OBRAS DA LITERATURA DE MONTEIRO LOBATO COMO TEMA PARA PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OBRAS DA LITERATURA DE MONTEIRO LOBATO COMO TEMA PARA PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA."

Transcrição

1 OBRAS DA LITERATURA DE MONTEIRO LOBATO COMO TEMA PARA PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA. CLAUDIA ROGERIA FERRO GOMES (SME - PREFEITURA MINICIPAL DE CAMPINAS). Resumo Observando a necessidade de um empreendimento que permitisse alcançar qualidade do desenvolvimento da leitura e pesquisa como um hábito prazeroso, acreditando ser ela o maior instrumento para o processo da aprendizagem escolar, escolheu se como tema as obras de Monteiro Lobato, para o trabalho com as turmas de segundos e terceiros anos do Ciclo I, no ano 2008, na Emef Pe. Emilio Miotti. O trabalho ocorreu orientado pelo curso de Pós Graduação Pesquisa e Tecnologias na Formação Docente ministrado pela Faculdade de Educação da UNICAMP, parceria com a SME. À medida que a turma teve acesso à vida e às obras de Monteiro Lobato, o registro de dúvidas para a elaboração do processo de investigação da pesquisa foi realizado coletivamente. As obras de Monteiro Lobato trouxeram grande discursividade às aulas, proporcionando um trabalho que percorreu as diversas áreas do conhecimento: Língua portuguesa: Pesquisa bibliográfica na internet e livros. Biografia. Autobiografia. Leitura/Conto. Dramatização. Novo vocabulário. Personagens. Autoria de livro, através da obra O saci : produção escrita, reescrita e ilustração de textos individuais ou coletivos. Jogos, músicas, revistas. Filmes: As Historias de Tia Nastácia O poço do Visconde O Saci. História: Linha do tempo: a vida de Monteiro Lobato. Folclore: Saci, Cuca. Receitas de Tia Nastácia. Costumes. Geografia/ciências: Mapas. Petróleo. Campo, Cidade, Mata virgem, Jardim de Dona Benta e da escola, Zoológico de Americana. Atitudes e valores: preconceito: como Monteiro Lobato se refere à Tia Nastácia, falas da Emilia. Artes: Pintura com guache Ilustrações História em quadrinhos. A partir das obras de Monteiro Lobato se obteve os objetivos esperados: leitura prazerosa, com grande envolvimento dos alunos, proporcionando cultura e atendendo as necessidades curriculares. Palavras-chave: Obras de Monteiro Lobato, Pesquisa Cientifica, curriculo e cultura. O conteúdo selecionado para leitura em sala de aula é uma questão conflitante. Se há a necessidade de desenvolver a habilidade, ao mesmo tempo há a necessidade de promover um hábito que seja um ato prazeroso, e que provoque a autonomia para novas investigações. Há ainda a necessidade de garantir que este ato proporcione o contato com a cultura e com o saber. Sobre as obras de Monteiro Lobato, podemos afirmar a riqueza do conteúdo ali exposto, por se fundamentar no conhecimento de mundo através da fantasia e imaginação. São porém, histórias longas e com poucas ilustrações. A investigação ocorre em dois ângulos: 1 - O que oferecer ao aluno sobre o tema? Como escolher e organizar o conhecimento encontrado nas obras sendo estas tão extensas? 2 - Como oferecer? As crianças pequenas irão se interessar pela obra de Monteiro Lobato? Que estratégia utilizar para seduzi-las e instigar o interesse pelo assunto?

2 Este artigo relata a experiência ocorrida com um grupo que se propôs a realizar um Projeto de Pesquisa Científica, elegendo como tema as obras e a vida de Monteiro Lobato. Um grupo formado por 54 alunos em alfabetização, de salas de aula mistas do segundo e terceiro anos do Ciclo I do Ensino Fundamental, sendo 29 da turma B, e 25 da turma C, professoras e uma estagiária, que adotaram o objeto de estudo com encantamento, como uma fonte de aprendizado e enriquecimento cultural. Segundo Martin Heidegger...fazer uma experiência com algo significa que algo nos acontece, nos alcança; que se apodera de nós, que nos tomba e nos transforma (apud. LARROSA: 2002). O Projeto de Pesquisa Científica foi orientado pelo Curso de Especialização Novas Tecnologias na Educação e a Formação do Professor Pesquisador, UNICAMP, Faculdade de Educação, [1]e desenvolvido na Emef Pe Emílio Miotti, Prefeitura Municipal de Campinas, em O objetivo proposto foi estimular a curiosidade e desenvolver a leitura como um ato prazeroso, considerando-a como instrumento para a aquisição do conhecimento e da cultura, e a facilitadora para o prosseguimento do processo de aprendizagem escolar, utilizando as obras de Monteiro Lobato. O processo de investigação de nossa pesquisa ocorreu nas Turmas B e C de maneira paralela, quase ao mesmo tempo, mas por se tratar de duas turmas, em cada uma criaram-se, em cada momento, diferentes reações ao objeto de estudo. [...] a experiência é o que nos passa, o sujeito da experiência seria algo como um território de passagem, algo como uma superfície sensível que aquilo que acontece afeta de algum modo, produz alguns afetos, inscreve algumas marcas, deixa alguns vestígios, alguns efeitos. (Larrosa: 2002) Metodologia: O início dos trabalhos ocorreu no mês abril de Escolhido o tema, a idéia era fazer um projeto, mas o conceito ou a idéia de projeto não existia com clareza. Houve uma mudança de atitude nas práticas pedagógicas, através das leituras e discussões da disciplina A Pesquisa Científica como Instrumento Pedagógico [2], do Curso de Especialização. O projeto passa a ser Projeto de Pesquisa Científica. Antes das discussões acadêmicas, seria planejado como um

