A impressão deste documento tem característica de cópia não controlada. As cópias serão obtidas diretamente do site

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A impressão deste documento tem característica de cópia não controlada. As cópias serão obtidas diretamente do site http:compras.cetiqt.senai.br."

Transcrição

1

2 1. OBJETIVO O SENAI CETIQT está comprometido em prover total satisfação dos clientes, através de produtos e serviços que atendam as suas necessidades e expectativas em um ambiente de prevenção e melhoria continua. Para que o sucesso aconteça, necessitamos que cada fornecedor seja participante integral da cadeia de fornecimento, através do seu comprometimento total com o aperfeiçoamento da qualidade, com o cumprimento dos prazos e com a redução de custos, atendendo plenamente as expectativas e exigências descritas nesse Manual. O SENAI CETIQT passa a adotar em seu sistema e qualidade este MANUAL DO FORNECEDOR, que apresenta os requisitos mínimos exigidos para a seleção e qualificação do fornecedor. O SENAI CETIQT, através de sua Coordenação de Compras e Contratos reforça a importância do aprimoramento das relações de todos os elos da cadeia de fornecimento, recomendando aos fornecedores a aplicação deste manual para assegurar a satisfação total de todas as partes envolvidas. A inciativa de elaboração desse manual de fornecedores está lastreada na melhoria contínua do processo, no aprimoramento do relacionamento e o desenvolvimento de nossos fornecedores. Assim, nos colocamos a disposição para esclarecimentos de quaisquer dúvidas através do telefone (21) , diretamente com o coordenador de compras, ou através do Portal de Compras no endereço com o no link fale Conosco 2. REFERÊNCIA O SENAI CETIQT desenvolveu o manual para fornecimento utilizando os seguintes documentos como referência: a) Regulamento de Licitações e Contratos do SENAI, disponível no site http//:compras.cetiqt.senai.br, link legislação. b) Termo de Condições de Gerais de Pregão Eletrônico TCG, disponível no site http//:compras.cetiqt.senai.br, legislação.

3 c) Orientações para credenciamento, disponível no site http//:compras.cetiqt.senai.br, legislação. 3. VALORES DO SENAI CETIQT O desenvolvimento das organizações está cada vez mais associado à sua capacidade de adotar e aperfeiçoar condutas éticas. A credibilidade de uma organização, conquistada perante seu público interno e externo é reflexo da prática efetiva de valores que se manifestam por meio dos relacionamentos pessoais e entre as empresas que compreendem uma cadeia setorial. Valores são as noções compartilhadas que as pessoas têm do que é importante e acessível para o grupo a que pertencem. Eles atuam como padrões quanto à forma de sentir e agir, e como roteiros ou critérios para a escolha de objetivos ou soluções alternativas circunstanciais. No contexto empresarial, os valores são entendimentos e expectativas que descrevem como todos aqueles que se relacionam ou integram a organização devem se comportar e sobre os quais todas as relações organizacionais estão baseadas. Agem com critérios para a opção entre as alternativas de uma determinada situação. Por conseguinte, torna-se necessário que empresas qualificadas como fornecedores do SENAI CETIQT, compartilhem do que acreditamos ser necessário para exercer as ações e alcançar nossa visão. A organização tem definido e aprovado pelo seu conselho o seguinte conjunto de pilares de sua cultura organizacional, que podem ser considerados como valores: Foco em resultados, competência, pró-atividade, colaboração, confiança, qualidade e ética. A seguir, apresentamos o conceito de cada um desses valores direcionados ao fornecedor do SENAI CETIQT. FOCO EM RESULTADOS Cumprir seu papel quanto a prazo, qualidade e custo, de forma a evitar que qualquer inconformidade venha comprometer as metas e os resultados das atividades que garantem o desenvolvimento e a continuidade do SENAI CETIQT. COMPETÊNCIA Valorizar o desempenho de seus colaboradores com base na meritocracia, de forma que as relações entre os colaboradores dos FORNECEDORES frente ao SENAI CETIQT sejam permeadas por uma cristalina motivação, amplo conhecimento técnico e alto padrão de relacionamento interpessoal no trato social. PRÓ-ATIVIDADE Ter consciência, prontidão e atitude responsável para buscar as soluções necessárias no tempo acordado com o SENAI CETIQT. COLABORAÇÃO Compartilhar conhecimentos e buscar permanentemente os resultados esperados, contribuindo sistematicamente e empreendendo esforços em conjunto com o SENAI CETIQT. QUALIDADE Na prestação dos serviços ou fornecimento de produtos, afim de atender às necessidades e expectativas do SENAI CETIQT, cumprindo a legislação aplicável aos seus processos, de forma segura e responsável, de maneira a garantir: a prevenção da poluição, a redução dos acidentes no trabalho e a erradicação do trabalho escravo ou infantil.

