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1 Índice 1. Introdução... p.2 2. Orientações programáticas do 1º Ciclo do Ensino Básico... p Finalidades... p Princípios Orientadores... p Propostas de operacionalização curricular... p Orientações Metodológicas... p Relação com os Pedagogos... p Conclusão... p Anexos... p Bibliografia... p.117

2 1. Introdução Nos últimos anos, vários relatórios divulgados por organismos internacionais, contendo diagnósticos e recomendações, têm exercido grande influência nas políticas educativas de diferentes países. Em Portugal, a própria noção de reforma tem vindo a ser abandonada, sendo considerada incongruente com a urgência e a agilidade dos processos de decisão tendentes à recuperação do atraso enunciado por esses relatórios. Daqui tem decorrido a implementação de medidas de alta velocidade, baseadas numa lógica de racionalização, nomeadamente, o encerramento de escolas de pequena dimensão situadas em meio rural e o Programa Escola a Tempo Inteiro, as quais evidenciam a dominância de uma lógica de satisfação do cliente em detrimento de uma lógica dos direitos dos cidadãos. Neste sentido, sustenta-se que estas medidas têm sonegado direitos de cidadania às populações rurais e em particular às crianças, pois, ao intensificarem o tradicional modelo escolar, as crianças tendem a ser vistas apenas como alunos/futuros cidadãos e não como crianças/cidadãos no presente. Ou seja, a escola tende a ser vista como o espaço de educação para a cidadania e não como o espaço da própria cidadania. Foi neste sentido que nos decidimos debruçar sobre a análise das Orientações Programáticas do Ensino da Música no 1º Ciclo do Ensino Básico, pois este documento surge como uma das reformas do ensino em Portugal 1, sob influência dos organismos internacionais e queremos verificar a sua aplicabilidade nas escolas que temos (conhecemos) e com os equipamentos que elas disponibilizam, mediante a nossa experiência. Permitir o acesso das crianças a um ensino musical correctamente orientado, despertando para a sensibilidade dos sentidos e estimulando o sentido estético, crítico e criativo dos alunos, foi uma questão já vista por outros países, mas só agora Portugal segue essa tendência. Antes desta reforma, a música era uma actividade curricular, ministrada pelo próprio professor da turma; hoje, a música é uma actividade de enriquecimento curricular (portanto, não curricular), com um programa específico e especializado e leccionada por um professor com habilitações suficientes ou profissionais. Da leitura exaustiva do documento, constatamos que são seguidas várias 1 Ver Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais (ME-DEB, 2001) pp.165,166 2

3 metodologias de pedagogos musicais conhecidos que especificaremos ao longo do trabalho. 3

4 2. Orientações programáticas da Música no 1º Ciclo do Ensino Básico 2.1. Finalidades São finalidades do ensino da Música no 1º ciclo do Ensino Básico: Desenvolver competências de discriminação auditiva abrangendo diferentes códigos, convenções e terminologias existentes nos mundos da música; Desenvolver competências vocais e instrumentais diversificadas, tendo em conta as diferentes épocas, estilos e culturas musicais do passado e do presente; Desenvolver competências criativas e de experimentação; Desenvolver competências transversais no âmbito da interligação da música com outras artes e áreas do saber; Desenvolver o pensamento musical Princípios orientadores São princípios orientadores das práticas musicais no 1º ciclo do Ensino Básico: O desenvolvimento da imaginação e da criatividade da criança, através de experiências diversificadas; O alargamento do quadro de referências artísticas e culturais da criança; O aproveitamento dos conhecimentos e competências da criança realizadas em diferentes contextos formativos, formais e não formais; A escolha de repertório musical de qualidade abrangendo épocas, estilos, culturas e efectivos instrumentais diversificados; A utilização de terminologias adequadas a épocas, estilos e contextos artísticos; A programação de actividades inclusivas atendendo à diversidade existente como por exemplo as questões de género, as questões de identidade sóciocultural, a aptidão musical e as necessidades educativas especiais; 4

