SESI - DEP. REGIONAL DO CEARA

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1 Unidade Auditada: SESI - DEP. REGIONAL DO CEARA Exercício: 2012 Processo: Município: Fortaleza - CE Relatório nº: UCI Executora: CONTROLADORIA REGIONAL DA UNIÃO NO ESTADO DO CEARÁ Análise Gerencial Senhor Chefe da CGU-Regional/CE, Em atendimento à determinação contida na Ordem de Serviço n.º , e consoante o estabelecido na Seção III, Capítulo VII da Instrução Normativa SFC n.º 01, de 06/04/2001, apresentamos os resultados dos exames realizados sobre a prestação de contas anual apresentada pelo SESI - DEP. REGIONAL DO CEARA. 1. Introdução Os trabalhos de campo conclusivos foram realizados no período de 17/06/2013 a 26/07/2013, por meio de testes, análises e consolidação de informações coletadas ao longo do exercício sob exame e a partir da apresentação do processo de contas pela Unidade Auditada, em estrita observância às normas de auditoria aplicáveis ao Serviço Público Federal. Nenhuma restrição foi imposta à realização dos exames. 2. Resultados dos trabalhos Verificamos na Prestação de Contas da Unidade a existência das peças e respectivos conteúdos exigidos pela IN-TCU-63/2010 e pelas DN TCU 119/2012 e 124/2012. Em acordo com o que estabelece o Anexo IV da DN-TCU-124/2012, e em face dos exames realizados, efetuamos as seguintes análises: 1

2 #/Fato# - Controles da Gestão; - Gestão Patrimonial Imobiliária; - Gestão de Pessoas; - Gestão do Suprimento de Bens e Serviços; e - Gestão Operacional. 2.1 Avaliação da Conformidade das Peças A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas neste item consideraram-se as seguintes questões de auditoria: (i) A unidade jurisdicionada elaborou todas as peças a ela atribuídas pelas Normas do Tribunal de Contas da União para o exercício em referência? (ii) As peças contemplam os formatos e conteúdos obrigatórios nos Termos da DN TCU nº 119/2012, da DN TCU nº 124/2012? A metodologia da equipe de auditoria consistiu na análise censitária de todos os itens que compõem o Relatório de Gestão e as peças complementares. A partir dos exames referentes ao Processo nº / , conclui-se que a Unidade elaborou todas as peças a ela atribuídas pelas normas do Tribunal de Contas da União para o Exercício Além disso, as peças contemplam os formatos e conteúdos obrigatórios nos termos da DN TCU nº 119/2012 e 124/ Avaliação dos Resultados Quantitativos e Qualitativos da Gestão A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas neste item considerou-se a seguinte questão de auditoria: (i) Os resultados quantitativos e qualitativos da gestão, em especial quanto à eficácia e eficiência dos objetivos e metas físicas e financeiras planejadas ou pactuadas para o exercício foram cumpridas? No que concerne à programação orçamentária das receitas verificou-se a seguinte situação: Receitas Previsão 2012 Arrecadação Efetiva 2012 Receitas Correntes , ,24 Receitas de Contribuições , ,85 Receita Patrimonial , ,88 Receita Industrial 0,00 0,00 Outras Receitas Correntes , ,30 Receitas de Capital , ,20 Alienação de Bens , ,00 Transferências de Capital 0,00 0,00 Outras Receitas de Capital , ,20 Total , ,44 Fonte: Gerência de Contabilidade e Orçamento / Sistema Zeus NOTA: Valores em R$ 1,00 2

3 Verifica-se que as receitas totais estimadas para o Exercício de 2012 importaram no valor de R$ ,00, tendo sido realizado efetivamente o valor de R$ ,20, o que corresponde a 82,37% da previsão. As rubricas que apresentaram as variações mais sensíveis foram: Outras Receitas Correntes (69% de realização) e Alienação de Bens (0,05% de realização). Para tais casos, a Unidade apresentou as seguintes considerações em seu Relatório de Gestão: a) Outras Receitas Correntes: Este decréscimo se justifica pela não utilização de saldos de exercícios anteriores ; e b) Alienação de Bens: a diferença se justifica principalmente pela não realização da alienação de bens (Venda de imóvel localizado no interior do Estado). As informações apresentadas foram consideradas consistentes e satisfatórias. No que tange à execução das despesas, a metodologia da e quipe de auditoria consistiu na análise da ação Educação (Código 3.03 do Plano de Centro de Responsabilidade), responsável por 19% da execução financeira, cujos dados básicos apresentam-se a seguir: Denominação Tipo Objetivo Geral Objetivos específicos Identificação do Foco Estratégico Educação Finalístico Dar um salto na qualidade e na escala da educação básica profissional sob a ótica da demanda - Ampliar o nível educacional dos trabalhadores da indústria e seus dependentes, fortalecendo a articulação da educação básica com a profissional EJA, EBEP; - Promover o acesso à cultura para os públicos de interesse da indústria Informações Orçamentárias e financeiras do Foco Estratégico Em R$ 1,00 Dotação Despesa Despesa Restos a Pagar Despesa Inicial Final Empenhada Liquidada não Realizada Processados , ,22 N/A N/A N/A ,00 Fonte:Sistema de Medição e Desempenho SMD e Orçamento do SESI/CE O SESI/CE possui 10 (dez) ações relacionadas ao Foco Estratégico Educação, das quais selecionamos 04 para análise, quais sejam: Centro de Responsabilidade (Ação) EJA 5ª a 8ª Série EJA Ensino Médio Formação Esportiva Gestão da Cultura Unidade de Medida Meta Prevista Meta Realizada Orçamento Previsto (R$) Orçamento Realizado (R$) Matrículas , ,60 Matrículas em , ,15 Ensino Médio Matrículas em Ensino Médio - EBEP Matrículas , ,26 Índice de eficácia do planejamento da despesa 100% 38% , ,82 3