4 CONFIANÇA Agir com transparência, sinceridade e integridade, primando pela verdade nas informações e repostas fornecidas ÉTICA Manter uma conduta íntegra pautada pelos preceitos de probidade administrativa 4 A ÁREA GESTORA DE FORNECEDORES A área de compras, Coordenação de Compras e Contratos, é acionada pelos clientes internos, sempre que a organização necessite obter um produto ou uma prestação de serviços mediante a remuneração a um fornecedor, por esse viés, podemos afirmar que a área de compras é uma intermediadora de um leque de objetos contratados e o seu negócio é a gestão de fornecedores adequados, qualificados e comprometidos com o resultado, capazes de satisfazerem plenamente as necessidades da organização. 5 A NECESSIDADE DE CONTRATAÇÃO Os clientes internos registrarão a necessidade de contratação de fornecedores, visando a aquisição dos materiais e/ou prestação de serviços, mediante a emissão de um documento interno via sistema ERP PROTHEUS, denominado Solicitação de Compras SC. E todas as especificações necessárias para a compra de algum item ou para execução dos serviços deverão estar bem definidos em tal solicitação e seus respectivos anexos. 6 DO PROCESSAMENTO DAS CONTRATAÇÕES As contratações do SENAI-CETIQT serão processadas em conformidade com as regras previstas no Regulamento de Licitações e Contratos do SENAI e processadas através dos sistemas ERP PROTHEUS e WBC/PUBLIC-Portal de Compras, em uma das seguintes formas: a) Licitação b) Compra Direta (Dispensa pelo valor) c) Dispensa de licitação;

5 d) Inexigibilidade; 6.1 Da divulgação dos processos de contratações Os fornecedores tomarão ciência doa processos de aquisição ou de prestação de serviços e serão convidados a participar das seguintes formas: a) Nas licitações, além da publicação no jornal, o sistema WBC enviará automaticamente um aos fornecedores cadastrados no portal de compras, na classe especifica de fornecimento, tais processos estarão disponíveis no portal de compras. b) Nos casos de compras diretas, sempre que possível, serão enviados no mínimo para 3 (três) fornecedores que já estejam cadastrados na lista de fornecedor habilitados na categoria de ao fornecimento. c) Nos casos de Inexigibilidades e outros tipos de dispensas, a divulgação ocorrerá através de s encaminhados diretamente aos fornecedores. 6.2 Da Seleção dos Participantes dos processos de contratações No processo de licitação o Edital, com suas regras previamente estabelecidas, determinará os fornecedores que estarão qualificados e habilitados a participar do processo. Nos processos de Dispensas a natureza da prestação dos serviços e dos produtos a serem adquiridos e que definirá a categoria de fornecimento e consequentemente os fornecedores habilitados. O critério de categorização de produtos e serviços adotado pelo SENAI CETIQT, para estabelecer sua árvore de produtos e serviços, matriz de produtos, segue o padrão PRODLIST, CNAE, ou seja o cadastrão estabelecida pela Comissão Nacional de Classificação CONCLA. O participante do processo de inexigibilidade será motivado pela carga documental do processo que comprovará a exclusividade do fornecimento ou da prestação dos serviços. Para os serviços de beneficiamento de calibração, laboratório de ensaio físico e químico, é obrigatório utilizar a Rede Brasileira de Calibração (RBC), sendo habilitados somente prestadores devidamente credenciados. 6.3 Da forma de apresentação de proposta Os fornecedores deverão apresentar suas propostas conforme o tipo de processo, e seguindo as determinações estabelecidas no instrumento convocatório de apresentação de proposta, que poderá exigir resposta via fax / / proposta no sistema eletrônico ou manuscrita, e a qual deverá constar no mínimo: a) Descrição do material; b) A apresentação dos custos deve refletir os valores de transporte, embalagens, informação do lote mínimo de produção bem como as condições de pagamentos; c) Amostras, quando solicitadas.

6 7. FORNECIMENTO Todas as condições de fornecimento de produtos ou serviços serão formalizadas através de um pedido de compra e seus anexos (Solicitação de compra, ficha técnica/memorial descritivo ou documento similar, proposta do fornecedor). Caso seja determinado pela área jurídica do SENAI CETIQT, será formalizado também um contrato. 7.1 Comunicação entre fornecedor e o SENAI CETIQT Todo o meio de comunicação, antes da emissão do pedido de compra, entre o fornecedor e o CEQTIQ, deverá ser expressamente direto ao CCC, que passará aos departamentos as solicitações pertinentes. 7.2 Solicitações de amostra inicial Quando houver a necessidade de uma solicitação de amostra inicial, o técnico do laboratório do SENAI-CETIQT, solicitará diretamente ao fornecedor por um lote de amostra inicia bem como a documentação que julgue pertinente para avaliação da amostra. Caso seja detectada alguma inconformidade, o técnico do laboratório formalizará junto a CCC, para que seja providenciado o cancelamento do pedido de compra e da exclusão da lista de fornecedor habilitado ao fornecimento da referida classe de produto. 8. RECEBIMENTO O SENAI CETIQT dispõe de planos de controle de recebimento e acompanhamento, para todos os produtos e/ou serviços que são adquiridos externamente, em tal plano o recebimento está categorizado da seguinte forma: a) RME Recebimento de material estocável b) RMA - Recebimento de material de aplicação direta c) RBP Recebimento de Bens patrimoniais d) AES - Acompanhamento da execução dos serviços Quando o fornecimento se enquadrar em RME o mesmo será processado pelos técnicos do lotados no armazém (almoxarifado), já nos demais casos, RMA, RBP e AES, pelo próprio técnico da área demandante (requisitante do material ou serviço) que será convocado para proceder a conferência do material pela CESP Coordenação de Estoque e Patrimonio Horários de recebimento Todos os fornecedores de materiais SENAI CETIQT devem respeitar os horários de recebimento dos materiais, que atualmente está fixado em: Segunda-feira à Sexta-feira 13:00 até 17:00 h. 8.2 Registros de Recebimento O registro de recebimento é realizado mediante o lançamento da respectiva nota fiscal no Sistema ERP, sendo que todos os produtos constantes na lista de produtos críticos são inspecionados pelo requisitante antes do lançamento do documento fiscal.

