Semeando Sustentabilidade em Apuí. Realizações e Perspectivas

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1 Semeando Sustentabilidade em Apuí Realizações e Perspectivas

2 PA Rio Juma Semeando Sustentabilidade em Apuí, iniciado em março de 2011, completa um ano de atividades. O Oprojeto está apenas começando, mas acreditamos que o município está no caminho certo para se tornar uma referência na transformação de uma economia degradante e de baixa rentabilidade para uma economia verde, com bases sustentáveis. Para trilhar este caminho, a participação e o apoio da sociedade apuiense são indispensáveis. O projeto, desenvolvido pelo IDESAM (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas), tem como objetivo fortalecer a gestão ambiental em Apuí e capacitar a população para o desenvolvimento de atividades produtivas mais sustentáveis. Para atingir essa nova economia é necessário criar várias frentes de atuação. Nesse sentido, estão sendo trabalhadas, simultaneamente: a rede de sementes e produção de mudas, fortalecimento de instituições, plantio e apoio à restauração florestal, capacitação em propriedades rurais, educação ambiental e criação de um plano de desenvolvimento para o município. Por fim, através do manejo rotacional de pastagens, será possível identificar a melhor alternativa para aumentar a produção e a rentabilidade, e conter o avanço do desmatamento. O Idesam em Apuí PAE Guariba Floresta Nacional Jatuarana Parque Nacional Juruena Mosaico de Unidades de Conservação Estadual do Apuí Km atuação do Idesam em Apuí começou em 2006, quando foram realizados diagnósticos preliminares para subsidiar Aa criação de um Programa Piloto de Pagamento por Serviços Ambientais em Apuí AM. A proposta teve como objetivo estruturar e desenvolver um mecanismo de incentivos financeiros para fomentar a recuperação de áreas degradadas e o manejo florestal em propriedades rurais do município, como estratégia para reduzir a pressão sobre a derrubada de florestas. O estudo permitiu entender a dinâmica de uso da terra na região e identificar os desafios técnicos, políticos e institucionais para a governança florestal no município. Além disso, despertou o interesse de vários produtores e representantes da sociedade de Apuí, o que motivou o Idesam a construir, em 2008, um novo projeto. Com o apoio da Fundação Avina e em parceria com o Sindicato Rural do Sul do Amazonas (Sindisul), o projeto incluía a articulação com investidores e um pacto para a regularização ambiental. Contudo, a impossibilidade de atrelar o acordo à regularização fundiária pelo INCRA impediu que a iniciativa tivesse continuidade. No início de 2009, foi iniciada uma parceria com a Prefeitura de Apuí para a estruturação do Projeto Apuí Mais Verde (PAMV), também apoiado pela Fundação Avina. Envolver agricultores e pecuaristas na conservação e restauração florestal, recuperando o solo e as nascentes de rios, é a principal meta. O projeto é desen-volvido pelo Idesam em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e envolve o cadastro voluntário de produtores. Atualmente já estão cadastradas cerca de 70 famílias que somam cerca de hectares para reflorestamento. O Idesam está estruturando um Documento de Concepção do Projeto (DCP) para buscar recursos financeiros junto ao mercado de carbono.

