DADOS. Condição da Saúde Pública no Brasil

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1 SAÚDE Saúde de qualidade não é um benefício, mas um direito de cada cidadão e um dever do Estado, mesmo quando utiliza empresas privadas para a prestação destes serviços.

2 DADOS Condição da Saúde Pública no Brasil Dentre as reivindicações mais solicitadas pela população brasileira, a Saúde segue na linha de frente. Segundo dados recentes do Conselho Federal de Medicina (CFM), o gasto per capita em saúde em 2014 foi de R$ 1.098,75. O valor está abaixo dos parâmetros internacionais e representa apenas metade do que gastaram os beneficiários de planos de saúde do Brasil no mesmo período. O País convive tanto com carências quanto com um desequilíbrio que também replica a aglomeração do corpo de atendimento em determinadas áreas. Um dos paradoxos que mais salta aos olhos é que, no Brasil, os médicos nunca foram tão numerosos nas grandes cidades do país, ao mesmo tempo em que persistem acentuadas desigualdades na distribuição dos profissionais entre as regiões, estados e municípios. O principal fator de fixação do médico são os grandes centros, onde estão as oportunidades de emprego, de especialização e de melhor qualidade de vida. Uma das tentativas do Governo Federal de suprir a carência de profissionais e melhorar a distribuição de médicos no País foi a implantação do programa Mais Médicos que enviava os profissionais para as áreas de carência, em princípio, com médicos brasileiros formados aqui ou com diplomas do exterior validados, e para preencher a cota, médicos estrangeiros oriundos principalmente de Cuba. Em 2013, ano inicial do projeto, municípios receberam profissionais do programa. Entretanto, auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que metade das prefeituras perdeu profissionais da área. Outra informação da auditoria é que 31% dos médicos do programa não tinham um supervisor, espécie de avalista com a função de auxiliá-los. O programa previa essa obrigatoriedade porque a maioria dos estrangeiros não teve o diploma validado no Brasil. Um dado favorável mostrado pelo TCU é que o número de consultas subiu 33% nas cidades atendidas pelo Mais Médicos, ante 14% naquelas sem programa. Uma ação que pode gerar um efeito impactante para corrigir o déficit de profissionais em regiões pobres e afastadas é a instituição de planos de carreira meritocráticos e a melhoria das condições de trabalho em pontos mapeados como estratégicos ou incentivadores da fixação de profissionais.

3 A formação da rede hospitalar brasileira reflete a situação de desigualdades. São hospitais, dos quais públicos e privados (estes últimos justamente posicionados nos principais redutos populacionais). A rede pública de saúde apresenta carências estruturais e de equipamentos. Pode ser citado como exemplo o balanço divulgado em junho de 2015, pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, que apontou que dois hospitais de Brasília não dispõem de qualquer condição de seguirem funcionando e precisam de substituição imediata. Conceito do SUS O Sistema Único de Saúde (SUS) é um modelo de atendimento que busca - desde a sua criação, pela Constituinte de o cumprimento das seguintes diretrizes básicas: universalidade, integralidade, equidade, descentralização e participação da sociedade. Reconhece doenças raras, mas não consegue tratar metade delas por falta de pessoal e de detecção. O modelo foi concebido para que todo brasileiro tenha os direitos à prevenção de doenças e à recuperação da saúde, o que pressupõe a promoção da saúde e sua proteção por meio do diagnóstico precoce, o tratamento médico-hospitalar, os exames e os outros serviços prestados pela rede pública de saúde. São assistidos em torno de 125 milhões de brasileiros (2/3 da população), que dependem exclusivamente dos serviços públicos de saúde. Os programas resultam de articulações de políticas públicas com gestão, repartição orçamentária e execução entre União, Estados e municípios, como determina a Carta Magna. Para isso, constitui-se em conselhos gestores: local, distrital, municipal e estadual. Do ponto de vista estrutural, o SUS defronta-se com limitações de natureza física e de quadro de recursos humanos para desenvolver as suas ações além da falta de vontade política para as transformações necessárias dos seus gestores. Desse modo, acabam potencializadas a má qualidade no padrão de serviços e a sobrecarga no atendimento. Reportagem realizada pelo portal de notícias G1 apontou que o Brasil tem menos leitos em hospitais do que o mínimo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS): são 2,4 para cada habitantes. O recomendado são 3, nos casos de países em desenvolvimento.