3 pacote de atividades, não vinculadas à pesquisa. Seria de caráter informativo, atendendo às dúvidas e ao desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita. A experiência do outro, o conhecimento desvelado em um assunto escrito, nos incorpora e nos ajuda a recriar, a observar aquilo que não percebemos. E o que encobre nosso olhar sobre nossas práticas pedagógicas? O que nos faz cair na rotina que não recria, mas que também não é sequer percebida? Sugiro aqui a incorporação de uma alma de professor pesquisador. Para tanto, novos artigos, novas trocas de experiências, buscas. livros, internet, filmes, revistas... Um professor em busca do saber e o objeto de estudo: vida e obras de Monteiro Lobato. Na biblioteca da escola, ainda sem os alunos, o contato com vários livros de Monteiro Lobato. Na Internet, sites relacionados às suas obras, pesquisas acadêmicas, e projetos realizados em outras escolas. Projetos estes que jamais poderiam ser copiados, pois pertencem a outra realidade, outras dúvidas, outro pensar. Outro grupo... Outro caminhar... Conforme afirma Bakhtin: "A consciência adquire forma e existência nos signos criados por um grupo organizado no curso de suas relações sociais" (Apud Freitas: 128). Existiam as hipóteses ou certezas temporárias. Certeza da riqueza das obras de Monteiro Lobato. Certeza de que os alunos não a conheciam. Certeza de que havia a possibilidade de trabalhar de maneira interdisciplinar. Certeza de que seria necessário explorar o que a mídia oferece, de maneira crítica, e também se aproveitar da decoração através das artes, pois os alunos gostam de tudo o que é alegre e colorido. E de que processo deveria ocorrer em constante avaliação, devendo ser flexível. A primeira atitude foi realizar um levantamento para verificar se os alunos sabiam o que era uma pesquisa científica e como ela deveria acontecer. Foi então explicado o rigor da metodologia de pesquisa, pois dentro do tema Obras e vida de Monteiro Lobato, estaríamos elegendo o que queríamos pesquisar, levantaríamos as possíveis hipóteses para nossas dúvidas, faríamos a investigação com o registro, e depois compararíamos o conhecimento descoberto com aquilo que supúnhamos ser a verdade. As possibilidades eram expostas e eles escolhiam o que aprender. Começamos o estudo sobre a biografia de Monteiro Lobato. Na turma C, os alunos levantaram hipóteses, as quais foram registradas: Monteiro lobato já

4 morreu? Como ele morreu? Quando ele nasceu? Quantos anos ele tinha? Lemos então a biografia e fizemos contas para explicar as perguntas realizadas. No laboratório de informática utilizamos os sites lobato.globo.com, sitio.globo.com. Foram vários dias de pesquisas nestes sites. Os alunos liam os conteúdos e anotavam dados da biografia de Monteiro Lobato, como o nome completo, onde e quando ele nasceu, localização da cidade natal. Após a explicação do que era uma síntese, registraram as características dos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo, e a qualidade do trabalho realizado pelos alunos que já estavam alfabetizados superou as expectativas. Anotaram também as histórias de Dona Benta que já conheciam. Ao final das aulas brincavam nos jogos disponíveis nestes sites. Como trabalhamos a biografia, discutimos também o que é uma autobiografia. E as hipóteses dos alunos: É alta? É uma história grande? Um monte de pessoas escrevendo de uma só pessoa? Após a explicação, eles anotaram: é uma pessoa escrevendo da vida dela mesma. Orientados e após ouvir a autobiografia da professora, fizeram sua própria autobiografia. Para produzir textos, utilizamos figuras de cenas das histórias, através de cópias reproduzidas de obras de Monteiro Lobato retiradas da internet. Para atividade de leitura, utilizamos textos sobre os personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo, escritos na primeira pessoa. Os alunos leram dramatizando e depois escreveram sobre esses personagens com a ajuda de um roteiro. Trabalhamos com a letra da música de abertura da versão do Sítio do Pica Pau Amarelo para televisão, estudando sobre estrofes e rimas, e ilustrando. Cantamos várias vezes. Após isso, assistiram ao filme As histórias de Tia Nastácia, na versão antiga de 1978; comparamos os personagens da versão antiga com a atual, dialogando. Escrevemos um texto sobre o que mais marcou do filme e ilustramos. Manuseando vários livros das obras de Monteiro Lobato, retirados da biblioteca da escola, os alunos escolheram por votação um para leitura/conto. Na turma C, venceu As Histórias de Tia Nastácia, pois os alunos relacionaram o título com o filme que haviam assistido; na turma B, empataram O Pica Pau Amarelo e As Histórias de Tia Nastácia, e finalmente venceu também As Histórias de Tia Nastácia. Os alunos das duas turmas anotaram os nomes dos livros e os dados da votação.

5 Iniciamos a contagem das histórias, por capítulo. O processo ocorreu assim: com a luz apagada, cada capítulo do livro era lido pela professora; as crianças levantavam a mão para participar e comentar dúvidas, que eram anotadas na lousa. Após a leitura, recontava dramatizando a história de forma resumida, em palavras próprias, como eles diziam, fazendo expressão oral. Discutíamos as dúvidas ou os novos conhecimentos, às vezes usando o dicionário para auxiliar. Fazíamos um roteiro dos acontecimentos na lousa, utilizando palavras- chave. As histórias foram contadas de maneira semelhante à de Dona Benta; conforme VIEIRA, 2008: No processo de oralização das histórias lidas, Dona Benta não só traduz a história, mas também explica certos termos intraduzíveis, modifica certas situações e usa artifícios para despertar o interesse de todos. Agindo assim, contextualiza a narrativa e instaura alternativas para que, durante a leitura oral, se crie uma participação compartilhada por um grupo que ouve a leitura de forma atenta e interessada. (p.175) Na turma C, ao ler o Capítulo I As Histórias de Tia Nastácia, discutimos sobre o que é folclore e no Capítulo II - O bicho Manjaléu, um aluno reconheceu o personagem Príncipe Escamado, e disse que já conhecia a história. Na turma B, fizeram perguntas a respeito das palavras: dicionário, manjaléu, gamela, prosa. Anotaram suas dúvidas e utilizamos então o dicionário coletivamente. Na história do "Capitulo III O Sargento verde", na turma C surgiu como dúvidas: O que é um Sargento? É uma polícia que manda? O que é história fixa? O final da história é o começo do filme? No final da história diz que é uma história sem pé e nem cabeça, e as crianças concordaram que a história não tinha sentido. Na turma C, ao ouvir o final da história do Capítulo IV das "Histórias de Tia Nastácia" "A Princesa Ladrona", um aluno afirmou que o Monteiro Lobato era racista, ao analisar a fala da boneca Emília: Pois cá comigo disse Emília só aturo essas histórias como estudos da ignorância e burrice do povo. Prazer não sinto nenhum. Não são engraçadas, não têm humorismo. Parecem-me muito grosseiras e bárbaras coisa mesmo de negra beiçuda, como tia Nastácia. Não gosto, não gosto, não gosto... (p.19). Discutimos os diferentes costumes sociais nas diferentes épocas, e que Monteiro Lobato escrevia as histórias em outros tempos, numa sociedade diferente da atual, pois hoje existem leis contra atitudes discriminatórias. E que havia estudos disponíveis na internet sobre esta questão.