3 Sementes e Mudas Criação e estruturação de uma rede de coleta de sementes, com estratégia de mercado associada e viveiro de mudas. s propostas de reflorestamento do PAMV, somadas à crescente demanda por recuperação de Áreas de Preservação APermanente (APP) e Reserva Legal (RL) na Amazônia, abrem oportunidades interessantes para mercados de sementes e mudas de espécies florestais nativas. No entanto, ainda que exista uma perspectiva de aumento no cumprimento da legislação ambiental, faltam ainda estruturas básicas nas cadeias de produção necessárias para suprir as demandas de reflorestamento. Nossa meta, com esta atividade, é garantir a oferta de sementes e mudas de espécies florestais nativas para ações de reflorestamento em Apuí e em outros municípios da região Sul do Amazonas. Capacitação e produção: O Idesam, em parceria com o Centro de Sementes Nativas do Amazonas (CSNAM) e a Rede de Sementes do Xingu, capacitou 22 coletores de sementes em No primeiro ano de atividade, foram mapeadas 50 árvores matrizes e extraídos 400 kg de sementes das florestas de Apuí. Com isso, os coletores arrecadaram em torno de R$ As sementes coletadas tiveram dois destinos: (1) produção mudas e (2) reflorestamento de áreas de pasto abandonadas. Dentre as mudas produzidas, se destacam as espécies Pau-rosa, Castanha, Andiroba, Açaí, Faveira e Ipê. Infraestrutura: Para beneficiar e estocar as sementes, os coletores podem contar equipamentos de escalada em árvores e com a Casa de Sementes, construída no Viveiro Santa Luzia. Esse espaço foi projetado para facilitar os trabalhos técnicos e servir como um espaço organizado de troca de saberes e disseminação de co-nhecimento. Além da casa de sementes, os coletores podem contar com toda a estrutura do Viveiro Santa Luzia, parceiro forte do Idesam na atividade. Uso de Tecnologia: Os coletores testaram um método inovador de coleta de dados, inédito em uma rede de sementes. Trata-se de uma tecnologia que substitui formulários de papel, canetas, pranchetas, aparelhos de GPS e câmeras fotográficas por um único instrumento: um celular equipado com sistema operacional Android e plataforma Open Data Kit (ODK). Em breve, todas os dados relacionados a sementes serão cadastradas nesse sistema, o que facilitará os trabalhos dos coletores e a gestão das informações. Eu trabalhava com mudas apenas por tradição e por gosto, técnica eu não tinha. Agora, com esses novos conhecimentos, a gente tá caminhando melhor. Dalcir Saatkamp, viveirista. 400 kg de sementes nativas coletadas 40 mil mudas produzidas O viveiro está iniciando um processo de modernização na parte produtiva e técnica e já realizou cadastro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em 2012, a parceria entre Viveiro Santa Luzia e IDESAM tem como meta produzir 150 mil mudas, além de publicar o Guia de Sementes e Árvores de Apuí. Nosso objetivo é que o Viveiro, nos próximos dois anos, se torne referência amazônica na produção de mudas nativas para pesquisa, reflorestamento e implantação de Sistemas Agroflorestais.

4 Fortalecimento Fortalecer a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, outras instituições e atores para a gestão de atividades florestais em Apuí. gestão do meio ambiente é uma tarefa que demanda conhecimento teórico e ferramentas específicas. Um município Aque tem sua economia baseada em atividades agropecuárias como Apuí, necessita fortalecer sua capacidade para agir ativamente nas atividades ligadas ao uso da terra, de forma a buscar alternativas para maximizar a produção sustentável e a permanência do homem no campo. Como resultado, espera-se que a Semma-Apuí e outras instituições capacitadas aumentem a eficiência em gerir suas atividades com melhor qualidade técnica, gerando maior efeito na transformação socioambiental do município. No espaço da Secretaria de Meio Ambiente de Apuí foram ministrados dois cursos de capacitação para os técnicos ambientais e representantes de entidades locais. O primeiro curso contemplou os aspectos jurídicos, técnicos e metodológicos do licenciamento ambiental. O segundo, abordou o uso de equipamentos e programas para o mapeamento e zoneamento do uso da terra. As aulas foram focadas nas necessidades práticas das instituições participantes e tiveram como base as exigências do Programa de Regularização Ambiental dos Imóveis Rurais do Amazonas a lei do CAR. Além dos cursos, a Secretaria de Meio Ambiental de Apuí recebeu equipamentos de informática, mapeamento e comunicação visual. Participaram dos cursos produtores rurais e representantes das seguintes entidades: SEMMA, IDAM, SINTRAFA, Secretaria de Extensão Rural, Secretaria de Obras, Secretaria de Produção Rural, CMDRS, CEUC, SINDISUL, entre outras. Passamos a ter conhecimento do que nós não tínhamos, quanto mais aprendermos é melhor, assim evitamos cair em erros desnecessariamente. Espera-se que o conhecimento repassado seja utilizado pelos técnicos ambientais para uma gestão ambiental mais organizada. O Idesam também apoiará a SEMMA na captação de recursos através do incentivo à elaboração de projetos ambientais. Odomar Neri Fernandes, produtor rural. instituições beneficiadas pessoas capacitadas mil investidos na Semma (R$)