4 O Banco Mundial, no estudo Investindo em Saúde: Indicadores de Desenvolvimento Mundiais, chegou a mencionar que, no Brasil, entre 20% e 40% dos recursos liberados ao setor ficam pelo meio do caminho (desperdício e custeio da máquina) ou desaparecem na ponta final, através da oferta de serviços terciários, em detrimento do atendimento primário. Em dinheiro, ocorreriam perdas de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões. O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estimava a necessidade de quase US$ 14 bilhões ao ano em investimentos para salvar a vida de 2 milhões de crianças e quase mães no mundo a cada recontagem estatística. Especialistas são unânimes quanto à solução que poderia melhorar o SUS: dobrar os recursos destinados ao setor (o que não é fácil, uma vez que boa parte do Orçamento Federal é comprometida com outras despesas também vinculantes) e uma gestão eficiente. Um necessário choque administrativo deveria começar pela própria condução do sistema. Outro alvo de aperfeiçoamento é o Programa Saúde da Família, que fornece atendimento básico à população previamente inscrita. A meta é ampliar a sua abrangência dos atuais 50% para 80% das famílias brasileiras. Enquanto não se atinge a universalização plena, este seria o contingente reconhecido como patamar satisfatório, uma vez que o restante do conjunto da população brasileira está de alguma forma, coberto por plano de saúde. Em dezembro de 2014, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em sua Pesquisa Nacional de Saúde que 57,4 milhões de brasileiros convivem com pelo menos uma doença crônica. As mais incidentes são hipertensão arterial, problemas na coluna, colesterol alto e o diabetes (que são os principais fatores de risco para as patologias cardiovasculares), e a depressão. Ainda de acordo com o estudo, as doenças crônicas não transmissíveis respondem por mais de 72% das causas de mortes no Brasil. Estas se manifestam na forma de intercorrências associadas ao tabagismo, consumo abusivo de álcool, excesso de peso, colesterol elevado, sedentarismo e baixo consumo de frutas e de verduras.

5 Programas permanentes e campanhas As equipes de Saúde da Família (PSF) atuam de maneira multidisciplinar, com atividades médicas, clínicas e físicas, como caminhadas e dança. Muitas cidades têm valorizado ciclovias. Cidadãos inscritos no programa Saúde da Família recebem atendimento clínico básico, o que diminui a busca desnecessária por especialistas e a realização de exames: gasta-se menos, com resultados melhores. O programa passa por reestruturação conceitual, acoplado ao projeto Mais Médicos. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas objetivam caminhar na busca da melhoria do atendimento pleno. Programa Brasil Saudável Envolve ação nacional para criar políticas que promovam modos de viver mais saudáveis em todas as etapas da vida. A prática de atividades físicas no cotidiano e no lazer, o acesso a alimentos saudáveis e a redução do consumo de tabaco são a base para o envelhecimento saudável. Vacinação Contra a febre amarela urbana, a varíola e o sarampo, as campanhas se iniciaram com o Plano Nacional de Vigilância em Saúde em 1972; Desde 1973, os brasileiros têm acesso a programas de imunização. O último caso de poliomielite foi registrado em 1989; São quatro os calendários de vacinação na rede pública, voltados para grupos definidos: criança; adolescente; adulto e idoso; e população indígena; A campanha de vacinação contra a gripe se iniciou em O principal objetivo é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. A meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, entre outros. Em 2015, 29,59 milhões de pessoas dos grupos prioritários receberam a dose, o que equivale a 94,53% da meta, que era vacinar 31,3 milhões.