7 8.3 Registro de divergência Qualquer divergência com relação ao pedido de compra, sob o aspecto comercial ou do prazo de entrega, deverá ser antecipadamente negociada com o nosso comprador, num prazo máximo de 02 dias úteis, caso contrário, os materiais serão devolvidos pelo nosso controle de recebimento. 9 LISTA DE FORNECEDORES O fornecedor será considerado homologado, a partir do primeiro fornecimento com pleno atendimento, quanto ao preço contratado, prazo requerido e especificações solicitadas. Cabendo à Coordenação de Compras e Contratos manter atualizada a Lista de Fornecedores homologados por categoria de fornecimento. 10. SISTEMATICA DE AVALIZAÇÃO DE FORNECEDORES Definimos abaixo os objetivos para a qualidade em nossa cadeia de fornecedores, pois acreditamos que a parceria eficaz, entre cliente e fornecedor, traz grandes benefícios a ambos, portanto incentivamos e apoiamos os fornecedores para que tenham um Sistema de Gestão da Qualidade forte e consistente com a realidade atual, no qual a produtividade e a competitividade sejam fundamentais Monitoramento e Desenvolvimento do Fornecedor O SENAI CETIQT faz o monitoramento, desenvolvimento de toda cadeia de fornecedores através de um indicador denominado Indicador de Avaliação de Fornecimento IAF. O indicador IAF, será representado por conceitos aplicados ao fornecedor após a avaliação processada pela Coordenação de Compras e Contratos do SENAI CETQIT, tal avaliação será processada semestralmente, nos meses de agosto e fevereiro O indicador IAF, além de aplicar 05 (cinco) conceitos ao fornecedor será representado pela simbologia gráfica representada no quadro abaixo. INDICADOR DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDOR ÓTIMO IAF maior que 85% BOM IAF menor que 85% e maior que 70% REGULAR PLANO DE AÇÃO IAF menor que 70% e maior que 50% IRREGULAR PLANO DE AÇÃO IAF menor que 50% e maior que 20% RUIM NOTIFICAR IAF menor que 20 % O objetivo maior é garantir a qualidade de fornecimento e adequação da cadeia de fornecedores, para que estes atendam as nossas metas e objetivos traçados com nossos clientes e para que possamos assim, atender as demandas do mercado Critérios de formação do IAF

8 O indicador de avaliação de Fornecimentos será obtido através de critérios objetivos, de custo, qualidade e prazo, que serão computados através da consolidação/compilação das informações de todos os fornecimentos do fornecedor no período de 06 meses e terão como resultado um IAF. Através da seguinte fórmula se obterá o IAF: IAF = (100 X (QFA QF) + (QFI QF) + (QCV QC) ) 3 ONDE: IAF = Indicador de avaliação de fornecimentos QFA = Quantidade de fornecimentos no prazo acordado. QF Quantidade de Fornecimentos QFC = Quantidade de fornecimento sem registro de inconformidade, quanto a especificação e condições comerciais. QC = Quantidade de cotações com participação do fornecedor QCV = Quantidade de cotações vencidas pelo fornecedor. (Custo) 10.3 Desenvolvimentos da Melhoria do Fornecimento Plano de ação. Quando um fornecedor alcançar pontuação abaixo do conceito de bom, ou seja, ficar enquadrado como irregular ou ruim, conforme estabelecido neste manual, o referido fornecedor será informado do resultado e deverá enviar um plano de ação para a coordenação de compras e contratos. No plano de ação o fornecedor deverá apresentar suas justificativas, contemplando: a) Um diagnóstico do caso, devidamente comprovado com documentos que comprovem os dados e fatos relatados; b) Um termo conclusivo da ação de melhoria a ser feita para sanear a problemática encontrada; c) Um plano de implantação de melhoria, demonstrando suas expectativas da data que espera que novos resultados sejam obtidos. Caso não apresente um plano de ação, receberá um decréscimo de 10 pontos de sua média na próxima avaliação. Quando um fornecedor alcançar pontuação abaixo do conceito de irregular, ou seja ficar enquadrado como RUIM, conforme estabelecido neste Manual, o referido fornecedor será notificado a apresentar uma justificativa imediata, sob pena, caso não seja aceita a sua justificativa, ser suspenso por até 02 anos, conforme o item 18 do TCG e regras do Regulamento de Licitações e Contratos do SENAI. 11 FORNECEDORES DE PROCESSOS CRÍTICOS - AUDITADOS Os fornecedores de produtos que impactam diretamente na qualidade final dos serviços prestados pelos laboratórios do SENAI CETIQT, sofrerão avaliações, conforme procedimento específico estabelecido pelo laboratório com referência aos critérios de conformidade (atendimento das especificações) e entrega pelo próprio laboratório

