TEMA 2 DELINEAMENTO DA PESQUISA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TEMA 2 DELINEAMENTO DA PESQUISA"

Transcrição

1 TEMA 2

2

3 CRÉDITOS Reitor José Carlos Pettorossi Imparato Pró-Reitora de Graduação e Extensão Elaine Marcílio Santos Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa Renato Amaro Zangaro Pró-Reitor Administrativo Darcy Gamero Marques Filho Pró-Reitora Adjunta de Graduação Mara Regina Rösler Diretores Acadêmicos Gustavo Duarte Mendes Professor(a) Autor(a) Gabriela Zaffalon Equipe do Núcleo de Educação a Distância - NEaD Coordenação Geral Magali Polozzi Web Designer Vinícius Bianchini Suporte técnico Daniel Lopes Designer Instrucional Rafael Vilares Copyright 2012, Universidade Camilo Castelo Branco UNICASTELO. Nenhuma parte desse material poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por qualquer meio eletrônico, por fotocópia e outros, sem a prévia autorização, por escrito. Algumas imagens utilizadas neste trabalho estão livres de direitos autorais, de acordo com a licença Creative Commons.

4

5 SUMÁRIO METODOLOGIA CIENTÍFICA TEMA 1: FUNDAMENTOS DE METODOLOGIA CIENTÍFICA Fundamentos de metodologia científica Resumo 14

6

7 DESTAQUES Durante o texto, você encontrará algumas informações em destaque. Preste atenção: SAIBA MAIS: Serve para apresentar conteúdos, explicações e observações a fim de que você compreenda melhor o tema estudado. IMPORTANTE: Indica conceitos ou explicações que merecem destaque. Fique atento! REFLITA: São questionamentos acerca de aspectos centrais do texto. ANOTAÇÕES: Espaço destinado para suas anotações a respeito do tema estudado. OBJETIVOS: Indicam os conhecimentos a serem desenvolvidos por você durante o estudo de cada tema.

8 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A TEMA 2 8

9 TEMA 2 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A INTRODUÇÃO AO PROCESSAMENTO DE DADOS E A TECNOLOGIA DA INFOR- MAÇÃO Iniciando nosso diálogo Prezado aluno, Nesta disciplina você vai aprender sobre a importância do conhecimento científico, recursos para se obter informações, tipologias de pesquisa empregados em Saúde e confecção de um projeto de pesquisa. A disciplina propõe-se a desenvolver um comportamento metodológico e científico na busca da construção do conhecimento, sistematizando, discutindo os fundamentos e princípios da ciência. Capacitar o acadêmico para o planejamento e a execução da pesquisa científica, proporcionando a elaboração de projetos e relatórios partindo de informação teórica fundamentada na exigência de permanente inovação. OBJETIVOS A importância do conhecimento científico-metodológico para o desenvolvimento de pesquisas. Compreensão de métodos e técnicas de investigação. Métodos qualitativos e quantitativos de pesquisa. Os diversos tipos de trabalho científico e as normas que regem sua elaboração e formatação. Essas competências serão desenvolvidas com o suporte dado pelo seguinte conteúdo programático: Fundamentos de metodologia científica; Delineamento da Pesquisa. Etapas da pesquisa científica. Tipos de Pesquisa; Bancos de Dados Científicos; Normas da ABNT; Elaboração de Projetos Científicos. Elementos de um projeto de pesquisa. Vamos iniciar nosso aprendizado! 9

10 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A TEMA 2 10

11 TEMA 2 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA E TIPOS DE PESQUISA A pesquisa científica corresponde a um conjunto de procedimentos sistemáticos baseados em um raciocínio lógico que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos mediante a utilização de métodos de pesquisa científicos. Entende-se que toda pesquisa deva ser motivada por uma curiosidade científica, sendo esta o elemento principal que irá gerar uma pergunta ou dúvida. Entretanto, para que uma pesquisa seja desenvolvida, são necessários alguns recursos que devem ser considerados no início do planejamento da pesquisa e que contribuem sobremaneira para o desenvolvimento da parte experimental: 1) Qualificação do pesquisador: há a necessidade de o pesquisador apresentar conhecimento a respeito do assunto a ser pesquisado para que a investigação seja realizada com a utilização de métodos adequados, buscando-se respostas para dúvidas ainda não respondidas. De nada adianta o pesquisador investigar causas já solucionadas, o que levará à perda de tempo. É necessário que o pesquisador demonstre integridade intelectual, sensibilidade social e imaginação disciplinada, perseverança, paciência e confiança na experiência; 2) Recursos humanos disponíveis: para a realização de pesquisas epidemiológicas envolvendo uma população grande, muitas vezes é necessária a atuação de examinadores com experiência em diagnóstico, por exemplo, devendo estes serem calibrados. Além disso, pode ser necessária a atuação de um especialista em estatística para que o cálculo amostral e a análise dos resultados sejam realizados. Assim, dependendo do tipo de pesquisa a ser realizada, outros recursos humanos podem ser necessários para o bom andamento do experimento (técnicos em higiene dentária, técnicos de laboratório, biólogos, matemáticos, etc.); 3) Materiais, equipamentos e infra-estrutura disponíveis: dependendo do tipo de experimento, podem ser necessários materiais permanentes (equipamentos) ou de consumo, bem como locais específicos (laboratórios ou locais de exame clínico) para o desenvolvimento da pesquisa; 4) Recursos financeiros: de acordo com a metodologia a ser utilizada, recursos financeiros são necessários para a compra de materiais ou equipamentos, bem como para o custeio de despesas (transporte dos examinadores até o local de exame, compra de materiais para elaboração de fichas de exame, aquisição ou reparo de equipamentos, etc.). Algumas agências de financiamento de pesquisas no Brasil (CNPq) ou estaduais (Fapesp, Fapemig), bem como algumas instituições privadas, podem fomentar recursos para a realização de pesquisas mediante a apresentação de projetos em que constem os objetivos, justificativas, metodologias e cronograma para a 11

12 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A TEMA 2 realização do experimento; 5) Tempo: pesquisas podem ser desenvolvidas em curto prazo (dias ou semanas), bem como envolver um longo prazo (anos). Neste aspecto, o pesquisador responsável e sua equipe podem ficar atrelados a um experimento do tipo pros- pectivo, investindo tempo e dedicação ao projeto até a sua conclusão. Existem dois métodos básicos de pesquisa: o quantitativo centrado na objetividade da ciência, dando-se ênfase aos dados numéricos. o qualitativo bastante utilizado na área de ciências sociais, buscando-se explicar a realidade em termos de conceitos, comportamentos, percepções e avaliações pessoais. Dentre os principais tipos de estudo, temos: Estudo exploratório: baseado em revisões de literatura ou pesquisa bibliográfica, restringindo-se a um trabalho realizado com base em textos ou informações divulgadas na literatura científica. Se tomarmos como exemplo o tema Alterações cardiovasculares em pacientes com Síndrome de Down, o pesquisador, ao realizar um estudo exploratório, iria se ater a buscar, nas bases de dados bibliográficos, os artigos ou textos relacionados ao assunto, elaborando um trabalho escrito de acordo com as informações divulgadas na literatura consultada; Estudo in vitro ou laboratorial: realizado totalmente em condições laboratoriais, em que as variáveis são totalmente controladas. Tomando-se como exemplo o trabalho sobre a avaliação da atividade antimicrobiana de um extrato vegetal, o pesquisador poderia desenvolver seu estudo in vitro realizando a aplicação do antimicrobiano em cultura de micro-organismos ressalvadas as considerações do parecer do Comitê de Ética em Pesquisa. É utilizada quando, por questões éticas, é impossível o estudo em seres humanos. Apresenta alto nível de controle científico, necessita de pequeno tamanho amostral, independe de voluntários, possibilita simular condições extremas e é fundamental para estudos posteriores. Entretanto a principal limitação refere-se à extrapolação dos resultados, pois há grandes diferenças entre as simulações das condições fisiológicas por meios artificiais comparadas ao que realmente ocorre no organismo humano. Estudo in vivo ou clínico: realizada em humanos, avaliando-se a real situação clínica no organism humano. No nosso exemplo, podemos avaliar a eficácia e possíveis efeitos colaterais do antimicrobiano fitoterápico em pacientes. Este estudo apresenta maior exigência ética por poder submeter o paciente a alguns atos de risco de 12

13 TEMA 2 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A acordo com a situação ou metodologia aplicada (Ex: pode-se submeter o paciente a maiores riscos caso o material utilizado não possua resultados antimicrobianos, como proposto inicialmente, por exemplo, ou apresentar muitos e graves efeitos colaterais). Estudo in situ : considerada uma metodologia pré-clínica, é bastante utilizada na área de Cariologia- Odontologia, em que parte do experimento se desenvolve no ambiente intrabucal e a outra parte se desenvolve em laboratório. É um pré-requisito nas pesquisas com dentifrícios fluoretados antes que o produto comercial seja lançado no mercado. É também um método alternativo àquelas situações em que se torna antiético avaliar algumas variáveis, ou seja, não se pode pedir para o paciente se abster da higienização bucal, mas pode-se utilizar um dispositivo intrabucal (tipo de uma aparelho acrílico palatal) que contenha fragmentos de dentes extraídos e simular o desenvolvimento de cárie. Decorrido o tempo necessário de uso do dispositivo, este é entregue ao pesquisador para que avaliações laboratoriais sejam realizadas (quantificação da perda mineral ou avaliação da lesão cariosa formada). Apresentam como vantagens o maior controle de variáveis, aumentam a sensibilidade e confiabilidade da metodologia empregada e apresentam custo menor em relação aos estudos longitudinais. Entretanto dependem da colaboração de voluntários que utilizem o dispositivo de maneira correta e nos horários devidos. Estudo em animais: em lugar do ser humano, animais de laboratório (camundongos, cachorros, macacos) podem ser utilizados na experimentação. Entretanto devem ser resguardadas as considerações sobre as diferenças entre o organismo humano e dos animais, dieta, metabolismo, e t c. Estudo de campo ou levantamento epidemiológico: avalia a ocorrência, distribuição e determinantes de eventos correlaciona- dos à saúde da população. 13

