FACULDADE CÄSPER LÅBERO CENTRO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA CIP O TEMA DAS DROGAS NA MÅDIA ESCRITA BRASILEIRA PESQUISADOR: SANDRA LUCIA GOULART

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1 FACULDADE CÄSPER LÅBERO CENTRO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA CIP O TEMA DAS DROGAS NA MÅDIA ESCRITA BRASILEIRA PESQUISADOR: SANDRA LUCIA GOULART ABRIL 2011

2 SUMÁRIO Metodologia... 7 Resultados Apresentados e Perspectivas... 8 Algumas Considerações sobre o Material da Folha de São Paulo CAP. 02: O JORNAL AGORA...32 As Abordagens da Folha de São Paulo e do Agora: algumas analogias.. 44 Introdução A presente pesquisa está voltada para a análise do tratamento dado pela mídia escrita brasileira ao tema das drogas. O objetivo principal tem sido, portanto, a observação e reflexão sobre os conteúdos divulgados, bem como os recortes e enfoques fornecidos por alguns veículos de

3 comunicação. A expressão mídia escrita refere-se ao fato de que a seleção dos dados jornalísticos incluiu tanto material impresso quanto on-line. Inicialmente, escolhemos os jornais Folha de São Paulo e Agora, e as Revistas Época e Carta Capital para a pesquisa. A coleta de material da Folha de São Paulo foi feita de modo on-line, já nos demais veículos trabalhamos com material impresso. A opção por estes veículos de comunicação se deu tendo em vista a observação de eventuais diferenças nas estratégias de construção e veiculação de informações sobre drogas. A intenção foi verificar se o tratamento dado pela mídia escrita brasileira a essa temática difere de acordo com o segmento social ao qual se destina, bem como se ele varia conforme as distintas orientações políticas apresentadas pelos tipos de veículos de comunicação. A análise da cobertura que tais veículos de comunicação dão a esse tema, na presente pesquisa, abrange o material jornalístico que versa sobre questões relacionadas ao uso, produção, tráfico e comércio, legislação e política de drogas. Uma das propostas é verificar se a existência de uma nova lei de drogas, no Brasil, sancionada desde o ano de 2006, tem conduzido a mudanças no modo como a mídia nacional trata a temática das drogas. A nova lei brasileira (n /06) acaba com a pena de prisão para o usuário e, nesse sentido, reforça os esforços para a descriminalização de drogas, bem como as demandas por uma política sobre drogas mais democrática e contextualizada. Entretanto, uma reflexão um pouco mais atenta sobre o texto desta lei nos mostra que suas implicações são mais complexas, envolvendo certas ambiguidades. Apesar de o texto da lei propriamente dito não descriminalizar, na prática isso ocorre ao se acabar com a pena de prisão para o uso (BOITEUX, 2006). Ao mesmo tempo, ele endurece o tratamento dado ao tráfico, com o aumento da sua pena mínima, sem, contudo, estabelecer com precisão a distinção entre tráfico e uso. Assim, embora, de um modo geral, esta nova lei venha sendo apresentada, na mídia brasileira, como uma lei que descriminaliza o uso de drogas, uma análise mais cuidadosa de seu texto indica que suas

4 interpretações podem conduzir a uma situação bem distinta (POLICARPO, 2007). Procuraremos analisar, nesta pesquisa, quais os impactos desta nova lei na veiculação de notícias sobre drogas, feita pela mídia brasileira. Um dos objetivos é observar como esta nova legislação vem sendo abordada em matérias jornalísticas. Nesse sentido, destacamos na nossa observação qual espaço está sendo dado a esse fato, isto é, para a sua divulgação e discussão na mídia escrita. Além disso, analisamos se a existência de uma lei brasileira que, na prática, tende para a descriminalização do uso de drogas tem o efeito de alterar as visões convencionais expressas em reportagens, matérias e em editorais de jornais e revistas nacionais sobre esse tema. Para avaliar esse ponto, partimos de dados levantados por outros estudos, efetuando uma comparação destes com as informações constatadas em nossa pesquisa. Um aspecto a ser destacado é que estudos anteriores ressaltam que a cobertura dos meios de comunicação brasileiros sobre as drogas tende a repetir um mesmo conjunto de elementos. Assim, vários desses estudos apontam que é frequente um descompasso entre a divulgação de notícias sobre drogas lícitas e ilícitas. Ana Regina Noto et al. (2003), por exemplo, em um levantamento feito em jornais e revistas brasileiros, durante o ano de 1998, constataram que o consumo do álcool e do tabaco era estimulado por meio de campanhas publicitárias, enquanto substâncias como a maconha, a cocaína, entre outras drogas ilícitas, eram, normalmente, associadas à violência, a danos e perigos, tanto sociais quanto individuais. Muitos dos estudos diretamente vinculados a questões de saúde pública, que são em grande número, registram uma incoerência no que se refere às drogas mais mencionadas e tematizadas pela mídia e àquelas que são citadas, nas pesquisas epidemiológicas, como as mais utilizadas pela população brasileira. Nesse sentido, Beatriz Carlini-Cotrim (1995) observa como, no final da década de setenta, a mídia brasileira insistiu na divulgação de notícias que indicariam uma suposta explosão do uso de

