Implicações do capital nacional e estrangeiro para o SUS

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1 Implicações do capital nacional e estrangeiro para o SUS Isabela Soares Santos Pesquisadora DAPS/Ensp/FIOCRUZ Vice-Presidente CEBES Seminário de Economia da Saúde ABrES Regulação do K nos serviços de saúde no Brasil Rio de Janeiro, junho de 2015

2 ... Sobre o setor de prestação de serviços de saúde no Brasil

3 Número de estabelecimentos de saúde segundo tipo e grandes regiões. Brasil, % Privados c/ fins lucr. 80% Públicos 62% SUS (Públ. + Priv. s/ fins lucr.) 83% Privados c/ fins lucr. 97% Públicos Fonte: Santos et ali(no prelo) Nota: Elaborado a partir do CNES.

4 Número e percentual de estabelecimentos e de municípios segundo número de leitos de UTI disponibilizados (UTI SUS e Não SUS) Brasil, 2013 Nº. de Leitos UTI Estabelecimento % Município % Até 5 leitos ,7 32 6,3 6 a 10 leitos , ,9 11 ou mais , ,8 Total , ,0 Relação entre Leitos de UTI/ Total de Leitos Gerais recomendada é de 20 a 30% Relação entre Leitos de UTI / Total de Leitos Gerais no SUS é de 6% (18.970/ ) Relação entre leitos de UTI/ total de leitos gerais em NÃO SUS é de 14% (18.998/ ) Fonte: Santos et ali(no prelo) Nota: Elaborado a partir do CNES.

5 a oferta de leitos de UTI Não SUS, em alguns municípios centrais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Niterói, é bastante superior à oferta de leitos SUS; em São Paulo, a oferta de leitos UTI infantil SUS e Não SUS é próxima, mas no Rio de Janeiro, Brasília e Belém a oferta de leitos Não SUS é o dobro da oferta de leitos SUS A oferta de leitos de UTI neonatal Não SUS é maior do que a oferta SUS em 42 municípios, alguns com grande densidade demográfica (incluindo capitais, como o Rio de Janeiro, Belém, Salvador, Manaus, Florianópolis, Cuiabá, Brasília e São Paulo). Este contexto, possivelmente, está relacionado com as altas taxas de parto cesáreo na clientela com planos privados de saúde e com o fato de que nas capitais a cobertura da população com plano privado é maior que a média nacional Fonte: Santos et ali(no prelo) Nota: Elaborado a partir do CNES.

6 DOENÇA RENAL Distribuição dos Equipamentos para hemodiálise e serviços habilitados para transplante renal segundo natureza jurídica do estabelecimento - Brasil, % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 21,4 71,1 7,5 Equipamentos para Hemodiálise Mais de 70% dos equipamentos 50,3 para hemodiálise do país está em estabelecimentos 22,4 de natureza privada com fins lucrativos 27,3 Serviços habilitados para transplante renal Privado sem fins lucrativos Privado com fins lucrativos Público Fonte: Santos et ali(no prelo) Nota: Elaborado a partir do CNES.

7 Oferta de Serviços - BRASIL Evolução da relação de disponibilidade de Equipamentos segundo Privado / SUS. Brasil, 2005 e 2009 Equipamento Mamógrafo 4,9 6,8 Litotripsor 4,0 6,3 Ultrassom 5,2 8,4 Radioterapia 1,6 2,9 Raio X p/ Hemodinâmica 2,8 4,9 Tomógrafo Computadorizado 4,1 7,4 Ressonância Magnética 6,7 10,4 Hemodiálise 0,3 0,9 Fonte: Santos et al, Elaboração própria a partir de AMS/IBGE-2005 disponibilizado em Santos et al (2008) e AMS/IBGE Notas: Para cálculo da disponibilidade SUS: População brasileira estimada pelo IBGE para 2005 ( ) e Censo Demográfico 2010 ( ). Para cálculo da disponibilidade para segurados: beneficiários com planos médico-hospitalares, SIB/ANS/MS ( em dez 2005 e em dez 2010)