9 do SENAI CETIQT, ficando por conta da coordenação de compras somente a avaliação sob o prisma comercial de fornecedores. Sendo necessário, o laboratório poderá inserir em seu procedimento de avaliação as regras gerais utilizadas e aplicadas pela Coordenação de compras e contratos nesse manual de avaliação de fornecedor. A Coordenação de Compras e Contratos manterá categorizados em listas específicas, os fornecedores credenciados a fornecer produtos e prestar serviços aos laboratórios do SENAI CETIQT. No processamento das Compras Diretas, ao laboratório, a Coordenação de Compras e Contratos consultará os fornecedores cadastrados nas categorias abaixo: É de responsabilidade dos laboratórios, A cada fornecimento ou prestação de serviço, registrar junto a Coordenação de Compras e Contratos, qualquer inconformidade de forma a possibilitar a atualização do cadastro na área de compras dos fornecedores que estejam aptos a participarem do processo de compra. 12. DESCREDENCIAMENTO DO FORNECEDOR Cumprindo as regras do Regulamento de licitações e Contratos do SENAI, os fornecedores estarão sujeitos as penalidades previstas no item 18 do TCG, disponível no As penalidades serão relativizadas, ao fornecedor que venha a permanecer com o índice de Qualidade de Fornecimento (IQF) na condição de ÓTIMO e BOM, estabelecida neste manual. Porém o fornecedor, que por um período consecutivo de 6 meses, tenha se mantido na condição de REGULAR E IRREGULAR, sem a emissão de um plano de ação de adequação para motivar e apresentar soluções dos problemas, estarão sujeitos a categorização como um fornecedor RUIM e sofrer as penalidades previstas ao mesmo. 13. INFORMAÇÕES GERAIS Informação adicionais poderão ser obtidas diretamente no Portal de Compras do SENAI CETIQ ou através dos telefones (21) ou (21) junto à Coordenação de Compras e Contratos Gerencia de Administração do SENAI. Áreas que validaram:

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP 2015 ÍNDICE 1. Introdução... 2 2. Dos Objetivos Específicos... 2 3. Dos Envolvidos

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO ITEM PÁGINA 1 OBJETIVO 1 2 DEFINIÇÃO DOS TERMOS 2 3 REFERÊNCIAS (NORMAS/ LEGISLAÇÃO/ REQUISITOS APLICÁVEIS). 2 4 RESPONSABILIDADES E ATIVIDADES PARA CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS. 3 5 ANÁLISE LABORATORIAL 4

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

Cliente Empreendedorismo Metodologia e Gestão Lucro Respeito Ética Responsabilidade com a Comunidade e Meio Ambiente

Cliente Empreendedorismo Metodologia e Gestão Lucro Respeito Ética Responsabilidade com a Comunidade e Meio Ambiente Código de Ética OBJETIVO Este código de ética serve de guia para atuação dos empregados e contratados da AQCES e explicita a postura que deve ser adotada por todos em relação aos diversos públicos com

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL Valinhos 2013 Introdução: A finalidade deste manual é aprimorar a relação entre a Santa Casa de

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS Foco no cliente interno e parceria com o fornecedor para garantir a satisfação dos clientes, aliado à filosofia de colocar no mercado produtos de

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta Ética das Empresas Concremat contempla os princípios que devem estar presentes nas relações da empresa com seus colaboradores, clientes,

Leia mais

Requisitos Específicos. Sampel Peças Automotivas

Requisitos Específicos. Sampel Peças Automotivas Requisitos Específicos Sampel Peças Automotivas REQUISITOS ESPECÍFICOS Página 2 de 7 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivo... 3 3. Aplicação... 3 4. Documentos de Referência... 3 5. Sistema de Gestão...

Leia mais

Regimento Interno do Sistema

Regimento Interno do Sistema Identificação: R.01 Revisão: 05 Folha: 1 / 14 Artigo 1 - Objetivo do documento 1.1. Este documento tem como objetivo regulamentar as atividades para credenciamento de uma planta de produção com o SELO

Leia mais

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 612, DE 16 DE MARÇO DE 2007. Dispõe sobre a implantação do Sistema de Registro de Preços nas compras, obras e serviços contratados pelos órgãos da

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES

Leia mais

1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO

1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO Aprovado ' Elaborado por Fernando Cianci/BRA/VERITAS em 28/11/2014 Verificado por Jose Eduardo em 28/11/2014 Aprovado por Sandro de Luca/BRA/VERITAS em 04/12/2014 ÁREA GFI Tipo Procedimento Regional Número

Leia mais

Manual de Estágio Supervisionado

Manual de Estágio Supervisionado NEP Manual de Estágio Supervisionado Sumário Apresentação.................................................................... 3 Considerações Iniciais............................................................

Leia mais

ATORES DA LICITAÇÃO POR SRP E IMPLICAÇÕES DO NOVO REGULAMENTO Nº 7.892/2013

ATORES DA LICITAÇÃO POR SRP E IMPLICAÇÕES DO NOVO REGULAMENTO Nº 7.892/2013 1 ATORES DA LICITAÇÃO POR SRP E IMPLICAÇÕES DO NOVO REGULAMENTO Nº 7.892/2013 Por: Flavia Daniel Vianna Advogada especialista e instrutora na área das licitações e contratos administrativos. Pós-graduada

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2016

Questionário de Governança de TI 2016 Questionário de Governança de TI 2016 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13

COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO. Versão 01-13 COMPROMISSO HONESTIDADE PARCERIA TRANSPARÊNCIA CÓDIGO DE ÉTICA INTEGRIDADE VALORES RESPEITO SUCESSO Versão 01-13 1 C Ó D I G O D E É T I C A Introdução A ÉTICA é o ideal de conduta humana, desenvolvido

Leia mais

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições:

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições: 1.0 - CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO BANRISUL Preâmbulo O compromisso é servir como Guia Prático de Conduta Pessoal e Profissional, a ser utilizado por todos os Colaboradores do Banrisul, possibilitando a