5 drogas como a maconha, a cocaína, o ácido lisérgico e, principalmente, a heroína, entre estudantes brasileiros. Entretanto, segundo a autora, as pesquisas epidemiológicas, empreendidas ao longo dos anos oitenta, não comprovavam o aumento significativo do consumo de tais substâncias nessa camada da população brasileira. Ao mesmo tempo, Ana Regina Noto et al. (2003) destacam, entre os resultados de seus estudos nos anos noventa, que alguns psicotrópicos, embora usados com constância pela população brasileira, quase não eram citados nas manchetes e no interior dos artigos e reportagens analisados. Este era o caso dos solventes e dos ansiolíticos, raríssimas vezes citados, mas cujo uso estaria crescendo bastante entre jovens brasileiros. A menção a essas substâncias na imprensa perdia, inclusive, para drogas como a heroína e os alucinógenos, que apresentam, segundo levantamento do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), um uso bem restrito na população brasileira (CARLINI, E. et al., 2001 e 2005). Assim, uma grande parte dos estudos anteriores a nossa pesquisa ressalta que a abordagem fornecida pelos meios de comunicação brasileiros às drogas lícitas e ilícitas é bem distinta, e não apresenta uma correspondência com os dados científicos acerca da frequência de uso destas substâncias no Brasil. Uma das maiores pesquisas sobre a veiculação de notícias acerca de drogas, na mídia escrita brasileira, foi a empreendida pela Agência de Notícias dos Direitos de Infância (ANDI), em parceria com o Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde, no período de agosto de 2002 a julho de 2003 (ANDI e BRASIL, 2004), intitulada Mídia e Drogas. Essa pesquisa abrangeu 49 grandes jornais, três revistas de circulação nacional, além de 22 veículos da chamada Mídia Jovem. Segundo esse estudo, os jornais Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo e a Revista Época estavam, então, entre os veículos mais atuantes no que concerne à divulgação de conteúdos sobre o tema das drogas 1. O levantamento e 1 Segundo dados desta pesquisa sobre os veículos mais atuantes, o Estado de São Paulo aparece em 4º lugar, a Folha de São Paulo em 8º, num conjunto de 49 jornais; e na lista das Revistas, a Época em 1º lugar, num total de três veículos.

