado em recessão em 2008 A crise financeira e a recessão mundial vão provocar este ano uma contracção de 0,8% na economia nacional, penalizada pela

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

Condições do Franchising

Condições do Franchising Condições do Franchising ÍNDICE Introdução 1. Vantagens em entrar num negócio de franchising 2. O que nos distingue como sistema de franchising 2.1. vantagens para o franchisado face a outras redes 2.2.

Leia mais

XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011. Diogo Gaspar Ferreira

XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011. Diogo Gaspar Ferreira XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011 Diogo Gaspar Ferreira 1. PONTOS FRACOS E FORTES DO TURISMO RESIDENCIAL PORTUGUÊS 2. PLANO ESTRATÉGICO A

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

Índice PREFÁCIO 13. 1. Introdução 40 2. O que é ser empreendedor? 41. Capítulo 1 Introdução ao empreendedorismo. Capítulo 2 O empreendedor

Índice PREFÁCIO 13. 1. Introdução 40 2. O que é ser empreendedor? 41. Capítulo 1 Introdução ao empreendedorismo. Capítulo 2 O empreendedor introdução ao empreendedorismo 7 Índice PREFÁCIO 13 Capítulo 1 Introdução ao empreendedorismo 1. Dinamizar o empreendedorismo e promover a criação de empresas 16 2. O empreendedorismo em Portugal e no

Leia mais