Conhecendo a Leishmaniose

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conhecendo a Leishmaniose"

Transcrição

1 Pré projeto de pesquisa - Biológicas Tema 2: Leishmaniose Título: Conhecendo a Leishmaniose Justificativa O tema de pesquisa do PIBID na área Biológica é sobre a Leishmaniose. Para realizar um trabalho junto aos alunos da Escola Helen Keller, os alunos bolsistas do PIBID tem necessidade de aprimorar os conhecimentos científicos sobre o tema, uma vez que serão futuros professores, portanto a necessidade de obter domínio do conhecimento. Objetivos - Caracterizar, tipificar a Leishmaniose, abordando formas de transmissão, sintomas, tratamento e prevenção ; - Realizar um levantamento histórico sobre o surgimento e a proliferação da Leishmaniose; - Caracterizar o agente etiológico; - Conhecer os sintomas da Leishmaniose no cão e as formas diagnosticas da doença; - Conhecer os métodos de prevenção e diagnóstico da doença em Adamantina. Metodologia Pesquisa bibliográfica na rede mundial de computadores e no acervo bliográfico da FAI sobre Leishmaniose, entrevista e palestra proferida pelo Profº Wiverson Moura Silva do Departamento de Controle de Vetores, Adamantina SP, debates entre os membros do grupo, encontros com a professora supervisora e coordenadora, redação no final do trabalho ( anexo) e elaboração de artigo. ( anexo). Cronograma Janeiro/Fevereiro de 2013 Resumo Os objetivos desse trabalho foi ampliar os conhecimentos do grupo sobre o tema do Leishmaniose para posteriormente transmitir com segurança para os alunos do ensino médio da EE Helen Keller. Para esta finalidade realizamos pesquisas bibliográficas, entrevistas no Departamento de Controle de Vetores de Adamantina e participação em palestra promovida pela coordenadora do PIBID. Como resultado o grupo aprimorou seus conhecimentos, elaborando uma redação e um artigo sobre Leishmaniose.

2 Redação da pesquisa Conhecendo a Leishmaniose 1-Leishmaniose Fonte: Inseto Lutzomyia, vetor da leishmaniose (Foto: Genilton Vieira/IOC/Fiocruz) È uma doença transmitida por protozoários do gênero Leishmania. No Brasil existem atualmente seis espécies de protozoários responsáveis por causar doença humana. As variedades mais encontradas são a Leishmaniose Visceral (LV) e a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA). Leishmaniose Visceral É conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun. É infecciosa, mas não contagiosa. Acomete vísceras, como o fígado e o baço, podendo ocasionar aumento de volume abdominal. Transmissão A LV é transmitida ao homem por meio da picada do inseto vetor (Lutzomyia longipalpis) conhecido popularmente como "mosquito-palha, birigui, asa branca, tatuquira e cangalhinha". Esses insetos têm hábitos noturnos e vespertinos, atacando o homem e os animais principalmente no início da noite e ao amanhecer. Sintomas Os sintomas mais freqüentes são febre e aumento do volume do fígado e do baço, emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias, desânimo, prostração, apatia e palidez. Pode haver tosse, diarréia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções associadas. Quando não tratada, a doença evolui podendo levar à morte até 90% dos doentes. Tratamento

3 O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LV é o antimoniato de N-metil glucamina (Glucantime ). É importante reforçar que quanto antes o doente procurar orientação médica e tratamento, maior a possibilidade de recuperação e cura. Prevenção As medidas preventivas visam a redução do contato homem-vetor, podendo ser realizadas medidas de proteção individual, dirigidas ao vetor e à população canina, tais como: uso de mosquiteiros com malha fina, telagem de portas e janelas, uso de repelentes, manejo ambiental, através da limpeza de quintais, terrenos e praças, eliminação de fontes de umidade, não permanência de animais domésticos dentro de casa, eliminação e destino adequado de resíduos sólidos orgânicos, entre outras medidas de higiene e conservação ambiental que evitam a proliferação do inseto vetor. Leishmaniose Tegumentar Americana É uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e mucosas. É transmitida ao homem pela picada das fêmeas de flebotomíneos infectadas. Transmissão A transmissão ocorre pela picada de fêmeas de flebotomíneos infectadas. Sintomas As lesões podem ocorrer na pele e/ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais freqüentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, dor ao engolir, rouquidão e tosse. Tratamento O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LTA é o antimoniato de N-metil glucamina (Glucantime ). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dose do Glucantime deve ser calculada em mg/sb+5/kg/dia, Sb+5, significando antimônio pentavalente. Para as lesões cutâneas, o esquema de tratamento é de 15 mg/sb+5/kg/dia por um período de 20 dias e para cutânea difusa o tratamento é de 20 mg/sb+5/kg/dia por um período de 20 dias. Para as lesões mucosas, é recomendada a dose de 20 mg/sb+5/kg/dia por um período de 30 dias. Outras opções terapêuticas disponíveis nos serviços de saúde são: isotionato de pentamidina e anfotericina B.

4 Prevenção O Ministério da Saúde recomenda ações dirigidas à: População humana: medidas de proteção individual, tais como usar repelentes e evitar a exposição nos horários de atividades do vetor (crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente possa ser encontrado; Vetor: manejo ambiental, através da limpeza de quintais e terrenos, a fim de alterar as condições do meio, que propiciem o estabelecimento de criadouros para formas imaturas do vetor; Atividades de educação em saúde: devem ser inseridas em todos os serviços que desenvolvam as ações de vigilância e controle da LTA, requerendo o envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e multiinstitucionais com vistas ao trabalho articulado nas diferentes unidades de prestação de serviços. Fonte: Mnistério da Saúde 2- Histórico da Leishmaniose visceral canina do contexto global para o local (Adamantina SP) Introdução O primeiro registro do agente etiológico da Leishmaniose Visceral Canina foi realizada por Willian Leishman e Charles Donovan em meados de 1900 na Europa, quase simultaneamente em 1903 ocorreu o primeiro óbito descrito, em um soldado irlandês. A Leishmaniose Visceral Americana é uma doença infecciosa fatal que vem se expandido por vários países considerada emergente como uma das mais importantes zoonoses pela Organização Mundial de Saúde obtendo casos anuais no mundo e cerca de 2.000/3.000 casos anualmente no Brasil. O primeiro caso na América do Sul foi registrado no Paraguai em 1913, um paciente que havia contraído a doença no estado do Mato Grosso, Brasil desde então vem se expandido pelas regiões urbanas atingindo grandes centros como Rio de Janeiro (RJ) Belo Horizonte (MG) e Araçatuba (SP). No estado de São Paulo vem se tornando um caso de epidemia de saúde publica cada vez mais preocupante, atingindo vários municípios do interior que estão na região de Araçatuba, inclusive Adamantina que apresenta casos de pessoas infectadas e registro de óbitos. No ano de 2005 a cidade de Adamantina aderiu o Projeto LVA juntamente com o governo do estado de São Paulo em combate disseminação da doença, onde provem da realização de diagnóstico em cães errantes visando o controle da Leishmaniose Visceral Canina. O Diagnóstico em cães errantes é de grande importância para a identificação dos reservatórios de transmissão da doença já que não existe tratamento que se obtêm a cura do animal.