5 Pecuária Aprofundar e ampliar estudos de recuperação e manejo de pastagens para a implementação nas propriedades rurais de Apuí pecuária extensiva na Amazônia é claramente insustentável, com baixa produtivi- Adade e constante derrubada de florestas para novas pastagens. A lucratividade tem se justificado apenas em médias e grandes propriedades e sempre ao custo de irregularidades socioambientais. A pressão pela regularização e recuperação ambiental exige outro rumo para a pecuária local. Para obter melhores resultados é necessário um processo de aperfeiçoamento das técnicas de produção e administração rural, que pode ser definido como Intensificação Pecuária. O Projeto Semeando Sustentabilidade em Apuí espera desenvolver e disseminar um modelo de produção pecuária que incorpore elementos de manejo, intensificação e recuperação de pastagens. Para isso, é preciso avaliar a viabilidade técnica e econômica de novas práticas na produção pecuária, que aumentem os benefícios econômicos, sociais e ambientais das propriedades rurais. O Sindisul apoia a ideia da preservação da floresta e permanência do homem no campo, por isso, dizemos sim às novas técnicas de produção. Carlos Koch, presidente do Sindisul. Esse é o melhor investimento para aumentar a produtividade e diminuir o desmatamento. O Governo deve incentivar a continuidade do trabalho iniciado pelo Idesam. É através de investimentos dessa natureza que o combate ao desmatamento será efetivo no Amazonas. Robson Marmentini, agropecuarista. 78 hectares de área sob manejo semiintensivo 200 mil reais investidos na implementação das Unidades Demonstrativas INTERCÂMBIO: Representantes de sindicatos, associações e governo de Apuí visitaram a cidade de Paragominas, no Pará, para trocar experiências sobre práticas de pecuária sustentável na Amazônia. Através de reuniões e visitas técnicas a fazendas modelo na pecuária, os representantes de Apuí descobriram, na prática, a importância de unir forças para combater a situação atual. Da visita surgiu uma missão: tomar uma posição definitiva e independente de visões políticas para alcançar o almejado enquadramento ambiental. DIAGNÓSTICOS PRODUTIVOS DE PROPRIEDADES PECUÁRIAS: Uma equipe, composta por um especialista da Empresa Boviplan, visitou quatro propriedades com o objetivo de entender a região e o sistema de produção existente e, depois disso, definir estratégias para a implantação de um novo modelo de produção para pecuária. Embora constatado que os proprietários já praticam o manejo de pastagens nas fazendas visitadas, falta orientação para aplicar as técnicas mais adequadas para a realidade local. IMPLANTAÇÃO DAS UNIDADES DEMONSTRATIVAS: As áreas de pasto foram recuperadas, divididas em piquetes com cercas elétricas e ganharam praça de alimentação com saleiro e bebedouro adequados. Para a recuperação do solo em Apuí, o solo apresenta o ph baixo (aproximadamente 5,0) foram utilizados o calcário e o fósforo. Na página seguinte, estão disponíveis os mapas das unidades e os custos para a implementação do experimento (valores incluem infraestrutura já existente nas áreas onde foram instaladas as UDs). As UDs serão acompanhadas por uma equipe técnica durante dois anos. Periodicamente, serão levantados dados de ganho de peso do rebanho ou produção leiteira, crescimento e qualidade do capim e fluxo de caixa com os retornos financeiros. As informações oriundas do acompanhamento serão analisadas e publicadas. Adicionalmente, essas propriedades irão recuperar as APPs ao redor da UDs. Também está prevista a realização de oficinas com pecuaristas de Apuí para planejar a ampliação das experiências para outras propriedades. Com isso, pretende-se aumentar os benefícios econômicos, sociais e ambientais, com maior longevidade das pastagens e aumento da capacidade animal por área.

6 Fazenda Paredão Fazenda Mato Grosso Proprietários: Daiane e Ivo Ferrasso Proprietários: Adiles e Zé Mato Grosso Fazenda Paredão 24 ha Item Custo (R$) Calcário 9.408,0 Insumo (fosfato) 6.760,1 Materiais para cerca 5.025,2 Palanques e mourões 3.728,0 Praça de alimentação 3.647,5 Herbicida 2.500,0 Mão de obra ,0 Hora máquina + fretes 2.880,0 TOTAL ,8 Total por hectare 1.927,0 Propriedade destinada à pecuária leiteira, já havia cerca ao redor da área antes da implantação da UD. Fazenda Mato Grosso 15 ha Item Custo (R$) Calcário 6.615,0 Insumo (fosfato) 4.087,7 Materiais para cerca 4.885,9 Palanques e mourões 4.346,0 Praça de alimentação 4.174,2 Herbicida 483,0 Sementes de capim 660,0 Mão de obra ,0 Hora máquina + fretes 6.450,0 Total ,8 Total por hectare 2.798,4 Fazenda destinada à pecuária de corte. O calcário e o adubo incorporados ao solo aumentaram o valor de horas máquina trabalhadas e a compra de sementes. Fazenda São Lucas I Fazenda Santo Antônio Proprietário: Robson Marmentini Proprietário: César L. Frozzi Fazenda São Lucas I 22 ha Item Custo (R$) Calcário 9.185,0 Insumo (fosfato) 4.928,0 Materiais para cercas 8.172,4 Palanque e mourões 3.398,0 Praça de Alimentação 4.103,0 Herbicida 4.850,0 Mão de obra 8.700,0 Hora máquina+frete 9.735,0 Total ,4 Total por hectare 2.412,3 Destinada a pecuária de corte, é próxima à sede de Apuí, o que reduziu custos de transporte. A necessidade de herbicida aumentou os custos de implantação. Fazenda Santo Antônio 17 ha Item Custo (R$) Calcário 7.435,80 Insumo (fosfato e nitrogênio) 4.693,88 Materiais para cercas 7.002,57 Palanque e mourões 4.843,00 Praça de alimentação 4.815,45 Sementes de capim 2.200,00 Sementes de Milho 525,00 Mão de obra ,00 Hora máquina+frete ,00 Total ,70 Total por hectare 3.560,51 Distante cerca de 100km da sede de Apuí, está desenhada como experimento de integração lavoura-pecuária e necessitou de calcário e adubo no solo para o plantio do milho. Os custos aumentaram devido à distância, ao valor de horas máquina trabalhadas e à compra de sementes.