6 Política de atenção integral a saúde da mulher Compromissos Garantir os direitos humanos das mulheres; Reduzir a morbimortalidade por ações e medidas de prevenção, que atacam causas evitáveis de doenças letais; Consolidar os avanços no campo dos direitos sexuais e reprodutivos, com ênfase na melhoria da atenção obstétrica, no planejamento familiar, na atenção ao abortamento inseguro e no combate à violência doméstica e sexual; Agregar também a prevenção e o tratamento de mulheres vivendo com HIV/AIDS e as portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e de câncer ginecológico. Rede Cegonha Cuida da atenção básica à mulher, serviço que foi reforçado por equipes do Saúde da Família; Sua finalidade é prestar assistência integral à saúde de mães e filhos, desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, o pré-natal, o parto e o pós-parto, até o 2º ano de vida da criança; A meta traçada é a qualificação da assistência a gestantes e bebês contra as mortalidades materna e infantil. Segundo o relatório Situação Mundial da Infância 2013, do Unicef, o Brasil diminuiu de 19 para 16 a taxa de mortes por grupo de crianças menores de 5 anos; Na edição de 2012, com dados de 2010, o País ocupava a 103ª posição no ranking. O critério: a primeira posição é ocupada pela pior taxa de mortalidade. Agora, está no 107º lugar; Em 1980, ocorriam 69 óbitos de crianças de até um ano para cada mil nascidas vivas. Em 2015, as estimativas caíram para 13,8 óbitos para cada mil nascimentos. Saneamento Um grande vilão Lixões a céu aberto e falta de esgotamento sanitário constituem-se numa das maiores vulnerabilidades das políticas ambientais no País por agravar doenças

7 endêmicas. Pelo menos 2/3 dos municípios brasileiros não adotam diretrizes nesse sentido. Os prefeitos alegam não ter verba para encomendá-los. Um extrato da gravidade do problema: as 100 maiores cidades lançam oito bilhões de litros de dejetos diariamente nas águas brasileiras sem nenhum tratamento. O ranking do saneamento mostra que a coleta chegou a 61,4% da população nas 100 maiores cidades do País e a apenas 48,1% no restante do País (2011). Histórico da emenda 29 A proposta de emenda citada propunha originalmente que as formas de financiamento do sistema de saúde passassem por revalidação pelo menos a cada cinco anos. Para isso, fixa percentuais, normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal, estadual, municipal e no DF, Tal emenda impunha à União agregar 5% a mais ao orçamento da Saúde, com base no repasse de O reajuste ficou atrelado à variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Os estados gastariam, no mínimo, 7% dos seus orçamentos com Saúde. O percentual chegaria a 12% até Os municípios comprometeriam 7% de suas contas, alcançando 15% também em Mesmo assim, a vinculação de recursos da União, dos Estados e municípios ainda seria insuficiente para satisfazer plenamente as necessidades e os direitos de todos os cidadãos com a saúde. Por isso, sindicatos, entidades de classe e movimentos sociais elegeram a saúde como prioridade nacional. Em 2014, como apêndice à Emenda 29 o reforço do movimento em torno de financiamento sustentável para o sistema de saúde no País veio no dispositivo do Orçamento Impositivo, mecanismo que desde o ano passado contribui para ampliar as verbas do setor. Outro incremento aos recursos para a Saúde incluído foi a previsão de a União destinar 15% da Receita Corrente Liquida (RCL) para a área. Até então, somente estados e municípios tinham percentuais definidos pela lei que regulamentou a Emenda 29 (12% e 15%, respectivamente). O mínimo fixado à União ficou com base no valor empenhado no exercício anterior, corrigida pela variação nominal do PIB, que hoje representa em torno de 13% da RCL.

