Departamento de Prestação de Contas de Convênios, Termos e Acordos de Cooperação DPC1. Oficina sobre Prestação de Contas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Departamento de Prestação de Contas de Convênios, Termos e Acordos de Cooperação DPC1. Oficina sobre Prestação de Contas"

Transcrição

1 Departamento de Prestação de Contas de Convênios, Termos e Acordos de Cooperação DPC1 Oficina sobre Prestação de Contas

2 Introdução Discurso da Nova Marca: - Financiar projetos relevantes para o país, de forma ágil e acessível, é crucial para promover avanço científico e tecnológico. Mais capilaridade na Rede de Inovação para articular agentes da Pesquisa ao Mercado é o nosso talento. - Somos parceiros do risco ao sucesso, com formas de financiamento integradas para impulsionar a competitividade. Quantos mais fomentamos tecnologia brasileira, mais tornamos o Brasil forte e global. - Temos muitos desafios pela frente e, em cada um, enxergamos oportunidades para criar Inovação com impacto.

3 Introdução A Finep é uma empresa pública federal vinculada ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) criada em 24 de julho de Seu objetivo é atuar em toda a cadeia da inovação, com foco em ações estratégicas, estruturantes e de impacto para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

4 Introdução Missão Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Visão Transformar o Brasil por meio da Inovação

5 Introdução Inovação É a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de negócio, ou novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Manual de Oslo

6 Novos Produtos, Processos e Serviços

7 Conceitos FNDCT - Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, destinado a financiar a expansão do sistema de CT&I. CONVÊNIO - instrumento voltado à pesquisa científica, tecnológica e de inovação que disciplina a transferência de recursos financeiros e que tenha como partícipe de um lado o concedente e de outro, órgão ou entidade da administração pública estadual, distrital ou municipal, direta ou indireta, ou ainda, entidades privadas sem fins lucrativos, em regime de mútua cooperação. CONCEDENTE: FINEP ou outra Agência de Fomento responsável pela transferência dos recursos financeiros ou pela descentralização dos créditos orçamentários do FNDCT destinados à execução do objeto do instrumento regulado por esta norma. CONVENENTE: órgão ou entidade da administração pública direta e indireta estadual, distrital ou municipal, bem como entidade privada sem fins lucrativos, com o qual o concedente pactua a execução de programa, projeto, atividade ou evento mediante a celebração de convênio.

8 Base Legal Instrução Normativa do CDFNDCT nº 01, de 25/06/2010 (IN 01/10); Lei nº 8.666/93 (Licitações e Contratos) e Lei /02 (Pregão) e Decreto 5504/05 (Pregão, preferencialmente na forma eletrônica, para entes públicos e privados); Decreto nº 6.170/2007 (Dispõe sobre a transferência de recursos da União mediante convênios e contratos de repasse); Portaria Interministerial STN/SOF nº 163/01 e Portaria STN nº 448/02 (Classificação da Despesa); Lei /04 (Lei da Inovação); Termos de Convênio; Manual de Convênios e Termos de Cooperação.

9 Liberação de Recursos Obedecerá ao cronograma de desembolso previsto no Plano de Trabalho, ocorrerá de acordo com a disponibilidade dos recursos do FNDCT, dependerá do cumprimento das condicionantes estabelecidas no instrumento firmado e guardará consonância com as metas e fases ou etapas de execução do objeto do instrumento; Deverá ser aberta conta específica, em instituição controlada pela União, para cada instrumento de transferência, em nome do convenente; O funcionário do BB deve observar os procedimentos da IN Repasse de Recursos Federais, item Abertura e regularização de contas; Deverá ser aberta uma conta específica para os recursos da concedente e outra para cada fonte de contrapartida (partícipes); Em projetos que se constituam em rede, desde que previsto no instrumento, poderá haver a transferência de recursos da conta bancária do convênio para contas bancárias específicas de outros partícipes.

10 Liberação de Recursos Condicionantes As condicionantes para liberação dos recursos estão previstas em cláusulas específicas do termo de convênio, no Manual de Convênios da FINEP e na legislação aplicável ao instrumento; 1ª parcela: condicionantes previstas no Termo de Convênio; 2ª em diante: relatório de atividades e demonstrativo de despesas e comprometimento de 80% da parcela anterior; 3ª em diante: relatório técnico e prestação de contas parcial da 1ª parcela liberada e assim sucessivamente;

11 Liberação de Recursos Condicionantes Última liberação: desconto dos rendimentos sem utilização autorizada; Obras: comprovação de propriedade do imóvel, licença ambiental e Projeto Básico; Quando houver inclusão da Instituição no cadastro de inadimplentes do SIAFI, o processo de liberação é automaticamente suspenso.

12 Liberação de Recursos Redes No caso de projetos com arranjo institucional composto por 3 (três) ou mais instituições executoras: Liberação em parcela única: será condicionada à apresentação de todos os termos de adesão ao convênio ou termo de cooperação; Liberação em 2 (duas) ou mais parcelas: a liberação da 2ª parcela será condicionada à apresentação de todos os termos de adesão ao convênio ou termo de cooperação. Neste caso, o convenente ou acordante não poderá repassar recursos já liberados, bens e serviços ao executor com pendência de apresentação de termo de adesão;

13 Liberação de Recursos Como é o fluxo? 1) Solicitação do convenente; 2) Área operacional analisa condicionantes técnicas (relatório técnico parcial / termo de referência / projeto básico /...) e deve se posicionar favoravelmente à liberação em pelo menos 120 dias antes do término da vigência do convênio; 3) Área financeira (DPC1) analisa condicionantes de ordem financeira (prestação de contas parcial / Demonstrativo de Despesas e Comprometimento / aporte de contrapartida financeira /...); 4) Tesouraria processa o pagamento;

14 Liberação de Recursos Não havendo imediata utilização de recursos, os mesmos deverão ser aplicados em: Caderneta de poupança de instituição financeira pública federal, se a previsão de seu uso for igual ou superior a um mês; Fundo de renda fixa lastreado em título da dívida pública, quando sua utilização estiver prevista para prazos menores; (art. 26, 1, incisos I e II) Somente serão aceitos extratos emitidos pelo próprio banco.

15 Execução Formas de Pagamentos Permitidas Os recursos deverão ser mantidos na conta bancária específica do convênio ou do acordo de cooperação e somente poderão ser utilizados para pagamento de despesas ou repasse de recursos constantes do plano de trabalho ou para aplicação no mercado financeiro, nas hipóteses previstas em lei ou nesta norma. (art. 37) 1 Será permitida, em caso de projeto cujo arranjo institucional se constitua em rede e desde que estabelecida no instrumento, a transferência de recursos da conta bancária do convênio para contas bancárias específicas de outros partícipes, que serão responsáveis diretos pela gestão financeira desses recursos visando a execução do projeto. Caberá ao convenente apresentar prestação de contas consolidada ao concedente. 2 No caso de convênio, nos atos referentes à movimentação e ao uso dos recursos, os pagamentos deverão realizar-se, exclusivamente, mediante cheque nominativo, ordem bancária, transferência eletrônica disponível ou outra modalidade de saque autorizada pelo Banco Central do Brasil, em que fiquem identificados sua destinação e, no caso de pagamento, o credor. 8º Será permitida a utilização de ressarcimento de despesas referente ao custeio de diárias, vencimentos e obrigações patronais, desde que haja comprovação dos gastos efetuados.

16 Execução Importação Pode ser realizada diretamente pela instituição convenente ou executores e co-executores, desde que o pagamento seja realizado pela convenente através da conta bancária do convênio; No caso de projetos em que a convenente não usufrua dos benefícios concedidos pela lei 8.010/90, mas uma das executoras sim, é possível a transferência de recursos para a realização da importação, desde que haja autorização prévia da FINEP e sejam obedecidos procedimentos a seguir:

17 Execução Importação A executora ou co-executora realiza os procedimentos formais e legais previstos na lei 8.666/93 e na legislação que disciplina o convênio e comunica à convenente; A convenente faz a provisão financeira com data programada, na qual a executora ou co-executora providenciará o contrato de câmbio junto ao Banco do Brasil (BB); Na data da contratação do câmbio no BB, a convenente transfere o valor necessário para o fechamento do câmbio para a conta câmbio do BB vinculada à unidade executora ou co-executora (A conta de fechamento de câmbio deve ser transitória e de uso específico e exclusivo para realizar débitos e créditos relativos à importação); A remessa ao exterior é feita pelo Banco do Brasil;

18 Execução Equipe Executora Equipe executora Deverá ser mantida atualizada e as alterações devem ser submetidas previamente à área operacional da FINEP, via Portal do Cliente: Pagamento de Vencimentos, Obrigações Patronais, Diárias e Passagens: somente para membros da equipe executora, sejam recursos FINEP ou Contrapartida. É vedada a contratação de empresa cujo quadro societário possua pessoa integrante da equipe executora do convênio. Se a equipe não estiver definida previamente, a contratação de pessoal de apoio administrativo deve ser objeto de licitação ou cotação de preço.

19 Execução * Equipe Executora / Colaborador Eventual É permitido o pagamento de diárias e passagens para colaboradores eventuais como: consultores, instrutores, palestrantes, técnicos, entre outros participantes de atividades previstas no contexto das metas físicas do plano de trabalho aprovado. Segundo jurisprudência do TCU: Colaborador eventual é a pessoa física sem vínculo com a Administração Pública que lhe presta algum tipo de serviço em caráter eventual e sem remuneração, sendo tão-somente indenizada, quando cabível, pelos gastos com transporte e estada que assumir em decorrência do serviço desempenhado. Despesas com diárias para colaborador eventual devem ser registradas na rubrica Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física.

20 Execução Despesas Operacionais e Administrativas (Lei /04) O valor relativo às despesas operacionais e administrativas de caráter indivisível deverá ser sacado, conforme cronograma de desembolso, da conta corrente específica do convênio e creditado na conta do convenente. O convenente deverá emitir recibo, assinado pelo Dirigente da instituição convenente ou pelo ordenador de despesas do convênio formalmente designado, informando tratar-se de Recursos referentes à Despesas Operacionais e Administrativas de Caráter Indivisível, os quais serão utilizados para custear os gastos indivisíveis, usuais e necessários à consecução do objeto do convênio. É vedada sua utilização à título de remuneração.

21 Execução Rendimentos Financeiros Não podem ser computados como recurso de contrapartida; Podem ser utilizados como fonte de recursos para alterações no plano de trabalho (verificar a necessidade de anuência prévia). Aqueles auferidos e sem autorização para utilização serão descontados da última liberação; O rendimento financeiro não utilizado deverá ser integralmente devolvido à União.

22 Execução Comprovação das Despesas Toda despesa deve ter documento fiscal ou equivalente original; Despesas com Serviços de Terceiros Pessoa Física deverão ser comprovadas por meio de RPA (Recibo de Pagamento a Autônomo). O serviço não pode ultrapassar o período de 3 meses por ano, tendo como limite 3 pagamentos; No caso de bens / serviços importados, a documentação é composta pela Invoice (não se trata de Proforma Invoice) e pelo Contrato de câmbio; NF-e: O DANFE correspondente a NF-e deve estar validado no Portal da Nota Fiscal Eletrônica; O documento fiscal deverá ser emitido em nome do convenente / executor e identificado com o nº do convênio (No caso de NF-e a identificação se dá no campo Dados Adicionais, quando da emissão da mesma pelo fornecedor);

23 Execução Comprovação das Despesas No documento fiscal, deverá constar o atesto do recebimento do bem / serviço contratado; O documento fiscal deve especificar de forma clara o material adquirido ou serviço prestado, em conformidade com a relação de itens do convênio; Originais devem ficar sob guarda do convenente. Cópias deverão ser encaminhadas à FINEP somente quando solicitadas; Os originais deverão ser guardados por 10 anos após a aprovação da prestação de contas.

24 Execução Despesas Vedadas (Art. 50) Em finalidade diversa da estabelecida no instrumento; Pagamento a servidor ou empregado público por serviços, salvo hipótese prevista em lei; Em data anterior à vigência do convênio, salvo excepcionalmente as cobertas com outros aportes e expressamente autorizadas pela concedente; Em data posterior à vigência do convênio, salvo se expressamente autorizada pela concedente e desde que o fato gerador tenha ocorrido durante a vigência do convênio;

25 Execução Despesas Vedadas (Art. 50) Taxas bancárias, multas, juros ou correção monetária, inclusive referentes a pagamentos ou recolhimentos fora dos prazos; Pagamento em favor de qualquer partícipe do convênio; Realização de despesa a título de taxa de administração; Com publicidade, salvo as de caráter educativo, informativo ou de orientação social;

26 Execução Prazos (Art. 24 e 25) O convênio, termo de cooperação ou acordo de cooperação e os respectivos Planos de Trabalho poderão ser alterados mediante proposta, devidamente formalizada e justificada, a ser apresentada ao concedente em, no mínimo, 30 (trinta) dias antes do término de sua vigência ou no prazo nele estipulado. Os instrumentos só poderão ter seus prazos de vigência prorrogados por período máximo equivalente ao dobro do originalmente contratado, não podendo ultrapassar o prazo de 60 (sessenta) meses.

27 Licitação Pública Embasamento Legal Por que e para que serve a licitação? Art. 37, inciso XXI da CF/1988: Ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, (...) indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. Lei nº 8.666/1993 regulamentou o inciso XXI, do Art. 37, da CF/1988. Lei nº /2002 (Lei do Pregão). Instrução Normativa CDFNDCT/MCTI nº 01/2010. Decreto nº 6.170/2007.

28 Licitação / Cotação de Preços Aquisição de Bens e contratação de obras e serviços ENTIDADES PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS Cotação de Preços, com no mínimo três propostas válidas. (Art. 33) O processo de contratação de bens, obras e serviços deve ser realizado contendo no mínimo: (Art. 34) cotação prévia de preços ou razão da desnecessidade; justificativa da escolha do fornecedor e do preço; comprovação de recebimento do bem/serviço; documentos fiscais. ÓRGÃOS E ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Licitação com base nas Leis 8.666/93 e /02. (Art. 36)

29 Licitação / Cotação de Preços Cotação de Preços Para efeito do disposto no art. 116 da Lei nº 8.666/1993, a aquisição de produtos e a contratação de serviços com recursos da União transferidos a entidades privadas sem fins lucrativos deverão observar os princípios da impessoalidade, moralidade e economicidade, sendo necessária, no mínimo, a realização de cotação prévia de preços no mercado antes da celebração do contrato. (Art. 11 do Decreto nº 6170/2007) Aplicabilidade do Decreto nº 8.241/14 A Lei nº /07, que dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, em seu art. 5º, III, estabelece como atribuição do Conselho Diretor do FNDCT a definição de políticas, diretrizes e normas para a utilização dos recursos do FNDCT nas modalidades convênios, termos de cooperação e acordos de cooperação. As fundações de apoio, na qualidade de pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, celebram com a FINEP convênios ou acordos de cooperação cujos recursos, via de regra, são provenientes do FNDCT. Dessa forma, nos instrumentos contratuais firmados por tais instituições com a FINEP, cuja origem seja proveniente do FNDCT deverão ser adotadas as normas e procedimentos estabelecidos na legislação específica do provedor dos recursos, qual seja, a IN/FNDCT nº 01/2010. Portanto, os procedimentos e normas previstos no Decreto nº 8.241/14 não deverão ser utilizados, devendo ser respeitadas as determinações contidas na IN/FNDCT nº 01/2010.

30 Licitação / Cotação de Preços Modalidades de Licitação e Limites Modalidade Limites Serv./Compras Limites Obras Convite até R$ ,00 até R$ ,00 Tomada de Preços até R$ ,00 até R$ ,00 Concorrência acima de R$ ,00 acima de R$ ,00 Lei 8.666, arts. 22 e 23 8º, Art. 22 É vedada a criação de outras modalidades de licitação ou a combinação. É exigível a apresentação de, pelo menos, três propostas válidas, para a modalidade convite, a menos que exista justificativa para possível limitação do mercado ou manifesto desinteresse dos convidados. (Acórdão 437/2009 Plenário Sumário).

31 Licitação / Cotação de Preços Pregão - Lei /02 e Decreto nº 5.504/05 Exigência de utilização de pregão, preferencialmente na sua forma eletrônica, para entes públicos ou privados, nas contratações de bens e serviços comuns com recursos públicos. Não há limite de valor. Para julgamento e classificação das propostas, será adotado o critério de menor preço. Os órgãos, entes e entidades privadas sem fins lucrativos, convenentes ou consorciadas com a União, poderão utilizar sistemas de pregão eletrônico próprios ou de terceiros.

32 Licitação / Cotação de Preços Dispensa e Inexigibilidade Licitação Dispensável (Art. 24 e demais incisos e parágrafos) XXI - para a aquisição de bens e insumos destinados exclusivamente à pesquisa científica e tecnológica com recursos concedidos pela Capes, pela Finep, pelo CNPq ou por outras instituições de fomento a pesquisa credenciadas pelo CNPq para esse fim específico; (Redação dada pela Lei nº , de 2010) 1o Os percentuais referidos nos incisos I e II do caput deste artigo serão 20% (vinte por cento) para compras, obras e serviços contratados por consórcios públicos, sociedade de economia mista, empresa pública e por autarquia ou fundação qualificadas, na forma da lei, como Agências Executivas. (Incluído pela Lei nº , de 2012)

33 Licitação / Cotação de Preços Dispensa e Inexigibilidade Inexigibilidade (Art.25) Inciso I (fornecedor exclusivo) vedada preferência de marca, comprovação de exclusividade através de atestado pelo órgão de registro no comércio ou pelo Sindicato, Federação ou Confederação Patronal ou entidades equivalentes; Inciso II (serviços técnicos especializados) de natureza singular e comprovação da notória especialização através de atestados fornecidos por outras instituições, vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e divulgação;

34 Licitação / Cotação de Preços Dispensa e Inexigibilidade Parágrafo único do Art. 26 da Lei 8.666/93: Razão da escolha do fornecedor ou executante; Justificativa do preço; Ratificação pela autoridade superior; Publicação na imprensa oficial (requisito de eficácia); Necessidade de pareceres técnicos ou jurídicos para dispensa ou inexigibilidade (inciso VI do Art. 38).

35 Licitação / Cotação de Preços Parcelamento: Sempre que possível, a administração deverá parcelar o objeto, ou seja, deverá fazer licitação de itens separados para melhorar a competição. Ex.: Objeto: material de informática; Itens: impressora, computador, projetor... Fracionamento (VEDADO): Ocorre quando a administração, por problemas de planejamento, não licita quantidade suficiente para o período de um ano para o mesmo objeto. Ou seja, divide as contratações de um mesmo objeto para utilizar modalidade de licitação inferior à recomendada pela legislação para o total da despesa, ou para efetuar contratação direta. Ex.: inúmeras passagens adquiridas no mesmo ano, com valores unitários inferiores a R$ 8.000,00, porém com o valor total superior a este limite Estimar gastos anuais de forma a evitar o fracionamento

36 Licitação / Cotação de Preços Quando da contratação de obras e serviços, observar os custos unitários de insumos ou serviços constantes do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI), mantido e divulgado, na internet, pela Caixa Econômica Federal, observando-se as disposições da LDO. O efeito guarda-chuva aplica-se aos casos em que o objeto da licitação for o mesmo (tais como passagens). Os valores dos contratos não poderão ser aditivados quando isto implicar mudança da modalidade de licitação ou inclusão de serviços não licitados. No caso de obras, serviços e compras os contratos poderão ser aditivados em até 25%. Para reformas de edifícios e equipamentos poderão ser aditivados em até 50%.

37 Contrapartida Recursos financeiros e/ou não-financeiros disponibilizados pelo convenente e pelo executor/co-executor em complemento aos recursos da FINEP para execução do Projeto. Os intervenientes poderão alocar recursos financeiros a título de outros aportes, para a execução do objeto. Os recursos financeiros deverão ser depositados em conta bancária especificamente criada para esta finalidade e em conformidade com os prazos estabelecidos no cronograma de desembolso.

38 Contrapartida O convenente deverá restituir ao concedente o valor correspondente ao percentual da contrapartida / outros aportes pactuada não aplicada na consecução do objeto do convênio, atualizado monetariamente, coresponsabilizando as instituições intervenientes e/ou executoras. Previsão no Plano de Trabalho FINEP R$ ,00 50,00% Partícipe 1 - Contrapartida Financeira R$ ,00 50,00% R$ ,00 Aceito na PC FINEP R$ ,00 66,67% Partícipe 1 - Contrapartida Financeira R$ ,00 33,33% R$ ,00 % Pactuado Diferença FINEP R$ ,00 R$ ,00 Partícipe 1 - Contrapartida Financeira R$ ,00 -R$ ,00 R$ ,00 Devolução R$ ,00

39 Remanejamento Financeiro / Alteração de Itens Deverão ser realizados via Portal do Cliente Como é o fluxo? 1) Solicitação do convenente 2) Análise orçamentária 3) Análise da área operacional Remanejamento entre categorias econômicas (custeio e capital): somente quando há valores a serem liberados na categoria de onde sairão os recursos remanejados;

40 Composição Prestação de Contas Recursos FINEP Demonstrativos de Receitas e Despesas (anexo 2); Conciliação Bancária (anexo 3); Formulário de Acompanhamento Financeiro Relação de Pagamentos (anexo 4); Relação de Bens (anexo 5); Declaração (Anexo II);

41 Composição Prestação de Contas Recursos FINEP Extratos bancários da conta corrente e da aplicação financeira; Comprovante de recolhimento de saldo (cópia da GRU e comprovante de pagamento); Recibo das Despesas Operacionais e Administrativas de Caráter Indivisível (DOACI), assinado pelo dirigente da convenente ou ordenador de despesas formalmente designado; Em caso de alteração nos Dados Cadastrais, deve ser enviado formulário devidamente assinado.

42 Composição Prestação de Contas Recursos de Contrapartida Financeira ou Outros Aportes Demonstrativos de Receitas e Despesas (anexo 2); Formulário de Acompanhamento Financeiro Conciliação Bancária (anexo 3); Relação de Pagamentos (anexo 4); Relação de Bens (anexo 5); Extratos bancários da conta corrente e da aplicação financeira;

43 Composição Prestação de Contas Recursos de Contrapartida Não Financeira Formulário de Acompanhamen to Financeiro Demonstrativos de Receitas e Despesas (anexo 2.A); Relação de Pagamentos (anexo 4.A);

44 Acompanhamento Como funciona? Área operacional analisa Relatório Técnico; DPC1 analisa Prestação de Contas Financeira; Quando enviar uma prestação de contas financeira? Parciais: Para liberação da 3ª parcela de recursos do convênio é necessária a aprovação da prestação de contas parcial referente à 1ª parcela de recursos liberada (FINEP e contrapartida/outros aportes), e assim sucessivamente; Final: O órgão ou entidade que receber recursos prestará contas de sua boa e regular aplicação no prazo máximo de 60 (sessenta) dias contados do término da vigência do convênio ou no prazo estabelecido no termo de cooperação ou acordo de cooperação. (art. 38)

45 Acompanhamento Na análise, acompanhamento e fiscalização do objeto serão verificados: a comprovação da boa e regular aplicação dos recursos; o cumprimento das metas do plano de trabalho nas condições estabelecidas; Análise das prestações de contas: Quando a prestação de contas está apta à aprovação, é expedida carta ao convenente comunicando a aprovação da prestação de contas e, no caso de prestação de contas final, o encerramento do convênio; Quando constatada alguma impropriedade, o convenente é comunicado por Ofício e dispõe do prazo de 45 dias, contados a partir da data do protocolo, para apresentação de resposta a todos os questionamentos efetuados, sob pena de inclusão do convênio no cadastro de inadimplência do SIAFI e posterior abertura de Tomada de Contas Especial;

46 Acompanhamento O saldo remanescente deverá ser devolvido em até 30 dias após o encerramento/rescisão do instrumento; Não se deve prestar contas do que já foi objeto de prestação de contas anterior, evitando duplicidade de lançamentos. As prestações de Contas só serão aceitas se enviadas nos formulários disponíveis no site da FINEP, acompanhadas das declarações devidamente assinados.

47 Glosas e Devoluções Quando constatada aplicação irregular dos recursos do convênio durante sua vigência, será solicitada a devolução dos mesmos corrigidos pelo índice da poupança, e o valor deve ser depositado na conta do convênio. O cálculo é realizado através da Calculadora do Cidadão, disponível em ores.do?method=exibirformcorrecaovalores&aba=3 Quando a constatação da irregularidade for após a vigência do convênio, a restituição deverá ocorrer com a devida atualização monetária, desde a data do débito, acrescida de juros legais, realizado por meio do Sistema de Débitos do TCU, disponível em A devolução de saldo remanescente dos convênios também é realizada através de GRU e deverá ocorrer no prazo máximo de 30 dias contados do término da vigência do instrumento (art. 19, inciso V). Dúvidas quanto ao preenchimento da GRU devem ser encaminhadas para

48 Glosas e Devoluções Parcelamento de débitos Concessão por convênio; Parcelas mensais e sucessivas; Valor mínimo de R$ ,00 por parcela; Data de pagamento é dia 5 (cinco) de cada mês; Quando o parcelamento for aprovado, a inadimplência do convênio no SIAFI é suspensa; O valor original será corrigido pelo Sistema de Débitos do TCU até a data do 1º pagamento. O valor resultante será dividido pelo número de parcelas aprovadas para cada caso e este será o valor da 1ª parcela. O valor de cada parcela subsequente também será corrigido. Valor do débito (R$) Nº Máximo de Parcelas Até ,00 5 De ,01 até ,00 10 De ,01 até ,00 24 Acima de ,00 36

49 Doação de Bens O convenente deverá encaminhar ao DPC1 formulário de solicitação de doação de bens, devidamente assinado pelo dirigente responsável. A solicitação poderá constar do modelo atual de Declaração (Anexo II). Caso positivo, e havendo aprovação da prestação de contas, tanto técnica quanto financeira, o gerente do DPC1 encaminhará ofício comunicando a aprovação da prestação de contas final, encerramento do convênio e doação dos bens. O convenente ou acordante deve utilizar os bens doados na continuidade de pesquisas a serem realizadas em prol do interesse público em programa governamental.

50 Disposições Gerais Recursos por serem do FNDCT continuam públicos, mesmo quando descentralizados, por isso, sujeitos a obrigações e proibições, tais como: - Sujeitos à prestação de contas com a Finep / CGU / TCU (Parágrafo único, do Art. 70, da CF/88); - Necessidade de cotação prévia de preços ou licitação; - Obrigatoriedade de possuir conta corrente bancária específica; - Pagamento direto ao fornecedor (vedação de ressarcimento de despesas, com exceções); - Guarda de toda documentação original por até 10 anos após aprovação das contas (NF original, fatura, processo de importação etc.).

51 Disposições Gerais Anuências da FINEP são concedidas por ofício; Cartas e Ofícios encaminhados à FINEP devem informar nº do Convênio, assunto e detalhar os documentos em anexo; Todos os documentos devem conter as assinaturas do Ordenador de Despesas e do Coordenador do Projeto; Havendo qualquer dúvida, entrar em contato com os analistas responsáveis operacional e/ou financeiro.

52 Disposições Gerais Anuências da FINEP são concedidas por ofício; Cartas e Ofícios encaminhados à FINEP devem informar nº do Convênio, assunto e detalhar os documentos em anexo; Todos os documentos devem conter as assinaturas do Ordenador de Despesas e do Coordenador do Projeto; Havendo qualquer dúvida, entrar em contato com os analistas responsáveis operacional e/ou financeiro.

53 Por que inovar? "A inovação é o que distingue um líder de um seguidor. Steve Jobs

54 Obrigado! SAC: Ouvidoria:

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS VERIFICAÇÕES PRELIMINARES Art. 3, caput e 1 ; 1. O objeto do convênio ou contrato de repasse guarda relação com a atividade do convenente? 2.

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA

REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º A ABDI tem por objeto promover a execução de políticas de desenvolvimento industrial,

Leia mais

a autarquia, de forma a evitar dependência em relação ao prestador, bem como garantir a segurança das informações. Acórdão 1937/2003 Plenário

a autarquia, de forma a evitar dependência em relação ao prestador, bem como garantir a segurança das informações. Acórdão 1937/2003 Plenário a autarquia, de forma a evitar dependência em relação ao prestador, bem como garantir a segurança das informações. Acórdão 1937/2003 Plenário Cumpra fielmente as cláusulas pactuadas nos contratos, evitando

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no

Leia mais

Art. 2º. Fazer publicar esta Portaria em Boletim de Serviço, revogando-se a Portaria 577/05-R, de 05 de dezembro de 2005.

Art. 2º. Fazer publicar esta Portaria em Boletim de Serviço, revogando-se a Portaria 577/05-R, de 05 de dezembro de 2005. PORTARIA 328/R-06 DE 22 DE JUNHO DE 2006. O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo artigo 39, inciso XX, do Regimento Geral da UFRN; CONSIDERANDO

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DECRETO Nº 11.261, DE 16 DE JUNHO DE 2003. Estabelece normas para celebração de convênios e instrumentos similares por órgãos e entidades do Poder Executivo, e dá outras providências. Publicado no Diário

Leia mais

Programa de Fortalecimento das Cadeias e Arranjos Produtivos Locais - APLs

Programa de Fortalecimento das Cadeias e Arranjos Produtivos Locais - APLs Programa de Fortalecimento das Cadeias e Arranjos Produtivos Locais - APLs Realização de Convênios Convênios São acordos firmados por entidades públicas, ou entre estas e organizações particulares para

Leia mais

Apresentação. Documentos de diversas modalidades que formalizam atividades de cooperação entre a UFRGS e outras instituições.

Apresentação. Documentos de diversas modalidades que formalizam atividades de cooperação entre a UFRGS e outras instituições. Apresentação A Universidade Federal do Rio Grande do Sul interage com instituições públicas ou privadas, nacionais ou internacionais, em conformidade com as leis federais, estatuto e regimento, resoluções,

Leia mais

1. DA AUTORIZAÇÃO 2. DO OBJETO

1. DA AUTORIZAÇÃO 2. DO OBJETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES SECRETARIA DE INCLUSÃO DIGITAL AVISO DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 02, DE 4 DE OUTUBRO DE 2012 PROGRAMA COMPUTADORES PARA INCLUSÃO A União, por intermédio da Secretaria de Inclusão

Leia mais

ENCONTRO REGIONAL DO CONGEMAS REGIÃO NORTE

ENCONTRO REGIONAL DO CONGEMAS REGIÃO NORTE Secretaria Nacional de Assistência Social Fundo Nacional de Assistência Social ENCONTRO REGIONAL DO CONGEMAS REGIÃO NORTE Apresentação dos principais pontos da Portaria MDS nº 113/2015. DO QUE TRATA A

Leia mais

A seguir, são listados alguns problemas que não podem ocorrer, de forma alguma, na proposição ou na execução do convênio ou contrato de repasse:

A seguir, são listados alguns problemas que não podem ocorrer, de forma alguma, na proposição ou na execução do convênio ou contrato de repasse: CUIDADOS DURANTE A EXECUÇÃO DE UM CONVÊNIO 1 As transferências voluntárias formam um sistema de cooperação entre a União e os demais entes da Federação, além das chamadas organizações nãogovernamentais,

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP CT-INFO- 01/2006 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS DE PROJETOS INOVADORES EM SOFTWARE

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP CT-INFO- 01/2006 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS DE PROJETOS INOVADORES EM SOFTWARE CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP CT-INFO- 01/2006 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS DE PROJETOS INOVADORES EM SOFTWARE 1. OBJETIVO O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA MCT, por intermédio da Financiadora de Estudos

Leia mais

Relação entre as Fundações de Apoio e a FINEP (execução e prestação de contas) 2013

Relação entre as Fundações de Apoio e a FINEP (execução e prestação de contas) 2013 Relação entre as Fundações de Apoio e a FINEP (execução e prestação de contas) 2013 Conceitos FINEP - Agência Brasileira da Inovação é uma empresa pública vinculada ao MCTI, que atua como Secretaria Executiva

Leia mais

Recomendação Conjunta

Recomendação Conjunta Recomendação Conjunta OFÍCIO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E SOCIAL O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio dos Procuradores da República signatários, no uso de suas atribuições legais e constitucionais,

Leia mais

LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015.

LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015. LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015. Autoriza o Executivo Municipal a repassar recursos financeiros mediante convênio às APM'S - Associações de Pais e Mestres das Escolas e CEMEIS da Rede Municipal

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 47/2015 Ementa: Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro e/ou institucional junto ao CRMV-RJ. O - CRMV-RJ, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2011 Estabelece o regime jurídico das parcerias entre a Administração Pública e as entidades privadas sem fins lucrativos para a consecução de finalidades de interesse público.

Leia mais

Plano e Regulamento de Benefícios e Serviços

Plano e Regulamento de Benefícios e Serviços TITULO I DEFINIÇÕES GERAIS DOS BENEFICIOS E SERVIÇOS CAPITULO I DA FINALIDADE Art.1. Este plano tem por finalidade estabelecer os benefícios e serviços da ABEPOM, bem como regulamentar os critérios, limites

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA FAPESC/SEBRAE/SC 03/2011 PROGRAMA SINAPSE DA INOVAÇÃO OPERAÇÃO SC III Cláusulas e Condições de Execução dos Projetos

CHAMADA PÚBLICA FAPESC/SEBRAE/SC 03/2011 PROGRAMA SINAPSE DA INOVAÇÃO OPERAÇÃO SC III Cláusulas e Condições de Execução dos Projetos 1 CLÁUSULA PRIMEIRA DA ACEITAÇÃO DAS CLÁUSULAS E CONDIÇÕES 1.1 As Cláusulas e Condições aqui expressas, aprovadas pelo Comitê Gestor do e publicadas no site da FAPESC, normatizam a execução dos projetos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA OLINDA

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA OLINDA LEI N 274/2013 Nova Olinda - TO, 23 de outubro de 2013 "Institui e cria o Fundo Municipal do Meio Ambiente - FMMA do Município de Nova Olinda -TO e dá outras providências." O PREFEITO MUNICIPAL DE NOVA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93) Disciplina a celebração de convênios, acordos, ajustes ou instrumentos similares, que envolvam a transferência de recursos financeiros

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DE PERNAMBUCO Resolução nº 004, de 25 de março de 2015 Estabelece requisitos a serem observados para obtenção de apoio financeiro ou institucional junto ao CRMV-PE.

Leia mais

Orientações Básicas. FAPERGS Edital 16/2013 TECNOVA/RS

Orientações Básicas. FAPERGS Edital 16/2013 TECNOVA/RS 1 FAPERGS Edital 16/2013 Orientações Básicas Execução Financeira dos Recursos de Subvenção Econômica FAPERGS Edital 16/2013 TECNOVA/RS 2 1. Regras Básicas Vedado alteração do objeto do Termo de Subvenção

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES. Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional

PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES. Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional 1 Objetivos O Programa Nacional de Pós-doutorado da CAPES PNPD/2011: Concessão

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 04/2013 SPM/PR

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 04/2013 SPM/PR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Nº 04/2013 SPM/PR A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República SPM/PR torna público

Leia mais

OORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EXECUÇÃO DE CONVÊNIOS A PARTIR DAS DECISÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO E DA LEGISLAÇÃO PERTINENTE

OORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EXECUÇÃO DE CONVÊNIOS A PARTIR DAS DECISÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO E DA LEGISLAÇÃO PERTINENTE OORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EXECUÇÃO DE CONVÊNIOS A PARTIR DAS DECISÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO E DA LEGISLAÇÃO PERTINENTE COMISSÃO ESPECIAL DE RELACIONAMENTO ENTRE AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO E SUAS

Leia mais

ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013

ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013 ALTERAÇÕES NA LEI DE FUNDAÇÕES DE APOIO: POSSIBILIDADES E EXPECTATIVAS PARA AS IFES FORPLAD DOURADOS 30, 31/10/2013 e 01/11/2013 1 - ASPECTOS INTRODUTÓRIOS O marco legal das fundações de apoio: Lei 8.958/94

Leia mais

CONVÊNIO SEDAC N 19/2011

CONVÊNIO SEDAC N 19/2011 ... ~ecretaria aa~ura G o V E. R N O D O E S TA D Pro O RIO GRANDE DO SU c. n S ECRET A R I A DA CUL TUR.1f~:.É.~--~~.:...,~~~-- CONVÊNIO SEDAC N 19/2011 CONVÊNIO que celebram o ESTADO DO RIO GRANDE DO

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO Nº 60/2014. Cláusula Segunda DAS OBRIGAÇÕES DAS PARTES

TERMO DE CONVÊNIO Nº 60/2014. Cláusula Segunda DAS OBRIGAÇÕES DAS PARTES TERMO DE CONVÊNIO Nº 60/2014. Termo de Convênio que entre si celebram de um lado, o MUNICÍPIO DE CARLOS BARBOSA, com sede na Rua Assis Brasil, nº 11, neste ato representado por seu Prefeito, Sr. Fernando

Leia mais

TREINAMENTO PARA OS NOVOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS DA UNIVERSIDADE

TREINAMENTO PARA OS NOVOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS DA UNIVERSIDADE TREINAMENTO PARA OS NOVOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS DA UNIVERSIDADE Salvador, 21 e 22 de julho de 2010 CONVÊNIOS EQUIPE: Alessandro Chaves de Jesus Ana Lucia Alcântara Tanajura Cristiane Neves de Oliveira

Leia mais

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP)

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Conceitos gerais de gestão pública: princípios e regras da administração pública, processos de licitação, contratos

Leia mais

Manual sobre Captação de Recursos para Financiamento das Políticas Públicas do Estado de Mato Grosso

Manual sobre Captação de Recursos para Financiamento das Políticas Públicas do Estado de Mato Grosso Manual sobre Captação de Recursos para Financiamento das Políticas Públicas do Estado de Mato Grosso Versão 2015 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 DISCUSSÃO TEÓRICA... 8 FASES DO CONVÊNIO... 9 1. PROPOSIÇÃO...

Leia mais

Capítulo I Das Organizações Sociais. Seção I Da Qualificação

Capítulo I Das Organizações Sociais. Seção I Da Qualificação Lei n.º 9.637, de 15 de maio de 1998 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, a criação do Programa Nacional de Publicização, a extinção dos órgãos e entidades que menciona e

Leia mais

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, FAÇO saber que o Poder Legislativo decreta

Leia mais

DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009

DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 DECRETO Nº 1.565, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Publicado no DOE(Pa) de 27.03.09. Alterado pelos Decretos 1.677/09, 323/12. Regulamenta a Lei nº 5.674, de 21 de outubro de 1991, que dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE TERMOS DE COOPERAÇÃO Estabelece diretrizes, normas e procedimentos para celebração, execução e prestação de contas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010.

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. AUDITORIA GERAL DO ESTADO ATOS DO AUDITOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. Estabelece normas de organização e apresentação das prestações de contas de convênios que impliquem

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto CONCEDENTE:

Leia mais

Manual Prático Para Prestação de Contas

Manual Prático Para Prestação de Contas Manual Prático Para Prestação de Contas INTRODUÇÃO O presente manual tem por finalidade orientar os gestores de projetos culturais sobre os seus deveres, instruir como realizar as despesas e prestar contas

Leia mais

CAPITULO 020000 - SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL - SIAFI

CAPITULO 020000 - SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL - SIAFI CAPITULO 020000 - SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DO GOVERNO FEDERAL - SIAFI SECAO 020300 - MACROFUNÇÕES ASSUNTO 020327 - ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. 1 - REFERÊNCIAS 1.1 - RESPONSABILIDADE

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/CT- INFO - Grade - 01/2004

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/CT- INFO - Grade - 01/2004 CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/CT- INFO - Grade - 01/2004 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE INOVAÇÃO EM COMPUTAÇÃO EM GRADE APLICADA À ÁREA DE GOVERNO 1. OBJETIVO O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

SUPRIMENTO DE F RIMENTO UNDOS

SUPRIMENTO DE F RIMENTO UNDOS SUPRIMENTO DE FUNDOS - Legislação Oficina 75 ABOP Slide 1 Oficina nº 75 Suprimento de Fundos - Legislação Carga Horária: 4h Conteúdo: 1. Conceito e normatização de suprimento de fundos. Finalidades. Despesas

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS ABORDAGEM Conceitos relacionados ao tema; Legislação aplicável à execução; Modelo de gestão e processo adotado pela Fundep. O que é o SICONV? CONCEITOS

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS Art. 1º Este regulamento aplica os procedimentos e os princípios observados pelo Instituto

Leia mais

DA GESTÃO DO PROGRAMA

DA GESTÃO DO PROGRAMA DA GESTÃO DO PROGRAMA 1. INTRODUÇÃO O Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão e do Planejamento dos Estados e DF (PNAGE) tem por objetivo geral melhorar a efetividade e a transparência institucional

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Pró-Reitoria de Planejamento Coordenadoria de Projetos e Convênios

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Pró-Reitoria de Planejamento Coordenadoria de Projetos e Convênios MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Pró-Reitoria de Planejamento Coordenadoria de Projetos e Convênios CARTILHA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE CONVÊNIOS Elaboração: José Joaquim

Leia mais

Descentralização mediante convênio.

Descentralização mediante convênio. PARCERIAS PÚBLICAS Descentralização A descentralização é um princípio administrativo consagrado pelo art. 10 do Decreto-lei n 200, de 1967, que firmou, como uma das práticas principais, descentralizar

Leia mais

Manual Cartão de Pagamento do Governo Federal. Banco do Setor público

Manual Cartão de Pagamento do Governo Federal. Banco do Setor público Manual Cartão de Pagamento do Governo Federal Banco do Setor público 2 Sumário Introdução 04 Cartão de Pagamento do Governo Federal CPGF 04 Passo a Passo 10 Perguntas e Respostas 12 Legislação I Ementa

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 12/2011/CONSU Estabelece normas para o relacionamento entre a Universidade Federal de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2014 DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE SUBVENÇÃO SOCIAL, AUXÍLIO FINANCEIRO, CONTRIBUIÇÃO E OUTRAS FONTES DE RECURSO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO. A Controladoria Geral do Município

Leia mais

2- TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS ÀS INSTITUIÇÕES POR INTERMÉDIO DE CONVÊNIOS

2- TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS ÀS INSTITUIÇÕES POR INTERMÉDIO DE CONVÊNIOS MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA INSTITUIÇÕES DE APLICAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE CONVÊNIOS FIRMADOS COM A SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ESPORTES SEDESE. 1 - INTRODUÇÃO Este

Leia mais

DECRETO Nº 11.319, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2004

DECRETO Nº 11.319, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2004 DECRETO Nº 11.319, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2004 PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL Nº 032, DE 17-02-2004 Regulamenta o Sistema de Registro de Preços SRP, previsto no art. 15, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de

Leia mais

Regulamento para Utilização do Cartão BB Pesquisa Versão Preliminar

Regulamento para Utilização do Cartão BB Pesquisa Versão Preliminar Regulamento para Utilização do Cartão BB Pesquisa Versão Preliminar 1. Apresentação 1.1 - Este regulamento objetiva estabelecer critérios e procedimentos que deverão ser seguidos pelos pesquisadores do

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Departamento de Administração INSTRUÇÃO NORMATIVA DA/PGT Nº 01, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2010.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Departamento de Administração INSTRUÇÃO NORMATIVA DA/PGT Nº 01, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2010. MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL Departamento de Administração INSTRUÇÃO NORMATIVA DA/PGT Nº 01, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2010. Regulamenta a concessão, aplicação e prestação de contas dos

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº 06, de 17.2.09 O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o disposto nos arts.

Leia mais

EDITAL FAPEMIG 16/2011

EDITAL FAPEMIG 16/2011 EDITAL FAPEMIG 16/2011 PROGRAMA ESTRUTURADOR REDE DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA MESTRES E DOUTORES A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais FAPEMIG, atendendo à orientação

Leia mais

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda:

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda: 1 DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009 Regulamenta, no âmbito da Administração pública municipal, o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº. 8.666, de 21 de junho de 1993, e

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012.

RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. RIO GRANDE DO NORTE DECRETO Nº 22.561, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2012. Fixa normas para a execução orçamentária e financeira do exercício de 2012 e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO RIO GRANDE

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO CONVÊNIO ENTRE O MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO E A SECÇÃO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL DO CIOFF, PARA A REALIZAÇÃO DO XI FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE PASSO FUNDO O36/2014 PGM O MUNICÍPIO DE PASSO

Leia mais

Curso Gestão e fiscalização de contratos administrativos. Formador Hamilton Ruggieri Ribeiro

Curso Gestão e fiscalização de contratos administrativos. Formador Hamilton Ruggieri Ribeiro Curso Gestão e fiscalização de contratos administrativos Formador Hamilton Ruggieri Ribeiro Fiscalização de Contratos e Convênios Hamilton Ruggieri Ribeiro Auditor de Controle Interno hamribeiro@yahoo.com.br

Leia mais

MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL

MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL O QUE MUDA COM O NOVO MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL LEI N. 13.019/2014 REALIZAÇÃO INSTITUTO ATUAÇÃO ELABORAÇÃO Porf. Dr. FERNANDO BORGES MÂNICA DISTRIBUIÇÃO INSTITUTO GRPCom O QUE

Leia mais

Objetivo: Regular o processo de elaboração e execução de convênios e contratos no âmbito da COPPETEC

Objetivo: Regular o processo de elaboração e execução de convênios e contratos no âmbito da COPPETEC 1 / 5 Objetivo: Regular o processo de elaboração e execução de convênios e contratos no âmbito da COPPETEC Público Alvo: Coordenadores de projeto e órgãos operacionais da Fundação 1. Definições Iniciais

Leia mais

03/06/2013. Tendo em vista a necessidade de diminuir o custo do controle e evitar a duplicidade de remessa de dados, o SICOM substituirá outros

03/06/2013. Tendo em vista a necessidade de diminuir o custo do controle e evitar a duplicidade de remessa de dados, o SICOM substituirá outros O SICOM é um instrumento de suporte ao controle concomitante e de obtenção de dados sobre os jurisdicionados que permite conhecer as especificidades e a realidade dos órgãos e entidades, além de subsidiar

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012

Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 DOU de 31.12.2012 Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.131, de 21 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para

Leia mais

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento.

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento. Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras Tipo do documento: Procedimento Número: 01 Versão: 01 Classificação do documento: Público Vigência:

Leia mais

Orçamento Público Conceitos Básicos

Orçamento Público Conceitos Básicos Gestão Orçamentária e Financeira no SUAS Orçamento Público Conceitos Básicos Agosto de 2013 Ciclo Orçamentário Brasileiro Plano Plurianual Lei Orçamentária Anual Lei de Diretrizes Orçamentárias Plano Plurianual

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 REGULAMENTA O SISTEMA DE SUPRIMENTOS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais;

INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais; INSTRUÇÃO NORMATIVA CGM Nº 001/2010 Estabelece normas, sistematiza e padroniza procedimentos operacionais dos órgãos municipais. A CONTROLADORIA GERAL DO MUNICÍPIO, no uso de suas atribuições constitucionais,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

Ministério das Comunicações

Ministério das Comunicações 1. OBJETIVO CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/MC/FUNTTEL - ÁREAS TEMÁTICAS PRIORITÁRIAS 01/2009 Selecionar projetos cooperativos entre ICTs e empresas de produtos ou protótipos industriais inovadores em áreas

Leia mais

Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação - Facti PROCEDIMENTO DA QUALIDADE PROCEDIMENTO DE AQUISIÇÃO DE SUPRIMENTOS E SERVIÇOS

Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação - Facti PROCEDIMENTO DA QUALIDADE PROCEDIMENTO DE AQUISIÇÃO DE SUPRIMENTOS E SERVIÇOS Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação - Facti PROCEDIMENTO DA QUALIDADE PROCEDIMENTO DE AQUISIÇÃO DE SUPRIMENTOS E SERVIÇOS Código Revisão Confidencialidade Data Página PQ-0002 Rev.

Leia mais

Bem-vindo a sala de aula do curso: Siconv Transferências voluntárias da União. Facilitador: Fernanda Lyra

Bem-vindo a sala de aula do curso: Siconv Transferências voluntárias da União. Facilitador: Fernanda Lyra Bem-vindo a sala de aula do curso: Siconv Transferências voluntárias da União Facilitador: Fernanda Lyra Horário da Aula: 28 de janeiro - Segunda - das 18h às 20h SICONV TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS DA UNIÃO

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

FRBL FUNDO DE RECONSTITUIÇÃO DE BENS LESADOS

FRBL FUNDO DE RECONSTITUIÇÃO DE BENS LESADOS FRBL FUNDO DE RECONSTITUIÇÃO DE BENS LESADOS Orientações para Organizações da Sociedade Civil sem Fins Lucrativos (OSCs) Expediente Material produzido pelo ICom - Instituto Comunitário Grande Florianópolis

Leia mais

Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012

Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PIRACICABA Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS

Leia mais

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo LEI Nº 4311, DE 28 DE ABRIL DE 2014 Dispõe sobre a qualificação de entidades sem fins lucrativos como organizações sociais e adota outras providências O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE,. FAÇO

Leia mais

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 612, DE 16 DE MARÇO DE 2007. Dispõe sobre a implantação do Sistema de Registro de Preços nas compras, obras e serviços contratados pelos órgãos da

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 198 23 de janeiro de 1996. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e

DELIBERAÇÃO Nº 198 23 de janeiro de 1996. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e DELIBERAÇÃO Nº 198 23 de janeiro de 1996 Dispõe sobre a instauração e organização de processos de prestação de contas, tomada de contas e tomada de contas especial, no âmbito da Administração Estadual,

Leia mais

ORIENTAÇÃO CAM CONVÊNIO CELEBRADO COM ENTES PÚBLICOS

ORIENTAÇÃO CAM CONVÊNIO CELEBRADO COM ENTES PÚBLICOS ORIENTAÇÃO CAM CONVÊNIO CELEBRADO COM ENTES PÚBLICOS Convênio é o acordo formal que disciplina a transferência de recursos da União para Municípios, Estados e Distrito Federal, com vistas à execução de

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS O MOVIMENTO DAS DONAS DE CASA E CONSUMIDORES DE MINAS GERAIS MDC, doravante denominada OSCIP, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ sob o n. 20.966.842/0001-00, com

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

Diário Oficial Poder Executivo Estado de São Paulo - Seção I GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN

Diário Oficial Poder Executivo Estado de São Paulo - Seção I GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN Diário Oficial Poder Executivo Estado de São Paulo - Seção I GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN Volume 123 - Número 57 - São Paulo, quarta-feira, 27 de março de 2013 RESOLUÇÃO SEDS 005, DE 26 DE MARÇO DE 2013

Leia mais

Anexo. Anexo III RN-018/2011 MANUAL DE UTILIZAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS E PRESTAÇÃO DE CONTAS

Anexo. Anexo III RN-018/2011 MANUAL DE UTILIZAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS E PRESTAÇÃO DE CONTAS Anexo 1 / 8 Anexo III RN-018/2011 MANUAL DE UTILIZAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS E PRESTAÇÃO DE CONTAS 1. Disposições Iniciais 1.1 - A finalidade deste manual é apresentar, de forma sistemática e clara,

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: (...) Seção III Dos Crimes e das Penas Art. 89. Dispensar ou inexigir

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998.

CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998. CIRCULAR SUSEP N 71, de 11 de dezembro de 1998. Dispõe sobre a operação dos contratos previdenciários dos planos coletivos que tenham por finalidade a concessão de benefícios a pessoas físicas vinculadas

Leia mais

CONSIDERANDO a Lei Estadual nº 11.598, de 15 de dezembro de 2003, que estabelece disposições relativas às Organizações da Sociedade Civil de

CONSIDERANDO a Lei Estadual nº 11.598, de 15 de dezembro de 2003, que estabelece disposições relativas às Organizações da Sociedade Civil de RESOLUÇÃO Nº 06/2015 TC-A-029751/026/14 Aprova as Instruções nº 01/2015, relativas a Repasses Públicos, e a forma de apresentação da pertinente documentação, em âmbito Estadual e Municipal, por meio eletrônico

Leia mais

MINUTA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 Fortalecimento da Ciência: Raça e Etnia

MINUTA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 Fortalecimento da Ciência: Raça e Etnia MINUTA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 Fortalecimento da Ciência: Raça e Etnia TERMOS DA CHAMADA PÚBLICA N 003/2008 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás FAPEG, em consonância com o Pacto Goiano

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP CT-Aquaviário - CONSTRUÇÃO NAVAL E TRANSPORTE AQUAVIÁRIO 02/2010

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP CT-Aquaviário - CONSTRUÇÃO NAVAL E TRANSPORTE AQUAVIÁRIO 02/2010 CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP CT-Aquaviário - CONSTRUÇÃO NAVAL E TRANSPORTE AQUAVIÁRIO 02/2010 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE CONSTRUÇÃO NAVAL E DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO 1. OBJETIVO

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal da Integração Latino-Americana

Ministério da Educação Universidade Federal da Integração Latino-Americana Ministério da Educação Universidade Federal da Integração Latino-Americana EDITAL PROEX 10/2014, de 05 de agosto de 2014 PROFIEX 2014 A Comissão Superior de Extensão e a Pró-Reitora de Extensão da Universidade

Leia mais

LEI Nº 9.639, DE 25 DE MAIO DE 1998. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.639, DE 25 DE MAIO DE 1998. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 9.639, DE 25 DE MAIO DE 1998. Dispõe sobre amortização e parcelamento de dívidas oriundas de contribuições sociais e outras importâncias devidas ao Instituto Nacional do Seguro Social INSS, altera

Leia mais

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR. CARGO: Técnico de Nível Superior Pleno I - ADMINISTRADOR OU ECONOMISTA

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR. CARGO: Técnico de Nível Superior Pleno I - ADMINISTRADOR OU ECONOMISTA PROVA DE NÍVEL SUPERIOR CARGO: Técnico de Nível Superior Pleno I - ADMINISTRADOR OU ECONOMISTA Responda as questões 1 a 5 de acordo com a Instrução Normativa Conjunta SECON/SEFAZ/SEPLAN Nº 01/2005. 1.

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DO FNDE

ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DO FNDE ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS DO FNDE O PDDE consiste na assistência financeira às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal

Leia mais

ORIENTAÇÕES QUANTO À PRESTAÇÃO DE CONTAS FUNDO ROTATIVO E PROGRAMAS FEDERAIS

ORIENTAÇÕES QUANTO À PRESTAÇÃO DE CONTAS FUNDO ROTATIVO E PROGRAMAS FEDERAIS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 1 ORIENTAÇÕES QUANTO À PRESTAÇÃO DE CONTAS FUNDO ROTATIVO E PROGRAMAS FEDERAIS 1. INTRODUÇÃO Com o final do ano se aproximando, faz-se necessário observar alguns procedimentos

Leia mais

Manual de Convênios do Sistema Confea/Crea

Manual de Convênios do Sistema Confea/Crea Referência Ficha Técnica Supervisão Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema CCSS Elaboração Auditoria - AUDI Cont. Luis Fernando Lucato Controladoria CINT Adv. Fernando Nascimento dos Santos

Leia mais

APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS CIENTÍFICOS, TECNOLÓGICOS E DE INOVAÇÃO EDITAL Nº030/ 2015 - AREC

APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS CIENTÍFICOS, TECNOLÓGICOS E DE INOVAÇÃO EDITAL Nº030/ 2015 - AREC APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS CIENTÍFICOS, TECNOLÓGICOS E DE INOVAÇÃO EDITAL Nº030/ 2015 - AREC O Governo do Estado do Maranhão e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação - SECTI, por meio

Leia mais

Edital FAPERJ n.º 17/2010 Parceria CAPES/FAPERJ PROGRAMA EQUIPAMENTO SOLIDÁRIO CAPES/FAPERJ 2010

Edital FAPERJ n.º 17/2010 Parceria CAPES/FAPERJ PROGRAMA EQUIPAMENTO SOLIDÁRIO CAPES/FAPERJ 2010 Edital n.º 17/2010 Parceria / PROGRAMA EQUIPAMENTO SOLIDÁRIO / 2010 O Ministério da Educação, por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, e o Governo do Estado do Rio de Janeiro,

Leia mais

MANUAL DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1. OPERACIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FINANCEIRA

MANUAL DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1. OPERACIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FINANCEIRA MANUAL DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1. OPERACIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1.1. ELABORAÇÃO DO PROJETO O projeto apresentado pelo pleiteante deverá ser elaborado sob a forma de Plano de Trabalho, tendo

Leia mais