6 Através de cópias de figuras retiradas de uma revista de passatempos, reproduzidas e coladas no caderno, escrevemos coletivamente as características dos personagens do sítio. Foi um trabalho realizado em vários dias. O texto que pesquisaram na internet foi impresso na intenção de usá-lo para preencher nossas discussões e era lido aos alunos. Então, eles construíam oralmente as frases que queriam escrever, discutiam e votavam como queriam o registro da escrita. Os personagens que utilizamos para a produção escrita de suas características foram: Emília, Conselheiro, Pedrinho, Narizinho, Tio Barnabé, Cuca, Rabicó, Dona Benta e Visconde. Na turma C, quando estávamos lendo e escrevendo sobre a Dona Benta, chamou a atenção dos alunos o fato de que ela tinha ficado rica porque encontraram petróleo no Sítio do Pica Pau Amarelo. Surgiu a necessidade de pesquisar sobre o petróleo. As dúvidas e o levantamento das hipóteses foram registrados na lousa e, através de um roteiro, os alunos realizaram a pesquisa em casa. O que é petróleo? Como surgiu o petróleo? Para que serve o petróleo? Onde pode existir petróleo? Por que o petróleo é valioso? Perguntaram se existe petróleo no Primec, que é o Centro Comunitário para crianças e jovens do Jardim Santa Lúcia, patrocinado pela Petrobrás. No bairro existem oleodutos da Petrobrás. Ao assistir ao filme O poço do Visconde foi proposto que, caso quisessem, poderiam anotar as dúvidas, durante o filme. Surgiram dúvidas da área de geografia/geologia. Na turma B, nem todos os alunos quiseram anotar. Pesquisamos em vários livros e encontramos fotos de vulcão em erupção, o desenho da crosta terrestre e seu interior, mapas sobre onde encontramos o petróleo no Brasil, desastres ecológicos causados pelo petróleo, fósseis e a origem do petróleo. Com xérox colorida montamos um cartaz. Ainda com a ajuda do dicionário, foram impressos em tiras de papel, em tamanho grande, cada um dos significados de cada uma das dúvidas, e fixados, misturados, na lousa. Com uma tabela das dúvidas fomos encontrando a resposta para cada uma. A participação na leitura das tirinhas de papel para descobrir as respostas foi grande. Ainda em continuidade ao filme, produziram um texto individual e fizeram a ilustração. (Anexo 1) No final de julho, iniciamos a leitura do livro O saci, lembrando dos personagens fantásticos do folclore brasileiro. Os capítulos eram lidos com o ritual da luz apagada, anotação das dúvidas levantadas e recontagem dramatizada.

7 Valorizando o saber, o livro proporcionou discursividade às aulas, com temas que despertam a curiosidade e a motivação dos alunos da faixa etária entre sete e oito anos, pois conforme destaca CAMARGO em seus estudos referentes à obra: [...] valendo-se do Saci como professor, Lobato inclui, de maneira didática, quase enciclopédica, animais típicos de nossa fauna a onça, a sucuri, a cascavel, alguns insetos e espécies vegetais, além de discussões filosóficas entre Saci e Pedrinho. (2008:93). Combinamos que cada um iria editar e ilustrar livros semelhantes aos do Monteiro Lobato, reescrevendo as histórias. Em alguns momentos esta atividade nos pareceu dificultosa, devido à extensão e complexidade de informações existentes nos capítulos, exigindo a elaboração de diferentes estratégias para sua efetivação, mas constatamos sucesso durante o processo e em sua finalização. A escrita ocorria capítulo por capítulo, individualmente, quando os alunos escreviam o texto, que era corrigido e reescrito, ou coletivamente, quando discutiam e criavam o texto - que era anotado na lousa e copiado na página do livro. Algumas vezes, os alunos que demonstravam mais dificuldades trabalhavam em grupo de quatro e eram sempre auxiliados. A correção de cada texto acontecia na presença dos alunos. Houve o auxílio de uma estagiária neste processo. A escrita dos alunos que apresentavam dificuldades se desenvolveu, pois não queriam ver o livro atrasado. Cada aluno editou o seu livro de forma diferente. Na ilustração de alguns capítulos, utilizamos cópias de figuras de uma versão do livro encontrado na íntegra na internet. Outros capítulos foram ilustrados pelos alunos. Eram os autores e os ilustradores. O livro possui 28 capítulos, mas o tempo só nos permitiu trabalhar até o 12º capítulo. Cada capítulo foi trabalhado da seguinte maneira: Capítulo I - Em férias: relata que a Narizinho havia escrito uma carta ao Pedrinho para convidá-lo a passar as férias no sítio de Dona Benta. Construímos coletivamente a escrita de uma carta, na voz de Narizinho. Os alunos levantaram hipóteses e descobriram como escrever uma carta: que cidade deveriam colocar (onde está o Sítio do Pica Pau Amarelo); onde colocar o nome de quem vai receber a carta, o de quem a envia e a despedida? Capítulo II O sítio de Dona Benta: trata-se de uma descrição de como é o sítio de Dona Benta: o jardim, o pomar, a casa. Na turma C, as dúvidas anotadas foram: o Visconde era Cômodo, ou seja, tranqüilo; ou o que era içá, musgos, líquens e

8 parasites. Criamos um texto coletivamente. Antes de escrevermos, fizemos na lousa um roteiro sobre o que foi relatado no texto: os cômodos da casa e os móveis e objetos, as plantas do jardim, as árvores do pomar, os passarinhos, os peixes do ribeirão. Os alunos anotaram o roteiro. Comentando sobre cada tópico e elaborando as idéias, o texto foi surgindo na lousa e depois foi anotado na página do livro. Na turma B, as dúvidas encontradas foram: pilhava, içás, musgo, líquens. Anotamos os significados, retirados de um dicionário. Houve mais entusiasmo nesta turma e discutimos um pouco sobre o ambiente do sítio e o ambiente da cidade. Este capítulo foi lido várias vezes, e através dele a pesquisa continuou no jardim da escola e no Zoológico de Americana. Com os nomes dos pássaros que existiam no pomar do sítio de Dona Benta, organizamos uma cruzadinha. Pesquisaram fotos e informações sobre estes pássaros. Observando as fotos que os alunos trouxeram, outras que foram impressas da internet e pesquisadas em livros, desenharam os bichinhos que havia no jardim, no pomar, no ribeirão e montamos um painel ilustrativo do sítio de Dona Benta. Capitulo III Medo de Saci: discutimos oralmente sobre o texto que traz o nome de alguns animais selvagens que há na mata virgem. Criamos um texto coletivamente. Capitulo IV Tio Barnabé: o texto fala pouco sobre o personagem Tio Barnabé, mas fala muito sobre seu conhecimento e suas experiências com Sacis. Escrevemos o texto individualmente, com a direção de um roteiro anotado na lousa: Quem é Tio Barnabé? Onde ele mora? O que ele falou sobre os Sacis? A história foi recontada respondendo as perguntas elaboradas como roteiro. Capítulo V Pedrinho Pega um Saci : anotamos na lousa uma receita, ou seja, todos os ingredientes que o Tio Barnabé disse que Pedrinho iria precisar para caçar um saci. Os alunos só precisaram montar as frases para formar a história individualmente. Capitulo VI A modorra: significa quando o olho fica cansado de sono, num dia quente, à tarde; palavra nova, que os alunos incorporaram em suas falas. Este capítulo destaca o que existe na mata virgem, e foi o motivo da criação de um de nossos painéis: pássaros, borboletas, macaquinhos, árvores enormes, cipós, musgos, taquaraçus, samambaiaçus. Desenharam sacis, os animais que havia na mata virgem.

9 Capitulo VII A sacizada: lenda de como os sacis nascem, crescem, vivem. Capitulo VIII A onça: pó de mico, vagens, árvores grossas e esquias: guarantãs, jacarandás. Capitulo IX A sucuri: cobra que comeu um boi. A muçurana, cobra que come outra cobra e corria atrás de uma cascavel. Fizemos uma pesquisa sobre sucuri, cascavel e mucurana na internet. Capitulo X - A floresta produção de texto individual. Insetos que se camuflam para garantir a sobrevivência. Lei da sobrevivência: mais fortes ou mais espertos. Capítulo XI A discussão: Monteiro Lobato discute, através do Pedrinho e do Saci, sobre a perfeição da natureza, citando aspectos como moradia, aviação. Discute a soberania da natureza em relação às atitudes e descobertas do ser humano. Capítulo XII O jantar: o Saci se propôs a fazer um jantar para o Pedrinho, utilizando um toque de magia e imaginação para conseguir os ingredientes: palmito tirado de uma palmeira através de um besouro serrador, casca de tatu usada como panela, água retirada dos taquaraçus, mel para temperar, e fogo do pitinho. Após a leitura, fizemos um texto coletivo. Paralelamente à leitura dos primeiros capítulos do livro, os alunos assistiram ao filme O saci, do Sítio do Pica Pau Amarelo, versão atual, e desenharam sobre o filme e produziram um texto. Este desenho seria a capa do livro que estavam editando, portando foram orientados a escreverem os seus nomes como autor e ilustrador. (Anexo 2) Na semana das crianças houve uma gincana na parte externa da escola e os alunos colocaram a atenção no jardim e parte da grama, pois encontraram cogumelos, líquens e orelhas de pau, como nas histórias do livro O saci. Pesquisamos, então, todo o jardim da escola. Primeiro a turma B. Sem que eu solicitasse, parte dos alunos saiu com o caderno e lápis nas mãos para fazer as anotações. Mostraram-me com entusiasmo: um ninho de João de barro, orelhas de pau, líquens, musgos, vagens, flores. A turma C, logo no jardim interno, já foi fazendo observações: nas árvores há vegetais parasites. Não precisei solicitar que anotassem, a atitude partiu deles. Um dos alunos estava com um livro tipo dicionário ilustrado e quando eles voltaram para a sala de aula se debruçaram sobre este livro e começaram a ler a respeito de assuntos que já havíamos visto nos textos de Lobato.

10 Ainda como parte das atividades programadas sobre o tema de estudo, fizemos várias cruzadinhas, caça-palavras, diagramas relacionados às características dos personagens, os pássaros do pomar de Dona Benta, o que tinha na mata virgem, coisas de que a Cuca gosta. Com massinha de modelar, fizeram os personagens do sítio e do folclore brasileiro. Com tinta guache realizamos a pintura livre, também através de figuras reproduzidas dos personagens do sítio. Ao visitarmos o Zoológico da Cidade de Americana, as crianças traduziram em suas observações saberes que haviam adquirido ao ouvir as histórias do livro O Saci. Saberes sobre animais, as árvores, a vegetação, taquaraçus, mel, onça, líquens, parasites... Finalizando o Projeto de Pesquisa Científica, organizamos todo o material produzido, livros, cartazes, anotações registradas de hipóteses e pesquisas, e apresentamos em duas mostras de trabalhos, parcialmente em setembro na escola, e em novembro na Feira Científica promovida pela FE-Unicamp e Secretaria Municipal de Educação de Campinas. Os alunos tiveram a oportunidade e fazer a publicação simbólica dos livros produzidos. Para o evento foram confeccionados alguns banners visualizando a trajetória de nossa pesquisa. Conclusão: No desenvolvimento do Projeto de Pesquisa Científica, professora e alunos aprenderam juntos. E como fruto desta experiência, torna-se importante ressaltar que as obras de Monteiro Lobato deveriam ser mais utilizadas para a formação educacional de nossas crianças, conforme afirma Zilberman: Da obra criativa e, ao mesmo tempo, respeitadora das peculiaridades do mundo da criança, não se deve omitir igualmente o ângulo pedagógico: Lobato sempre teve em mente a formação de seu leitor, visando dotá-lo de uma certa visão do real e da circunstância local, assim como de uma norma de conduta. (2003: p. 147). Os alunos aperfeiçoaram a leitura e a escrita, motivados pelas narrativas das obras de Monteiro Lobato, e demonstraram motivação para a pesquisa científica pautada nas informações que os textos apontavam. Em cada capítulo havia um teor de fantasia, mas também de conhecimento e cultura que estava ligado ás coisas que encontrávamos no mundo real como, por exemplo, no jardim