8 Oferta de Serviços - BRASIL Evolução da relação de disponibilidade de Equipamentos segundo Privado / SUS. Brasil, 2005 e 2009 Equipamento Mamógrafo 4,9 6,8 Litotripsor 4,0 6,3 Ultrassom 5,2 8,4 nos 50 municípios com maior oferta de mamógrafosexiste predominância expressiva Radioterapia da oferta Não SUS em relação a oferta 1,6 SUS, destacando 2,9 este desequilíbrio Raio X p/ Hemodinâmica diversas capitais (Rio de Janeiro, 2,8 São Paulo, 4,9 Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Belém) CNES 2013 Tomógrafo Computadorizado 4,1 7,4 Ressonância Magnética 6,7 10,4 Hemodiálise 0,3 0,9 Fonte: Santos et al, Elaboração própria a partir de AMS/IBGE-2005 disponibilizado em Santos et al (2008) e AMS/IBGE Notas: Para cálculo da disponibilidade SUS: População brasileira estimada pelo IBGE para 2005 ( ) e Censo Demográfico 2010 ( ). Para cálculo da disponibilidade para segurados: beneficiários com planos médico-hospitalares, SIB/ANS/MS ( em dez 2005 e em dez 2010)

9 Saúde no Brasil: Direito Social x Negócio No Brasil temos forte competição entre SUS e setor privado de saúde Em desvantagem para o SUS!!!! Estado brasileiro provê proteção social, mas... SUS financia menos que previsto (esfera federal de governo) Financia importante parte do setor privado diferente tipos de incentivos, p. ex.: Subsídios fiscais (desde anos 1960) Trabalhadores do setor público com:» seguro privado ou» auxílio para assist. privada à saúde 3/4 dos provedores privados contratados pelo SUS Unidades com lucro: 14% de todas unidades em 1960 => 45% de todas/ % das unidadesde SADT eramprivadaslucrativasem 2013 Seguroprivadono BR => um dos maioresmercadosdo mundo - 26% da população tem cobertura duplicada(pública+privada) ANS/MS, Março º maiormercadode medicamentos(interfarma, 2013, apud SILVA, 2014, p. 56)... e o SUS é um importante comprador

10 Financiamento: uso privado (não contabilizado) - BRASIL Recursos para assistência à saúde do funcionalismo público LDO para 2008: quase R$ 2 Bi para funcionários federais (5% orçamento MS) (inclui: Executivo, Legislativo, Judiciário e administração indireta e Forças Armadas). Falta consolidar a destinação de recursos para funcionalismo estadual e municipal PAC Saúde para investimento no segmento suplementar (portabilidade, fundo garantidor, etc.) Evolução das Desonerações Fiscais no setor de saúde Brasil, Gasto Tributário (IRPF + IRPJ + Ent. Sem fins lucrativos + Indústria Farmacêutica e de produtos químicos e farmacêuticos) Gasto Tributário com plano de saúde Participação dos planos privados 43,25% 46,68% 49,14% Fonte: Santos et al no prelo. Notas: Elaborado a partir de Ocké-Reis 2013 com informações do Ministério da Fazenda, Secretaria da Receita Federal (Brasil/MF/SRF)..

11 Mudanças nas últimas décadas e a agenda social no Brasil Políticas sociais: na década de 1980 o Brasil implementou os direitos inspirados na social democracia num contexto nacional e internacional adverso, de fortalecimento das ideias neoliberais: Universalidade X Focalização/fragmentação/segmentação Dicotomia: Neoliberalismo com Estado mínimo e Tripé econômico(taxa juros com superavit+ meta de inflação + câmbio flutuante => política econômica sadia e sustentável ) X Projeto de desenvolvimento para sociedade de bem estar social com base na democracia e nos direitos sociais de cidadania(modelo social democrata desenvolvido na Europa que inspirou SUS) Conceitos de Público e Privado vem se tornando mais difusos e Arranjos públicoprivados cada vez mais complexos: Fenômeno não estático, resultante do embate político-econômico e dos valores da sociedade de proteção social que interferem na relação Estado/mercado Acumulação de capital internacional: privatizações e mais recentemente a área social passa a ser atenção de acumulação financeira (saúde, educação, transporte público, etc.) =>... CUS...LIVRO BRANCO ANAHP & ESPANHA/ Força da velha (falsa) premissa de que o setor privado é mais eficiente que o público