4 #/Fato# Os resultados apresentados para cada uma das ações selecionadas foram objeto de discussão com a Entidade, discussão essa que se materializou na Solicitação de Auditoria nº /10, de 10/07/2013 e no Ofício SESI nº 06/2013, de 15/07/2013, cujos principais aspectos encontram-se tratados em ponto específico deste Relatório de Auditoria. 2.3 Avaliação dos Indicadores de Gestão da UJ A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas nesse item considerou-se a seguinte questão de auditoria: Os indicadores da Unidade Jurisdicionada atendem aos seguintes critérios: - completude; - comparabilidade; - acessibilidade; - confiabilidade; - economicidade. O SESI/CE possui 32 indicadores institucionais, conforme informação apresentada no quadro 35 do Relatório de Gestão do exercício de Foram selecionados 03 deles para análise, quais sejam: Nº Indicador Fórmula de Cálculo Unidade de Medida Matrículas de Trabalhadores Somatório de matrículas para Nº da Indústria em Educação Básica de Jovens e Adultos trabalhadores da Indústria em Educação Básica de Jovens e Adultos Matrículas de trabalhadores da Indústria em Educação Básica Articulada com Educação Profissional - EBEP Matrículas de Trabalhadores da Indústria e Educação Continuada Somatório de Matrículas para trabalhadores da Indústria em Educação Básica (SESI) articulada com Educação Profissional (SENAI) - EBEP Somatório de matrículas para trabalhadores da Indústria em Educação Continuada Verificou-se que a fórmula adotada para os indicadores permite aferir somente a quantidade de pessoas matriculadas e não as que concluíram e foram aprovadas/reprovadas no curso, bem como não permite aferir a quantidade efetiva de horas-aulas ministradas ou desistências para os cursos a distância. O Quadro abaixo apresenta o resumo da avaliação da equipe em relação aos indicadores analisados: Nome do Completude Comparabilidade Acessibilidade Confiabilidade Economicidade Indicador 4.1 Matrículas não sim sim sim sim de Trabalhadores da Indústria em Educação Básica de Jovens e Adultos 4.2 Matrículas não sim sim sim sim Nº Nº 4

5 #/Fato# de trabalhadores da Indústria em Educação Básica Articulada com Educação Profissional - EBEP 4.3 Matrículas de Trabalhadores da Indústria e Educação Continuada não sim sim sim sim 2.4 Avaliação da Gestão de Pessoas A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas neste item, consideraram-se as seguintes questões de auditoria: - a gestão de pessoas possui processos de trabalho que buscam a adequabilidade da força de trabalho da unidade frente às suas atribuições? - o setor responsável observou a legislação aplicável à remuneração de pessoal? - os registros pertinentes no sistema contábil e nos sistemas corporativos obrigatórios estão sendo lançados de forma tempestiva e possuem qualidade suficiente em nível de sensibilidade inerente ao assunto? - o setor responsável observou a legislação aplicável à admissão de pessoal? - os controles internos administrativos relacionados à gestão de pessoas são consistentes? Quanto à força de trabalho foi realizada a confirmação das informações prestadas no Relatório de Gestão da Unidade com a subsequente análise. Quanto à remuneração de pessoal, foi realizada uma análise censitária a partir das informações prestadas pelo gestor em resposta à Solicitação de Auditoria. Quanto à admissão de pessoal foi realizada uma análise com base amostral nos processos de admissão realizados no exercício. Quanto aos registros no sistema corporativo, foi realizada uma análise com base amostral nos registros de pagamentos fornecidos pelo gestor. Força de Trabalho: Com base nas informações extraídas do Relatório de Gestão de 2012, assim como nas prestadas pelo gestor em resposta a Solicitações de Auditoria, as quais foram consideradas consistentes pela equipe de auditoria, verificou-se que a força de trabalho do SESI/CE estava assim distribuída no final do Exercício 2012: Descrição Lotação Efetiva Ingressos em 2012 Egressos em Empregados

6 #/Fato# Quanto à força de trabalho constante da tabela acima, não se verificou nenhuma impropriedade em sua quantidade, bem como no que diz respeito à necessidade do Serviço Social da Indústria. Remuneração de pessoal à luz da legislação e Sistema Contábil: No que diz respeito à remuneração de pessoal do SESI/CE, verificou-se que a despesa total de pessoal passou de R$ R$ ,18 em 2011 para R$ ,88 em 2012, representando um acréscimo nesta rubrica no valor de R$ ,05, ou seja, um aumento de 33,88%. Instada a manifestar-se sobre o acréscimo apresentado de um exercício para outro, a Unidade informou e demonstrou à equipe de auditoria as diversas mudanças ocorridas no Serviço Social da Indústria a exemplo de ampliação do quantitativo de professores, fim da terceirização na Entidade, decorrente de Termo de Ajuste de Conduta firmada com o Ministério Público Federal e reestruturação de diversos setores. A equipe de auditoria considerou satisfatórias as justificativas. Sistema corporativo: Quanto à atuação na gestão de pessoal, constatou-se que a Unidade cumpriu todas as formalidades de registro no Sistema Corporativo de administração de pessoal. Admissão de pessoal à luz da legislação: Durante os trabalhos, constatou-se que a unidade está cumprindo com todas as formalidades legais na admissão de recursos humanos, salvo no que diz respeito à previsão de impetração de recurso após a cada fase do procedimento de seleção, cujo registro consta em ponto específico do relatório. Controles Internos Administrativos: No que diz respeito aos Controles Internos Administrativos não foi verificada nenhuma fragilidade. Constatou-se a existência de normativos internos na área de pessoal, assim como controles a respeito do cumprimento das atribuições de cada colaborador. 2.5 Avaliação da Situação das Transferências Voluntárias A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas nesse item consideraram-se as seguintes questões de auditoria: (i) a gestão das transferências garante o alcance dos objetivos definidos nos respectivos instrumentos? (ii) o concedente/repassador dos recursos analisou as prestações de contas tempestivamente? Em caso de identificação de inconformidades nas análises, houve a adoção de providências? (iii) a fiscalização da execução do objeto da avença está sendo feita regular e adequadamente? (iv) as estruturas de pessoal e tecnológica para a gestão para a gestão das transferências são consideradas razoavelmente suficientes, tanto pelo gestor quanto pela equipe de auditoria? (v) os Controles Internos Administrativos relacionados à gestão das transferências da UJ estão instituídos de forma a garantir o atingimento dos objetivos? A metodologia da equipe de auditoria consistiu na análise das Transferências concedidas pela UJ durante a gestão de 2012, por meio do Acompanhamento Permanente da Gestão (APG), cujo cenário encontra-se demonstrado no quadro a seguir: Quantidade total de Volume de Recursos total Quantidade Avaliada Volume Recursos de Quantidade em que foi Volume recursos dos em 6