5 A LVA é conhecida como Calazar. O termo pode ter surgido das palavras kala e azar. Kala significa morte e azar significa doença, ou seja, doença que leva a morte (MINISTÉRIO DA SAÚDE,2004). Causada por um protozoário chamado Leshmania donovani com grande índice nas regiões tropicais e subtropicais caracterizada por causar febre irregular de longa duração, hepatosplenomegalia, emagrecimento, pancitopenia, hipergamaglobulinemia e hipoalbumenemia, sendo uma zoonose canina, felina, de roedores e marsupiais, transmitida para o homem por meio de flebótomos. O tratamento é efetuado por antimoniais penta valentes, geralmente consegui haver um controle do protozoário no organismo, caso contrário o quadro evolui para óbito dentro de um a dois anos. (xerox)sendo mais frequente em pessoas do sexo masculino com 63,9% e em crianças com menos de 10 anos 48,9%. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). 2.1 Histórico A primeira observação parasitaria foi realizada na Índia em 1882 por Cunningham e posteriormente em 1903 foi descrito seu agente etiológico por Willian Leishman e Charles Donovan que fizeram o primeiro registro da doença em seres humanos. Em 1908 Nicole Comte demostrou pela primeira vez o parasito em cães, vendo a assim a possibilidade de seres os reservatórios da doença e somente em 1913 constataram que a transmissão da doença é causada pela picada de flebotomíneos responsável vetor. Em 1934, Penna fez o primeiro relato no Brasil examinando lâminas onde encontrou 41 lâminas com parasitos, seguindo os seus estudos Evandro Chagas descreveu o primeiro caso in vivo no Brasil no ano de (NEVES, 2000) 2.2 Importância A LVA é uma doença emergente que atinge zonas rurais e urbanas com casos mundiais por ano onde os principais reservatórios são animais domésticos que devido ao apego dos donos são migrados para cidades vizinhas na tentativa de salva-los da eutanásia, a expansão das favelas quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009) A preocupação da OMS possibilidade de se contrair a Leishmaniose através das transfusões sanguíneas no Brasil por não ser incluído na triagem dos exames de doadores, a transmissão da doença com grande velocidade devido ao uso de drogas injetáveis por ser usada a mesma seringa. (NEVES, 2000). Sendo mais frequente em pessoas do sexo masculino com (63,9%) e em crianças com menos de 10 anos ( 48,9%). (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009)

6 2.3 Distribuições Geográficas A Leishmaniose visceral tem sido encontrada em regiões onde existem flebotomíneos em diversas espécies como na Ásia, África, Europa e América e grande frequência mas também incidente na Birmânia, Tailândia, Vietnã, Laos, Malásia, Indonésia, Índia, Paquistão, China, Arábia Saudita, Iraque, Irã, Turquia, Republica do Uzbequistão, Azerbaijão, Israel, Líbano, Argélia, Tunísia, Senegal, Nigéria, Sudão, Quênia, Uganda, Madagascar, Marrocos, Líbia, Somália, Etiópia, África Ocidental e Equatorial, Tchad, Gambia, Moçambique, Itália, Grécia, Espanha, Portugal, Iugoslávia, México, El Salvador, Guatemala, Venezuela, Colômbia, Guiana Holandesa, Peru, Paraguai, Bolívia, Argentina, Brasil que representa mais de 90% dos casos relato nas Américas, entre outros países com menor taxa de casos. ( ATLAS ) Entre 2003 e 2009 foram registrados casos de seres humanos portadores de LV no Brasil, onde a região Nordeste representou 47,5% dos casos, Norte 19,2 %, Sudeste 17,4 %, Centro Oeste 7,4% e Sul 0,2%. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009). No estado de São Paulo registrado em zona urbana de 79 municípios, essa expansão vem ocorrendo lentamente, tendo inicialmente registro no município de Araçatuba, posteriormente nas regiões de Bauru, Marília, Presidente Prudente, seguindo a região de São João da Boa Vista e recentemente na região de São José do Rio Preto. (Superintendência de Controle de Endemias SUCEN, 2011).

7 Figura 1: Municípios com transmissão da leishmaniose visceral americana canina, segundo faixa de prevalência (%). Estado de São Paulo, Fonte: Acesso: 05/06/2011 Gráfico 1 : Número de municípios com transmissão da leishmaniose visceral humana, coeficiente de incidência (por 100 mil habitantes). Estado de São Paulo, de 1999 a Fonte: Acesso: 05/06/ Transmissão A transmissão no Brasil é pela picada do mosquito L. longipalpis ou L. cruzi, também conhecidos como mosquito palha ou birigui, que estão infectados pelo protozoário causador a Leishmania chagasi. O vetor infecta-se ao sugar o sangue de animais portadores e ingere macrófagos na forma amastigota que por divisões binárias transformam-se em promastigotas metacíclicas, sendo esta a sua forma infectante. (RQUHART, 1997).

8 Figura 2: Lutzomyia Fonte : Acesso: 15/10/ : Reservatórios Segundo Neves, a Leishmaniose Visceral Canina primeiramente atingia somente áreas rurais tendo como reservatórios do parasito raposas e roedores, depois surge em grandes centros urbanos com grande disseminação tento como o principal reservatório o cão doméstico. 3- Características do agente etiológico A Leishmaniose Visceral Canina ou Americana no novo mundo é causada pela presença única do protozoário denominado como Leishmania chagasi embora seja reconhecida atualmente três espécies, tais como a Leishmania donovani e Leishmania infantum. (xerox).

9 3.1 Classificação Reino: Protista Sub-reino: Protozoa Filo: Sarcomastigophara Sub-Filo: Mastigophora Classe: Zoomastigophorea Ordem: Kinetoplastida Sub Ordem: Trypanosomatina Família: Trypanosomatidae Gênero: Leishmania 3.2 Gênero Leishmania São os protozoários unicelulares, heteróxenos, parasitas que são encontrados nas formas flageladas promastigota, no trato digestivo dos hospedeiros invertebrados que parecem estar limitados a insetos hematófagos, flebotomíneos e, amastigota, semiflagelo livre, parasito intracelular obrigatório do sistema fagocítico mononuclear dos hospedeiros vertebrados com uma extensa variedade de mamíferos, embora seja mais frequente em roedores e canídeos entre eles o homem, ocorrendo a transmissão devido a picada do inseto infectado. (NEVES, 2000) 3.3 Promastigotas Formas promastigotas são alongadas, com um flagelo livre e longo, emergindo do corpo do parasito na sua porção anterior, possui um núcleo arredondado situado na porção anterior do corpo, com um cinetoplasto em forma de bastão, essa forma tem uma grande variabilidade de tamanho podendo ser observadas de 10,0 a 40,0 x 1,2 a 3,0 µm de diâmetro, podendo ter um flagelo do tamanho ou com uma medida superior ao corpo. (NEVES, 2000)

10 Figura 2: Foto microscópica em lâmina da Leishmania sp em forma promastigota. Fonte: Acesso: 23/10/ Promastigotas metacíclicas Os promastigotas metacíclicos possuem diâmetros menores que os promastigotas normais porem tende a ter um flagelo muito longo com cerca de duas vezes que o seu corpo com uma mobilidade intensa. (NEVES, 2000) 3.5 Amastigotas Formas amastigotas, quando fixadas e coradas aparecem em microscopia óptica como organismos avais ou esféricos. No citoplasma, corado em azul claro, são encontrados: núcleo grande e arredondado ocupando um terço do corpo do parasito e um cinetoplasto em forma de um pequeno bastonete, ambos corados em vermelho-purpura, além de apresentarem vacúolos que podem ou não ser observados. Não há flagelo livre, sendo raramente visível, em sua forma amastigota tente a medir aproximadamente 1,5 a 3,0 x 3,0 a 6,5 µm de diâmetro. (NEVES, 2000)

