Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS,

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1 Análise de alguns indicadores da pesquisa Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, com seu caráter censitário junto aos estabelecimentos de saúde, tem sido um elemento valioso para a detecção das tendências da oferta de serviços de saúde no Brasil, do ponto de vista histórico e comparativo. Trata-se, até o momento, do único instrumento que busca retratar a realidade dos estabelecimentos de saúde como um todo, independente de sua esfera ou natureza jurídica, assim como sua vinculação com o setor público (SUS). A AMS vem apresentando variações na definição de seu universo e no escopo de variáveis levantadas, buscando se aperfeiçoar e consolidar como fonte de informações de qualidade, com periodicidade e agilidade na disseminação das informações do setor saúde. Procura, assim, possibilitar a utilização dessas informações de forma mais ampla, não somente nas instituições de pesquisa, como também para os setores de planejamento e gestão, assim como para as organizações de controle social, agências reguladoras e a sociedade em geral. Do ponto de vista conceitual, a oferta de serviços de saúde seria considerada o conjunto de instituições públicas e privadas, aqui representadas pelos estabelecimentos de saúde que atuam na concretização de cuidados à saúde para as pessoas, seja de forma individual ou coletiva. Combinam-se recursos humanos, equipamentos físicos e materiais, segundo uma determinada tecnologia e processos de produção, com vistas na promoção, prevenção, cura ou reabilitação da saúde. A saúde é um setor em que a combinação dos recursos se faz com intensa diferenciação, a partir da aplicação da ciência biomédica aos serviços. Por isso, inúmeras têm sido as inovações,

2 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 tanto dos produtos quanto dos processos de produção, que vêm desafiando a pesquisa a uma permanente atualização das variáveis coletadas, de modo a poder detectar as transformações do setor. Como exemplos das inovações de produtos, teríamos os cuidados domiciliares (home care) e o hospital-dia (day-hospital). Como exemplo das inovações de processo, podemos citar as firmas especializadas em alguns serviços de diagnóstico e de terapêutica, que substituem setores próprios dos hospitais, através de processos de terceirização, como laboratório de análises clínicas, raio X, diálise, etc. Tentativas de classificação de estabelecimentos de saúde, no sentido de criar grupos mais homogêneos para a análise, têm se mostrado bastante difíceis, e, muitas vezes, infrutíferas. O primeiro motivo é a falta de consenso, nacional e internacional, sobre definições e pontos de clivagem das diferentes categorias. O segundo é que a própria natureza atual das mudanças tecnológicas, rápidas no interior dos serviços de saúde, destrói e recria continuamente o perfil da oferta. Por este motivo o IBGE optou, já em 1999, por abandonar a antiga classificação dos estabelecimentos de saúde, do Ministério da Saúde, adotando três grandes categorias: Cartograma 1 - Estabelecimentos de saúde, por municípios Brasil - 22 Estabelecimentos sem internação; Estabelecimentos com internação; e Estabelecimentos de saúde de apoio ao diagnóstico e terapia. Estabelecimentos 1a3 4 a 1 11 a 3 31 a 1 Mais de 1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 22. Essa estrutura simples, compatível com outras classificações, possibilita trabalhar especificidades do próprio processo de produção dos serviços. Classificações são construídas de acordo com os objetivos do pesquisador e/ou gestor da saúde, e diferentes arranjos são factíveis a partir da análise dos dados da AMS. Estabelecimentos de saúde em geral Observa-se que houve, através dos resultados da pesquisa AMS, a partir da década de 197, um crescimento constante do número de estabelecimentos de saúde no Brasil, em sua maior magnitude atribuível ao segmento sem internação. Tanto para as instituições públicas quanto para as privadas, este crescimento é visivelmente mais acentuado entre os anos de 198 e 1992, passando de estabelecimentos para 41 8 (6,31% ao ano). Entre 1992 e 1999, quando atinge estabelecimentos, o crescimento foi de apenas 2,52% ao ano, voltando a se acentuar em 22, chegando a estabelecimentos (3,31% ao ano). Entretanto, deve ser destacado que nas pesquisas de 1992, 1999 e 22 o universo de estabelecimentos investigados sofreu algumas alterações nos critérios de seleção (ver Metodologia).