6 análise destacou o tratamento dado pela mídia escrita ao uso e aos usuários, tocando apenas tangencialmente em temas como o tráfico ou a legislação e as políticas sobre drogas. Um dos resultados dessa extensa pesquisa foi mostrar que drogas ilícitas, como a maconha, a cocaína (ou derivados como o crack), entre outras, tem seu uso destacado na mídia brasileira, sendo, via de regra, assimiladas a contextos de violência, com seus usuários descritos, frequentemente, como agressores. Por outro lado, o estudo apontou que drogas lícitas como o álcool, apesar de bastante citadas, recebiam uma outra abordagem, mais desvinculada de situações de violência. Da mesma forma que outros estudos (NOTO et al., 2003), o levantamento realizado pela ANDI e o Programa Nacional de DST/AIDS (2004), constatou também que, no período analisado, as menções a drogas como maconha e cocaína superavam aquelas sobre medicamentos e solventes, embora estes, no Brasil, sejam tão consumidos como as primeiras (CARLINI, E. et al., 2001 e 2005) 2. Os dados desta pesquisa também mostraram que, em boa parte da mídia brasileira, prevalece um tom emocional e alarmista no que tange à abordagem das drogas ilícitas. Ao mesmo tempo, este levantamento bem como outros estudos citados aqui (CARLINI-COTRIM, B. et al. 1995; NOTO et al. 2003) destacam que, com relação às drogas lícitas, há uma tendência de predominar um enfoque acrítico. O estudo da ANDI e do Programa Nacional de DST/AIDS (2004), porém, constatou que, tanto no caso das drogas ilícitas quanto no das lícitas, havia um privilégio de histórias pessoais e da responsabilização dos indivíduos em detrimento do destaque de temas que poderiam levar a análises mais contextualizadas sobre as drogas. De um modo geral, esse estudo constatou que, no período analisado, a mídia brasileira tendia a manifestar uma abordagem sobre as drogas que destacava estereótipos sobre o uso dessas substâncias, 2 De acordo com levantamentos de dados do CEBRID, os solventes tinham uma porcentagem de uso ao ano, na população brasileira, apenas um pouco abaixo da maconha (os solventes tinham 1,2%, e a maconha 2,6%). Seu consumo era, também, levemente superior ao de alguns medicamentos (como benzodiazepínicos e estimulantes). Já o uso por ano da cocaína empatava com o uso de certos medicamentos.

7 reforçando elementos de um imaginário social que, ao condenar uma parte delas, estigmatiza, também, certos grupos sociais. Em síntese, portanto, na presente pesquisa, nossos objetivos abrangem, em primeiro lugar, a verificação de eventuais alterações, provocadas pela nova lei brasileira de drogas, no tratamento dado pela mídia escrita nacional ao tema. Em segundo lugar, estamos empreendendo uma analogia com dados levantados em estudos anteriores sobre a abordagem da mídia brasileira à questão das drogas. Em terceiro lugar, vimos estabelecendo relações entre tipos de abordagens acerca do tema das drogas, tipos de veículos de comunicação e determinados segmentos sociais. Em outras palavras, trabalhando com veículos de comunicação que se destinam a setores diferentes da população, analisamos se o enfoque e o teor das mensagens veiculadas sofrem modificações. Nos próximos itens esclareceremos sobre a metodologia que vem orientando esta pesquisa, bem como sobre os novos rumos da mesma. Metodologia Essa pesquisa tem como objetivo principal uma análise detalhada dos conteúdos do material jornalístico coletado. Nesse sentido, trata-se de uma pesquisa qualitativa, que visa interpretar os significados das notícias selecionadas. Entretanto, além da análise dos conteúdos, realizamos, também, um levantamento quantitativo do material pesquisado. Assim, estamos quantificando a frequência com que são citadas as diferentes drogas nas matérias jornalísticas e o número de textos de acordo com diferentes temas ou eixos. Nosso estudo se pauta, portanto, numa combinação de abordagens qualitativas e quantitativas de pesquisa (GOLDENBERG, 1998). Nos dois capítulos apresentados aqui estaremos expondo alguns dos resultados da primeira etapa da pesquisa, quando procedemos a uma seleção de parte do material jornalístico considerado. Nessa primeira fase, classificamos os textos a partir dos seus títulos e de sua leitura, relacionando-os a eixos temáticos ou a drogas específicas. Empreendemos, também, uma classificação e quantificação das notícias segundo sua

8 distribuição em diferentes espaços dos jornais, ou seja, considerando as seções ou cadernos onde elas são dispostas. A meta foi agrupar esses materiais em conjuntos distintos de drogas e de temas, para, então, numa segunda etapa da pesquisa, proceder a uma análise mais detalhada e densa dos significados dos conteúdos de cada um deles. Já as etapas finais da pesquisa preveem uma comparação entre os diferentes conjuntos de notícias, com a finalidade de identificar critérios, associações, noções e argumentos que balizem o tratamento dado pela mídia escrita nacional ao tema das drogas. Resultados Apresentados e Perspectivas Nos próximos capítulos procederemos a uma descrição dos resultados da coleta de dados dos jornais paulistanos Folha de São Paulo e Agora, do período relativo aos meses de agosto e setembro de Procuramos identificar padrões, na abordagem de cada um desses veículos, em relação ao tema das drogas. Realizamos a classificação de notícias nos dois jornais, tendo como meta principalmente o registro das drogas mais ou menos citadas e os temas e enfoques mais destacados. A nossa classificação implicou numa quantificação dessas notícias, mas também na análise dos significados desses números. Além da classificação particular de notícias, isto é, em cada um dos jornais, estabelecemos comparações entre as abordagens dos dois veículos sobre o tema das drogas. O levantamento de dados feito nesses dois jornais considerou tanto notícias sobre drogas ilícitas quanto lícitas, pois como explicaremos mais adiante, defendemos já na proposta desta pesquisa que esse tipo de analogia permite uma melhor compreensão dos modos pelos quais as drogas ilícitas são tratadas em certos veículos de comunicação brasileiros. Consideramos, também, na coleta de material dos jornais Folha de São Paulo e Agora, as notícias que tocam em questões sobre uso, tráfico, política e legislação de drogas. Entretanto, o desenvolvimento desta pesquisa tem implicado em algumas mudanças nos critérios de seleção dos textos jornalísticos. No momento

9 está em andamento a classificação das notícias do jornal Folha de São Paulo e das Revistas Época e Carta Capital, do período de novembro de 2010 a janeiro de Este período corresponde à presença, na mídia nacional, de um fato novo, relacionado ao tema das drogas ilícitas, e extensamente noticiado. Trata-se da ocupação policial de um conjunto de favelas do Rio de Janeiro, mais particularmente dos chamados Complexos do Alemão e da Penha e, ainda, a Vila Cruzeiro, tendo em vista o combate ao tráfico de drogas. O fato se deu no final de novembro de 2010 e ganhou um destaque enorme na mídia nacional. Em função do alto número de notícias sobre esse acontecimento, principalmente do final de novembro a dezembro de 2010, optamos por realizar um recorte menor do nosso campo de coleta e observação de notícias. Assim, estamos trabalhando com o material da Folha de São Paulo e das Revistas Época e Carta Capital, e dando especial ênfase, agora, às notícias sobre tráfico de drogas. A classificação desse material ainda não está concluída, por isso decidimos não apresentar esses dados nos capítulos desse relatório. A descrição e análise do material jornalístico que se detém no fato da ocupação policial de várias favelas cariocas serão apresentadas no nosso próximo relatório de pesquisa. CAP. 01: A Abordagem da Folha de São Paulo

10 Serão expostos aqui os resultados da coleta de notícias, e de sua respectiva classificação, do Jornal Folha de São Paulo. Esse material se refere ao período de 15 de agosto a 30 de setembro de Como foi dito anteriormente, a seleção dos textos da Folha de São Paulo está sendo feita de modo on-line. A assinatura da Folha garantiu o acesso ao conteúdo integral dos números deste jornal, mesmo na sua versão digital. A seleção virtual de notícias tem facilitado o trabalho de coleta e classificação dos dados. Neste período de coleta de informações, no jornal Folha de São Paulo, contabilizamos um total de 84 notícias. Para nossa seleção consideramos os seguintes tipos de textos: reportagens, artigos, colunas ou editoriais. As notícias relativas ao período de 15 a 31 de agosto somam 36 textos. Já as notícias referentes ao período de 01 a 30 de setembro somam 48 textos. O gráfico abaixo mostra a proporção de notícias coletadas nos meses de agosto e setembro de DISTRIBUIÇÃO DE NOTÍCIAS: AGOSTO E SETEMBRO DE 2010 (Folha de São Paulo) Gráfico 1