11 da escola, no Zoológico de Americana, e nas discussões de temas pertinentes à nossa sociedade. As obras de Monteiro Lobato trouxeram discursividade e a oportunidade de reflexões e o desenvolvimento da criticidade sobre diversos temas de nosso mundo atual, como o conhecimento e o respeito à natureza, questões sociais como as guerras, a fome, o poder e a intervenção do homem nestes assuntos, através da ciência e da tecnologia. Conforme afirma Foucault, (apud Amorim, 2004:15), [...] é instaurador de discursividade todo aquele cuja obra permite que outros pensem algo diferente dele. Bibliografia: AMORIM, Marília. O Pesquisador e seu outro. Bakhtin nas Ciências Humanas. Musa. São Paulo, SP, BONDIA, Jorge Larrosa. Nota sobre a experiência e o saber da experiência. Tradução de João Wanderley Geraldi. Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Lingüística. Revista Brasileira de Educação, N 19: 20-28, Abril/2002. CAMARGO, Evandro do Carmo. Algumas notas sobre a trajetória editorial de O Saci. In Lajolo, Marisa; Ceccantini, João Luis (Orgs). Monteiro lobato, livro a livro: Obra Infantil. São Paulo: Editora UNESP: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, p FREITAS, Maria Tereza de Assunção. Vigotski e Bakhtin. Psicologia e educação: Um intertexto. São Paulo: Ática, LOBATO, Monteiro. Histórias de Tia Nastácia; ilustrações de capa e miolo Manoel Victor Filhol. 32ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 1995., Monteiro. Viagem ao Céu e O saci. Volume II Edição Integral e Ilustrada. Digitalização e Revisão Arlindo San. RIPPER, Afira. Projeto Ciência na Escola. LEIA/FE/UNICAMP. Período Apoio: FAPESP.

12 VIEIRA, Adriana Silene. Peter Pan lido por Dona Benta. In Lajolo, Marisa; Ceccantini, João Luis (Orgs). Monteiro Lobato, livro a livro: Obra Infantil. São Paulo: Editora UNESP: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008.p ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11 ed. rev.,atual. e ampl. São Paulo: Global, [1] Curso de Especialização coordenado pela Profª Drª Afira Vianna Ripper. [2] Disciplina orientada pela Professora Maria Thereza Alexandre, Mestre em Educação.

13 TRABALHOS SOBRE O FILME O POÇO DO VISCONDE Jheferson Nicolle Julio Marcos

14 Capa dos livros O Saci, produzidos pelos alunos adaptados de Monteiro Lobato.

PROJETO MONTEIRO LOBATO

PROJETO MONTEIRO LOBATO PROJETO MONTEIRO LOBATO Turma - Jardim II e 1 ano Professoras Maria Gonilde Bittencourt e Janete Terezinha Bittencourt Colaboradores: prof. Reginaldo (música) e Coord. Ped. Andréa Lucena Cardoso Ano 2010

Leia mais

FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS

FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS GISELE CRISTINA DE SANTANA FERREIRA PEREIRA JÉSSICA PALOMA RATIS CORREIA NOBRE PEDAGOGIA: PROJETO MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA JANDIRA - 2012 FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS GISELE CRISTINA

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma.

Duração: Aproximadamente um mês. O tempo é flexível diante do perfil de cada turma. Projeto Nome Próprio http://pixabay.com/pt/cubo-de-madeira-letras-abc-cubo-491720/ Público alvo: Educação Infantil 2 e 3 anos Disciplina: Linguagem oral e escrita Duração: Aproximadamente um mês. O tempo

Leia mais

Relatório Final do Projeto Institucional de Apoio à Diversidade

Relatório Final do Projeto Institucional de Apoio à Diversidade Relatório Final do Projeto Institucional de Apoio à Diversidade Veja o exemplo de relatório do processo de ensino-aprendizagem apresentado pela professora de uma das turmas da CMEB Mário Leal Silva CMEB

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA. Autora: Bia Villela. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Período: Três semanas.

ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA. Autora: Bia Villela. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Período: Três semanas. ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA Sequência Didática I Era uma vez um gato xadrez... Autora: Bia Villela. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Silvana Bento de Melo Couto.

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 9 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 POSSIBILIDADES DE PESQUISA E AUTORIA COM O APOIO DAS TECNOLOGIAS: A EXPERIÊNCIA DA TURMA B21 DA EMEF PROF. JUDITH MACEDO DE ARAÚJO NO LABORATÓRIO

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas. RELATÓRIO DE GRUPO MATERNAL A 2º SEMESTRE DE 2014 Professora: Jéssica Oliveira Professora auxiliar: Elizabeth Fontes Coordenação: Lucy Ramos Torres Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Leia mais

MATA ATLÂNTICA: CONHECER PARA PRESERVAR Pereira, Patrícia

MATA ATLÂNTICA: CONHECER PARA PRESERVAR Pereira, Patrícia MATA ATLÂNTICA: CONHECER PARA PRESERVAR Pereira, Patrícia Resumo O projeto se iniciou a partir da necessidade de ser apresentado esse conteúdo já previsto no material do PIC (Projeto Intensivo no Ciclo)

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

Plano de Trabalho com Projetos

Plano de Trabalho com Projetos PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL Plano de Trabalho com Projetos 1. Identificação: Escola Municipal de Ensino Fundamental Renato Pradi Professor(es):

Leia mais

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA?

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? Projeto Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação O livro tem como tema o meio ambiente em que mostra o homem e a destruição da natureza,

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: Sequência Didática Poesia: O Pato.