11 Figura 3: Foto microscópica em lâmina da Leishmania sp em forma amastigota. Fonte: Acesso:23/10/ Paramastigotas Formas paramastigotas, são pequenas e arredondadas, flagelo curto com um núcleo na porção mediana e cinetoplasto paralelo ao núcleo, seu tamanho varia de 5,0 a 10,0 x 4,0 a 6,0 µm. (Neves, 2000) 3.7 Ciclo Evolutivo No organismo do hospedeiro definitivo, encontram-se os parasitos sob a forma amastigota, no interior das células do sistema fagocítico mononuclear. Aí ocorre divisão abundante, rompem as células. Os protozoários livres são, então, ingeridos junto com o sangue circulante pelos flebotomíneos quem em seu tubo digestivo os formas amastigotas transformam-se em formas moveis, flageladas, essas formas se multiplicam rapidamente e intensamente, bloqueando o pro ventrículo do tubo digestivo do flebótomos, esse bloqueio faz com que o sangue sugado do homem ou outro animal sadio regurgite e seja reinoculado em seu organismo, levando as formas promastigotas. No organismo de um vertebrado, essas formas se transformam novamente em amastigotas sendo novamente fagocitadas elas células do sistema fagocítico mononuclear transformando em seu novo hospedeiro. (CAMARGO, 2007)

12 4- Sintomatologia da Leishmaniose em cães De acordo com a sintomatologia apresentada, podem ser classificados como assintomáticas, oligossintomáticos e sintomáticos, sendo considerados assintomáticos os cães que não apresentam sinais clínicos sugestivos de LVC; Oligossintomáticos os cães com pequenos sintomas como perda de peso, pelo opaco e presença de adenopatia linfoide; sintomáticos os que apresentam todos ou alguns sinais mais comuns da doença (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2004) O animal sintomático pode apresentar edemas de patas, coriza, apatia, vômito, onicogriofose, insuficiência renal crônica, diarreias, uveíte granulomatosas, encefalites e mengites (LUZ, K.G) Figura 4 : Cão sintomático encontrado por denuncia no Jardim Brasil, Adamantina Foto: Gabriela Essi 20/06/ Métodos de prevenção e diagnóstico da LVA aplicados no Projeto de Prevenção do Controle de Vetores em Adamantina 5.1 Diagnóstico O diagnostico da LVC envolve métodos parasitológicos, sorológicos e moleculares e apesar de grande quantidade de testes diagnósticos disponíveis, continua representando um desafio,

13 pois não existe nenhum método com sensibilidade e especificidade máximas, capazes de oferecer um diagnostico preciso das diferentes formas de apresentação da doença ( IKEDA F.A. E FEITOSA, M.M., 2007). O Projeto apresenta os exames sorológicos de ELISA e RIFI para a conclusão de diagnósticos, utilizando o ELISA como uma técnica de triagem das amostras quando contatado negativo, é considera realmente negativo, porem quando positivo vem a ser realizado a RIFI como a conclusão da positividade do cão, porem podendo assim surgi laudos inconclusivos com positividade no primeiro exame e negativo no segundo (CVE, 2006). 5.2 Métodos sorológicos Os métodos sorológicos detectam anticorpos circulantes anti-leishmania. Dentre esses métodos podemos citar a imunofluroscência indireta (RIFI), ELISA (Enzyme Lenked Immunosorbent Assay), fixação de complemento, a aglutinação direta e os testes rápidos de aglutinação (IKEDA, F.A. E FEITOSA, M.M., 2007). Esses métodos apresentam alta sensibilidade e especificidade, porem, doenças como a erlichiose, a babesiose, a borreliose, a tripanossomíase, podem interferir no resultado da análise, e levar a um resultado falso-positivo nos cães. Também pode ocorrer um resultado falso-negativo em cães que não desenvolvem resposta imune humoral. Deve-se obter 1,0 ml de soro e mantê-lo refrigerado por no máximo 7 dias após a coleta Valores de referencia: Reagente ELISA valor acima da linha do corte recomendado pelo fabricante do kit RIFI resultado com título igual os superior a diluição 1:40.

14 Indeterminado resultados com valores limites que os testes não foram capazes de determinar como reagente ou não reagente. Recomenda-se um novo teste após 30 dias do ultimo exame. Pode corresponder ao inicio da soroconversão, reações cruzadas e/ou inespecífica, falência do sistema imune. Não reagente Resultado sem título de anticorpos. Segundo o Ministério da Saúde, o exame esta sujeito, embora raramente, a ocorrência de falso-negativo e falso-positivo. É recomenda se o acompanhamento médico veterinário dos sinais e sintomas clínicos e se houver divergência entra as duas técnicas sorológicas para os diagnósticos de LVC, deve-se considerar RIFI como confirmatório. 5.3 Métodos Moleculares Reação em cadeia e polimerase (PCR) é a reação de amplificação define a presença do DNA do cinetoplasto da Leishmania sp. Pode ser realizado através de aspirado de medula óssea e linfonodos, conservados em temperatura ambiente em 24 horas; 5 ml de sangue total com EDTA, conservados em temperatura ambiente e processados até no máximo 72 horas após a coleta; biopsia de lesões, em etanol com gelo seco em até 48 horas após a coleta. O material deve ser enviado em tudo o frasco estéril. Nenhuma medicação tópica deve ser utilizada para diagnostico e como controle pós-tratamento. Já que a cicatriz imunológica (sorologia positiva) permanece durante anos sem que o paciente apresente a doença. (INSTITUTO H. PARDINI, 2007). Valor de referencia: Amostra negativa para Leishmania sp O exame de PCR é o mais sensível e especifico dos exames para o diagnóstico da Leishmaniose Visceral Canina, pois é de grande dificuldade de adaptação a campo, disponibilidade de reagentes e de custo elevado, o que se passa a ser um exame de difícil realização pelo governo.

15 5.4 Microchip O governo do estado de São Paulo esta realizando um projeto em parceria com os municípios epidemiológicos, esse projeto visa colocar chip de identificação nos cães de toda cidade com o objetivo de identificar o cão, seu proprietário, resistência, registro do exame de sorologia RIFI e ELISA e a colocação da coleira deltametrina 4%. O microchip é implantado abaixo do couro do animal, possui um tamanho menor que 12mm x 2mm, sendo comparado com o tamanho de um grão de arroz. É um microcircuito eletrônico constituído de um código exclusivo e inalterável, encapsulado e biovidro cirúrgico ( FECESP, 2006). Figura 5: Foto de um microchip ao lado de um grão de arroz. Fonte: Acesso: 13/11/2012 Seu tamanho pequeno permite que seja injetado no animal com uma seringa especial, sendo indolor, com a confirmação que o cão não possui chip o micro chip deve ser implantado com a autorização do dono e deve ser aplicado no dorso entres as escápulas; desinfetando a pele no local de implantação usando algodão satura de álcool, levantando a pele do animal, inserindo a agulha em um ângulo de 45 C com o êmbolo da seringa para cima, empurrando rapidamente até o final do êmbolo da seringa e retirando a agulha ao terminar. ( FECESP, 2006) Na cidade de Adamantina, foi realizado um inquérito semestral onde foram implantados 3848 microchips em cães todos registrados em boletins e arquivo eletrônico de donos e localização

16 dos animais havendo um numero baixo de recusa dos moradores onde era previsto ser implantado 4000 microchips, assim atingindo a meta, e sendo realizado o serviço de leitura de microchip permitindo que os cães encontrados nas ruas, sejam devolvidos para seus proprietários. 4.5 Coleira de deltametrina 4% As coleiras inseticidas exercem efeito repelente e letal sobre os flebótomos. Sua utilização em cães vem se demostrando bastante satisfatória e estudos publicados mostram que se colocada em pelo menos 80% da população canina, tem a capacidade de interromper a transmissão do agente. Apresenta liberação regular e continua por ficção, dissolução lenta e deltametrina na camada lipídica da pele do cão. A coleira é doada para o cão junto com a implantação do microchip e a autorização de ser efetuado o exame do projeto. Figura 7 : Coleira de Deltametrina original Fonte: acesso: 06/12/2012.