3 Análise de alguns indicadores da pesquisa O total de estabelecimentos pesquisado pela AMS 22 soma , sendo 3 25 desativados e 3 73 extintos. Os estabelecimentos em atividade (64 769) e em atividade parcial (574) somam , sendo que, além destes, a AMS pesquisou estabelecimentos que são terceirizados e funcionam no interior de outros estabelecimentos. Os estabelecimentos de saúde são classificados na AMS como: Com Internação, Sem Internação e Apoio à Diagnose e Terapia. Destes, são os seminternação que apresentam o maior número, representando 71% dos estabelecimentos em 22, determinando o perfil da curva ascendente do crescimento do número de estabelecimentos no Brasil. Os estabelecimentos com internação representam apenas 11% dos estabelecimentos de saúde em 22, e seguem uma tendência de estabilidade, com pequeno crescimento nas duas últimas décadas analisadas, apresentando ligeira queda no último ano. Os serviços de apoio à diagnose e terapia foram incluídos na AMS em 1992, quando representavam mais estabelecimentos. Em 1999, os estabelecimentos que realizassem exclusivamente serviços de análises clínicas não foram investigados, reduzindo-se então o total dos estabelecimentos de apoio à diagnose e terapia para Em 22, retornou-se ao critério utilizado em 1992, chegando esses estabelecimentos a um total de A evolução do número de estabelecimentos na AMS é melhor visualizada através da série histórica apresentada no Gráfico 1. 6 Gráfico 1 - Estabelecimentos de saúde Brasil / Sem internação Total Com internação Apoio à diagnose e terapia Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1976/22. Estabelecimentos de saúde sem internação Os estabelecimentos sem internação apresentam um crescimento de em 1976, para em 22, o que corresponde a 7,9% ao ano. Este aumento é mais significativo nos estabelecimentos públicos que passam de 5 85 para 35 86, representando 75,57% dos estabelecimentos sem internação. Esta tendência fica evidenciada no Gráfico 2.

4 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Gráfico 2 - Estabelecimentos de saúde sem internação, por esfera administrativa Brasil / Público Privado Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1976/22. Cartograma 2 - Estabelecimentos de saúde com internação, segundo os municípios - Brasil - 22 Estabelecimentos com internação 1 2 a 1 11 a 3 31 a 5 Mais de 5 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 22. Estabelecimentos de saúde com internação Analisando-se os estabelecimentos com internação, observa-se um aumento de 5 311, em 1976, para em 22, o que representa um crescimento de 1,28% ao ano. Esta tendência se modifica ao longo dos anos, tendendo para uma estabilização, seguida de ligeira redução no último período. Nos estabelecimentos privados com internação, que representam 65% do total, em 22, esta queda já se verificava na pesquisa de 1999, quando os estabelecimentos investigados passaram de 5 316, em 1992, para em 1999 (- 2,31%). No período de 1992 a 22, o setor privado perdeu 57 estabelecimentos. O setor público, que foi o responsável pelo crescimento dos estabelecimentos com internação em 1999, também apresentou, em 22, uma pequena perda de 25 estabelecimentos, em relação a 1999.

5 Análise de alguns indicadores da pesquisa A participação dos estabelecimentos privados representou, em 1999, 66,6% do total, enquanto que, em 1992, este percentual foi de 71,5%. Nota-se que, em anos anteriores analisados pela pesquisa, esta participação foi ainda maior, o que significa que podemos verificar uma tendência de redução da diferença públicoprivado no conjunto dos estabelecimentos com internação. Este aumento da participação do setor público, entre os estabelecimentos com internação, não se deve apenas à redução do setor privado, mas também a um aumento do próprio setor público. O Gráfico 3 configura esta tendência, através da aproximação das duas curvas. Gráfico 3 - Estabelecimentos de saúde com internação, por esfera administrativa Brasil / Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1976/22. Pode-se observar que o aumento dos estabelecimentos públicos com internação, entre 1992 e 1999, ocorreu em todas as Grandes Regiões, enquanto nos estabelecimentos privados, em 1999, o crescimento ocorreu apenas na Região Norte e em algumas UFs do Nordeste e Centro-Oeste, onde historicamente estão localizadas as áreas com menor cobertura de serviços de saúde. No período entre 1999 e 22, os estabelecimentos públicos crescem nas Regiões Sul e Centro-Oeste, enquanto o setor privado decai em todas as regiões. A distribuição dos estabelecimentos com internação, nas Grandes Regiões, para as três ultimas pesquisas da AMS, pode ser vista nos Gráficos 4, 5 e Total Público Privado Gráfico 4 - Estabelecimentos de saúde com internação, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22.