RELATO DE EXPERIÊNCIA: Sequência Didática Poesia: O Pato. PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA RELATO DE EXPERIÊNCIA: Sequência Didática Poesia: O Pato. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos e Silvana Bento de Melo Couto. Escola: E. M. José

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 I A ADAPTAÇÃO Estamos chegando ao final do período de adaptação do grupo IA e a cada dia conhecemos mais sobre cada bebê. Começamos a perceber o temperamento, as particularidades

Leia mais

MUNDO DAS BORBOLETAS

MUNDO DAS BORBOLETAS MUNDO DAS BORBOLETAS Martinez, Ana Paula Resumo O projeto Mundo das Borboletas foi desenvolvido com vinte crianças de seis anos do 1º ano do Ensino Fundamental na Escola Estadual Eugênio Franco na cidade

Leia mais

VII Mostra de Trabalhos ABC na Educação Científica - Mão na Massa

VII Mostra de Trabalhos ABC na Educação Científica - Mão na Massa NAS ÁRVORES DO JARDIM DA MINHA ESCOLA TEM... Adriana Ranzani Resumo A pesquisa sobre os animais que vivem nas árvores da escola Ludgero Braga, foi realizada com crianças do 2º ano A, durante o período

Leia mais

FORMAÇÃO COMPLEMENTAR. Recreação/Educação Infantil. (Jardim I e Jardim II) Segundo Semestre de 2013. Profa. Elaine Khristina Martinez Gavioli Ferreira

FORMAÇÃO COMPLEMENTAR. Recreação/Educação Infantil. (Jardim I e Jardim II) Segundo Semestre de 2013. Profa. Elaine Khristina Martinez Gavioli Ferreira FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Recreação/Educação Infantil (Jardim I e Jardim II) Segundo Semestre de 2013 Profa. Elaine Khristina Martinez Gavioli Ferreira Coordenação Lucy Ramos O Brincar, o faz de conta... A

Leia mais

Projeto: Filhotes. Eixo: Natureza e Sociedade Duração: Setembro/Outubro de 2012 Infantil I

Projeto: Filhotes. Eixo: Natureza e Sociedade Duração: Setembro/Outubro de 2012 Infantil I Projeto: Filhotes Eixo: Natureza e Sociedade Duração: Setembro/Outubro de 2012 Infantil I Justificativa: A escolha da temática FILHOTES para o infantil I se deve ao fato de que os animais em geral provocam

Leia mais

VII Mostra de Trabalhos ABC na Educação Científica - Mão na Massa OS PÉS DA CENTOPÉIA

VII Mostra de Trabalhos ABC na Educação Científica - Mão na Massa OS PÉS DA CENTOPÉIA OS PÉS DA CENTOPÉIA Rosana Tosetto Guandalini Resumo O projeto foi desenvolvido no CEMEI Monsenhor Alcindo Siqueira, com alunos da fase 5, entre 4 e 5 anos de idade. O tema surgiu com a discussão espontânea

Leia mais

PROJETO O MUNDO DOS DINOSSAUROS

PROJETO O MUNDO DOS DINOSSAUROS PROJETO O MUNDO DOS DINOSSAUROS http://pixabay.com/pt/tiranossauro-rex-dinossauro-r%c3%a9ptil-284554/ Público alvo: Educação Infantil / Crianças a partir de 3 anos Disciplina: Natureza e Sociedade Duração:

Leia mais

PROJETO: VACA BOTA OVOS? Resumo. Introdução

PROJETO: VACA BOTA OVOS? Resumo. Introdução PROJETO: VACA BOTA OVOS? Resumo Elaine Cristina Florêncio Sala Gislayne de Santi Granato Alessandra Cristina Porcatti Paiva alessacp1@gmail.com O projeto foi desenvolvido na escola de Educação Infantil

Leia mais

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre

Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre Ao longo deste 2 semestre, a turma dos 1 anos vivenciaram novas experiências e aprendizados que contemplaram suas primeiras conquistas do semestre anterior, dentro de contextos que buscavam enfatizar o

Leia mais

Plano Anual. Interação e socialização da criança no meio social familiar e escolar. Ampliação progressiva do conhecimento do mundo.

Plano Anual. Interação e socialização da criança no meio social familiar e escolar. Ampliação progressiva do conhecimento do mundo. Centro Educacional Mundo do Saber Maternal II Ano Letivo: 2013 Tema: A fazenda do tio Chico Professora: Heloiza Regina Gervin Plano Anual Eu sou tio Chico, um menino muito esperto e que adora brincar e

Leia mais

A importância da leitura na fase infantil.

A importância da leitura na fase infantil. EDIÇÃO II VOLUME 3 01/04/2011 A importância da leitura na fase infantil. O desenvolvimento de interesses e hábitos permanentes de leitura é um processo constante, que principia no lar, aperfeiçoa-se sistematicamente

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Formação de PROFESSOR

Formação de PROFESSOR Formação de PROFESSOR 1 Especial Formação de Professor Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação Ricamente ilustrada e escrita em versos, a obra narra a história de Ubaldo, urubu descendente de uma família

Leia mais

RELATÓRIO GERAL DO CENTRO DE CIÊNCIAS DE SEABRA

RELATÓRIO GERAL DO CENTRO DE CIÊNCIAS DE SEABRA Universidade Federal da Bahia Instituto de Biologia Departamento de Zoologia Campus Universitário de Ondina, Salvador - Bahia, Brasil 40.170-210 # (071) 3263-6564, FAX (071) 3263-6511 e-mail: 1 RELATÓRIO

Leia mais

A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática

A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática Michel da Silva Machado e-mail: michel_nick25@hotmail.com Isaque Rodrigues e-mail: isaque.max@hotmail.com Márcia Marinho do Nascimento Mello e-mail:

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena.

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena. JUQUERIQUERÊ Resumo Neste breve documentário, um índio faz uma retrospectiva de como ele vivia na região do Rio Juqueriquerê, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo. Em seu relato, compara

Leia mais

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Professora Elisa Brincar, explorar, conhecer o corpo e ouvir histórias de montão são as palavras que traduzem o trabalho feito com o G3. Nesse semestre,

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): O piado da coruja 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio O piado da Coruja

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA Connie, a Vaquinha 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): A Ponte 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio A Ponte faz parte da série Connie,

Leia mais

ESCOLA MONTEIRO LOBATO Unidade 2 Luís Eduardo Magalhães Bahia

ESCOLA MONTEIRO LOBATO Unidade 2 Luís Eduardo Magalhães Bahia PROFESSOR (A): MARGARIDA MIEKO NOCE KURODA DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA / REDAÇÃO ATIVIDADES PROJETO DE LEITURA (OBRAS): - AS MIL E UMA NOITES (CONTOS), VERSÃO ADAPTADA DE PAULO SÉRGIO DE VACONCELOS.

