Sustentabilidade em energia e o concreto. Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc

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1 Sustentabilidade em energia e o concreto Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc

2 RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL GRI IBASE

3 Responsabilidade Social & Sustentabilidade Empresarial a AÇÃO SOCIAL RSE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL Missão: ser rentável Missão: promover desenvolvimento sustentável, equilibrando os interesses dos acionistas e da sociedade Visão: ser referência em governança corporativa e sustentabilidade empresarial Luz das Letras Eletricidadania Balanço Social - IBASE Indicadores Ethos Valores Código de Conduta / Conselho de Ética / Canal Confidencial Pacto Global: Direitos Humanos, Trabalho Decente, Rio 92, Convenção Anti Corrupção da ONU Adequação a Lei Sarbanes-Oxley GRI aprofundamento dos aspectos ambientais e sociais e inclusão do desempenho econômico financeiro na mesma plataforma Fazendo a Conexão Global Compact X GRI/G3 AA1000 Diálogo estruturado com as partes Interessadas e auditoria de todas as dimensões ISE Bovespa carteira de ações das empresas mais sustentáveis do Brasil Boas Práticas de Governança Corporativa (IBGC / OCDE) Década de 90 Qualidade Total e Excelência futuro

4 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL Mudança na Cultura Organizacional

5 DIRETRIZES PARA A MUDAR A CULTURA ORGANIZACIONAL Promover ações de sustentabilidade e cidadania empresarial norteadas pela missão e pelos valores corporativos da Copel. Contribuir para o desenvolvimento sustentável das regiões que acolhem os empreendimentos e operações da Companhia. Promover ações socioambientais externas, tanto em apoio, quanto em parceria, com recursos próprios como investimento social privado e/ou por meio de incentivos fiscais. Promover ações que incentivem os fornecedores da Copel a buscar a sustentabilidade nos aspectos econômicos, sociais e ambientais. Promover diálogo regular e estruturado, por meio de canais de comunicação adequados, e conforme normas internacionais, com as partes interessadas, devidamente mapeadas e reconhecidas, considerando suas demandas e expectativas de forma equilibrada no planejamento estratégico. Manter diálogo constante com a comunidade do entorno de empreendimentos em construção e em operação da Companhia para fomento à formação de fóruns e conselhos locais e regionais para o desenvolvimento sustentável. Comunicar anualmente suas ações e omissões às partes interessadas, utilizando ferramentas globais mais avançadas e legitimadas e adequando linguagens e mídias às necessidades das diferentes partes interessadas. Monitorar periodicamente os aspectos socioambientais dos empreendimentos e processos da Companhia. Aplicar as melhores medidas de conservação ambiental, minimizando e compensando os impactos socioambientais resultantes das atividades, produtos e serviços da Copel. Aplicar as melhores práticas de gestão de resíduos, visando a redução da geração e o correto manejo dos mesmos, de forma a minimizar impactos socioambientais.

6 DIRETRIZES PARA A MUDAR A CULTURA ORGANIZACIONAL Priorizar empreendimentos de geração de energia por meio de fontes renováveis e de baixa emissão de Gases de Efeito Estufa - GEE. Buscar a redução das emissões de GEE dos processos e estabelecer mecanismos de compensação. Participar e interagir em grupos, instituições, comitês e similares, ligados a questões socioambientais, para contribuir na construção, no entendimento e na atualização de conceitos, métodos e políticas correlatas. Realizar projetos de Pesquisa e Desenvolvimento relacionados às questões socioambientais. Promover programas de treinamento em educação ambiental e responsabilidade social, buscando capacitar e sensibilizar a força de trabalho e as comunidades onde a Companhia esta inserida. Incentivar o quadro de pessoal a engajar-se em trabalhos voluntários, tendo em vista seu comprometimento com as comunidades onde a Companhia esta inserida. Assegurar o acesso e a condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia das edificações, espaços, mobiliários e informações da Copel. Promover ações que visem a valorização da diversidade, a inclusão e o combate a discriminação em relação a gênero, orientação sexual, raça, etnia e pessoas com deficiência. Considerar a importância da manutenção da biodiversidade dos ecossistemas naturais, especialmente quanto às espécies ameaçadas de extinção, em todas as nossas ações, procurando evitar, mitigar ou compensar eventuais impactos causados por nossas atividades.

7 Pacto Global da ONU

8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

9 GRI Global Reporting Initiative e AA AccountAbility 1000

10 Modelo de Gestão Empresarial para a Sustentabilidade VISÃO Ser a melhor empresa nos setores em que atua e referência em governança corporativa e sustentabilidade empresarial. O contínuo compromisso da Companhia de adotar estratégias e práticas empresariais que promovam e evidenciem os Princípios da Sustentabilidade e os Fundamentos de Excelência

11 Mudança na Cultural Organizacional com a parceria dos Stakeholders

12 Política de Sustentabilidade e Cidadania PRÍNCIPIOS 1 Comprometimento - valorização, conservação e defesa do meio ambiente, com a ampla inclusão e justiça social 2 - Atitude Pró-ativa diante da Lei - a cumprir a legislação ambiental vigente e respeitar os direitos humanos universais... apoiar e promover o desenvolvimento sustentável das comunidades 3 - Diálogo, Comunicação e Transparência - relacionamento com os diversos segmentos sociais, direta e indiretamente interessados 4 - Respeito a Dinâmica Socioambiental - atentar aos fatores que definem a dinâmica socioambiental 5 - Responsabilidade Individual - cada integrante da força de trabalho com todas as partes interessadas práticas consistente/valores 6 - Valorização da Diversidade -valorizar a diversidade dos ecossistemas naturais e sociais, em todos os seus múltiplos aspectos

13 Mudança na Cultural Organizacional com a parceria dos Stakeholders Gestão Corporativa de Resíduos Implantar, sistematizar e disseminar internamento as melhores práticas e minimizar impactos socioambientais a) normas para redução e manejo b) compostagem c) otimização da logística de armazenamento e transporte de resíduos perigosos d) elaboração e implementação do Programa de Gestão de Resíduos Sólidos - PGRS e) elaboração de manual para orientar e padronizar a coleta seletiva

14 Programa de Sensibilização Ambiental NOVOS EMPREENDIMENTOS Orientar quanto à gestão de resíduos gerados durante as obras, informando os processos de reciclagem, manuseio e disposição adequada de resíduos sólidos.

15 Mudança da Cultural Organizacional com a parceria dos Stakeholders 52o. Congresso Brasileiro de Concreto

16 Projeto Educação Sociambiental Programa destinado à comunidade, destaca o homem, a fauna e a flora da região do médio Iguaçu, desenvolvido: a) no Museu Regional do Iguaçu, o qual possui um dos mais expressivos acervos regionais do Paraná, recebe uma média de 17 mil visitantes /ano b) no Centro de Visitação do Faxinal do Céu no Jardim Botânico, recebe uma média de 12 mil visitantes / ano

17 Mudança da Cultural Organizacional com a parceria dos Stakeholders

18 Programa Corporativo de Acessibilidade Arquitetônica, comunicacional, atitudinal e urbanistica - inicio em 2007 Readequação das instalação operacionais Acesso ao site e fatura em Braille Oficinas com a força de trabalho - inclusão de PcDs Incorporação de requisitos em novos projetos de edificação Substituição e realocação de posteamento elétricos nas calçadas públicas Oficina de diálogo com grupos de PcDs visando identificar oportunidades de melhoria produtos serviços e instalações

19 Mudança na Cultural Organizacional com a parceria dos Stakeholders

20 Gestão da cadeia de suprimentos I. POLITICA II.PROCESSO: identificar os fornecedores Críticos; fortalecer canais de comunicação; mapear as boas práticas dos fornecedores; desenvolver workshop de boas práticas entre os fornecedores; cláusula de sustentabilidade nos contratos III.CAPACITAÇÃO (empregados fornecedores contratados)

21 Gestão da cadeia de suprimentos Todas as partes envolvidas direta ou indiretamente no atendimento de uma demanda do cliente, incluindo o produtor, fornecedores, transportadores, armazenadores, varejistas e consumidores, num fluxo dinâmico que envolve trocas constantes de produtos, informação e fundos entre os diferentes elos da cadeia. (CHOPRA & MEINDL, 2007) Glossário ISE

22 GERAL GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Ações Propostas Assinar o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo Reativar e/ou reavaliar participantes e escopo do GT Fornecedores Implementar plano de comunicação interna e externa POLÍTICA Revisar as NACs relacionadas a fornecedores Propor novas normas e instruções administrativas PROCESSO Avaliar o sistema de gestão de fornecedores, fortalecendo o monitoramento dos resultados

23 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Ações Propostas PROCESSO Mapear fornecedores, classificando-os por tipologia de serviços/produtos de acordo com critérios pré-estabelecidos Identificar os fornecedores críticos Definir modelos padrão para as questões de licitações e cláusulas contratuais Definir critérios de cadastro e seleção de fornecedores Fortalecer canais de comunicação Inspecionar o recebimento de produtos e acompanhamento de serviços

24 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Ações Propostas CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO (empregados terceirizados fornecedores) Elaborar calendário dos eventos, destacando a sua abrangência Incorporar conteúdos relacionados as questões de sustentabilidade nas capacitações internas direcionadas as questões de licitação e contratos Incluir nos treinamentos de integração com as equipes contratadas, realizados pelos técnicos de segurança, os Princípios do Pacto Global, enfocando, principalmente, questões de direitos humanos e trabalho Elaborar e divulgar o Kit Fornecedor Sustentável

25 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Ações Propostas CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO (empregados terceirizados fornecedores) Implementar diálogos com fornecedores objetivando levantar expectativas e necessidades e divulgar ferramentas a serem utilizadas Criar grupos de estudos permanentes regionalizados. Mapear as boas práticas dos fornecedores através de uma rede social, utilizando a ferramenta: Indicadores Ethos na Gestão de RSE das Cadeias de Valor Desenvolver workshop de boas práticas entre os fornecedores

26 SUSTENTABILIDADE Nós adotamos essa idéia!

27 OBRIGADA Sonia Maria Capraro Alcântara PRE/Coordenação de Sustentabilidade Empresarial

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