17 5- PARASITOLÓGICO REALIZADO PELO MUNICÍPIO O método de diagnostico realizado pelo biólogo, agente Wiverson Moura Silva da Secretaria Municipal de Saúde de Adamantina sendo a parte do projeto do governo o parasitológico juntamente com o teste rápido em campo, pela necessidade de laudos urgências em casos denuncias de animais suspeitos com laudos inconclusivos. 5.1 Teste rápido O produto, que permite a detecção rápida de anticorpos contra Leishmania sp é composto de uma membrana de nitrocelulose acoplada a uma bandeja destacável, uma ampola contendo tampão, uma lanceta, um tubo capilar plástico e álcool. Na membrana de nitrocelulose, são absorvidos o antígeno rk39, formando a linha-teste, e o anticorpo anti-igg humano, constituindo a linha-controle. A bandeja destacável possui dois orifícios: o primeiro contém conjugado; e o segundo é reservado para lavagem da fita-teste (IKEDA F.A. E FEITOSA, M.M., 2007). A realização do teste segue, estritamente, as instruções do fabricante. Cerca de 10µL de sangue, obtido pela lanceta na parte interior da orelha, é transferido para o primeiro poço da bandeja destacável homogeneizado com duas gotas de tampão por cinco minutas. Em seguida, a tira-teste foi colocada nesse poço verticalmente e o sangue diluído, absorvido pela membrana em fluxo ascendente. Após cinco minutos, tira-teste foi lavada, em seguida coloque cinco gotas de soluçãotampão, previamente no segundo poço. Figura : Colhimento da amostra, na parte interna da orelha.

18 Na bandeja descartável é colocado o numero do microchip do animal e a data de realização do teste, para a identificação. Figura : Bandeja descartável, sendo colocada uma gota de sangue na primeira cavidade para a realização do teste. Segundo as instruções do produto O teste é considerado positivo quando é possível visualizar as duas linhas, teste e controle; e negativo, quando somente a linha controle foi visualizada na membrana de nitrocelulose. Em ambos os casos, visualização da linha-controle, localizada logo acima da linha-teste, indicou que a execução do teste foi adequada. 5.2 Método de preparo do material A aspiração do material feita em Adamantina é a partir dos linfonodos das pernas posteriores do animal. Primeiramente é realizada a assepsia local, com álcool 70% e algodão, palpação do linfonodo, injeção da agulha em três ângulos 90 de pois 45º para direita e para esquerda, retirar a agulha, encher uma seringa de ar, recolocar a agulha e aspirar ao material em uma lâmina de vidro, realizando o esfregaço, espalhando o material com outra lamina de vidro.

19 5.3 Coloração das lâminas Os esfregaços são corados pelo panótico. Onde de acordo com as instruções do kit é colocado a lamina submersa em três soluções, primeiramente em solução alcoólica de ciclohexadieno à 0,1% por dez segundos, após na segunda solução de aquosa de Bromobenzenossulfônico à 0,1%; Estabilizante I à 3%; Conservante à 0,26% por dez segundos, depois por mais dez segundos na terceira solução alcoólica de Fenotiazinas à 0,1%; Estabilizante à 1,5%; Conservante à 0,26%, logo após se lava a lâmina com agua corrente. Figura : Foto do processo de coloração do esfregaço.

20 5.4 Conclusão para laudo Obtêm-se laudos positivos com facilidade, pois a leitura da lamina e identificação da forma amastigota na lamina observada, por no mínimo duas pessoas, porem o laudo negativo é de grande probabilidade de falsos negativos, pelo fato de observação adequada e material em lamina. CONCLUSÃO O método parasitológico realizado em Adamantina pela secretaria municipal de Saúde no departamento de controle de vetores em animas com laudos inconclusivos e em denuncias de animais sintomáticos apesar de ser um exame pouco sensível ele facilita e permite uma conclusão definitiva de positividade com necessidade de emergência. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS Alves, W. A.; Bevilacqua, P. D.; Reflexões sobre a qualidade do diagnóstico da leishmaniose visceral canina em inquéritos epidemiológicos: o caso da epidemia de Belo horizonte, Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 20(1): , jan-fev, Disponível em: < ATOPIA Leishmaniose 15 de agosto de 2010 Staff, imagem da leishmania sp disponivel em : <http://imunovet5.blogspot.com/2010/08/leishmaniose.html BIOMEDICINA Doenças Parasitárias, imagens de Leishmania sp disponível em: < CAMARGO, J.B,; TRONCARELLI, M.Z,; RIBEIRO, M.G.; LANGONI, H. Leishmaniose visceral canina: Aspectos de saúde publica e controle. Clinica Veterinária, Ano XII, n.71, p 86-96, Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) artigo Leishmaniose Visceral Americana; Manual de Vigilancia e Controle da LVA Estado de São Paulo; Disponivel em < Com Ciência - Vera Lucia Fonseca de Camargo- Neves Leishmaniose Visceral Americana: doença emergente no estado de São Paulo; Disponível em < FECESP, Federação de Cinofilia do estado de São Paulo Formulário de microchip. Disponivel em < IKEDA, F.A.; FEITOSA, M.M. Metodos de diagnósticos da Leishmaniose Visceral Canina. Clinica Veterinaria, Ano XII, n.71, p.34-42,2007.

21 INSTITUTO HERMES PARDINI. Divisão animal. Manual de exames Lea, C. R. B. Métodos disponíveis e possíveis para o diagnóstico da leishmaniose visceral americana canina. Artigo de revisão. Bepa, 2009, 6 (69 ): Disponível em: < fto://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/outros/bepa69_lvasp.pdf LUZ, K.H.; RIBEIRO, V.M.; PALATNIK DE SOUZA, C.B.; LUVIZOTTO.; MENZ, I.; SBARDELINI, E.; PARRA, L.; PAPA,T. Leishmune. Manual técnico. Fort Dodge. NEVES, D. P.; et al. Parasitologia Humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2000 SCALIBOR, Foto da coleira distribuída pelo projeto LVA. Disponivel em <http://www.scalibor.com.br/> SUCEN -SP Artigo Leishmaniose Visceral Americana disponivel em <http://www.sucen.sp.gov.br/atuac/viscer.html#ind2 University Story William leishman Bibliografia disponivel em: < URQUHART, G.M.; ARMOUR,J; DUNCAN,J.L;DURNN,AM.;JENNENGS.F.W. Parasitologia Veterinária. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992.p.273; Wiverson Moura Silva- DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E FLUTUAÇÃO DA POPULAÇÃO DE FLEBOTOMÍNEOS CAPTURADOS NA CIDADE DE ADAMANTINA - SÃO PAULO. Monografia, Londrina - Paraná, 2008.

Boletim Epidemiológico UHE Santo Antônio do Jari

Boletim Epidemiológico UHE Santo Antônio do Jari Editorial Índice - Editorial - Doença Leishmaniose - Gráfico de Notificações - Doença Malária Este é o segundo número do ano de, com veiculação semestral, referente aos meses de janeiro a junho, contendo

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC)

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC) DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC) 1 Quando é que se deve suspeitar de leishmaniose visceral num cão? Sempre que o cão apresentar o conjunto de sintomas da doença, ou seja, emagrecimento,

Leia mais

LEISHMANIOSE VISCERAL

LEISHMANIOSE VISCERAL LEISHMANIOSE VISCERAL LUPPI, Thais SIMEONE, Ana Paula Pombo Acadêmico da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Garça FAMED/ ACEG PICCININ, Adriana Docente da Faculdade de Medicina Veterinária

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM VIGILÂNCIA E CONTROLE DAS LEISHMANIOSES

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM VIGILÂNCIA E CONTROLE DAS LEISHMANIOSES CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM VIGILÂNCIA E CONTROLE DAS LEISHMANIOSES Francisco Bergson Pinheiro Moura Médico Veterinário bergson.moura@saude.ce.gov.br bergson.moura@live.com Leishmaniose Visceral ( Calazar

Leia mais

LEISHMANIOSES. Afonso Heusser Jr.*

LEISHMANIOSES. Afonso Heusser Jr.* LEISHMANIOSES Afonso Heusser Jr.* As leishmanioses compreendem um grupo de doenças zoonóticas causadas por protozoários flagelados heteroxenos, pertencentes ao gênero Leishmania (Protozoa, Kinetoplastida,

Leia mais

PROVA FORMAÇÃO DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS Prefeitura Municipal de Ouro Preto 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia.