8 Os 15% da RCL destinados à saúde pública devem ser atingidos gradualmente, após cinco anos. O percentual mínimo obrigatório será de 13,2% em 2014; 13,7% em 2015; 14,1% em 2016; 14,5% em 2017 e 15% em Para atingir os 15%, são computadas as verbas das emendas parlamentares e dos royalties do petróleo. Fundo Nacional de Saúde (FNS) O FNS é o gestor financeiro (na esfera federal) dos recursos do SUS. O governo havia preservado no Orçamento de 2014 (ano eleitoral) a Saúde o valor de R$ 82,6 bilhões, a Educação de R$ 42,3 bilhões, o Desenvolvimento Social de R$ 31,7 bilhões e a Ciência, Tecnologia e Inovação de R$ 6,9 bilhões. Contudo, o governo não bateu a meta fiscal, vinculada ao Orçamento anterior: o compromisso de 2013 era de superávit primário de 3,1% do PIB, porém a área econômica perseguiu a meta de 2,3% do PIB. Ao final das contas, o País descumpriu a promessa fiscal estipulada inicialmente e fez um rearranjo do setor público consolidado em 1,9% do PIB (ou R$ 91,306 bilhões, em moeda corrente). BANDEIRAS O Solidariedade defende como principais bandeiras para a saúde: O Sistema Único de Saúde (SUS), em seus três princípios: Universalidade (saúde para todos), Integralidade (promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde) e Equidade (a cada um de acordo com suas necessidades). A elevação do percentual do Orçamento da união para a saúde (saúde +10), sem prejuízos das obrigações dos Estados e Municípios. A implantação do Modelo de Atenção Integral a Saúde (MAIS Saúde). De forma regionalizada e crescente, como política e programa para ampliar o alcance do SUS em todo território nacional.

9 Propostas Programáticas Implantação do paradigma da Saúde e não paradigma da Doença, como ainda persiste em nossa cultura, por meio de uma Parceria de Compromisso fundada num Pacto de Gestão pela vida e em defesa dos princípios do SUS; Quanto à gestão do SUS pode se dar de forma direta ou por meio de contratos de gestão com Organizações Sociais que devem estar sob o Controle Social dos Conselhos de Saúde e de eficientes Auditorias nos serviços contratados; Quanto ao financiamento defendemos recursos complementares aos orçamentos obrigatórios vinculados da União, Estados e Municípios, advindos de Parcerias com a Sociedade Civil sem repercussões comprometedoras aos princípios básicos: Universalidade, Integralidade e Equidade do Sistema; Implantar o Modelo de Atenção Integral à Saúde (MAIS Saúde), para a promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde do cidadão. Trata-se do SUS que funciona, ou seja, colocar em prática o que já existe em leis e na Constituição Federal, e que pouco foi implementado da sua totalidade; Lutar pela aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular que objetiva o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira; (obs: a União investe R$ 90 bilhões/ano em Saúde. Com os 10%, serão mais R$ 45 bilhões; recursos para ações do MAIS Saúde sairiam dessa diferença; Lutar por meio de Projeto de lei pela diminuição no tempo de espera para consultas e exames; pela qualidade e humanização do atendimento, conforme parâmetros já estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos de saúde. Campanha Encabeçar um movimento para a organização de uma campanha, em âmbito nacional por meio do Plano MAIS-SAÚDE: O SUS QUE FUNCIONA; O Plano MAIS-SAÚDE: O SUS QUE FUNCIONA implica na realização de um inventário nacional envolvendo todos os equipamentos de saúde em nível nacional, seus recursos materiais e de pessoal, organizá-los em complexidade crescente: Nível primário - UBS e Pronto Atendimento; Nível secundário - Ambulatórios de Especialidades Regionais;

10 Nível terciário - Hospitais gerais e de procedimentos complexos, estes também regionais; Este plano consiste numa espécie de raio-x que irá mostrar que recursos humanos, físicos e de equipamentos o setor dispõe nas diversas regiões do país, contribuindo para sua otimização e racional aplicação de novos recursos, bem como construir outros e contratando pessoal e/ou contrato de gestão com organizações sociais para cumprir as diretrizes e princípios do SUS (Universalidade, Integralidade e Equidade) em todo o território Nacional; Estabelecer por região do País centros de referência de telemedicina com plantões 24 horas, dando suporte aos médicos do interior, tirando dúvidas e aplicando cursos de reciclagem a distância; Criar a carreira funcional da saúde, dando ao médico condições técnicas, salariais e de recursos para que se possa trabalhar em condições dignas; Cobrar que a agência reguladora cumpra seu papel: saúde privada tem de ser suplementar de um Sistema maior que é o SUS em todos os níveis da saúde do cidadão, ou seja, na promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde; Estimular ações voltadas à saúde e bem-estar dos idosos, como criação de academias ao ar livre em praças e parques públicos, equipamentos esportivos, centros de convivência e de referência para promover a atenção integral à saúde do idoso com ações que promova o envelhecimento saudável, cursos para formação de cuidadores, assistência domiciliar geriátrica, dentre outras; Trabalhar pela ampliação do Programa Saúde da Família, para que chegue universalmente a toda a população brasileira; Agir no enfrentamento da dependência de álcool, cigarro e outras drogas, como problemas de saúde pública que podem se tornar assunto de segurança se não forem encarados com seriedade. O tratamento e a reinserção à sociedade têm de ser encarados como prioridades; Trabalhar pela valorização e capacitação dos profissionais da saúde, assim como pela nomeação de concursados e a realização de novos certames bem como fazer contrato de gestão com organizações sociais, semelhantes aos modelos desenvolvidos no Estado de São Paulo.

11 PROGRAMA OPERACIONAL Âmbito Municipal 1- Implantar o Programa "MAIS Saúde: O SUS que funciona" em âmbito municipal, tendo como substrato Legal a Lei Orgânica da saúde 8080 e 8142 e os demais decretos e leis de regulamentação disponíveis (federal, estadual e municipal); 2- Buscar estabelecer convênios com hospitais particulares do município "comprando números de leitos com valor fixo por leito/dia (incorporando hotelaria, tratamento e intervenção médica). Tais leitos serão administrados e gerenciados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS); 3- Implantar o programa de Promoção, Proteção e educação em Saúde por meio das "Academias ao ar livre", em Praças, Parques Públicos, Equipamentos Esportivos, Escolas e outros. (vide projeto na pasta Saúde da Fundação); 4- Implantar a Carreira Municipal de Funcionários Públicos da Saúde, dando especialmente ao Médico condições Técnicas, recursos e salário para um trabalho digno em favor da população. Âmbito Estadual 1- Buscar intermediar por meio da Comissão Bipartite da Saúde (SES + COSEMS) um choque de gestão da lei 8080 e 8142 por meio do Programa "MAIS Saúde - O SUS que funciona" estabelecendo os novos papéis do Estado nessa reorganização constitucional do SUS estadual; 2- Descentralizar radicalmente a gestão de saúde para o nível local, cabendo aos estados serviços de amplitude regional (hospitais, alguns casos de ambulatórios de especialidades e exames complementares de maior complexidade e de custos que também possa atender regionalmente); 3- O Estado deve repassar como faz o governo federal, para os mesmos programas estratégicos, valores segundo resultados conquistados, de tal forma a facilitar sua execução no âmbito do município.

12 Âmbito Federal 1- Lutar pela aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular que objetiva o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira; (Obs.: a União investe R$ 90 bilhões/ano em Saúde. Com os 10%, serão mais R$ 45 bilhões; recursos para ações do MAIS Saúde, que seriam oriundas sairiam dessa diferença); 2- Lutar por meio de projeto de lei pela diminuição no tempo de espera para consultas e exames; pela qualidade e humanização do atendimento, conforme parâmetros já estabelecidos pela ANS para os planos de saúde.

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