5 A promoção de um ambiente educativo de conhecimento e de respeito pelo outro; A articulação do ensino da música com outras áreas do saber artístico, científico, humanístico e tecnológico; A valorização do património artístico, em particular, o património musical português; O respeito pelos direitos de autor; A colaboração com diferentes instituições (escolares, artísticas e outras) bem como com criadores, intérpretes, produtores e técnicos no desenvolvimento de projectos artísticos. Na planificação das actividades musicais considera-se fundamental que o professor tenha em conta: o que os alunos vão aprender; como vão aprender; o repertório que vão estudar; as competências adquiridas e outros resultados da aprendizagem Propostas de operacionalização curricular De acordo com o Currículo Nacional do Ensino Básico, as aprendizagens e as competências que as crianças vão adquirindo e desenvolvendo ao longo do 1º ciclo do ensino Básico apresentam-se em torno de quatro organizadores: Percepção sonora e musical Interpretação e comunicação Experimentação e criação Culturas musicais nos contextos Os organizadores estão concebidos de uma forma interdependente conforme ilustra a figura seguinte: 5

6 Neste contexto, e procurando explicitar resultados de aprendizagem por organizador, a criança ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico: Quanto à percepção sonora e musical: Explora e identifica os elementos básicos da música; Identifica auditivamente características rítmicas, melódicas, harmónicas e formais; Identifica auditivamente e visualmente os instrumentos musicais utilizados em diferentes épocas, estilos e culturas musicais; Lê e escreve notação convencional e não convencional; Utiliza vocabulário e simbologias apropriadas para descrever e comparar diferentes tipos de sons e peças musicais de estilos e géneros similares. Quanto à interpretação e comunicação: Canta individualmente e em grupo, canções e melodias de diferentes épocas, estilos e culturas musicais utilizando a memória e a leitura musical; Toca instrumentos acústicos e electrónicos, convencionais e não convencionais, individualmente e em grupo, na interpretação de música instrumental ou vocal acompanhada; Comenta audições de música gravada e ao vivo de acordo com os conceitos adquiridos e códigos e convenções que conhece; Interpreta obras musicais que interliguem diferentes formas de arte; 6

7 Apresenta e interpreta publicamente, na escola e/ou comunidade, obras vocais e instrumentais. Quanto à criação e experimentação: Explora e organiza diferentes tipos de materiais sonoros para expressar determinadas ideias, sentimentos e atmosferas utilizando estruturas e recursos técnico-artísticos elementares, partindo da sua experiência e imaginação; Explora ideias sonoras e musicais partindo de determinados estímulos e temáticas; Inventa, cria e regista pequenas composições e acompanhamentos; Aplica conceitos, códigos, convenções e símbolos utilizando a voz, instrumentos acústicos, electrónicos, e as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para a criação de pequenas peças musicais partindo de determinadas formas e estruturas de organização sonora e musical; Regista em suportes áudio e vídeo as criações realizadas para avaliação e aperfeiçoamento. Quanto às culturas musicais nos contextos: Reconhece a música como parte do quotidiano e as diferentes funções que ela desempenha; Identifica estilos, épocas e culturas musicais diferenciadas e os contextos onde se inserem; Recolhe informação sobre processos vários de criação e interpretação de diferentes tipos de música Orientações Metodológicas As orientações metodológicas apresentadas no programa de Música do 1º ciclo do Ensino Básico fomentam e desenvolvem a apropriação dos saberes diferenciados inerentes ao desenvolvimento da literacia musical, nos campos da audição, da prática vocal, da prática instrumental, do movimento corporal, da experimentação, improvisação e composição, da relação com outras áreas do saber, dos projectos 7

8 artísticos, da criação de materiais digitais, da avaliação e da promoção de parcerias e do trabalho em rede. A audição é um dos aspectos centrais na aprendizagem musical. Aprender a escutar, dar nome ao que se ouve, relacionar e organizar sons e experiências realizadas, são capacidades essenciais à formação musical da criança. Os jogos de exploração e vivências musicais são pontos de partida para a aquisição de conceitos que enriquecem a linguagem e pensamento musical. A prática vocal constitui a base da expressão e educação musical no 1º ciclo. É uma actividade de síntese na qual se vivem momentos de profunda riqueza e bem-estar, sendo a voz o primeiro instrumento que as crianças irão explorar. As aprendizagens devem ser realizadas através de bons modelos tendo em conta a afinação, a diccção, o fraseado e a expressividade. A prática instrumental é outra dimensão importante na aprendizagem e no desenvolvimento das competências da criança. A criança deve aceder a um conjunto alargado de instrumentos, acústicos ou electrónicos, de boa qualidade de modo a multiplicar as possibilidades da prática instrumental, não se limitando, portanto, ao instrumental Orff e aos objectos sonoros construídos pela criança. As qualidades sonoras de materiais e objectos são o ponto de partida para jogos de exploração em que a criança selecciona, experimenta e utiliza o som. Ao juntar diferentes elementos, introduzindo-lhes modificações, inicia a construção de fontes sonoras elementares, de sua iniciativa ou por sugestão do professor. O movimento corporal é uma forma privilegiada e natural para a criança se expressar e comunicar o que ouve. Todos os matizes sonoros podem ser vivenciados, sendo, para a maioria das crianças, a melhor forma de sentir e conhecer a música. O movimento, a dança, a percussão corporal são meios de que o professor dispõe para desenvolver a sua musicalidade. A experimentação, a improvisação e a composição são outros aspectos essenciais no desenvolvimento das aprendizagens e das competências artístico-musicais. Sendo os jogos de exploração a base do desenvolvimento das capacidades musicais, 8