12 Mudanças nas últimas décadas e a agenda social no Brasil Políticas sociais: na década de 1980 o Brasil implementou os direitos inspirados na social democracia num contexto nacional e internacional adverso, de fortalecimento das ideias neoliberais: Universalidade X Focalização/fragmentação/segmentação Dicotomia: Neoliberalismo com Estado mínimo e Tripé econômico(taxa juros com superavit+ meta de inflação + câmbio flutuante => política econômica sadia e sustentável ) X Projeto de desenvolvimento para sociedade de bem estar social com base na democracia e nos direitos sociais de cidadania(modelo social democrata desenvolvido na Europa que inspirou SUS) Conceitos de Público e Privado vem se tornando mais difusos e Arranjos públicoprivados cada vez mais complexos: Fenômeno não estático, resultante do embate político-econômico e dos valores da sociedade de proteção social que interferem na relação Estado/mercado Acumulação de capital internacional: privatizações e mais recentemente a área social passa a ser atenção de acumulação financeira (saúde, educação, transporte público, etc.) =>... CUS... LIVRO BRANCO ANAHP & ESPANHA/ Força da velha (falsa) premissa de que o setor privado é mais eficiente que o público

13 Cobertura Universal de Saúde (Universal Health Coverage): O que é e em quê nos afeta Fonte: Manifesto do Cebes em defesa do direito universal à saúde saúde é direito e não negócio. Rio de Janeiro, agosto de

14 COBERTURA UNIVERSAL DE SAÚDE (CUS ou UHC) Definição oficial A situação em que todas pessoas tem acesso equitativo a serviços de saúde e não sofrem dificuldade financeira pagando pelos mesmos Tradução livre. (Tangcharoensathien V, Evans D, Marten R. Universal Health Coverage: Setting Global and national Agendas. Global Health Governance, v1 n2, 2013)

15 OMS/WHO: CUS ( ) 2005 Assembleia Mundial de Saúde 58.33: Sustenablehealthfinancing, UC and Social Health Insurance Relatório Mundial da Saúde: Health Systems Financing the path for UC Relatório Mundial da Saúde: Research for UHC Fundação Rockefeller: Future Health Markets: a meeting statement from Bellagio : grande proporção da população disposta a pagar por serviços de saúde do setor privado ( large proportion of population willing to pay for private sector services ) fortes agentes de mercado estão dispostos a pressionar pelo aumento de financiamento público e privado, especialmente nos países de média e baixa renda, para adotar políticas para financiar o seguro de saúde como um meio para a CUS ( Strong Market players... Are likelyto increase preassure to attract public and private financing, particularly as LMICs adopt policies to finance health insurance as a means UHC ) ONU (2012, 67ª Assembleia geral): Resolução para a CUS OMSe OPS (2014, 154ª sessão Comitê Executivo): Resolve Adoptar la Estrategia para la cobertura universal de salud

16 Esses documentos apontam para: Necessidade de prover melhor acesso ao cuidado de saúde Cuidado primário de saúde para os pobres (APS seletiva) Seguro Privado de Saúde para quem pode pagar É necessário proteger a saúde contra os riscos financeiros dos sistemas públicos Esses riscos justificam a CUS CUS: análise Risco e proteção são ideias centrais do seguro privado e do mercado financeiro Esses documentos propõem o seguro privado para defender os sistemas públicos, mas... écontraditório defender a solidariedade usando a lógica do seguro privado CUS é um risco ao Direito Universal à Saúde (...)

17 CUS: para quem? (...) CUS é uma contraproposta ao Direito Universal à Saúde, que atende à demanda do capital financeiro, demanda que aumentou com as crises econômicas de 2008 e 2011

18 Conjuntura atual: continuação do processo de desmonte do SUS Legislativo e Executivo: composição mais conservadora Financiamento de campanhas eleitorais por empresas de planos privados de saúde Dep. Eduardo Cunha foi autor de emenda à MP 627/2013 para anistiar os planos privados Vetada pela presidente Dilma Roussef Dez PEC 451 obriga o empregador a oferecer plano privado para vínculo empregatício Fev Pedido de abertura de CPI-planos privados negado pelo presidente da CD Dep. Ivan Valente (PSOL) recorreu ao STF Mar 2015:EC 86 (PEC 358/2013) Orçamento Impositivo que reduz % mínimo da RCL da União para SUS Jan 2015: Lei (MP 656/2014): participação direta ou indireta e controle do K estrangeiro na saúde MP 656: Dep. PMDB/PB que com campanha eleitoral financiada por Bradesco apresenta emenda à MP, para autorização para K estrangeiro investir na saúde Fev 2015: Estadão divulga que teve acesso a docsigiloso da AGU recomendando veto parcial do artigo, que deveria ocorrer em casos excepcionais, como pesquisas. Jan 2015: Notas entidades MRSB Mai 2015: Projeto Dep. Jandira Feghali