7 Reflorestamento Apoiar as atividades de reflorestamento de APPs (Áreas de Preservação Permanente) e RLs (Reservas Legais) no município m uma floresta madura, somente uma proporção mínima das sementes produzidas pelas plantas se tornam árvores. A maior Eparte acaba servindo de alimento para a fauna e abrigo para pequenos animais ou, em último caso, se decompõem e seus compostos se tornam novamente disponíveis na natureza. Em Apuí, através das atividades realizadas pela Rede de Sementes em parceria com o viveiro de mudas local, foram coletadas sementes de diversas espécies florestais nativas, que, após germinadas, retornam ao campo em forma de mudas e chuva de sementes para iniciar novas florestas em áreas de pasto abandonado. Em 2011, o IDESAM selecionou sete proprietários com áreas cadastradas no Projeto Apuí Mais Verde (PAMV) para iniciar a implantação de experimentos de reflorestamento, e, assim recuperar parte de seu passivo ambiental. Diferente do PAMV que previa que o projeto iria cobrir todos os custos, o Semeando Sustentabilidade contou com contrapartida dos proprietários. O Idesam garantiu as análises de solo, as mudas, as sementes e quatro anos de assistência técnica. O proprietário, por sua vez, custeou o isolamento da área e a equipe do plantio. No início de 2012, o reflorestamento virou realidade: foram utilizados 40 kg de sementes de espécies nativas, e mais de 8,5 mil mudas estão substituindo áreas de pasto abandonado por áreas de floresta. Confira a tabela detalhada das propriedades na página seguinte. 15 hectares de pasto abandonado reflorestados 40 Kg de sementes florestais nativas estão sendo usadas nas propriedades 256 kg de adubação verde utilizada A cada dois meses, as áreas serão visitadas e avaliadas pela equipe técnica do IDESAM e parceiros. Dados relacionados a germinação das sementes, sobrevivência, crescimento, adensamento, competição e alterações pós-plantio, assim como rendimento de operação e custos serão analisados. Os resultados irão contribuir para diminuir os custos e aumentar a eficiência dos futuros reflorestamentos. Com o apoio da sociedade e dos produtores rurais de Apuí preocupados com as causas ambientais, até o final das chuvas de 2013 podemos triplicar a quantidade de área reflorestada no município.

8 Aspectos Técnicos do Reflorestamento O plantio foi executado conforme métodos científicos testados em outras áreas. O plantio com as sementes nativas foi realizado de acordo com as técnicas utilizadas pelo Instituto Socioambiental no reflorestamento da bacia do Rio Xingu. Em campo, definimos cerca de 40 parcelas de m² (0,5 ha) e, em cada parcela, implantamos um dos seguintes tratamentos: Fazenda Santa Catarina Fazenda Detoni T2-1 muda a cada 9 m ² (espaçamento 3x3) + adubação verde no entorno; T3-1 muda a cada 36m ² (espaçamento 6x6) + adubação verde no entorno; T4 - Lançamento de sementes nativas e de adubação verde; T5-1 muda a cada 7 m ² (Nucleação) + adubação verde entre os núcleos; T6 - Lançamento de sementes de adubação verde apenas. Em algumas propriedades, o plantio foi realizado manualmente com 'bocas de lobo'. Em outras propriedades, o plantio utilizou tratores, que puderam abrir as covas e também abrir linhas com um subsolador, onde foi possível plantar entrelinhas de adubação verde e sementes com maior facilidade e rapidez. A seguir apresentamos os mapas das áreas onde o Idesam realizou o reflorestamento. Para mais detalhes, acesse: Fazenda Macil Fazenda Olho D Água FAZENDA Santa Catarina Olho D agua Agnol Chapadão Detoni Macil ÁREA ISOLADA (ha) 1,16 1,5 2 3,7 3,2 3 Fazenda Chapadão Fazenda Agnol FORMA DE PLANTIO MUDAS PLANTADAS SEMENTES NATIVAS (kg) ADUBAÇÃO VERDE (kg) IMPLANTAÇÃO (dias/homem) 7 / 3 5 / 4 5 / 9 6 / 8 7 / 7 7 / 6 plantio manual plantio mecanizado

9 Educação Ambiental Capacitar e "empoderar" estudantes e atores locais no tema da gestão florestal e produção sustentável. ara a Educação Ambiental (EA) influenciar uma sociedade a usar de forma sustentável os recursos naturais é necessário Pconsiderar o contexto local de uso da terra e focar em ações que envolvam efetivamente o público alvo. Devemos nos perguntar: como fazer um indivíduo entender que o desmatamento, antes associado ao progresso, deve ser interrompido? Como aplicar a EA em uma sociedade originada a partir de incentivos governamentais ao desmatamento? Este é o contexto a ser considerado em iniciativas no sul do Amazonas. O grande desafio em Apuí é fazer com que a EA se torne uma ferramenta de transformação social e gestão ambiental. O resultado esperado é ter uma sociedade capaz de propor soluções para os seus problemas ambientais. Em 2011, o componente de EA ganhou força estratégica. O IDESAM e o Conselho Municipal de EA se reuniram para discutir as propostas de Educação Ambiental do Projeto Semeando. Posteriormente, as propostas foram debatidas com a Secretaria de Educação, sobretudo com a Coordenação Pedagógica e os gestores escolares. A proposta inicial e em execução tem trabalhado com os projetos ambientais desenvolvidos pelas secretarias municipais de meio ambiente e de educação ( ) no sentido de revivê-los numa cartilha. Na cartilha ainda serão adicionadas as temáticas do SSA numa linguagem que esclareça jovens e adultos. A cartilha ambiental será a ferramenta sintetizadora das iniciativas atuais de transformação socioambiental em Apuí, tanto no contexto da educação formal quanto não formal. A educação ambiental tem que ser imediatamente iniciada, porque ela agrega outros benefícios. Antônio Marcos Maciel Fernandes, prefeito de Apuí. A cartilha será utilizada pelos professores para orientar os debates em sala de aula. Posteriormente a publicação da cartilha, os professores chave serão capacitados para se apropriarem de maneiras eficientes de transmitirem as mensagens contidas na cartilha. Todos os outros componentes do SSA possui seu potencial educativo e serão utilizados na prática para consolidar o aprendizado em sala escola de aula. O mesmo conteúdo irá servir, de forma prática, como base para a realização de dois cursos de capacitação para propriedades sustentáveis neste ano de 2012, abordando temas de aumento e diversificação da produção com menor impacto ambiental.

10 Desenvolvimento Local Apoiar a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Local Sustentável para o município de Apuí participação da sociedade é essencial para direcionar o desenvolvimento regional. A sociedade apuiense, representa- Ada por organizações civis e governo local, iniciou um amplo debate sobre as formas menos impactantes de utilizar a terra e oferecer uma vida digna ao produtor e sua família. Para atingir esse objetivo, é necessário unir forças na elaboração de um Plano Local de Desenvolvimento, que mude a atual lógica econômica municipal, acrescentando valores, conhecimentos e técnicas de produção de menor impacto ambiental e maior rentabilidade. Em 2011, o Idesam passou a compor o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) de Apuí. O CMDRS participa das decisões e definições sobre as políticas de desenvolvimento rural, o abastecimento alimentar e a defesa do meio ambiente. Neste primeiro ano ainda foram estabelecidas parcerias com a Secretaria de Educação e com o Conselho Municipal de Educação Ambiental e fechados Acordos de Cooperação Técnica com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam). O Idesam também iniciou uma cooperação técnica com a GIZ, que está ajudando em vários componentes da implementação do projeto. SUBSIDÍOS TÉCNICOS Os trabalhos de pecuária, reflorestamento, germinação de sementes e propagação de mudas estão documentados de modo que possibilitem a replicação dos experimentos e o ajuste das inconsistências. O potencial de replicação é desejado para que um plano local de desenvolvimento sustentável possa ser implementado com sucesso. Novos projetos estão em fase de estudo para serem implantados em 2012, bem como a agenda de planejamento conjunto entre a GIZ, o Idesam e outras instituições locais, está em andamento em 2012 e irão contribuir para o Plano Local de Desenvolvimento Sustentável. Nessa linha, o IDESAM continua a busca por doadores e financiadores para implementar o Projeto Apuí Mais Verde.

11 O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM) é uma organização não-governamental sem fins lucrativos, com sede na cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas. O Idesam trabalha para promover a valorização e o uso sustentável dos recursos naturais na Amazônia e buscar alternativas para a conservação ambiental, o desenvolvimento social e a mitigação das mudanças climáticas. Saiba mais sobre o nosso trabalho em blog.idesam.org.br twitter.com/idesam facebook.com/idesam Parceiros do Idesam nas atividades do Semeando Sustentabilidade em Apuí: INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E FLORESTAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO AMAZONAS Viveiro Santa Luzia SINDICATO RURAL DO APUÍ SINDISUL Contatos: Tel.: (92) (92) Apoio Financeiro de:

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