PROVA FORMAÇÃO DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS Prefeitura Municipal de Ouro Preto 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia. 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia. a) Estudo de saúde da população humana e o inter relacionamento com a saúde animal; b) Estudo de saúde em grupos de pacientes hospitalizados;

Leia mais

Eutanásia para cães com leishmaniose é polêmica 4

Eutanásia para cães com leishmaniose é polêmica 4 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2009. Edição 4 Lílian Maria 1 Nielson Valério Ribeiro Pinto 1 Selonia Patrícia Oliveira Sousa 2 Otacílio Batista de Sousa Nétto

Leia mais

GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA VIGILÂNCIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC)

GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA VIGILÂNCIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA (LVC) ESTADO DE SANTA CATARINA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE ZOONOSES E ENTOMOLOGIA

Leia mais

Doença de Chagas ou Tripanossomíase Americana

Doença de Chagas ou Tripanossomíase Americana ou Tripanossomíase Americana Distribuição geográfica: América latina, afetando 12-14 milhões de pessoas. Agente Etiológico: Trypanosoma cruzi Ordem: Kinetoplastida Família: Trypanosomatidae Gênero: Trypanosoma

Leia mais

Biologia. Setor 1423 Móds. 03 a 06. Prof. Rafa

Biologia. Setor 1423 Móds. 03 a 06. Prof. Rafa Biologia Setor 1423 Móds. 03 a 06 Prof. Rafa PROTISTAS PROTISTAS ALGAS FOTOSSINTETIZANTES PROTOZOÁRIOS PARASITAS Protozoários (Reino Protista) Características: Estrutura Formas de vida Eucariontes Unicelulares

Leia mais

PREVALÊNCIA DE LEISHMANIOSE EM CÃES ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE ANDRADINA SP

PREVALÊNCIA DE LEISHMANIOSE EM CÃES ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE ANDRADINA SP 36 CIÊNCIAS AGRÁRIAS TRABALHO ORIGINAL PREVALÊNCIA DE LEISHMANIOSE EM CÃES ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DE ANDRADINA SP PREVALENCE OF LEISHMANIASIS IN DOGS EXAMINED

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE TAVIRA LEISHMANIOSE

CÂMARA MUNICIPAL DE TAVIRA LEISHMANIOSE LEISHMANIOSE Definição As leishmanioses são doenças parasitárias causadas por parasitas intracelulares pertencentes ao género Leishmania. A maioria das leishmanioses são zoonoses 1, daí a sua importância

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. Geraldo Resende) Dispõe sobre a Política Nacional de Vacinação contra a Leishmaniose animal. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica instituída a Política Nacional

Leia mais

27/02/2014. Eucariontes; Unicelulares; Heterótrofos; Digestão: Vacúolos digestivos; Reprodução: Assexuada; Sexuada; PROTOZOÁRIOS E ALGAS

27/02/2014. Eucariontes; Unicelulares; Heterótrofos; Digestão: Vacúolos digestivos; Reprodução: Assexuada; Sexuada; PROTOZOÁRIOS E ALGAS PROTOZOÁRIOS E ALGAS Eucariontes; Unicelulares; Heterótrofos; Digestão: Vacúolos digestivos; Reprodução: Assexuada; Sexuada; Locomoção por meio de pseudópodes; Vida livre ou parasitas; Vacúolo pulsátil

Leia mais

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos

Aula IV Protozoários Zoopatogênicos ZOOLOGIA E PARASITOLOGIA Aula IV Protozoários Zoopatogênicos Professora: Luciana Alves de Sousa Doenças causadas por Protozoários Doença de Chagas Leishmaniose Malária Giardíase Amebíase Toxoplasmose Doença

Leia mais

PROTOZOOSES. Doenças causadas por protozoários

PROTOZOOSES. Doenças causadas por protozoários PROTOZOOSES Doenças causadas por protozoários DOENÇA DE CHAGAS Agente etiológico: Trypanossoma cruzi Vetor: Triatoma infestans (barbeiro ou chupança). Complicações: Insuficiência e arritimia cardíaca (crônica)

Leia mais

PROTISTAS. Algas e protozoários

PROTISTAS. Algas e protozoários PROTISTAS Algas e protozoários Protozoários Organismos eucariontes, unicelulares, heterótrofos e com capacidade de locomoção. Célula procarionte Célula eucarionte 4 grupos principais: protozoários amebóides

Leia mais

Se para você os animais importam, acesse o site www.wspabrasil.org e ajude também a construir essa história. WSPA BRASIL. Apoio e Revisão Técnica:

Se para você os animais importam, acesse o site www.wspabrasil.org e ajude também a construir essa história. WSPA BRASIL. Apoio e Revisão Técnica: A WSPA Sociedade Mundial de Proteção Animal visa construir um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim através de campanhas e cooperação com parceiros e fóruns

Leia mais

Protozoários. Paramecium. Plasmódio. Trichomonas vaginalis. Tripanossomo

Protozoários. Paramecium. Plasmódio. Trichomonas vaginalis. Tripanossomo Protozoários Paramecium Plasmódio Trichomonas vaginalis Tripanossomo Características gerais Eucariontes Unicelulares Heterótrofos Locomoção: cílios, flagelos, pseudópodes ou não possuem nenhuma estrutura

Leia mais

Aula 21 Protozoários parasitas

Aula 21 Protozoários parasitas Aula 21 Protozoários parasitas Os protozoários são seres unicelulares, eucariontes e podem ser parasitas ou de vida livre. As células dos protozoários executam todas as funções vitais que nos grupos animais

Leia mais

VIROLOGIA. 1. Ebola 2. Febre Chikungunya

VIROLOGIA. 1. Ebola 2. Febre Chikungunya Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA 1. Ebola 2. Febre Chikungunya Prof. Leandro Parussolo Família: Filoviridae Gênero: Filovirus

Leia mais

Protozooses. Profº Alan Frederico

Protozooses. Profº Alan Frederico Protozooses Profº Alan Frederico Filo Protozoa Unicelulares, eucariontes, heterótrofos, isolados ou coloniais. Podem ser apresentar um ou mais núcleos por célula. Podem ser anaeróbios ou aeróbios. Podem

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

Doenças negligenciadas ainda matam 1 milhão por ano no mundo

Doenças negligenciadas ainda matam 1 milhão por ano no mundo Doenças negligenciadas ainda matam 1 milhão por ano no mundo Com investimentos crescentes, em torno de R$ 75 milhões ao ano, Brasil lidera a lista dos países em desenvolvimento que mais têm aplicado recursos

Leia mais

INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA

INFORME TÉCNICO FEBRE MACULOSA BRASILEIRA SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVINÍVEIS GERENCIA DE DOENÇAS

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

Jornal de Piracicaba, Piracicaba/SP, em 4 de Junho de 1993, página 22. Animais de companhia: O verme do coração do cão

Jornal de Piracicaba, Piracicaba/SP, em 4 de Junho de 1993, página 22. Animais de companhia: O verme do coração do cão Jornal de Piracicaba, Piracicaba/SP, em 4 de Junho de 1993, página 22 Animais de companhia: O verme do coração do cão Quando se fala em vermes, as primeiras imagens que vêm à mente das pessoas são: "lombrigas"

Leia mais

PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES DENGUE

PREFEITURA DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES DENGUE DENGUE O que é? A dengue é uma doença febril aguda, causada por vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti (Brasil e Américas) e Aedes albopictus (Ásia). Tem caráter epidêmico, ou seja, atinge um grande

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA MESTRADO PROFISSIONAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA MESTRADO PROFISSIONAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA MESTRADO PROFISSIONAL EPIDEMIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE, MATO GROSSO DO SUL, BRASIL. MARA BEATRIZ GROTTA FURLAN Salvador

Leia mais

PROTOZOOSES. Prof.: Eduardo Borges

PROTOZOOSES. Prof.: Eduardo Borges PROTOZOOSES PROTOZOOSES Prof.: Eduardo Borges Protozooses 1. Amebíase 2. Giardíase 3. Doença de Chagas 4. Leishmaniose 5. Malária 6. Toxoplasmose 7. Tricomoníase 8. Doença do sono 9. Balantidiose 1. Amebíase

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: .

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=618>. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . Leishmaniose tegumentar americana em cão da raça Cocker Spainel proveniente da área

Leia mais

FEBRE AMARELA: Informações Úteis

FEBRE AMARELA: Informações Úteis FEBRE AMARELA: Informações Úteis Quando aparecem os sintomas? Os sintomas da febre amarela, em geral, aparecem entre o terceiro e o sexto dia após a picada do mosquito. Quais os sintomas? Os sintomas são:

Leia mais

NOTA INFORMATIVA - SVS/MS. Assunto: Procedimentos a serem adotados para a vigilância da Febre do Chikungunya no Brasil

NOTA INFORMATIVA - SVS/MS. Assunto: Procedimentos a serem adotados para a vigilância da Febre do Chikungunya no Brasil MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Departamento de Vigilância Epidemiológica Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar, Ala Sul 70.058-900 Brasília-DF Tel. 3315 2755 NOTA INFORMATIVA

Leia mais

Reino Protista (aula II) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com

Reino Protista (aula II) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Reino Protista (aula II) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Reino Protista Relembrando! Eucariontes Autótrofos ou heterótrofos; De vida livre, ou dentro de algum organismo, Parasita, mutualista

Leia mais

Muito bem, Cícero! Vim para acompanhar o Dr. Carlos na visita a algumas pessoas que estão com sintomas de LEISHMANIOSE. Quer vir conosco?

Muito bem, Cícero! Vim para acompanhar o Dr. Carlos na visita a algumas pessoas que estão com sintomas de LEISHMANIOSE. Quer vir conosco? Maria é uma das milhares de Agentes Comunitárias de Saúde que trabalham nos municípios brasileiros. Todos os dias, ela visita sua comunidade para saber como anda a saúde dos moradores. Olá, Cícero, como

Leia mais

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:

Leia mais

Leishmaniose. Leishmaniose cutânea Leishmaniose cutaneomucosa Leishmaniose cutâneo difusa Leishmaniose visceral ou calazar

Leishmaniose. Leishmaniose cutânea Leishmaniose cutaneomucosa Leishmaniose cutâneo difusa Leishmaniose visceral ou calazar Leishmaniose Taxonomia Reino: Protozoa Filo: Sarcomastigophora Classe: Zoomastigophorea Ordem: Kinetoplastida Família: Trypanosomatidae Gênero: Leishmania Subgênero: Viannia e Leishmania Espécie: Leishmania

Leia mais

12/2/2009. São doenças e infecções naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e os humanos. ZOONOSES *

12/2/2009. São doenças e infecções naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e os humanos. ZOONOSES * ZOONOSES * São doenças e infecções naturalmente transmitidas entre animais vertebrados e os humanos. * Médico alemão Rudolf Wirchow(século XIX) Fco Eugênio D. de Alexandria Infectologista Zoon = animal

Leia mais

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202 Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202 A doença de chagas é assim denominada em homenagem ao seu descobridor, o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas.

Leia mais

CONHEÇA A MALÁRIA. Permitida a reprodução desde que citada a fonte

CONHEÇA A MALÁRIA. Permitida a reprodução desde que citada a fonte CONHEÇA A MALÁRIA Permitida a reprodução desde que citada a fonte Formas de Transmissão A malária humana é uma doença parasitária que pode ter evolução rápida e ser grave. Ela pode ser provocada por quatro

Leia mais

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html VÍRUS Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html RESUMO -Os vírus não pertencem a nenhum reino específico, são estudados como um caso à parte. -Os vírus são

Leia mais

Ebola. Vírus. Profissional da Saúde. O que saber. Notificação. sintomas. O que saber. Doença do Vírus Ebola Oeste Africano. Febre.

Ebola. Vírus. Profissional da Saúde. O que saber. Notificação. sintomas. O que saber. Doença do Vírus Ebola Oeste Africano. Febre. EPI Fluxo 1 dias Profissionais da Saúde O que Saber sintomas Vírus Contatos GRAU Fluídos secreção Letalidade Febre Triagem Ebola O que saber Central/CIEVS/SP Emílio Ribas Profissional da Saúde Contato

Leia mais

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite 3267-4303 Orientações para Colheita e Remessa de Material para Exames Laboratoriais VOLUME 1 Histopatologia Citologia Necropsia www.petimagem.com PET IMAGEM - Diagnósticos Veterinários foi criado em abril

Leia mais

Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS

Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS Lucia Mardini DVAS Hepatites Virais Hepatite: inflamação do fígado. As hepatites podem

Leia mais

TESTES DIAGNÓSTICOS PARA LEISHMANIOSE VISCERAL ATUALIDADE E PERSPECTIVAS DIAGNOSIS TESTS FOR VISCERAL LEISHMANIASIS PRESENT AND PERSPECTIVES

TESTES DIAGNÓSTICOS PARA LEISHMANIOSE VISCERAL ATUALIDADE E PERSPECTIVAS DIAGNOSIS TESTS FOR VISCERAL LEISHMANIASIS PRESENT AND PERSPECTIVES TESTES DIAGNÓSTICOS PARA LEISHMANIOSE VISCERAL ATUALIDADE E PERSPECTIVAS DIAGNOSIS TESTS FOR VISCERAL LEISHMANIASIS PRESENT AND PERSPECTIVES Yasmin Chalfoun Pomárico de SOUZA Médica Veterinária, Mestre

Leia mais

Ano VI Número 11 Julho de 2008 Periódicos Semestral ANCILOSTOMÍASE. OLIVEIRA, Fábio FAGUNDES, Eduardo BIAZOTTO, Gabriel

Ano VI Número 11 Julho de 2008 Periódicos Semestral ANCILOSTOMÍASE. OLIVEIRA, Fábio FAGUNDES, Eduardo BIAZOTTO, Gabriel ANCILOSTOMÍASE OLIVEIRA, Fábio FAGUNDES, Eduardo BIAZOTTO, Gabriel Discentes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia de Garça FAMED NEVES, Maria Francisca Docente da Faculdade de Medicina Veterinária

Leia mais

Apresentação Mobilização no combate à dengue

Apresentação Mobilização no combate à dengue Apresentação Mobilização no combate à dengue Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Com a temporada de chuvas, os riscos de surtos da doença ficam ainda

Leia mais

TEMA DO ANO: DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES

TEMA DO ANO: DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES INDICADORES E DADOS BÁSICOS PARA A SAÚDE 28 (IDB-28) TEMA DO ANO: DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES SUMÁRIO Introdução... 1 Aids... 2 Dengue... 7 Leishmaniose Visceral... 11 Leishmaniose Tegumentar Americana...