11 Estas notícias foram classificadas e separadas em conjuntos distintos de acordo com os seguintes critérios: a) drogas mais citadas; b) distribuição de drogas nas seções do veículo; c) eixos temáticos. A observação das frequências das citações de diferentes drogas possibilita que alcancemos indicadores da abordagem e do destaque atuais fornecidos pelo veículo de comunicação a estas substâncias. Permitirá, também com que, posteriormente, possamos empreender um conjunto de analogias, inclusive com dados de outros estudos sobre drogas. Assim, por exemplo, poderemos comparar a frequência com que uma droga é citada nos textos jornalísticos do veículo analisado com a sua extensão de uso em setores da sociedade brasileira. Ao mesmo tempo, a quantificação da citação das diferentes drogas, no período que abrange nossa pesquisa, permite uma verificação de eventuais mudanças no que concerne ao destaque e espaço dado, pela mídia, a estas drogas em diferentes momentos. Já a observação de como as diferentes drogas são distribuídas no veículo, isto é, qual a frequência com que elas aparecem nas várias seções ou nos cadernos do jornal, é útil para analisarmos os modos pelos quais esta mídia constrói um certo recorte do tema. Dito de outro modo, através desse recurso de classificação podemos verificar se e como uma determinada droga é mais ou menos associada a situações de violência, ou a discussões de saúde, de ciência, de cultura, de lazer e, ainda, a debates políticos, sejam nacionais ou internacionais. Isso pode ser feito na medida em que os diferentes cadernos ou seções do jornal condensam temas, áreas ou discussões específicas. Por fim, a classificação das notícias em eixos temáticos permite uma percepção mais acurada do modo como âmbitos específicos ligados ao tema geral das drogas são abordados pelo veículo de comunicação analisado. Até o momento, estamos trabalhando com quatro eixos temáticos: a) uso de drogas; b) política de drogas; c) legislação; d) produção e tráfico. As notícias coletadas foram agrupadas em um desses quatro eixos, de acordo com suas temáticas principais. Em alguns casos, os textos foram inseridos em mais de um eixo temático. Isso ocorreu quando o texto abordava, ao mesmo tempo, de modo central, mais de um desses temas.

12 No interior desses eixos temáticos, procedemos a mesma verificação, feita anteriormente de um modo geral, da frequência com que uma droga é citada e, também, da frequência com que esses quatro temas aparecem nos respectivos cadernos ou seções. O objetivo foi analisar, no primeiro caso, se há relação entre uma droga e uma ênfase temática, isto é, se determinadas substâncias aparecem mais associadas do que outras a certos debates (legislação ou política de drogas, tráfico ou uso de drogas). No segundo caso, a meta foi verificar se esses eixos temáticos são ou não mais relacionados, pelo veículo, a certas áreas, debates ou questões representados pelos cadernos ou seções. Assim, por exemplo, procuramos observar se o tema do uso ou tráfico de drogas surge com mais frequência nas páginas de seções voltadas para notícias sobre problemas socais e urbanos, ou sobre violência, como é o caso do Caderno Cotidiano. Ou, então, num outro caso, se as discussões sobre políticas e legislações de drogas são mais recorrentes em seções dedicadas a questões de saúde ou de política. Cabem, aqui, alguns esclarecimentos pela inserção, em nosso universo de pesquisa, tanto de drogas ilícitas quanto de lícitas. Isso se dá porque, conforme esclarecemos no projeto desta pesquisa, partimos do pressuposto de que drogas são tanto substâncias usadas com objetivos terapêuticos, isto é, como remédios, como aquelas utilizadas para fins lúdicos, religiosos, estéticos ou de autoconhecimento. Apoiados em diversos autores (ESCOHOTADO, 1997 e 1998; RODRIGUES, 2004; SZASZ 1993), entendemos que a classificação destas substâncias em dois conjuntos distintos, um legal e outro ilegal, é um produto de um momento histórico particular e bastante recente. Como mostram esses estudiosos, é justamente a distinção entre substâncias lícitas, vistas como portadoras de fins terapêuticos, e substâncias ilícitas, classificadas como sem finalidades médicas, que funda o regime proibicionista de certas drogas e, simultaneamente, de regulamentação de outras. Esse regime começou a se desenhar no início do século XX, em grande medida impulsionado pelos esforços do governo dos Estados Unidos, que, principalmente, a partir dos anos trinta, começaram, também, a intensificar as pressões sobre outros

13 países para a consolidação de tratados internacionais sobre drogas que se pautassem pela mesma lógica. A recente proibição regulava o acesso a certas drogas, que agora só era possível a partir de receitas médicas e, ao mesmo tempo, classificava como crime todos os usos não médicos, como, por exemplo, os hedonistas. A licitude de algumas substâncias versus a ilicitude de outras fez com que, gradualmente, para o senso comum, as primeiras se desvinculassem das segundas, não aparecendo mais como drogas, e sim como remédios. A construção dessa imagem encobre, inclusive, a percepção de um processo histórico maior, único, que se estende até os dias de hoje, e que implicou numa regulação ou proibição de ambos conjuntos de substâncias. Assim, as instituições criadas, nesse período, para regular o uso de drogas terapêuticas eram as mesmas que estariam envolvidas com a proibição de outras drogas. As exceções a essa distinção entre drogas lícitas, porque vistas como tendo fins terapêuticos, e drogas ilícitas, classificadas como sem finalidade terapêutica, são o álcool e o tabaco. Não entraremos aqui na discussão detalhada dos motivos que conduziram a essas exceções. Ressaltamos, apenas, que esse exemplo aponta para a complexidade da questão das drogas na sociedade contemporânea, e para o fato de que diferentes aspectos foram responsáveis pela proibição, a partir do século XX, de várias destas substâncias. Assim, além da lógica médica, os interesses e pressões econômicas de setores específicos da indústria norte-americana da época foram, igualmente, fatores de relevo na constituição desse regime de proibição. Um dos objetivos da presente pesquisa é, justamente, verificar as eventuais diferenças na abordagem fornecida pela mídia escrita brasileira a drogas lícitas e ilícitas. Essa proposta, inclusive, possibilita que estabeleçamos uma continuidade com os objetivos de pesquisas anteriores e similares a nossa. Como comentamos na introdução desse capítulo, muitos estudos que abordam o tratamento dado pela mídia brasileira ao tema das drogas empreendem analogias entre o modo pelo qual são enfocadas as

14 substâncias lícitas e as ilícitas. Vários desses estudos constataram, por exemplo, a presença de uma visão estereotipada e excessivamente alarmista em relação a drogas ilícitas e, simultaneamente, de uma abordagem acrítica de drogas lícitas, como o álcool e o tabaco (ANDI e BRASIL, 2004). Outros, também comentados aqui, enfatizam que algumas drogas lícitas (embora de uso regulado), como os ansiolíticos, ou os anabolizantes, tem pouco destaque na mídia, embora sejam tão utilizadas quanto outras drogas, ilícitas e mais frequentemente citadas na imprensa. Essa foi a conclusão, como vimos, do levantamento de Ana Regina Noto et al. (2003), empreendido ao longo do ano de 1998, em jornais e revistas brasileiras. A pesquisa Mídia e Drogas (ANDI e BRASIL, 2004) apresentou conclusão semelhante, destacando que drogas como a maconha e a cocaína eram, entre os anos de 2002 e 2003, bastante ressaltadas na mídia nacional, enquanto certos tipos de medicamentos, com uma frequência de uso similar às primeiras, eram pouco mencionados. O levantamento que realizamos até o momento aponta para algumas continuidades e, por outro lado, para certas diferenças na abordagem de veículos de comunicação brasileiros a drogas lícitas e ilícitas. Inicialmente, procuramos verificar a constância de referências às diferentes drogas, com a finalidade de comparar esses dados com os constatados em estudos anteriores, aqui citados. Na nossa contagem, consideramos os textos que citavam explicitamente alguma droga, seja abordando o seu uso e as consequências deste, ou discorrendo sobre seu comércio e tráfico, ou sobre suas políticas e legislações. Consideramos o número de citações de uma droga por texto. No caso da categoria medicamentos, consideramos a citação deste termo e, também, as referências a remédios específicos (utilizados, no Brasil, com ou sem receita médica). Além disso, incluímos nessa categoria substâncias como suplementos alimentares que, apesar de não serem classificados como drogas no sentido de medicamentos, e de possuírem uma legislação e um controle diverso destes, têm na sua formulação, muitas vezes, substâncias que também estão na composição de remédios. Outro fato relevante, é que os suplementos alimentares, como alguns medicamentos, têm apresentado, também, um uso indiscriminado