9 devem ser gradualmente complementadas por propostas visando o domínio de aspectos essenciais à vivência musical da criança na escola: - desenvolvimento auditivo; - expressão e criação musical; - representação do som; A relação com outras áreas de saber é um meio aglutinador de diferentes saberes e conhecimentos que servem para despoletar a curiosidade e o conhecimento acerca dos modos como nos outros saberes se utilizam, manipulam e inventam ideias e conceitos. A realização de projectos artísticos diversificados como concertos, recitais e espectáculos músico-teatrais é um outro tipo de instrumento fundamental para a articulação com diferentes saberes e competências, de modo a fomentar as práticas artísticas no interior da sala e na comunidade. A criação de materiais digitais é um factor importante para envolver activamente a criança nas aprendizagens e nas actividades artísticas. Como exemplo destes materiais destacam-se a criação de um blogue, de uma folha informativa, de uma página na internet, de pequenos textos sobre as obras que interpretam, de exposições, de CD s e DVD s. Além disso, a criação de diferentes tipos de materiais facilita a partilha de experiências, na discussão e no envolvimento da turma, escola, pais e comunidade onde a criança se insere, bem como uma das formas possíveis de intercâmbio com outras escolas e contextos. A avaliação deve estar relacionada com as concepções pedagógicas ou curriculares que lhes servem de base para práticas coerentes. A avaliação das actividades musicais deve assumir-se como uma avaliação formativa e não quantitativa q ue se pode definir como um dispositivo de regulação das aprendizagens no sentido dos objectivos que se pretendem alcançar. É essencial contemplar no processo de avaliação o desenvolvimento de competências no que se refere à compreensão conceptual, e às actividades que envolvam a audição, a interpretação e a criação. 9

10 A promoção de parcerias e do trabalho em rede com criadores, intérpretes, grupos e instituições educativas e culturais, construtores de instrumentos, museus, entre outros, é um meio privilegiado para o incremento nas aprendizagens, desenvolvimento das competências e das práticas artísticas. 10

11 3. Relação com os Pedagogos De acordo com as várias teorias desenvolvidas para a área da Educação Musical, pedagogos musicais como Dalcroze, Kodály, Edgar Willems, Carl Orff, Jos Wuytack, entre outros, são responsáveis por metodologias direccionadas para o ensino da música. Estas estão presentes ao longo das orientações programáticas, nomeadamente: As sugestões de recursos a utilizar a nível de repertório são A Canção Popular Portuguesa de Fernando Lopes Graça e o Cancioneiro Popular Português de Michel Giacometti com a finalidade de que a criança seja capaz de utilizar técnicas instrumentais simples, interpretar diferentes tipos de música tradicional e de conhecer instrumentos e repertório tradicional de diferentes zonas do país. O pedagogo que preconiza o uso da música folclórica como a base da expressão musical nacional em todos os níveis de educação e que a actividade base na aula deve ser essencialmente vocal é Zóltan Kodály. As sugestões de actividades centradas no desenvolvimento de competências nos domínios da audição e interpretação são o recurso a fontes sonoras tais como a voz e instrumentos musicais de altura definida e indefinida e a repertório como por exemplo Jogos de crianças de G. Bizet, História de Babar de F. Poulenc com a finalidade de que a criança aprenda a ouvir identificando as qualidades musicais do som, a combinar alturas, durações, dinâmicas, tempos e texturas para descrever determinados tipos de situações. O pedagogo que preconiza o desenvolvimento do sentido auditivo e a posterior expressão musical é Jacques Dalcroze. As sugestões relativas à percepção sonora e musical, prevêem a leitura e escrita em notação convencional e não convencional. O pedagogo que preconiza uma pedagogia musical activa com grande imaginação criativa e que cria e desenvolve o musicograma, utilizando esquemas gráficos coloridos é Jos Wuytack. 11

12 As sugestões relativas à prática instrumental sugerem o recurso ao instrumental Orff com a finalidade da criança aceder a um conjunto alargado de instrumentos. Poderá também ser criado um ensemble instrumental constituído por instrumentos tradicionais portugueses, ensemble de cordas, ensemble de sopros ou ensemble de percussão. Relativamente ao movimento corporal, o desenvolvimento físico-motor deve ser dinamizado através de movimento, danças e dramatizações pois é essencial para a aprendizagem e interpretação musical. O pedagogo que preconiza uma teoria musical assente na tríade palavra, som e movimento e que tem como ponto de partida as palavras, as canções e as danças de roda, bem como utiliza instrumentos de percussão é Carl Orff. As sugestões a nível do enriquecimento das aprendizagens contemplam a assistência a concertos dados por diferentes grupos em que a voz tem participação activa; o convite a cantores para se deslocarem à escola de modo a partilhar informação sobre diferentes técnicas vocais; a criação de um grupo vocal na escola e a realização de concertos na escola e na comunidade. O pedagogo que baseia a sua teoria nas experiências simultâneas da evolução musical, da psicologia e das tendências sociais, assim como a actividade pedagógica se deve centrar nas canções, na audição e no desenvolvimento do ritmo é Edgar Willems. 12

13 4. Conclusão As actividades de Expressão e Educação Musical no 1.º Ciclo do Ensino Básico, salvo algumas excepções, têm sido frequentemente encaradas pelos docentes como actividades secundárias na formação das crianças ou apenas como momentos de diversão que complementam as actividades de natureza cognitiva. Por outro lado, esta área curricular tem registado, desde sempre no 1.º Ciclo, enormes carências em termos técnicos e materiais. Após a leitura das Orientações programáticas da Música no 1º Ciclo e com base na nossa experiência, concluímos que muitas das actividades propostas neste documento não são de realização fácil. As escolas não se encontram devidamente equipadas de modo a multiplicar as possibilidades da prática instrumental. Sendo assim, como pode contemplar no programa um ensemble instrumental se algumas escolas apenas possuem um Kit de percussão de baixa qualidade? Além disso, a criação de materiais digitais ou de outro tipo é uma tarefa que deixa muito a desejar... A carga horária semanal é muito limitada (90 minutos) e o material de suporte digital é escasso. Relativamente à aprendizagem da prática vocal, torna-se uma actividade complexa. O canto a mais que uma voz com acompanhamento instrumental ou a cappela são projectos a serem realizados a longo prazo e que exigem a presença de instrumentos harmónicos, o que não é possível concretizar visto que o tempo e os materiais são reduzidos. A Expressão e Educação Musical constitui o ponto de partida de um processo formativo estruturado que visa contribuir para o desenvolvimento de cada criança, permitindo-lhe desenvolver o campo de possibilidades de interpretação do mundo, de exprimir o pensamento e de criar. Neste sentido, a área curricular de Expressão e Educação Musical procura que, através do próprio corpo ou através de instrumentos musicais, as crianças tenham acesso a um conjunto de vivências que lhes permita potencializar as suas capacidades, dominando progressivamente as suas potencialidades psicomotoras. Assim, tal como preconiza o Programa, a experimentação e o domínio progressivo das possibilidades do corpo e da voz deverão proporcionar às crianças o enriquecimento das vivências sonoro-musicais, estimulando a criatividade e o desenvolvimento da sensibilidade e do sentido estético. 13

14 5. Anexos 14

15 6. Bibliografia AMARAL, António, MARTINS, Albino Música I. Livro do Professor, Porto Editora, 2001 SOUSA, Maria do Rosário Metodologias do Ensino da Música para crianças, Gailivro, Gaia, 1999 URL: (20 de Janeiro de 2009) URL: /88/comp_essenc_EducacaoArtistica.pdf (20 de Janeiro de 2009) URL: (20 de Janeiro de 2009) 15

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