Leia mais

Subprojeto Ciências Biológicas

Subprojeto Ciências Biológicas 2 Estrutura do de O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência PIBID - tem o objetivo de incentivar a formação de professores para a Educação Básica. Enquanto Programa de Iniciação à Docência,

Leia mais

Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h

Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h Em 08 de agosto de 2014 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto pela Doença do Vírus Ebola no Oeste da África, uma Emergência

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. POP n.º: I70 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-, VIKIA Biomeriéux. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. 3. Aplicação

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA - CSSF PROJETO DE LEI Nº 1.738, DE 2011. (VOTO EM SEPARADO DEPUTADO ODORICO MONTEIRO PT/CE)

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA - CSSF PROJETO DE LEI Nº 1.738, DE 2011. (VOTO EM SEPARADO DEPUTADO ODORICO MONTEIRO PT/CE) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA - CSSF PROJETO DE LEI Nº 1.738, DE 2011. (VOTO EM SEPARADO DEPUTADO ODORICO MONTEIRO PT/CE) Dispõe sobre a Política Nacional de Vacinação contra a Leishmaniose animal.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 003/2014. Prefeitura Municipal de Bom Despacho AGENTE DE CONTROLE DE ENDEMIAS

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO 003/2014. Prefeitura Municipal de Bom Despacho AGENTE DE CONTROLE DE ENDEMIAS 1 - Acerca das doenças de interesse em saúde pública, estão corretas as afirmativas, EXCETO: (A) Dengue é transmitida, geralmente, pela picada do mosquito Aedes Aegypti que inocula na pessoa o vírus da

Leia mais

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Por Rodrigo Cunha 5 de junho de 1981. O Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos

Leia mais

DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE) CIEVS/COVISA Novembro/2014

DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE) CIEVS/COVISA Novembro/2014 DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA (DVE) CIEVS/COVISA Novembro/2014 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA INFORMAÇÃO MEDIDAS DE BIOSEGURANÇA Doença pelo Vírus Ebola (DVE) Descoberta: 1976 Dois focos simultâneos, emnzara, Sudão

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Mossoró/RN no período de a 8. PUBVET, Londrina, V., N., Ed. 8, Art.,. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Análise dos casos de leishmaniose visceral humana residentes em Mossoró/RN

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

LARGO DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES, 2 1249-105 LISBOA TELEF. 21 323 95 00 FAX.

LARGO DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES, 2 1249-105 LISBOA TELEF. 21 323 95 00 FAX. Plano de Vigilância da Febre do Nilo Ocidental Direcção Geral de Veterinária Direcção de Serviços de Saúde e Protecção Animal PORTUGAL Página 1 de 6 Plano de Vigilância Febre do Nilo Ocidental I - Introdução

Leia mais

Biologia 1ª série Reino Protista

Biologia 1ª série Reino Protista Biologia 1ª série Reino Protista Profª Reisila Mendes Reino Protista Características gerais: Eucariontes; Unicelulares e pluricelulares; Autótrofos e Heterótrofos. Algas Protozoários Protozoário primeiro

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde NOTA TÉCNICA Nº 03/2015 DIVEP/LACEN/SUVISA/SESAB Assunto: Casos de ZIKA Vírus e de Doença

Leia mais

Nota Técnica N.º 29 /14 Recife, 09 de outubro de 2014. Assunto: Notificação dos casos suspeitos da Febre Chikungunya

Nota Técnica N.º 29 /14 Recife, 09 de outubro de 2014. Assunto: Notificação dos casos suspeitos da Febre Chikungunya Nota Técnica N.º 29 /14 Recife, 09 de outubro de 2014 Assunto: Notificação dos casos suspeitos da Febre Chikungunya 1. Características da doença A Febre do Chikungunya (CHIKV) é uma doença causada por

Leia mais

Febre Amarela Silvestre, Brasil, 2009.

Febre Amarela Silvestre, Brasil, 2009. Febre Amarela Silvestre, Brasil, 2009. BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO Dezembro/2009 Emergências em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) de Febre Amarela Silvestre em São Paulo e no Rio Grande do Sul e

Leia mais

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor.

Doença de Chagas. 4) Número de Aulas: as atividades serão desenvolvidas em três etapas, divididas em aulas a critério do professor. Doença de Chagas Introdução Em 1909 o pesquisador do Instituto Osvaldo Cruz, Carlos Chagas, descobriu uma doença infecciosa no interior de Minas Gerais. Segundo seus estudos, era causada pelo protozoário

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001 1 reintrodução da dengue no Brasil em 1986 pelo Estado do Rio de Janeiro um sério problema de Saúde Pública, com 8 epidemias associadas aos sorotipos 1, 2 e 3 taxas de incidência: novo aumento a partir

Leia mais

EXPANSÃO DA LEISHMANIOSE E PERDA DE BIODIVERSIDADE

EXPANSÃO DA LEISHMANIOSE E PERDA DE BIODIVERSIDADE PROBIO II EXPANSÃO DA LEISHMANIOSE E PERDA DE BIODIVERSIDADE Drª CELESTE SOUZA LAB. DE IMUNOMODULAÇÃO E PROTOZOOLOGIA INSTITUTO OSWALDO CRUZ - RJ Leishmanioses Representam um complexo de doenças que afetam

Leia mais

PARASITOLOGIA 1. PROTOZOOLOGIA 2. HELMINTOLOGIA 3. ENTOMOLOGIA. RIOS Sub-reino ASES TRIPANOSSOMÍASES ASES

PARASITOLOGIA 1. PROTOZOOLOGIA 2. HELMINTOLOGIA 3. ENTOMOLOGIA. RIOS Sub-reino ASES TRIPANOSSOMÍASES ASES PARASITOLOGIA 1. PROTOZOOLOGIA 2. HELMINTOLOGIA 3. ENTOMOLOGIA Prof.: MSc. Ricardo Carvalho 1 PROTOZOÁRIOS RIOS Sub-reino Protozoa 60.000 espécies conhecidas 50% fósseisf Vivos 10.000 espécies são parasitos

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 37 QUESTÃO 26

PROVA ESPECÍFICA Cargo 37 QUESTÃO 26 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 37 QUESTÃO 26 A raiva é um problema de saúde pública nos países em desenvolvimento. A doença é transmitida ao homem pela inoculação do vírus rábico contido na saliva do animal

Leia mais

Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina

Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina GEAC UFV Grupo de Estudos de Animais de Companhia Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina Cecilia Sartori Zarif, Graduanda do 9 período de Medicina Veterinária da UFV Etiologia Anemia Infecciosa Felina

Leia mais

Ecologia da Febre Maculosa

Ecologia da Febre Maculosa Ecologia da Febre Maculosa Depois dos mosquitos, carrapatos hematófagos estão em segundo lugar como fonte de trasmissão de patógenos aos seres humanos, mas estão em primeiro lugar como fonte de transmissão

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.2 DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BETI BRISSE

Leia mais

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN Lucia Mardini DVAS Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS CEVS Rua Domingos Crescêncio Nº 132 sala 310 hepatites@saude.rs.gov.br

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS 01. O SUS foi implantado com um conceito ampliado de saúde. Este conceito foi resultado de embate político que fez cair por terra a idéia de que

Leia mais

ESPACIALIZAÇÃO E ESTUDO DA LEISHMANIOSE VISCERAL EM MONTES CLAROS-MG 1

ESPACIALIZAÇÃO E ESTUDO DA LEISHMANIOSE VISCERAL EM MONTES CLAROS-MG 1 ESPACIALIZAÇÃO E ESTUDO DA LEISHMANIOSE VISCERAL EM MONTES CLAROS-MG 1 Bruna Andrade Laughton brunalaughton@yahoo.com.br Sandra Célia Muniz Magalhães sandramunizgeo@hotmail.com João Victor Souto de Oliveira

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

NOTA TÉCNICA 2. Investigação de casos de Encefalite Viral de Saint Louis, notificados no município de São José do Rio Preto SP, agosto de 2006.