15 por setores da população brasileira. Outros estudos, com os quais estabelecemos algumas analogias, aqui, também incluíram os medicamentos nos seus levantamentos. Alguns deles (ANDI e BRASIL, 2004) optaram, do mesmo modo, pela utilização da categoria geral medicamento para realizar a classificação das substâncias. Do nosso total de 84 notícias da Folha de São Paulo, do período de 15 de agosto a 30 de setembro de 2010, encontramos 72 citações de drogas. Destas, foram feitas referências às seguintes: cigarro, álcool, medicamentos e suplementos alimentares, maconha, crack, cocaína, ecstasy e às chamadas e-drugs, que na verdade são sons que começaram a circular na internet, apresentados como capazes de provocar estados alterados de consciência. Optamos por incluir as e-drugs na nossa amostragem em função do tratamento midiático dado a esse tipo de substância e as discussões em torno delas que foram divulgadas no período analisado. Estas se caracterizaram por relacionar a recorrência às e-drugs a questões acerca do uso de drogas psicotrópicas. O gráfico abaixo mostra a proporção das citações das diferentes drogas, indicando e comparando a sua frequência no material jornalístico analisado no período. DROGAS MAIS CITADAS NOS TEXTOS (Folha de São Paulo - Agosto e Setembro 2010) Gráfico 2

16 Um primeiro ponto a destacar é alta frequência de referências aos medicamentos (22.3%). A pesquisa realizada pela ANDI e pelo programa de DST/AIDS (ANDI e BRASIL, 2004) constatou que, com relação às menções de drogas, os medicamentos alcançavam a porcentagem de apenas 0,6% em todo o material jornalístico coletado. Os responsáveis pelo estudo ressaltaram que drogas ilícitas, como a cocaína ou o ecstasy, apesar de terem, no Brasil, um uso menor do que vários medicamentos lícitos recebiam muito mais destaque na mídia nacional, sendo citadas com maior frequência. O estudo se pautava em levantamentos feitos pelo CEBRID, em 2001, e pela SENAD (Secretaria Nacional de Políticas de Drogas), no mesmo ano. De fato, tanto o levantamento do CEBRID de 2001, quanto o posterior, de 2005, sobre o uso de drogas no Brasil, indicam que alguns medicamentos, como os estimulantes anorexígenos, e os benzodiazepínicos, como os ansiolíticos, possuem um uso mais extenso do que drogas como a cocaína e o ecstasy (CARLINI, E. et al., 2005). Entretanto, o nosso levantamento aponta para uma alteração da frequência de menções destas drogas, lícitas e ilícitas, em certos veículos de

17 comunicação brasileiros. Evidentemente, devemos relativizar essa alteração, porque, em primeiro lugar, há uma diferença grande entre o tamanho da nossa amostra e o da amostra de estudos como o realizado pela ANDI e pelo programa de DST/AIDS (ANDI e BRASIL, 2004). Em segundo lugar, cabe dizer que nosso levantamento ainda está na sua fase inicial. Apesar destas ressalvas, pensamos que os nossos dados podem ser indicadores de eventuais mudanças na abordagem de determinados veículos da mídia nacional acerca de drogas ilícitas e lícitas (neste caso, os medicamentos). A continuidade do nosso levantamento de dados, inclusive em outros veículos, e a análise posterior desse material possibilitarão uma análise mais profunda e precisa da extensão dessas mudanças de abordagens. As menções de medicamentos, no período a que se refere a nossa coleta de dados na Folha de São Paulo, somam 16. Dentre os medicamentos citados encontramos os seguintes: anabolizantes, metanfetaminas, ritalina, cigarros eletrônicos, antipsicóticos, suplementos alimentares, rivotril e ansiolíticos. Os anabolizantes foram citados uma vez. As metanfetaminas, que são derivados das anfetaminas, duas vezes. A ritalina, que também é um medicamento à base de anfetamina, têm igualmente duas citações. Os cigarros eletrônicos, que são classificados como medicamentos para parar de fumar, receberam uma referência. Os antipsicóticos são mencionados em um dos textos. Os suplementos alimentares também aparecem apenas em um texto. O rivotril, que é um ansiolítico, foi citado uma vez, e os ansiolíticos em geral, possuem uma referência. Desse conjunto de notícias sobre medicamentos, 6 abordam os usos destas substâncias e suas consequências ou implicações, e 8 discorrem sobre a regulação ou o controle de sua produção, venda, legislação e publicidade. Outro dado que se destacou, no levantamento que realizamos, foi um equilíbrio entre notícias de medicamentos abordando o contexto do Brasil e de outros países. Assim, há 8 textos que discorrem sobre medicamentos em outros países e 7 que abordam o tema no contexto brasileiro, além de 1 que trata de acordos entre Brasil e E.U.A para regulação e controle de remédios.

18 A segunda droga mais citada, de acordo com nosso levantamento, foi o álcool, que contou com 13 menções nos textos analisados. Aqui, nossos dados estão de acordo com dados de outras pesquisas, que igualmente apontam o álcool como uma das drogas mais mencionadas pela imprensa brasileira. Na pesquisa Mídia e Drogas (ANDI e BRASIL, 2004), por exemplo, o álcool aparece em primeiro lugar como droga mais citada nas matérias jornalísticas selecionadas, estando em 40% delas. Na pesquisa realizada por Ana Regina Noto et al. (2003), durante o ano de 1998, ele aparece em terceiro lugar, com uma porcentagem de citações muito próxima às drogas que apareciam em segundo lugar (os derivados da coca). A maior parte das notícias sobre álcool, no nosso levantamento, aborda os seus usos e suas consequências, com 12 textos incluídos nesse grupo. Há apenas um texto, desse conjunto, sobre a questão da regulação, através de leis, do uso do álcool, que trata da instauração da lei seca, no Brasil, e de seus efeitos positivos. Analisaremos com mais profundidade os textos sobre o álcool ao empreendermos um cruzamento entre o tipo de substância mencionada e a seção ou caderno do jornal onde ela aparece. Nesse ponto da pesquisa procuraremos detectar as abordagens e associações com contextos e discussões mais destacadas quando o assunto é o álcool. O cigarro é, na nossa coleta de dados na Folha de São Paulo, até o momento, a terceira droga mais mencionada nas matérias, representando 16.7% das citações de drogas. Esse dado nos aproxima, também, de dados levantados em pesquisas anteriores. Na pesquisa Mídia e Drogas (ANDI e BRASIL, 2004) ele também constava nessa posição, estando, porém, abaixo da maconha, que surgia em 15% das matérias contra 10% do cigarro. Como vimos, no nosso levantamento esta ordem se inverte, pois a maconha aparece em quarto lugar, mas com uma diferença ínfima em relação ao cigarro, de apenas 1.42%. Notamos, ainda, um desequilíbrio do destaque dado pela Folha de São Paulo ao cigarro ao registrarmos que, num período menor, em agosto (de 15 a 31), há um número muito maior de notícias do que em setembro, durante um período maior (de 01 a 30). São 9 notícias durante uma quinzena de agosto, e apenas três ao longo de todo o

19 mês de setembro. Essa diferença aponta para as oscilações dos recortes e das ênfases de certos veículos da mídia brasileira no que se refere ao tema das drogas. O destaque dado a uma determinada droga muitas vezes expressa apenas questões circunstanciais, e não indica, necessariamente, a extensão do seu uso em setores da população. Da mesma forma, esse tipo de destaque não significa a divulgação constante, pela mídia, de informações ou de reflexões densas sobre certas drogas. O exemplo das referências às e-drugs é um desses casos. Embora sequer sejam, de fato, drogas, sua proporção de menções, no período analisado, é equivalente a de cocaína. Para termos uma compreensão mais profunda da abordagem dada pela Folha de São Paulo ao tema das drogas, no período analisado, não basta o registro da frequência de menções a estas substâncias. Como explicamos anteriormente, com a finalidade de obtermos um entendimento mais abrangente dos recortes e discursos construídos pelo veículo pesquisado, optamos também por verificar a frequência das citações das drogas por caderno do jornal. A tabela abaixo mostra como se distribuíram essas citações.

20 DISTRIBUIÉÑO DAS DROGAS POR CADERNOS (Folha de SÖo Paulo Agosto e Setembro DE 2010) Tabela 1 Drogas Es CiÅ Mu Cotidi Sa Folhat TendÅ Ilustr por nci nd ano Äde een ncias ada Cadernos te a o Cigarro % % % % Élcool % % Medicamen 42. tos/ % suplemento % 0% 0% % % s Maconha % % 2% 0% Crack % CocaÑna % Ecstasy 5.72% E-drugs 2.85% 60% Total citaöües por caderno Total % % % 100% 0% % 0% 0% % 0% Como mostra a tabela, a menção explícita a determinadas drogas, no período de 15 de agosto a 30 de setembro, aparece em 8 diferentes cadernos da Folha de São Paulo: Cotidiano, Saúde, Folha Teen, Tendências e Debates (Opinião), Esporte, Ciência, Ilustrada e Mundo.

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