7 transferências de Avaliados detectada que foi concedidas no transferência alguma detectada exercício no exercício irregularidade alguma (R$) irregularidade , , ,00 - Fiscalização Física e presencial Quantidade de transferências vigentes no exercício Quantidade de Transferências em que havia previsão de fiscalização Quantidade de transferências que foram fiscalizadas de forma física e presencial Observou-se a ausência de Plano de Fiscalização e a consequente falta de acompanhamento físico e presencial dos objetos das transferências voluntárias. - Avaliação dos Planos de Trabalho Quantidade total de Quantidade Avaliada Quantidade em que foi transferências concedidas no detectada alguma exercício irregularidade, concernente aos Planos de Trabalho Para todos os casos analisados, em síntese, não constam Planos de Trabalho aprovados em que estejam evidenciados os princípios e critérios técnicos de: a) economicidade: especificação completa do objeto proposto, os valores unitários e globais a serem despendidos e cronograma de desembolso; b) legalidade: especificação completa do objeto proposto em face da legislação aplicável; c) impessoalidade: natureza jurídica do proponente e seus sócios; e d) situação regular do executor/fornecedor: registro cadastral, regularidade fiscal, capacidade técnica, demonstrativos contábeis, etc. - Avaliação das Prestações de Contas Quantidade de Prestações de Contas Vigentes Quantidade Avaliada Quantidade de Prestações de Contas em que foi detectada alguma irregularidade Foram identificadas as seguintes ocorrências nos exames realizados: a) Prestações de Contas sem o seguinte conteúdo básico: i) Relatório de execução físico-financeira de cumprimento do objeto, especificações, quantitativos, etc; ii) Notas Fiscais, recibos e outros documentos comprobatórios quanto aos bens adquiridos e serviços prestados na consecução do objeto; iii) Aprovação da Prestação de Contas Pelos Dirigentes do SESI/CE; (3 casos) b) Ausência de aprovação da Prestação de Contas pelos dirigentes do SESI/CE; (3 casos); e c) Não apresentação de Prestação de Contas. (1 caso) 7

8 #/Fato# - Controles Internos Administrativos da Gestão de Transferências Dentre as principais fragilidades que contribuem para a ausência de controles internos administrativos consistentes destacam-se: ausência de normativos internos na área de transferências, acarretando indefinições quanto às atribuições atinentes à área em comento; ausência de mecanismos de informação e comunicação como indicadores na área de transferências e estrutura de pessoal praticamente inexistente para o acompanhamento das Transferências concedidas (atualmente a Gerência de Contabilidade e Patrimônio GECOP acumula tais funções). 2.6 Avaliação da Regularidade dos Processos Licitatórios da UJ A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas neste item, foram consideradas as seguintes questões de auditoria: (i) os processos licitatórios realizados na gestão 2012 foram regulares? (ii) os processos licitatórios e as contratações e aquisições feitas por inexigibilidade e dispensa de licitação foram regulares? (iii) os controles internos administrativos relacionados à atividade de compras e contratações estão instituídos de forma a mitigar os riscos? A metodologia empregada pela equipe de auditoria consistiu na análise dos processos escolhidos no Acompanhamento Permanente da Gestão, considerando a criticidade e a materialidade envolvida em cada caso. Licitação - Geral Quantidade total Processos Licitatórios Volume total de recursos dos processos licitatórios (R$) Quantidade avaliada Volume de recursos avaliados (R$) Quantidade em que foi detectada alguma irregularidade Volume dos recursos em que foi detectada alguma irregularidade , , Vale ressaltar que a quantidade e o montante dos recursos avaliados, apontados no quadro acima, referem-se às licitações ocorridas em No entanto, foram analisadas também, licitações ocorridas em 2011, cuja execução contratual ocorreu no Exercício de Dispensa de Licitação Quantidade total Dispensas Volume total de recursos de Dispensas (R$) Quantidade avaliada Volume de recursos avaliados (R$) Quantidade em que foi detectada alguma irregularidade Volume dos recursos em que foi detectada alguma irregularidade , , Inexigibilidade de Licitação Quantidade total Inexigibilidades Volume total de recursos de Inexigibilidades (R$) Quantidade avaliada Volume de recursos avaliados (R$) Quantidade em que foi detectada alguma irregularidade Volume dos recursos em que foi detectada alguma 8