14 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A TEMA 2 Dentre os tipos de estudos epidemiológicos área de grande interesse em Saúde temos os descritivos e os analíticos. 1 - Os estudos descritivos focalizam a distribuição da doença, qual população ou subgrupo a desenvolve ou não, qual a localização geográfica predominante em que a doença se desenvolve e como a freqüência varia com o tempo. Oferecem subsídios para comparar tendências entre localidades, bases para o planejamento de serviços de saúde e identifica os problemas a serem estudados. Podem ser: Ecológicos: usam populações ou grupos (países, estados, escolas, indústrias) e comparam freqüência da doença no mesmo período de tempo em localidades diferentes ou ainda na mesma população em diferentes tempos. Iniciam o processo de investigação epidemiológica em uma população (ex: avaliar o nível de renda de uma comunidade), apresentando baixo custo e rápidos de serem realizados. Transversais: avaliam se um grupo de indivíduos exposto a um fator (causa) se apresenta doente ou sadio, podendo-se avaliar fatores de risco. São utilizados para avaliar a prevalência de doença em uma população (ex: prevalência de diabetes em uma população da terceira idade.) (FIGURA 01). São estudos que apresentam baixo custo, mas não são adequados para se avaliar a prevalência de doenças raras. INDIVÍDUOS coleta de dados sobre exposição ao fator causador e doença expostos; com doença não expostos; com doença expostos; sem doença não expostos; sem doença Figura 01 : Esquema ilustrativo de um estudo transversal. 14

15 TEMA 2 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A 2 - Os estudos analíticos elucidam a causa das doenças, qual determinante que causa ou previne a doença, tendo como origem os estudos descritivos. São realizados em condições naturais (sem a aplicação de um experimento ou fator que modifique a doença). Podem ser: Caso-controle: iniciam o processo investigativo com indivíduos que apresentam uma doença (caso) e indivíduos sem a doença (controle), comparando-se os grupos para determinar quais fatores estão associados com a doença (FIGURA 02). Por ser um estudo retrospectivo (ou seja, irá investigar os fatores de risco presentes no passado que desencadearam a doença), é ideal para doenças raras e ou com período de latência longo. Também é ideal para avaliar fatores etiológicos múltiplos para uma única doença. TEMPO DIREÇÃO DA INVESTIGAÇÃO Expostos Não expostos Expostos Não expostos } } CASOS (pessoas com doença) CONTROLES (pessoas sem doença) POPULAÇÂO Figura 02: Esquema ilustrativo de um estudo do tipo caso-controle. Coorte: a pesquisa se inicia com indivíduos que não apresentam uma determinada doença, sendo estes acompanhados em virtude da exposição ou não aos fatores associados com a doença por um prolongado período de tempo para avaliar o seu desenvolvimento (FIGURA 03). É considerado um estudo longitudinal ou prospectivo, podendo ter duração de vários anos. É um estudo útil para descrever a incidência (novos casos) de uma doença, analisar associações entre fatores de risco e doenças, descrever causas das doenças (modelo ideal). Entretanto, como principal desvantagem, encontra-se a dificuldade em relação ao rastreamento de indivíduos, pois muitos indivíduos podem não se tornam disponíveis à continuidade da pesquisa com o passar dos anos. 15

16 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A TEMA 2 TEMPO DIREÇÃO DA INVESTIGAÇÃO POPULAÇÂO Pessoa sem doença { { COM DOENÇA EXPOSTOS SEM DOENÇA COM DOENÇA NÃO EXPOSTOS{ SEM DOENÇA Figura 03: Esquema ilustrativo de um estudo do tipo Coorte. Intervencionais ou experimentais: neste tipo de estudo, o pesquisador aplica fatores para a prevenção ou tratamento da doença, observando seu efeito. Portanto podem apresentar caráter preventivo ou profilático (iniciam a experimentação com pessoas sadias ou com alto risco de desenvolver uma determinada doença e avaliam se um agente é capaz de reduzir o risco de desenvolvê-la) ou terapêutico (iniciam a experimentação com pessoas doentes e avaliam se um agente é capaz de reduzir sintomas, prevenir recorrência ou reduzir a morte por aquela doença). Para maior confiabilidade e desde que o estudo seja planejado, necessita-se que o estudo experimental seja do tipo randomizado, ou seja, utilizando indivíduos alocados em diferentes grupos experimentais de maneira aleatória, ou seja, ao acaso, com o intuito de comparação. Como exemplo, suponhamos uma pesquisa que irá avaliar a efetividade de três diferentes tipos de medicamentos para hipertensão. Assim, os indivíduos participantes deste experimento devem, de maneira aleatória (ou imparcial), ser distribuídos por estes três grupos RESUMO Dentre os tipos de estudos epidemiológicos, temos: a) estudos descritivos (ecológicos ou analíticos) que oferecem subsídios para comparar tendências entre localidades, bases para o planejamento de serviços de saúde e identifica os problemas a serem estudados; 16

17 TEMA 2 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A b) estudos analíticos (caso-controle, coorte ou intervencionais) que elucidam a causa das doenças e quais fatores causam ou previnem uma doenças. 17