Leia mais

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC TÍTULO: O TRABALHO COM OS PARADIDÁTICOS EM SALA DE AULA: Estratégias

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

AULA CRIATIVA DE ORTOGRAFIA

AULA CRIATIVA DE ORTOGRAFIA AULA CRIATIVA DE ORTOGRAFIA Apenas uma experiência que pode ser recriada para outros conteúdos Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br Terminada a audição, eu escrevi na lousa o título da música, o nome

Leia mais

FACULDADE EÇA DE QUEIROS. Edna Cristina do Nascimento. Marineide Gonçalves. Tâmara de Oliveira PROJETO PEDAGÓGICO JANDIRA

FACULDADE EÇA DE QUEIROS. Edna Cristina do Nascimento. Marineide Gonçalves. Tâmara de Oliveira PROJETO PEDAGÓGICO JANDIRA FACULDADE EÇA DE QUEIROS Edna Cristina do Nascimento Marineide Gonçalves Tâmara de Oliveira PROJETO PEDAGÓGICO JANDIRA MARÇO 2012 FACULDADE EÇA DE QUEIROS PROJETO PEDAGÓGICO SOBRE O LIVRO: MENINA BONITA

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Silvana Bento de Melo Couto. Público Alvo: 3ª Fase

Leia mais

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA 178 REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA FEBA, Berta Lúcia Tagliari 1... ler é solidarizar-se pela reflexão, pelo diálogo com o outro, a quem altera e que o altera (YUNES, 2002,

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

A Divulgação do Sensoriamento Remoto como Projeto Participante em Mostra Cultural

A Divulgação do Sensoriamento Remoto como Projeto Participante em Mostra Cultural A Divulgação do Sensoriamento Remoto como Projeto Participante em Mostra Cultural Nelson Lage Da Costa Mestrando em Ensino de Ciências na Educação Básica da UNIGRANRIO Caixa Postal 77.180 Centro Nova Iguaçu

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL Adriana do Nascimento Araújo Graduanda Pedagogia - UVA Francisca Moreira Fontenele Graduanda

Leia mais

Plano de Trabalho com Projetos

Plano de Trabalho com Projetos PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL Plano de Trabalho com Projetos 1. Identificação: Escola Municipal de Ensino Fundamental Renato Pradi Professora:

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL 2 A PROJETO ARCA DE NOÉ INTRODUÇÃO

EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL 2 A PROJETO ARCA DE NOÉ INTRODUÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL 2 A PROJETO ARCA DE NOÉ INTRODUÇÃO Foram dois os fatores que contribuíram para a formação do projeto Arca de Noé. O interesse das crianças da sala do infantil 2 A por animais

Leia mais

PATRÍCIA SANTOS COUTO UFRPE/LACAPE JOSINALVA ESTACIO MENEZES UFRPE/LACAPE jomene@ufrpe.br

PATRÍCIA SANTOS COUTO UFRPE/LACAPE JOSINALVA ESTACIO MENEZES UFRPE/LACAPE jomene@ufrpe.br UMA EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DE JOGOS E MATERIAL CONCRETO EM CAPACITAÇÕES COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM PERNAMBUCO: INTERDISCIPLINARIDADE, REFLEXOS E PERSPECTIVAS PATRÍCIA

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Filme: Bichos Urbanos

Filme: Bichos Urbanos Filme: Bichos Urbanos Gênero: Experimental Diretor: João Mors, Karen Barros Elenco: José Marinho Ano 2002 Duração: 20 min Cor: Colorido Bitola: 16mm País: Brasil Disponível no Porta Curtas: www.portacurtas.com.br/curtanaescola/filme.asp?cod=1495

Leia mais

PROJETO DE LEITURA INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO, CONTEXTUALIZAR A OBRA E A AUTORA SUGESTÕES DE ATIVIDADES

PROJETO DE LEITURA INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO, CONTEXTUALIZAR A OBRA E A AUTORA SUGESTÕES DE ATIVIDADES PROJETO DE LEITURA PASSARINHO ME CONTOU ANA MARIA MACHADO PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO, CONTEXTUALIZAR A OBRA E A AUTORA

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Resumo: José Roniero Diodato Marilene Severina de Oliveira Ana Claudia do Nascimento Glauciane

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio

JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio Darcy de Liz Biffi (Prof.ª de Prática de Ensino e Supervisora de Estágio), darcy@uniplac.net; Lisiane Lazari Armiliato; Naira Girotto (Estagiárias da 7ª

Leia mais

EXPERIENCIAS NO PROJETO PIBID MATEMÁTICA 2011

EXPERIENCIAS NO PROJETO PIBID MATEMÁTICA 2011 EXPERIENCIAS NO PROJETO PIBID MATEMÁTICA 2011 Letícia Liceski Universidade Federal do Paraná leticialiceski@yahoo.com.br Luana Ciriaco da Luz Universidade Federal do Paraná luh.ciriaco@gmail.com Scarlett

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DES PORTO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DES PORTO CONCURSO: 2013 QUALIDADE EM GESTÃO E QUALIDADE NA PRÁTICA DA DOCÊNCIA GREICIANE KRUMM QUALIDADE NA PRÁTICA DOCÊNCIA PRESIDENTE GETÚLIO 2013 GREICIANE KRUMM Experiência apresentada para Associação dos Municípios

Leia mais

Na sala de aula com as crianças

Na sala de aula com as crianças O CD Rubem Alves Novas Estórias, volume 3, abre novas janelas de oportunidade para quem gosta da literatura. Através do audiolivro podemos apreciar encantadoras histórias e deixar fluir a imaginação. Rubem

Leia mais

DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA: VISUALIZANDO AS RETAS TANGENTES E NORMAIS COM O AUXÍLIO DO WINPLOT

DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA: VISUALIZANDO AS RETAS TANGENTES E NORMAIS COM O AUXÍLIO DO WINPLOT DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA: VISUALIZANDO AS RETAS TANGENTES E NORMAIS COM O AUXÍLIO DO WINPLOT Silmara Alexandra da Silva Vicente Universidade Presbiteriana Mackenzie Gisela Hernandes Gomes Universidade Presbiteriana