Leia mais

Orientações Estruturantes

Orientações Estruturantes Ministério do Esporte Programa Esporte e Lazer da Cidade PELC & Vida Saudável Orientações Estruturantes 2016 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E PROJETO TÉCNICO PEDAGÓGICO...3 3. RELAÇÃO

Leia mais

Hemobrás. ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade

Hemobrás. ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade Programa da Qualidade Página 1/20 ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade REVISADO POR RUBRICA DATA Nome: Renato César Vieira de sousa / /

Leia mais

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15 ética Programa de Integridade 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Última atualização em: Circular Bancoob Página: 1/15 Índice Título 1: Apresentação... 3 Título 2: Risco da prática de atos lesivos contra

Leia mais

Manual de Compras. Hospital Estadual da Criança

Manual de Compras. Hospital Estadual da Criança Manual de Compras Hospital Estadual da Criança 2015 1 1- OBJETIVO Definir diretrizes e procedimentos para as compras de materiais e contratação de serviços, visando: A) Diminuição de custos; B) Racionalização

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS 1. INTRODUÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS Em atendimento à Instrução CVM nº 497, de 03 de junho de 2011], o presente Manual dispõe sobre os procedimentos e regras

Leia mais

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda:

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda: 1 DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009 Regulamenta, no âmbito da Administração pública municipal, o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº. 8.666, de 21 de junho de 1993, e

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES COM RECURSOS PÚBLICOS FUNDAÇÃO SICREDI

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES COM RECURSOS PÚBLICOS FUNDAÇÃO SICREDI REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES COM RECURSOS PÚBLICOS FUNDAÇÃO SICREDI A FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E CULTURAL DO SISTEMA DE CRÉDITO COOPERATIVO FUNDAÇÃO SICREDI, institui o presente

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo PROCEDIMENTO VERSÃO Nº ATA Nº APROVAÇÃO DATA DATA DA VIGÊNCIA 08 20/06/2013 28/06/2013 LOGÍSTICA FSL DANIEL DE SOUZA SANTIAGO FSL SUMÁRIO 1. RESUMO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...

Leia mais

Cadastro do currículo do Bolsista na Plataforma Lattes

Cadastro do currículo do Bolsista na Plataforma Lattes PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EDITAL 7/2016 PROBITI/FAPERGS (Conforme Normas do Programa PROBITI) A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG) da Universidade de Santa Cruz do Sul torna

Leia mais

POLÍTICA DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES INVEPAR. A melhor forma de usar nossos recursos.

POLÍTICA DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES INVEPAR. A melhor forma de usar nossos recursos. POLÍTICA DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES INVEPAR. A melhor forma de usar nossos recursos. 1. OBJETIVO Este documento tem a finalidade de estabelecer diretrizes para a aquisição de bens e serviços nas empresas

Leia mais

Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo.

Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo. ATO 994/07 Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo. Considerando a Lei Federal nº 6.494, de 07/12/1977, que dispõe sobre o estágio de estudantes de ensino superior,

Leia mais

C o t a ç ã o E l e t r ô n i c a V i l l a r e s M e t a l s

C o t a ç ã o E l e t r ô n i c a V i l l a r e s M e t a l s C o t a ç ã o E l e t r ô n i c a V i l l a r e s M e t a l s M a n u a l d o F o r n e c e d o r Portal de Compras Página 1 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Informações importantes... 3 3. Acessando o portal...

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATOS

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATOS REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATOS REGULAMENTO PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS, SERVIÇOS, COMPRAS E ALIENAÇÕES DO INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL BAIANO IDSB. O Instituto de Desenvolvimento Sustentável

Leia mais

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Cadastro Nacional de Empresas Comprometidas

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo.

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 087, de 03 de maio de 2002. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

Educa Mais Brasil REGULAMENTO

Educa Mais Brasil REGULAMENTO Educa Mais Brasil REGULAMENTO 2015 Regulamento do Programa EDUCA MAIS BRASIL I DO PROGRAMA Art. 1.º - O Programa EDUCA MAIS BRASIL é um programa de INCLUSÃO EDUCACIONAL e tem por objetivos: I estimular

Leia mais

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições:

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições: 1.0 - CÓDIGO DE ÉTICA DO BANRISUL Preâmbulo O compromisso maior da instituição deve ser o de possibilitar continuamente a consecução de sua missão, a saber: Ser o agente financeiro do Estado para promover

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO

MINUTA DE RESOLUÇÃO. Capítulo I DO OBJETO MINUTA DE RESOLUÇÃO Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso

Leia mais

CHAMADA PARA O PROCESSO DE INSCRIÇÃO 2014/2015 DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FUNCAP

CHAMADA PARA O PROCESSO DE INSCRIÇÃO 2014/2015 DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FUNCAP CHAMADA PARA O PROCESSO DE INSCRIÇÃO 2014/2015 DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA FUNCAP CHAMADA Nº. 13/2013 DETALHAMENTO GERAL INTRODUÇÃO A (FUNCAP), vinculada

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. BADESUL Desenvolvimento S.A- Agência de Fomento 0800 642 6800 - Rua Gen. Andrade Neves, 175 - Porto Alegre - RS - CEP: 90010-210

CÓDIGO DE ÉTICA. BADESUL Desenvolvimento S.A- Agência de Fomento 0800 642 6800 - Rua Gen. Andrade Neves, 175 - Porto Alegre - RS - CEP: 90010-210 CÓDIGO DE ÉTICA Introdução O Código de Ética do BADESUL explicita os valores éticos que regem o desempenho de sua missão: Contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul, através