6 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Gráfico 5 - Estabelecimentos de saúde públicos com internação, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Gráfico 6 - Estabelecimentos de saúde privados com internação, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Leitos existentes em estabelecimentos com internação O comportamento recente do número de leitos acompanha a tendência de queda apresentada nos estabelecimentos com internação. O número de leitos havia passado de em 1976 para em 1992, significando um aumento de 22,63% ou 1,28% ao ano, e declinaram para em 22, significando uma redução de 13,44%, que equivale a uma perda de 1,47% ao ano. Esta queda se dá principalmente no setor privado, responsável por 76,61% dos leitos em 199 e 68,64% em 22, uma perda, neste período, que correspondeu a leitos. O setor público sofreu menores alterações, registrando um acréscimo entre 1992 e 22 de leitos, sendo que, entre 1999 e 22, observa-se também um pequeno crescimento de leitos. Estas tendências podem ser observadas no Gráfico 7.

7 Análise de alguns indicadores da pesquisa Gráfico 7-Leitos em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa Brasil / Total Público Privado Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1976/22. Considerando-se as tendências regionais, verifica-se que o comportamento de queda dos leitos só não se manifesta na Região Norte, onde observamos um acréscimo de 1,8% em relação a Nas demais regiões o percentual de perda varia de 5,1% na Região Centro-Oeste, 3,51% na Nordeste, 2,97% na Sudeste e 1,92% na Região Sul Gráfico 8-Leitos existentes para internação, segundo as Grandes Regiões Brasil /22 Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Gráfico 9-Leitos existentes para internação, públicos, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Em relação à esfera administrativa, no setor público ocorreu um aumento de 9,89% dos leitos disponíveis para internação, de 1999 para 22, na Região Norte. No Brasil a variação dos leitos públicos permanece positiva, com 2,27% de incremento entre 1999 e 22. As demais regiões apresentam índices positivos de 4,13% na Nordeste, 1,93% na Sudeste e 1,68% na Centro-Oeste. Somente a Região Sul apresenta percentuais de variação negativos no período, de 7,55%.

8 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Gráfico 1 - Leitos existentes para internação, privados, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. A variação regional do número de leitos privados revela queda em todas as regiões. No Brasil o declínio entre 1999 e 22 foi de 4,98%. A Região Nordeste registrou a maior queda, 8,45%, enquanto na Centro-Oeste o declínio foi de 7,8%, no Norte de 4,95%, no Sudeste de 4,63% e no Sul de,47%. Avaliando-se a cobertura potencial desses leitos para internação em relação aos efetivos populacionais, nos últimos anos, podemos observar que houve uma queda significativa deste indicador em todas as regiões. A variação para o total Brasil foi de 3,65 leitos por 1 habitantes em 1992, para 2,7 em 22, uma redução de quase 25%. A perda foi mais significativa na Região Sudeste, que passou de 4,9 leitos, em 1992, para 3,3 em 1999 e 2,75 em 22, representando um decréscimo de 1,34 leito por 1 habitantes ou 33%. Em 22, a região que apresentou o maior indicador foi a Região Sul com 3,8, seguida pela Região Centro-Oeste com 3,5 leitos por 1 habitantes. Os menores valores encontrados ficam com as Regiões Norte, com 2,5, e Nordeste, com 2,5. 5 Gráfico 11 - Leitos por 1 habitantes, em estabelecimentos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Para os leitos públicos, no conjunto do País, a tendência de queda em relação ao contingente populacional foi semelhante, porém, com menor intensidade. Em 1992, havia,91 leito público por 1 habitantes e, em 22,,84 leito por 1 habitantes. Esta queda não se verifica em todas as regiões, podendo-se observar aumentos nas Regiões Centro-Oeste e Nordeste e recuperação na Região Norte, onde a participação dos leitos públicos é responsável por quase 5% da oferta.