Leia mais

PROJETO O AR EXISTE? PICININ, Maria Érica ericapicinin@ig.com.br. Resumo. Introdução. Objetivos

PROJETO O AR EXISTE? PICININ, Maria Érica ericapicinin@ig.com.br. Resumo. Introdução. Objetivos PROJETO O AR EXISTE? PICININ, Maria Érica ericapicinin@ig.com.br Resumo O presente projeto O ar existe? foi desenvolvido no CEMEI Juliana Maria Ciarrochi Peres da cidade de São Carlos com alunos da fase

Leia mais

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome:

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente. Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Valinhos, setembro de 2014 1 JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Relato do Projeto

Leia mais

Caracterização da Escola

Caracterização da Escola 28 O CORDEL DOS TIRADENTES Flávia Helena Pontes Carneiro* helena.flavia@gmail.com *Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Professora

Leia mais

ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIA COM ALUNOS SURDOS: ALGUMAS ATIVIDADES NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO

ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIA COM ALUNOS SURDOS: ALGUMAS ATIVIDADES NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIA COM ALUNOS SURDOS: ALGUMAS ATIVIDADES NO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Dirlene A. Costa Gonçalves Professora Escola para Surdos Dulce de Oliveira, Uberaba-MG. dirlenecosta12@hotmail.com

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

Exemplos de alfabetização simbólica

Exemplos de alfabetização simbólica Exemplos de alfabetização simbólica 1. Conversa geral 2. Falando sobre... 3. Conversação 4. Anotando comunicação 5. Colocando o aprendiz em controle 6. Horários 7. Planejamento em grupo 8. Organização

Leia mais

natural das crianças para esses seres que fazem tão bem às nossas vidas.

natural das crianças para esses seres que fazem tão bem às nossas vidas. Justificativa do Projeto Os animais têm forte presença no dia a dia das crianças, seja de forma física ou através de músicas, desenhos animados, jogos, historias e brinquedos. Além disso, possuem um importante

Leia mais

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011 REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA Notícias do grupo QUANDO EU TINHA UM ANO, EU ESTAVA APENAS COMEÇANDO. QUANDO EU TINHA DOIS, EU ERA QUASE NOVO. QUANDO EU TINHA TRÊS,

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

OS MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTAS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO PRÉ-VESTIBULAR SOLIDÁRIO

OS MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTAS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO PRÉ-VESTIBULAR SOLIDÁRIO OS MAPAS CONCEITUAIS COMO FERRAMENTAS PARA AUXILIAR NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS DO PRÉ-VESTIBULAR SOLIDÁRIO José Jailson Lima Bezerra (1); Joseclécio Dutra Dantas (2) (1) Discente. Licenciatura em Ciências

Leia mais

A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES. GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental

A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES. GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental Adriele Monteiro Ravalha, URI/Santiago-RS, adrieleravalha@yahoo.com.br

Leia mais

O trabalho com as cantigas e parlendas

O trabalho com as cantigas e parlendas O trabalho com as cantigas e parlendas nós na sala de aula - módulo: língua portuguesa 1º ao 3º ano - unidade 4 Cantigas e parlendas ajudam a introduzir a criança no mundo da leitura. Isso porque são textos

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID Michele Dalzotto Garcia Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Centro- Oeste/Irati bolsista do PIBID CAPES Rejane Klein Docente do

Leia mais

Resoluções Prova Anglo

Resoluções Prova Anglo Resoluções Prova Anglo TIPO F P-1 tipo D-5 Língua Portuguesa (P-1) Ensino Fundamental 5º ano DESCRITORES, RESOLUÇÕES E COMENTÁRIOS A Prova Anglo é um dos instrumentos para avaliar o desempenho dos alunos

Leia mais

PÉ DE MOLEQUE, CANJICA, E OUTRAS RECEITAS JUNINAS: UM JEITO GOSTOSO DE APRENDER A LER E ESCREVER

PÉ DE MOLEQUE, CANJICA, E OUTRAS RECEITAS JUNINAS: UM JEITO GOSTOSO DE APRENDER A LER E ESCREVER PÉ DE MOLEQUE, CANJICA, E OUTRAS RECEITAS JUNINAS: UM JEITO GOSTOSO DE APRENDER A LER E ESCREVER C.E.I Prof.ª DULCE DE FARIA MARTINS MIGLIORINI Sala 4 2ª Sessão Professora Apresentadora: Iriana Aparecida

Leia mais

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Para realizar uma pesquisa que não se torne um grande sacrifício pelas dificuldades em encontrar

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

O MUNDO DAS FORMIGAS LAMANA, Isabel C. A. C. MESSIAS, Leidi Renata SPRESSOLA, Nilmara H.

O MUNDO DAS FORMIGAS LAMANA, Isabel C. A. C. MESSIAS, Leidi Renata SPRESSOLA, Nilmara H. O MUNDO DAS FORMIGAS LAMANA, Isabel C. A. C. MESSIAS, Leidi Renata SPRESSOLA, Nilmara H. Resumo O tema das formigas foi escolhido de maneira espontânea devido ao grande número das mesmas em nossa escola,

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

PLANEJAMENTO (Poesia/poema) Expressão na oralidade, leitura fluente, produção textual, compreensão de texto poético.

PLANEJAMENTO (Poesia/poema) Expressão na oralidade, leitura fluente, produção textual, compreensão de texto poético. PLANEJAMENTO (Poesia/poema) Professor (a): Janete Fassini Alves Poesia: Das Flores Competências Objetivo Geral Objetivos Específicos Autor: Armando Wartha Expressão na oralidade, leitura fluente, produção

Leia mais

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014

ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 ESCOLINHA MATERNO- INFANTIL PROJETO 2014 Justificativa do Projeto Conhecer o corpo humano é conhecer a vida, poucos assuntos são tão fascinantes para os alunos quanto esse. Por menores que sejam as crianças,

Leia mais

HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS?

HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS? HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS? Nível de Ensino/Faixa Etária: Série indicada para o Ensino Fundamental Final Áreas Conexas: Biologia, Linguística, Sociologia, Geografia, História, Artes, Gramática, Filosofia.

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS Prof. Dra. Simone Sendin Moreira Guimarães Instituto de Ciências Biológicas/ICB Universidade Federal

Leia mais