9 #/Fato# irregularidade , , Observa-se que dos exames realizados acerca do tema Avaliação da Gestão de Compras e Contratações, não foram detectadas irregularidades nas licitações, exceto impropriedades relatadas em itens específicos deste relatório quanto a: a) inexistência de pesquisas de preços e de confirmação de certidões fiscais nos sites emissores; b) nos convites, a realização de contratação sem o número mínimo de 5 propostas válidas sem as devidas justificativa da Comissão Permanente de Licitação e ratificação da autoridade competente; c) dispensa de licitação originada a partir da não repetição de convite, para a contratação de seguradora; d) aumento do valor contratual em mais de 25% em relação ao contratado inicialmente; e) contratação por inexigibilidade realizada sem a devida comprovação de impossibilidade de competição no mercado. Das constatações acima identificadas, pode-se afirmar que os controles internos administrativos na gestão de licitações e contrato encontram-se fragilizados, em que pese a entidade possuir Regulamento de Licitações e Contratos. Ademais, quanto à gestão de compras sustentáveis, foi verificado que o SESI/CE não está obrigado a aplicar a legislação acerca das licitações e contratações sustentáveis na aquisição de bens e materiais de TI. 2.7 Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas neste item, consideraram-se as seguintes questões de auditoria por tema: i) existe Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) ou outro instrumento congênere? ii) o PDTI está alinhado com os objetivos do negócio na entidade definidos no Plano Estratégico Institucional, Plano de Ação ou outro instrumento equivalente? iii) o PDTI abrange itens que demonstrem o planejamento associado aos objetivos do negócio, bem como a estratégia de evolução de TI na entidade? O PDTI está sendo efetivo para direcionar as ações de TI na entidade? iv) a entidade definiu e documentou a Política de Segurança da Informação e Comunicação POSIC, com apoio da alta gestão da UJ? v) a entidade mantém independência em relação aos empregados das empresas de Tecnologia da Informação contratadas? vi) a entidade definiu, documentou e implantou uma metodologia de desenvolvimento de software, utilizando padrões de gestão para o monitoramento dos projetos de desenvolvimento e adotando métricas, para mensuração de esforço e custos, relacionadas a entrega de produtos? vii) as contratações de Soluções de TI são baseadas nas necessidades reais da entidade e estão alinhadas com o PDTI? viii) os processos licitatórios relacionados à contratação de Soluções de TI foram baseados em critérios objetivos, sem comprometimento do caráter competitivo do certame? ix) a gestão de contratos de Soluções de TI foi executada em consonância com os princípios e as disposições de Regulamento de Licitações e Contratos aplicável e demais princípios aos quais as entidades que gerem recursos parafiscais devem observância? 9

10 #/Fato# A metodologia da equipe de auditoria foi diferenciada conforme o item. Com base nos exames realizados, pode-se chegar às seguintes conclusões: Plano Diretor de Tecnologia da Informação - PDTI Constatou-se que o PDTI encontra-se alinhado com o contido no Mapa Estratégico da UJ, apresentando informações acerca do modelo de governança de TI, estrutura organizacional de TI, infraestrutura tecnológica (rede, computadores, velocidade de conexões, telefonia e plano de contigência), principais sistemas de informação, plano de cargos e salários de TI, bem como Resoluções do SFIEC sobre TI. Recursos Humanos de TI Da análise do quadro de pessoal de TI da UJ, verificou-se que a UJ não possui servidores terceirizados atuando na área de TI, que existem, desde janeiro de 2008, carreiras específicas para a área de TI no Plano de Cargos do SESI/CE, como analista de informática, analista de TI, programador, técnico de suporte em informática, web designer, administrador de banco de dados, de redes e outros. Em 31/12/12 havia um total de 17 funcionários na área de TI do SESI/CE. Política de Segurança da Informação Verificou-se que o SESI/CE possui Política Interna de Segurança da Informação, aprovada pelo Superintendente Regional, por meio da Portaria Conjunta SESI-CE e SENAI-CE Nº 005/2010, de 24/5/2010. Desenvolvimento de Software Dos exames realizados pela equipe de auditoria, verificou-se que a entidade definiu, documentou e implantou uma metodologia de desenvolvimento de softwares para aqueles produtos desenvolvidos internamente, o que garante padronização e maior independência na criação dos programas que auxiliam o desenvolvimento das ações da UJ nas suas diversas áreas de atuação. Contratações de TI As aquisições de bens e serviços são realizadas com metodologia definida abordando o planejamento (com levantamento da necessidade, soluções disponíveis no mercado, confecção do termo de referência e planilha de custos), seleção do fornecedor (definição do modelo de aquisição e realização do processo licitatório ou adesão a processos realizados pelo DN) e gerenciamento do contrato (gestor/unidade responsável e fiscal do contrato). 2.8 Avaliação da Gestão do Patrimônio Imobiliário A fim de atender ao estabelecido pela Corte de Contas neste item, consideraram-se as seguintes questões de auditoria: i) os processos de locação ou compra/venda de imóveis 10

11 são formalizados e os preços contratuais das compras/vendas ou dos aluguéis são compatíveis com os valores de mercado? ii) os gastos com benfeitorias necessárias e úteis realizadas pela UJ nos imóveis locados de terceiros durante o exercício fiscal foram indenizadas pelos locadores nos termos da Lei 8245/1991? iii) os contratos de serviços terceirizados (vigilância ostensiva; limpeza e conservação) foram celebrados em consonância com o Regulamento de Licitações e Contratos da Entidade? iv) as licenças e alvarás de funcionamento dos imóveis são válidos e em conformidade com a legislação local? A metodologia da equipe consistiu na avaliação, por amostragem não aleatória, depois de realizado o levantamento de todos os bens imóveis existentes, bem como dos gastos com manutenção, locação e benfeitorias. Utilizou-se no levantamento informações do inventário de bens imóveis da Unidade. Quantitativo dos Bens Imobiliários Localização Quantidade Total de imóveis sob a responsabilidade da UJ Brasil Exterior - - Dos 18 imóveis próprios, 3 estão alugados. Verificou-se que os laudos de avaliação dos imóveis próprios do SESI/CE estão desatualizados, pois foram realizados em Gastos com Locação de Imóveis Quantidade Existente Quantidade Avaliada Quantidade em que foi detectada irregularidade (preço contratado superior ao preço de mercado) Em 2012, como locador o SESI/CE teve 3 imóveis próprios alugados, sendo 2 em Maracanaú e 1 em Maranguape. Como locatário, o SESI/CE ocupa 2 imóveis: 1 em Horizonte e outro em Fortaleza, no Centro. Foram detectadas as seguintes impropriedades quanto à gestão dos imóveis: a) inexistência de laudos de avaliação do valor de locação, sendo a UJ tanto como locadora quanto como locatária; b) pagamentos e recebimentos de locação após as datas constantes em cláusulas contratuais; c) não utilização dos índices de reajuste dos valores de locação pactuados; d) imóvel cedido em comodato à Associação de Servidores do SESI/CE; e) imóvel sem recebimento de aluguel há mais de 6 meses. Verificou-se que houve gastos com benfeitorias dentro do Projeto SESI Indústria do Conhecimento, iniciativa que contempla investimentos do SESI-DN (Direção Nacional). Observou-se que os contratos realizados para os serviços de vigilância, limpeza e conservação dos imóveis sob a responsabilidade da UJ foram celebrados em consonância com o Regulamento de Licitações e Contratos da UJ. Dos exames realizados na área de gestão do patrimônio imobiliário, constatou-se a fragilidade em seus controles internos, pois não foram realizadas as devidas avaliações 11