19 Conjuntura atual: continuação do processo de desmonte do SUS Legislativo e Executivo: composição mais conservadora Financiamento de campanhas eleitorais por empresas de planos privados de saúde MINISTRO DA SAÚDE Questionado nesta terça durante reunião do Conselho, Chioro afirmou que somente desconhecimento Vetada pela presidente e faltadilma de Roussef capacidade de análise a fundo da matéria e o antagonismo inadequado poderiam gerar a interpretação de que a lei representaria uma ameaça de privatização do sistema de saúde do país Dep. Eduardo Cunha foi autor de emenda à MP 627/2013 para anistiar os planos privados Dez PEC 451 obriga o empregador a oferecer plano privado para vínculo empregatício Fev Pedido de abertura de CPI-planos privados negado pelo presidente da CD (Estadão, 27 jan Dep. Ivan Valente (PSOL) recorreu ao STF Mar 2015:EC 86 (PEC 358/2013) Orçamento Impositivo que reduz % mínimo da RCL da União para SUS Jan 2015: Lei (MP 656/2014): participação direta ou indireta e controle do K estrangeiro na saúde MP 656: Dep. PMDB/PB que com campanha eleitoral financiada por Bradesco apresenta emenda à MP, para autorização para K estrangeiro investir na saúde Fev 2015: Estadão divulga que teve acesso a docsigiloso da AGU recomendando veto parcial do artigo, que deveria ocorrer em casos excepcionais, como pesquisas. Jan 2015: Notas entidades MRSB Mai 2015: Projeto Dep. Jandira Feghali

20 Busca por expansão e aumento do lucro (às custas do público), Reorganização do setor privado com novas fusões e aquisições, diminuidaçãodo poderde barganhae dacapacidadede regulacãodo Estado sobrepreços, tecnologias e organização do sistema como um todo, maioriniquidade e maiordesmontedo SUS e de suasbases ANAHP: Fundo de Cingapura compra 16% da Rede D Orpor R$ 3,3 bi... Agora o BTG e o GIC têm, cada um, cerca de 15% da Rede D Or, enquanto o americano Carlyledetém 8% e o restante permanece com a família Moll, que fundou o negócio em As operações evidenciam a ambição do grupo de crescer ainda mais no País, onde já detém 27 hospitais em quatro Estados, com faturamento de R$ 5,5 bilhões (mai/2015 FBH: a abertura do mercado para o capital estrangeiro tem o lado positivo e o negativo... uma melhoria na estrutura dos hospitais deve ser a principal contribuição do capital externo... O lado que me preocupa é que a lei dá poderes para o investidor assumir o comando do hospital,... pode acarretar no domínio do mercado que, por sua vez, pode prejudicar a população, porque ele bota o preço que quiser, explica. O que a gente está enxergando no mercado? Que os grandes estão engolindo os pequenos, ou seja, que o poder aquisitivo está falando mais alto, e isso nos preocupa quando vem capital externo. A rede de atendimento ao usuário pode acabar sendo penalizada, mais adiante. Moratoreforça que a sua maior preocupação é específica sobre o domínio do mercado. (http://fbh.com.br/2015/02/23/noticias-do-setor/capital-estrangeiro-na-saude/ )

21 POTENCIAL DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E AGENDA DA SAÚDE Os movimentos sociais são os principais atores que podem influenciar os governosdo hemisfério norte e do hemisfério sul a incorporarem as necessidades dos países do hemisfério sul (na Agenda internacional) No Brasil, importancia de articulação com Tripartite, Conselhos gestores e instâncias de Controle Social As entidadesque representam movimentos progressivos devemdefender o direito universal à saúde e combater seus entraves estratégicos CUS como o principal indicador na Agenda pós 2015 Abertura K estrangeiro no BR Subsídios para o setor privado Retomar interesse dos trabalhadores na defesa do SUS Denunciar o estelionato praticado contra os trabalhadores diante do interesse das seguradoras no trabalhador jovem e sadio inviabilidade de continuar pagando o seguro quando aposentado(menor renda e maior custo) Agravamento desta situação com o aumento da longevidade

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