Leia mais

7 SPDM ASSOCIAÇÃO PAULISTA PARA O DESENVOLVIMENTO DA MEDICINA Programa de Atenção Integral à Saúde

7 SPDM ASSOCIAÇÃO PAULISTA PARA O DESENVOLVIMENTO DA MEDICINA Programa de Atenção Integral à Saúde REGULAMENTO DE COMPRAS e CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS DAS UNIDADES SOB GERENCIAMENTO DA O.S.S. SPDM ASSOCIAÇÃO PAULISTA PARA O DESENVOLVIMENTO DA MEDICINA PROGRAMA DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE A SPDM

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade

Leia mais

Guia do Fornecedor. WBC Public Pregão eletrônico

Guia do Fornecedor. WBC Public Pregão eletrônico Guia do Fornecedor WBC Public Pregão eletrônico As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas a mudança sem aviso prévio.

Leia mais

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: ENSINO MÉDIO DA USC PIBIC/EM 2015/2016

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: ENSINO MÉDIO DA USC PIBIC/EM 2015/2016 PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: ENSINO MÉDIO DA USC PIBIC/EM 2015/2016 A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade do Sagrado Coração torna público o presente Edital de abertura de inscrições,

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários

MERCADO DE CAPITAIS. de administração de carteiras de valores mobiliários MERCADO DE CAPITAIS 01/04/2015 CVM edita a Instrução nº 558/15, que regula a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários A Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) divulgou, em 26 de

Leia mais

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL.

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Período 2015/2016 O Diretor da Santa Casa de Misericórdia de Sobral,

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS Art. 1º Este regulamento aplica os procedimentos e os princípios observados pelo Instituto

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE

EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE Sumário: 1. Apresentação 2. Finalidade do Prêmio 3. A quem se destina 4. Requisitos de elegibilidade para inscrição 5. Critérios de Avaliação 6.

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA 03/2016 BOLSAS DE FORMAÇÃO DE MESTRADO E DOUTORADO

CHAMADA PÚBLICA 03/2016 BOLSAS DE FORMAÇÃO DE MESTRADO E DOUTORADO CHAMADA PÚBLICA 03/2016 BOLSAS DE FORMAÇÃO DE MESTRADO E DOUTORADO A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás - FAPEG, conforme decisão de seu Conselho Superior torna público o lançamento do presente

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

2.2. O credenciamento será processado de acordo com a observância dos seguintes procedimentos:

2.2. O credenciamento será processado de acordo com a observância dos seguintes procedimentos: UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS FUNDAÇÃO DE APOIO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DO TOCANTINS Rede UFTec Tecendo Inovações EDITAL Nº 001/2015 CREDENCIAMENTO DE PESQUISADORES I. O Programa UFTec é uma iniciativa

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA FAPEG N 11/2012 ACORDO CAPES/FAPEG. Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu

CHAMADA PÚBLICA FAPEG N 11/2012 ACORDO CAPES/FAPEG. Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu CHAMADA PÚBLICA FAPEG N 11/2012 ACORDO CAPES/FAPEG Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás FAPEG, conforme decisão de seu Conselho Superior,

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ITAÚNA - MG Edital de Chamamento para Cadastro nº 01/2013

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ITAÚNA - MG Edital de Chamamento para Cadastro nº 01/2013 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ITAÚNA - MG Edital de Chamamento para Cadastro nº 01/2013 Edital de convocação de Pessoas Jurídicas para inscrição e atualização do Cadastro de Fornecedores do Município de Itaúna.

Leia mais

ACERP Diretoria Administrativa e Financeira Gerência de Logística Núcleo de Suprimento Norma de Suprimentos

ACERP Diretoria Administrativa e Financeira Gerência de Logística Núcleo de Suprimento Norma de Suprimentos ACERP Diretoria Administrativa e Financeira Gerência de Logística Núcleo de Suprimento Norma de Suprimentos OBJETIVO Estabelecer Normas e Procedimentos sobre a aquisição de Bens e Serviços visando assegurar

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Janeiro de 2007 GLOSSÁRIO... 9 CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES... 14 1. ASPECTOS GERAIS... 14 1.1 APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS... 14 2. CADASTRO DE PARTICIPANTES...

Leia mais

Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A.

Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. Contrato de Confidencialidade e Autorização para Divulgação de Informações dos Usuários BIVA SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. 1. Quem somos Biva Serviços Financeiros S.A. ( BIVA ) é uma plataforma online de prestação

Leia mais

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência Código de Ética Conduzimos nossos negócios dentro de uma estrutura de padrões profissionais, legislações, regulamentações e políticas internas. Entretanto, temos consciência que essas normas não necessariamente

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) Março 2011 GLOSSÁRIO ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE COMPRAS, CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS E AQUISIÇÃO DE BENS COM EMPREGO DE RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE COMPRAS, CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS E AQUISIÇÃO DE BENS COM EMPREGO DE RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE COMPRAS, CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS E AQUISIÇÃO DE BENS COM EMPREGO DE RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO Art. 1º - O presente regulamento

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING O Código de Conduta Ética é um instrumento destinado a aperfeiçoar os relacionamentos da organização e elevar o clima de confiança nela existente. Este Código tem

Leia mais

PASSO A PASSO PARA CREDENCIAMENTO DE DOCENTES PARA INGRESSO E ATUAÇÃO NOS PROGRAMAS DA COPPE 1 PROFESSOR PLENO

PASSO A PASSO PARA CREDENCIAMENTO DE DOCENTES PARA INGRESSO E ATUAÇÃO NOS PROGRAMAS DA COPPE 1 PROFESSOR PLENO PASSO A PASSO PARA CREDENCIAMENTO DE DOCENTES PARA INGRESSO E ATUAÇÃO NOS PROGRAMAS DA COPPE 1 O candidato deve: PROFESSOR PLENO A Preparar Plano de Ensino e Pesquisa; B - Curriculum Vitae do docente anexando

Leia mais

TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013

TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013 TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013 1. DO TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 1.1 A Fundação de Ciência e Tecnologia, torna público o presente Termo de Dispensa de Licitação, autorizada no expediente

Leia mais

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador;

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador; 1) INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM Nº 308, de 14 de maio de 1999, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI na Administração Pública Federal - Ciclo 2016 (322491) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 18/05/2016 16:38:00 Endereço IP: 200.198.193.162

Leia mais

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016.

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016. Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que irão promover a imagem global do Brasil, baseados

Leia mais

Art. 2º Este Ato Normativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Art. 2º Este Ato Normativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. ATO NORMATIVO Nº 92 13 de agosto de 2007 Aprova o Regulamento do Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e dá outras providências. O Presidente do TRIBUNAL

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015

CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015 CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas cooperativas de crédito para instrução de processos referentes a pedidos de autorização e dá outras providências.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 24,

Leia mais

EDITAL N.º 05/2015/COPQ/PROPP/UFGD Dourados/MS, 02 de março de 2015.

EDITAL N.º 05/2015/COPQ/PROPP/UFGD Dourados/MS, 02 de março de 2015. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COORDENADORIA DE PESQUISA EDITAL N.º 05/2015/COPQ/PROPP/UFGD Dourados/MS, 02 de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (Aprovado na RCA de 14.06.2010 e alterado nas RCAs de 25.04.2012, 22.04.2013, 28.10.2013

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Ministério da Fazenda Comissão de Valores Mobiliários INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Estabelece normas e procedimentos para a organização e o funcionamento das corretoras de mercadorias. O

Leia mais

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. Página 1

REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA. Março 2014. Página 1 REGULAMENTO DA CÂMARA DE REGISTRO, COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CÂMBIO DA BM&FBOVESPA Março 2014 Página 1 ÍNDICE CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES... 3 CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES DA CÂMARA... 6 CAPÍTULO

Leia mais

Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES

Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Brasília 2012 Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Brasília 2012 Edital SENai SESi de inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES 3 1)

Leia mais

REGULAMENTO DE CONTRATAÇÕES DE COMPRAS E SERVIÇOS - VERSÃO: 02

REGULAMENTO DE CONTRATAÇÕES DE COMPRAS E SERVIÇOS - VERSÃO: 02 REGULAMENTO DE CONTRATAÇÕES DE COMPRAS E SERVIÇOS - VERSÃO: 02 Disponibilizamos a política de orientações institucionais para a contratação de serviços de terceiros (Compras), tanto para serviços como

Leia mais

Universidade Federal da Integração Latino Americana MANUAL DO ESTAGIÁRIO

Universidade Federal da Integração Latino Americana MANUAL DO ESTAGIÁRIO Universidade Federal da Integração Latino Americana MANUAL DO ESTAGIÁRIO MANUAL DO ESTAGIÁRIO PROGRAD - Pró-Reitoria de Graduação DEAC - Divisão de Estágios e Atividades Complementares Sumário 1. Apresentação...

Leia mais

Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor.

Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor. MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 1 / 9 Nome do Documento FINALIDADE SAC Atendimento ao Cliente Estabelecer em procedimento o atendimento ao cliente da Gradual Corretora; Assegurar meio de comunicação

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Coordenadoria Geral de Estágios

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Coordenadoria Geral de Estágios DIRETRIZES E NORMAS PARA A ATIVIDADE DE ESTÁGIO NA PUC-SP Aprovadas pelo CEPE, em 11 de fevereiro de 2009 I INTRODUÇÃO A LDB trouxe à discussão a flexibilização curricular, a valorização da experiência

Leia mais

Edital FAPERJ n.º 17/2010 Parceria CAPES/FAPERJ PROGRAMA EQUIPAMENTO SOLIDÁRIO CAPES/FAPERJ 2010

Edital FAPERJ n.º 17/2010 Parceria CAPES/FAPERJ PROGRAMA EQUIPAMENTO SOLIDÁRIO CAPES/FAPERJ 2010 Edital n.º 17/2010 Parceria / PROGRAMA EQUIPAMENTO SOLIDÁRIO / 2010 O Ministério da Educação, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, e o Governo do Estado do Rio de Janeiro,

Leia mais

REITORIA EDITAL Nº 21/2015 FOMENTO À PESQUISA VINCULADA AOS PROGRAMAS STRICTO SENSU

REITORIA EDITAL Nº 21/2015 FOMENTO À PESQUISA VINCULADA AOS PROGRAMAS STRICTO SENSU REITORIA EDITAL Nº 21/2015 FOMENTO À PESQUISA VINCULADA AOS PROGRAMAS STRICTO SENSU O Reitor da Universidade Vila Velha UVV torna público a todos os interessados que estão abertas, de 10 de junho de 2014

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011.

RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011. RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011. Dispõe sobre Criação de Regimento Interno da Comissão de Ética no Uso de Animais - CEUA/URI. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI,

Leia mais

Nota Fiscal Cidadã Manual do Registro de Reclamações

Nota Fiscal Cidadã Manual do Registro de Reclamações Nota Fiscal Cidadã Manual do Registro de Reclamações Versão 6 Objetivo do Manual Orientar sobre os procedimentos necessários para comunicação à SEFA da ocorrência de infrações à legislação do Programa

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Janeiro de 2014 Versão 1.3 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

No Sistema Participativo de Garantia as avaliações da conformidade visam:

No Sistema Participativo de Garantia as avaliações da conformidade visam: MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO SISTEMA PARTICIPATIVO DE GARANTIA DA QUALIDADE ORGÂNICA E BIODINÂMICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGRICULTURA BIODINÂMICA - VERSÃO 5 No Sistema Participativo de Garantia as avaliações

Leia mais

1. OBJETO...3 2. PREAMBULO...3 3. CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO...3 4. OFICIALIZAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO...3 5. PAGAMENTO, FORMAS E CONDIÇÕES...

1. OBJETO...3 2. PREAMBULO...3 3. CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO...3 4. OFICIALIZAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO...3 5. PAGAMENTO, FORMAS E CONDIÇÕES... ConsultoriaTecnológicaConsultoriaTecnológicaConsultoriaTecnológicaConsultoriaTecnológicaCons ultoriatecnológicaconsultoriatecnológicaconsultoriatecnológicaconsultoriatecnológicaconsultori atecnológicaconsultoriatecnológicaconsultoriatecnológicaconsultoriatecnológicaconsultoriatec

Leia mais

1. Princípios que regem o Regulamento de Compras, Contratação de Obras e Serviços; 2. Da Obrigatoriedade de Aplicação do Regulamento de Compras,

1. Princípios que regem o Regulamento de Compras, Contratação de Obras e Serviços; 2. Da Obrigatoriedade de Aplicação do Regulamento de Compras, 1. Princípios que regem o Regulamento de Compras, Contratação de Obras e Serviços; 2. Da Obrigatoriedade de Aplicação do Regulamento de Compras, Contratação de Obras e Serviços; 3. Da Comissão de Compras,

Leia mais

Manual Básico do Estagiário Modalidades: Obrigatório e Não obrigatório Lei Federal nº. 11.788/2008 Lei Municipal nº. 10.724/2009

Manual Básico do Estagiário Modalidades: Obrigatório e Não obrigatório Lei Federal nº. 11.788/2008 Lei Municipal nº. 10.724/2009 PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERABA SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DEPARTAMENTO CENTRAL DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DE ESTÁGIO Manual Básico do Estagiário Modalidades: Obrigatório e Não obrigatório

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS 1. O CÓDIGO Este Código de Ética (Código) determina as práticas e padrões éticos a serem seguidos por todos os colaboradores da SOMMA INVESTIMENTOS. 2. APLICABILIDADE Esta política é aplicável: 2.1. A

Leia mais

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 1 APRESENTAÇÃO As exposições sujeitas ao risco de crédito são grande parte dos ativos da COOPERFEMSA, por isso, o gerenciamento do risco dessas exposições é fundamental para que os objetivos da Cooperativa

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE AUDITORIA APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO 3 II OBJETO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACULDADE DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE Dispõe sobre o regimento interno da Comissão de Iniciação Científica da Faculdade

Leia mais

Circular 407/2011 São Paulo, 06 de Dezembro de 2011.

Circular 407/2011 São Paulo, 06 de Dezembro de 2011. Circular 407/2011 São Paulo, 06 de Dezembro de 2011. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) REORGANIZAÇÃO DO CADASTRO MUNICIPAL ÚNICO DE ENTIDADES PARCEIRAS DO TERCEIRO SETOR - CENTS Diário Oficial da Cidade Nº

Leia mais

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107

PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PUBLICADO DOC 17/11/2011, PÁG 107 PROJETO DE RESOLUÇÃO 03-00023/2011 da Mesa Diretora Institui no âmbito da Câmara Municipal de São Paulo Sistema de Consignação Facultativa em Folha de Pagamento na modalidade

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA PRAD Nº 2 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2014. Prof. Sidnei Azevedo de Souza Pró-Reitor de Administração PRAD/UFGD

INSTRUÇÃO NORMATIVA PRAD Nº 2 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2014. Prof. Sidnei Azevedo de Souza Pró-Reitor de Administração PRAD/UFGD MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA PRAD Nº 2 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2014 Dispõe sobre o Rol de Atribuições da Pró-Reitoria de Administração (PRAD) da Fundação Universidade Federal da Grande Dourados

Leia mais

PROCESSO SELETIVO Nº 23/2014

PROCESSO SELETIVO Nº 23/2014 Página 1 de 8 PROCESSO SELETIVO Nº 23/2014 O Serviço Social do Comércio Sesc Administração Nacional, Instituição de Direito Privado, torna público que, nos termos das Resoluções Sesc nº 1163 de 2008 e

Leia mais

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO Nº 0070-2011-01

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO Nº 0070-2011-01 COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO Nº 0070-2011-01 DRH-SN 0070-2011-01 PROFESSOR DE ENSINO SUPERIOR AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL/GESTÃO DE PROJETOS R$ 40,47 POR AULA (*) ver disposições finais FORMAÇÃO DE CADASTRO

Leia mais