12 #/Fato# #/Fato# #/Fato# #/Fato# do valor de locação de mercado, bem como pagamentos e recebimentos dos valores de locação foram efetuados após as datas determinadas em contrato. Não há, também, normativo interno que sistematize e regularize a realização de locações de imóveis próprios ou de terceiros. 2.9 Avaliação do Cumprimento das Determinações/Recomendações do TCU O Órgão de Controle Interno optou por incluir a avaliação do cumprimento dos acórdãos para a UJ considerando a seguinte questão de auditoria: caso haja uma determinação específica do TCU à CGU para ser verificada na AAC junto à UJ, a mesma foi atendida? A metodologia consistiu no levantamento de todos os acórdãos do Tribunal em que haja determinações para a UJ e seja citada a CGU para posterior verificação do atendimento dos mesmos. Mediante verificação no sítio do TCU (HTTP://contas.tcu.gov.br/portaltextual/PesquisaFormulario), contatou-se a inexistência de recomendações/determinações relativas à gestão da Unidade ora objeto de exame. Tal informação foi referendada pelo Ofício SUPER nº 079, de 28/06/ Avaliação do Cumprimento das Recomendações da CGU O Órgão de Controle Interno optou por incluir a avaliação do cumprimento das recomendações emitidas por ele considerando a seguinte questão de auditoria: a UJ mantém uma rotina de acompanhamento e atendimento das recomendações emanadas pela CGU? A metodologia consistiu no levantamento de todas as recomendações existentes e emitidas durante a gestão de 2012 com posterior verificação do atendimento das mesmas. Mediante verificação no Sistema Monitorweb, contatou-se a inexistência de recomendações/determinações relativas à gestão da Unidade ora objeto de exame. Tal informação foi referendada pelo Ofício SUPER nº 79, de 28/06/ Avaliação do Parecer da Auditoria Interna Verificou-se que a UJ não dispõe de Auditoria Interna, conforme Anexo III da DN TCU nº 124/2012, não possuindo formalmente em sua estrutura responsável por emitir o parecer do referenciado setor, haja vista a alteração perpetrada pelo Decreto nº 4.440/2002. A situação em apreço encontra-se tratada, de forma pormenorizada, em item específico deste relatório. 12

13 2. 12 Ocorrências com dano ou prejuízo Entre as análises realizadas pela equipe, não foi constatada ocorrência de dano ao erário. 3. Conclusão Tendo sido abordados os pontos requeridos pela legislação aplicável, submetemos o presente relatório à consideração superior, de modo a possibilitar a emissão do competente Certificado de Auditoria. Fortaleza/CE, 23 de Setembro de Achados da Auditoria - nº GESTÃO OPERACIONAL 1.1 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS EFETIVIDADE DOS RESULTADOS OPERACIONAIS CONSTATAÇÃO Ausência de realização de parcerias e concretização de investimentos relevantes para o atingimento dos objetivos institucionais da Entidade. Fato O SESI/CE possui 10 (dez) ações relacionadas ao Foco Estratégico Educação, das quais selecionamos 04 para análise, quais sejam: Centro de Responsabilidade (Ação) EJA 5ª a 8ª Série EJA Ensino Médio Formação Esportiva Gestão da Cultura Unidade de Medida Meta Prevista Meta Realizada Orçamento Previsto (R$) Orçamento Realizado (R$) Matrículas , ,60 Matrículas em , ,15 Ensino Médio Matrículas em Ensino Médio - EBEP Matrículas , ,26 Índice de eficácia do planejamento da despesa 100% 38% , ,82 13

14 Os resultados apresentados para cada uma das ações selecionadas foram objeto de discussão com a Entidade, discussão essa que se materializou na Solicitação de Auditoria nº /10, de 10/07/2013 e no Ofício SESI nº 06/2013, de 15/07/2013, cujos principais aspectos tratamos a seguir: a) Ação EJA 5ª a 8ª série: Foi mencionado no Relatório de Gestão a não realização completa dos investimentos previstos para a ação (32%), representando uma lacuna de R$ ,00. Isto posto, solicitou-se informar de que investimentos se tratavam, porque não foram realizados e qual a previsão de sua realização, se fosse o caso. A Unidade informou que a concepção inicial de funcionamento da Unidade Centro de Tecnologia da Cadeia Têxtil foi modificada. A nova concepção gerou alterações nos projetos de Arquitetura, sistemas prediais e pneumática, os quais, após compatibilização foram encaminhados para entrada em processo de alvará de construção. Informou, por fim, que o início da obra está previsto para agosto/2013. Haja vista o fato de que não houve comprometimento no atingimento dos objetivos da ação, o que se deu via ação do SESI-DN, entende-se como equacionada a questão. b) Ação EJA Ensino Médio: Foi mencionado no Relatório de Gestão que houve realização insatisfatória da meta de matrículas no EBEP (Educação Básica e Educação Profissional), que consiste em parceria entre SESI e SENAI para a realização de Educação Básica e Profissional de forma articulada. Argumentou-se que a dificuldade relacionada à não realização da meta estaria relacionada à diferenciação de foco entre as Entidades, sendo o SENAI, em educação, focado na Aprendizagem cujo perfil dos alunos corresponde à faixa etária de 18 a 24 anos, não tendo aderência à atuação do SESI no âmbito do EJA Ensino Médio, que atenderia ao programa. Isto posto, solicitou-se informar quais medidas teriam sido adotadas para sanar tal deficiência. A Unidade informou que, em parceria com o SENAI/CE, tem como estratégia, para 2014, desenvolver um projeto piloto de 1 turma de Ensino Articulado com a Educação Profissional na modalidade EBEP. Asseverou, ainda, que a faixa etária do público-alvo atendido na Qualificação Profissional Básica pelo SENAI é compatível com os alunos atendidos na Educação de Jovens e Adultos Ensino Médio do SESI, o que eliminaria a barreira da faixa etária. A manifestação da Unidade, muito embora sinalize de forma inequívoca a intenção e a real possibilidade de corrigir as distorções verificadas na ação em comento, não é passível de verificação senão em ações de controle a serem realizadas posteriormente, pelo que entende-se que tal aspecto deva ser objeto de exame mais adiante. c) Ação Formação Esportiva: Foi mencionado no Relatório de Gestão que, no âmbito da realização orçamentária, a maior lacuna em termos absolutos e relativos para o cumprimento das despesas planejadas correspondeu aos investimentos, que totalizou uma diferença de R$ ,00 entre o previsto e o realizado na conta em questão, motivado principalmente pela não realização do projeto Parque Aquático do NN Barra do Ceará devido a falhas no processo de planejamento do mesmo quanto à exequibilidade de prazos envolvendo a elaboração de projetos arquitetônico, civil e processo licitatório. Isto posto, solicitou-se informar, de forma pormenorizada, as razões pela não realização do projeto em questão, bem como o estágio atual em que o mesmo se encontra; A Unidade informou que a elaboração do Projeto Arquitetônico, que teve a participação da equipe de gestores da área de lazer do SESI NN Barra do Ceará, demandou considerável tempo, visto que foram solicitadas diversas alterações para melhoria do espaço atual, visando à otimização e a compatibilização para as atividades desenvolvidas no Parque Aquático. Segundo o Gestor, essa nova concepção gerou alterações estruturais na piscina recreativa, bem como 14

15 #/ManifestacaoUnidadeExaminada# modificações nos projetos de instalações hidráulicas e casa de máquinas (Sistema de Filtragem), alterando e comprometendo, destarte, todo o cronograma físico-financeiro. Foi informado, por fim, que a retomada das atividades, visando à consecução do projeto encontra-se na Gerência de Licitações e Compras GLC, para certame licitatório. Sobre o assunto, para além de se ressaltar a importância institucional de um investimento de tal porte, até por ser missão do SESI Promover a qualidade de vida do trabalhador, com foco em educação, saúde e lazer, convém destacar a informação repassada a esta equipe de auditoria, de que tal obra tem por escopo sanear problemas estruturais do Parque aquático que podem, eventualmente, colocar em risco a integridade física de seus frequentadores, pelo que se entende que tal aspecto deva ser objeto de verificação mais adiante. d) Ação Gestão da Cultura: Foi informado no Relatório de Gestão que a não realização satisfatória do orçamento desse projeto corresponde ao não cumprimento de seu orçamento de investimentos, que totalizou uma lacuna de R$ ,00 relacionado às obras do museu. Isto posto, solicitou-se informar as razões da não realização de tal investimento, bem como a previsão de sua concretização, se fosse o caso. A Unidade informou que a concepção inicial para o MUSEU DA INDÚSTRIA teve seu conceito modernizado. Segundo o SESI/CE, a nova concepção incorporou uma versão que incluiu recursos de tecnologias virtuais, ensejando um formato que, além de permitir o uso das novas características, possibilitando viagens através do tempo que marcou a industrialização cearense, oferecia, também, recursos para a conectividade com museus de todo o mundo, tornando o equipamento inédito e de elevada atratividade. Tal alteração levou a novos estudos e pesquisas, visando ao aproveitamento dos espaços existentes, às modificações nos projetos de instalações elétricas e climatização, às especificações de equipamentos e softwares, gerando assim uma reprogramação do cronograma das obras. Na esteira dos aspectos comentados no item c, e tendo em conta a missão institucional do SESI de promover a qualidade de vida do trabalhador, com foco em educação e lazer, vislumbra-se como prioritária a realização do investimento em tela, razão pela qual se entende que tal aspecto deva ser objeto de verificação mais adiante. #/Fato# Causa Verifica-se, como principal causa desta constatação, a ausência de articulação entre as áreas de planejamento e orçamento e as áreas de execução, o que vem comprometendo, conforme já destacado, a realização de investimentos e parcerias cruciais para a realização dos objetivos institucionais do SESI/CE. Destarte, e por ser tal atribuição e decisão, típica da alta gestão da Entidade, entende-se que a falta cabe ao Superintendente do SESI/CE. #/Causa# Manifestação da Unidade Examinada Em face do recebimento do Relatório Preliminar, o Sesi/CE, por meio do Ofício n.º , de 17/9/2013, ratificou o conteúdo em sua totalidade, não apresentando manifestação adicional sobre o fato apontado. Análise do Controle Interno 15

16 #/AnaliseControleInterno# Há que se ressaltar a importância da tempestiva realização dos investimentos em tela, especialmente tendo por norte a missão institucional do SESI de promover a qualidade de vida do trabalhador, com foco em educação e lazer. Recomendações: Recomendação 1: Promover a integração entre os setores responsáveis pelo planejamento e acompanhamento da execução orçamentária e os setores responsáveis pelas atividades executivas, a fim de que promover celeridade à realização das parcerias e investimentos ora objeto de abordagem RESULTADOS DA MISSÃO INSTITUCIONAL CONSTATAÇÃO Inconsistências nos Indicadores da Unidade Fato O SESI/CE possui 32 indicadores institucionais, conforme informação apresentada no quadro 35 do Relatório de Gestão do Exercício Foram selecionados 03 deles para análise, quais sejam: Nº Indicador Fórmula de Cálculo Unidade de Medida Matrículas de Trabalhadores Somatório de matrículas para Nº da Indústria em Educação Básica de Jovens e Adultos trabalhadores da Indústria em Educação Básica de Jovens e Adultos Matrículas de trabalhadores da Indústria em Educação Básica Articulada com Educação Profissional - EBEP Matrículas de Trabalhadores da Indústria e Educação Continuada Somatório de Matrículas para trabalhadores da Indústria em Educação Básica (SESI) articulada com Educação Profissional (SENAI) - EBEP Somatório de matrículas para trabalhadores da Indústria em Educação Continuada Verificou-se que a fórmula adotada para os indicadores permite aferir somente a quantidade de pessoas matriculadas e não as que concluíram e foram aprovadas/reprovadas no curso, bem como não permite aferir a quantidade efetiva de horas-aulas ministradas ou desistências para os cursos a distância. Diante da avaliação do indicador, a Entidade encaminhou o Ofício n.º 06/2013, de 15/07/2013, em resposta a S.A. n.º /10, de 10/07/2012, por meio do qual informou que as variáveis concluintes e evasão vêm sendo acompanhadas mediante Sistema de Medição e Desempenho. Já as variáveis transferências e aprovados são acompanhados em Planilha do Sistema Excel. Reconhece-se que, além de tal indicador já criado, o qual é classificado como medidor de eficiência, faz-se necessária a inclusão de outros, os quais permitam medir, além da eficácia, a avaliação da eficiência e efetividade da implantação da execução dos cursos a distância ofertados. Segundo o Manual de Auditoria Operacional elaborado pelo Tribunal de Contas da União (2010), a eficiência é definida como a relação entre os produtos (bens e serviços) gerados por uma atividade e os custos dos insumos empregados para produzi-los, em Nº Nº 16

17 #/Fato# #/ManifestacaoUnidadeExaminada# #/AnaliseControleInterno# um determinado período de tempo, mantidos os padrões de qualidade. Portanto, o conceito de eficiência está relacionado ao de economicidade. Já a eficácia é definida como o grau de alcance das metas programadas (bens e serviços) em um determinado período de tempo, independentemente dos custos implicados (COHEN; FRANCO, 1993). O conceito de eficácia diz respeito à capacidade da gestão de cumprir objetivos imediatos, traduzidos em metas de produção ou de atendimento, ou seja, a capacidade de prover bens ou serviços de acordo com o estabelecido no planejamento das ações. Sob tal aspecto nos parece que a classificação do indicador como sendo de eficácia, importa, necessariamente, a agregação das variáveis nele não consideradas, acerca das quais já se tratou anteriormente (concluintes, evasão, transferências e aprovações). Ademais, há que se considerar que a simples apresentação do número de matrículas, sem um valor de referência, que poderia ser uma meta anteriormente estipulada, torna estéril o indicador. Ante o exposto, entende-se tal indicador insuficiente para analisar a gestão dos cursos oferecidos pela Instituição. Causa Verifica-se, como principal causa desta constatação, a não agregação das variáveis fundamentais para conferirem consistência ao indicador, tais como: concluintes, evasão, transferências e aprovações. Ademais, há que se considerar que a simples apresentação do número de matrículas, sem um valor de referência, que poderia ser uma meta anteriormente estipulada, torna estéril o indicador. Destarte, e por ser tal acompanhamento, que subsidia a tomada de decisões em nível estratégico, típico da alta gestão da Entidade, entende-se que a falta cabe ao Superintendente do SESI/CE. #/Causa# Manifestação da Unidade Examinada Em face do recebimento do Relatório Preliminar, o Sesi/CE, por meio do Ofício n.º , de 17/9/2013, ratificou o conteúdo em sua totalidade, não apresentando manifestação adicional sobre o fato apontado. Análise do Controle Interno A correta definição dos indicadores, especialmente no que respeita a sua completude é de fundamental importância para subsidiar o processo de planejamento e acompanhamento da gestão. Recomendações: Recomendação 1: Promover ajustes nos indicadores em referência, de modo a que sejam incluídas variáveis que confiram maior consistência na informação analisada, tais como: concluintes, evasão, transferências e aprovações. 2 CONTROLES DA GESTÃO 2.1 CONTROLES INTERNOS ATUAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA INFORMAÇÃO Ausência de Unidade de Auditoria Interna na estrutura da Entidade. 17

18 Fato Verificou-se que a UJ não dispõe de Auditoria Interna, conforme Anexo III da DN TCU nº 124/2012, não possuindo formalmente em sua estrutura responsável por emitir o parecer do referenciado setor. A Unidade, por meio do expediente Of. Nº 085, de 08 de julho de 2013, apresentou as seguintes considerações: A designação formal do setor de Auditoria Interna, em Portaria 001/2012, de 09 de janeiro de 2012, nesta dispõe sua instalação, atribuições e responsabilidades na estrutura organizacional. Porém, compete ao Conselho Regional do SESI Ceará, em Regulamento Interno, Art. 24, letra (n) homologar o processo de contratação de auditores independentes, para examinar e emitir parecer sobre as Demonstrações Financeiras preparadas pela administração regional, bem como subsidiar o trabalho da comissão de contas. Haja vista a argumentação e os fatos apresentados cabe, de início, trazer à baila trechos do Relatório de Auditoria nº , que tratou da Auditoria de Gestão do SENAI/DN, em que foi discutida a questão em tela, no âmbito daquela Unidade, confira: Durante os trabalhos de auditoria, foi proferido o AC/TCU n.º 5853/2012 (2ª Câmara), relativo ao julgamento das contas de 2007 do SENAI/DN, no qual se destaca a apreciação quanto à necessidade de se criar uma Unidade de Auditoria Interna no SENAI/DN. Considerando os aspectos de criticidade, relevância e de materialidade da Entidade, que é o órgão central de administração com jurisdição em todo o território nacional para o Sistema SENAI; e considerando os ditames ínsitos no 8, art. 15, do Decreto n.º 3591/2000 (c/ alteração feita pelo Dec /2002), a CGU recomendou que a Entidade providenciasse a criação, organização e estruturação de uma Unidade de Auditoria Interna própria, de atuação em âmbito nacional e que, doravante, passe a incluir no processo de prestação de contas da Entidade o parecer de auditoria, conforme teor estabelecido em normativo do TCU por ocasião das prestações de contas anuais, a exemplo do Anexo V da DN 85/2007. Relatórios de Avaliação da Gestão 2007, N.º (...); Recomendação 02: criar, organizar e estruturar uma unidade de auditoria interna própria, de atuação em âmbito nacional e que, doravante, passe a incluir no processo de prestação de contas das entidades o parecer de auditoria conforme teor estabelecido em normativo expedido pelo Tribunal de Contas da União, conforme Anexo V da DN 85/2007. As contas de 2007 do SENAI/DN foram julgadas pelo TCU mediante o AC/TCU N.º 1479/2010 (2ª Câmara), acatando as recomendações da CGU, determinado o que segue: (...); 18

19 adote todas as providências para que as recomendações expedidas pela CGU no Relatório de Auditoria de Contas Anual nº , relativo ao exercício de 2007, sejam implementadas; à SFC/CGU que verifique a elaboração, doravante, por parte da Entidade, de Plano de Auditoria levando em consideração a análise de risco (materialidade, relevância e criticidade), das unidades/produtos/processo auditados incluindo no mesmo: o escopo dos trabalhos; os objetivos a serem atingidos; os prazos de execução; a previsão de alocação de recursos (homens/hora gastos). Grifo nosso Em face dos Embargos de Declaração opostos pelo SENAI/DN, irresignados com o AC/TCU N.º 1479/2010 (2ª Câmara), foi proferido o AC/TCU N.º 7182/2010 (2ª Câmara), com a seguinte apreciação: 9.1. conhecer dos presentes embargos, com amparo nos arts. 32, inciso II, e 34 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992, para, no mérito, dar-lhes provimento parcial; 9.2. alterar o item 1.5 do Acórdão 1.479/2010-2ª Câmara, acrescendo-lhe subitens e conferindo-lhe a seguinte redação: "1.5. Determinações: (...) adote parâmetros técnicos em relação à execução dos trabalhos de auditoria a serem desenvolvidos pela unidade de auditoria interna da entidade; elabore, doravante, seu plano de auditoria levando em consideração a análise de risco (materialidade, relevância e criticidade) das unidades/produtos/processos auditados, contemplando o escopo dos trabalhos, os objetivos a serem atingidos, o prazo de execução e a previsão de alocação de recursos (homens/hora gastos); elabore relatório anual de auditoria informando, dentre outros aspectos, os trabalhos previstos e efetivamente realizados, bem como os não previstos e executados; faça constar, do processo de contas da entidade, o parecer lavrado pelo auditor interno; se abstenha de arcar com os custos de manutenção da atual Unidade Corporativa de Auditoria - AUDIT, haja vista a necessidade de criação de sua própria unidade de auditoria interna; à Secretaria Federal de Controle Interno e à Controladoria-Geral da União que verifiquem o cumprimento, por parte do Senai/DN, das medidas relacionadas nos itens anteriores, informando acerca de sua implementação nas próximas contas da entidade." 9.3. dar ciência deste Acórdão ao embargante, à Secretaria Federal de Controle Interno e à Controladoria-Geral da União. Em decorrência do Recurso de Reconsideração interposto pelo SENAI/DN contra o AC/TCU N.º 1.479/2010 (2ª Câmara), foi proferido o AC/TCU n.º 5853/2012 (2ª Câmara), por meio do qual se conheceu do recurso e, quanto ao mérito, deu-lhe provimento. Em consequência, tornaram-se insubsistentes as determinações constantes 19

20 #/Fato# dos subitens a do acórdão recorrido, e foi dada a seguinte redação ao subitem 1.5 do AC/TCU N.º 1.479/2010 (2ª Câmara): Determinação ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Nacional - Senai/DN: para que se abstenha de adquirir produtos ou serviços com valores superiores aos praticados pelo mercado, conforme art. 2º c/c art. 38, inciso II, do RLC do SENAI. No seu voto, o relator AUGUSTO NARDES apreciou que o Decreto nº 3.591/2000, citado na instrução da Serur, com as alterações promovidas pelo Decreto nº 4.440/2002, excluiu os serviços sociais autônomos entre as entidades obrigadas a organizarem unidades de auditoria interna. Art. 14 do Decreto nº 3.591/2000: Art. 14- As entidades da Administração Pública Federal indireta, bem assim os serviços sociais autônomos, deverão organizar a respectiva unidade de auditoria interna, com o suporte necessário de recursos humanos e materiais, com o objetivo de fortalecer a gestão e racionalizar as ações de controle. Alteração pelo Decreto nº 4.440/2002: Art As entidades da Administração Pública Federal indireta deverão organizar a respectiva unidade de auditoria interna, com o suporte necessário de recursos humanos e materiais, com o objetivo de fortalecer a gestão e racionalizar as ações de controle. O processo encontra-se encerrado (29/08/2012), com fulcro no inciso III do art. 40 da Resolução n.º 191/2006: nos casos de decisões definitivas ou terminativas, após a adoção das providências nelas determinadas e a efetivação das competentes comunicações. Por todo o exposto, e tendo em conta especialmente a alteração perpetrada pelo Decreto nº 4.440/2002, há que se considerar a UJ como desobrigada de organizar unidade de auditoria interna. 3 GESTÃO PATRIMONIAL 3.1 BENS IMOBILIÁRIOS UTILIZAÇÃO DE IMOBILIÁRIOS CONSTATAÇÃO Ausência de atualização dos laudos de avaliação do valor dos imóveis próprios do SESI/CE. Fato Conforme informações da Gerência de Patrimônio do Sistema FIEC, o SESI/CE possui 18 imóveis próprios, estando 2 desocupados e dispostos à venda (Crato e Aracati), 4 cedidos em comodato, sendo 2 ao SENAI/CE (Maracanaú e Barra do Ceará-Fortaleza), 1 à ASSECE-Associação dos Servidores do SESI-CE (Paracuru) e 1 à Prefeitura Municipal de Iguatu e 3 alugados, sendo 2 em Maracanaú e 1 em Maranguape. Verificou-se que os laudos de avaliação dos imóveis próprios do SESI/CE foram realizados em setembro de 2004, ou seja, há mais de 8 anos atrás. A inexistência de 20

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