18 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A TEMA 2 18

19 TEMA 2 A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA A BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, A. J. P.; LEHFELD, N.A. S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo:Makron, CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: Prentice Hall, LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo:Atlas, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002 SEVERINO, Antonio J. Metodologia do trabalho científico. 21a ed. São Paulo: Cortez, ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. Normas

20 Anotações ANOTAÇÕES Chegou a sua vez! Aproveite o momento para sintetizar o que foi abordado neste tema, identificando as ideias principais. Lembre-se de que essa é uma atividade de sistematização dos conceitos compreendidos, por isso você pode desenvolvê-la aqui em Anotações, ou se preferir, em seu Diário Reflexivo, disponível no Ambiente Virtual da Disciplina. 20

21 Anotações 21

EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE BUCAL UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO

EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE BUCAL UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE BUCAL UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO Organizamos esta unidade para orientá-lo na revisão dos conteúdos trabalhados ao longo da disciplina. Siga as orientações desta apresentação,

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Metodologia Científica Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º 1 - Ementa (sumário, resumo) Conceito e concepção de ciência

Leia mais

MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA OS ESTUDANTES DE FISIOTERAPIA MONTES CLAROS - MG APRESENTAÇÃO Prezado(a) aluno(a): Este manual tem como objetivo orientá-lo quanto às normas do Trabalho de

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 8º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 8º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Acompanhamento aos Projetos de Pesquisa II Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 8º 1 - Ementa (sumário, resumo) Espaço destinado

Leia mais

Fundamentos de Metodologia de Pesquisa Científica. Prof. Dayana Costa

Fundamentos de Metodologia de Pesquisa Científica. Prof. Dayana Costa Fundamentos de Metodologia de Pesquisa Científica Prof. Dayana Costa Conteúdo Conhecimento Científico O que é Pesquisa Científica? Por que se faz pesquisa? O que é necessário para fazer uma pesquisa? Por

Leia mais

Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas

Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas Roteiro para Análise de Projetos de Pesquisas Científicas Quantitativas Comitê de Ética em Pesquisa Universidade de Caxias do Sul Sumário da Reunião de Educação Continuada sobre Ética em Pesquisa realizada

Leia mais

7/30/2012. Objetivos por Unidade de Ensino Unidade 1 - Ler e elaborar textos acadêmicos e científicos de modo significativo e reflexivo.

7/30/2012. Objetivos por Unidade de Ensino Unidade 1 - Ler e elaborar textos acadêmicos e científicos de modo significativo e reflexivo. Leitura, Interpretação e Produção de Textos. Estrutura e Organização de trabalhos acadêmicos. Pesquisa Cientifica. Elaboração de Projeto de Pesquisa. Proporcionar a inserção do aluno no trabalho acadêmico,

Leia mais

DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS PESQUISA CLÍNICA E LABORATORIAL

DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS PESQUISA CLÍNICA E LABORATORIAL DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS PESQUISA CLÍNICA E LABORATORIAL Cassiano Kuchenbecker Rösing. ODONTOLOGIA É UMA CIÊNCIA! O cientista tem autoridade! Se existe uma classe especializada em pensar de maneira

Leia mais

PROJETOS DE PESQUISA: INICIAÇÃO A METODOLOGIA ENGENHARIA

PROJETOS DE PESQUISA: INICIAÇÃO A METODOLOGIA ENGENHARIA MOSTRATEC-FEBRACE FEBRACE-CIÊNCIA CIÊNCIA JOVEM INTEL PROJETOS DE PESQUISA: INICIAÇÃO A METODOLOGIA CIENTÍFICA E MÉTODO DE ENGENHARIA Dalva Inês de Souza 2008 Seja ético, referencie o que você usa como

Leia mais

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação PIBITI/CNPq 2015/2016.

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação PIBITI/CNPq 2015/2016. Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação PIBITI/CNPq 2015/2016. Edital de nº 003/IC de 10 de junho de 2015. A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPESP)

Leia mais

CURSO DE FISIOTERAPIA

CURSO DE FISIOTERAPIA CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Trabalho de Conclusão de Curso II Código: FISIO 212 Pré-Requisito: - Período Letivo:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE NA LINGUAGEM R PARA CÁLCULO DE TAMANHOS DE AMOSTRAS NA ÁREA DE SAÚDE

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE NA LINGUAGEM R PARA CÁLCULO DE TAMANHOS DE AMOSTRAS NA ÁREA DE SAÚDE DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE NA LINGUAGEM R PARA CÁLCULO DE TAMANHOS DE AMOSTRAS NA ÁREA DE SAÚDE Mariane Alves Gomes da Silva Eliana Zandonade 1. INTRODUÇÃO Um aspecto fundamental de um levantamento

Leia mais

Roteiro para elaboração de Projetos de Pesquisa - CEP/UBM -

Roteiro para elaboração de Projetos de Pesquisa - CEP/UBM - Roteiro para elaboração de Projetos de Pesquisa - CEP/UBM - BARRA MANSA - RJ 2010 1 APRESENTAÇÃO Toda pesquisa que envolva seres humanos e que seja realizada sob responsabilidade de pesquisadores do Centro

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA. Nome do(s) autor(es)

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA. Nome do(s) autor(es) 1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS LICENCIATURA PLENA EM QUÍMICA Nome do(s) autor(es) TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO (SE HOUVE) LOCAL Ano 2 Nome do(s) autor(es) TÍTULO DO TRABALHO:

Leia mais

Dicas sobre o projeto de pesquisa.