9 Análise de alguns indicadores da pesquisa Gráfico 12 - Leitos por 1 habitantes, em estabelecimentos públicos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil /22 1,2 1,,8,6,4,2, Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. O comportamento deste indicador para os leitos privados obedece à tendência observada de declínio no período, principalmente na Região Sudeste, onde variou de 3,19 para 2,2, e, menos intensamente, na Região Nordeste, onde variou de 1,1 para 1,4. Gráfico 13 - Leitos por 1 habitantes, em estabelecimentos privados de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil /22 3,5 3, 2,5 2, 1,5 1,,5, Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/ 22. O comportamento observado nas Unidades Federativas, entre 1999 e 22, revela uma queda em todos os estados, com ritmos diferentes. A queda se apresenta mais acentuada em estados onde a disponibilidade de leitos em relação aos habitantes era anteriormente mais elevada, tendendo a uma maior convergência. Destaca-se, neste sentido, a queda em Goiás, de 5,16 para 3,33, e no Rio de Janeiro, de 5,14 para 3,4 leitos por 1 habitantes, que significam perdas de 35,5% e 33,8% respectivamente. Apenas os Estados do Amazonas e do Amapá apresentaram menos de dois leitos por 1 habitantes. Tais observações podem ser visualizadas no Gráfico 14.

10 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 6 Gráfico 14 - Leitos por 1 habitantes, em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação Brasil / Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Cabe ressaltar que os parâmetros de cobertura sobre a necessidade de leitos indicados pelo Ministério da Saúde, na Portaria no 111/GM de 12/7/ 22, apontam valores de 2,5 a 3 leitos por 1 habitantes. Os dados levantados na AMS 22 apresentam 12 estados com indicadores de leito por 1 habitantes menores que 2,5. São eles: Amazonas, 1,59, Amapá, 1,66, Pará, 2,9, Bahia, 2,18, Distrito Federal, 2,2, Sergipe, 2,21, Ceará, 2,23, Roraima, 2,25, Rondônia, 2,35, Tocantins, 2,37, Alagoas, 2,37, e Espírito Santo, 2,39. Os estados com indicadores maiores que três, são: Rio de Janeiro, 3,4, Goiás, 3,33, Paraíba, 3,27, Mato Grosso do Sul, 3,24, Rio Grande do Sul, 3,19, e Paraná, 3,3. Cartograma 3 - Leitos por 1 habitantes, em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação - Brasil Leitos por hab. Até 2 Mais de 2 a 3 Mais de 3 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1999.

11 Análise de alguns indicadores da pesquisa Cartograma 4 - Leitos por 1 habitantes, em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação - Brasil - 22 Leitos por hab. Até 2 Mais de 2 a 3 Mais de 3 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 22. Internações O comportamento observado nas internações, diferindo do observado nos leitos, apresenta-se estável no período, com uma pequena recuperação para o total Brasil em 22. As internações foram em 1992, em 1999, e em 22. Tais variações significaram um aumento de 4,26% das internações no País, de 1999 a 22. Esta variação foi maior na Região Norte, 1,3%, seguida pelo Centro-Oeste, 9,98%, Sudeste, 4,23%, e Sul, com 3,82%. A Região Nordeste foi a que apresentou menor percentual de aumento, com 1,18%, no mesmo período. O Gráfico 15 apresenta estas variações. Gráfico 15 - Internações em estabelecimentos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. A participação do setor público no movimento de internações, que corresponde a 3% do total em 22, vem se ampliando nos últimos anos. Em 1992 o setor público era responsável por 23,27% das internações, passando para 28,52% em No Gráfico 16 pode-se observar a variação do total de internações no setor público, por Grandes Regiões, para os anos de 1992,1999 e 22. O aumento

12 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 verificado nos últimos dez anos foi maior para a Região Sudeste, que experimentou um crescimento de 61,%, seguida da Região Sul, com 34,6%. No período mais recente de 1999 a 22 o aumento mais significativo também se deu na Região Sudeste, com 16,36%, seguida da Região Norte, com 15,1%, e Nordeste, 9,49%. Gráfico 16 - Internações em estabelecimentos públicos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. As internações em estabelecimentos privados sofreram quedas na maioria das regiões, durante o mesmo período. Somente a Região Norte mantém variações positivas nos dois períodos, respectivamente 7,35% e 6,31%, somando 14,12% entre 1992 e 22. Já a região de maior perda de internações foi a Nordeste, com 19,94% entre 1992 e 1999, e 4,55% entre 1999 e 22, alcançando variação negativa de 23,58% em todo o período. Gráfico 17 - Internações em estabelecimentos privados de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Em relação ao número de internações por 1 habitantes, o valor desse indicador para o Brasil foi de 11,58 em 22. As Regiões Centro-Oeste e Sul, com 14,37 e 13,47, respectivamente, apresentaram valores superiores à média nacional, enquanto as Regiões Nordeste e Norte apresentaram os índices mais baixos, com 1,27 e 11,1 internações por 1 habitantes.

13 Análise de alguns indicadores da pesquisa Pelos parâmetros do Ministério da Saúde estima-se que de 7 a 9% da população teria a necessidade de internações hospitalares durante o período de um ano, em determinada região. Pode-se constatar nos Gráficos 18 e 19 que embora se observe uma tendência de queda em todas as regiões e na maioria das UFs, nenhuma delas apresenta índices inferiores ao preconizado. Os menores índices estaduais de internações por 1 habitantes são encontrados no Amazonas, com 7,39, Sergipe, 8,39, e Roraima, 8,85. Entre os que realizaram maior número de internações por 1 habitantes destacam-se Rondônia, com 16,, Goiás, 15,32, e Mato Grosso, 14,35. Os únicos estados que não apresentaram queda no número de internações por 1 habitantes, nos últimos dez anos, foram os do Distrito Federal, Pará, Bahia e Amazonas, com aumentos de 43,1%, 7,96, 4,8% e 1,23%, respectivamente. O Distrito Federal, que apresentou queda em 1999 e crescimento abrupto em 22 (54,31%), está afetado pelo crescimento populacional de sua área de influência, que poderia provocar um aumento de demanda por internações. Gráfico 18 - Internações em estabelecimentos de saúde, por 1 habitantes, segundo as Grandes Regiões Brasil /22 18, 16, 14, 12, 1, 8, 6, 4, 2,, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. 25, Gráfico 19 - Internações em estabelecimentos de saúde,, por 1 habitantes, segundo as Unidades da Federação Brasil /22 2, 15, 1, 5,, Brasil Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22.

14 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Cartograma 5 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação - Brasil Postos médicos Até a a a a 2 Mais de 2 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária Cartograma 6 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação - Brasil - 22 Postos médicos Até a a a a 2 Mais de 2 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de População e Indicadores Sociais, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 22. Postos de trabalho médico A avaliação dos recursos humanos guarda uma importância singular na avaliação dos estabelecimentos de saúde. A produção de serviços do setor se caracteriza pela intensidade de utilização de mão-de-obra e pela crescente especialização e diversificação da mesma. A diversidade de modos de vinculação destes profissionais com os estabelecimentos acrescenta alguns fatores de dificuldade na coleta desse tipo de informação. A utilização de corpo clínico aberto e a crescente terceirização da mão-de-obra, também especializada, presente principalmente no setor privado, mas com participação crescente do setor público, são alguns desses fatores.

15 Análise de alguns indicadores da pesquisa Vale ressaltar que os dados de recursos humanos da pesquisa AMS referem-se ao número de profissionais envolvidos, de diversas formas, na prestação de serviços, informados pelos estabelecimentos. Portanto, um mesmo profissional pode atuar em mais de um estabelecimento e seu tempo destinado a cada um varia de acordo com a vinculação do mesmo, especialidade e tipo de serviço realizado. Este dado, embora não possa ser utilizado para a construção dos indicadores clássicos de médicos, dentistas, enfermeiros e outros profissionais por 1 habitantes, permite, além de produzir indicadores de postos de trabalho por 1 habitantes, o desenvolvimento de análises de processos no interior de cada estabelecimento ou categoria selecionada. Quanto aos postos de trabalho médico levantados pela AMS nos últimos dez anos, observa-se um aumento constante e em todas as Grandes Regiões. No País os postos de trabalho médico eram em 1992, em 1999, passando para em 22, significando um aumento de 51,36% no período de dez anos. Este aumento foi mais acentuado entre 1992 e 1999, quando representou 37,62%, enquanto de 1999 para 22 este aumento foi de 9,98%. A Região Norte foi a que apresentou o maior crescimento nos dois períodos, representando um aumento total de 115,92%. As Regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sul apresen- taram crescimento maior que a média do País, de 68,38%, 64,36% e 51,55%, respectivamente. A Região Sudeste, embora concentre 53,87 dos postos de trabalho médico do País, apresentou o menor crescimento no período observado, de 41,68%. Gráfico 2 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária /22. A distribuição dos postos de trabalho médico dos estabelecimentos públicos segue aproximadamente a distribuição geral, sendo maior na Região Sudeste (53,21%), seguida pela Região Nordeste (22,58%) e Sul (12,91%), e menor na Região Norte (3,85%) e Centro-Oeste (6,46%). Destaca-se a diferença da distribuição destes postos de trabalho nas Grandes Regiões, em relação ao setor privado, na Região Norte, onde está apenas 2,91% dos postos de trabalho médico nos estabelecimentos privados, contra 4,85% do setor público, e a Região Nordeste, com 17,81% no setor privado, e 22,58% no setor público. O crescimento observado dos postos de trabalho de médicos, em estabelecimentos públicos, de 1992 a 22, foi de 41,81%, enquanto nos estabelecimentos privados este crescimento foi de 6,2%, para o mesmo período.

16 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Gráfico 21 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos públicos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Gráfico 22 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos privados de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil / Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. 3, 2,5 2, 1,5 1,,5, Gráfico 23 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, segundo as Grandes Regiões Brasil /22 hab. 3, Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Analisando-se a distribuição dos postos de trabalho médico por 1 habitantes, temos uma visão mais adequada da distribuição regional. Embora tal procedimento resulte num atenuamento das desigualdades encontradas entre as regiões, permanece a Região Sudeste como a de maior concentração destes recursos, com 3,37 postos de trabalho por 1 habitantes em 22, contra 1,31 na Região Norte. A única região em que o crescimento do número de postos de trabalho médico não foi maior que o aumento da população, entre 1999 e 22, foi a Região Sudeste, onde este indicador baixou de 3,4, em 1999, para 3,37 em 22.

17 Análise de alguns indicadores da pesquisa A tendência observada nas regiões é mantida nos estados, que experimentam um crescimento no período, com exceção do Distrito Federal, onde houve pequena redução deste indicador, variando de 3,57, em 1992, para 3,54 em 22. 4,5 4, 3,5 3, 2,5 2, 1,5 1,,5, hab. Gráfico 24 - Postos de trabalho médico em estabelecimentos de saúde, segundo as Unidades da Federação Brasil /22 Brasil Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande donorte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio dejaneiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande dosul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1992/22. Equipamentos Os equipamentos vêm sendo utilizados cada vez com mais intensidade no setor saúde. Sua importância no setor de apoio ao diagnóstico e em algumas terapias ou processos terapêuticos, além dos custos adicionais que representam para o setor saúde, fez com que se tornassem um objeto essencial de investigação na pesquisa AMS. A pesquisa em 22 registrou aumentos na maioria dos equipamentos informados em relação a Entre os equipamentos selecionados, os tomógrafos apresentaram um crescimento de 3,99%, os aparelhos de raios X simples 2,85%, os eletrocardiógrafos 12,73%, os aparelhos para hemodiálise 44,54%, e os aparelhos de ultra-som 1,19%. A distribuição regional destes equipamentos permanece praticamente inalterada no período, contando a Região Sudeste com 54% destes equipamentos, e a Região Norte, apenas 4%. Gráfico 25 - Equipamentos em estabelecimentos de saúde, por tipo de equipamento, segundo as Grandes Regiões Brasil Mamógrafo Tomógrafo RX simples Eletrocardiógrafo Equipamento para hemodiálise Ultra-som Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 1999.