NOTA TÉCNICA 2. Investigação de casos de Encefalite Viral de Saint Louis, notificados no município de São José do Rio Preto SP, agosto de 2006. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Prof. Alexandre Vranjac NOTA TÉCNICA 2 Investigação de casos de Encefalite Viral de Saint Louis, notificados

Leia mais

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV

VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. HIV Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico em Biotecnologia Unidade Curricular: Microbiologia VIROLOGIA RETROVÍRUS 1. Prof. Leandro Parussolo O que é um retrovírus? É qualquer vírus que possui o

Leia mais

A Exceção. Ébola INFORMAÇÃO TRIMESTRAL. Edição especial. Afinal, o que é, de onde vem e como se transmite. A EXCEÇÃO Edição Especial

A Exceção. Ébola INFORMAÇÃO TRIMESTRAL. Edição especial. Afinal, o que é, de onde vem e como se transmite. A EXCEÇÃO Edição Especial A Exceção A EXCEÇÃO INFORMAÇÃO TRIMESTRAL Edição especial Ébola Afinal, o que é, de onde vem e como se transmite Tel: (+351) 213913940 / Fax: (+351) 213 913 941 Muito se tem falado e publicado sobre a

Leia mais

Nota Técnica Varicela 2012

Nota Técnica Varicela 2012 Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação

Leia mais

COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI MALÁRIA

COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI MALÁRIA COLÉGIO JOÃO PAULO I LABORATÓRIO DE BIOLOGIA - 2º ANO PROF. ANDRÉ FRANCO FRANCESCHINI MALÁRIA AGENTE CAUSADOR: Plasmodium falciparum, P. vivax e P. malariae. protozoário esporozoário parasita da hemáceas.

Leia mais

[PARVOVIROSE CANINA]

[PARVOVIROSE CANINA] [PARVOVIROSE CANINA] 2 Parvovirose Canina A Parvovirose é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus da família Parvoviridae. Acomete mais comumente animais jovens, geralmente com menos de 1 ano

Leia mais

E. E. DR. JOÃO PONCE DE ARRUDA DENGUE: RESPONSABILIDADE DE TODOS RIBAS DO RIO PARDO/MS

E. E. DR. JOÃO PONCE DE ARRUDA DENGUE: RESPONSABILIDADE DE TODOS RIBAS DO RIO PARDO/MS E. E. DR. JOÃO PONCE DE ARRUDA DENGUE: RESPONSABILIDADE DE TODOS RIBAS DO RIO PARDO/MS MAIO/2015 E. E. DR. JOÃO PONCE DE ARRUDA E.E. DR. João Ponce de Arruda Rua: Conceição do Rio Pardo, Nº: 1997 Centro.

Leia mais

LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: UMA DOENÇA EM EXPANSÃO NO BRASIL CANINE VISCERAL LEISHMANIASIS: AN INCREASING DISEASE IN BRAZIL

LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: UMA DOENÇA EM EXPANSÃO NO BRASIL CANINE VISCERAL LEISHMANIASIS: AN INCREASING DISEASE IN BRAZIL CIÊNCIAS AGRÁRIAS 53 REVISÃO DE LITERATURA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: UMA DOENÇA EM EXPANSÃO NO BRASIL CANINE VISCERAL LEISHMANIASIS: AN INCREASING DISEASE IN BRAZIL Juliana Zanini Shimomura 1, Fábio

Leia mais

Município de Ouro Branco

Município de Ouro Branco Município de Ouro Branco ESTADO DE MINAS GERAIS PROCESSO SELETIVO Nº 001/2014 Agente de Combate às Endemias CARGO: AGENTE DE COMBATE ÀS ENDEMIAS Exame para pacientes com câncer será ofertado pelo SUS O

Leia mais

PROGRAMAS DE SAÚDE ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA - AÇÕES MUNICIPAIS. Resumo de aula ministrada dia 14 de setembro de 2012

PROGRAMAS DE SAÚDE ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA - AÇÕES MUNICIPAIS. Resumo de aula ministrada dia 14 de setembro de 2012 PROGRAMAS DE SAÚDE ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA - AÇÕES MUNICIPAIS Resumo de aula ministrada dia 14 de setembro de 2012 CENTROS DE CONTROLE DE ZOONOSES Sua implantação e capacidade de ação dependem de diversos

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico Página 1 / 8 1. Situação Epidemiológica do Sarampo Diferentes regiões do mundo estão definindo metas para a eliminação do sarampo e da rubéola até o ano de 2015. No entanto, surtos recentes de sarampo

Leia mais

A AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO COMO FERRAMENTA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA LEISHMANIOSE VISCERAL

A AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO COMO FERRAMENTA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA LEISHMANIOSE VISCERAL MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E PESQUISA EM SAÚDE ESCOLA GHC FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ FIOCRUZ INSTITUTO DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

Leia mais

Profª. Valéria de Sá Jayme Disciplina: Cuidados básicos com cães e gatos GOIÂNIA 2012

Profª. Valéria de Sá Jayme Disciplina: Cuidados básicos com cães e gatos GOIÂNIA 2012 CUIDADOS BÁSICOS COM CÃES E GATOS Profª. Valéria de Sá Jayme Disciplina: Cuidados básicos com cães e gatos GOIÂNIA 2012 INTRODUÇÃO Relação animais seres humanos positiva ou negativa Formas de convivência:

Leia mais

NOTA TÉCNICA EBOLA SITUAÇÃO NA ÁFRICA E CONDUTAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE

NOTA TÉCNICA EBOLA SITUAÇÃO NA ÁFRICA E CONDUTAS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDMEIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC NOTA TÉCNICA EBOLA SITUAÇÃO NA ÁFRICA E CONDUTAS PARA PROFISSIONAIS

Leia mais

Pontos principais Antecedentes e contexto Políticas e estratégias para o controle da malária Tratamento

Pontos principais Antecedentes e contexto Políticas e estratégias para o controle da malária Tratamento Resumo O Relatório Mundial da Malária de 2009 resume informação recebida de 108 países com malária endêmica e de outras fontes e atualiza a análise apresentada no Relatório de 2008. Destaca o progresso

Leia mais

Prioridades de Pesquisa e Inovação em Doença de Chagas

Prioridades de Pesquisa e Inovação em Doença de Chagas OFICINA DE PRIORIDADES DE PESQUISA SOBRE DOENÇAS NEGLIGENCIADAS Prioridades de Pesquisa e Inovação em Doença de Chagas Tânia C. A. Jorge (Coordenadora) - IOC/Fiocruz Bianca Zingales (Relatora) - USP Soraya

Leia mais

Vacinação em massa contra febre amarela na África 4.

Vacinação em massa contra febre amarela na África 4. Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2010 (1). Edição 17 Shirley da Luz Gomes 1 Rômulo Luis de Oliveira Bandeira 2 Selonia Patrícia Oliveira Sousa 3 Otacílio Batista

Leia mais

Profissional da Saúde

Profissional da Saúde Profissional da Saúde Qual a sua responsabilidade frente a essa prática? Figura 1: abate de ovino na propriedade Se você ficou em dúvida sobre a resposta, então leia as informações a seguir sobre HIDATIDOSE.

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EXAMES LABORATORIAIS

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EXAMES LABORATORIAIS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EXAMES LABORATORIAIS PARASITOLOGIA HUMANA O que é parasitologia? É a ciência que estuda os parasitas, os seus hospedeiros e relações entre eles. Parasitas são seres vivos que retiram

Leia mais

Tuberculose. Profa. Rosângela Cipriano de Souza

Tuberculose. Profa. Rosângela Cipriano de Souza Tuberculose Profa. Rosângela Cipriano de Souza Risco para tuberculose Pessoas em contato com doentes bacilíferos, especialmente crianças Pessoas vivendo com HIV/AIDS Presidiários População vivendo nas

Leia mais

DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho

DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS. Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS Prof. Dr. Francisco Soares Santos Filho DOENÇA DE CHAGAS Definição: É uma doença transmissível, causado por um parasito do gênero Trypanosoma e transmitida principalmente

Leia mais

UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE CASTELO BRANCO. Ébola. O que é?

UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE CASTELO BRANCO. Ébola. O que é? UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE CASTELO BRANCO Ébola. O que é? O vírus Ébola encontra-se em alguns países africanos em reservatórios naturais, e foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo

Leia mais