Dicas sobre o projeto de pesquisa. Dicas sobre o projeto de pesquisa. Profa. Dra. Ana Mauriceia Castellani Oferecimento e apoio: Objetivos desta palestra Destacar os principais pontos de um projeto de pesquisa. Indicar problemas que podem

Leia mais

LEMC ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA E SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO

LEMC ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA E SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA E SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA E SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO Universidade Federal do Espirito Santo Centro de Ciências da Saúde Programa

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ODONTOLOGIA CURSO DE DOUTORADO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ODONTOLOGIA CURSO DE DOUTORADO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ODONTOLOGIA CURSO DE DOUTORADO Autorizado pela Resolução Univ. nº 10 de 27 de março de 2008. Para completar o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Odontologia

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA. Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social. Período: 1º/2014 1. UNIDADE TEMÁTICA:

PLANO DE DISCIPLINA. Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social. Período: 1º/2014 1. UNIDADE TEMÁTICA: PLANO DE DISCIPLINA Faculdade Internacional do Delta Curso: Serviço Social Coordenação: Naiara Magalhães Professor (a): Adriana Barros Disciplina: Pesquisa Social I Carga horária: 60h Período: 1º/2014

Leia mais

Programa da Disciplina

Programa da Disciplina INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E tecnologia PARAÍBA Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - Campus Cajazeiras Diretoria de Ensino / Coord. do Curso

Leia mais

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 105 Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia 7.1 Introdução Relembrando o que foi dito no capítulo 1 os estudos randomizados,

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS. FAIBI Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ibitinga

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS. FAIBI Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ibitinga DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS FAIBI Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ibitinga Ibitinga/ SP 2010 SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 3 2 REGRAS GERAIS... 3 2.1 DAS FINALIDADES... 3 2.2

Leia mais

Este evento busca oportunizar a divulgação de resultados de pesquisa de alunos regularmente matriculados em cursos de graduação.

Este evento busca oportunizar a divulgação de resultados de pesquisa de alunos regularmente matriculados em cursos de graduação. MANUAL OFICIAL O EVENTO O IDEAU Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai reconhece a importância do trabalho acadêmico, as habilidades de criação e de inovação dos alunos de cada um de

Leia mais

Epidemiologia Veterinária: Introdução

Epidemiologia Veterinária: Introdução Epidemiologia Veterinária: Introdução Vítor Salvador Picão Gonçalves Universidade de Brasília Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Laboratório de Epidemiologia Veterinária - EpiPlan Questões abordadas

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

Cré d. Cód Sem Módulo Ementa Créd

Cré d. Cód Sem Módulo Ementa Créd Conselho Universitário - CONSUNI Câmara de Ensino Curso de Graduação em Odontologia da UNIPLAC Quadro de Equivalência para Fins de Aproveitamento de Estudos entre duas Estruturas Curriculares Modulares

Leia mais

UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Dr Carlos Isaia Filho Ltda.

UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Dr Carlos Isaia Filho Ltda. UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Dr Carlos Isaia Filho Ltda. Avaliação do risco de viés de ensaios clínicos randomizados pela ferramentada colaboração Cochrane Alan P. V. de Carvalho,

Leia mais

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Universidade Bandeirante de São Paulo Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa COMISSÃO DE ÉTICA (Resolução CONSEPE-UNIBAN nº 17/06 de 11/02/2006) FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação CURSO: Tecnologia em Sistemas para Internet FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Para os propósitos deste documento são aplicáveis as seguintes definições:

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Para os propósitos deste documento são aplicáveis as seguintes definições: 1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Para os propósitos deste documento são aplicáveis as seguintes definições: Professor-autor é aquele que possui pleno domínio da área

Leia mais

Metodológicos. Interesse pela pesquisa. Projeto de Pesquisa. Profª. Luciana Oliveira metodologia.oliveira@gmail.com

Metodológicos. Interesse pela pesquisa. Projeto de Pesquisa. Profª. Luciana Oliveira metodologia.oliveira@gmail.com METODOLOGIA DA PESQUISA Profª. Luciana Oliveira metodologia.oliveira@gmail.com Interesse pela pesquisa. Procedimentos Metodológicos. Projeto de Pesquisa. Colaboradores: Prof. Dr. José Roberto R. Pinto

Leia mais

REITORIA EDITAL Nº 27/2015

REITORIA EDITAL Nº 27/2015 REITORIA EDITAL Nº 27/2015 O Reitor da Universidade Vila Velha UVV torna público a todos os interessados que estão abertas, de 29 de setembro até 10 de outubro de 2015, as inscrições de propostas provenientes

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS

PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS PROTOCOLO PARA INVESTIGAÇÃO DE SURTOS Proposta Final Salvador, Agosto de 2011 1 PROTOCOLO DE AÇÃO PARA AS SITUAÇÕES DE SURTOS CLASSIFICADOS COMO EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA O conceito de emergência de

Leia mais

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UPE

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UPE ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UPE PREÂMBULO A avaliação metodológica segue a orientação do Artigo 9.2. do Manual Operacional dos CEPs,

Leia mais

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa BACHARELADO EM ENFERMAGEM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Prof. Me. Eurípedes Gil de França Metodologia da Pesquisa AULA 5 Refere-se ao como vou fazer a pesquisa. É a parte mecânica da pesquisa. Por meio

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA EQE040 METODOLOGIA CIENTÍFICA www.liviajatoba.com/eqe040 Professora Livia Jatobá liviajatoba@eq.ufrj.br Aula 04: Desenvolvendo o problema científico. Metodologia e fases da pesquisa. 6 de abril de 2015

Leia mais

Pesquisa Clínica: Conceitos e Aportes

Pesquisa Clínica: Conceitos e Aportes Pesquisa Clínica: Conceitos e Aportes Alexandre V. Schwarzbold Departamento de Clínica Médica Coordenação do Ambulatório de HIV/AIDS Simpósio Internacional de Ética em Investigação Fevereiro de 2008 Apresentação

Leia mais

Campus de Presidente Prudente PROGRAMA DE ENSINO. Área de Concentração AQUISIÇÃO, ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ESPACIAIS

Campus de Presidente Prudente PROGRAMA DE ENSINO. Área de Concentração AQUISIÇÃO, ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ESPACIAIS PROGRAMA DE ENSINO Disciplina ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO Quadrimestre Código Ano Letivo Área de Concentração AQUISIÇÃO, ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ESPACIAIS Área: CONCENTRAÇÃO ( X )

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

CURSO A DISTÂNCIA DE AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL 2011 MANUAL DO TUTOR PROFESSOR REALIZAÇÃO: PATROCÍNIO: APOIO:

CURSO A DISTÂNCIA DE AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL 2011 MANUAL DO TUTOR PROFESSOR REALIZAÇÃO: PATROCÍNIO: APOIO: CURSO A DISTÂNCIA DE AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL 2011 MANUAL DO TUTOR PROFESSOR REALIZAÇÃO: PATROCÍNIO: APOIO: os do curso. Pró-memória para os tutores das disciplinas O ambiente virtual separa professor e

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS AOS PESQUISADORES

ORIENTAÇÕES GERAIS AOS PESQUISADORES ORIENTAÇÕES GERAIS AOS PESQUISADORES 1 Pesquisador responsável é a pessoa responsável pela coordenação e realização da pesquisa e pela integridade e bem-estar dos sujeitos da pesquisa (Res.196/96 II.4).

Leia mais

ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA - CEUA

ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA - CEUA ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA - CEUA Estrutura do Projeto de Pesquisa CAPA FOLHA DE ROSTO SUMÁRIO 1. RESUMO 2. PROBLEMA DE PESQUISA OU INTRODUÇÃO 3. REFERENCIAL TEÓRICO (REVISÃO DE

Leia mais

Metodologia Científica Aula 1. Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com

Metodologia Científica Aula 1. Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com Metodologia Científica Aula 1 Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com Bibliografia: http://pesquisaemeducacaoufrgs.pbworks. com/w/file/fetch/64878127/willian%20cost a%20rodrigues_metodologia_cientifica

Leia mais

Aula No. 2 Introdução e conceitos básicos

Aula No. 2 Introdução e conceitos básicos Universidade de Pernambuco - UPE Escola Politécnica de Pernambuco POLI Disciplina: Metodologia da Pesquisa Professora: Emilia Rahnemay Kohlman Rabbani Aula No. 2 Introdução e conceitos básicos Reflexão

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 DOU Nº 165 de 27/08/10. Componente Curricular: Trabalho de Conclusão de Curso II

Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 DOU Nº 165 de 27/08/10. Componente Curricular: Trabalho de Conclusão de Curso II C U R S O D E E N G E N H A R I A D E P R O D U Ç Ã O Autorizado pela Portaria nº 1.150 de 25/08/10 DOU Nº 165 de 27/08/10 Componente Curricular: Trabalho de Conclusão de Curso II Código: ENGP 113 Pré-requisito:

Leia mais

2 Fase conceptual da investigação. 2.1. Objectivos e perguntas de partida

2 Fase conceptual da investigação. 2.1. Objectivos e perguntas de partida 2 Fase conceptual da investigação 2.1. Objectivos e perguntas de partida Investigação científica Deve iniciar-se com a formulação de um problema O objectivo da investigação é a solução desse problema.