18 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Gráfico 26 - Equipamentos em estabelecimentos de saúde, por tipo de equipamento, segundo as Grandes Regiões Brasil Mamógrafo Tomógrafo RX simples Eletrocardiógrafo Equipamento para hemodiálise Ultra-som Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 22. Analisando-se a distribuição por 1 mil habitantes, destes mesmos equipamentos selecionados, verificamos que as Regiões Norte e Nordeste apresentam índices inferiores à média do Brasil, estando a Região Sudeste acima e as Regiões Sul e Centro-Oeste próximas da média nacional. Os desníveis entre as regiões diminuem ligeiramente em 22, apresentando a Região Norte um crescimento maior que as demais regiões para a maioria dos equipamentos analisados. Destaca-se, entre os equipamentos investigados, o crescimento dos equipamentos para hemodiálise, com percentuais de crescimento, que são de 154,69% na Região Norte, 56,45% no Nordeste, 53,16% na Região Centro-Oeste, 44,81% na Região Sul, e 36,47% na Região Sudeste. Estes aumentos são muito superiores aos aumentos populacionais verificados nestas regiões, resultando em uma expressiva elevação do indicador de equipamentos para hemodiálise por 1 mil habitantes, que passou de 4,67 em 1999 para 6,49 em 22. Segundo o Ministério da Saúde o parâmetro para calculo da necessidade de máquinas para diálise, variando segundo o tipo de máquina e turnos de funcionamento, é entre um ou dois por 3 habitantes, o que significaria entre 3,33 e 6,66 por 1 mil habitantes. Esse mesmo indicador, segundo os dados da pesquisa, chega a apresentar valores de 8,24 na Região Sul e 8,3 na Região Sudeste. Os aparelhos de raios X simples apresentaram o índice de 9,42 por 1 mil habitantes, enquanto o Ministério da Saúde sugere como parâmetro quatro por 1 mil, só estando a Região Norte próxima a este parâmetro, com 5,89 aparelhos de raios X por 1 mil habitantes. Os tomógrafos computadorizados, que possuem índices sugeridos pelo Ministério da Saúde de um para cada 1 mil habitantes, apresentaram na AMS 22, para o Brasil, índice de,93 por 1 mil habitantes, variando de,45 na Região Norte a 1,24 na Região Sudeste. Os mamógrafos, para os quais a portaria do Ministério da Saúde sugere um para cada 24 mil habitantes, que resultam em,42 por 1 habitantes, apresentou índice de 1,43 por 1 mil habitantes no total Brasil, variando de,59, na Região Norte, a 1,84, na Sudeste.

19 Análise de alguns indicadores da pesquisa Os aparelhos de eletrocardiograma apresentam índices para o Brasil, em 22, de 1,18 por 1 mil habitantes, variando entre 4,38 na Região Norte e 14,1 na Sudeste. Os aparelhos de ultra-som apresentaram índices de 6,78 para o Brasil em 22. O menor índice situa-se na Região Norte, com 4,42, e o maior, 8,95, na Região Centro-Oeste. Gráfico 27 - Equipamentos por 1 habitantes, segundo as Grandes Regiões Brasil , 12, 1, 8, 6, 4, 2, por tipo,, Mamógrafo Tomógrafo RX simples Eletrocardiógrafo Equipamento para hemodiálise Ultra-som Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária Gráfico 28 - Equipamentos por 1 habitantes, segundo as Grandes Regiões Brasil , 14, 12, 1, 8, 6, 4, 2,, por tipo, Mamógrafo Tomógrafo RX simples Eletrocardiógrafo Equipamento para hemodiálise Ultra-som Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária O Gráfico 29 apresenta o número de equipamentos selecionados que foram referidos pelos estabelecimentos como disponíveis ao SUS. Enquanto apenas 34,54% dos mamógrafos existentes no País estão disponíveis ao SUS, 8,28% dos equipamentos para diálise foram considerados nessa condição. Esta proporção foi de 43,23% dos tomógrafos, 55,31% dos aparelhos de raios X simples, 56,4% dos eletrocardiógrafos e 35,67% dos aparelhos de ultra-som.

20 Estatísticas da Saúde - Assistência Médico-Sanitária 22 Gráfico 29 - Equipamentos em estabelecimentos de saúde, por tipo de equipamento, disponíveis ao SUS, segundo as Grandes Regiões Brasil Mamógrafo Tomógrafo RX simples Eletrocardiógrafo Equipamento para hemodiálise Ultra-som Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária 22.

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