CANGACEIRAS: REBELDIA, ROMANTISMO E LIBERDADE

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1 Centro universitário de Brasília-UniCeub Faculdade de Educação-FACE Departamento de História monografia Professora: Helen Ulhôa Pimentel CANGACEIRAS: REBELDIA, ROMANTISMO E LIBERDADE Flávia Santana dos Santos Brasília 2005

2 AGRADECIMENTOS Meus agradecimentos a minha professora e orientadora Helen pelos momentos, de incerteza e angustias, divididos. A Ludimila e Joelma, mulheres guerreiras e fonte de inspiração. Ao Francisco, meu amigo, amante e companheiro de renascimentos. E a todas as pessoas que direta ou indiretamente contribuíram para as minhas descobertas. 2

3 Aos meus mais intensos momentos, passados e futuros. Aos meus renascimentos, sorrisos e lágrimas. A minha mãe, quem primeiro me deu a possibilidade do ser ou do vir a ser. Aos versos escritos, os poemas vividos, as músicas ouvidas, aos livros lidos ou deixados sobre a estante, aos encantos e desencantos das descobertas e a perspectiva de transgressão. 3

4 Sumário Apresentação...5 Introdução...6 Capítulo I: Visão d elas História d eles 1.1 Perspectiva histórica Da historiografia Historia delas vistas por elas...17 Capítulo II: Cultura Popular 1.1 Romeu e Julieta: amor em tempo de cangaço Mulheres Cantadas e contadas no Cordel...26 Capítulo III: Encontro Marcado. 1.1 Cangaceiros:mulheres divinas, convite a transgressão Visão dos volantes Considerações finais Cangaceiras :Rebeldia,Romantismo e Liberdade...40 Fontes...44 Bibliografia...45 Filmografia Anexo

5 5

6 INTRODUÇÃO Esta pesquisa histórica procura enveredar-se, pelos discursos que marcaram e marcam a entrada da mulher no cangaço. É uma análise das formas como as mulheres cangaceiras são descritas ao longo da história, seja por elas mesmas que com o cangaço, consciente ou inconsciente terão suas trajetórias marcadas pela transgressão; ou mesmo pelos Volantes representantes do Estado; os próprios sertanejos do qual elas são parte integrante, como também dos cangaceiros que com sua inserção terão uma transgressão no seu imaginário, Imaginário este que parafraseando Tânia Navarro Swain estabelecem estereótipos e paradigmas absolvidos e normatizados socialmente. Terá sido à entrada das mulheres uma revolução para o cangaço? As mulheres marcam realmente a decadência do cangaço, como foi percebido por alguns, desvirilizando simbolicamente os homens? Essas questões, que fazem parte do universo de pesquisa de poucos estudiosos, compõem o campo da pesquisa hora exposta, buscando entender como essas questões foram embasadas por diferentes grupos em diferentes momentos históricos. A paixão segundo Maria Bonita e Lampião, criada, pensada e vivida por indivíduos como um sonho ou como um mito, é assumida por uma coletividade que não só veicula o mito, mas apropria-se do mesmo. Essa apropriação permanece como uma invenção coletiva, compartilhada pela comunidade sertaneja e até certo ponto pela sociedade brasileira (Lins: 1997;40). Essa perspectiva pode ser observada nos depoimentos dessas mulheres, como de seus familiares, em jornais do período e livros escritos posteriormente pelas próprias cangaceiras. Percebe-se, em face desse material, uma tentativa de homogeneização do comportamento das mulheres nordestinas e mais especificamente das cangaceiras. 6

7 Logo, como comenta Tânia Navarro Swain, na trama do social, criam-se as noções de evidente, natural, universal, bloqueando inclusive a possibilidade de se pensar o heterogêneo. O outro só pode ser percebido enquanto cópia imperfeita, no domínio da identidade coletiva. O heterogêneo é relegado ao imaginário-fantástico, oriundo de costumes, modos de vida, de estruturas coletivas de pensamentos que simplesmente não serão os seus (1994; 50). A entrada das mulheres no cangaço veio transgredir essa estrutura, marcando um novo momento vivenciado por homens e mulheres e pelo próprio grupo de Lampião. É também o marco para uma nova organização do cangaço. Elas rompem com os papeis estabelecidos para elas e ingressam em um mundo cercado, limitado e dominado pelo universo masculino. Neste trabalho, utilizo-me da perspectiva de gênero. Esta concebe as relações entre os sexos não como um dado natural, mas uma relação social construída e incessantemente remodelada, que reverbera nos moldes das representações sociais em que fomos construídas, ensinadas, preparadas para repetir e reinstituir uma realidade solidificada em cânones interpretativos. Nesta análise, a mulher é vista não como um objeto, e sim o seu lugar, a sua condição, os seus papeis, os seus poderes, as suas formas de ação, o seu silêncio e as suas palavras. Aborda-se, nesta pesquisa, o universo feminino no imaginário do cangaço, considerando as representações produzidas, as revoluções praticadas e os sonhos vividos, sem relegar a figura das mulheres a um segundo plano ou a condição de objeto de estudo. Para tanto é utilizado, além da perspectiva de gênero, a metodologia da Análise de Discurso. Esta interroga a lingüística, pela historicidade que ela deixa de lado, questiona o materialismo relacionado ao inconsciente sem ser absorvida por ele, nos apontando uma nova forma de fazer história, além de um binarismo simplificador. 7

8 É uma análise feminista na medida em que procura se situar numa perspectiva igualitária e aberta a diferentes interpretações. Os feminismos tem sido uma das perspectivas responsáveis pela crítica das ciências, das verdades e valores instituídos e transformados em leis, é obra desconstrutoras de realidades criadas e cristalizadas. Esta corrente trabalha para a construção de uma história plural destruidora das evidências e instauradora das diferenças. Uma história atenta às descontinuidades e voltada para as construções dos saberes. Vagamente ouvimos falar do cangaço e mais vago ainda da importância das mulheres que dele participaram. mulheres? Comumente as vemos como mulheres de cangaceiros, mas quem foram essas Foram elas heroínas ou meninas moças sem juízo atraídas por um guerreiro fabricado pela fantasia popular, como comumente são descritas na literatura e analises de estudiosos? Quem são os detentores do discurso corrente a respeito do cangaço e, mais especificamente da entrada de mulheres neste universo? Quais as justificativas para a constituição e permanência dos discursos a que temos acesso? Nota-se ao estudar o movimento do cangaço uma exclusão da mulher da bibliografia geral sobre o mesmo, o feminino está presente somente nas entrelinhas, como um acidente ou objeto de transgressão. Assim sendo adentremos neste contexto social permeado de rebeldia e romantismo. 8

9 Capítuto I: Visão d elas História d eles Nem toda palavra fala Nem todo silêncio cala Nem toda bala é fatal Nem todo rio transborda Nem todo partido é horda Nem todos roem a corda Nem todo tudo é total (Augusto Cacá) 1.1- Perspectiva histórica O sertão Nordestino por volta de 1930 gesta uma sociedade fundamentada no patriarcalismo, altamente estratificada entre homens e mulheres, entre ricos e pobres, entre brancos e caboclos ( FALCI, 2004: 242). Região marcada pelo predomínio das tradições e costumes. O fenômeno do coronelismo, segundo Edgard Carone, é responsável pela existência de poderes fragmentados, encontráveis em toda a extensão do Brasil. A realidade destas situações levam a uma antinomia constante, que se traduz na existência de um sistema constitucional em face da permanência de formas de predomínio e ação pragmática. O resultado é a contradição constante entre formas constitucionais e realidade, o direito e a força. Esses conflitos e paradoxos reverberam na mentalidade nordestina, gera uma situação de instabilidade que repercute na estrutura social e comportamental tanto no universo masculino, quanto no feminino reproduzindo arquétipos. Não importa se mulheres ricas ou analfabetas, temos a padronização e normatização de certos comportamentos, posturas, atitudes e até pensamentos. Nesse imaginário vigora uma separação entre masculino e feminino, a diferença entre os sexos, entre o bem e o mal, entre Deus e o Diabo. Norteados pelos 9

10 preceitos da moral judaica-crista, a mentalidade nordestina vê a mulher como portadora do sofrimento, luto, errância, insatisfação, infidelidade, divisão e enfraquecimento. Através de Eva o homem conhece os pecados da carne esta percepção configura-se em uma das formas que a mulher será compreendida no universo do Cangaço. Daniel Lins relata que em algumas críticas formuladas pelos amigos ou inimigos de Lampião, desenha-se a figura de um guerreiro às voltas com a tentação de um outro estranho ao bando, a mulher. Para o autor Maria Bonita, a mais conhecida das cangaceiras, foi excomungada não só por ser mulher, mas como rival, imaginária ou real dos cangaceiros que até então eram considerados o vinculo mais intenso de Lampião. Para Lins é notória a reação dos diversos grupos em forma de ciúmes ou de luto de policiais, cangaceiros ou especialistas misóginos, são as conseqüências de um narcisismo ferido. (...) O ingresso das mulheres no grupo veio atrapalhar os planos do rei do cangaço, servindo de entrave aos assaltos premeditados, passando a ser dominado por Maria Bonita, que gostava muito dele pelo simples fato de ser valente, esta qualidade muito lhe atraiu, a tal ponto de deixar o marido, Manoel de Neném, para viver com o bandido, mesmo cego de um olho, preto, feio e fedorento. Mas, como dizem que a mulher só não se casa com o sapo porque não sabe distinguir o sexo.(...) (Silva, 1982, p. 201). É interessante notar a dualidade presente nas interpretações e nos discursos proferidos a respeitos das mulheres cangaceiras como também um olhar discriminatório característico do período. O limite entre o romance e a história, a verdade e a ficção não nos aparecem claramente. declara: Amaury Corrêa de Araújo, em seu livro Lampião, as mulheres e o cangaço, 10

11 Nas noites quentes, com a lua cheia iluminando o sertão saliente, os casais não se inibiam com a presença de outros a poucos metros, e entretinham-se no jogo mais antigo do mundo, o jogo do amor. (Araújo, 1985: 319). Dessa forma, um novo imaginário sexual vai produzir um estilo no qual se pode detectar tanto o modelo sadiano, o mundo habitado, sobretudo pelas mulheres, veículos de prazer sem limites á disposição do homem, quanto o ideal de um universo onde os homens felizes são aqueles que fogem das mulheres.(lins, 1997: 63). Logo, ao mesmo tempo em que se condenava essa transgressão feminina marcada por sua inserção no cangaço, alimentados pelos mitos populares sonhava-se com os corpos das cangaceiras, com o amor de ficção, representados simbolicamente por elas, nas caatingas do sertão. A entrada de Maria Bonita no universo cangaceiro, até então masculino, é tido como preâmbulo para outras mulheres. Dada. Dulce. Rosinha, Sila, Adília, Adelaide, Enedina, Maria Fernades, Áurea, Maria Cardoso, Lídia, Florência, Otília, Maria Jovina, Gertrudes, Durvalina, Liónila, Lili, Sabina, Mariquinha, Ana, Nenê, Antonia Maria, Maria de Azulão, Inacinha, Eufrosina, Maria Isidoro, Laura, Cristina, Sebastiana entre outras teve.a primeira vista nos parede apenas uma seqüência aleatória de nomes femininos, mas todas elas tiveram suas existências marcadas por suas trajetórias junto ao movimento denominado cangaço. Quem são essas mulheres? O que as motiva a adentrar nesse universo dominado pela figura masculina? Umas das respostas plausíveis para tais questionamentos encontram-se na origem social do cangaço. Como explicita Miridan Knox Falci, as mulheres de classes mais abastadas não tinham muitas atividades fora do lar. Eram treinadas para desempenhar o papel de mãe, e prendas domésticas. Outras menos afortunadas, viúvas ou de uma elite empobrecida, faziam doces por encomenda, arranjos de flores e bordados. As mulheres pobres não tinham outra escolha a não ser procurar garantir seu sustento. Eram, pois, costureiras e rendeiras, lavadeiras, fiadeiras ou roceiras. 11

12 Faziam todo o trabalho considerado masculino: torar paus, carregar feixes de lenha, cavoucar, semear, limpar a roça do mato e colher. No entanto a origem social não se apresenta como único retrato a refletir uma justificativa para suas escolhas, algumas mulheres ricas, vão integrar o cangaço por outras razões isentas do aspecto econômico ou social. Talvez seduzidas pelo ideal de transfiguração e da imagem utópica a se formar no imaginário popular, ao qual tinham acesso através das histórias narradas e cantadas pelo cordel a correr todo sertão nordestino. A ex cangaceira Doninha ( Laura) é uma ilustração dessa busca. Ela vai compor o bando de Lampião tocada, como afirma Lins, pela vertigem, pelo risco e (...) andou se oferecendo para acompanhar qualquer um dos cabras que a quisesse(...) fechadas por cupido ou propiciando ao deus do amor o treinamento de sua pontaria no coração de seu leito (Araújo, 1985, 383). Assim sendo muitas mulheres viam no cangaço, influenciadas pelo imaginário permeado de histórias fantásticas e pela possibilidade de um espaço de liberdade e de rebeldia, uma fuga da estrutura que as afugentava. A possibilidade de um outro mundo a se formar, este repleto de poesia, de aventura, de paixão e combate. Uma provável fuga da vida insípida que lhes era imposta até então. 12

13 1.2 -Da historiografia Mesmo os estudiosos que apresentam o cangaço como uma história masculina, vão se ver obrigados a incluir em seus escritos à trajetória feminina. Uma vez que esta marca um novo momento, alterando comportamentos e introduzindo uma nova literatura. Daniel Lins compreende este período como: a fase amorosa do cangaço que ameaça a fronteira entre o público e o privado. Para ele ao lado dos discursos bélicos vai emergir um discurso libidinal e erótico. Frederico Bezerra Maciel afirma que: (...) A influencia de Maria Bonita sobre Lampião, e conseqüentemente no cangaço, foi relevante, modificando certas relações da vida cangaceiresca, alterando costumes de linguagem solta e humanando mais a rudeza de aspecto e dos sentimentos daqueles guerrilheiros das caatingas. Sua presença feminina tornou-se espécie de carta de abecê assoletrada pelo cangaceiro para as normas de sua comportação.(...) (Maciel, 1987; 63) Nota-se uma continuidade no discurso, pois ao mesmo tempo em que o autor afirma a transgressão causada pela inserção das mulheres, este não as isenta de seus papeis sociais pré-estabelecidos de esposas dedicadas, companheiras ou de mães. Apenas desloca a mulher do que seria seu ambiente natural, convencional e determinado socialmente para um outro universo onde seu arquétipo permanece imutável. Para ele a fraqueza de Lampião estava na força do amor de Maria Bonita a quem a tudo o rei do cangaço atendia, o que torna o seu discurso contraditório, paradoxal. Atribui a mulher um papel, dentro do movimento do cangaço, conciliador e brando, que vai de encontro a teoria cujas mulheres aparecem como sujeitas responsáveis pela desvirilização do cangaceiro e em geral do cangaço. 13

14 (...) Ela, por seu carinho e dedicação absoluta, lhe esmerilharia as arestas do caráter rijo, tornando-o mais condescendente, insinuandoo a resolver as afrontas por menos, abrandando-lhe os modos imperiosos de exigir. Assim, muitas situações conseguiu ela adiar. E disto bem sabiam os cangaceiros: qualquer pedido dela Lampião dificilmente deixaria de acatar(...)(idem, Ibdem; 65). Parafraseando Maciel aberta às portas do cangaço foi um vem-vem delas, vexadinhas, chegando de suas moradias para seus companheiros enrabixados. Todas dedicadas a seus amantes a quem serviam na vez de esposas e mães, e nos combates como guerrilheiras auxiliares. Este afirma ter sabido as mulheres honrar o título que lhes era honroso Mulher de Cangaceiro. Percebe-se que as mulheres são abordadas como o outro, esta não se configura em sujeito ativo e como tal transformador de sua história, mas como mulher de cangaceiro, passiva e ciente de seu papel enquanto tal. Na perspectiva de Lins a história oral apresenta o casal Maria Bonita e Lampião como o exemplo de fidelidade suprema e de amor sem medidas, transformando-os em personagens de conto. Cada um pode imaginar, sonhar, fazer de sua consciência infeliz um trampolim para a poesia, uma viagem nas asas do desejo. Ele relata que o primeiro gesto de Lampião foi integrar Maria Bonita ao bando, assim ele a batizou dando-lhe um nome de guerra como fazia com cada novo cangaceiro. Este gesto poderia refletir que a entrada das mulheres no cangaço era vista e aceita por Lampião da mesma forma que este aceitava aos homens, logo se destitui a mulher dos atributos que a classificam como femininas. Tal fato contradiz a perspectiva de Maciel. Lins afirma que: (...)As raras biografias ou estudos sobre as mulheres cangaceiras privilegiam a excepcionalidade ou a desmesura. Na prática do mal como do bem, os escritos tendem a fazer da dura vida das mulheres não mais apenas a causa de seus estatutos de mulheres sacrificadas, mas a conseqüência de uma predisposição inata ao sofrimento e ao repúdio. Inscritas numa fatalidade própria de sua 14

15 natureza, em um universo no qual as heroínas, mais ainda do que batalhadoras, são mulheres que nasceram não apenas para gerar, mas para renunciar ao desejo, portanto, ao gozo e a liberdade.(...) (1997; 50) Portanto Lins salienta uma característica historiográfica que se centra na construção da historia das mulheres cangaceiras pautadas no mito das heroínas excepcionais e extemporâneas, uma rosa vermelha em meio as brancas. Apesar da diferença de retórica, os autores trabalham a reflexão da imagem e papel das mulheres através dos olhos de Lampião, do bando, dos sertanejos e em ultima instância das mulheres passivas e moldadas. É a história delas vista e contada por eles. Têm-se inúmeros estudos a respeito de Lampião, ora bandido, cangaceiro feroz, assassino cruel e criminoso irrecuperável, ora apresentado de uma forma humanizada, homem do bem que acuado pela ordem social vigente no sertão, revoltase contra ela e é posto fora da lei. No entanto quando nos voltamos para o estudo da figura feminina neste universo ouvimos uma voz calada e quando muito cochichando cabisbaixa uma história presa a prosa terna do amor e ao seu mágico encanto romantizado. Nota-se uma omissão chegando a se tornar uma repressão que para Foucault (1988, 10). (...) funciona, decerto, como condenação ao desaparecimento, mas também como injunção ao silêncio, afirmação de inexistência e, conseqüentemente, constatação de que, em tudo isso, não há nada para dizer, nem para ver, nem para saber (...). No entanto o cerne da questão não é a verificação obvia do silêncio, da romantização e repressão da figura feminina no universo do cangaço, e sim verificar, analisar e refletir sobre o porque de tais discursos serem repetidos, construídos e aceitos por grande parte dos estudiosos do cangaço. As relações de poder 15

16 apresentadas nesta relação mulher/homem no cangaço é relegada à alteração da moda cangaceira ou a humanização de homens até então perversos. 16

17 1.3 - Historia delas vistas por elas Como nos tornamos o que somos? As mulheres numa trilha de busca da profundeza do apagamento se vêem frente a tal indagação. Nesta busca, como explicita Valeska Wallerstein, batalham por uma identidade da diferença, uma identidade da visibilidade. Através dos depoimentos e descrições presentes no livro de Sila, que se intitula uma cangaceira de Lampião, podemos ver impresso a visão de uma mulher a procura da visibilidade até então negada historicamente. Esta não escolheu entrar para o cangaço, foi escolhida por ele. Num primeiro momento para ser mulher de Zé Baiano e em seguida, por meio de um acordo do qual nunca soube qual, foi transferida para Zé Sereno. Sila descreve o momento em que seu irmão lhe informa que fora escolhida: Parou um pouco, olhou de um lado paro outro, como se quisesse verificar se havia alguém nos ouvindo e finalmente informoume que os cabras de Lampião haviam arranchado no riacho e, entre eles, um tal Zé Baiano queria me conhecer. E isso teria de acontecer na manhã seguinte. (Sousa:1984: 20) Sila relata que durante toda uma noite passou a refletir uma maneira de mostrar ao cangaceiro, que a escolheu, que não pretendia ser um deles. Pois a muito ouvia falar dos cangaceiros e da vida que levavam, conhecia inúmeras histórias sobre Lampião e sua imagem associada a satanás que rouba, bate e abusa de mulheres. Afirma muitas vezes ter ouvido sua madrinha as alertar quanto ao perigo de serem roubadas por cangaceiros. No dia do encontro fez questão de não se arrumar, acreditava que quanto mais mal apresentada menos chamaria a atenção do cangaciero. A única forma de não se tornar cangaceira seria através da desistência daquele que a escolhera. 17

18 No entanto fora escolhida, e sua vida no cangaço foi carregada de dureza, fugas, tiroteios e solidariedade para ela homens e mulheres, eram todos cabras de Lampião. A sua estada no cangaço durou dois anos, período este responsável pela mudança de percepção quanto ao movimento, o seu código de ética e o seu companheiro. A figura de Lampião e Maria Bonita são apresentadas por ela do mesmo modo que a cultura popular também os apresenta. Figuras mitológicas, detentores de um amor transfigurado em prazeres e sonhos. Como os homens ela sabia que o cangaço não era brincadeira, no entanto acreditava na construção da vida a partir da morte, percepção esta desenvolvida no transcorrer de sua vida no movimento, ao qual passou a entender como um movimento pré-revolucionário. Um movimento dos oprimidos, dos camponeses, dos injustiçados e marginalizados pela lei. Quanto à transgressão, descritas por alguns estudiosos, representada pela sua entrada e das outras mulheres ao bando em poucas passagens do seu livro se refere, quando o faz e para relatar a forma igualitária e respeitosa que eram tratadas por Lampião que empunha a mesma conduta ao restante do bando. Ao longo de seu livro nos da a entender que antes de se ver como mulher, via-se como cangaceira e como tal exposta aos mesmos sabores e dissabores do grupo, e nordestina. Sila em seus relatos não se refere a uma trasvaloração da idéia de família. Encerra o seu livro declarando que: (...) O tempo passou. Sofrimento, felicidade, tristeza, lágrimas, choro, risos, insucessos, realizações, alegrias, dores, saudade, lembranças, misturaram-se no cálice da vida e os dias foram se escoando, pintando-nos os cabelos de branco e bordando de rugas nossas faces. Contudo, a certeza maior permaneceu indelével ao longo dos anos: valeu a pena ter vivido essa maravilhosa experiência ao lado de Lampião, pois ele foi um homem de bem.( Idem: Ibdem ; 104) 18

19 É interessante notar, através da citação, que sua satisfação advem do seu convívio com Lampião e não de uma fuga ou alternativa de vida. Diferentemente de Sila Adília entra para o bando movida pelo amor que sentia por um dos cangaceiros Canário, escolhendo o cangaço para sobreviver e desfrutar da satisfação do amor realizado. Ela já namorava Canário antes mesmo dele ser cangaceiro e desde estes tempos sua família se colocava contra tal relacionamento. Desta forma o cangaço surge como uma alternativa de fuga e realização. No entanto sua vida no cangaço vai configurar-se como todas as vidas de cangaço que em depoimento dado posteriormente a Sila declara: (...)Correr ou atacar, morrer ou matar, era a vida que qualquer cangaceiro tinha, não fui muito de brigar, como Sila, Maria e outras, eu era mais acomodada, mas mesmo que eu quisesse não podia, pois meu companheiro ciumava até das quixabeira.(idem:ibdem; 120) Adília relata ter ido para o cangaço a procura de amor e de uma vida melhor, mas que ao contrario foi parar, segundo suas próprias palavras, no inferno, não pelo cangaço, mas pelo relacionamento que manteve com seu companheiro, que lhe proporcionava grande infelicidade. Sua vida de cangaço não foi menos amarga, sofrida e repressiva do que a que vivera fora dele. Conta não sentir saudade desse tempo, de sua dureza e dos fardos vividos por ela como um destino cruel, sem fantasia e humilhada pelas volantes. Ela relata guardar do cangaço um sabor amargo. Através dos relatos de Adília nos é possível constatar uma certa permanência da estrutura da família patriarcal que vigorava fora do cangaço, onde a mulher se configura como submissa ao poder representado pela figura masculina. Outra importante e conhecida cangaceira foi Dadá, esta foi raptada por Corisco como forma de vingança contra seu pai. Depois de raptada se viu 19

20 apaixonada por Corisco que para ela transformou-se em um ser digno de admiração. Em entrevista concedida ao jornal Nacional de Salvador em 1988, afirma que as mulheres de seu tempo poucas eram apuradas, ou seja, preparadas para enfrentar as adversidades típicas do período. Ela foi uma cangaceira arrojada. Sabia usar uma arma de fogo e um punhal, afirma ter lutado muito para sustentar não só seu amor, mas também sua vida e família. Relata que em sua vida de cangaço Corisco sempre lhe dizia: (...) a mulher é uma jóia, leite, uma flor, se tocou, machuca; o leite, quanto mais forte o vento, cai uma poeira, suja, pois assim mesmo uma mulher no falar, no andar: a mulher pra ser uma mulher completa, tem modo até no pisar. Eu queria que você fosse assim (...) (SOARES: 1984, 16) No entanto para ela o destino e a vida lhe ensinaram a negar ou romper com essa idealização de mulher. Dada afirma que com a vida que vivia aprendeu a atirar e se adaptar a nova realidade que lhe fora imposta. Em entrevista concedida a Paulo Gil Soares José Rufino, responsável pela morte de Corisco, quando indagado a respeito de Dada como mulher e como cangaceira, afirma ter sido esta uma mulher endiabrada, mulher valente. Para ele nem todo homem tinha a coragem que ela tinha. Corisco só não se entregou, segundo o volante, porque Dada disse que ele não se entregava, era uma mulher que quando dava uma ordem os cabra cumpria aquilo aqui e ali cegamente. Dessa forma as mulheres cangaceiras cocientes ou inconscientemente vão além da perspectiva sertanejos que reflete uma nação de espoliados, 20

21 injustiçados e dominados. Estas vão para o cangaço e ganha a dimensão de mito, o máximo da alegria e da liberdade a engrossar a rebeldia cangaceira. Essas mulheres, levadas pelo imaginário romântico obrigadas ou raptadas subvertem os papéis até então impostos a elas e a própria tradição do cangaço. No entanto não são sós as cangaceiras a transgredir a ordem, ao aceitar as mulheres, Lampião também subverteu a norma social, declara-se uma nova ordem amorosa, provoca-se um furacão, uma desordem numa ordem aparente. Para Lins: (...) A mulher cangaceira representou, de fato, uma ameaça à ordem simbólica do cangaço; mais ainda, à ordem simbólica sertaneja, sociedade na qual as bases materiais ou imaginárias dessa ordem pertenciam a desordem instituída. A mulher vai, pois, nesse contexto, aparecer como a matriz de verdadeiros agenciamentos coletivos de socialidade no interior do cangaço (...) (Lins:1997; 122) Daniel Lins explicita que ate hoje, ao conversar com algumas jovens sertanejas sobre o tempo de cangaço, revela-se uma vontade de romantismo, como imagem plena, sem outra explicação que o desejo de representação, de aventura, de amor ou risco: Minha avó falava com entusiasmo do cangaço. Quando comecei a estudar em Salgueiro e a seguir em Recife, pude fazer a diferença entre o que os livros contavam e o que minha velha avó narrava sobre Maria Bonita e Lampião. Tudo era amor, paixão, sonho, luta, fugas, lua cheia, o chorar de uma viola, os beijos roubados entre a cortina de balas e o perigo de um tiro certeiro. Prefiro a história contada por minha avó; ela falava de aventura; os livros falam de bandido, demônio. Enquanto minha avó narrava a vida de Maria Bonita como um conto de fada no qual o problema da verdade era secundário, a história mente, dando á mentira um estatuto cientifico.(marlene, universitária) ( Idem:Ibdem;69) 21

22 Nota-se que a dualidade em relação as versos contadas pelo imaginário popular e pelos livros. No primeiro temos a recorrência a uma história atemporal permeada de romantismos e aventuras; a segunda denota uma analise do movimento enquanto reação aguda contra a estrutura social vigente, que como expressa Rui Facó, provocando duas reações o cangaço e o fanatismo. Logo na sociedade brasileira, assim como na nordestina, historicamente o medo das mulheres, marcado muitas vezes pelo repúdio radical do homem ao feminino, é um signo da cultura ocidental bem presente no imaginário. A tradição portuguesa via na mulher a porta do diabo, dessa forma traz para o Brasil uma infinidade de superstições sobre as mulheres e o sexo feminino, algumas beirando o medo patológico, ou a demência. Características estas sempre presentes na construção e leitura da mulher cangaceira durante e depois do movimento do cangaço. 22

23 Capitulo II: Cultura Popular A morte dos amantes Vamos ter leitos de sutis odores, Divas que ás fundas tumbas são iguais, E sobre a mesa as mais estranhas flores, Brotando para nós no azul em paz. Ambos queimando os últimos ardores, Meu coração e o teu, flamas sensuais, Refletirão em dobro as suas cores Em nossas almas, dói gêmeos cristais. Por uma tarde mística e envolvente Trocaremos um só lampejo ardente Como o soluço em cada adeus sentido; Pouco depois um Anjo, abrindo a poeta, Há de avivar, alegre e enternecido, Os cristais já sem brilho e as chamas mortais Romeu e Julieta: o amor em tempo de cangaço Assim como em Romeu e Julieta de Shakespeare. Lampião e Maria Bonita vão ser expressos na cultura popular como a concretização de um amor onde tudo voa e tudo se precipita. Neles faz-se presente a paixão amorosa que assinala os amantes com a degradação e a morte, essa perspectiva é considerada 23

24 tanto em trabalhos acadêmicos que abordam o imaginário, quanto nos livros de literatura que trabalha com esse imaginário e em alguns momentos se apresenta como parte dele. Romeu e Julieta, Lampião e Maria Bonita são vistos como dois amantes cuja vida não tem outros segredos que os da natureza, onde a noite tem sombras e a obscuridade só pertence à morte. Através do livro de Shakespeare pode-se fazer a analogia entre os dois casais de amantes e perceber que, assim como é explicitado por Shakespeare, também Maria Bonita e Lampião reverberam a imagem de que não são senhores seus, ambos os casais, caminham para frente arrebatados pela força do sentimento que os domina até que caem exaustos, ébrios de paixão e se entregam por completo ao sentimento. (...)As suas almas já não têm mistérios, já não existe vida intima, oculta e pessoal; pensam alto, falam alto sem obstáculos, sem moderação e sem pudor(...)( Shakespeare:20) representam o amor verdadeiro. Esta perspectiva pode ser observada na literatura circulante que reflete as angústias e as alegrias de um amor nas caatingas. Onde Lampião e Maria Bonita vivem o amor idealizado pelos amantes. Esmeraldo Braga em seu livro A coroa do Rei expressa a figura mitológica de Lampião e Maria Bonita como o casal perseguido que não tem a liberdade de desfrutar do seu amor, estes são oprimidos não por famílias, mas por todo um sistema, embasado no coronelismo hierárquico que vigorava em todo nordeste brasileiro. Assim, como Romeu e Julieta vão ter a realização completa do seu amor através de suas mortes. O autor explicita ser esse um discurso corrente em todo o nordeste, em dados momentos não explicitamente, mas subtendido na forma a qual os sertanejos se referem ao casal cangaceiro e o sentimento que estes acreditavam existir entre ambos. O casal se transforma em mito por mexer com a sensibilidade de um povo marcado por tantas controvérsias. Permite através da fantasia a fuga de uma realidade insípida 24

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