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório dos cursos

Leia mais

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador:

INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador: INSTITUTO FLORENCE DE ENSINO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM (TÍTULO DO PROJETO) Acadêmico: Orientador: São Luis 2015 (TÍTULO DO PROJETO) (NOME DO ALUNO) Projeto de Pesquisa do Programa

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia

Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Av. Av. Prof. Moraes Rego s/n - Cidade Universitária - CEP: 50739-970 Recife PE Fone: (81)21268538

Leia mais

Ensaios Clínicos. Alexander R. Precioso

Ensaios Clínicos. Alexander R. Precioso Ensaios Clínicos Alexander R. Precioso Diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância - Instituto Butantan Pesquisador do Instituto da Criança HC / FMUSP Introdução Os recentes desenvolvimentos

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA (2011-2012) Comunicação em saúde e a Internet. Comunicação Social PROVÁVEL CONCLUSÃO:

PROJETO DE PESQUISA (2011-2012) Comunicação em saúde e a Internet. Comunicação Social PROVÁVEL CONCLUSÃO: PROJETO DE PESQUISA (2011-2012) Comunicação em saúde e a Internet CURSO: LINHA DE PESQUISA DO CURSO AO QUAL O PROJETO ESTARÁ VINCULADO: BOLSISTA: ORIENTADOR : Comunicação Social Comunicação, Inovação e

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

CURSO DE FARMÁCIA TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) AVISOS GERAIS 1- CONDUÇÃO DA DISCIPLINA E DO TCC Os trabalhos de conclusão de curso poderão ser realizados

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente?

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente? O tema Segurança do Paciente vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde sua criação, cooperando com a missão da Vigilância Sanitária de proteger

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE FISIOTERAPIA DEPT FMR PÓS GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA DO TRABALHO Profª Drª Vanusa Caiafa Caetano 2012 Desenhos de Pesquisa Porque

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no início do ano 2000, para os matriculados no 1º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no início do ano 2000, para os matriculados no 1º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 51/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE ODONTOLOGIA, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

Declaração de conflito de interesse. Não existe conflito de interesse em relação a esta apresentação

Declaração de conflito de interesse. Não existe conflito de interesse em relação a esta apresentação Declaração de conflito de interesse Não existe conflito de interesse em relação a esta apresentação Perguntas que os pacientes fazem frequentemente Perguntas que os pacientes fazem frequentemente O que

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO FAMERP PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS DA SAÚDE MANUAL DO ALUNO FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO FAMERP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO Art. 1º As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro UNISA buscam fomentar o conhecimento por meio da inovação técnica, científica, humana, social e artística,

Leia mais

TÉCNICAS DE PESQUISA. Profa. Esp. Tiago S. de Oliveira

TÉCNICAS DE PESQUISA. Profa. Esp. Tiago S. de Oliveira TÉCNICAS DE PESQUISA Profa. Esp. Tiago S. de Oliveira TÉCNICAS DE PESQUISA Existem algumas técnicas de pesquisa que podem ser utilizadas pelo pesquisador no desenvolvimento do trabalho científico. Estas

Leia mais

P2CEM. Pesquisa 2015/1. Elaboração de trabalho escrito. Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física

P2CEM. Pesquisa 2015/1. Elaboração de trabalho escrito. Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física P2CEM Pesquisa 2015/1 Elaboração de trabalho escrito Profa. Dra. Zélia Soares Macedo Departamento de Física Tipos de trabalho escrito: - monografia (1º semestre); - projeto (1º ou 2º semestre); - relatório

Leia mais

Metodologia da Pesquisa

Metodologia da Pesquisa Metodologia da Pesquisa Projeto de Pesquisa Rui Rossi dos Santos ruirossi@ruirossi.pro.br Mediador: Rui Rossi dos Santos Slide 1 o Projeto Plano para realizar um ato Definições o Pesquisa Ação ou efeito

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL. Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos

DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL. Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos DECLARAÇÃO DE HELSINKI DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos Adotado da 18ª Assembléia Médica Mundial Helsinki, Finlândia, Junho 1964 e emendas da

Leia mais

Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa

Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Prof. Edwar Saliba Júnior Fevereiro de 2015 1 O que é pesquisa? Pode-se definir pesquisa como:

Leia mais

Como calcular a amostra na pesquisa odontológica?

Como calcular a amostra na pesquisa odontológica? Como calcular a amostra na pesquisa odontológica? Mauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu Universidade Federal de Minas Gerais 2010 Referências 1. Babbie, E. Métodos de pesquisa de survey. Belo Horizonte:

Leia mais

3 cm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE LUZIÂNIA

3 cm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE LUZIÂNIA 3 cm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE LUZIÂNIA NOME DO AUTOR (fonte tamanho 12, arial, todas em maiúscula, negrito, centralizado) ESTÁGIO SUPERVISIONADO I OU II DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica PLANO DE CURSO

Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica PLANO DE CURSO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Reconhecimento Renovado pela Portaria MEC nº 264 de 14.07.11, DOU de 19.07.11. Componente Curricular: Metodologia da Pesquisa Científica Código: CTB-190 Pré-requisito: ----------

Leia mais

A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas:

A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas: Unidade de Pesquisa Clínica A Avaliação Ética da Investigação Científica de Novas Drogas: A importância da caracterização adequada das Fases da Pesquisa Rev. HCPA, 2007 José Roberto Goldim Apresentado

Leia mais

EDITAL 191/2015 Programa de Iniciação Científica Voluntária/IFSP Campus Itapetininga

EDITAL 191/2015 Programa de Iniciação Científica Voluntária/IFSP Campus Itapetininga EDITAL 191/2015 Programa de Iniciação Científica Voluntária/IFSP Campus Itapetininga A Direção Geral do campus Itapetininga do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), torna

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 2.891, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2002

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 2.891, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2002 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 2.891, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2002 Define o currículo do Curso de Graduação em Odontologia. O REITOR

Leia mais

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação: Bioestatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2010 Organização Pesquisa Médica Variabilidade Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PRÉ-PROJETO DE TCC

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PRÉ-PROJETO DE TCC CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PRÉ-PROJETO DE TCC Cuiabá/MT 2013 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. JUSTIFICATIVA... 3 3. OBJETIVOS... 3 3.1 GERAL... 4 3.2 ESPECÍFICOS... 4 4. REFERENCIAL

Leia mais

O CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR DA UFPB-LN CCAE: TRANSMITINDO CONHECIMENTO E PROMOVENDO AÇÃO SOCIAL

O CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR DA UFPB-LN CCAE: TRANSMITINDO CONHECIMENTO E PROMOVENDO AÇÃO SOCIAL O CURSINHO PRÉ-VESTIBULAR DA UFPB-LN CCAE: TRANSMITINDO CONHECIMENTO E PROMOVENDO AÇÃO SOCIAL COSTA 1, Maria Manuela COSTA 2, Marinely OLIVEIRA 3, Maria Carulina ROQUE 4, Bárbara BARCELLOS 5, Lusival Antonio

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

Curso de Pós Graduação em Energia SEMINÁRIOS DE ENERGIA (ENE-105)

Curso de Pós Graduação em Energia SEMINÁRIOS DE ENERGIA (ENE-105) Curso de Pós Graduação em Energia SEMINÁRIOS DE ENERGIA (ENE-105) Prof. Dr. Federico Bernardino Morante Trigoso Prof. Dr. Luis Alberto Martinez Riascos Santo André, SP Setembro de 2012 federico.trigoso@ufabc.edu.br

Leia mais

MONOGRAFIA : COMO FAZER

MONOGRAFIA : COMO FAZER Alguns sites que tratam sobre monografias http://www.admbrasil.com.br/abnt.htm http://planeta.terra.com.br/servicos/monografiaabnt/ http://www.sinescontabil.com.br/trabs_profissionais/fazendo_uma_monografia.htm

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

1 Centro Educacional Municipal São José 1 Colégio Estadual de Valença 1

1 Centro Educacional Municipal São José 1 Colégio Estadual de Valença 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR-CAPES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL

Leia mais

FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO

FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Protocolo 026/2010 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO 1. Instruções 1 Deverão ser entregues 2 (duas) cópias impressas e 1 (uma) cópia via e-mail (na extensão.doc), encaminhados

Leia mais

AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos

AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos 1 AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos Ernesto F. L. Amaral 15 de abril de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.57-73 & 75-85.

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de Maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO

Leia mais

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação Gestão Educacional NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Administração

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - FAINTVISA NÚCLEO DE PESQUISA - NUPEQ EDITAL Nº 01/2014 PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

FACULDADES INTEGRADAS DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - FAINTVISA NÚCLEO DE PESQUISA - NUPEQ EDITAL Nº 01/2014 PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADES INTEGRADAS DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO - FAINTVISA NÚCLEO DE PESQUISA - NUPEQ EDITAL Nº 01/2014 PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 1 - APRESENTAÇÃO As Faculdades Integradas da Vitória

Leia mais

Metodologia da Pesquisa Introdução

Metodologia da Pesquisa Introdução Metodologia da Pesquisa Introdução Rui Rossi dos Santos ruirossi@ruirossi.pro.br Mediador: Rui Rossi dos Santos Slide 1 o Tipos: Desenvolvimento de software Tutorial Pesquisa científica O TCC em TADS Mediador:

Leia mais

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO - Equipe: Prof. Dr. Marcos Ventura Faria (Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação) Prof. Dr. Ricardo Yoshimitsu Miyahara (Diretor

Leia mais

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Especialização em Acessibilidade Cultural Departamento de Terapia Ocupacional da UFRJ. Rio de Janeiro, 2013 Responsáveis pela elaboração

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (T.C.C.) CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (T.C.C.) CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (T.C.C.) CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS ANEXO II Capítulo I Da obrigatoriedade do T.C.C. Artigo 1 o O Trabalho de Conclusão de Curso parte integrante da grade

Leia mais

FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO

FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Protocolo nº033/2011 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E ETENSÃO 1. Instruções 1 O Formulário deverá ser enviado via e-mail para a Secretaria do NIPE: nipe@eafmuz.gov.br; 2 O projeto será

Leia mais

PRÉ-REQUISITOS (ESPECIFICAR CONTEÚDOS E, SE POSSÍVEL, DISCIPLINAS)

PRÉ-REQUISITOS (ESPECIFICAR CONTEÚDOS E, SE POSSÍVEL, DISCIPLINAS) 7.5. Disciplina Clínica Médica 4: Atenção Primária (Atual Medicina Geral de Adultos II (CLM006)) CÓDIGO DA DISCIPLINA ATUAL: CLM006 NOME ATUAL: Medicina Geral de Adultos II NOVO NOME: Clínica Médica 4:

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL Pelotas RS Maio 2010 Letícia Marques Vargas IFSul le.mvargas@gmail.com Gabriela

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais