Metodologias Ativas como sustentação de um projeto democrático: os desafios enfrentados por um curso de graduação em enfermagem

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Metodologias Ativas como sustentação de um projeto democrático: os desafios enfrentados por um curso de graduação em enfermagem"

Transcrição

1 GEOWANNA APARECIDA HIGINO SILVA SANTOS Metodologias Ativas como sustentação de um projeto democrático: os desafios enfrentados por um curso de graduação em enfermagem Centro Universitário Salesiano de São Paulo UNISAL Americana/SP

2 GEOWANNA APARECIDA HIGINO SILVA SANTOS Metodologias Ativas como sustentação de um projeto democrático: os desafios enfrentados por um curso de graduação em enfermagem Dissertação apresentada como exigência parcial para obtenção do grau de Mestre em Educação à comissão Julgadora do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, sob a orientação do Prof. Dr. Luis Antonio Groppo Centro Universitário Salesiano de São Paulo UNISAL Americana/SP 2011

3 iii S235m Santos, Geowanna Aparecida Higino Silva Metodologias ativas como sustentação de um projeto democrático: os desafios enfrentados por um curso de graduação em enfermagem / Geowanna Aparecida Higino Silva Santos. Americana: Centro Universitário Salesiano de São Paulo, f. Dissertação (Mestrado em Educação). UNISAL SP. Orientador: Prof.Dr. Luis Antonio Groppo. Inclui bibliografia. 1. Educação em Enfermagem. 2. Metodologias ativas. 3. Problematização Brasil. I. Título. CDD Catalogação elaborada por Terezinha A. Galassi Antonio - CRB-8/2606 Bibliotecária do UNISAL Unidade Americana

4 iv BANCA EXAMINADORA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Autor: GEOWANNA APARECIDA HIGINO SILVA SANTOS Orientador: Prof. Dr. LUÍS ANTONIO GROPPO Membros: Prof. Dr. Luis Antonio Groppo / UNISAL Prof. Dr. José Carlos de Oliveira / PUC-Campinas Prof. Dr. Severino Antônio Moreira Barbosa / UNISAL Data: 26 de agosto de 2011 Americana / SP

5 v Com carinho, dedico este estudo... Ao nosso Deus, que me possibilitou realizar este trabalho; Ao amado Lenivaldo, pelo apoio sempre; A Rebeca e Luiza, filhas amadas, pelo AMOR SEMPRE, e Palma pela presença colaboradora; Aos meus pais, Minelvino (in memorian) e Maria de Lourdes, por ter acreditado nessa possibilidade e apoio à minha vida profissional.

6 vi Meus sinceros agradecimentos... Ao Prof. Luis Antonio Groppo, pelo apoio, e colaboração com este trabalho; Aos professores e alunos do curso de graduação que aceitaram participar deste estudo; Aos Parceiros constantes, Mirza, Grazi, Calú, Ligia, Maria, Adriana, Silvia, Eliete e Mauro pela contribuição valiosa, me socorrendo sempre em cima da hora; Aos meus irmãos, Geowanne, Wanne, Gino, Leur, Noeme; Aos amigos que tanto torceram por mim; Aos meus alunos aqui representados por Luzia Santos Silva, que incentivam meu crescimento na busca de vínculo e acolhimento, enquanto professora. Obrigada...

7 vii É próprio do pensar certo a disponibilidade ao risco, a aceitação do novo que não pode ser negado ou acolhido só porque é novo, assim como o critério de recusa ao velho não é apenas o cronológico,.o velho que preserva sua validade ou que encarna uma tradição ou marca uma presença no tempo continua novo. Paulo Freire

8 viii RESUMO Em uma abordagem qualitativa, o presente estudo visa compreender os desafios enfrentados por uma instituição pública de Ensino Superior do Estado de São Paulo na aplicabilidade das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de graduação em Enfermagem, conforme o Parecer CNE/CES 1.133/2001, do Conselho Nacional de Educação/Conselho Estadual de Saúde, de 7 de agosto de 2001, com atenção sobre a utilização das Metodologias Pedagógicas Ativas como sustentação de um projeto democrático. Nesse âmbito, a aprendizagem deve ser interpretada como um caminho que possibilita ao sujeito social transformar-se e transformar seu contexto. Ela deve ser orientada pelo princípio metodológico geral, que pode ser traduzido pela ação-reflexão-ação e aponta a resolução de situações-problema como uma das estratégias didáticas. Este estudo teve como objetivo: (1) identificar as bases teóricoconceituais das metodologias ativas; (2) caracterizar o enfoque problematizador e as metodologias ativas como caminho para a formação do enfermeiro como profissional capaz de atuar nos serviços e na comunidade, com base nos princípios do Sistema Único de Saúde - SUS; (3) identificar as representações sociais de docentes e discentes sobre a utilização das metodologias ativas. Para coleta de dados, utilizamos entrevistas semi-estruturados, questionário e a análise do Projeto Político Pedagógico da instituição. Os resultados demonstrados nos discursos dos entrevistados e nas análises dos questionários evidenciaram que há um reconhecimento da importância dessa cooperação para o ensino em Saúde e para o fortalecimento do SUS, embora a situação vivida por esta instituição não se diferencie profundamente das demais instituições brasileiras, conforme dados do relatório de aderências das Diretrizes Curriculares em Enfermagem - DCN/ENF (concluído em 2006). Existe ainda uma distância entre o que é pretendido, em termos de aprendizagem, e o que o professor tem conhecimento para oferecer. Com este estudo, esperamos chamar a atenção para as propostas alternativas e inspiradoras de um Ensino Superior inovador na Saúde e, particularmente, na Enfermagem. PALAVRAS CHAVE: Educação em Enfermagem; Metodologias Ativas; Problematização.

9 ix ABSTRACT In a qualitative approach, this study aims to understand the challenges faced by a public institution of higher education in the State of São Paulo in the applicability of the National Curriculum Guidelines for undergraduate nursing courses, according to the Opinion CNE / CES 1.133/2001, National Council on Education / State Board of Health, of August 7, 2001, focusing on the use of active teaching methodologies to support a democratic project. In this scope, learning must be interpreted as a path that enables the transformation of both the social subject and the context. It should be guided by the general methodological principle, which can be translated by the action-reflection-action and points the resolution of problem situations as one of the teaching strategies. This study aimed to: (1) identify the theoretical and conceptual bases of active methodologies, (2) characterize the problem-solving approach and active methods as a way for nursing education to form a professional able to work in services and community, based on the principles of the Health System - SUS, (3) identify the representations of teachers and students on the use of active methodologies. For data collection, we used interviews, questionnaires and analysis of the Pedagogical Political Project of the institution. The results shown in the interviews and analysis of the questionnaires showed that there is a recognition of the importance of cooperation in health and education to strengthen the SUS, although the situation experienced by this institution is no much different from other Brazilian institutions, according to the report data of adhesions in Nursing Curriculum Guidelines - DCN / ENF (completed in 2006). There is also a gap between what is desired in terms of learning, and the effective knowledge that the teacher can offer. With this study, we hope to draw the attention to the alternative proposals for an inspiring and innovative learning in Higher Education related to Health, particularly in nursing. KEY WORDS: Nursing Education; Active Methodologies; Problematization.

10 x LISATA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CNE/CES - Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior DCN/ENF - Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Enfermagem FNEPAS - Fórum Nacional de Educação das Profissões na Área de Saúde Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa LDBN - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional MEC - Ministério da Educação MS - Ministério da Saúde PBL - Aprendizagem Baseada em Problemas (Pproblem Based Learning ) PET-SAÚDE - Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde PNH - Política Nacional de Humanização PROMED - Programa de Incentivo às Mudanças Curriculares das Escolas Médicas PRÓ-Saúde - Programa Nacional de Reorientação Profissional em Saúde PSF - Programa de Saúde da Família SAS - Secretaria de Atenção à Saúde SENAD - Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) SESU - Secretária de Educação Superior SGTES - Secretária de Gestão e do Trabalho e da Educação na Saúde SUS - Sistema Único de Saúde SVS - Secretaria de Vigilância em Saúde

11 xi SUMÁRIO RESUMO... viii INTRODUÇÃO NA ESFERA DAS PROPOSIÇÕES Os propósitos da lei Trajetórias de implementação Desafios na esfera pedagógica Características da Metodologia Problematizadora Características da Metodologia ABP Diferenciação entre Metodologia Problematizadora e ABP Humanização uma escolha pela vida NA ESFERA DAS PRÁTICAS Proposição à pesquisa O tema da pesquisa Objetivos Justificativas Metodologia O cenário da instituição estudada O cenário do local de estudo População de estudo Coleta de dados e operacionalização A entrevista Percepção dos entrevistados Análise dos dados Aspectos éticos Os resultados encontrados CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES ANEXO

12 12 INTRODUÇÃO Na atualidade, o campo da saúde vem sofrendo profundas transformações, em particular, no segmento de ensino. Os processos de construção de cidadania ainda em curso no Brasil alcançam significações particulares quando a questão é a saúde e esta situação vem remodelando a perspectiva de ensinar, cuidar, humanizar os ambientes e relações, as trajetórias e perspectivas de vida e de trabalho desta área. A formação de profissionais para a Saúde é um desafio permanente para governantes comprometidos com a qualidade da assistência prestada à população no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS); mas, mais do que isso, a formação de profissionais para a Saúde é um desafio permanente para uma sociedade em processo de democratização social. A formação em enfermagem, de forma especial, ocupa papel estratégico na construção do SUS - e nos caminhos de democratização social - por responder por grande parcela da força de trabalho no campo da Saúde. Discutir seus caminhos formativos permite-nos averiguar os processos de transformação e conquista, ao mesmo tempo perceber os descompassos, contradições e fragilidades de processos muito além do campo da saúde. Este trabalho tem como intenção identificar as bases teóricos-conceituais das metodologias ativas; analisar os discursos do enfoque problematizador e as metodologias ativas como caminho para a formação do enfermeiro como profissional humanizado capaz de refletir sobre as perspectivas formativas que no curso da implantação do SUS ganharam lugar na formação, proposições pedagógicas que nasceram afinadas aos preceitos e desafios de formar um profissional tão competente quanto comprometido com a construção de uma sociedade mais justa; identificar as representações sociais de docentes e discentes sobre a utilização de metodologias ativas. Interessa-nos aqui averiguar até que ponto as perspectivas e proposições apontadas (e consolidadas em lei) no final da década de 1980 alcançaram implementação, ou pelo contrário, deixaram-se restringir e circunscrever, em uma série de aspectos e dinâmicas, à esfera dos discursos. Para realização desta tarefa buscamos compreender na esfera das proposições os propósitos da lei de criação do SUS como conquista da reforma

13 13 sanitária junto à Constituição Federal de 1988, as trajetórias desta implementação; os desafios na esfera pedagógica como: características das metodologias ativas problematizadoras e aprendizagem baseadas em problemas bem como suas diferenças e a humanização. Na esfera das práticas a vivência da pesquisadora foi importante nesta caminhada metodológica para concretizar o processo da pesquisa. Em nosso entender, a questão da implementação das metodologias ativas no cotidiano acadêmico de saúde consiste, em si mesma, numa medida de apreensão e medição dos resultados alcançados nas últimas décadas pela estruturação do SUS. A resistência à implementação de metodologias tão caras aos fundamentos norteadores do sistema pode indicar problemas e dificuldades, ou ainda, complexidades e desafios pouco perceptíveis, mas que necessitam ser mais bem compreendidos para que se possa alcançar novos patamares nos caminhos de transformação e democratização social. Na esfera das proposições atentaremos para os propósitos da lei de criação do SUS como conquista da reforma sanitária junto à Constituição Federal de 1988; os desafios na esfera pedagógica e as características das metodologias problematizadoras, bem como o que as diferenciam. A humanização é tratada como uma escola pela vida, impulsionando o aprendizado ativo..

14 14 1. NA ESFERA DAS PROPOSIÇÕES 1.1 OS PROPÓSITOS DA LEI: Não é possível refazer este país, democratizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda (FREIRE, 2000, p. 85). O SUS é uma conquista da reforma sanitária junto a Constituição Federal Brasileira de A criação do Sistema Único de Sáúde pela Lei nº conferiu legitimidade aos princípios de: a) universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência; b) integralidade da assistência (compreendida como um conjunto articulado e continuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigida para cada caso em todos os níveis de complexidade do Sistema); c) equidade na disponibilização de recursos e serviços (de acordo com as necessidades de cada um, canalizando maior atenção aos que mais precisam); d) participação social como direito e dever (a sociedade é chamada a participar das gestões públicas em geral e da saúde pública em particular, cabendo ao poder público garantir condições para a participação); e) descentralização (processo de transferência de responsabilidades de gestão para os municípios em atendimento às determinações constitucionais e legais, estabelecendo-se atribuições comuns e competências especificas para a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios); f) divulgação de informação (quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário); g) igualdade da assistência à saúde (sem preconceito ou privilégio de qualquer espécie); h) participação da população (regulamentada pela Lei n do SUS. BRASIL, 2009b, 2009c [online]). No processo de implantação desta ampla e democrática reforma sanitária, coube à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBN (2001) orientar os cursos de graduação das profissões de saúde no Brasil (em especial Enfermagem, Medicina e Nutrição) para uma formação discente voltada a contribuir para a 1 O SUS se acha presente no Título VIII da Ordem Social, Capítulo II da Seguridade Social e seção II da Saúde, que compreende os artigos de número 196 a 200 (BRASIL, 2009a [online]).

15 (Ibid.) 4 A construção/adequação dos novos currículos deveria responder aos desafios 15 melhoria da assistência prestada aos usuários do Sistema Único de Saúde SUS 2. O projeto pedagógico deveria ser coletivo, centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como um facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem. (BRASIL, 2001). Na área da enfermagem, mais especificamente, a LDBN estabeleceu como propósito dos projetos pedagógicos a busca pela formação integral; formação que deveria contar com a articulação entre ensino, pesquisa e extensão/assistência 3 e ainda conferir a investigação o lugar de eixo integrador entre a formação acadêmica e da prática profissional. (BRASIL, 2001a). A aprendizagem em saúde (e mais especificamente, em enfermagem) a partir de 2001 passava a ser pensada em sintonia com um processo de construção e transformação do sujeito social, orientando a adoção de uma dinâmica de ação-reflexão-ação enquanto fundamento metodológico, bem como a vivência da resolução de situações-problema entre as principais estratégias didáticas (Ibid.). À luz da Reforma Sanitária Brasileira e com base na nova Lei de Diretrizes e Bases Nacional, o desafio que se lançava à formação na área de saúde (na forma de diretrizes curriculares e projetos pedagógicos) era o de levar o aluno a aprender a aprender (aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a conhecer), condição para que ele adquisse/desenvolvesse a autonomia e o discernimento necessários para assegurar a integralidade da atenção, qualidade e humanização do atendimento prestado aos indivíduos, famílias e comunidades do novo século, desenvolver uma visão do todo (atenta a interdependência, à transdisciplinaridade) e promover redes de mudanças sociais (com base numa ampliação da consciência individual e coletiva) por meio de métodos inovadores (capazes de compreender o homem como um ser histórico) e do cumprimento de uma prática pedagógica ética, crítica, reflexiva e transformadora (MITRE et al, 2008). 2 Parecer CNE/CES n.1133, de 7 agosto de 2001, traz orientações sobre a organização dos cursos na interface entre Educação Superior e Saúde. 3 Resolução CNE/CES N 03 DE 7/11/2001, define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Graduação em Enfermagem DCN/ENF. 4 Neste sentido, seriam estabelecidos objetos e objetivo para as Diretrizes Curriculares, cabendo ao objeto permitir ao currículo proposto a construção de um perfil acadêmico e profissional com competências, habilidades e conteúdos afinados com as perspectivas e abordagens contemporâneas de formação, ou ainda, pertinentes e compatíveis com referências nacionais e internacionais.

16 TRAJETÓRIAS DE IMPLEMENTAÇÃO A lógica da educação permanente é descentralizadora, ascendente e transdisciplinar. Essa abordagem pode propiciar: a democratização institucional; o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, da capacidade de docência e de enfrentamento criativo das situações da saúde; de trabalhar em equipes matriciais e de melhora permanente da qualidade do cuidado à Saúde, bem como construir práticas técnicas criticas, éticas e humanísticas. (CECCIM; FEUERWERKER, 2004, pg. 50) Ao longo de vinte anos de construção do SUS, o sistema de saúde enfrentou um amplo processo de transformação, em vários aspectos associado às mudanças vividas pela população. Fenômenos como a fragmentação dos processos de trabalho e das relações entre os diferentes profissionais; a fragmentação da rede assistencial (com novas dificuldades para a complementariedade entre a rede básica e o sistema de referência); o despreparo dos profissionais para lidar com a dimensão subjetiva nas práticas de atenção; a presença de um sistema público de Saúde burocratizado e verticalizado; o baixo investimento na qualificação dos trabalhadores (em especial, em relação ao trabalho em equipe e gestão participativa); o pouco fomento à cogestão e à valorização dos trabalhadores e usuários no processo de produção de saúde; a formação dos trabalhadores de saúde distante do debate e da formulação das políticas públicas de saúde; a fragilidade do controle social nos processos de gestão e atenção do SUS (BRASIL, 2004) ampliou ainda mais as dificuldades de oferecer e garantir o acesso aos serviços de saúde, a integralidade da assistência, o estímulo/valorização à participação. No curso do tempo, diversos programas e políticas destinadas a avançar na implementação dos fundamentos do sistema ganharam forma e lugar, parecendonos importante destacar alguns aspectos desta intensa trajetória. Em 1994, numa estratégia de reorganização dos serviços, reorientação das práticas profissionais para a promoção da saúde, prevenção de agravos, tratamento e reabilitação nas modalidades de alocação de recursos e remuneração das ações básicas de saúde foi criado o Programa de Saúde da Família/PSF 5. (MOROSINI, CORBO, 2007) 5 Pela Portaria GM/MS n 648, de 28/03/2006 ficou estabelecido que a Saúde da Família fosse um modelo prioritário do Ministério da Saúde para organizar a Atenção Básica, sendo considerado como

17 17 Com o objetivo de atender aos desafios impostos pela realidade da democratização das demandas do SUS, necessitou-se de profissionais que pudessem fazer uma análise crítica da realidade e participasse ativamente dessa construção. Para tanto, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBN (2001) aproximou os cursos de graduação na área de saúde no Brasil (em especial enfermagem, medicina e nutrição) das perspectivas de assistência prestada aos usuários do SUS (BRASIL, 2001). Em 2003 foi a vez do Ministério da Saúde instituir a Política Nacional de Humanização (PNH) 6 com base na defesa da vida e da pactuação (fortalecimento) democrática e coletiva do SUS. Essa política foi formulada a partir de experiências bem sucedidas de humanização nas ações de atenção e estão desenvolvidas por Estados, Municípios e serviços de saúde (BRASIL, 2004). Em julho de 2004, o Fórum Nacional de Educação das Profissões na Área de Saúde (FNEPAS) foi criado para congregar entidades envolvidas na educação e desenvolvimento profissional na área de Saúde, impulsionar a adoção da integralidade como eixo norteador da mudança na graduação e fortalecer a educação permanente em saúde (FNEPAS, s.d.). As entidades do FNEPAS 7, contando com a cooperação técnica do Ministério da Saúde, iniciaram debates (por meio de oficinas regionais e projetos de pesquisas) sobre a implementação e avaliação das Diretrizes Curriculares das profissões da Saúde 8 e, em conjunto com o movimento estudantil, gestores municipais de saúde, movimentos sociais e diversas a porta de entrada dos usuários para o serviço de saúde, dando conta de aproximadamente 85% da demanda exigida pela clientela 6 A Política Nacional de Humanização teve como objetivo colaborar na efetivação dos princípios do SUS através do enfrentamento de desafios importantes como o acolhimento, a valorização do trabalho em saúde e a integração das ações no processo de atenção. O PNH propôs-se a traduzir os princípios do SUS em modos de operar dos diferentes equipamentos e sujeitos da rede de saúde; a construir trocas solidárias e comprometidas com a dupla tarefa de produzir saúde e sujeitos; a oferecer um eixo articulador das práticas em saúde destacando um aspecto subjetivo nelas presente, no intuito de contagiar por atitudes e ações humanizadoras a rede do SUS, incluindo gestores, trabalhadores e usuários. 7 Entre as entidades: Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), Associação Brasileira de Ensino Odontológico- (ABENO), Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia (ABENFISIO), Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP), Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS), Rede UNIDA, Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), Rede Nacional de Ensino de Terapia Ocupacional (RENETO), Associação Brasileira de Hospitais Universitários e de Ensino (ABRAHUE), Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO) e Associação Brasileira de Ensino Farmacêutico (ABENFAR) 8 A FNEPAS, em parceria com o Ministério da Saúde, Ministério da Educação e entidades de classe, deram início em 2005 (com financiamento a partir de 2006) a oficinas regionais, pesquisas, produção de artigos e publicações especializadas

18 18 instituições, instituiram o Curso de Especialização Ativação de Processos de Mudança na Formação Superior de Profissionais de Saúde 9. Em 2005, numa parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação, seria a vez do Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde/Pró Saúde, centrado na definição de políticas de formação na área de saúde capazes de garantir atenção integral e de qualidade à saúde da população (Pró Saúde, s.d) 10. Numa perspectiva complementar, foi efetuada entre os anos de 2002 a 2006 uma pesquisa envolvendo o Ministério da Educação (por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa/Inep e da Secretaria de Educação Superior/SESU) e o Ministério da Saúde (por meio da Secretaria de Gestão e do Trabalho e da Educação na Saúde/SGTES) com o objetivo de analisar a aderência dos cursos de graduação em Enfermagem, Medicina e odontologia às Diretrizes Curriculares Nacionais, e desta forma contribuir para o desenvolvimento de políticas de formação e inserção profissional no campo da saúde (BRASIL, 2006). Na ocasião, já mostrava-se evidente a necessidade de construir modelos político-pedagógicos condizentes com a realidade do locus regional (em lugar de abstratos e dissociados do cotidiano dos processos de trabalho) e, principalmente, indicar modos de fazer a formação (princípios e métodos) fundados num ethos de integralidade e indissociabilidade entre o cuidar, gerir e formar (HECKERT; NEVES, 2010). Em 2010 seria a vez do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde/PET-SAÚDE, programa fundado na educação pelo trabalho a partir da integração ensino-serviço-comunidade - e na disponibilização de bolsas para tutores, preceptores (profissionais dos serviços) e estudantes de graduação da área da saúde Outras atividades se somaram ao Programa de Incentivo às Mudanças Curriculares das Escolas Médicas (PROMED) e ao Programa Nacional de Reorientação Profissional em Saúde (PRÓ-SAÚDE), constando entre elas a oficina Metodologias Ativas como Estratégias de Formação para a Integralidade do Cuidado, realizada em todo o território nacional com a participação de docentes, discentes, trabalhadores, gestores de controle social (Ibid.). 10 Portaria interministerial nº de 03 de novembro de 2005 prevê a cooperação técnica, operacional, financeira e de gestão articulada aos serviços do SUS e a população, em pról da articulação pedagógica, de conhecimentos, de equipes multiprofissionais e de atividades práticas ao longo dos cursos em todos os tipos de unidades de saúde. 11 Este programa foi regulamentado pela Portaria Interministerial nº 421, de 03 de março de 2010, achando-se associado ao Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde, o PRÓ-SAÚDE (em implementação no país desde 2005). O PET-Saúde contaria também com parcerias com a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde/SGTES, Secretaria de Atenção à Saúde/SAS e Secretaria de Vigilância em Saúde/SVS, Ministério da Saúde, Secretaria de

19 19 Em duas décadas de ações e parcerias podemos perceber um processo em curso e diante dele considerar que a implantação (plena) do Sistema Único de Saúde pressupõe um amplo processo de democratização social. Numa perspectiva semelhante, entre os campos da educação e da saúde, percebemos a presença de relações profundas e singulares, entre as quais a urgência do atendimento das reais necessidades da população, situação que impôs desafios e perspectivas de reforma educacional específicas. A trajetória pedagógica assumida pelo campo da saúde na sua ânsia de responder ao atendimento das necessidades da população vem se mostrando muito rica e dinâmica, e mesmo que por vezes ela se revele parcial e falha, seu caminho é inovador. 1.3 DESAFIOS NA ESFERA PEDAGÓGICA Para atender as necessidades de adequação no campo das políticas pedagógicas e atingir os resultados esperados passou-se a fomentar o uso de metodologias ativas como estratégias e/ou recursos de ensino-aprendizagem. Estas metodologias, fundadas numa dinâmica de problematização, visavam/visam alcançar e motivar o discente a, diante de um problema, se deter, examinar, refletir, relacionar a sua história e ressignificar suas descobertas (MITRE et al., 2008). Passados mais de dez anos de efetivação, essas práticas encontram-se disseminadas e identificadas por diferentes nomenclaturas: técnica de ensino, método de ensino, metodologia, pedagogia, modelo dialógico de educação em saúde, proposta pedagógica, proposta curricular, estratégia de ensino PBL, procedimento metodológico, metodologia problematizadora, entre outras. Nesta pesquisa atentaremos para as estratégias que vêm sendo utilizadas nos currículos de Graduação em Enfermagem com o propósito de refletir e avaliar Educação Superior/SESu, Ministério da Educação e Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD/GSI/PR). Cada grupo PET-Saúde/Saúde da Família seria formado por 1 (um) tutor acadêmico, 30 estudantes (sendo 12 estudantes monitores, que efetivamente recebem bolsas e 6 preceptores). Em 2011 foram selecionados 484 grupos PET-Saúde/Saúde da Família, o que representa, considerando a formação completa desses grupos, bolsas/mês, além da participação de estudantes não bolsistas, totalizando participantes/mês. (PET-SAÚDE, s.d). No PET-Saúde/Vigilância em Saúde cada grupo seria formado por 1 (um) tutor acadêmico, 8 (oito) estudantes monitores e 2 (dois) preceptores. Para o desenvolvimento de atividades em 2010/2011 foram selecionados 122 grupos, que representam bolsas/mês. Em 2011 também foram iniciadas ações do PET-Saúde/Saúde Mental/Crack, com mais 80 grupos selecionados - proporção de 1 (um) tutor : 3 (três) preceptores : 12 estudantes - o que totaliza mais bolsas/mês, considerando a formação completa dos grupos. (Site acessado em 30 de maio de 20110)

20 20 até que ponto estas metodologias têm colaborado para a inovação e qualidade do projeto pedagógico em curso, valendo ressaltar que o(s) mesmo(s) projeto(s) pedagógico(s) responde(m) às diretrizes curriculares estabelecidas para a Graduação em Enfermagem, e que são destas mesmas diretrizes que procedem as orientações de perfil acadêmico e profissional do egresso (BRASIL, 2001). As metodologias ativas, por sua vez, carregam em seu interior dois caminhos teórico-metolodógicos: a metodologia da problematização e a metodologia da aprendizagem baseada em problemas. Para que possamos estudar sua aplicabilidade, interessa-nos compreender melhor suas semelhanças e diferenças CARACTERÍSTICAS DA METODOLOGIA PROBLEMATIZADORA Educar para um outro mundo possível é visibilizar o que foi escondido para oprimir, dar voz aos que não são escutados ; é educar para conscientizar, para desalienar, para desfetichizar, para desmercantilizar a vida; é educar para a emergência do que ainda não é, o ainda não, a utopia; é também educar para a ruptura, para a rebeldia, para a recusa e fazer da educação tanto formal, quanto não formal, um espaço de formação crítica e cidadã, e não apenas de formação de mão-de-obra para o mercado. (GADOTTI, 2008, p.99) Esta perspectiva de trabalho, que entende o aprender e o ensinar como fruto da convivência com os problemas e as situações reais, tem registrado desdobramentos importantes, tanto positivos, quanto negativos. No entender de Berbel (1998), constam entre os aspectos positivos a adesão dos docentes a novas maneiras de ensinar e aprender e, entre os aspectos negativos, além da resistência natural às mudanças, os descompassos entre um discurso de aprovação e uma prática que, apesar de permeado de pequenas adaptações, ainda se mantém tradicional. A Metodologia Problematizadora surgiu nos anos 1980 como fruto das formulações de Paulo Freire; concebida como uma estratégia de ensino, ela foi pensada como meio de conferir sentido crítico à realidade e, a partir daí se retirar os componentes capazes de conferir significado e direção às aprendizagens. Esta metodologia, nascida da percepção de Paulo Freire de que, para transformar o

METODOLOGIAS ATIVAS COMO ESTRATÉGIAS DE ENSINO: EXPERIÊNCIA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA UFS

METODOLOGIAS ATIVAS COMO ESTRATÉGIAS DE ENSINO: EXPERIÊNCIA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA UFS METODOLOGIAS ATIVAS COMO ESTRATÉGIAS DE ENSINO: EXPERIÊNCIA DA TERAPIA OCUPACIONAL NA UFS INTRODUÇÃO Érika Hiratuka Andrezza Marques Duque Francisco Leal de Andrade Maria Natália Santos Silva Sandra Aiache

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013 ,, ~ Politica Nacional de Humanizacao PNH 1ª edição 1ª reimpressão Brasília DF 2013 ,, O que e a Politica Nacional de ~ Humanizacao?, Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. 15:04 1

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. 15:04 1 ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. 15:04 1 Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão no SUS-PNH Processos de trabalho e a interdisciplinaridade nas organizações

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE

A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL BIOMÉDICO NO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DO PET/SAÚDE MAIA, Indiara da 1 ; RUCKERT, Tatiane Konrad 2 ; BARBOSA, Elisa Gisélia dos Santos 3 ; KAEFER, Cristina T.

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

REFERENCIA INSTITUCIONAL:

REFERENCIA INSTITUCIONAL: TITULO: Programa de Integração Docente Assistencial entre a Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP e a Secretaria Municipal de Saúde de Diadema - PIDA-DIADEMA EIXO: Extensão, Docência e Investigação

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Educação permanente em saúde através da EAD

Educação permanente em saúde através da EAD Educação permanente em saúde através da EAD Claudia da Silva Pinto Rogel claudiarogel77@hotmail.com Maurício AlvesVieira Mauricio.veira@hotmail.com RESUMO O objetivo do artigo é o de fornecer uma descrição

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE

AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE MOVE 2015 AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE DE SAÚDE II CONGRESSO TODOS JUNTOS CONTRA O CANCER MOVE 2015 PRINCIPAIS MENSAGENS 01 AVALIAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA GARANTIR A QUALIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL A SANTA CASA BH TEM TODOS OS CUIDADOS PARA VOCÊ CONQUISTAR UMA CARREIRA SAUDÁVEL. Missão Humanizar a assistência

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Ao Ministério da Saúde Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde E-mail: deges@saude.gov.br - prosaude@saude.gov.br CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate

Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate Aracaju: em foco o modelo Saúde Todo Dia. A Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva em debate ALEXANDRE DE SOUZA RAMOS 1 Saúde como direito de cidadania e um sistema de saúde (o SUS) de cunho marcadamente

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

A Percepção dos estudantes da saúde sobre a sua formação para o SUS

A Percepção dos estudantes da saúde sobre a sua formação para o SUS A Percepção dos estudantes da saúde sobre a sua formação para o SUS Zangirolani LTO, Santos ACA, Fuentes ACRC, Andrade JC, Stuck RC, Garcia MAA. Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 119-COU/UNICENTRO, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013. ALTERADA A NOMENCLATURA DESSE CURSO PARA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA COMPLEMENTAÇÃO, CONFORME RESOLUÇÃO Nº 182/2014-GR/UNICENTRO. Aprova o Projeto

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 100 VAGAS ANUAIS NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 50 ALUNOS TURNOS

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Paradigmas de Organização Escolar: pressupostos teóricos e práticos. Administração/gestão escolar: teorias e tendências atuais no Brasil. A escola concebida e organizada a partir das Diretrizes

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA Maria Cleonice Soares (Aluna da Graduação UERN) 1 Kátia Dayana de Avelino Azevedo (Aluna da Graduação UERN) 2 Silvia

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso AUTO-AVALIAÇAO INSTITUCIONAL DO CURSO DE PEDAGOGIA FACED-UFAM / Professores Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso Objetivos do Curso 01 - Tenho conhecimento do Projeto Pedagógico do Curso.

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento A construção da Base Nacional Comum para garantir Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Política pública de Educação ESTADO dever de educar legislação planejamento instituições CIDADÃO

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado enquanto mediação entre ensino, pesquisa e extensão

Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado enquanto mediação entre ensino, pesquisa e extensão Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado enquanto mediação entre ensino, pesquisa e extensão PELOZO, Rita de Cássia Borguetti Docente da FAHU/ACEG RESUMO: O presente trabalho procura evidenciar a importância

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011.

CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA. Araras, maio de 2011. 1 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA: A IMPLANTAÇÃO E A GESTÃO NA MODALIDADE A DISTÃNCIA Araras, maio de 2011. Fernando da Silva Pereira Centro Universitário Hermínio Ometto UNIARARAS SP fernandosilper@uniararas.br

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO LÍVIA CRISTINA FRIAS DA SILVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE Ms. Maria de Fátima Lires Paiva Orientadora São Luís 2004 INTRODUÇÃO Sistema Único de Saúde - Universalidade

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa É um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

DIRETORIA. Ilma. Sra. Dra. Ana Estela Haddad DD Diretora do Departamento de Gestão da Educação em Saúde DEGES/SGETES/MS

DIRETORIA. Ilma. Sra. Dra. Ana Estela Haddad DD Diretora do Departamento de Gestão da Educação em Saúde DEGES/SGETES/MS DIRETORIA Of. Dir. /2007 Recife, 09 de novembro de 2007 Ilma. Sra. Dra. Ana Estela Haddad DD Diretora do Departamento de Gestão da Educação em Saúde DEGES/SGETES/MS Senhora Diretora, Atendendo solicitação

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais